Estas são as fraudes mais comuns no e-commerce em 2017

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05/09/2017

Um levantamento feito por uma empresa de segurança digital mostra quais são as fraudes mais comuns no comércio eletrônico da América Latina em 2017. A campeã é fraude de controle de conta, na qual o fraudador tem acesso a contas e cartões de crédito da vítima. O levantamento mostra que o segundo tipo de fraude mais comum é de afiliada, na qual “afiliadas que induzem estabelecimentos comerciais a pagar comissões não devidas”. Fechando o pódio do mal estão botnets. Nessa modalidade, os hackers assumem o controle de uma rede de computadores privada. Sem o conhecimento dos proprietários, os computadores são usados para “para roubar dados, enviar spam e permitir que criminosos acessem dispositivos”. A lista ainda mostra ataques como roubo de identidade, lavagem de dinheiro, phishing, entre outros. Veja abaixo o ranking de principais fraudes no comércio eletrônico na América Latina em 2017. As explicações de cada tipo de fraude são da empresa.

1. Fraude de controle de conta
“Forma de roubo de identidade em que o fraudador obtém acesso às contas bancárias ou ao cartão de crédito da vítima – por meio da violação de dados ou do uso de malware ou phishing – utilizando as informações para fazer transações não autorizadas.”

2. Fraude de afiliada
“Atividade fraudulenta gerada por uma afiliada na tentativa de gerar receita ilegítima; por exemplo, afiliadas que induzem estabelecimentos comerciais a pagar comissões não devidas.”

3. Botnets
“Rede privada de computadores infectados com um software malicioso. Esses computadores são controlados como um grupo, sem o conhecimento de seus proprietários; por exemplo, para roubar dados, enviar spam e permitir que criminosos acessem dispositivos.”

4. Teste de cartão
“Quando fraudadores usam as lojas on-line para testar informações do cartão de crédito que estão em seu poder. O objetivo é ‘testar’ os cartões para descobrir se eles foram bloqueados/cancelados, e se os limites de crédito foram atingidos.”

5. Fraude “limpa”
“Utiliza informações roubadas do cartão de crédito e, com grande quantidade de dados pessoais, os criminosos efetuam compras fazendo-se passar pelos verdadeiros portadores do cartão sem levantar suspeitas. Assim manipulam as transações para burlar as funcionalidades de detecção de fraude.”

6. Fraude “amigável”
“Ocorre quando o consumidor faz uma compra on-line usando seu próprio cartão de crédito e após receber o produto ou serviço, solicita o estorno ao banco emissor. Uma vez aprovado, o estorno cancela a transação financeira e o consumidor recebe de volta o montante gasto.”

7. Roubo de identidade
“Uso deliberado da identidade de outra pessoa, normalmente para obter vantagens financeiras, crédito e outros benefícios em seu nome.”

8. Lavagem de dinheiro
“Processo que oculta as origens de fundos obtidos ilegalmente, por transferências de recursos envolvendo bancos estrangeiros ou empresas legítimas. Isso faz com que fundos obtidos ilegalmente ou ‘dinheiro sujo’ pareçam legais ou ‘limpos’.”

9. Phishing/pharming/whaling
“São técnicas de engenharia social utilizadas para pessoas físicas, jurídicas ou empresas, ou para atraí-los para sites falsos na tentativa de obter informações como números de cartão de crédito, senhas bancárias e outros dados.”

10. Esquemas de triangulação
“Criminosos usam cartões de crédito roubados para comprar mercadorias arrematadas em leilões on-line ou adquiridas em sites de e-commerce. Em seguida, revendem essas mercadorias a clientes legítimos, que não estão envolvidos na fraude.”

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Fonte: Exame

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Fraudes no INSS geram rombo de R$ 5 bilhões aos cofres públicos em 15 anos

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31/08/2017

As fraudes no INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) provocaram um prejuízo de R$ 5,01 bilhões aos cofres públicos nos últimos 15 anos. Esses desvios foram identificados e levaram à prisão de 2.729 pessoas envolvidas nas fraudes. Entre os suspeitos detidos estavam 416 servidores do próprio instituto. A tarefa de investigar as fraudes no INSS é da Coinp (Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária), órgão da Secretaria de Previdência Social que atua em conjunto com a Polícia Federal, o Ministério Público Federal, INSS, Tribunal de Contas da União e a Advocacia-Geral da União. Em média, a força-tarefa faz 5,5 operações de investigação de fraudes na concessão de benefícios do INSS por mês. Essas apurações resultam, em média, em quatro suspeitos presos todos os meses por participação em crimes contra o instituto. Em entrevista, o secretário de Previdência Social explicou que é possível identificar uma mudança no perfil das fraudes e uma ação efetiva do governo no combate às irregularidades.

