Brasil é o segundo país com mais fraudes em cartões, diz pesquisa

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20/07/2016

O Brasil alcançou a segunda colocação no ranking dos países que mais sofreram fraudes com cartões de crédito, débito e pré-pago este ano, atrás apenas do México. Comportamentos de risco, como deixar o celular desbloqueado ou anotar e carregar a senha do cartão de débito na carteira, contribuíram para isso. Segundo uma pesquisa, 49% dos brasileiros disseram ter sofrido algum tipo de fraude com cartões nos últimos cinco anos. Em 2014, quando a última pesquisa foi feita, o país estava na 8ª posição. Nas Américas, foram levantados dados dos comportamentos de risco dos usuários de cartões no Brasil, Estados Unidos, Canadá e México. Em todas as situações, os brasileiros apresentaram o maior percentual de “comportamento de risco”. Por exemplo, 11% disseram que respondem a e-mails ou telefonemas pedindo dados bancários. No Canadá, apenas 5% dos entrevistados apresentam esse comportamento e 8% nos Estados Unidos. No Brasil, 15% dos entrevistados afirmaram anotar e levar na carteira a senha do cartão, contra 7% no Canadá e 12% no México. Outros 22% de brasileiros entrevistados pela pesquisa disseram que usaram o banco on-line ou fizeram compras on-line sem softwares de segurança ou em computadores públicos. Nos EUA, apenas 14% dos entrevistados têm esse comportamento de risco. Outros 27% dos entrevistados no Brasil revelaram deixar o celular desbloqueado quando não o estão usando (20% nos EUA) e 23% afirmaram jogar papéis ou documentos com número de conta bancária no lixo (23% também no México). A pesquisa foi feita em 20 países com 6 mil entrevistas e 54% dos consumidores apresentaram ao menos um comportamento arriscado, contra 50% em 2014. Entre essas pessoas, 58% já sofreram fraude. Além do comportamento de risco dos usuários, o levantamento mostra que falhas de segurança também foram responsáveis pelo aumento das fraudes.

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Fonte: O Globo

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Cresce número de fraudes no e-commerce

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12/07/2016

No primeiro trimestre de 2016, em comparação com o mesmo período em 2015, os riscos de fraudes para os consumidores que compram produtos pela Internet aumentaram. Segundo um levantamento realizado por uma empresa especialista em soluções antifraude no comércio eletrônico, as tentativas de fraudes no e-commerce brasileiro cresceram cerca de 1,32%. A média de perdas efetivas ficou em torno de 0,33%, mesmo patamar do ano anterior, mas vale destacar que as transações diminuíram em cerca de 11%. As informações foram retiradas da sua base de clientes. As categorias que mais sofrem com os crimes de falsificação no uso de cartões de crédito e débito nas vendas online são: “Telefonia (Smartphones)”, “Eletrônicos” e “Games”. O levantamento também apontou o crescimento de fraudes no segmento de “Cosméticos, Perfumaria e Suplementos”. O valor da fraude não é exato, mas a média gira em torno de 70% a mais que o tíquete médio das lojas (que neste período em 2015 foi de R$ 363 e no de 2016 subiu para R$ 409). “Mesmo com a redução no número de transações no primeiro trimestre de 2016, os fraudadores continuaram aplicando golpes na mesma proporção do último ano. Por isso, investir em segurança da informação é a melhor solução para os lojistas evitarem ações fraudulentas”, explica o Diretor Executivo da empresa.

Fraudes no Brasil

A pesquisa também revelou que as regiões com maior concentração de fraudes são o Norte e Nordeste do Brasil, principalmente nos estados do Ceará (13,52%), Tocantins (13,42%) e Pará (7,78%). Ou seja, entre os pedidos realizados no primeiro trimestre de 2016 no Ceará, 13,52% foram tentativas de fraudes. Nas regiões Sudeste e Sul, os índices de fraude giram em torno de 3,2%. Os estados de Minas Gerais (4,65%), Rio de Janeiro (3,37%) e São Paulo (2,82%) são os que mais sofrem com fraudes no Sudeste. No Sul, os índices atingem Santa Catarina (3,74%), Paraná (3,58%) e Rio Grande do Sul (1,11%), nesta ordem.

