Clonagem de WhatsApp cresce no Maranhão

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06/06/2018

Nos últimos dias quatro deputados tiveram o celular clonado no Maranhão, segundo a Polícia. A investigação dos casos está sendo feita em sigilo pelo Departamento de Crimes Tecnológicos da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC). 

Esse tipo de golpe está se tornando comum e envolve usuários do WhatsApp. Os criminosos clonam os números telefônicos e os utilizam para pedir dinheiro para parentes e amigos das vítimas. Só que o pedido de alguém muito próximo pode ser um golpe, de acordo com a polícia.

Os criminosos desativam o chip da vitima e reativam no aparelho celular da quadrilha que eles pertencem. Ou seja: mesmo aparecendo o nome do familiar na tela durante uma conversa, quem está por trás é um bandido.

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Fonte: G1

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Hackers usam greve dos caminhoneiros como isca em novo golpe no WhatsApp

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28/05/2018

A greve dos caminhoneiros, que tem ganhado enorme repercussão no Brasil, tem sido usada por cibercriminosos para disseminação de links maliciosos por meio do WhatsApp. O ataque foi identificado por uma empresa de segurança cibernética. Como em ataques anteriores, a campanha utiliza um tema popular e da engenharia social para se propagar. Na mensagem, a vítima recebe um link malicioso, na esperança de encontrar uma lista de postos de gasolina em que o combustível ainda estaria disponível. Em menos de 24 horas, mais de 60 mil usuários acessaram a página falsa e foram expostos a ciberataques que podem variar de acordo com o sistema operacional do smartphone.

Como funciona o golpe

A mensagem tem um link encurtado e promete a suposta lista dos postos que ainda têm combustível: Ao acessar o link, o usuário é redirecionado para uma página fraudulenta e, para acessar a falsa lista com os nomes dos postos que ainda tem combustível, solicita a cidade e estado em que a vítima se encontra. Imediatamente após compartilhar o link com seus contatos no WhatsApp, o site fraudulento irá, por meio de uma série de redirecionamentos, encaminhar o usuário para sites que oferecem serviços premium, instalação de aplicativos legítimos ou apenas um direcionamento para sites cheios de propaganda.

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Fonte: IDGNOW!

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Golpe no WhatsApp prejudica 600 mil usuários no país

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27/04/2018

Quem tem o hábito de utilizar o WhatsApp deve ficar atento aos riscos de cair em golpes. As mais novas vítimas que caíram em cheio na “pegadinha do zap” foram 600 mil beneficiários do programa Bolsa Família do governo federal em todo o país. Em apenas dois dias, uma mensagem que circulava pelo aplicativo prometia dar quantia extra de dinheiro no mês de maio a quem clicasse em um link que supostamente levaria a um cadastro. De lá, o usuário era levado a divulgar informações pessoais aos criminosos virtuais. O prejuízo às vítimas não foi divulgado. “Este tipo de golpe que é espalhado através de mensagens do WhatsApp busca ‘roubar’ informações confidenciais de usuários, como dados financeiros, senhas e contas bancárias”, alerta o chefe do laboratório de investigação de uma empresa de segurança da informação. Há casos em que os criminosos que atuam na internet fazem com que os usuários registrem o número do seu celular em um serviço Premium SMS. “As pessoas gastam a mais na conta de telefone e não sabem porque”, explica. A quantidade de adeptos desavisados do zap é o que desperta o apetite dos golpistas, afirmam especialistas. O aplicativo tem cerca de 1,5 bilhão de usuários em todo mundo. Uma pesquisa realizada pela empresa mostra que em apenas dois anos houve mais de 22 milhões de vítimas de golpe. E o Brasil figura em segundo lugar na lista dos mais afetados, sendo superado somente pelo México.

Fique Alerta!

“Normalmente esse tipo de fraude pelo aplicativo usa notificações que chamam a atenção dos usuários, como promoções de companhias aéreas, de lojas de cosméticos, de sapatos ou até levando o usuário a pensar que suas informações podem estar em perigo. Assim, quando receber uma mensagem com essas características, o melhor é verificar diretamente no site oficial da marca para ver se a promoção realmente existe ou se é uma farsa”, adverte. Existe também a oferta de novos recursos, como novos emoticons, espionagem de contatos, personalização de design, entre outros. Fique longe delas! E foi por acreditar que uma grande marca de cosméticos estivesse fazendo campanha promocional pelo WhatsApp que uma assistente social, de 36 anos, moradora da Vila da Penha, espalhou mensagem aparentemente inofensiva. “Há muito tempo recebi brinde por mensagem dessa. Hoje quando recebi, repassei para minha lista de contatos”, lamenta.