— Não há mais aquela situação de fraudes bilionárias de difícil recuperação. Hoje as ocorrências são regionalizadas e focadas em grupos específicos de benefícios, que geralmente não dependem da comprovação de um período longo de vínculo contributivo. De positivo, temos que o combate está mais eficiente e consegue detectar a tipologia das fraudes, que evoluiu ao longo do tempo.

Desde janeiro, já foram feitas 44 operações e flagrantes de fraudes. Um levantamento da Secretaria de Previdência apontou que, se não fossem descobertas, as concessões fraudulentas de 2017 representariam uma despesa total de R$ 153,5 milhões. O estudo considera o valor acumulado mensalmente da fraude, considerando a expectativa média de vida do segurado.

— O cancelamento dos benefícios e a prisão dos suspeitos de fraude é um processo contínuo. Assim como existe o aprimoramento dos procedimentos de concessão, também há a evolução dos métodos dos fraudadores. Também são respeitados, amplamente, o direito de defesa dos suspeitos.

Outro foco de trabalho da secretaria é a recuperação dos valores desviados.

— Não é um procedimento fácil, [porque] existem várias etapas processuais e a outra parte pode recorrer. Queremos envolver ainda mais a Advocacia-Geral da União para que os cofres públicos sejam ressarcidos.

Golpes comuns

Nem sempre o alvo principal dos golpistas é a concessão de um benefício irregular. A Secretária de Previdência Social identificou um aumento nas reclamações de segurados dizendo que receberam ligações da Previdência, relata o secretário.

— O INSS não liga para ninguém. As informações e orientações são dadas pela central de atendimento 135. Lá o segurado encontra todas as informações oficiais. Além disso, todos os serviços do INSS são gratuitos.

A abordagem dos fraudadores costuma acontecer da seguinte forma: os criminosos entram em contato, por telefone, com segurados e se identificam como integrantes do CNP (Conselho Nacional de Previdência). Depois, oferecem algum tipo de benefício. Afirmam que o aposentado ou pensionista teria direito a receber valores atrasados, geralmente, grandes quantias de dinheiro. Na sequência, pedem que entrem em contato com eles por meio de um número de telefone. Quando o cidadão faz a ligação, os fraudadores pedem que informem dados pessoais e solicitam o depósito de determinada quantia em uma conta bancária, para liberar um pagamento que não existe. A subsecretária de Gestão da Previdência orienta para não cair no golpe.

— A principal dica é não se deixar levar pela conversa dos golpistas. Algumas vezes eles também dizem que são da auditoria do INSS e que há um valor alto para resgatar. Esse tipo de ligação nunca é do INSS. O atendimento é feito na rede de agências e pelo 135 apenas.

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Fonte: R7

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Golpe da falsa carta de crédito preocupa Procon de Patos de Minas

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24/08/2017

Em Patos de Minas, o antigo golpe da falsa carta de crédito volta a gerar prejuízo. O Procon municipal alerta à população e pede que, em caso de dúvidas, o órgão seja consultado. Em entrevista, o coordenador do Procon explicou como o golpe funciona. “Trata-se de uma promessa de empréstimos e financiamentos, que são ofertados, normalmente, aqueles com restrição no nome. Entretanto, é um golpe onde são roubadas informações pessoais”, explicou o coordenador. A maior parte dos golpistas está nas redes sociais. Muitos espalham comunicados pelas redes, prometendo crédito falso, com condições facilitadas. É nesse momento que o consumidor precisa ficar atento, para não ser enganado. O coordenador explica que os casos mais comuns de estelionato nasceram na internet. Caso o consumidor seja apanhado pelos golpistas, será difícil conseguir o ressarcimento, pois a prática é considerada crime de estelionato. “É uma questão um pouco mais complexa, pois ela não envolve apenas a relação de consumo, ela envolve o direito penal. É um crime. Quando esse caso chega ao Procon, orientamos que seja feito um boletim de ocorrências”, disse.

