Vai tirar férias? Cuidado para não cair em fraudes nas compras online

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03/07/2018

Julho é um dos meses mais aguardados pra muita gente, afinal, é mês de férias. Muitas viagens estão sendo programadas, só que boa parte das pessoas acaba esquecendo de tomar certos cuidados na hora de comprar as passagens, reservar hotéis ou adquirir passeios por meio da internet. “Na empolgação, deixa-se de observar coisas importantes nas compras virtuais e o que não faltam são criminosos tentando roubar dados”, adverte o gerente sênior de Certificação Digital da Serasa Experian.

Para não deixar que a empolgação das férias vire um transtorno futuro, fique atento a alguns cuidados básicos.

Confira as dicas dos especialistas da Serasa para evitar fraude online:

  • Ao ingressar em um site, verifique se possui certificado de segurança. Para isso, basta checar se o http do endereço vem acompanhado de um “s” no final (https). Há ainda certificados que ativam um destaque em verde na barra do navegador;
  • Não faça cadastros em sites que não sejam de confiança;
  • Tenha cuidado com sites que anunciam oferta de emprego ou produtos por preços muito inferiores ao mercado;
  • Não compartilhe dados pessoais nas redes sociais que podem ajudar os golpistas a se passarem por você;
  • Mantenha atualizado o antivírus do seu computador, diminuindo os riscos de ter seus dados pessoais roubados por arquivos espiões;
  • Evite realizar qualquer tipo de transação financeira utilizando computadores conectados em redes públicas de Internet;
  • Ao usar computadores compartilhados, verifique se fez o logoff das suas contas (e-mail, internet banking etc.).
  • Utilize senhas fortes, que tenham também caracteres especiais. Não repita as mesmas senhas em diferentes plataformas de acesso.

Além dessas precauções, tente se antecipar nos preparativos, como uma boa revisão no carro, para os que optarem por pegar a estrada; não deixo para preparar malas na última hora; avise vizinhos e amigos próximos do seu período de afastamento; programar o pagamento de contas que vencem em julho; renove o certificado digital. “Muitos certificados vencem justamente no meio do ano e por estarem em férias as pessoas esquecem. Isso acaba trazendo problemas logo na volta ao trabalho”, adverte o gerente.

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Fonte: ABC do ABC

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

A cada cinco lojas virtuais, uma não é segura no Brasil

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18/04/2018

Um levantamento realizado pela Serasa Experian constatou que 30% dos sites de e-commerce no Brasil não estão seguros. O universo de sites pesquisados pelo estudo, ao longo do mês de janeiro, foi de 4,3 milhões. A falta de garantia de segurança durante as transações tem feito proliferar a incidência de dados pessoais roubados que, ao serem coletados, são utilizados para firmar negócios sob falsidade ideológica ou obter crédito sem a intenção de honrar os pagamentos. Segundo o indicador, o Brasil encerrou 2017 com 1,964 milhão de tentativas, representando alta de 8,2% em relação a 2016 e o maior resultado desde 2015. O estudo também apurou que só no primeiro bimestre do ano já foram registradas 305.480 tentativas, ou seja, a cada 17 segundos um criminoso tentou roubar dados para efetivar uma fraude. O gerente de certificação digital da Serasa Experian orienta aos consumidores que verifiquem a existência do certificado SSL no site onde pretendem efetuar a compra. Esse recurso promove uma conexão segura utilizando a criptografia entre o servidor e os dados trafegados. Na pesquisa, um em cada cinco sites (19%) não possuíam o certificado SSL, percentual que é ainda maior quando analisados somente sites corporativos (76%) e blogs (28%). O certificado SSL é verificável pela presença de um cadeado na barra de status, ou se há um “s” após o http (https). Em alguns casos, a barra de endereço do navegador fica verde. Atualmente alguns navegadores incluem para todos os sites a indicação de “Seguro” e “Não Seguro” também na barra de endereço. Normalmente também há um selo de segurança, atribuído pelo fornecedor do certificado, que pode ser encontrado no próprio site. Por fim, o gerente de certificação lembra que itens como imagens em baixa resolução, links com redirecionamento para outras páginas e domínios diferentes do acessado também são sinal de que há possibilidade de fraude e que, por isso, a compra deve ser evitada.

