Conheça os três tipos de fraude mais comuns no comércio eletrônico

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29/09/2014

Cada vez mais o setor de comércio eletrônico vem crescendo no Brasil. A comodidade de poder pedir algo pela internet, ganhar descontos exclusivos e receber no conforto do lar conseguiu conquistar uma boa parcela da população. Contudo, o número de clientes cresce junto com a quantidade de pessoas que capturam informações privadas, como dados e números de cartões de crédito, para realizar uma transação ilegal. De acordo com um coordenador de Inteligência Estatística de uma empresa de segurança, embora sejam de diferentes tipos e meios, as fraudes geram danos aos lojistas, enfraquecendo suas vendas pelo chargeback – termo aplicado quando a administradora do cartão cancela uma compra não reconhecida por seu titular, direcionando o prejuízo do pedido ao comerciante. O coordenador aponta três tipos mais comuns de golpe realizados em compras pela internet:

  • Fraude efetiva ou deliberada: é o tipo de golpe que mais gera impacto negativo ao lojista, pois normalmente é aplicada por pessoas com algum tipo de experiência em fraude, desde um único indivíduo até quadrilhas focadas neste tipo de crime. Ela ocorre principalmente quando uma compra é efetuada em um site com dados roubados.
    O nome e o cartão de crédito de um terceiro são utilizados, sem seu consentimento, gerando o chargeback. Com isso, o pedido é entregue no endereço do fraudador, mas a loja fica com o prejuízo de dano financeiro;
  • Autofraude: se antes o dono original do cartão desconhecia a compra feita em seu nome, neste caso a fraude ocorre pelo próprio titular. Após concluir a transação e receber o produto, ele contata a administradora não reconhecendo o valor, propositalmente, para receber o estorno depois. É o segundo tipo mais comum e o mais difícil de ser detectado, pois todos os dados são verdadeiros;
  • Fraude amigável: embora nem sempre exista má fé, este tipo acontece quando uma pessoa conhecida do titular do cartão realiza a compra, porém sem o consentimento dele. Na maioria dos casos a transação não é reconhecida, causando assim despesa ao lojista.

As tentativas de golpe no Brasil ocorrem a cada 15 segundos. Se você quer se defender e evitar dores de cabeça ao realizar compras na internet, não deixe de conferir essas 5 dicas muito úteis.

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Fonte: TecMundo

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Quadrilha dá golpe milionário em correntistas de vários bancos

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30/09/2014

Um golpe milionário foi dado por uma quadrilha em correntistas de vários bancos. Os bandidos agiam na capital federal. Um dos caminhos era mandar um e-mail com uma página falsa do banco, com um pedido para que o correntista preenchesse os espaços em branco. Os dados digitados eram roubados e o dinheiro, transferido para a conta de laranjas. Em uma loja, sem letreiro, funcionava uma lan house em Águas Lindas de Goiás. Foi nela que a quadrilha fez diversas movimentações financeiras e tirou dinheiro de correntistas. Em um banco, durante oito meses, foram 500 vítimas e R$ 2 milhões furtados via internet. O grupo variava a forma de agir. Ou mandava e-mail com uma informação chamativa. A pessoa clicava e um vírus invadia o computador. Quando o correntista acessava o banco, os dados bancários eram repassados automaticamente para o computador dos criminosos. Ou enviava uma página falsa do banco que, quando acessada, também permitia o roubo dos dados digitados pelos bandidos. O dinheiro era transferido para a conta de laranjas. O grupo acessou 240 sites de bancos na tentativa de aplicar mais golpes, mas os policiais só investigaram as fraudes contra clientes de um banco federal. Ao todo, 16 pessoas foram presas em Águas Lindas e outras cidades de Goiás e do Distrito Federal. De acordo com a polícia, o grupo gastava a maior parte do dinheiro com festas, uísque, drogas, armas e potentes sons de carro. Segundo os investigadores, os principais chefes da quadrilha têm entre 20 e 30 anos. “Todos jovens, pessoas que às vezes não têm nada para fazer. Então se ocupam em aprender a conseguir dinheiro fácil, sem esforço”, afirma o delegado da PF. Quatro carros e computadores foram apreendidos. A polícia recolheu ainda munição e agendas. Uma das vítimas não entra em e-mails com mensagens suspeitas, de desconhecidos, mas caiu no golpe da página falsa do banco. “O visual da página era exatamente o visual do meu banco, eu não desconfiei de nada. Mas quando eu coloquei todos os meus dados que a página pedia e o site travou, comecei a desconfiar”, conta. O especialista alerta: bancos e órgãos públicos não pedem informações por e-mail nunca. Ao entrar no site, procure um cadeado pequeninho. “O cadeado que tem serve para aumentar a confiança de que você está conversando com uma entidade real do outro lado”, explica um professor de informática da UnB. Outros dois integrantes da quadrilha estão foragidos. Conforme a polícia, os presos vão responder por furto qualificado mediante fraude, participação em organização criminosa, lavagem de dinheiro e quebra de sigilo bancário.