Quase a metade dos brasileiros já sofreu fraude com cartões

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11/07/2016

De acordo com um estudo realizado por uma empresa de sistemas de pagamentos, quase metade dos brasileiros sofreu algum tipo de fraude com cartões nos últimos cinco anos. Esse número coloca o Brasil em segundo lugar no ranking global, atrás apenas do México, e reforça a necessidade de o consumidor redobrar o cuidado com seus dados pessoais. Ao todo, foram ouvidos 6.035 consumidores em 20 países das Américas do Norte e do Sul, Europa, Oriente Médio, Ásia e Oceania. No geral, o levantamento mostrou que as fraudes com três tipos de cartões — débito, crédito e pré-pago— são crescentes no mundo todo. Em comparação à pesquisa divulgada em 2014, 14 nações relataram um aumento nas fraudes. O México liderou o ranking: 56% dos consumidores mexicanos relataram já ter sofrido algum tipo de fraude com cartões nos últimos cinco anos. Dois anos atrás, esse percentual era de 33%. O Brasil ficou na segunda posição: 49% dos consumidores brasileiros entrevistados foram vítimas de algum tipo de fraude com cartões nos últimos cinco anos. Na pesquisa anterior, o percentual era de 30%. “O Brasil tem seus próprios desafios; com uma economia ‘patinante’ e um ambiente fragmentado de pagamentos com cartões, é um mercado atraente para os criminosos. Também é um mercado enorme para as compras online, mas muitas das redes de e-commerce não têm um controle forte de prevenção de fraudes”, conclui o estudo. No total, em 2016, 17% dos usuários de cartões afirmaram ter sofrido fraude mais do que uma vez nos últimos cinco anos. Em 2014, esse número era de 13%.

Satisfação

Entre os brasileiros que disseram já ter sido vítimas de fraude, 35% ficaram insatisfeitos com o tratamento dos bancos após a experiência, e 65% ficaram parcialmente ou plenamente satisfeitos com suas instituições bancárias. Nos EUA, 90% dos consumidores entrevistados disseram ter ficado parcialmente ou plenamente satisfeitos com o tratamento dos bancos após terem sido vítimas de fraude com cartões. No Canadá, foram 81% e no México, 80%. Em 2016, 18% do brasileiros que passaram por fraudes disseram ter trocado de instituição financeira após o ocorrido —número bem menor do que em 2014, quando 33% afirmaram ter mudado de banco. Além disso, apesar de não confiarem plenamente nos bancos, a maioria (60%) dos entrevistados brasileiros acredita que as instituições têm feito o máximo possível para proteger seus clientes de fraudes.

Cuidados

Para evitar ter dor de cabeça com um problema como este, especialistas recomendam que o consumidor esteja sempre atento na hora de usar o produto. Por exemplo, nunca deixe que levem o cartão para longe —peça para que tragam a máquina até você. Ao digitar sua senha, esconda o teclado e nunca a informe para ninguém. Além disso, é importante que você não crie senhas fáceis demais ou que podem ser descobertas sem grande esforço, como datas de aniversário ou números de telefone. E nem pensar em anotar e guardar a senha junto com o cartão — essa é a maneira mais fácil de ser vítima de fraude. Na dúvida, desconfie. É sempre bom desconfiar se o site que você está navegando é mesmo a página oficial da loja ou empresa. Os fraudadores fazem cópias idênticas dos sites para enganar os consumidores. Neste caso, fique atento ao endereço de links que aparece no canto inferior esquerdo da tela quando você passa o mouse sobre eles. Por último, lembre-se de que seus dados pessoais não são apenas senhas, por isso nunca compartilhe fotos de documentos na internet, por exemplo. Isso ajuda fraudadores a se passarem por você. Tente usar o cartão com consciência, tanto para evitar fraudes quanto para não se enrolar financeiramente.

Polícia Civil da Paraíba alerta para golpe pelo WhatsApp

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07/07/2016

Um novo golpe, utilizando aplicativos de mensagens no celular, como o WhatsApp, está sendo alertado pela Polícia Civil da Paraíba. Conforme o delegado da Delegacia de Defraudações e Falsificações de João Pessoa, os criminosos clonam laptops ou aparelhos celulares para pedir dinheiro com urgência a amigos ou parentes dos proprietários dos equipamentos sem levantar suspeitas. Na última terça-feira (05), um servidor público foi vítima do golpe. Ele recebeu mensagens de um grande amigo no aplicativo WhatsApp, dizendo que precisava de dinheiro com urgência. Nas mensagens, o suposto amigo pedia que o servidor transferisse um valor, prometendo devolver o dinheiro em espécie. “Era final de noite. Recebo uma mensagem no WhatsApp. Eu estava assistindo TV, olhei e percebi que era um grande amigo meu que costuma viajar. Ele havia me solicitado se eu tinha acesso ao banco via computador ou celular e se poderia fazer uma transferência para ele, de urgência, que ele estava necessitado”, lembrou. Quem estava falando com a vítima tinha o mesmo número, foto e histórico de conversas do amigo, mas era um golpista. Ele ainda tentou ligar para o amigo, mas não conseguiu e acabou transferindo R$ 1 mil. “Quando nós conversávamos, a conversa que andava era a mesma que a gente tinha sempre. A pessoa que estava falando comigo tinha conhecimento de tudo que gente já tinha falado antes pelo WhatsApp”, explicou. Ele só percebeu o golpe duas horas após ter feito a transferência, quando um outro colega ligou avisando que o telefone do amigo verdadeiro havia sido bloqueado e clonado e que alguém estava pedindo dinheiro no nome dele. Na delegacia, o servidor encontrou outras pessoas vítimas do mesmo tipo de golpe. O delegado explicou que esse golpe é difícil de ser percebido pela vítima. “O objetivo da fraude é utilizar de informações indevidas, criar uma situação ilusória, uma situação de aparente vantagem, uma situação de necessidade e obter os valores. Então esse tipo de fraude é muito difícil de se prevenir. O que a vítima pode fazer é tentar buscar referências, entrar em contato com essa pessoa, antes de passar qualquer valor”, recomendou. O autor do golpe ainda não foi localizado pela polícia.