Como funciona o golpe

Em todas as mensagens, seja de cupom ou de anúncios, a premissa é que para receber o benefício o usuário precisa compartilhar a mensagem. Normalmente o link leva o usuário a página de cadastro. Nela são pedidos dados pessoais e outras informações. O especialista informa que a intenção primária do golpe é redirecionar audiência a aumentar o número de cliques em páginas, o que dá dinheiro, mas é possível usar dados de vítimas para fazer cadastros em serviços pagos, o que gera receita para os cibercriminosos. Isso ocorre porque o tal site direciona a algumas páginas de downloads de outros aplicativos. E é justamente nele que o programa espião está escondido. Depois de instalado, ele “faz a limpa”. Há outros casos em que o site pede para o usuário preencher o número do celular. Uma vez informado, é registrado em serviços que descontam valores semanais (como R$ 3,99, R$4,99) do plano. O que acaba com os créditos. Para evitar armadilhas, um especialista em cibercultura orienta que antes de clicar ou compartilhar, busque fontes conhecidas e confiáveis sobre o que recebe. “Infelizmente é tarefa bem difícil já que a internet é uma nuvem… Aliás, uma neblina densa”, diz.

Empresas mais afetadas

Em 2016, os cibercriminosos utilizaram a imagem de diversas empresas como iscas para promover cupons falsos de promoções e descontos. Nomes como McDonalds, Burguer King, Zara, Carrefour, Walmart, Amazon, entre outros foram indevidamente utilizados. Ao longo de 2017, a ESET reconheceu campanhas que afetaram a Coca-Cola, a Budweiser, a Nike e a Lancôme, entre outras. Todos utilizados para enganar os usuários, já que os golpistas pegaram os nomes e logotipos das empresas sem que elas tivessem qualquer tipo de vínculo com os golpes.

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Fonte: O Dia

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Golpe do WhatsApp Plus volta a circular e pode instalar malwares no seu aparelho

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16/04/2018

Segundo uma empresa de segurança, o clássico golpe do WhatsApp Plus está voltando a circular com força na internet, fazendo novas vítimas e possivelmente distribuindo malwares. O scam, que circula desde 2015, oferece aos internautas uma versão aprimorada do mensageiro para Android, geralmente batizada simplesmente como “WhatsApp Plus” e sendo identificada por um símbolo azul no lugar do icônico verde. Para atrair a atenção dos alvos, o arquivo APK descreve algumas vantagens da edição Plus: você pode gerenciar até quatro contas simultaneamente e esconder quaisquer rastros de atividade (incluindo as mensagens de que você está online, escrevendo ou gravando um áudio). O mais incrível é que o software, de fato, parece funcionar direitinho e oferece todas as funcionalidades que promete — o problema é o preço que se paga por isso. Após analisar o código-fonte do aplicativo, a empresa percebeu que ele é baseado no Android/PUP.Riskware.Wtaspin.GB, um pacote de “riskware” (software que, embora não seja claramente malicioso, pode representar perigo ao usuário) que já causou certa dor de cabeça antes. Desta vez, o APK parece ter sido construído por um desenvolvedor árabe, visto que a página original que o hospeda está escrita em tal idioma. É sempre bom ressaltar que, para se ver livre dessa e outra ameaças, é essencial evitar baixar aplicativos fora da Play Store — é muito fácil para um cibercriminoso abrir o arquivo de instalação e modificar os códigos para roubar dados sigilosos dos usuários.

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Fonte: Canal Tech

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Golpes pelo WhatsApp contribuem para aumento das ocorrências de estelionato

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06/04/2018

Mensagem em circulação no WhatsApp promete dar como prêmio álbuns de figurinhas da Copa do Mundo 2018 e mais cem adesivos para quem clicar em um link e fornecer dados pessoais. Porém, o que parece ser uma promoção atraente, na verdade, está levando o usuário a cair em um golpe. O texto começou a ser propagado em massa neste mês no Brasil, informou uma empresa especialista em programas de segurança digital e que identificou a fraude. Assim como essa, inúmeras mensagens com “ofertas imperdíveis” se multiplicam no ambiente virtual e contribuem para o aumento das ocorrências de estelionato em Minas Gerais. No total, em 2017, foram 34.712 casos – acréscimo de quase 9% em relação ao ano anterior. “O acesso facilitado à internet e o anonimato fazem com que o criminoso migre a prática para locais onde encontra vítimas em potencial”, frisa o chefe da Divisão Especializada em Investigação de Fraudes da Polícia Civil. Segundo ele, roubo de dados pessoais e bancários e cadastro em links falsos para contratar serviços não solicitados são delitos comuns praticados por meio da internet. Os estelionatários também lançam mão de falsas notícias sobre saques do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e do 13º salário, por exemplo, para fisgar as vítimas.