PF prende suspeitos de desviar R$ 2 milhões por internet banking

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29/09/2014

Nesta segunda-feira (29), a Polícia Federal deflagrou a Operação IB2K, para desarticular uma organização criminosa que desviou R$ 2 milhões de contas de clientes por internet banking. O furto afetou correntistas de dois bancos e outras instituições bancárias privadas, principalmente no Distrito Federal e nos Estados de Goiás e São Paulo. Desde o início do dia, estão sendo cumpridos 53 mandados no DF e nos dois estados, sendo 8 de prisão preventiva, 10 de prisão temporária e 35 de busca e apreensão. A organização criminosa oferecia “serviços” via internet para pagamento de boletos bancários mediante cobrança de apenas 50% a 60% do valor do título. A quadrilha enviava milhares de mensagens eletrônicas pela internet, prática conhecida como spam. As mensagens continham links para páginas falsas que, ao serem acessadas, levavam as vítimas a fornecerem seus dados bancários e respectivas senhas de acesso. Foram averiguadas ainda fraudes por meio de recarga de telefones celulares e transferências bancárias para contas de “laranjas”. As investigações apontaram que os membros da quadrilha utilizavam o dinheiro furtado com viagens, realização de festas grandiosas, instalação de aparelhos de som de grande porte em veículos e a aquisição de armas e drogas. Os investigados responderão pelos crimes de furto qualificado mediante fraude, participação em organização criminosa e lavagem de dinheiro.

5 dicas para evitar fraude na sua loja on-line

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16/09/2014

Um dos principais motivos que levam o fechamento de lojas virtuais logo no primeiro ano de existência são as transações fraudulentas, que acontecem frequentemente no Brasil. Esse tipo de prática leva o país a ocupar o quinto lugar no ranking mundial de golpes em transações financeiras, o que gera uma dor de cabeça para empreendedores que possuem loja virtual. A aprovação da compra é de extrema importância para essas lojas, sendo de responsabilidade da própria empresa estornar a compra quando não identificada na fatura do responsável. Contudo, empresas de intermediação de pagamento buscam inibir esse tipo de ação. Segundo um gestor de riscos de uma empresa de soluções em pagamento on-line, existem alguns fatores que podem evitar os golpes aplicados em lojas virtuais. “Crie um processo de checagem das informações, existem diversas formas de confirmação de dados, como, consulta ao CPF, telefone, endereço, confirmação de IP, entre outras formas,” explica. Para isso, o gestor listou 5 dicas para evitar fraude na transação de pagamento na sua loja virtual:

Consulta ao CPF – Consulte o CPF do comprador junto ao site da Receita Federal, a consulta é rápida e simples, você não perderá mais do que 2 minutos para verificar se há alguma restrição no CPF fornecido.

Verifique o endereço de IP – Através do IP de conexão do comprador pode descobrir o estado, a cidade e, em alguns casos até o bairro de onde foi feito o pedido usando os serviços de geolocalização por IP. As plataformas de e-commerce costumam armazenar este dado e para identificar a localização você pode usar um site.    

Preste atenção no e-mail – E-mails de provedores gratuitos ou características suspeitas devem gerar dúvida, verifique se o nome que está no e-mail é o mesmo do comprador.    

Atente-se a localização – Endereço de difícil acesso, em locais de nível de renda incompatível com o produto pedido também pode indicar uma tentativa de fraude, confirme também se o número de telefone é compatível com o endereço fornecido.    

Automatize – Existem inúmeras formas de evitar uma fraude, para isso muitas lojas virtuais recorrem a terceirização de gestão de risco, onde as compras passam por uma análise com especialistas em segurança da informação em que podem aprovar ou não a compra a ser realizada e assumem o risco da fraude;

Todas essas informações auxiliam no controle de pedidos feitos no comércio eletrônico, mas mesmo assim, não existe uma ferramenta única de prevenção de fraudes. A principal questão, além de identificar a compra ilegítima, é ser assertivo para oferecer uma liberação rápida para o cliente e fidelizá-lo.

