Homem clona WhatsApp de bancária e fatura R$ 3,5 mil em golpe

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Uma das conversas iniciadas pelo bandido, se passando pela vítima e pedindo empréstimos aos amigos

15/02/2019

Uma bancária, de 28 anos, teve o número de WhatsApp hackeado por um bandido. Ela recebeu um telefonema na manhã da sexta-feira (15), de um homem que se passou por funcionário da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O homem pediu que ela olhasse uma mensagem que chegaria no número de celular. O que ela não esperava, é que se tratasse de um golpe. O prejuízo chegou a R$ 3,5 mil. A agência afirma que não faz esse tipo de contato com o consumidor e pede que as vítimas façam boletim de ocorrência. Segundo a moradora do Guará 2, a ação foi rápida. “Eu disse que não podia falar no telefone naquele momento, pois estava ocupada. Contudo, o homem disse que seria breve. Que chegaria um código por mensagem no meu celular, e eu só precisava ler para ele. O homem alegou que isso seria para avaliar minha linha. Sem imaginar que fosse um golpe, abri a mensagem”, explica. Depois de passar o código, o golpista conseguiu acessar o número de celular da vítima.

O suspeito mudou o código de segurança da linha, a fim de impedir que a bancária acessasse a conta de WhatsApp. “Ele começou a falar com os meus contatos, se passando por mim. Pediu empréstimos, falando como se eu estivesse em apuros. Estou arrasada com toda a situação”, lamenta. No primeiro golpe, o criminoso faturou R$ 1,5 mil de uma amiga da vítima. Apesar de a conta bancária não estar no nome dela, a colega não desconfiou que poderia ser um golpe. “Ela pensou que o dinheiro era para pagar alguma dívida minha, ou compras no shopping”, disse. Uma segunda pessoa, também do círculo da vítima, transferiu R$ 2 mil. “Ele usou contas diferentes para cada depósito. Embora não constasse meu nome, ninguém achou que poderia ter algo errado. A ficha de todo mundo caiu quando comecei a publicar a situação nas minhas redes sociais, como Instagram e Facebook”, relata. 

Uma amiga da bancária continuou em contato com o golpista, pedindo o código de verificação do WhatsApp. “Só devolve o número dela, por favor”, pediu a colega. O homem deu o número: “Não se preocupe. Pode mandar ela botar esse (código) aí.” Ao conseguir acesso, a mulher mudou todos o código de verificação e incluiu o e-mail para conseguir entrar na conta. “Mas ele conseguiu todos os meus contatos e, usando outro número e minha foto, continuou se passando por mim. Contudo, ninguém mais caiu”, finaliza. A bancária registrou um boletim de ocorrência na 5ª Delegacia de Polícia (Asa Norte), pelo crime de estelionato. Em nota, a Anatel diz que não faz ligações aos consumidores em hipótese alguma. Segundo a agência, a orientação é que as vítimas registrem B.O, na intenção de dar início à investigação. “Ademais, a agência orienta a todos os consumidores e usuários de serviços de telecomunicações a não fornecer informações pessoais por telefone ou meios digitais a pessoas desconhecidas”, finaliza o texto.

Mulher perde R$ 1,1 mil em golpe do falso empréstimo

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05/02/2019

Uma moradora de Sebastianópolis do Sul (SP) fez contato com supostos representantes de uma financeira através da internet e acabou perdendo R$1.180,12 no golpe do falso empréstimo. Dois golpistas trocaram várias mensagens com a vítima, até concluírem um falso empréstimo de R$5.890,12. Eles enviaram foto de um comprovante de transferência bancária do valor do empréstimo supostamente depositado na conta da mulher, porém ela não conseguiu sacar. A imagem enviada mostrava o valor bloqueado. Os criminosos exigiram o pagamento inicial de R$ 290,00 para o “contrato”, e mais dois depósitos de R$445,06 para o suposto “desbloqueio” do dinheiro. Ao descobrir que era golpe, procurou a Polícia Civil e registrou uma ocorrência. Ela forneceu cópias do contrato enviado pelo aplicativo de celular, além das conversas e os números dos celulares dos picaretas. Os aparelhos tem código de operação de São Paulo, mesmo local da sede da empresa.

COMO FOI O GOLPE:

  • A vítima pesquisou na internet uma financeira para empréstimo pessoal;
  • Ela clicou em um site e preencheu uma proposta;
  • Logo em seguida começou a receber mensagens no celular, até efetuar os depósitos;

COMO FUNCIONA:

  • Segundo policiais e consultores em segurança digital ouvidos pela reportagem, esse tipo de golpe é aplicado até mesmo por detentos de penitenciárias;
  • Eles utilizam indevidamente nome de empresas idôneas, ou ainda abrem empresas apenas de “fachada”;
  • No caso relatado, a pesquisa do CNPJ indica que a empresa existe e está ativa e registrada na Receita Federal como atividades de teleatendimento e holdings de instituições não-financeiras. O perfil do contato do WhatsApp também é falso;
  • Nesse caso, as fotos são “roubadas” de pessoas comuns, nas redes sociais;
  • As contas utilizadas para os depósitos feitos pelas vítimas também são fraudadas, muitas vezes até de pessoas mortas, ou que tiveram dados roubados e nem sabem;
  • No caso da vítima de Sebastianópolis, os depósitos foram feitos em contas de três mulheres;
  • O alerta dos especialistas é que as pessoas procurem instituições bancárias ou financeiras com sedes físicas, o que reduz o grau de risco nas contrações.

