Como evitar golpes no Facebook

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17/10/2017

O Facebook é uma das redes sociais mais usadas no mundo, com um total de 2 bilhões de usuários. Por isso, não são raros os golpes que visam roubar dados dos internautas ou então espalhar links maliciosos. Entre os golpes mais comuns na rede social estão os de romance, no qual o golpista geralmente envia mensagens para pessoas que não o conhecem, fingindo ser alguém divorciado, viúvo ou em um casamento passando por dificuldades, com a esperança de se envolver em um relacionamento online;  os de loteria, que afirmam que a vítima recebeu uma quantia em dinheiro e exige informações pessoais; e os de empréstimo, no qual o golpista envia mensagens oferecendo empréstimos instantâneos a uma taxa de juros baixa, mais uma vez, por uma pequena quantia como adiantamento.

Veja o que você pode fazer para evitar cair em golpes:

  1. Links
    Tome cuidado ao receber mensagens de desconhecidos ou mensagens estranhas de desconhecidos e nunca clique em links suspeitos.
  2. Páginas falsas
    Antes de clicar e compartilhar links de alguma página, verifique se não é uma notícia falsa. Muitos links maliciosos usam endereços de Internet similares a sites de notícias grandes e até possuem páginas que copiam o layout oficial.
    Evite também aceitar convites de contas falsas, pois eles costumam ser feitos para aplicar golpes e tentar roubar acesso de usuários na rede.
  3. Aplicativos
    O Facebook permite utilizar aplicativos em conjunto com a rede social. No entanto, alguns desses aplicativos, como de jogos, quizz e testes de personalidade podem ser usados para roubar informações. Para evitar isso, entre nas “Configurações”, procure por “Aplicativo” e remova o acesso de apps suspeitos.
    O mesmo vale para extensões de navegadores. Antes de acessar sua conta na rede social, veja se existe alguma extensão suspeita instalada. Caso tenha, desinstale e só depois faça login no Facebook.
  4. Sessões ativas
    Nas configurações você pode verificar as sessões ativas da sua conta e checar se o seu Facebook foi acessado em algum computador ou região estranha. Para fazer isso, vá em “Configurações”, depois em “Segurança” e procure por “Onde você se conectou”. Caso identifique uma conexão suspeita, toque nos três pontinhos que aparecem ao lado do dispositivo e clique em “Não é você?”. Agora, se você se conectou, mas esqueceu de deslogar, selecione a opção “Sair”.
  5. Autenticação de dois fatores
    Ative a função de autenticação de dois fatores do Facebook. Dessa forma, você saberá sempre que alguém tentar acessar sua conta, pois receberá uma notificação para confirmar que é você que está tentando acessar a rede social.
    A função pode ser ativada na área de “Segurança”. Aproveite para ativar as notificações sobre logins feitos em dispositivos desconhecidos e você ainda pode escolher de três a cinco amigos para caso você perca o acesso a sua conta.
  6. Mude sua senha
    Caso você perceba que caiu em algum golpe, mude sua senha imediatamente – não só do Facebook, mas também de outras redes sociais e e-mails, e avise o Facebook por meio do link www.facebook.com/hacked e seus amigos, pois os hackers podem usar sua conta para tentar espalhar malware para os seus contatos.

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Fonte: Olhar Digital

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Cuidado: apps que prometem ajudar em jogos mobile podem instalar malwares

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10/07/2017

Não importa o meio que você usa para jogar, sempre terá alguém “rápido” o suficiente para tirar vantagem com algum tipo de artimanha. No mundo dos games para celular isso não é diferente, mas muitas vezes há um preço alto a ser pago por isso – e ele não é algo especificamente monetário. De acordo com dados levantados por uma empresa que cria aplicativos de segurança, há um novo golpe que visa explorar os jogadores que querem obter algum tipo de vantagem para conseguir itens pagos sem desembolsar nada para isso. Em apenas um mês, a empresa afirma ter bloqueado mais de 150 mil golpes associados a aplicativos que prometem ajudas “milagrosas” nesse sentido. Com o auxílio do software DFNDR, foi possível bloquear a ação de diversos artifícios que instruem o usuário a instalar um aplicativo que automaticamente gera vantagens (seja mais experiência, moeda virtual ou obtenção de itens) em títulos como Clash Royale, Pokémon GO, Candy Crush e outros. “O alto nível de sofisticação desse tipo de golpe impressiona. Para que os usuários acreditem que se trata de uma oportunidade verídica, os hackers utilizam até mesmo tutoriais em canais no YouTube e redes sociais, com passo a passo sobre como prosseguir para ter acesso às vantagens. Desta maneira, eles conseguem convencer e, consequentemente, infectar uma maior quantidade de pessoas”, explica o gerente de segurança da empresa.

