Polícia Civil prende dupla investigada por estelionato em Paraty

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02/08/2019

Nesta quinta-feira (1), a 167ª Delegacia de Polícia (DP) de Paraty prendeu dois homens investigados pelo crime de estelionato. O delegado, responsável pelo caso, informou que os indivíduos foram flagrados em Patitiba (RJ) suspeitos de organização criminosa na obtenção de vantagens ilícitas, envolvendo dados de cartão de crédito, estelionato, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. Ao serem detidos em um residência, os policiais encontraram vários documentos, vídeos com imagens comemorando os golpes, uma máquina de passar cartão, vários cartões e veículo. Ambos foram encaminhados para a delegacia para as providências cabíveis.

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Fonte: A Voz da Cidade

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Operação combate falsificação de documentos, falsidade ideológica e sonegação fiscal no TO, PA e MA

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18/07/2019

Nesta quinta-feira (18), a Polícia Civil do estado do Tocantins deflagrou a terceira fase da Operação “Walking Dead” visando combater uma organização criminosa especializada na prática de crimes de falsificação de documentos públicos e particulares, falsidade ideológica, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro no desvio de valores que deveriam ter sido recolhidos no comércio de grãos e bebidas. Paralelamente, a Polícia Civil do Tocantins está apoiando a Operação Créditos Ilusórios, deflagrada pela Polícia Civil do estado de Maranhão a partir do compartilhamento de provas produzidas nas operações Walking Dead e Falsário.

No Tocantins, estão sendo cumpridos nesta manhã 14 (quatorze) mandados judiciais, sendo 08 (oito) mandados de busca e apreensão, 04 (quatro) mandados de prisão temporária e 02 (dois) mandados de prisão preventiva, mobilizando cerca de 30 policiais civis tocantinenses.

Segundo o delegado, que comanda a operação tocantinense, são alvos da operação um auditor da receita estadual, contadores, empresários, intermediários e “laranjas” que se beneficiaram do esquema criminoso auferindo valores que deveriam ter sido recolhidos à Fazenda Pública do Tocantins, a título de impostos. Uma das pessoas presas na operação se passava pelo nome de uma senhora falecida em 2010, e que teve o seu nome usado para constituir uma das empresas de fachada em 2014.

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Fonte: Folha do Bico

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Polícia apura fraude no pagamento de IPVA que gerou prejuízo de R$ 10 milhões

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10/04/2017

A Polícia Civil iniciou uma operação que apura a fraude no pagamento de IPVA, que gerou prejuízo de R$ 10 milhões aos cofres públicos, em Goiás. Conforme a corporação, 800 boletos do tributo receberam baixa no sistema da Secretaria da Fazenda (Sefaz) sem serem pagos. Dois despachantes foram presos e cinco servidores do órgão foram conduzidos coercitivamente suspeitos de envolvimento com o crime. O resultado da Operação Click foi apresentado nesta segunda-feira (10), em Goiânia. A ação foi deflagrada na última sexta-feira (07) e cumpriu dois mandados de prisão temporária, cinco de condução coercitiva e seis de busca e apreensão em Goiânia, Quirinópolis e Aragarças. Segundo o delegado da Delegacia de Repressão a Crimes contra a Ordem Tributária (DOT), esta foi a segunda etapa das investigações, que já haviam identificado, anteriormente, um ex-funcionário da secretaria como operador das fraudes. De acordo com o investigador, ele ocupava um cargo comissionado na Sessão de IPVA da Sefaz. Em depoimento, o homem confirmou as fraudes, mas, segundo o delegado, não haviam elementos suficientes para a prisão dele. Após ser descoberto, o suspeito abandonou o cargo.

Esquema

O superintendente executivo da Sefaz, conta que a fraude foi identificada pela própria secretaria, que encaminhou o caso para a investigação da Polícia Civil. De acordo com o representante do órgão, a secretaria está colaborando com as investigações e quer reaver os R$ 10 milhões que deixaram de ser pagos aos cofres públicos desde o ano de 2012. O delegado explica que a dinâmica do esquema será esclarecida a partir da análise do material apreendido. Mas que já pode adiantar que a fraude acontecia em três esferas. Segundo ele, foram utilizadas várias senhas de servidores para que fosse dada a baixa no pagamento do imposto. A Polícia Civil apura se todos estes servidores tinham envolvimento com o esquema. “Pode ter sido de dentro da secretaria, por parte do servidor, ou servidores, que acessava o sistema para anular a cobrança do tributo, do lado do contribuinte, que pode ter procurado despachantes para obter vantagem, o que nós vamos apurar com depoimentos. E por parte dos profissionais que foram presos suspeitos de mediar a questão entre o contribuinte e o servidor que fraudava”, afirmou. Os envolvidos devem responder por inserção de dados falsos no sistema, corrupção ativa e passiva, associação criminosa e sonegação fiscal. A pena para estes crimes pode chegar a 40 anos.

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Fonte: G1

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Suspeito de falsificar notas ficais de 400 ‘cinquentinhas’ é preso no RN

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09/09/2016

Foi realizada na manhã desta sexta-feira (09), por Policiais civis da Delegacia Especializada em Defraudações de Mossoró, uma operação que resultou na prisão do proprietário de uma loja de motos. O empresário é suspeito de fraudar notas fiscais de pelo menos 400 ciclomotores, como são chamados os veículos com até 50 cilindradas. Foram apreendidos computadores, documentos e até munições. Após receber voz de prisão, o dono da loja passou mal e foi levado para o hospital. O delegado revelou que o empresário começou a fraudar os documentos depois que as notas fiscais passaram a ser exigidas para o emplacamento das ‘cinquentinhas’. “Ele será autuado por sonegação fiscal, estelionato e falsificação de documento público”, acrescentou.