Jovem cai no golpe do empréstimo em Corupá

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31/01/2019

Um jovem, de 25 anos, alerta para o golpe do empréstimo via WhatsApp. Vítima de um estelionatário, ele teve um prejuízo de R$175 reais essa semana em Corupá (SC).

O golpe

Na tarde da segunda-feira (28), a vítima celebrou um contrato de empréstimo, no valor de R$ 2 mil, com uma suposta empresa de assessoria em negócios financeiros. O pedido de empréstimo foi realizado via WhatsApp com o “representante Bruno”. O suposto representante solicitou ao jovem que depositasse inicialmente R$100 em uma conta bancária. O valor, segundo o negociador, seria usado para pagar um seguro. O primeiro depósito ocorreu na segunda-feira, às 15h32, na casa lotérica em Corupá. O dinheiro foi depositado na conta de uma mulher. No dia seguinte (29), o golpista pediu para o jovem depositar mais R$ 75 reais, pois “precisava pagar o IOF”. A vítima foi até a lotérica e fez novo depósito na conta que lhe foi passada. Depois de realizar o depósito, a vítima enviou o comprovante ao “representante Bruno”.

Bloqueado no WhatsApp

A vítima tentou entrar em contato com Bruno, mas o golpista bloqueou o seu número. Desde então, ela não conseguiu mais falar com o suposto representante. Na manhã desta quinta-feira (31), o jovem registrou um boletim de ocorrência na Delegacia de Corupá.

Estelionatário é preso por vender certificados falsos de Ensino Médio

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16/01/2019

O Grupo de Operações e Investigações (GOI), prendeu na terça-feira (15), o estelionatário W.B.S., 19 anos, no Jardim Paradiso, em Campo Grande. Ele anunciava pela internet e vendia certificados falsos de conclusão de Ensino Médio. Policiais chegaram até ele depois que um rapaz de 21 anos comprou o certificado e descobriu que se tratava de um documento falso. Ele relatou à polícia que viu a oferta no Facebook de uma colega e entrou em contato com o autor. A propaganda dizia que o certificado de conclusão de Ensino Fundamental e Médio era reconhecido pelo MEC (Ministério da Educação) – 100% confiável. O valor de R$ 350 a R$ 400 era realizado depois que cliente recebesse o certificado, três dias depois após a solicitação. Interessado, o rapaz entrou em contato com o estelionatário via WhatsApp, que se identificou como Vitor. O autor alegou que tudo era feito dentro da lei, que o documento era reconhecido pelos órgãos responsáveis. O negócio foi fechado e após três dias, a vítima recebeu o certificado e fez o pagamento de R$ 400.

No dia seguinte, o rapaz ligou na escola que aparecia no carimbo do certificado para confirmar a autenticidade e descobriu que não havia nenhum documento com o nome dele no sistema, porém os nomes que constavam no certificado eram de funcionários do local. A vítima, então, entrou em contato com o autor questionando sobre a situação e acabou bloqueado no aplicativo de mensagens. A cunhada da vítima que também já havia marcado encontro com estelionatário para adquirir o certificado foi informada sobre o golpe. Na sequência, o rapaz procurou a polícia para registrar a ocorrência e informou os dados que tinha do autor como telefone e endereço. O jovem foi preso em frente de casa com documento de identidade falso em mãos e outros quatro na mesma situação dentro da residência. Também foram localizados no imóvel três carimbos, sendo um de uma escola, de um diretor e de uma secretária. Questionado, ele confessou que fazia documentos falsos há mais de um ano e anunciava o negócio por meio de um perfil “fake” no Facebook.