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Fonte: Patos Agora

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Golpistas utilizam a internet para roubar dados

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21/08/2017

A cada 16,8 segundos, uma tentativa de fraude é aplicada no país. Só de janeiro a maio, o Brasil acusou 782.244 tentativas de golpes, segundo o Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraude. É preciso estar atento, porque os criminosos estão cada vez mais ousados e a internet pode ser uma forte aliada no roubo de dados. Assim que viu o boleto no e-mail, uma empresária imprimiu e efetuou o pagamento. Só depois, ao receber a cobrança, percebeu que havia caído em um golpe. “É um pagamento que efetuo mensalmente e estava tudo certinho, os valores que costumo pagar, os dados da minha empresa”, conta. No mês passado, em Paranaíba, um agente de saúde pública foi vítima de estelionato ao realizar uma compra via internet no valor de R$ 866. A vítima entrou no site de uma loja de departamentos e realizou uma compra à vista. Após o pagamento do boleto, recebeu um e-mail da suposta empresa com a confirmação do pedido, mas não recebeu nenhum e-mail da confirmação do pagamento e como nunca o produto chegava, desconfiou. Em contato com o SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente), o agente foi informado pela atendente que não constava nenhuma compra em seu nome. Ainda em julho, a Polícia Militar de Três Lagoas prendeu um homem acusado de praticar estelionatos na internet. Segundo a PM, o rapaz aplicou pelo menos dois golpes no ano de 2014. Um professor de tecnologia explica que existem 75 milhões de links maliciosos na internet. E esse número aumenta 5% todos os meses. “Esses links te levam para algum servidor que faz um download de um software capaz de registrar tudo que você digita, seja no computar ou no celular. Por isso é possível copiar alguns dados, como senhas”, explica.  Alguns cuidados são fundamentais para evitar ser vítima desses golpes. “Existem alguns sites que fazem a verificação desses links. Você digita e o link e ele te dá o grau de risco desse site. Outra dica é ter um antivírus”, completa.

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Fonte: JPNews

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Fraudes no e-commerce impulsionam a procura por soluções com certificação de segurança

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10/08/2017

Se proteger de ataques de hackers e vazamentos de informações tornou-se um dos maiores desafios do varejo online. Nos últimos dias, uma lista com mais de 360 logins e senhas de usuários de grandes marcas de e-commerce do Brasil supostamente foi divulgada na internet por um site de armazenamento e compartilhamento de textos. Diante de situações como essa, cresce a procura por soluções inteligentes que defendam as lojas virtuais e seus consumidores de fraudes. De acordo com o chefe de uma empresa brasileira de cloud commerce, há alguns cuidados básicos que os usuários podem ter para se proteger. “Muitos consumidores acabam usando as mesmas senhas em todos os sites onde possuem contas. Essa prática não é recomendável, pois se uma dessas plataformas tiver um problema de segurança, o usuário fica vulnerável em todas as outras” explica. Uma dica importante para o varejista é conhecer o panorama de segurança do mercado online e se antecipar aos ataques, com soluções eficientes como softwares, programas e plataformas de outsourcing de tecnologia. Além disso, é recomendado criptografar os dados confidenciais dos clientes com TLS e o SSL, protocolos de segurança da comunicação que tornam impossível a leitura e podem ser desembaralhados dentro do servidor com posse da chave privada gerada pelo sistema. Uma das formas mais comuns de golpe no comércio virtual é o phishing. O nome faz referência à palavra em inglês para pescaria. Nessa modalidade de fraude, o hacker joga uma isca no formato de mensagem de correio eletrônico, com alguma promoção ou indicação de necessidade de recadastramento, levando a uma página que imita o site original e solicita login e senha. “Dessa maneira, o próprio usuário entrega seus dados voluntariamente e o hacker armazena essas informações. Depois dessa etapa, geralmente a página exibe uma mensagem de erro e redireciona o usuário à página original. Dessa forma, a vítima nem percebe o golpe”, diz o especialista.

