Justiça condena advogado por tentativa de fraude ao INSS em Rondônia

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10/05/2018

Um advogado foi condenado pela Justiça ao pagamento de multa de R$ 4,7 mil por litigância de má-fé pela tentativa de receber em duplicidade pagamento do INSS para uma pensionista de São Francisco do Guaporé, em Rondônia. A tentativa de fraude foi descoberta quando o INSS se preparava para pagar retroativos a título de pensão por morte e honorários de sucumbência à pensionista, cumprindo determinação de uma sentença judicial. No decorrer do processo, no entanto, o juiz da Comarca de São Francisco do Guaporé, a 600 quilômetros da capital Porto Velho, constatou que havia uma segunda sentença determinando o pagamento dos mesmos retroativos à pensionista, movida por outro advogado. A Procuradoria Federal junto ao INSS, unidade da Advocacia-Geral da União (AGU), apresentou manifestação ressaltando a tentativa de má-fé diante da dupla cobrança de única condenação, o que resultaria no “dispêndio de valores em dobro dos cofres públicos”. A procuradoria ainda requereu ao juiz a apuração de eventual crime contra a administração da Justiça e investigação quando à conduta do defensor. O juiz considerou que o comportamento do advogado violou o princípio da boa-fé processual, previsto no artigo 5º do Código de Processo Civil, ao deixar de informar a existência de outra sentença.

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Fonte: G1

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Golpista é preso ao tentar pegar empréstimo de R$ 30 mil, com identidade falsa

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27/02/2018

Um homem, de 48 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Civil de Maracajá, com apoio da Polícia Militar, por uso de documento falso. O caso ocorreu nesta terça-feira (27). Segundo um dos policiais civis, na segunda-feira (26), o gerente de uma agência bancária de Maracajá entrou em contato com a DPMU do município e informou que um homem queria fazer um empréstimo de aproximadamente R$ 30.000, no entanto ele estava bastante nervoso, levando o gerente a desconfiar da veracidade do documento de identidade apresentado por ele. Conforme a polícia, o gerente passou os dados da identidade apresentada pelo golpista e, ao ser consultado, a fraude foi comprovada. A foto da identidade original não é do suposto cliente. “Havia uma foto na identidade consultada no sistema, assim tirei a foto da imagem do sistema e mandei para o gerente. Quando o gerente recebeu a imagem, logo viu que a fotografia na identidade apresentada pelo suspeito era falsa”, explicou o agente da Polícia Civil. O golpista foi preso por volta das 14 horas de terça, quando retornou ao banco para assinar o contrato de empréstimo e apresentou novamente a identidade falsa para o gerente, que imediatamente ligou para a Delegacia. Um policial civil e um soldado da PM foram até o banco e prenderam o suspeito no momento em que ele estava saindo da agência às pressas, pois o empréstimo havia sido negado. O homem é natural de Tubarão e a identidade que ele falsificou é de uma pessoa de Vargem, um município localizado na região do Vale do Contestado, em Santa Catarina. Ele ainda apresentou um comprovante de residência de Araranguá, como sendo morador do bairro Cidade Alta. Ele foi preso em flagrante por uso de documento falso e foi encaminhado para a Central de Plantão Policial (CPP) de Araranguá.

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Fonte: Revista W3

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5 dicas para o e-commerce evitar fraudes

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14/02/2018

Com o aumento do número de lojas e compradores, o e-commerce presenciou um aumento no número de tentativas de fraudes nos pagamentos. Segundo relatório de uma empresa especializada, a cada cinco segundos as lojas virtuais sofrem uma tentativa de fraude. Só no primeiro semestre de 2017, o e-commerce brasileiro faturou R$21 bilhões, demonstrando um crescimento de 7,5% em relação ao mesmo período de 2016. Com estes números, são abertas 500 novas lojas virtuais por dia no Brasil. “É importante se ter em mente que um negócio mal estruturado pode não dar certo. Das lojas virtuais, 60% fecham em menos de um ano. Por isso, organização é a palavra-chave”, conta uma advogada especialista em Direito Cível. Para se precaver, os lojistas podem optar por meios de recebimento mais seguros, como intermediadores de pagamento que assumem o risco de fraude e fazem um adiantamento de recebíveis. O estudo sobre fraudes também mostra que, a cada 33 tentativas de compras realizadas no e-commerce, uma é de origem fraudulenta. “Um dos golpes mais comuns é do “cartão de crédito roubado”: o fraudador compra com um cartão de crédito roubado, o produto é enviado e dias depois do pagamento a compra é desfeita. O vendedor fica sem o produto e sem o pagamento”, explica. Para o vendedor evitar problemas jurídicos com seu e-commerce, a advogada preparou cinco cuidados que ele deve ter:

1. Informar todos os dados da empresa, como nome completo da empresa (ou do vendedor), CNPJ/CPF, e endereço completo.
2. Discriminar despesas adicionais, como frete e seguro.
3. Atendimento ao consumidor – Oferecer um canal de atendimento para os clientes.
4. Direito de arrependimento em até sete dias – o consumidor pode trocar o produto até 7 dias depois de fazer a compra, sem qualquer restrição por parte do lojista.
5. Troca de produtos com defeito – a mesma regra vale para clientes que compraram um produto com defeito. Se o produto for um bem não durável, o prazo para troca é de 30 dias. Se for um bem durável, é de 90 dias.

