Consumidor sofre uma tentativa de fraude a cada 16,5 segundos, diz Serasa Experian

Sem Comentários

11/09/2017

Foram registradas 950.632 tentativas de fraude contra o consumidor no primeiro semestre do ano, o que representa uma tentativa a cada 16,5 segundos, segundo o Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraude. O crescimento foi de 7,5% em relação ao mesmo período de 2016, quando foram constatadas 884.105 tentativas. A alta de 31,2% nos golpes aplicados no setor bancário e financeiro foi a responsável por puxar o aumento geral das tentativas no semestre. Os setores de serviços e telefonia também registraram aumento de 5,8% e 1%, respectivamente. Já o varejo apresentou queda de 9,7% no semestre. Conforme a Serasa, apesar de o setor de bancos e financeiras ter registrado a maior alta no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano anterior, o segmento de telefonia foi o que mais teve tentativas entre janeiro e junho de 2017 (366.188) e registrou participação de 38,5% no total. Nesse tipo de golpe, dados de consumidores são utilizados por criminosos para abertura de contas de celulares ou compra de aparelhos, por exemplo. Caso a fraude no segmento de telefonia seja bem-sucedida, funciona como uma “porta de entrada” para os fraudadores aplicarem golpes de maior valor em outros setores da economia. Os golpistas costumam comprar telefones para ganhar um comprovante de residência e, assim, abrir contas em bancos para pegar talões de cheque, pedir cartões de crédito e fazer empréstimos bancários em nome de outras pessoas. O setor de serviços vem em seguida no ranking de segmentos com mais tentativas de fraude identificadas no primeiro semestre de 2017 (285.830), representando 30,1% do total. Em terceiro lugar estão os bancos e financeiras, com 23,8% de participação e 226.280 tentativas. O quarto setor mais afetado pelas tentativas nos seis primeiros meses do ano foi o varejo, com 57.451 e participação de 6%.

Principais tentativas de golpe:

  • Compra de celulares com documentos falsos ou roubados;
  • Emissão de cartões de crédito: o golpista solicita um cartão de crédito usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima e o prejuízo para o emissor do cartão;
  • Financiamento de eletrônicos (varejo) – o golpista compra um bem eletrônico (TV, aparelho de som, celular etc.) usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima;
  • Abertura de conta: golpista abre conta em um banco usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima. Neste caso, toda a “cadeia” de produtos oferecidos (cartões, cheques, empréstimos pré-aprovados) potencializa possível prejuízo às vítimas, aos bancos e ao comércio;
  • Compra de automóveis: golpista compra o automóvel usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima;
  • Abertura de empresas: dados roubados também podem ser usados na abertura de empresas, que serviriam de ‘fachada’ para a aplicação de golpes no mercado.
 Veja 10 dicas que podem ajudar o consumidor a se proteger das fraudes:

No mundo físico:

  1. Não perder de vista seus documentos de identificação quando solicitados para protocolos de ingresso em determinados ambientes ou quaisquer negócios; do mesmo modo, não deixar que atendentes de lojas e outros estabelecimentos levem seus cartões bancários para longe de sua presença sob a desculpa de efetuar o pagamento;
  2. Tomar cuidado ao digitar a senha do cartão de débito/crédito na hora de realizar pagamentos, principalmente na presença de desconhecidos;
  3. Não informar os números dos seus documentos quando preencher cupons para participar de sorteios ou promoções de lojas.

No mundo virtual:

  1. Ao ingressar em um site, verificar se possui certificado de segurança. Para isso, basta checar se o http do endereço vem acompanhado de um “s” no final (https). Há ainda certificados que ativam um destaque em verde na barra do navegador;
  2. Não fazer cadastros em sites que não sejam de confiança;
  3. Ter cuidado com sites que anunciam oferta de emprego ou produtos por preços muito inferiores ao mercado;
  4. Não compartilhar dados pessoais nas redes sociais que podem ajudar os golpistas a se passarem por você;
  5. Manter atualizado o antivírus do seu computador, diminuindo os riscos de ter seus dados pessoais roubados por arquivos espiões;
  6. Evitar realizar qualquer tipo de transação financeira utilizando computadores conectados em redes públicas de Internet;
  7. Ao usar computadores compartilhados, verificar se fez o log off das suas contas (e-mail, internet banking, etc.).