Criminosos clonam contas de WhatsApp para aplicar golpes; veja como se proteger

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14/01/2019

O WhatsApp mais uma vez está servindo como meio para aplicar golpes. Criminosos estão clonando contas do aplicativo para se passar por parentes ou amigos das vítimas e pedir a transferência de dinheiro para conta de laranjas. Uma professora, de 51 anos, que preferiu não se identificar, levou um susto ao receber a mensagem do número de uma amiga: — Temos um grupo de amigas, de mais de duas décadas. Nos falamos muito em grupo. No começo do mês passado (06 de dezembro) uma delas que é “super certinha” me chamou no privado para pedir dinheiro emprestado. Conforme a vítima, o perfil da amiga afirmou que precisava de R$ 2.270 para pagar uma conta com urgência. — Ela me garantiu que depositaria o valor no dia seguinte. Como a conheço e sei que é uma pessoa correta, fiz a transferência — relata. A professora não desconfiou que a conta passada pela “amiga” estivesse no nome de um homem. A polícia conseguiu identificar o responsável pela conta: um adolescente de 17 anos. Quando pensava que havia ajudado a amiga, o perfil falso pediu mais R$ 2 mil. — Ai fiquei desconfiada. Entrei no Facebook da minha amiga e nele havia uma mensagem afirmando que o WhatsApp dela havia sido clonado e estavam pedindo dinheiro em nome dela — conta. A amiga que teve a conta clonada, também professora, descobriu que estava sem seu WhatsApp quando criminosos tentaram extorquir dinheiro da filha dela. — Minha filha me ligou umas 20h perguntando se eu estava bem. Aí, falou que eu havia pedido dinheiro, mas ela desconfiou e, aí, percebemos que minha linha havia sido clonada. A professora tentou cancelar sua linha de celular imediatamente. O procedimento, no entanto, só pôde ser feito no dia seguinte. Enquanto a linha da professora não era bloqueada, a quadrilha entrou em contato com mais três amigas dela, que não caíram no golpe.

Proteja-se do golpe

Como agem os criminosos?

  • Após o bandido obter dados pessoais de um usuário, ele liga na companhia telefônica se passando pelo cliente e habilita um novo chip de celular com o mesmo número, apesar de não ter roubado o aparelho.
  • O criminoso se passa por parente ou amigo da vítima, para facilitar a transferência de dinheiro para contas de laranjas.
  • Depois de ter conseguido o número da conta corrente ou do cartão de crédito, utilizando outro método fraudulento, o golpista consegue evitar que o correntista receba alertas de compras ou códigos de segurança (ex. Token SMS), enviados pelo banco.
  • Um indício deste golpe é quando o celular para de funcionar repentinamente.

Como evitar o golpe?

  • Proteja seus dados pessoais, sem revelar senhas e número de documentos para desconhecidos.
  • Quando perceber qualquer movimentação estranha em sua conta corrente, poupança, ou celular para de funcionar repentinamente, avise seu gerente ou contate a operadora do seu celular.
  • Desconfie de ligações ou mensagens inesperadas.
  • Comunique às empresas responsáveis assim que desconfiar de qualquer ação em seu nome.
  • Registre boletim de ocorrência na delegacia mais próxima.

Tia recebe pedido de ‘empréstimo’ da ‘sobrinha’ pelo WhatsApp, deposita R$ 850, mas descobre que caiu em golpe

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08/01/2019

Na tarde desta segunda-feira (07), em Presidente Prudente, um homem, de 42 anos, e sua mulher, caíram num golpe aplicado via WhatsApp. No boletim de ocorrência registrado pelo homem consta que a esposa dele recebeu uma mensagem da sobrinha pelo aplicativo solicitando um depósito de R$ 850 a ser feito em uma conta corrente. Ele disse que a sobrinha estava solicitando o depósito porque, de acordo com a mensagem, ela não estaria conseguindo realizar a operação bancária. E que posteriormente, efetuaria o pagamento para os tios. Após receber as informações do depósito, a tia entrou em contato novamente com a sobrinha informando que a operação havia sido concretizada, mas recebeu a resposta que nenhuma solicitação de depósito de dinheiro havia sido feita por ela. As duas, então, descobriram que o número da sobrinha havia sido clonado, e o pedido de dinheiro teria sido feito por um estelionatário. A Polícia Civil vai investigar o caso.

Outros casos

Em setembro e outubro do ano passado, houve uma série de golpes aplicados através da clonagem de WhatsApp em Presidente Prudente e região. Em um dos casos, uma mulher perdeu R$ 2 mil. Dias antes, um médico e um administrador de empresas tiveram prejuízos de R$ 6 mil. A Polícia Civil estima que o número de casos deve ser maior, porque há quem não faça o registro das ocorrências. Além dos golpes efetivados, há boletins de ocorrência confeccionados também para denunciar diversas tentativas de estelionato.

Golpes causam prejuízos de R$ 75 mil em dois casos de estelionato, em Presidente Prudente

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03/01/2019

Nesta quarta-feira (02), a Polícia Civil de Presidente Prudente registrou dois casos de estelionato, que foram originados em anúncios em um site de compra e venda de produtos. Em ambos os casos as negociações são feitas por WhatsApp para aquisição de veículos. O modo para se aplicar os golpes são parecidos. As vítimas, segundo os boletins de ocorrência, relataram terem perdido R$ 75 mil. Em um caso o prejuízo foi de R$ 70 mil. No outro, de R$ 5 mil. Os suspeitos simulam ser donos de veículos e vendem carros que não são deles. Tantos os proprietários dos automóveis quanto os compradores acabam sendo vítimas do golpe. A Polícia Civil já está investigando os casos.

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Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

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