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Fonte: IT Forum 365

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Consumidor sofre uma tentativa de fraude a cada 16,5 segundos, diz Serasa Experian

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11/09/2017

Foram registradas 950.632 tentativas de fraude contra o consumidor no primeiro semestre do ano, o que representa uma tentativa a cada 16,5 segundos, segundo o Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraude. O crescimento foi de 7,5% em relação ao mesmo período de 2016, quando foram constatadas 884.105 tentativas. A alta de 31,2% nos golpes aplicados no setor bancário e financeiro foi a responsável por puxar o aumento geral das tentativas no semestre. Os setores de serviços e telefonia também registraram aumento de 5,8% e 1%, respectivamente. Já o varejo apresentou queda de 9,7% no semestre. Conforme a Serasa, apesar de o setor de bancos e financeiras ter registrado a maior alta no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano anterior, o segmento de telefonia foi o que mais teve tentativas entre janeiro e junho de 2017 (366.188) e registrou participação de 38,5% no total. Nesse tipo de golpe, dados de consumidores são utilizados por criminosos para abertura de contas de celulares ou compra de aparelhos, por exemplo. Caso a fraude no segmento de telefonia seja bem-sucedida, funciona como uma “porta de entrada” para os fraudadores aplicarem golpes de maior valor em outros setores da economia. Os golpistas costumam comprar telefones para ganhar um comprovante de residência e, assim, abrir contas em bancos para pegar talões de cheque, pedir cartões de crédito e fazer empréstimos bancários em nome de outras pessoas. O setor de serviços vem em seguida no ranking de segmentos com mais tentativas de fraude identificadas no primeiro semestre de 2017 (285.830), representando 30,1% do total. Em terceiro lugar estão os bancos e financeiras, com 23,8% de participação e 226.280 tentativas. O quarto setor mais afetado pelas tentativas nos seis primeiros meses do ano foi o varejo, com 57.451 e participação de 6%.

Principais tentativas de golpe:

  • Compra de celulares com documentos falsos ou roubados;
  • Emissão de cartões de crédito: o golpista solicita um cartão de crédito usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima e o prejuízo para o emissor do cartão;
  • Financiamento de eletrônicos (varejo) – o golpista compra um bem eletrônico (TV, aparelho de som, celular etc.) usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima;
  • Abertura de conta: golpista abre conta em um banco usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima. Neste caso, toda a “cadeia” de produtos oferecidos (cartões, cheques, empréstimos pré-aprovados) potencializa possível prejuízo às vítimas, aos bancos e ao comércio;
  • Compra de automóveis: golpista compra o automóvel usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima;
  • Abertura de empresas: dados roubados também podem ser usados na abertura de empresas, que serviriam de ‘fachada’ para a aplicação de golpes no mercado.
 Veja 10 dicas que podem ajudar o consumidor a se proteger das fraudes:

No mundo físico:

  1. Não perder de vista seus documentos de identificação quando solicitados para protocolos de ingresso em determinados ambientes ou quaisquer negócios; do mesmo modo, não deixar que atendentes de lojas e outros estabelecimentos levem seus cartões bancários para longe de sua presença sob a desculpa de efetuar o pagamento;
  2. Tomar cuidado ao digitar a senha do cartão de débito/crédito na hora de realizar pagamentos, principalmente na presença de desconhecidos;
  3. Não informar os números dos seus documentos quando preencher cupons para participar de sorteios ou promoções de lojas.

No mundo virtual:

  1. Ao ingressar em um site, verificar se possui certificado de segurança. Para isso, basta checar se o http do endereço vem acompanhado de um “s” no final (https). Há ainda certificados que ativam um destaque em verde na barra do navegador;
  2. Não fazer cadastros em sites que não sejam de confiança;
  3. Ter cuidado com sites que anunciam oferta de emprego ou produtos por preços muito inferiores ao mercado;
  4. Não compartilhar dados pessoais nas redes sociais que podem ajudar os golpistas a se passarem por você;
  5. Manter atualizado o antivírus do seu computador, diminuindo os riscos de ter seus dados pessoais roubados por arquivos espiões;
  6. Evitar realizar qualquer tipo de transação financeira utilizando computadores conectados em redes públicas de Internet;
  7. Ao usar computadores compartilhados, verificar se fez o log off das suas contas (e-mail, internet banking, etc.).

