A cada hora, alguém é vítima de estelionato no DF

Sem Comentários

18/04/2016

Cartões bloqueados, compras não aprovadas e até mesmo dívidas de que não se tem conhecimento. Muitas pessoas enfrentam transtornos ocasionados pela clonagem de cartões de crédito e cheques no Distrito Federal. Em 2015, foram 10.934 vítimas de estelionato na capital — o número, que inclui crimes como clonagem ou falsificação de cartões e cheques, corresponde a uma média de 30 ocorrências por dia, ou 1,2 a cada hora. Os dados são da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social do DF. E a dor de cabeça pode ser ainda maior se a fraude for percebida tarde demais. Os mais desatentos podem acabar com o nome na lista de maus pagadores do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e perder o benefício de comprar em parcelas, por exemplo. “As operadoras de cartão afirmam que, hoje, não há riscos de clonagem com o uso do chip. Sabemos que não é inteiramente verdade, mas o que mais acontece são as fraudes na internet. Então, é importante que o consumidor tome cuidado com os sites em que compra”, afirma uma economista do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). “No caso dos cheques, o problema é que as pessoas que os recebem nem sempre são as que vão descontá-lo, o que facilita o processo de adulteração”, completou. Um advogado, de 23 anos, foi vítima do golpe este ano. Depois de ter o cartão de crédito clonado, criminosos realizaram um saque em uma casa lotérica. “Levaram R$ 300 da minha conta, que era o limite do banco de retirada em terminais eletrônicos”, contou. Para resolver o problema, teve que encarar uma burocracia sem fim. Depois de receber a mensagem do banco, o advogado tentou bloquear o cartão pelo telefone, o que não foi possível. “Fui até a agência e me disseram que eu não poderia solicitar o bloqueio no mesmo dia do roubo. No fim das contas, tive que ir ao banco duas vezes e eles ainda pediram o boletim de ocorrência para abrir o processo. Na delegacia, eles se recusaram a registrar a ocorrência sem o local em que o dinheiro foi sacado. Foi uma dor de cabeça enorme”, relatou. O ressarcimento do valor retirado só foi cair na conta 10 dias depois.

Quadrilha especializada

Em outubro de 2015, integrantes de uma quadrilha especializada em roubar dados de cartões de crédito foram presos. O grupo lesou 2 mil pessoas somente no Distrito Federal. Eles obtinham as informações dos chips por meio de um programa instalado nas máquinas de cartão e, para ter acesso às senhas, contavam com a ajuda de funcionários de empresas que trabalhavam na manutenção dos equipamentos. Eles ainda utilizavam a tecnologia Bluetooth para reunir dados. A pena para o crime de estelionato, quando somada à de organização criminosa, pode chegar a 13 anos de reclusão.

Dicas

As vítimas de estelionato devem entrar em contato com o banco — para que o cartão seja bloqueado e não haja mais danos — e registrar a ocorrência na Polícia Civil, o que pode ser feito em qualquer delegacia ou por meio da delegacia eletrônica. O Idec destaca que qualquer movimentação realizada depois da clonagem de um cartão de crédito ou cheque é de inteira responsabilidade do banco. Se o caso não for solucionado, a vítima também pode recorrer ao Instituto de Defesa do Consumidor (Procon) ou entrar com uma ação no Juizado Especial Cível.

Cartões:

  • Não use senhas óbvias, como datas de nascimento de parentes próximos
  • Troque as senhas periodicamente
  • Não confie em mensagens eletrônicas que pedem sua senha. Bancos e operadoras de cartão não solicitam essas informações por e-mail
  • Antes de digitar a senha, verifique se o valor da compra foi digitado na máquina de cartão
  • Confira frequentemente o extrato bancário
  • Não perca o cartão de vista ao fazer compras em lojas físicas
  • Procure buscar o cartão na agência em vez de pedir que seja entregue em casa
  • Verifique se o antivírus do computador está atualizado antes de comprar pela internet. Ele impede a invasão de hackers que podem roubar dados bancários

Cheques:

  • Evite andar com folhas em branco assinadas
  • Não deixe o talão à vista
  • Evite rasurar ou deixar espaços em branco ao preencher o cheque

