Cresce o número de golpes aplicados em vendas pela internet no Piauí

Sem Comentários

29/05/2017

A Delegacia Especializada na Repressão aos Crimes de Alta Tecnologia (Dercat) recebeu mais de 80 ocorrências de crimes virtuais apenas nos últimos quatro meses deste ano. Segundo o delegado, os criminosos geralmente são de outros estados, o que dificulta o trabalho da polícia. “Infelizmente o local de crimes está deixando de ser físico, para ser virtual. Crimes que antes eram aplicados pessoalmente, atualmente estão acontecendo através da internet, do ambiente virtual, porque o criminoso sabe da dificuldade que se tem em uma investigação como essa e também sabe da dificuldade de encontrar seu paradeiro. Aqui em Teresina, esse crime de estelionato virtual está assolando a população”, disse. Um homem que não quis se identificar colocou o carro a venda em uma loja virtual, horas depois, duas pessoas entraram em contato e fecharam negócio. Sem perceber que era uma armadilha, a vítima recebeu um cheque sem fundo no valor de R$ 9.500,00, mas só percebeu que se tratava de um golpe, dias depois. “Eles olharam o carro e tudo. Fomos juntos para ver se eles tinham depositado o dinheiro na minha conta, eu imprimi um saldo e olhei rapidamente e achei que tinha visto o dinheiro lá. Ao chegar na minha casa entreguei o carro com o documento e eles ficaram de vir no dia seguinte para passar o carro para o nome deles. Quando eles não apareceram, fui novamente ao banco e me dei conta que eles não tinham depositado. Fiquei desesperado”, contou. Para não cair nos golpes virtuais é preciso ficar atento e tomar alguns cuidados. “Quando alguém for fazer transações no ambiente virtual, deve-se ter uma atenção redobrada, que ela primeiro desconfie do valor ofertado, evitem fazer pagamento antes de o produto ser recebido”, falou o delegado. As vendas e compras online cresceram 60% do que no ano passado, para não cair nos golpes virtuais, é fundamental fechar negócios somente em páginas e sites registrados e que oferecem ferramentas de segurança.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Homem tem cartão ‘puxado’ por caixa eletrônico e perde R$ 2,5 mil em Piracicaba

Sem Comentários

24/05/2017

Um homem, de 59 anos, que é guarda municipal, teve o cartão “puxado” por um caixa eletrônico de um banco de Piracicaba (SP). Ele acabou perdendo quase R$ 2,5 mil. O caso ocorreu no sábado (20), mas só na terça-feira (23), o guarda municipal percebeu o prejuízo. Segundo o relato à Polícia Civil, ele foi até a agência e viu que os caixas eletrônicos não estavam funcionando. O único equipamento que operava era usado por outro rapaz e, quando ficou livre, o guarda tentou utilizá-lo, mas o cartão bancário acabou “sugado” pela máquina. A vítima afirmou que ligou para a central de atendimento e pediu o bloqueio do cartão imediatamente e, na segunda-feira (22), voltou à agência, mas o cartão não estava na máquina. Ele afirmou que na terça foi informado que a conta havia sido movimentada com compras, empréstimos e recargas de celular. O prejuízo total foi de R$ 2.498,97. O guarda encontrou o nome da pessoa que realizou as transações e um telefone, mas não conseguiu entrar em contato com o suspeito. Ninguém foi preso e o caso foi registrado como furto.

Na web

Em outro caso, um idoso de 81 anos, também morador de Piracicaba, perdeu R$ 619,91 após abrir um e-mail com vírus. De acordo com o filho dele, que registrou o BO, ele tem problemas de saúde e por isso faz as movimentações bancárias pela internet.

Cuidados

Abaixo, segue algumas dicas de segurança para evitar golpes de estelionatos.

Caixas eletrônicos

  • Fique atento à presença de pessoas suspeitas. Ao digitar sua senha, evite que outros possam ver o movimento dos seus dedos no teclado;
  • Em caso de dificuldades, não utilize celulares de terceiros para entrar em contato com o banco. Seus dados ficam registrados na memória do aparelho;
  • Fiação aparente, respingos de cola, fita adesiva e dispositivos obstruindo a saída do dinheiro costuma indicar adulteração do caixa eletrônico. Se ele apresentar esses sinais, não o utilize e entre em contato com a central de atendimento;
  • Antes de iniciar a transação, verifique na tela se o equipamento está ativo. Caso contrário, não insira o cartão.