Fica a dica!

Nunca instale nada que venha de fora da loja oficial da Google em seu dispositivo móvel, e sempre desconfie de programas que oferecem vantagens sem pedir muita coisa em troca. Lembre-se que se fosse fácil assim conseguir tais recursos, o próprio game disponibilizaria a ferramenta para você.

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Fonte: TecMundo

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O uso da tecnologia analítica no combate às fraudes financeiras

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06/07/2017

Atualmente, os serviços financeiros se movimentam no ritmo dos clientes, que estão em qualquer lugar, sempre conectados e encaram os desafios de um mundo sem fronteiras. Como também ocorre em outras indústrias, as empresas financeiras vêm se beneficiando desse novo cenário, mas sabem que com ele aumentam sua exposição aos riscos, fraudes e ataques cibernéticos. O uso das soluções analíticas e da inteligência artificial permite que isso seja amenizado de maneira significativa. Graças à tecnologia analítica, vemos ganhar força um modelo em que os dados transacionais se convergem com informações adicionais dos clientes, como seus endereços IP ou os equipamentos pelos quais eles se conectam, seus hábitos e necessidades para gerar um modelo que só não se aplica a métodos como o machine learning, uma vez que ele é mais preciso em sua previsão, permitindo reconhecer mais fácil e rapidamente como proceder diante de alguma possível anomalia. Estes modelos respondem automaticamente a perguntas-chave no combate à fraude, tais como se o cliente se encontra em um país com risco de fraude, os horários mais comuns em que as transações são realizadas, os dispositivos usados no e-banking (é possível, inclusive, definir quais equipamentos são usados e para quais tipos de transações), entre outras. Cruzar essas variáveis a todo instante também permite aos bancos estarem em modo de alerta com os clientes que têm maior potencial de risco à fraude financeira e identificar novas formas de fraudes ou de deficiências na cadeia de bancos eletrônicos, sem que para isso tenha que dispor de recursos adicionais. Os benefícios da análise nessa área também passam por serviços como geolocalização, que permite aos bancos, por exemplo, cruzar uma transação feita com cartão com a localização atual do cliente e, dessa forma, saber se se trata de uma ação legítima ou de fraude. Com tecnologias como esta – cujo uso só tende a aumentar no curto prazo – não apenas se gera um elo na cadeia de proteção, mas também pode-se reduzir casos como a desistência desnecessária de uma compra. No final, isso melhora a experiência do usuário com a marca.

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Fonte: Administradores

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Fraude convida usuários para “WhatsApp Gold”

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25/05/2016

Uma fraude vem enganando usuários no mundo inteiro que usam o aplicativo WhatsApp. Se você receber um convite para usar o “WhatsApp Gold”, recuse. O anúncio diz que é um serviço “exclusivo” do aplicativo, o que está longe de ser. Para atrair os desavisados, o app promete recursos extras como a opção de mandar centenas de imagens de uma só vez, novos emojis, chamadas em vídeo, segurança reforçada e mais opções de customização. Nada disso existe. Quando o usuário clica no link que acompanha a mensagem, é direcionado para um site fora do WhatsApp – que só abre em dispositivos móveis – que pede para que ele preencha um cadastro e envie um convite para toda sua lista de contatos. Aparentemente, o WhatsApp Gold não instala malwares no celular, mas é importante lembrar que apps vindos de terceiros – aqueles que não são certificados nas lojas como App Store e Google Play – podem sempre abrir brechas para roubos de informação.

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