Polícia Militar prende jovem por uso de documento falso e cumpre mandado de prisão

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13/03/2019

Na noite desta terça-feira (12), uma equipe da Polícia Militar de Coronel Sapucaia abordou durante rondas pela área central da cidade, um veículo Volkswagen Fox. Durante vistoria de documentos percebeu o nervosismo do passageiro, um jovem de 23 anos. A atitude suspeita fez com que os policiais constatassem que o abordado portava documento de identidade falso, o rapaz acabou revelando o nome verdadeiro. Em checagem aos sistemas de inteligência constataram que havia em seu desfavor um mandado de prisão do Estado de Goiás. Diante do fato, os PMs encaminharam o rapaz à delegacia para que fossem tomadas as devidas providências.

Polícia prende homem com documento de veículo falso

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14/03/2019

Nesta segunda-feira (11), agentes da Polícia rodoviária Federal (PRF) realizaram a prisão de um homem que apresentou, no momento da abordagem, Certificado de Registro e Licenciamento de Veiculo (CRLV) do carro MMC/L 200, do estado do Ceará com indícios de falsificação. O condutor foi identificado pelas iniciais J. A. P. M., de 42 anos. A abordagem aconteceu na BR 402, KM 0, no município de Buriti dos Lopes. Segundo o condutor, ele não tinha conhecimento da falsificação do documento e que havia adquirido o veículo recentemente. Diante da situação, o condutor, o veículo e os documentos apresentados foram encaminhados à Polícia Federal na cidade de Parnaíba para autuação no Art. 304 da Lei Nº 2.848/1940 Código Penal.

Informação

A PRF informa que toda aquisição de veículo automotor deve ser antecedida de prévia consulta aos Órgãos de Segurança para evitar complicações futuras.

Funcionário público de Matinhos é preso por vender imóveis com documentos falsos

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06/03/2019

Nesta quarta-feira (06), a Polícia Civil prendeu um servidor da prefeitura de Matinhos, no Litoral do Paraná, suspeito de aplicar golpes da falsa venda de imóveis. O servidor, de 38 anos, é funcionário da Controladoria da prefeitura de Matinhos. Além dele, foi preso um contador de 53 anos que seria o cabeça do grupo. Conforme a investigação, o grupo utilizava documentos falsos com os nomes dos verdadeiros proprietários dos terrenos para negociá-los. O servidor municipal foi autuado em flagrante por falsificação de documento. Ao revistar a casa do suspeito, a Polícia Civil encontrou vários documentos falsos. A investigação começou a partir da venda de um imóvel em Guaratuba no início de novembro de 2018. Com o uso de documentos falsos, os suspeitos enganaram duas vítimas que adquiriram o imóvel por R$ 160 mil sem saber que quem estava vendendo não era o verdadeiro proprietário. O cartório da cidade de Matinhos também foi vítima dos falsários, já que lavraram a escritura da venda do imóvel sem saber que o documento era falso. Ao saberem do golpe, as vítimas registraram Boletim de Ocorrência no dia 2 de janeiro deste ano. Segundo a Polícia Civil, mesmo com o inquérito instaurado os suspeitos “venderam” o mesmo terreno mais uma vez no dia 12 de fevereiro, desta vez por R$ 265 mil. A polícia agora segue a investigação para verificar se o grupo pode estar envolvido com outros crimes, como lavagem de dinheiro, receptação e furto de energia.

Polícia prende três baianos com veículo clonado e falsificando documentos em CG

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01/03/2019

Na quinta-feira passada (28), policiais civis prenderam no bairro Alto Branco, em Campina Grande, três pessoas acusadas dos crimes de receptação, falsificação de documentos, uso de documento falso e associação criminosa. Eles estavam em um veículo clonado, onde foram apreendidos vários documentos de identidade falsos. Segundo a polícia, os suspeitos estariam confeccionando os documentos falsos no hotel onde estavam hospedados. Os três, dois homens de 28 anos e uma mulher de 30, são do Estado da Bahia, onde já tem passagem pela polícia por crimes semelhantes.