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Brasil tem uma tentativa de fraude a cada 16 segundos, aponta Serasa

Sem Comentários

26/06/2017

O Brasil registrou 617.257 tentativas de fraude de identidade, ou um caso a cada 16,9 segundos, entre os meses de janeiro a abril deste ano. Os dados são do Indicador Serasa. No mesmo período do ano passado haviam ocorrido 587.518 tentativas, ou seja, em 2017 foi registrado aumento de 5,1%. A Fraude de identidade ocorre quando dados pessoais são usados por terceiros para fazer negócios sob falsidade ideológica ou obter crédito sem a intenção de honrar os pagamentos. Segundo estudos da Serasa, basta perder um documento pessoal para dobrar a probabilidade do consumidor ser vítima de um golpe. O órgão recomenda às pessoas que perderam documentos fazerem Boletim de Ocorrência em uma delegacia e cadastrar um alerta gratuito pelo portal da entidade. O segmento de telefonia foi o mais afetado no acumulado do ano, sendo responsável por 38,7% do total de tentativas de fraude. Conforme a pesquisa, os dados são utilizados, por exemplo, para abertura de contas de celulares ou compra de aparelhos. As fraudes no setor de telefonia são ainda portas de entrada para outros golpes. Os criminosos costumam comprar telefones para ganharem comprovantes de residência e abrir contas em bancos, pegar talões de cheque, pedir cartões de crédito e fazer empréstimos. O setor de serviços ocupa a segunda colocação no ranking, com 29,3% do total de tentativas de fraude.  O terceiro segmento mais afetado é o de bancos e financeiras, com 24,3%. O varejo manteve o quarto lugar do ranking elaborado pela Serasa.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Correio 24 Horas

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

FGTS: Polícia prende 17 por fraude em contas inativas

Sem Comentários

12/06/2017

No último sábado (10), a Polícia Federal prendeu 17 pessoas em flagrante  por tentativa de fraude nas contas inativas do FGTS. Os suspeitos foram detidos na cidade de São Paulo, em nove agências diferentes, enquanto sacavam ou tentavam sacar dinheiro de contas de outras pessoas. Os detidos foram presos pelas polícias Civil e Militar e depois encaminhados à PF. Foram encontrados dados de 177 pessoas com os suspeitos. Os recursos das contas inativas do FGTS têm procedimentos diferentes de saque de acordo com o total disponível. Valores de até 1.500 reais podem ser retirados somente com os dados do PIS e a senha do cartão cidadão. Todos os 17 presos no sábado tentavam realizar a fraude nos caixas eletrônicos das agências usando apenas os dados, sem uso de cartão magnético. A Polícia Federal disse que vai investigar quais contas tiveram prejuízo, se há ligação entre os grupos e qual método foi usado para conseguir os dados pessoais dos trabalhadores vítimas da fraude. O banco antecipou para o último dia 10 a etapa de saques das contas inativas para trabalhadores nascidos entre setembro e novembro. Mais de 2.000 agências ficaram abertas entre as 9h e 15 horas do sábado para este tipo de atendimento, e o banco também abre mais cedo até quarta-feira com este mesmo fim. A instituição calcula que serão liberados cerca de 11 bilhões de reais nesta etapa.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Veja

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Número de tentativas de fraude contra consumidores cai em 2015

Sem Comentários

15/02/2016

Em 2015, foram registradas 1.944.200 tentativas de fraude conhecida como roubo de identidade, 4,7% abaixo do observado em 2014, conforme o Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraudes – Consumidor, divulgado nesta segunda-feira (15). O segmento de telefonia foi o que apresentou a maior alta, de 4,5%, no número de tentativas de fraude e respondeu por 41,5% do total no ano. O setor de serviços – que inclui construtoras, imobiliárias, seguradoras e serviços em geral (salões de beleza, pacotes turísticos etc.) – aparece em segundo lugar, com 567.960 registros em 2015, equivalente a 29,2% do total. O setor bancário foi o terceiro do ranking de registros em 2015, com 389.205 tentativas, correspondendo a 20% do total. Entre as principais tentativas de golpe apontadas pelo indicador estão:

1. Emissão de cartões de crédito: o golpista solicita um cartão de crédito usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima e o prejuízo para o emissor do cartão.

2. Financiamento de eletrônicos (Varejo) – o golpista compra um bem eletrônico (TV, aparelho de som, celular etc.) usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima.