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Fonte: E-Commerce News

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Brasil sofre uma tentativa de fraude a cada 16 segundos

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08/04/2018

Segundo os dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), os brasileiros fizeram R$ 1,36 trilhão em compras com cartões no ano passado. Quando são levadas em conta apenas as compras não presenciais feitas com cartões de crédito, com destaque para o comércio virtual, o montante chegou a R$ 167,6 bilhões, uma alta de 16,5% em relação a 2016. Esse tipo de transação respondeu por 20% de todo o volume das transações por meio de cartões de crédito. Entretanto, à medida que o uso de cartão no ambiente virtual cresce, as tentativas de fraude seguem o mesmo ritmo. Um levantamento feito pela empresa UPX Technologies, especialista em segurança digital, mostrou que até março deste ano foram registrado 77.300 casos de vazamento de dados de cartão de crédito das principais instituições financeiras do país. De acordo com dados do Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraude, em janeiro, foram registradas 161.097 tentativas de golpe no Brasil, alta de 7,1% em relação a dezembro. Isso significa uma a cada 16,6 segundos. As principais foram a emissão de cartões de crédito, compra de eletrônicos e abertura de contas. Todos os procedimentos valendo-se de dados vazados de terceiros. A empresa fez um rastreamento na internet por meio de palavras-chave e encontrou dados bancários de clientes tanto em sites fraudulentos como na chamada “deep web”, a camada obscura da internet. Vítima da fraude cibernética, um supervisor de estacionamento, de 27 anos, foi surpreendido quando a fatura do cartão chegou:

— Sempre fiz compras pela internet e nunca tive problemas. Mas, cerca de cinco anos atrás, recebi uma cobrança de R$ 500 referente a um resort onde nunca fui. Liguei para a operadora do cartão, mas tive muita dor de cabeça.

Costa foi orientado a excluir da fatura o valor que ele considerava indevido. Mas, após três meses, a instituição passou a cobrá-lo novamente. A situação só foi terminar em meados de 2017, quando ele acabou pagando a dívida para ter o nome retirado do serviço de proteção ao crédito. Uma assessora técnica do Procon-SP, informa que, para tentar minimizar os riscos de fraude, o consumidor deve estar atento aos sites que visita.

— O consumidor é constantemente atraído por ofertas tentadoras, mas elas podem apresentar um risco. É preciso investigar bastante o site antes de fazer um cadastro e colocar os dados do cartão — finalizou.

FIQUE DE OLHO

Vírus

Ao fazer uma compra online, confira se o antivírus do computador está funcionando e atualizado.

Compras em sites

Certifique-se de que o site é seguro. Procure certificações de associações de direito do consumidor e proteção online, normalmente, no fim da página. Observe se na barra de digitação o site começa com “https”.

Tenha atenção com mensagens ou e-mails de origem desconhecida. Ao clicar em um link recebido por algum meio eletrônico, você pode ser direcionado a um site malicioso.

Atenção

Desconfie de sites que oferecem preços abaixo do mercado. Algumas páginas oferecem ofertas muito atrativas para roubar dados dos consumidores.

Como reclamar?

O Procon RJ recomenda que, caso seja identificada cobrança suspeita na fatura, o consumidor deve, além de reclamar na administradora do cartão, fazer ocorrência na delegacia, uma vez que se trata de fraude. E, caso a empresa não resolva o problema, a alternativa é procurar os órgãos de proteção e defesa do consumidor e abrir reclamação. Sobre o pagamento da fatura, o consumidor pode pagar o valor integral e reclamar em seguida, ou reclamar primeiro e pagar só as cobranças que ele reconhece. Nos dois casos, alerta o Procon RJ, é importante guardar o número de protocolo da reclamação. Se o pagamento total for feito, o consumidor terá direito a receber de volta os valores pagos que não tenham sido gastos por ele. Essa devolução, normalmente, é em forma de crédito nas faturas seguintes.