Polícia alerta para golpe cibernético em MG; prejuízos já somam R$ 25 mil

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05/09/2014

Na tarde desta sexta-feira (05) um alerta à população foi apresentado pela Polícia Civil de Belo Horizonte e Região Metropolitana  sobre golpes na internet e cuidados para fazer transações bancárias. Somente no mês de agosto, a 2ª Delegacia Especializada de Crimes Cibernéticos (DEICC) contabilizou 12 registros de queixas por pagamentos desviados via cracker’s, pessoas que quebram sistemas de segurança on-line. Os prejuízos giram em torno de R$ 25 mil. De acordo com a polícia, a população deve conferir no mínimo os três primeiros dígitos do código de barras do boleto, principalmente em casos de atualização da conta. “Ao preencher os dados no site, as pessoas tem a opção de gerar um segundo boleto. Mas a fraude acontece quando existe algum vírus no computador da vítima, na rede de dados ou no servidor do próprio banco”, disse o delegado responsável pelo caso. A maior dificuldade enfrentada pela investigação policial até o momento é identificar os disseminadores do vírus. Este problema também é citado pelas pessoas que registraram a ocorrência, pois elas normalmente demoram a perceber que foram lesadas. “Registramos estes casos e demos início aos trabalhos de investigação. As pessoas que cometem esse crime podem responder por estelionato, e caso o cidadão seja vítima de golpes cibernéticos, estaremos à disposição para ajudar”, concluiu o delegado. O crime ocorre quando uma pessoa faz um pagamento em determinado banco, mas o dinheiro segue para outro local. A orientação é de que quando o cidadão seja lesado por crimes na internet, vá imediatamente à uma delegacia para registrar a queixa. Conforme a Polícia Civil, centenas de casos estão sendo investigados e estão sendo feitos levantamento para registrar novos crimes.

No Brasil, há uma tentativa de fraude a cada 14,8 segundos

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26/08/2014

Foi registrado no mês de julho 180.919 tentativas de roubo de identidade, nas quais dados pessoais são usados por criminosos para obter negócios sob falsidade ideológica ou ganhar créditos com a intenção de não realizar os pagamentos. Esse valor representa uma tentativa de fraude a cada 14,8 segundos no Brasil. Em relação a junho, houve uma alta de 19,9%, mas no acumulado do ano, em comparação com o mesmo período de 2013, houve queda de 5,5%. O principal motivo para as fraudes, é que as pessoas fornecem seus dados pessoais em cadastros na web sem verificar a idoneidade e segurança dos sites. Entre as maiores tentativas de golpe com identidade falsa ou roubada apontadas pela pesquisa, estão a emissão de cartões de crédito, financiamento de eletrônicos, compra de celulares, abertura de conta bancária, compra de automóveis e abertura de empresas.

Golpe virtual usa epidemia de ebola para instalar malware e roubar dados

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18/08/2014

O medo criado pela epidemia do ebola na África fez com que criminosos virtuais se aproveitassem dessa situação e espalhassem golpes na internet, informou uma empresa de segurança da internet, nesta segunda-feira (18). A companhia identificou uma campanha para roubar dados que envolve o site de notícias CNN e outras três investidas para tentar instalar softwares maliciosos nos computadores das vítimas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os países afetados pelo surto do vírus ebola são Nigéria, Guiné, Libéria e Serra Leoa. A internet e aplicativos de mensagem, como o WhatsApp, já vêm sendo utilizados para disseminar boatos de que há casos no Brasil. Tanto que o Ministério da Saúde veio a público para desmentir essas informações falsas. Já os golpes de cibercriminosos identificados pela empresa são uma ameaça real. O mais simples deles é um ataque de phishing (em que simula-se o comunicado de uma grande empresa para roubar dados), os usuários recebem e-mails que dizem ser da rede de notícias CNN. A promessa da mensagem é apresentar um resumo sobre o ebola, o que inclui uma história não divulgada, precauções e uma lista de regiões alvo. O objetivo é fazer o internauta clicar em um link, que o remeterá a uma página na web para que selecione um provedor de e-mail e forneça dados de acesso. As informações irão para as mãos dos golpistas. Depois de preencher o questionário, a vítima é levada ao site da CNN. Já os outros golpes também são disseminados por meio de e-mails. As mensagens apresentam a epidemia, relatórios sobre o vírus e informações sobre o Zmapp, uma droga experimental usada para tratar a doença. Os arquivos anexados à correspondência possuem trojans que, quando baixados, são capazes de captar os toques no teclado, gravar vídeo pela webcam, abrir pastas e apagar arquivos e fazer um inventário dos detalhes dos softwares instalados no computador e a respeito do sistema operacional.

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