Golpe da CNH Social volta a circular na internet

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20/11/2018

Voltaram a circular no final deste ano, mensagens em grupos de WhatsApp oferecendo a Carteira Nacional de Habilitação gratuita (CNH Social).  Os textos remetem a um site no qual o usuário precisa preencher formulário com nome, e-mail e telefone. Na etapa seguinte, para concluir o cadastro, o site pede para que o link seja compartilhado com cinco contatos pelo WhatsApp. O Departamento de Trânsito do RS (Detran-RS), entretanto, afirma que trata-se de um golpe. A instituição não está abrindo inscrições para ofertar a CNH Social, que isenta todas as taxas de beneficiados. O último edital foi encerrado em 2014. “O Estado do Rio Grande do Sul já ofereceu a CNH Social por duas vezes, através de decretos. Atualmente, porém, em virtude da situação financeira do Estado, da contenção de gastos e a questão orçamentária, não temos nenhuma previsão de edital aberto no Rio Grande do Sul”, explica a assessora da direção-geral do Detran do RS.

O site do golpe da CNH Social está hospedado em um provedor da Rússia. A Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos da Polícia Civil investiga as ofertas falsas dos documentos. Uma delegada analisou o site e confirmou que trata-se de uma armadilha. “Aparenta ser um site feito para conseguir informações pessoais das pessoas para praticar outros golpes. O governo brasileiro não hospeda sites na Rússia. Não tem característica de site oficial brasileiro. Nós vamos ficar monitorando essa questão”, afirma. O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) respondeu, através de nota, que “não há uma lei federal que determine a disponibilização da Carteira Nacional de Habilitação gratuita” e, por isso, não poderia se manifestar. A CNH Social ou Popular depende de leis estaduais e possui restrições como número limitado de inscrições e vagas, além da comprovação de baixa renda.

Hackers enviam cartas falsas pelo correio para aplicar golpes na internet

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11/10/2018

Fraudadores estão mandando cartas ou bilhetes físicos com propagandas, convites ou contas falsas a pagar, sugerindo que a vítima escreva o endereço eletrônico na internet para receber um provável benefício, tornando o cibercrime agora, também offline. Ao entrar no site falso, ela cai na armadilha e instala um programa malicioso em sua máquina. Esse software dá acesso remoto ao cibercriminoso, que pode roubar seus dados pessoais, acessar documentos ou cometer qualquer crime de falsidade ideológica. Embora o mercado de segurança não tenha números sobre ofensivas de hackers com a utilização de papel, especialistas dizem que é um tipo de engenharia social – método clássico em que o atacante usa artifícios psicológicos para manipular a vítima e obter informações.

Outros golpes

Além de convites e cupons falsos enviados pelo correio, especialistas apontam para o aumento da manipulação de contas de telefone, internet e TV por assinatura. Nesse caso, não é preciso digitar nada no computador ou celular, apenas pagar um boleto falso. O dinheiro vai direto para a conta do criminoso. A boa notícia é que a cartilha para evitar o phishing tradicional , geralmente enviado por email ou WhatsApp, do offline é semelhante: ambos têm mensagens apelativas, às vezes em tons de ameaça. É indicado desconfiar quando um conteúdo exige a troca de senha ou o pagamento de uma conta com um prazo urgente. Bancos não solicitam tokens ou senhas por telefone e nem por email. Além do mais, é sempre importante verificar se o domínio do site indicado por email tem relação com o endereço (que vem antes da arroba), desconfiar de promoções e sorteios e instalar antivírus no computador e no celular.

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Fonte: Folha de São Paulo

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Golpes pelo WhatsApp já causam prejuízos de R$ 8 mil em Presidente Prudente

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25/09/2018

Nesta segunda-feira (24), a Polícia Civil de Presidente Prudente registrou mais quatro casos de estelionato a partir de clonagem de WhatsApp. Em três deles não houve prejuízos financeiros, mas em um, uma mulher perdeu R$ 2 mil. Até o momento, a cidade soma sete ocorrências. Na semana passada, um médico e um administrador de empresas caíram no golpe – cada um perdeu R$ 3 mil. No total, já são R$ 8 mil em prejuízos financeiros às vítimas. No caso mais recente, que resultou no prejuízo de R$ 2 mil, a vítima, uma mulher de 24 anos, contou que recebeu uma mensagem – via aplicativo de conversas por celular – de uma amiga, pedindo um depósito na conta de um tio. Essa amiga, ainda segundo os registros policiais e o relato da vítima, não estaria conseguindo fazer o depósito pelo aplicativo do banco em seu aparelho celular. A vítima, então, depositou o dinheiro.