3. Compra de celulares com documentos falsos ou roubados.

4. Abertura de conta: golpista abre conta em um banco usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima. Neste caso, toda a “cadeia” de produtos oferecidos (cartões, cheques, empréstimos pré-aprovados) potencializa possível prejuízo às vítimas, aos bancos e ao comércio.

5. Compra de automóveis: golpista compra o automóvel usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima.

6. Abertura de empresas: dados roubados também podem ser usados na abertura de empresas, que serviriam de ‘fachada’ para a aplicação de golpes no mercado.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Roubo de identidades na internet é o campeão de fraude no Brasil

Sem Comentários

04/01/2016

O mês de novembro de 2015 registrou mais de 153 mil casos de fraude conhecida como roubo de identidade, em que dados pessoais são usados por criminosos para firmar negócios sob falsidade ideológica ou mesmo obter crédito com a intenção de não honrar os pagamentos, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraude – Consumidor. O número representa uma tentativa de fraude a cada 16,9 segundos no país. Em relação a outubro de 2015, quando o indicador apontou 154.193 tentativas de fraude, houve ligeira queda de 0,3%. Em relação a novembro de 2014, houve queda de 12,4%. No acumulado do ano de 2015 foram registradas 1.789.143 tentativas de fraude, queda de 4,4% na comparação com o mesmo período de 2014, quando o número era de 1.870.710. Segundo economistas da Serasa Experian, apesar do recuo, a quantidade de tentativas de fraude se mantém num patamar alto, uma vez que a queda está relacionada com a retração da economia no ano de 2015, que vem desestimulando as pessoas a realizarem mais e novos negócios, diminuindo a quantidade de eventos e de alvos potenciais à atuação dos fraudadores. A forma mais comum de ser vítima de fraude na internet é participando de promoções falsas que exigem informações pessoais do usuário, além da solicitação de adesões para campanhas teoricamente sérias ou com apelo forte nas redes sociais são a porta de entrada para o fraudador conseguir os dados de suas próximas vítimas. Em novembro/15, o setor de telefonia respondeu por 61.908 registros, totalizando 40,3% do total de tentativas de fraude realizadas, ligeira alta em relação aos 41% registrados pelo setor no mesmo mês de 2014. O setor de serviços – que inclui construtoras, imobiliárias, seguradoras e serviços em geral (salões de beleza, pacotes turísticos etc.) – teve 46.928 registros, equivalente a 30,5% do total. No mesmo período no ano passado, este setor respondeu por 30,9% das ocorrências. O setor bancário foi o terceiro do ranking em novembro/15, com 29.360 tentativas, 19,1% do total, alta em relação ao percentual de novembro/14 (18,8%). O segmento varejo teve 11.896 tentativas de fraude, registrando 7,7% das investidas contra o consumidor em novembro de 2015, alta em relação ao percentual observado em novembro de 2014 (7,4%). O ranking de tentativas de fraude de outubro de 2015 é composto ainda por demais segmentos (2,4%).

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Diário da Manhã

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Brasil tem uma tentativa de fraude a cada 16 segundos, revela Serasa

Sem Comentários

26/10/2015

O Brasil registrou 167.395 tentativas de fraude no mês de agosto. O número representa uma tentativa de fraude a cada 16 segundos no País, conforme a Serasa. Conhecidas como roubo de identidade, as tentativas de fraude são o uso de dados pessoais por criminosos para firmar negócios sob falsidade ideológica ou mesmo obter crédito com a intenção de não honrar os pagamentos. Em relação a julho de 2015, quando o indicador apontou 174.137 tentativas de fraude, houve queda de 3,9%. Em relação a agosto de 2014, houve queda de 4,8%. No acumulado do ano de 2015 foram registradas 1.320.806 tentativas de fraude, ligeira queda de 0,7% na comparação com o mesmo período de 2014, quando o número era de 1.330.418. Conforme economistas, apesar do recuo, a quantidade de tentativas de fraude se mantém num patamar alto, uma vez que a queda está relacionada com a retração da economia neste ano de 2015, que vem desestimulando as pessoas a realizarem mais e novos negócios, diminuindo a quantidade de eventos e de alvos potenciais à atuação dos fraudadores. Enquanto o recuo das tentativas de fraude foi de 0,7%, a atividade econômica acumula retração de 2,2% até julho. A popularização da internet é um dos fatores que contribui para as tentativas de fraudes. O cadastramento em sites de e-commerce não idôneos, promoções falsas que exigem informações pessoais do usuário, além da solicitação de adesões para campanhas teoricamente sérias ou com apelo forte nas redes sociais são a porta de entrada para o fraudador conseguir os dados de suas próximas vítimas.