Em alerta

Ainda não houve registro do golpe do álbum de figurinhas em Minas Gerais. Porém, todo cuidado é pouco quando se trata do ambiente virtual. Um advogado especialista em direito digital reforça a necessidade de conscientização do internauta, que muitas vezes age por impulso ao receber uma proposta tentadora. “É preciso procurar saber se a mensagem recebida é ou não verdadeira e não clicar em todos os links recebidos e inserir dados pessoais que são facilmente roubados e usados de forma ilícita”, observa. Em grande parte das ocorrências, a vítima só descobre o golpe ao receber cobranças por empréstimos contraídos ou consultar o extrato bancário, que vai apontar saques e transferências on-line indevidos. Por ser um aplicativo popular, o WhatsApp tornou-se uma alternativa “eficiente” para os ataques virtuais. Só no Brasil são cerca de 120 milhões de usuários ativos.

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Fonte: Hoje em Dia

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Golpe de Páscoa já atingiu mais de 300 mil pessoas no WhatsApp

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15/03/2018

A proximidade com a Páscoa reacendeu o sinal de alerta contra golpes e fraudes que circulam nas redes sociais e no WhatsApp. A bola da vez é uma falsa promoção de Páscoa que promete dar um vale-presente de R$ 800, mas, na verdade, apenas deixa o seu dispositivo exposto à ação de pessoas mal-intencionadas. A ação já atingiu 309 mil pessoas, número de acessos bloqueados à armadilha pelo aplicativo de segurança DFNDR Security. A técnica usada pelos criminosos não diferem em quase nada de outras ações do tipo: uma mensagem promete o vale-compras e contém um link; ao clicar sobre ele, o usuário precisa responder um mini questionário e depois pressionar um botão para “aceitar o presente”. O botão, porém, ativa o recebimento de notificações da página no navegador mobile, expondo o aparelho a ainda mais ações nocivas. Por meio dessas notificações, os cibercriminosos enviam páginas repletas de publicidade e malwares que podem resultar no roubo de dados sensíveis. Tanto a URL que está circulando pelo WhatsApp quanto os falsos e-commerces têm como objetivo roubar dados pessoais e financeiros para depois utilizá-los em outros golpes, como inscrição em serviços pagos de SMS e compras nos cartões de crédito das vítimas. O usuário deve utilizar aplicativos de segurança, que podem detectar a presença de links suspeitos e bloquear o acesso a eles. Além disso, manter uma rotina de cuidado quando usa o seu smartphone é outra dica bastante valiosa.

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Fonte: TecMundo

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Grupo é preso por suspeita de oferecer serviços do Detran-AP pelo WhatsApp

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07/03/2018

Foram presas na terça-feira (06) em Macapá, quatro pessoas, três homens e uma mulher, por suspeita de usar o aplicativo WhatsApp para oferecer irregularmente serviços do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), no Amapá. A prática já é antiga, segundo o órgão, mas entretanto, continua registrando casos. O diretor adjunto, informou que os supostos golpistas, tentaram se passar por funcionários da instituição, com uso de fotos retiradas da internet, e mandam mensagens para números aleatórios, oferecendo a facilidade e cobrando serviços, como retirada da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), liberação de veículos apreendidos e exclusão de multas de trânsito. “Eles mandam uma mensagem em seguida, dizendo que foi por engano, mas quando a pessoa retorna, demonstrando interesse, aí aplicam o golpe. Queremos informar à população que não existe qualquer tipo de facilidade em nossos serviços, pois nosso sistema é rigoroso”, destacou. Segundo o Detran, a quadrilha foi localizada após investigações e estaria sendo comandada por um detento que cumpre pena no Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen). A mulher do presidiário teria recebido valores em dinheiro, depositado por vítimas do golpe. Até uma geladeira foi usada como pagamento em um dos casos. A investigação foi feita pelo departamento e pela Polícia Civil a partir dos relatos de vítimas, que procuraram os órgãos após serem lesadas. A quadrilha pedia que as quantias fossem depositadas em contas bancárias de um banco. “São suspeitos que agem a partir de pessoas de dentro da penitenciária. A esposa do detento recebia valores na conta bancária e agora será indiciada pelo crime”, reforçou o diretor. Os suspeitos foram levados para o Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp). Com eles foram apreendidos cartões bancários. Os crimes, de acordo com o Detran, estariam acontecendo há pelo menos um ano. Em maio de 2017, quatro pessoas foram presas suspeitas de aplicar o golpe com oferta de facilidades no Detran. Os serviços não eram feitos nem mesmo após o pagamento. A investigação identificou que a quadrilha pedia quantias que chegavam a R$ 7 mil. O órgão reforçou que não oferece e não cobra por serviços através de mensagens de WhatsApp e que nenhum pagamento é feito por transferência bancária, somente por boletos.

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Fonte: G1

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