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Fonte: iBahia

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

A cada 16,8 segundos uma tentativa de fraude é aplicada no país

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19/03/2018

Uma tentativa de fraude é aplicada no país A cada 16,8 segundos. Só de janeiro a maio, o Brasil acusou 782.244 tentativas de golpes. O segmento de telefonia foi o mais afetado no acumulado do ano, sendo responsável por 38,6% do total, com 301.956 ocorrências. Neste tipo de golpe, dados de consumidores são utilizados por criminosos para abertura de contas de celulares ou compra de aparelhos, por exemplo. Os dados são do Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraude e foram divulgados em 2017. Quando a fraude na telefonia funciona, ela serve como uma porta de entrada para os fraudadores aplicarem golpes de maior valor em outros setores da economia. Os golpistas costumam comprar telefones para ganharem um comprovante de residência e, assim, abrir contas em bancos para pegar talões de cheque e cartões de crédito e, ainda, fazer empréstimos bancários em nome de outras pessoas. O setor de Serviços vem em seguida no ranking de segmentos com mais tentativas de fraude identificadas de janeiro a maio deste ano: 233.092, representando 29,8% do total. Em terceiro lugar estão os bancos e as financeiras com 23,9% de participação e 187.203 tentativas. O quarto setor mais afetado pelas tentativas nos cinco primeiros meses do ano foi o Varejo, com 47.452 tentativas e participação de 6,1%. Os demais segmentos representaram 1,6% do total.

Golpes têm ambiente propício

Segundo economistas da Serasa Experian, a volta gradativa do consumidor ao mercado de crédito após dois anos de recessão econômica pode estar estimulando os fraudadores a aplicar golpes, já que muitas vezes eles consideram os períodos de maior movimentação como ambiente propício. Segundo estudos, basta perder um documento pessoal para dobrar a probabilidade de o cidadão ser vítima de um golpe, já que os dados pessoais de um consumidor são usados por terceiros para firmar negócios sob falsidade ideológica ou obter crédito sem a intenção de honrar os pagamentos.

Principais tentativas de golpe

De acordo com o indicador, existem diversas formas de tentativas de golpe. Conheça as principais:

  • Compra de celulares com documentos falsos ou roubados.
  • Emissão de cartões de crédito: o golpista solicita um cartão de crédito usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima e o prejuízo para o emissor do cartão;
  • Financiamento de eletrônicos (Varejo) – o golpista compra um bem eletrônico (TV, aparelho de som, celular etc.) usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima;
  • Abertura de conta: golpista abre conta em um banco usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima. Neste caso, toda a cadeia de produtos oferecidos (cartões, cheques, empréstimos pré-aprovados) potencializa possível prejuízo às vítimas, aos bancos e ao comércio;
  • Compra de automóveis: golpista compra o automóvel usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima;

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Fonte: Revista News

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Brasil tem 1 tentativa de fraude a cada 16 segundos em 2017, maior índice em 3 anos, diz Serasa

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06/02/2018

De acordo com dados da Serasa Experian, o Brasil registrou em 2017 1,96 milhão de tentativas de fraude (ou uma a cada 16 segundos), o maior índice em três anos. O número representa ainda alta de 8,2% em relação a 2016. Em dezembro de 2017 (150.482 mil tentativas), na comparação com novembro do mesmo ano (156.469), o índice teve queda de 3,8%. A relação com dezembro de 2016 (159.277) também caiu 5,5%. Segundo os economistas da Serasa, o reaquecimento do mercado de crédito pode ter motivado a alta nas tentativas de fraude no ano. “É possível que os golpistas estejam mais incentivados a aplicar fraudes, já que momentos de maior fluxo de pessoas podem ser considerado como ambiente propício pelos fraudadores”. A demanda dos consumidores por empréstimos cresceu 4,9% em 2017, maior resultado dos últimos seis anos e o quarto maior desde 2008, quando a Serasa iniciou sua série histórica.

