Homem que ostentava vida de luxo é preso por clonagem de cartões

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24/01/2020

Um homem de 31 anos foi preso, na última quarta-feira (22/01/2020), suspeito de clonar diversos cartões de crédito e débito, na região central de Goiás. De acordo com a Polícia Civil, o suspeito ostentava nas redes sociais um vida de luxo, com diversas viagens. Uma delas, inclusive, foi para Dubai, nos Emirados Árabes. Segundo o delegado à frente da investigação, o suspeito já era investigado a cerca de oito meses. “Diversas denúncias chegaram na delegacia que o padrão de vida de ostentação que ele postava era fora das condições que ele tinha. Ele postava diversas viagens internacionais, se hospedava em vários hotéis de luxo. Com isso, conseguimos chegar a esse esquema de clonagem de cartões”, finaliza.  Além disso, com o suspeito, foram encontrados outros dois documentos de identificação. Segundo o delegado, esses nomes estavam ligados diversas a empresas ativas, contas bancárias e alguns veículos. Com isso, ele também foi autuado por falsidade ideológica.

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Fonte: Mais Goiás

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Cartão de crédito clonado é a principal fraude sofrida por consumidores

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22/04/2019

O cartão de crédito é hoje uma das formas mais populares de pagamento no mundo inteiro, principalmente pelas facilidades que oferece. Mas seu uso exige alguns cuidados. Levantamento feito pela CNDL e pelo SPC Brasil revela que 8,9 milhões de brasileiros foram vítimas de fraude nos últimos 12 meses, sendo que a maior parte dessas ocorrências (41%) está ligada à clonagem de cartões de crédito. Já o segundo golpe mais comum observado pelo estudo é o recebimento de boletos falsos, com 13% das menções. Além desses tipos de fraudes, também aparecem clonagem de cartão de débito, contratação de empréstimos e financiamento, todos com o mesmo nível de incidência (11%), respectivamente. Metade (48%) das fraudes se deu em transações ou compras feitas pela internet. Outros 20% dos golpes aconteceram nas operações realizadas em agências bancárias ou financeiras e 15% em lojas físicas. Quanto às principais consequências enfrentadas pelas vítimas estão as compras indevidas em nome da pessoa (37%) e os prejuízos financeiros (24%). Há ainda problemas relacionados à perda de tempo com processos burocráticos para regularizar a situação e a inclusão em cadastros de inadimplentes, deixando a pessoa com o nome sujo e impossibilitando a realização de compras por meio do crédito — ambas situações com 22% das citações. Crimes como esses podem causar sérios danos ao consumidor que tem suas informações pessoais utilizadas para fins fraudulentos. 

Dicas do SPC Brasil para evitar fraudes

  • Antes de fazer qualquer compra, certifique-se sobre a idoneidade do estabelecimento comercial. Pesquise sobre a reputação da empresa e redobre atenção em sites de comércio eletrônico. Os canais de venda virtuais são obrigados a fornecer dados, como razão social, endereço, telefone e CNPJ;
  • Desconfie de produtos com preço muito abaixo do praticado pelo mercado e sempre exija nota fiscal. Essas atitudes resguardam o consumidor, caso ele tenha que fazer uma eventual troca do produto ou venha pedir algum ressarcimento;
  • Nunca forneça dados pessoais ou bancários por telefone. Caso tenha de atualizar algum cadastro, procure pessoalmente a instituição financeira ou ligue diretamente para o serviço de atendimento ao consumidor;
  • Em caso de perda, roubo, furto ou extravio de documentos pessoais, como CPF, CNPJ, certidão de nascimento, cheques e cartões de crédito, é necessário que a vítima realize o Boletim de Ocorrência (B.O.). Com ele, o consumidor deve comparecer, pessoalmente, em um balcão de atendimento do SPC Brasil com um documento de identificação para fazer um ‘Alerta de Documentos’ — um serviço gratuito.

O SPC Brasil também liberou por 30 dias grátis o ‘SPC Avisa’, que faz o monitoramento de CPFs para evitar fraudes. Com o serviço, o consumidor é avisado por e-mail, em até 24 horas, sobre qualquer movimentação em seu documento, como consultas para a realização de compras a prazo, verificação de nome restrito, inclusão de registros de inadimplência, alteração de dados cadastrais, entre outros.