Posteriormente, a mulher constatou que a amiga não havia feito pedido algum, contando que teve o WhatsApp clonado, e que alguém estaria solicitando de forma indevida, dinheiro em nome dela. A jovem tentou cancelar a transação bancária, mas verificou que o valor já havia sido sacado. Nos outros três casos recentes as pessoas informaram apenas que tiveram o WhatsApp clonado, mas que nenhum de seus contatos efetuaram depósitos em dinheiro. Na Delegacia Participativa da Polícia Civil, as ocorrências foram registrados nesta segunda-feira (24) como estelionato e invasão a dispositivo informático.

Como funciona

Segundo os registros feitos na polícia, o estelionato ocorre da seguinte forma. Os criminosos clonam um WhatsApp – após o envio de um código via SMS – e passam a pedir dinheiro a todos os contatos da agenda, indicando agência, número da conta e o nome de um terceiro. Geralmente, uma pessoa muito próxima e de extrema confiança da pessoa que teve o celular clonado acaba fazendo o depósito, pensando que a solicitação do pedido é verídica. A pessoa que teve o celular clonado fica alguns minutos – ou horas – sem acesso ao aplicativo. E por isso, não consegue avisar aos contatos da sua agenda telefônica que foi vítima de uma fraude. Quando o golpe é percebido pelas vítimas, o dinheiro depositado já foi sacado pelos estelionatários.

Vítima perde quase R$ 10 mil ao cair em golpe de empréstimo pelo Whatsapp

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15/08/2018

Uma mulher de 46 anos procurou a Polícia Civil de Campo Grande 15 dias após ter depositado R$ 9.500 a um golpista acreditando que receberia um empréstimo no valor de R$ 55 mil, solicitado através do aplicativo WhatsApp. A vítima contou à polícia que conversou, por mensagens, com um funcionário de uma suposta empresa de crédito, que se identificou como Victor Hugo. O falso funcionário teria dito para a vítima que ela precisava depositar R$ 5 mil, referente ao pagamento do seguro do empréstimo, e depois mais R$ 4,5 mil para liberação do crédito.

A mulher, acreditando que se tratava de uma empresa verdadeira, fez os dois depósitos em uma conta de uma pessoa física, localizada na cidade de São Paulo (SP). Após os pagamentos a suposta empresa não fez o depósito referente ao empréstimo. A vítima entrou em contato por diversas vezes com o funcionário que sempre dizia para ela aguardar, que a empresa iria cancelar o empréstimo e devolver o dinheiro. Na tarde de terça-feira (15) outra vítima procurou a polícia após ter caído em um golpe semelhante.  A mulher perdeu  R$ 1.140,00, também ao tentar fazer um empréstimo, oferecido através da rede social Facebook.

Cuidados

O delegado da DECAT (Delegacia de repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo), explica que os consumidores devem tomar alguns cuidados para não cair nesses tipos de golpes, aplicados pela internet. “Primeiro o consumidor deve sempre desconfiar de preços muito abaixo dos praticados no mercado. Também deve-se evitar depositar o dinheiro diretamente na conta de um desconhecido. Se o pagamento for via boleto é preciso prestar atenção no nome do favorecido. Ao comprar algo por um site, verifique se ele é seguro. Desconfie de sites que são redirecionados através de anúncios que aparecem em meio às páginas de sites”, pontuou.

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Fonte: Midia Max

Fique Ligado.

Detran-SP alerta sobre golpe pelo Facebook e WhatsApp na região de Ribeirão Preto

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03/08/2018

O Detran-SP está alertando motoristas sobre um golpe na região de Ribeirão Preto (SP): se passando pelo diretor-presidente do órgão, estelionatários oferecem serviços pelo Facebook e WhatsApp, e ficam com o dinheiro das supostas taxas que devem ser recolhidas. A Polícia Civil investiga o caso e a Justiça já determinou que o Facebook remova o perfil falso usado pela quadrilha. O crime também foi identificado nas regiões de Campinas (SP) e de São Carlos (SP). Até agora, nenhum dos suspeitos foi identificado ou preso.