FBI descobre golpe que roubou US$ 2,3 bilhões só com e-mails desde 2013

Sem Comentários

11/04/2016

De acordo com FBI, empresas perderam bilhões de dólares em esquemas fraudulentos em que os farsantes se passavam por executivos das empresas e enviavam e-mails solicitando aos funcionários que fizessem transferências para contas bancárias controladas pelos criminosos. As perdas originadas com estes golpes, conhecidos como “comprometimento de e-mails empresariais”, totalizaram mais de US$ 2,3 bilhões de outubro de 2013 a fevereiro de 2016, informou o FBI em um alerta emitido esta semana, citando relatos feitos aos agentes da lei ao redor do mundo. Os casos envolveram cerca de 17.642 negócios de todos os tamanhos espalhados por pelo menos 79 países, segundo o alerta do FBI divulgado no site do escritório da agência em Phoenix. Os agentes da lei e especialistas de cibersegurança têm alertado que o comprometimento de e-mails empresariais estava aumentando, mas a extensão das perdas não havia sido revelada anteriormente. Especialistas em cibersegurança dizem que esperam que as perdas cresçam, com os grandes lucros atraindo mais criminosos. “É um crime com baixo risco e alta recompensa. Isso vai continuar a piorar antes de melhorar”, disse um ex-promotor federal, em Manhattan.

Golpe envolvendo e-mails corporativos já causou prejuízo de US$ 2,3 bilhões

Sem Comentários

08/04/2016

Empresas vítimas de um golpe envolvendo pedidos de transferências via e-mail já perderam US$ 2,3 bilhões de outubro de 2013 a fevereiro deste ano, segundo informa o FBI. Os fraudadores estão utilizando e-mails corporativos para se passarem por executivos e ordenarem que profissionais das companhias façam transferências em dinheiro para contas bancárias controladas por criminosos. Citando relatórios de órgãos de justiça de todo o mundo, o FBI afirmou que o caso já envolveu mais de 17 mil empresas de todos os tamanhos espalhadas por 79 países. Especialistas em segurança cibernética alertam que esse tipo de golpe está em ascensão, mas que a extensão dos prejuízos ainda não havia sido divulgada. “O risco é baixo e o crime é de alta recompensa. Vai continuar a piorar antes de melhorar”, disse, o ex-promotor federal em Manhattan. Segundo o FBI, os fraudadores falsificam contas de e-mail das empresas e utilizam outros métodos para enganar os funcionários para que eles acreditem estar recebendo pedidos de transferência de dinheiro de CEOs, advogados ou fornecedores confiáveis. “Eles pesquisam funcionários que gerenciam o dinheiro e utilizam a linguagem específica da empresa e, em seguida, solicitam uma transferência de fraude eletrônica usando valores que dão legitimidade a ação”, disse o ex-promotor. As empresas mais visadas pelos criminosos são as que trabalham com fornecedores estrangeiros ou regularmente realizam transferências bancárias. De acordo com a polícia norte-americana, foi observado um aumento de 270% nas vítimas identificadas e expostas a perdas financeiras desde janeiro de 2015. Para o ex-promotor, o golpe mostra que “a interceptação de uma conta de e-mail pode causar perda financeira significativa”.

Estelionatário é preso após instalar ‘chupa-cabra’ em caixa eletrônico de BH

Sem Comentários

03/04/2016

Na noite de sábado (02), um estelionatário foi preso suspeito de instalar um chupa-cabra, equipamento utilizado por criminosos para copiar informações de cartões de banco, em um caixa eletrônico de uma agência bancária no bairro da Graça, na região nordeste de Belo Horizonte. Conforme a PM, um militar à paisana teria desconfiado da atitude do autor e acionado os militares do 16º Batalhão. Quando chegaram ao banco, o suspeito teria apresentado uma carteira de identidade falsa, mas a PM descobriu o verdadeiro nome do jovem. Ao ser questionado, o jovem disse que teria comprado o documento falso na Praça 7, no centro da capital mineira. Além da identidade falsa, a PM também encontrou dinheiro, um celular, extratos e um cartão bancário em nome de uma terceira pessoa, que o autor disse que seria de um parente. No entanto, durante o registro da ocorrência, a PM foi informada de que um idoso de 88 anos teve o cartão retido pelo caixa eletrônico ao tentar retirar um extrato. Neste momento, o suspeito teria se aproximado passando-se por funcionário e orientou o cliente a ligar para o gerente, colocando-o em contato com o falso gerente para que a vítima repassasse dados de sua conta e senha. Diante das informações, o suspeito foi encaminhado à Polícia Civil, que irá investigar o caso e analisar imagens do circuito interno de segurança do banco. Ainda não se sabe se o suspeito conseguiu aplicar algum golpe ao idoso ou se teria feito outras vítimas com o equipamento instalado no caixa eletrônico.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: R7