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Fonte: A Voz da Serra

Fique ligado.

Polícia Federal prende quadrilha que clonava cartões em Caraguatatuba

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04/04/2019

Na manhã desta quinta-feira (04), uma quadrilha suspeita de estelionato que agia nos bairros Camaroeiro e Ipiranguinha, em Caraguatatuba, foi detida por agentes da Polícia Federal (PF) durante a Operação Easy Card. O grupo é acusado de clonagens de cartões bancários que eram enviados pelos Correios. Foram quatro pessoas presas em cumprimento de mandados de prisões preventiva e temporárias. E.S.P., de 66 anos, A.F.S., de 36, L.A.S, 33 anos, e A.F.S.R., de 29. Dois ficaram detidos e dois foram liberados após prestarem depoimentos. Também foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão. A Polícia Militar auxiliou nas ações. Os acusados foram encaminhados para a sede da PF em São Sebastião. Segundo informações da PF, as investigações tiveram início após denúncia dos Correios, que indicaram os crimes de corrupção ativa, de estelionato contra as instituições financeiras, (os integrantes do grupo receberam inúmeros cartões bancários em nome de pessoas diversas), associação criminosa e falsa identidade (o grupo usava a identidade de clientes dos bancos, entre outros crimes a serem apurados). As diligências são importantes para localização de documentos relacionados com as fraudes bancárias perpetradas pelo grupo, “notadamente cartões bancários em nome de terceiras pessoas, comprovantes de compras e gastos diversos com cartões bancários, relações de nomes e contatos que sejam empregados de instituições bancárias ou de fabricantes de cartões, falsificações de documentos de identificação pessoais, máquinas para facilitar tais práticas e outros”.

Rio+Seguro prende homem suspeito de clonar cartões bancários em Copacabana

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11/03/2019

No sábado (09), em Copacabana, uma equipe do Programa Rio+Seguro, programa da Prefeitura do Rio em apoio à segurança, prendeu um homem por estelionato e corrupção ativa. Com ele, foram apreendidos 67 cartões de créditos, R$ 10.754,00 em espécie, dois celulares e um carregador portátil. O preso, que tentou subornar os agentes, já possuía passagens pela polícia. Policiais militares e guardas municipais a serviço do programa foram acionados, por telefone, por uma testemunha que suspeitou do homem em um supermercado do bairro. A equipe procedeu ao local para averiguar a denúncia e conseguiu localizar o suspeito, identificado como S.A., de 40 anos, em uma lanchonete próxima ao estabelecimento. Durante a abordagem, foram encontrados os cartões e o dinheiro. O homem tentou subornar os agentes e foi preso em flagrante. Ainda no sábado, seis dispositivos de clonagem de cartões, popularmente conhecidos como “chupa-cabras”, foram apreendidos em várias agências de Copacabana. O Rio+Seguro tem atuado com frequência no combate a quadrilhas de estelionatários em Copacabana e Leme. Nos últimos seis meses, outros 14 dispositivos de clonagem foram apreendidos em agências bancárias dos bairros e cinco pessoas presas acusadas de instalar os aparelhos.

Crime de estelionato ‘ganha força’ durante o fim do ano, diz polícia

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30/12/2018

Segundo dados da Polícia Civil, o número de casos de estelionato tende a aumentar durante o fim do ano. Os golpistas aproveitam o pagamento do 13º salário e os preparativos de festas para agir. “Tem crime de falsificação de cartão de crédito, documentos, e basicamente é o estelionato porque é o crime que atrai a atenção do consumidor”, afirma um delegado. Em São José do Rio Preto (SP), uma das vítimas de estelionato – que pediu para ter a identidade divulgada – perdeu cerca de R$ 10 mil. “Uma mulher que dizia ser minha gerente me telefonou para entregar um cartão para verificar um problema. Nem desconfiei”, conta a idosa. Em seguida, o golpista foi até a casa da vítima, pegou o cartão e passou a efetuar pagamentos em nome dela. Um crime comum durante o fim do ano é a clonagem de cartões e cheques. Mas além dos clientes, comerciantes também acumulam queixas e prejuízos provocados por golpistas. A proprietária de uma loja de calçados há 35 anos já recebeu diversos cheques falsificados. Mas hoje ela orienta às funcionárias a checar os dados e documentos dos clientes, o que a Associação Comercial e Empresarial de Rio Preto (Acirp) recomenda. “Cada vez que receber pagamento com cheque e cartão é preciso pedir documento com foto e também fazer consulta no SPC porque estes tipos de ações preventivas dão segurança ao comerciante”, explica o presidente da Acirp.

