Mulher é presa por aplicar golpes, em Cachoeiro, Sul do ES

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02/08/2016

Em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo, uma mulher de 57 anos foi presa em flagrante por aplicar golpes em estabelecimentos comerciais. De acordo com a polícia, ela usava cheques sem fundo para efetuar as compras. Ela foi encaminhada para o presídio feminino de Cachoeiro. A suspeita foi presa no dia 21 de julho, quando tentava efetuar mais uma compra em uma loja na qual já havia aplicado um golpe. “Ela já tinha ido no estabelecimento e efetuado uma compra, uma semana depois ela voltou para efetuar uma nova compra. O estabelecimento entrou em contato com a delegacia, que já tinha uma investigação em andamento, e nós fomos até o local e efetuamos a prisão”, explicou o delegado responsável. Ela usava cheques sem fundo para fazer as compras, usava nome e endereço falsos. “Em razão da idade avançada ela ia passando credibilidade. Fazia compra com cheques, porém não tinha fundo e as vítimas tomavam prejuízos”, disse o delegado. A estelionatária já tem passagens pela polícia e aplicava golpes em outras cidades e até fora do estado, como em Belo Horizonte e São Paulo. A polícia acredita que o valor total desses golpes aplicados desde 2011 possa chegar a R$ 300 mil. Ela vai responder pelos crimes de estelionato e uso de documento falso. A pena total pode chegar a 11 anos de prisão.

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Fonte: G1

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Homem é preso por tentar aplicar golpe com documento de carro

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26/06/2015

Em Varginha (MG), um homem foi preso na tarde desta sexta-feira (26)  por suspeita de falsificação de documentos de carros. Segundo a polícia, o suspeito, de 34 anos, já tem mais de 10 passagens por estelionato. Desta vez ele foi descoberto depois de simular a compra de um veículo. “Ele abordava a vítima, informava a vítima que tinha uma carta de crédito e que iria comprar o veículo, pedia a cópia do documento do veículo (CRLV) e depois solicitava que a vítima pagasse uma quantia referente à vistoria do carro, sendo que essa vistoria era de uma empresa que existe na cidade, porém o endereço que constava no recibo dele era outro, confirmando o estelionato”, disse um sargento da Polícia Militar. O comprovante que o suspeito apresentava era no valor de R$ 250. O documento tem o mesmo nome do único estabelecimento credenciado para fazer esse tipo de serviço na cidade, só que com o endereço falso. A dona da empresa chegou a ser acionada e levou um susto quando ficou sabendo da tentativa de golpe. “É muita audácia, uma pessoa falsificar um documento que é emitido por uma empresa homologada pela União”, disse a dona da empresa de inspeção veicular.

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Fonte: G1

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Militares que fraudaram recebimento de auxílio-transporte são condenados por estelionato

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09/12/2013

Um 2º sargento e um ex-cabo da Aeronáutica foram condenados a dois anos de reclusão por estelionato. Os dois fizeram declaração falsa de endereço por vários anos para receber auxílio-transporte maior que o devido. De acordo com os autos, o sargento recebeu valores indevidos a título de auxílio-transporte entre maio de 2002 e agosto de 2010. O valor da fraude foi de R$ 35.542,00. Já o ex-cabo recebeu valores indevidos entre julho de 2009 e abril de 2011, somando cerca de R$15.500. “Os acusados fizeram declaração falsa de residência e confirmaram o recebimento do auxílio transporte nos períodos mencionados. A defesa não conseguiu provar a veracidade das informações prestadas pelos apelantes”, afirmou o relator.

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Fonte: Justiça em Foco

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Advogados presos por fraude vão para regime domiciliar

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30/11/2013

A quadrilha era especializada na falsificação de cédulas e em diversos outros tipos de fraudes, entre as quais falsificação documental. De acordo com a Polícia Federal, advogados integrantes do grupo ingressavam com ações na Justiça Federal, Justiça Estadual e Justiça do Trabalho, com a apresentação de documentos falsos de clientes “fantasmas” e, por vezes, induziram a erro o Judiciário. Entre as instituições atingidas pelas falsidades documentais estão órgãos como a Justiça Estadual, Justiça Federal, Justiça do Trabalho, Receita Federal, Detran, instituições financeiras e cartórios. As investigações da chamada operação Zagan tiveram inicio no ano de 2010, a partir da apreensão de pouco mais de R$ 3 milhões em cédulas falsas de R$ 50 — uma das maiores já registradas em todo o Brasil —, que estavam escondidas no interior de um veículo furtado e clonado que se encontrava em um sítio às margens de uma represa na cidade de Candeias do Jamari (RO). Com a elaboração e o uso dos documentos falsos, os integrantes da quadrilha abriam contas em bancos, criavam empresas “fantasmas”, obtinham financiamentos, aplicavam vários golpes e efetuavam compras no comércio em geral, sempre com a certeza de jamais terem de honrar seus compromissos, visto que seus documentos e endereços eram falsos.

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Fonte: Consultor Jurídico

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Operação Zagan da PF prende suspeitos de falsificação de cédulas

Bandidos montam um cartório falso e enganam milhares de pessoas em SP

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28/11/2013

A polícia de São Paulo prendeu, nesta quinta-feira (28), sete suspeitos de aplicar um golpe em que as vítimas acreditam estar sendo atendidas por um cartório. Só que ele é falso. O falso oficial do cartório pressionava o devedor.

Golpista: Para estar evitando esse protesto só pagando mesmo. Não tem jeito.

Depois de receber o dinheiro em uma conta bancária, os golpistas ainda explicavam para cada vítima que aquilo era um golpe, e ensinavam como não ser enganada outra vez.

Golpista: Não vou ficar mais enrolando. Infelizmente, a senhora perdeu esse dinheiro.
Vítima: É um golpe?
Golpista: Infelizmente a senhora depositou em conta clonada isso daí.

Depois de ouvir as vítimas, a polícia levou cinco meses para descobrir o endereço do falso cartório. Nesta quinta (28), sete pessoas foram presas. Três estavam dentro do falso cartório. Uma linha telefônica, comprada com nome e endereço falsos era usada dentro da casa. O grupo passou os últimos cinco anos usando o mesmo número de telefone para aplicar golpes. Para escolher as vítimas, os golpistas tinham acesso aos avisos de protesto antes que eles chegassem às mãos dos devedores. “É importante ver como essas cartas chegavam às mãos dos estelionatários”, aponta o delegado. Segundo a policia, até cem pessoas recebiam ligações do falso cartório por mês. Quem caiu na conversa da quadrilha teve um prejuízo dobrado: pagou para o golpista e ainda ficou com a dívida que deveria ter sido quitada com o cartório verdadeiro.

Golpista: Quando alguém ligar e pedir para depositar em pessoa física, já fica esperta, que é golpe.
Vítima: Podia ter avisado antes.

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Fonte: Jornal Nacional

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