Superintendente do Detran-SP em Ribeirão explicou que, por meio de mensagens enviadas pelas redes sociais, os suspeitos oferecem soluções envolvendo a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), quitação de multas e serviços veiculares. Para enganar os motoristas, a quadrilha criou perfis falsos com informações e até fotos do atual diretor-presidente do Departamento. “O Detran não oferece ou presta qualquer tipo de serviço nas mídias sociais e também pelo WhatsApp. Os cidadãos que procuram as formas não oficiais de prestação de serviço correm o risco de serem enganados e também de responderem criminalmente”, disse. O Detran-SP possui uma página oficial no Facebook apenas para esclarecer dúvidas quanto aos serviços prestados, que devem ser realizados no site do órgão, ou em uma das unidades físicas. “Os canais do Detran são: o site oficial, que oferece 36 serviços online para que o cidadão possa acessar e, sem nenhum tipo de ajuda, utilizar esses serviços, e também o aplicativo, além de uma de nossas unidades espalhadas por todo estado”, afirmou.

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Fonte: G1

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Golpe no WhatsApp oferece internet grátis mas instala vírus no celular

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30/07/2018

O WhatsApp novamente é cenário de mais um tipo de golpe. Os cibercriminosos agora oferecem internet grátis para usuários na tentativa de infectar celulares com vírus. Assim como em outros golpes espalhados pelo aplicativo de mensagens, o ataque tenta enganar usuários do WhatsApp com uma oferta tentadora: no caso, os bandidos oferecem até 20GB de internet grátis para ser usada em um período de 60 dias, independentemente da operadora da pessoa. A vítima precisa clicar em um link que aparece no fim de uma mensagem para ser redirecionada para um site onde ele vai obter o suposto prêmio. O site falso faz três perguntas ao usuário: “quantos dias de internet gratuita você deseja ativar?”; “quantos GB você gostaria de receber da sua operadora?”; e “qual rede você gostaria de ativar?”. Ao responder os questionamentos, os criminosos pedem para a vítima compartilhar a “promoção” com três amigos e grupos do WhatsApp, e só depois disso a suposta internet grátis seria disponibilizada.

O problema é que o pacote de dados gratuito não existe, e a página falsa começa a exibir alertas de supostos problemas no celular da vítima, orientando a pessoa para que ela baixe aplicativos maliciosos. Em outras palavras, os hackers oferecem internet grátis mas no fim das contas instalam vírus nos dispositivos. Golpes de phishing são bastante comuns no WhatsApp e costumam enganar bastante gente. A oferta falsa de internet grátis conseguiu a marca de 45 acessos por minuto. Para evitar cair nesse tipo de golpe, a orientação de especialistas de segurança é sempre a mesma: desconfie de ofertas vantajosas demais, e evite clicar em links suspeitos que acompanham mensagens compartilhadas pelo aplicativo.

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Fonte: Olhar Digital

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Saque do PIS/PASEP do INSS em 2018 que virou golpe no WhatsApp

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23/07/2018

Cibercriminosos criaram um novo golpe, disseminado pelo WhatsApp, que atrai as pessoas que têm interesse em sacar os valores do PIS/PASEP. O governo mal liberou os saques das cotas para pessoas de todas as idades que trabalharam de 1971 a 1988 — a começar pelos que têm entre 57 e 59 anos —, e o golpe já começou. Conforme uma empresa de segurança digital, nas últimas 24 horas, 116 mil pessoas foram vítimas da fraude. No novo golpe, os usuários do aplicativo recebem uma falsa mensagem com dois links alertando sobre a possibilidade de retirada do benefício. Ao clicar em um dos links, o internauta é conduzido a uma página com uma mensagem que pede para conferir se o nome da pessoa consta na lista de beneficiados. Logo em seguida, sugere-se que o usuário responda a algumas perguntas: “Você trabalhou com carteira assinada entre 2005 e 2018?”; “Você está registrado atualmente?”, entre outras. O golpe, no entanto, traz informações erradas sobre o período de trabalho que gera o direito ao benefício e sobre o valor a ser pago (que, na verdade, varia de cotista para cotista). Sejam quais forem as respostas dadas, o internauta é direcionado a outra página falsa, sendo induzido a compartilhar a mensagem com 30 amigos ou grupos do WhatsApp. Conforme os golpistas, é preciso finalizar o processo para ter o benefício. Há, também, uma falsa seção de comentários de pessoas que supostamente teriam conseguido sacar suas cotas. Assim, o usuário abre brechas de segurança em seu smartphone, que pode ser infectado. Para não ser vítima desse tipo de fraude, os usuários não devem abrir links ou arquivos suspeitos, deletando a mensagem imediatamente. Também devem manter antivírus instalados em seus aparelhos e sempre verificar no site da empresa citada e existe a promoção ou a oferta anunciada. Verifique ainda se as mensagens estão escritas corretamente. Em geral, contêm erros de português, acentuação e pontuação.

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Fonte: Mix Vale

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