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Fonte: G1

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Operação combate esquema de fraude de R$ 27 milhões na Bahia

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04/08/2016

Foi deflagrada nesta quinta-feira (04), a operação “Borda da Mata”, que cumpre cinco mandados de prisão, onze de condução coercitiva e nove de busca e apreensão nas cidades de Jequié, Vitória da Conquista, Gongogi, Ibicuí e Itamari, na Bahia. Quatro pessoas foram presas em Jequié e uma em Ibicuí. Todos os presos eram pessoas ligadas às empresas investigadas. A ação combate um esquema fraudulento de sonegação fiscal e uso de “laranjas” por um grupo formado por 12 empresas, que atuam principalmente no ramo de distribuição alimentícia. A força-tarefa foi articulada entre Ministério Público estadual (MP-BA), a Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) e Secretaria de Segurança Pública (SSP), em cinco anos de investigação. Segundo o MP-BA, em 24 anos de atuação do esquema, entre 1990 e 2014, o prejuízo ao erário chega a pelo menos R$ 27 milhões, valor do crédito reclamado em nome das empresas. As investigações apontam para práticas criminosas como constituição ou compra de empresas em nome de familiares e em nome de empregados sem condições econômicas para tanto;  indícios de blindagem patrimonial, por meio de doação de bens a familiares; e emissão de documentos fiscais em nome de empresas fictícias. O esquema desarticulado envolvia os ramos de fabricação de açúcar de cana refinado, distribuição de gêneros alimentícios em geral e  transporte rodoviário de cargas. Os mandados cumpridos pela operação foram expedidos pela 1ª Vara Crime de Jequié, onde está sediada uma das empresas. A força-tarefa batizou a operação tomando como referência o nome da fazenda onde teve origem o município de Jequié.

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Fonte: G1

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Empresário é suspeito de tentar golpe de R$ 8 milhões na compra de tecidos

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13/07/2016

Em Goiânia, um empresário é suspeito de tentar aplicar golpes contra empresas que vendem tecidos. Ele comprava material de estabelecimentos da região sul do país e não pagava. Um galpão foi encontrado na capital com cerca de 40 toneladas de mercadorias, avaliadas em R$ 8 milhões. O homem ainda não foi preso. De acordo com a investigação, o empresário já atuava no ramo de tecidos há mais de 20 anos. Entretanto, por dificuldades financeiras, teve o nome incluído em serviços de proteção ao crédito e, com isso, não conseguiu mais comprar a mesma quantidade de produtos que antes. Com isso, a partir de 2014, abriu uma nova loja em nome de um laranja. Ele passou a realizar inúmeras compras e ganhar a confiança dos fornecedores. Porém, desde maio deste ano, ele deixou de pagar pelos produtos encomendados e começou a vender os tecidos por um preço abaixo de mercado, o que levantou a suspeita. Como o valor das compras foi muito alto e o produto não foi pago, os empresários viajaram de Santa Catarina até Goiânia para tentar encontrar o empresário. Eles acionaram a polícia, que localizou o galpão com cerca de 40 toneladas de mercadoria. “Ele comprou o produto por R$ 25 o quilo e estava vendendo por R$ 21. Então, a Polícia Civil entende que ele praticou, sim, o crime de estelionato”, disse o delegado da Delegacia Estadual de Investigação Criminal (Deic). O advogado de três das empresas lesadas disse que elas foram obrigadas a demitir funcionários por causa do prejuízo. Agora, a polícia  procura o empresário e também a pessoa usada como laranja para abrir a empresa. Ambos devem responder por estelionato, associação criminosa e sonegação fiscal.

Operação em Vitória desvenda esquema de fraude tributária

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19/04/2016

Foi deflagrada em Vitória, na manhã desta terça-feira (19), uma operação da Receita Federal do Brasil, juntamente com Ministério Público Federal e a Polícia Federal, para desarticular um grupo suspeito de coordenar um esquema criminoso de venda de créditos fictícios junto à União e de falsa quitação de dívidas tributárias. No Espírito Santo, foram expedidos cinco mandados de busca e apreensão, na capital. Participam da operação, chamada de Miragem II, 16 servidores da Receita Federal e 20 servidores da Polícia Federal, nas cidades de Vitória e Goiânia (GO). Buscas estão sendo efetuadas nas empresas do grupo investigado e nas residências dos sócios responsáveis pelo esquema. Foram também determinados o sequestro de bens e o bloqueio de valores em nome dos mentores do esquema e de suas empresas. A Receita ainda não divulgou nomes de pessoas e empresas investigadas.

Esquema

A partir de atividades de orientação tributária ao contribuinte e ações fiscais, a Delegacia da Receita Federal de Vitória identificou o esquema fraudulento sob o disfarce de prestação de consultoria tributária empresarial. Há fortes indícios da prática dos crimes de sonegação fiscal, organização criminosa, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. A fraude pode superar R$ 137 milhões em tributos indevidamente compensados ou suspensos no período analisado: R$ 62 milhões em contribuições previdenciárias e R$ 75 milhões nos demais tributos arrecadados pela Receita Federal.

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