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Homem é preso por estelionato em Solânea

Sem Comentários

24/03/2016

Na tarde da quinta-feira (23), a Polícia Civil da cidade de Solânea, no Brejo paraibano, prendeu em flagrante, um microempresário acusado da prática de estelionato. A prisão se deu após a comprovação que ele utilizava dados de outras pessoas para adquirir cartões de créditos e realizar compras. Foram apreendidos com o acusado vários cartões de crédito em nome de terceiros, além de papéis com anotações de números de cartões e documentos pessoais das vítimas.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: PBAgora

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Um terço dos consumidores brasileiros já sofreu fraudes on-line

Sem Comentários

21/03/2016

O comércio eletrônico brasileiro teve um faturamento de R$ 41,3 bilhões em 2015, o que representou um crescimento de 15,3% na comparação com 2014, quando o setor movimentou R$ 35,8 bilhões, de acordo com uma empresa de segurança on-line. Isso mostra que os usuários estão comprando mais on-line e isso também pode trazer riscos, como fraudes. Uma pesquisa realizada por uma empresa especializada em segurança digital, mostra que esse tipo de técnica já chegou a atingir 28% dos consumidores que fazem compras pela internet no Brasil – 70% das vítimas de fraudes on-line tiveram mais de R$ 150 debitados de seus cartões e esse valor ultrapassou R$ 500 com 34% das vítimas. Com a consolidação da migração para cartões com chip, a tendência é os fraudadores se concentrarem no comércio eletrônico – já que os esquemas de clonagem de cartões com tarja tendem a diminuir, segundo a empresa. A pesquisa aponta, ainda, que 69% dos entrevistados compraram produtos ou serviços on-line mais de cinco vezes por mês e 64% já compraram em sites estrangeiros. Apesar disso, apenas 12% dos entrevistados são considerados consumidores intensos (que realizam mais de 15 operações por mês), e a maior parte deles tem entre 18 e 24 anos de idade.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: It Forum 365

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

As principais tendências de fraude no e-commerce para ficar de olho

Sem Comentários

17/03/2016

O comércio eletrônico expandiu muito nos últimos anos, mesmo assim, uma das maiores preocupações do setor são as fraudes. Segundo dados de uma empresa de tecnologia, especializada em soluções antifraude, só em 2015 foram detectadas 704.133 transações indevidas no Brasil. Esse número corresponde a R$ 476.509.146,72 em perdas evitadas. Para 2016, os consumidores devem continuar tendo cuidado com as compras realizadas pela internet, mas atentos, principalmente, com três tendências mais esperadas para serem vistas ao longo do ano. De acordo com o Diretor de Operações da empresa, cada vez mais os roubos de dados e falta de preocupação com a segurança com as informações por parte de consumidor serão usados na invasão de contas em lojas virtuais. “O usuário brasileiro geralmente usa a mesma senha em todos os e-commerces que tem o costume de comprar. Desta forma, uma vez capturados, os dados permitem o acesso em diferentes lojas virtuais”, explica. Esse tipo de golpe é muito difícil de ser barrado, pois os criminosos conseguem muitas informações corretas das vítimas, sendo que com login e senha fica fácil descobrir até o número de cartão de crédito. Já as fraudes bancárias devem ser facilitadas por conta dos aplicativos e serviços mobile. Muitas instituições oferecem para os correntistas a opção de usar o celular como token para autorização de transações bancárias. Através de documentos falsos, o fraudador informa à operadora da vítima que sofreu a perda ou roubo do aparelho e com um novo chip consegue receber os códigos de autorização. “Com o aumento do número de smartphones no Brasil, é normal que os fraudadores queiram acompanhar esse crescimento e por conta disso, se aprofundar cada vez mais nos golpes”, afirma o Diretor de Operações. Além disso, o setor já está preparado para um futuro aumento nos índices de fraude. A crise econômica também está afetando o e-commerce, por isso as vendas tendem a cair, mas a aplicação de golpes não. “Se antes eram registradas 100 tentativas a cada mil transações, o percentual de fraudes era de 10%. Se o número cai para 500 compras, o índice automaticamente sobe para 20%”, exemplifica o executivo.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Olhar Digital

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Anterior Próximo