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Fonte: G1

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Polícia Militar prende estelionatário com 17 cartões clonados em Planaltina

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28/12/2018

Na tarde de quinta-feira (27), a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) prendeu  um estelionatário que atuava na região de Planaltina. De acordo com a corporação, M.A.S.F. tem diversas passagens pelo mesmo crime. Existe a suspeita de outras pessoas envolvidas no caso. O homem foi abordado durante um patrulhamento de rotina da PMDF no Arapoangas portando um cartão de banco em nome de uma outra pessoa. Após garantir ser dono do cartão por três vezes, os policiais localizaram o contato do proprietário, que confirmou o extravio. Ainda não se sabe ao acerto como o acusado clonava os cartões das vítimas. “Eles enganavam as pessoas nas agências bancárias trocando ou clonando o cartão a partir de máquinas que colocavam nos caixas eletrônicos”, detalhou um major. Segundo o porta-voz da PMDF, existe a probabilidade de que outras pessoas possam ter participação no esquema de estelionato. Em buscas realizadas na residência do suspeito, os militares encontraram outros 17 cartões de diversos bancos, 10 RGs preenchidos com dados alterados e outras 17 cédulas do documento em branco. A PMDF também apreendeu computadores e carimbos de cartório. 

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Fonte: Correio Braziliense

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O que é skimming? Golpe em caixa eletrônico rouba dados do cartão

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24/12/2018

Skimming (ou chupa-cabra) é um tipo de golpe em que criminosos instalam dispositivos em caixas eletrônicos para clonar cartões e assim ganhar acesso às contas bancárias das vítimas. Cada vez mais sofisticados, esses aparelhos podem interceptar os dados magnéticos do cartão e enviá-los via conexão sem fio de forma criptografada ao criminoso. Números de 2017 divulgados em um relatório da União Europeia mostram que os chupa-cabras foram usados em caixas eletrônicos de 54 países. Estados Unidos, Indonésia e Índia lideraram o ranking de ocorrências. A seguir, entenda como o golpe funciona.

Como funciona

O ataque tem dois movimentos: o primeiro é copiar os dados do cartão assim que ele é inserido na máquina e o segundo é descobrir a senha do cliente do banco. Para dar conta da etapa inicial, os criminosos usam um hardware específico, que pode ser posicionado por cima da entrada real de cartão do caixa eletrônico, ou um leitor mais discreto, colocado no interior do slot, bem mais difícil de detectar. Quando a pessoa insere o cartão em um desses equipamentos, eles copiam os dados da vítima sem interferir no funcionamento do caixa eletrônico. Por isso, é tão difícil perceber que há algo errado. A segunda etapa do golpe depende de que o criminoso descubra a senha do usuário para acessar a sua conta, já que só os dados do cartão não permitem essa ação. Para isso, existem dois métodos: uma pequena câmera escondida acima do teclado ou tela do caixa ou um teclado falso sobre as teclas reais. No primeiro caso, a câmera pode ser descoberta por quem estiver mais atento. Já no segundo, a engenhosidade dos criminosos surpreende: um teclado falso registra os números que o cliente do banco toca na hora de digitar a senha. Como ele fica por cima do teclado verdadeiro, o caixa eletrônico continua funcionando normalmente quando a vítima aperta as teclas. Essas informações – dados do cartão e senhas – podem ser armazenadas localmente, o que aumenta os riscos, já que o responsável pelo ataque terá de ir pessoalmente buscá-las. Outra possibilidade é transmiti-las via redes sem fio, sejam elas de telefonia celular ou Bluetooth. Com os dados coletados do cartão e senha, um criminoso poderá ter acesso à sua conta bancária, realizar pagamentos e fazer saques. Acessa a notícia na íntegra para saber como se prevenir.

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