Golpes mais aplicados

  • As tentativas de fraude mais aplicadas em 2017 foram:
  • Compra de celulares com documentos falsos ou roubados;
  • Emissão de cartões de crédito: golpista solicita um cartão de crédito usando uma identificação falsa ou roubada;
  • Financiamento de eletrônicos (no varejo): golpista compra eletrônicos usando uma identificação falsa ou roubada;
  • Abertura de conta: golpista abre conta em um banco usando uma identificação falsa ou roubada;
  • Compra de automóveis: golpista compra o automóvel usando uma identificação falsa ou roubada;
  • Abertura de empresas: golpista usa dados roubados para abrir empresas, que podem servir de “fachada” para a aplicação de golpes no mercado.

Setores mais visados

O principal alvo dos fraudadores no ano passado foi o setor de telefonia, com 716,86 mil tentativas, 36,5% do total. Nesse segmento, os criminosos usam dados de consumidores para abrir contas de celulares e comprar aparelhos, por exemplo. Os golpes nesse segmento, quando bem-sucedidos, são uma “porta de entrada” para fraudes maiores em outros segmentos da economia, segundo a Serasa. Os golpistas costumam comprar telefones para ganharem um comprovante de residência e, assim, abrir contas em bancos para pegar talões de cheque, pedir cartões de crédito e fazer empréstimos bancários em nome de outras pessoas. O segundo setor mais visado pelos fraudadores foi o de serviços, no qual foram identificadas 628,24 mil tentativas de fraude em 2017, ou 32% do total. Em terceiro lugar vêm os bancos e as financeiras, com 462,77 mil tentativas de fraude, ou 23,6%. O varejo aparece na sequência, com 125,25 mil tentativas de fraude e participação de 6,4% no total. Os demais segmentos da economia correspondem a 1,5%.

Folia sem fraude

A Serasa alerta que a perda de um documento pessoal dobra a probabilidade de uma pessoa ser vítima de uma fraude. Por isso, é recomendada atenção durante o período do carnaval. Caso a perda aconteça, o consumidor deve fazer um boletim de ocorrência o mais rápido possível. A Serasa também disponibiliza um sistema de alerta gratuito para esses casos em seu portal, basta se cadastrar. O serviço comunica as empresas que consultam seus produtos do roubo ou extravio dos documentos, evitando a fraude.

Veja dicas da empresa para se prevenir das fraudes:

No ambiente físico

  • Não saia de casa com todos os documentos originais; carregue cópias quando elas forem aceitas;
  • Guarde documentos, cartões e cheques no bolso da frente da calça ou em algum lugar escondido dentro da bolsa;
  • Não perca de vista seus documentos de identificação quando solicitados; não permita que atendentes de lojas e outros estabelecimentos levem seus cartões bancários para longe de sua presença;
  • Tome cuidado ao digitar a senha do cartão de débito e crédito na hora de realizar pagamentos, principalmente na presença de desconhecidos;
  • Não informe os números dos seus documentos quando preencher cupons para participar de sorteios ou promoções de lojas.

Online

  • Não compartilhe dados pessoais nas redes sociais;
  • Mantenha atualizado o antivírus do seu computador, diminuindo os riscos de ter seus dados pessoais roubados;
  • Evite realizar qualquer tipo de transação financeira utilizando computadores conectados em redes públicas de Internet;
  • Ao usar computadores compartilhados, verifique se saiu das suas contas.

O indicador de tentativas de fraude da Serasa é calculado multiplicando-se a quantidade de CPFs consultados por um índice de probabilidade de fraude estimado pela empresa.