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Fonte: G1

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Brasil tem uma tentativa de fraude a cada 16 segundos, aponta Serasa

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26/06/2017

O Brasil registrou 617.257 tentativas de fraude de identidade, ou um caso a cada 16,9 segundos, entre os meses de janeiro a abril deste ano. Os dados são do Indicador Serasa. No mesmo período do ano passado haviam ocorrido 587.518 tentativas, ou seja, em 2017 foi registrado aumento de 5,1%. A Fraude de identidade ocorre quando dados pessoais são usados por terceiros para fazer negócios sob falsidade ideológica ou obter crédito sem a intenção de honrar os pagamentos. Segundo estudos da Serasa, basta perder um documento pessoal para dobrar a probabilidade do consumidor ser vítima de um golpe. O órgão recomenda às pessoas que perderam documentos fazerem Boletim de Ocorrência em uma delegacia e cadastrar um alerta gratuito pelo portal da entidade. O segmento de telefonia foi o mais afetado no acumulado do ano, sendo responsável por 38,7% do total de tentativas de fraude. Conforme a pesquisa, os dados são utilizados, por exemplo, para abertura de contas de celulares ou compra de aparelhos. As fraudes no setor de telefonia são ainda portas de entrada para outros golpes. Os criminosos costumam comprar telefones para ganharem comprovantes de residência e abrir contas em bancos, pegar talões de cheque, pedir cartões de crédito e fazer empréstimos. O setor de serviços ocupa a segunda colocação no ranking, com 29,3% do total de tentativas de fraude.  O terceiro segmento mais afetado é o de bancos e financeiras, com 24,3%. O varejo manteve o quarto lugar do ranking elaborado pela Serasa.

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Fonte: Correio 24 Horas

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FGTS: Polícia prende 17 por fraude em contas inativas

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12/06/2017

No último sábado (10), a Polícia Federal prendeu 17 pessoas em flagrante  por tentativa de fraude nas contas inativas do FGTS. Os suspeitos foram detidos na cidade de São Paulo, em nove agências diferentes, enquanto sacavam ou tentavam sacar dinheiro de contas de outras pessoas. Os detidos foram presos pelas polícias Civil e Militar e depois encaminhados à PF. Foram encontrados dados de 177 pessoas com os suspeitos. Os recursos das contas inativas do FGTS têm procedimentos diferentes de saque de acordo com o total disponível. Valores de até 1.500 reais podem ser retirados somente com os dados do PIS e a senha do cartão cidadão. Todos os 17 presos no sábado tentavam realizar a fraude nos caixas eletrônicos das agências usando apenas os dados, sem uso de cartão magnético. A Polícia Federal disse que vai investigar quais contas tiveram prejuízo, se há ligação entre os grupos e qual método foi usado para conseguir os dados pessoais dos trabalhadores vítimas da fraude. O banco antecipou para o último dia 10 a etapa de saques das contas inativas para trabalhadores nascidos entre setembro e novembro. Mais de 2.000 agências ficaram abertas entre as 9h e 15 horas do sábado para este tipo de atendimento, e o banco também abre mais cedo até quarta-feira com este mesmo fim. A instituição calcula que serão liberados cerca de 11 bilhões de reais nesta etapa.

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Fonte: Veja

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Número de tentativas de fraude contra consumidores cai em 2015

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15/02/2016

Em 2015, foram registradas 1.944.200 tentativas de fraude conhecida como roubo de identidade, 4,7% abaixo do observado em 2014, conforme o Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraudes – Consumidor, divulgado nesta segunda-feira (15). O segmento de telefonia foi o que apresentou a maior alta, de 4,5%, no número de tentativas de fraude e respondeu por 41,5% do total no ano. O setor de serviços – que inclui construtoras, imobiliárias, seguradoras e serviços em geral (salões de beleza, pacotes turísticos etc.) – aparece em segundo lugar, com 567.960 registros em 2015, equivalente a 29,2% do total. O setor bancário foi o terceiro do ranking de registros em 2015, com 389.205 tentativas, correspondendo a 20% do total. Entre as principais tentativas de golpe apontadas pelo indicador estão:

1. Emissão de cartões de crédito: o golpista solicita um cartão de crédito usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima e o prejuízo para o emissor do cartão.

2. Financiamento de eletrônicos (Varejo) – o golpista compra um bem eletrônico (TV, aparelho de som, celular etc.) usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima.

3. Compra de celulares com documentos falsos ou roubados.

4. Abertura de conta: golpista abre conta em um banco usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima. Neste caso, toda a “cadeia” de produtos oferecidos (cartões, cheques, empréstimos pré-aprovados) potencializa possível prejuízo às vítimas, aos bancos e ao comércio.

5. Compra de automóveis: golpista compra o automóvel usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima.

6. Abertura de empresas: dados roubados também podem ser usados na abertura de empresas, que serviriam de ‘fachada’ para a aplicação de golpes no mercado.

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Fonte: G1

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