E-mails e links

  • Nunca clique nos links ou arquivos recebidos em e-mails ou mensagens instantâneas não solicitadas. Eles podem instalar programas maliciosos que capturam dados, como número de cartão de crédito e senhas;
  • Desconfie de e-mails com remetente ou conteúdo duvidosos. Endereços falsos em nome de instituições bancárias e órgãos governamentais muitas vezes são utilizados com o objetivo de instalar programas maliciosos no seu computador;
  • Nunca responda e-mails ou telefonemas que peçam seus dados bancários, como número de conta, agência e senhas. Procure utilizar sempre seu computador pessoal para transações bancárias e compras. Computadores públicos ou desconhecidos podem estar infectados com vírus e programas maliciosos.

Telefone

  • Nunca forneça dados pessoais, bancários ou senhas em ligações telefônicas recebidas;
  • O banco nunca entra em contanto via telefone solicitando senhas, assinatura eletrônica, códigos de acesso ou outras informações pessoais;
  • Somente informe seus dados pessoais quando você entrar em contato com a Central de Atendimento;
  • Não utilize telefones celulares de terceiros para entrar em contato com o banco. Os dados de sua conta e senha ficam registrados na memória do aparelho.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Em novo golpe, estelionatários enviam e-mails falsos da Receita

Sem Comentários

15/05/2017

Para aplicar um golpe, estelionatários estão usando a internet e o Imposto de Renda. A entrega da declaração do Imposto de Renda terminou no dia 28 de abril e já no dia 3 de maio os e-mails falsos começaram a chegar. Um tem a marca da Receita Federal e uma mensagem ameaçadora: “Sua declaração de 2016 está com o processamento suspenso por divergência dos dados”. Para não levar uma multa de R$ 4.649, só abrindo formulários nos campos em azul. São os chamados links, que escondem as armadilhas. Quando alguém clica num desses links, o vírus acorda, percorre os arquivos e domina o computador. O espião abre cadeados eletrônicos e portas virtuais de segurança. Os alvos são as informações bancárias como número de contas, senhas e saldos. O espião também pode capturar fotos e documentos pessoais do dono do computador. “Imagina que esse e-mail chegou para 50 milhões de pessoas. Se 1% clicar com medo que isso seja uma informação verdadeira, nós estamos falando de cerca de 500 mil pessoas que podem cair num golpe e que podem ter algum prejuízo financeiro e até prejuízos pessoais. A sua imagem pode ficar marcada e talvez você não consiga recuperá-la mais da forma que ela era antes”, explicou um professor de segurança cibernética. Tem um jeito simples para não cair no golpe. É só se lembrar que a Receita Federal não procura ninguém pelo computador. Qualquer pessoa que tenha pendências na declaração do Imposto de Renda, dívidas com o Leão ou um dinheiro para receber é sempre avisada pelos correios. Já o contribuinte pode falar com a Receita pelo computador, mas para isso é preciso entrar na página oficial do órgão, na internet. Por enquanto, nada de e-mail.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Fraudes se sofisticam e exigem mais cuidado em transações pela internet

Sem Comentários

15/05/2017

Os ciberataques iniciados na sexta-feira (12), e que já atingiram cerca de 150 países mostram que nem mesmo as grandes companhias estão imunes a crimes digitais. Para quem compra produtos ou faz transações financeiras pela internet, a recomendação de especialistas é redobrar o cuidado, pois golpes e fraudes têm se tornado cada vez mais sofisticados. “Uma característica comum às fraudes na internet é que elas envolvem temas do momento”, diz o presidente de uma empresa de segurança e tecnologia no Brasil. No início do ano, a empresa com sede na Eslováquia detectou um vírus disseminado por e-mail sobre os saques do FGTS. A mensagem, que prometia informar o calendário para retirada, roubava senhas bancárias por meio de um programa instalado no computador de quem baixasse o arquivo anexado. Características do e-mail, como o domínio (o que vem depois do símbolo @) e a identidade visual evidenciavam o golpe. A artimanha, porém, poderia enganar usuários menos experientes. Outro tipo de golpe que tem se tornado frequente é o da loja falsa. O diretor de marketing do site ‘Reclame Aqui’, afirma que há casos de golpistas que respondem reclamações de usuários, fraudam CNPJs e até contratam serviços de call center. “É fundamental que a vítima exponha isso de alguma maneira, para evitar que outros consumidores passem pela mesma situação”, diz. Quando um golpe digital é detectado, é necessário fazer um boletim de ocorrência. Quanto a ações na Justiça, o entendimento é de que o cliente deve ser amparado, porém cabe a ele ficar atento.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Diário de Pernambuco