Telefonia

Em agosto deste ano, o setor de telefonia respondeu por 67.804 registros, totalizando 40,5% do total de tentativas de fraude realizadas, aumento em relação aos 35,3% registrados pelo setor no mesmo mês de 2014. Já o setor de serviços – que inclui construtoras, imobiliárias, seguradoras e serviços em geral (salões de beleza, pacotes turísticos etc.) – teve 50.880 registros, equivalente a 30,4% do total. No mesmo período no ano passado, este setor respondeu por 33,1% das ocorrências. O setor bancário foi o terceiro do ranking em agosto/15, com 33.903 tentativas, 20,3% do total. No mesmo mês de 2014, o setor respondeu por 21,9% dos casos. O segmento varejo teve 12.622 tentativas de fraude, registrando 7,5% das investidas contra o consumidor em maio de 2015, ligeira queda em relação ao percentual observado em agosto de 2014 (7,9%). O ranking de tentativas de fraude de maio de 2015 é composto ainda por demais segmentos (1,3%).

Ler a notícia na íntegra

Fonte: R7

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

3,98% das compras online no Brasil foram tentativas de fraude em 2014

1 Comentário

10/08/2015

É claro que comprar pela internet tem as suas vantagens. São preços mais baixos, economia de tempo e por aí vai, mas nem tudo é um mar de rosas. Conforme dados do ‘Mapa de Fraudes no Brasil 2014’ de uma empresa de prevenção à fraude no e-commerce, todas as regiões brasileiras tiveram um crescimento no índice das fraudes no ano passado. O menor crescimento foi identificado na região Sudeste com 3,57%, contra 3,48 em 2013. Para fugir desse cenário, uma empresa multinacional de origem uruguaia especializada em tecnologia da informação, trouxe ao Brasil uma plataforma de dupla certificação digital focada para transações comerciais realizadas na internet, que garante o que há de mais avançado em segurança virtual. Por mais que o sistema traga uma maturidade de segurança concreta, na prática ele funciona de forma simples para o usuário e para clientes da ferramenta, que podem ser desde bancos à plataformas de e-commerce, a solução é extremamente acessível financeiramente. A grande diferença entre a nova solução, frente às praticadas hoje no mercado, é que os dispositivos de senha não participam ativamente da certificação da transação, ou seja, se a máquina usada para o acesso à conta corrente estiver hackeada o sistema de senhas randômicas não será capaz de anular a ação criminosa, assim a transação será efetivada e como a máquina está sendo invadida, todos os dados do correntista serão passados para um servidor criminoso e uma vez que a conta esteja aberta neste servidor, o hacker terá sucesso no roubo das informações e poderá realizar qualquer tipo de aplicação, como desvio de dinheiro, por exemplo. Com o sistema da empresa, para que o assaltante cibernético tenha sucesso, ele teria que invadir ao mesmo tempo o smartphone do correntista, a máquina usada para a transação e acessar o QR Code gerado, o que significa que a probabilidade de sucesso do ataque é mínima e a dificuldade para a invasão é muito grande, o que não vale a pena para o bandido virtual, que busca sempre sistemas de fácil violação. Como funciona a ferramenta – Supondo que o banco X utilize a plataforma, o correntista vai entrar no portal do banco e preencher os dados necessários para acessar sua conta. Antes de entrar de fato na conta bancária, o sistema vai gerar um QR Code que deverá ser scaneado por um aplicativo especifico do sistema através de um smartphone, desta forma os dados sigilosos da transação são divididos entre os dois dispositivos e enviados para o servidor do banco. Outro fator que aumenta ainda mais a segurança nas transações é que o sistema possui um módulo de geolocalização, onde são cadastrados os endereços usados para compras na internet, ou mesmo transações bancárias. Se o seu smartphone e notebook forem roubados, por exemplo, mesmo com todos os dados e ferramentas necessárias para a invasão da conta bancária ou compras na internet, se o endereço não estiver previamente cadastrado, o ladrão não conseguirá efetivar seu crime virtual.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Investimentos e Notícias

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Anterior