Dupla é suspeita de fazer empréstimos com documentos falsos

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28/02/2019

Dois homens foram presos em flagrante, na Serra, por suspeita de integrar uma associação criminosa que falsificava documentos para obter empréstimos fraudulentos. Segundo a polícia, C.P.O., de 46 anos, era responsável por fazer os documentos e J.A.R., de 60, ia ao banco com os documentos falsos para solicitar o empréstimo. Os dois foram presos na última quarta-feira (27), dentro de uma agência bancária, após denúncia anônima. A polícia civil foi informada de que J.A.R., que já havia sido preso em dezembro, estaria junto com C.P.O. no local.. O homem mais jovem tentava obter um empréstimo de R$ 3.900. Desse total, R$ 1 mil seriam para o comparsa. A titular da Delegacia Especializada de Crimes de Defraudações e Falsificações, explicou que os suspeitos tinham acesso à informações pessoais e estavam com listagens emitidas pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e Serasa. “Nós localizamos, junto com eles, uma série de dados de várias pessoas, inclusive, os dados da mesma pessoa que acabou levando a prisão, em flagrante, do J.A.R. na primeira vez”.

Ela também afirma que a dupla agia com esperteza para fazer as falsificações. “A gente chama isso de furto de identidade. Às vezes, perdemos um documento e não ligamos muito, colocamos dados desnecessários na internet e acabamos perdendo. Mas, nesse caso, percebemos que era uma associação criminosa mais especializada. Eles tiravam de um banco de dados”. A delegada também afirma que é importante tomar alguns cuidados para não cair em falsificações. “Perdeu um documento, registra a ocorrência. Verifica se seu nome está entrando no SPC, porque, a partir daí, você já consegue dar um alerta e evitar que o nome seja utilizado como dessa primeira vítima, que teve o nome usado por duas vezes”. Por suspeita de ser uma associação criminosa de grande porte, que envolve outras pessoas, a delegada disse que não é possível calcular quantas delas praticavam o golpe e o número de prejuízo para as vítimas.

Preso grupo que fraudava compra de celulares e revendia a preço baixo

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27/02/2019

Nesta quarta-feira (27), policiais civis do DF prenderam 13 pessoas que adquiriam, vendiam e adulteravam aparelhos celulares durante uma operação realizada pela Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri). Os agentes identificaram duas organizações criminosas: uma que adquiria aparelhos com documentos falsos e dava o golpe na hora de pagar; e outra que adulterava e revendia celulares furtados. Todos serão indiciados por crimes de organização criminosa, receptação e lavagem de dinheiro. A pena pode chegar a até 10 anos de prisão. Os presos são acusados de venderem por preço abaixo do praticado no mercado os aparelhos telefônicos obtidos em grandes lojas varejistas, comprados na forma de crédito, com documentos falsos. Segundo o chefe da Corpatri, a loja levava o prejuízo, uma vez que depois o criminoso vendia o celular para outros lojistas, que compravam com descontos de até 40% abaixo do valor de mercado.

O delegado disse que uma carga de celulares também foi interceptada a caminho do município de Afogados da Ingazeira (PE). A outra organização criminosa comprava aparelhos roubados ou furtados e reprogramava a Identificação Internacional de Equipamento Móvel (IMEI) para que pudessem ser revendidos. Os criminosos vendiam em feiras peças dos aparelhos que não eram adulterados. Além dos 13 homens presos na capital federal, uma pessoa foi detida em Pernambuco e um indivíduo está foragido. As prisões ocorreram no Sol Nascente e em Ceilândia. Ao todo, a polícia cumpriu 14 mandados de busca e apreensão nas duas regiões. Entre os produtos fruto de atividades criminosas apreendidos estão cerca 50 celulares, oito carros, dois aparelhos de televisão, oito garrafas de uísque, além de R$ 12 mil em espécie. As investigações começaram em novembro do ano passado e se intensificaram em janeiro. O delegado garantiu que os policiais continuarão as operações de combate ao roubo e furto de celulares, principalmente no período do carnaval, de 2 a 5 de março.

Polícia Federal faz operação contra transferência irregular de títulos eleitorais no TO

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28/02/2019

Na manhã desta quinta-feira (28) em Oliveira de Fátima, mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos pela Polícia Federal , em operação contra crimes eleitorais. São investigadas irregularidades cometidas mediante transferência de títulos eleitorais com uso de documentos falsos. A operação foi chamada de Colheita II. Seis mandados foram expedidos pela 13ª zona eleitoral de Cristalândia. Ao todo, 24 policiais federais participam da operação. De acordo com a PF, o grupo atuava na falsificação de documentos que eram usados como comprovantes de endereço para transferência irregular de títulos eleitorais. A investigação teve início em julho de 2018.

Primeira fase

O mesmo esquema foi descoberto pela Polícia Federal no município de Lajeado durante a primeira fase da operação. Naquela ocasião, a investigação apontou que políticos transferiram centenas de títulos com a promessa de doação de lotes e atendimento médico.

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