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Fonte: G1

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Mais de 1,4 mil tentativas de estelionato foram registradas em Bauru desde janeiro

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01/12/2017

Segundo a Polícia Civil, desde o começo deste ano, os registros de tentativa de estelionato em Bauru (SP), somam mais de 1,4 mil boletins de ocorrência registrados na cidade. Com a chegada do fim de ano, que traz expectativas em relação ao aumento de consumo no comércio, os especialistas orientam que é preciso redobrar a atenção contra possíveis golpes. De acordo com a Serasa, um golpe é aplicado a cada 16 segundos no Brasil. Só no mês de setembro, foram registradas mais de 170 mil tentativas de estelionato. No total, de janeiro a setembro, foram quase 1,5 milhão de casos no país, uma alta de 10% em relação ao mesmo período do ano passado. Em Bauru, até outubro, foram 1.426 registros, o que resulta em média de quase cinco golpes aplicados por dia. Um delegado explica que o consumidor deve ficar atento especialmente às transações feitas pela internet. Segundo ele, os estelionatos representam quase 20% do volume de registros policiais. O indicador Serasa Experian também aponta aos consumidores em quais situações deve ficar mais atento. Os números mostram que os campeões no ranking das reclamações são telefonia (38%), serviços (30%), bancos e financeiras (23%) e, por último, o setor do varejo (6%). Um advogado revela outra dado importante quando o assunto é golpe. Os jovens e os aposentados são as vítimas prediletas dos estelionatários. Ele explica que em relações comerciais não existe milagre e, por isso, a principal “senha” para se identificar um golpe é alguma vantagem muito explícita ou exagerada.

Confira dicas para se prevenir da ação dos estelionatários:

  • Não perca de vista os seus documentos
  • Não digite suas senhas perto de pessoas que você não conhece
  • Não deixe os atendentes levarem os seus cartões de crédito para fazer o pagamento
  • Nas compras pela internet, veja se o site é seguro (sites protegidos começam com https)
  • Mantenha atualizado o antivírus do seu computador ou celular
  • Não abra e-mails nem ofertas das redes sociais
  • Evite redes de wi-fi abertas

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Fonte: G1

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Brasil tem uma tentativa de fraude a cada 16 segundos, diz Serasa

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22/11/2017

Segundo levantamento da Serasa Experian, o Brasil tem uma tentativa de fraude a cada 16 segundos. O número foi de 1,478 milhão no período entre janeiro e setembro, o que representa uma alta de 10,7% em relação a igual período do ano passado. Só em setembro, houve 170.595 tentativas, 18% maior que o mesmo mês de 2016 (144.514). Frente a agosto, foi registrado recuo de 7,6%. O indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraude avalia qualquer tipo de golpe, como solicitação de cartão de crédito ou compra de bens com identidade falsa. O levantamento é feito mensalmente a partir das consultas ao Serasa. Na avaliação dos economistas, o aquecimento do mercado de crédito por causa da melhora do mercado de trabalho e da retomada da economia podem estar incentivando os fraudadores. A maioria das tentativas de fraude (565.551, ou 38,3%) foi no setor de telefonia. Nessa área, é comum a compra de aparelhos ou abertura de contas de celulares. Só que o setor também funciona como uma “porta de entrada” para outros, já que as contas do telefone viram comprovantes de residências usados para abertura de contas em bancos, que dão acesso a talões de cheques, cartões de crédito e pedidos de empréstimos. Em seguida, vem o setor de serviços, com 451.777 tentativas de golpe nos primeiros dez meses do ano, com 30,6% do total. O setor financeiro — bancos e financeiras — tem quase um quarto dos casos (23,4% de participação e 346.372 tentativas). Entre as tentativas de fraudes identificadas pela Serasa Experian estão compra de celulares com documentos falsos ou roubados, pedido de emissão de cartões de crédito com identificação falsa ou roubada, compra de produtos eletrônicos também com identificação falsa ou roubada e abertura de empresa com dados falsos, que podem servir também de fachada de golpes.

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Fonte: O Globo

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