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Hackers usam e-mails falsos para acessar dados de usuários do Google

Sem Comentários

04/05/2017

Após um grande número de pessoas reclamar nas redes sociais de terem suas contas hackeadas, o Google alertou seus usuários para que tomem cuidado com e-mails de contatos conhecidos pedindo-lhes para clicar em um link do Google Docs. A empresa informou nesta quarta-feira (03) que tomou medidas para proteger os usuários dos ataques: desativou contas ofensivas e removeu páginas mal-intencionadas. “Nossa equipe está trabalhando para evitar que este tipo de fraude aconteça novamente”, informou a empresa em um e-mail. Segundo especialistas em segurança que analisaram o esquema, usuários recebem por e-mail um pedido para clicar em um link para visualizar um documento do Google Docs e, sem saber, fornecem aos hackers acesso ao conteúdo de suas contas do Google, incluindo o correio de e-mail, contatos e documentos online. “Esta é uma situação muito séria para quem está infectado porque as vítimas têm suas contas controladas por alguém mal-intencionado”, disse um professor de segurança cibernética da Tandon School of Engineering da Universidade de Nova York. Ele afirmou que recebeu sete desses e-mails maliciosos em três horas na tarde de quarta-feira, uma indicação de que os hackers estavam usando um sistema automatizado para realizar os ataques. Ele disse não saber o objetivo do golpe, mas ressaltou que as contas comprometidas podem ser usadas para redefinir senhas de contas de bancos online ou dar acesso a informações financeiras.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Caiu num golpe de WhatsApp? Saiba o que fazer

Sem Comentários

24/04/2017

O WhatsApp tem se tornado o aplicativo favorito para que criminosos apliquem seus golpes de maneira mais rápida e eficaz. Afinal, com todo mundo com um smartphone na mão quase 24h por dia, as chances de aplicar um golpe bem sucedido são muito maiores do que num computador ou através de spams por email. Em um exemplo recente, uma campanha falsa prometendo vales-presente em uma rede de perfumaria e cosméticos afetou mais de 50 mil pessoas em 5 dias. O usuário era encaminhado para se cadastrar em sites maliciosos, que efetuam cobranças indevidas, ou a baixar aplicativos falsos, que podem infectar o smartphone e deixá-lo vulnerável a crimes e prejuízo financeiro. Quase todo mundo já recebeu alguma mensagem desse tipo em grupos compartilhados com familiares ou amigos. E se recebeu, provavelmente significa que a pessoa que enviou foi mais uma vítima de golpe e pode estar sujeita a sofrer ataques cibernéticos ou ver seus dados sendo capturados por cibercriminosos. Então, o que fazer se formos vítimas de tais esquemas fraudulentos? “Para tomar alguma medida, é preciso apurar que prejuízo você teve. Antigamente os golpes eram quase como uma molecagem, cujo objetivo era travar o sistema. Hoje a intenção é dar oportunidade para estelionatários se aproveitarem de dados de quem clicou no link”, explica um advogado. Dessa forma, preventivamente, é importante saber quais dados você leva no seu smartphone ou computador que podem ser usados para lhe prejudicar, uma vez que forem roubados. “Aplicativos de banco e informações pessoais, principalmente. O usuário deve entrar em contato com os operadores de cartão para mudar a senha, cancelar o cartão se for o caso e tomar medidas preventivas”, conta o advogado. Uma vez identificado o prejuízo – caso houver – informar a autoridade policial é a primeira medida, pois só eles podem solicitar à Justiça um rastreamento par saber quem aplicou o golpe. “Em muitos casos, o estelionatário se utiliza de várias fachadas para se esconder, e pode estar até fora do País. Nesses casos é necessário também avaliar se o fornecedor de serviços, como o banco por exemplo, não tomou medidas para prevenir uma movimentação estranha na minha conta”, afirma o advogado. Em algumas situações o usuário poderá recuperar seu prejuízo, em outras não. O advogado alerta: “a pessoa tem que estar atenta de qualquer forma. Se recebeu uma promoção, consultar o site oficial a empresa para saber se é verdadeira. Para o outro lado, vale a mesma ação: as empresas têm que informar imediatamente aos consumidores se algum boato de promoção em nome dela está sendo espalhado nas redes”.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Mundo Bit