Trio de mulheres que usava chupa-cabra para clonar cartões é preso no PR

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27/06/2016

Nesta segunda-feira, na BR-116 em Campina Grande do Sul, região metropolitana de Curitiba, três mulheres foram presas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) por estelionato e furto qualificado. O trio, de 27, 33 e 36 anos, estava em um automóvel Chevrolet Onix. Uma equipe da PRF que atua no Rio Grande do Sul havia repassado a informação de que o carro em que elas estavam havia sido utilizado durante a instalação de aparelhos “chupa-cabra” em agências bancárias de Caxias do Sul (RS) e em Farroupilha (RS). Com aparência similar à parte frontal de um caixa eletrônico comum, esse tipo de aparelho é usado para copiar os dados bancários dos clientes. Sabendo dessas informações, os policiais rodoviários federais efetuaram a abordagem do veículo, que estava a caminho de São Paulo (SP). Com as presas foram apreendidos mais de R$ 4 mil em dinheiro, 23 encaixes para cartões bancários, cinco aparelhos de telefonia celular, um interfone e uma máquina para cartões de débito e crédito. As três, que declararam residir nas cidades paulistas de Guarulhos, São Bernardo do Campo e Araras, admitiram participação nos crimes. A PRF encaminhou as três presas, o carro e os itens apreendidos para a Delegacia da Polícia Civil em Campina Grande do Sul.

Polícia investiga golpe em venda de motos pela internet no Ceará

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14/06/2016

Um golpe em venda de motos no Ceará está sendo investigado pela Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF). Ele já fez sete vítimas, que caíram em anúncios falsos em um site. Na propaganda, uma das vítimas relatou que forneceu todos os seus dados e transferiu R$ 500 para uma conta desconhecida, contudo, a tão sonhada moto nunca chegou. A vítima ainda disse que todas as informações da loja online, como o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) eram regulares.“Depositei o dinheiro, R$ 500 –  às 14h45 do dia 2 de junho  e falaram que a moto ia chegar às 17h30 no mesmo dia e ela nunca chegou. Aguardei e continuei falando com o vendedor pelo WhatsApp e quando ele percebeu que eu estava nervoso ele me bloqueou”, disse. Os golpistas se passam por vendedores de uma loja de motos que fica em Itapajé, na Região Norte do Estado. Os bandidos dão todos os dados do estabelecimento e pedem uma quantia em dinheiro para mandar a moto para outras cidades. O dono da loja verdadeira já foi procurado por várias pessoas que caíram no golpe. Esse tipo golpe, através da internet, é muito comum. Na Delegacia de Defraudações, no Centro, chegam cerca de cinco vítimas todos os dias. A orientação do delegado é sempre desconfiar de preços muito baixos. E o principal, só transferir algum valor se a conta for no nome da empresa. A polícia está investigando a quadrilha responsável pelo golpe da moto. Até agora, ninguém foi preso.

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Cerca de 4.700 tentativas de fraude são aplicadas por dia

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10/06/2016

Segundo o Indicador da Serasa, durante o mês de Abril, foram aplicadas 141.008 tentativas de fraude no país. O número representa uma média de 4,7 mil tentativas por dia. A partir das fraudes, criminosos podem usar dados das vítimas para firmar negócios sob falsidade ideológica ou mesmo obter crédito com intenção de não honrar os pagamentos. No acumulado de janeiro a abril deste ano, o indicador registrou 587.518 tentativas de fraudes no Brasil. Em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o índice apresentou 660.443, houve queda de 11%. Conforme especialistas, o crescimento do desemprego, combinado com a recessão da economia, contribui para que diminua a quantidade de pessoas no varejo ou buscando crédito, o que reduz o número de possíveis alvos de fraudadores. O segmento de telefonia é o mais afetado, sendo responsável por 41,9% do total de tentativas de fraude identificadas em abril (59.143). Em relação a março de 2016, houve queda de 9,5% nas tentativas de fraude neste segmento.

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