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Quadrilha do CE e SP que fraudava internet banking levava vida de ostentação

Sem Comentários

16/04/2017

De acordo com a Polícia Federal, a quadrilha que roubou mais de R$ 7,5 milhões de clientes de internet banking de quatro bancos do país levava uma vida de luxo ostentando veículos, joias, viagens e imóveis adquiridos com dinheiro ganho ilicitamente. Um dos presos pela Polícia Federal morava em um apartamento de luxo na Avenida Beira-Mar, em Fortaleza, e exibia joias, relógios e carros caros nas redes sociais. Ele foi o principal alvo da ‘Operação Valentina’, deflagrada no dia 11 de abril pela Polícia Federal no Ceará. “A quadrilha é formada basicamente por jovens entre 25 e 30 anos. Eles utilizavam esse dinheiro em farras, viagens, ostentação”, explica o chefe da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários da Polícia Federal no Ceará. Na chegada ao apartamento do suspeito, os policiais foram ”recepcionados” pela cadela da raça golden retriever chamada Valentina, que acabou nomeando a operação. Treze pessoas foram presas e 25 mandados de busca e apreensão contra os investigados foram cumpridos na capital cearense e no estado de São Paulo. As investigações apontam que o grupo coletava dados bancários das vítimas por meio de mensagens de celular contendo softwares maliciosos. As fraudes, confirmadas pela investigação e pelas instituições financeiras, fizeram vítimas em todo território brasileiro e eram realizadas até mesmo no exterior. As investigações começaram a partir de informações prestadas pelos bancos. “O próprio banco nos repassava informações de invasões, de acessos indevidos, de tentativas de fraude e nós íamos registrando esses fatos e tentando mapear a quadrilha”. Segundo ele, 99% das fraudes ocorreram em contas de clientes de fora do Ceará, o que dificultaria a identificação das vítimas, na avaliação da quadrilha. Uma das vítimas, que prefere não se identificar, conta como se dava o golpe. Segundo ela, em janeiro recebeu uma mensagem no aplicativo do banco que havia sido ‘hackeado’. “E era justamente pedindo o número do meu telefone. Eu fui, alterei. Quando eu fui confirmar me pediram a senha de seis dígitos e coloquei a senha”. Perdeu R$ 12 mil. “Fizeram empréstimos em meu nome, saques na minha conta. Pagaram IPVA e transferiram dinheiro pra Fortaleza”, conta, ainda assustada. Com as informações, a quadrilha também conseguia invadir a linha telefônica da vítima. Isso com a ajuda de funcionários de empresas telefônicas que bloqueavam a linha para o titular e quando o banco tentava ligar para confirmar alguma movimentação suspeita, quem atendia era um membro da quadrilha. “Eu já não conseguia mais acessar o smartphone”, conta a vítima. “Funcionários das operadoras recebiam uma determinada quantia do grupo para bloquear o número de contato da vítima e habilitar esse número em um chip virgem do fraudador. De posse do número clonado o fraudador acessava a conta bancária, porque ele já tinha conseguido – através de um software malicioso – ter um acesso credencial bancário. Ele fazia esse acesso através do número de celular que já estava cadastrado no internet banking da instituição financeira”, explica o delegado. Em menos de um ano, o ressarcimento aos clientes já custou aos bancos R$ 7,5 milhões. Um especialista em segurança digital dá uma dica. Tão importante quanto ter ferramentas para navegar na internet é tomar um cuidado básico: parar e pensar antes de sair clicando em qualquer link. “A gente pode ter a melhor solução de segurança instalada, com as melhores configurações, bloqueando praticamente toda a comunicação, mas se a gente não tirar essa compulsão, não diminuir a velocidade desse clique, desse toque, a gente vai ser vítima de qualquer tipo de ataque”, alerta. Os investigados, na medida de suas participações, responderão pelos crimes de furto qualificado, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Anterior Próximo