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Fonte: E-commerce Brasil

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Não reconhece uma compra feita em seu cartão de crédito? Saiba o que fazer

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27/07/2017

Pesquisas recentes revelam que mais de 30% dos brasileiros já foram vítimas desse tipo de crime nos últimos anos, e o Brasil está na lista dos 10 países onde mais acontecem fraudes envolvendo cartões de crédito e débito em todo o mundo. E, se você identificou uma compra que você não fez na fatura do seu cartão, é possível que você tenha sido a mais nova vítima de uma fraude do tipo. É possível que seu cartão tenha sido clonado, ou, ainda, que os seus dados tenham sido roubados por meio de alguma transação realizada na internet. Isso porque os cibercriminosos costumam usar arquivos maliciosos, como malwares, que ficam instalados no computador dos usuários de prontidão para obter os dados de seu cartão assim que você faz uma compra online.

Direitos do consumidor

Uma vez que a administradora do cartão é a responsável pela segurança das transações, o consumidor que for lesado por algum tipo de fraude tem o direito de pedir que aquela compra seja suspensa e o valor devolvido. Já caso a cobrança tenha sido feita mesmo com a reclamação, o usuário tem o direito de pedir que o valor seja devolvido em dobro — e isso é garantido por lei, mesmo que o consumidor não tenha adquirido o seguro contra perda e roubo.

O que fazer?

Bom, ao confirmar que seu cartão foi mesmo usado para uma compra que você não fez, é imperativo que você ligue para a instituição financeira, peça a análise daquela transação e imediatamente bloqueie o seu cartão. Dessa forma, enquanto é feita a análise, o criminoso que estiver em posse de seus dados fica impedido de fazer novas compras em seu nome. A administradora do cartão costuma fazer essa análise em alguns dias, estornado o valor da compra indevida antes do pagamento da fatura. Mas, caso a fatura já tenha sido paga, esse valor deve vir abatido no pagamento do mês seguinte. Como as transações foram feitas em cartão de crédito, não existe a devolução em dinheiro. O outro passo é a abertura de um boletim de ocorrência em uma delegacia. Isso não é obrigatório, e o banco ressarce o valor mesmo sem o B.O, mas registrar com a polícia que você foi vítima desse crime ajuda as autoridades a não somente investigarem o caso, como, também, a atualizarem as estatísticas de crimes financeiros no país.

Dicas de ouro

Um cartão pode ser clonado fisicamente sem que você perceba ao ser passado em máquinas falsas em estabelecimentos comerciais por aí. Você acredita que fez uma compra como qualquer outra, mas, na verdade, aquela máquina conseguiu copiar os dados do seu cartão, fornecendo-os aos criminosos. Também há a modalidade virtual da fraude, mas você pode tomar alguns cuidados para se proteger o quanto puder:

  • Ao comprar em lojas físicas, não perca o seu cartão de vista. Sabe quando você está em um posto de gasolina, dentro do carro, e dá o cartão para o funcionário passá-lo na maquininha lá no escritório? Se assim o fizer, você não pode saber se ele está mesmo usando uma máquina real, ou um leitor ilegal. Mesmo que seja inconveniente, o certo é que a máquina seja trazida para você, ou que você saia do carro e se dirija ao local onde está a máquina;
  • Além disso, sempre que possível prefira você mesmo passar o cartão na máquina, não colocando-o nas mãos do vendedor. Algumas lojas, como restaurantes em praças de alimentação, já têm como regra pedir para que o cliente coloque o cartão na maquininha por conta própria;
  • Mantenha seu computador com antivírus sempre atualizado. Arquivos maliciosos podem estar instalados em sua máquina de prontidão para quando você fizer uma compra online;
  • Não digite os dados de seu cartão em lojas que não parecem ser confiáveis. Na dúvida, opte pelo pagamento via boleto bancário;
  • Preste atenção às URLs das páginas quando estiver em uma loja virtual, para não cair no golpe do phishing. Esse crime é caracterizado por direcionar o usuário a uma página falsa, que é muito parecida com a verdadeira, mas que costuma ter caracteres um pouco diferentes do link original em sua barra de endereços;
  • Nunca digite os dados de seu cartão em computadores públicos, como os de bibliotecas, universidades e lan houses, e também não confie em máquinas e smartphones de terceiros para comprar online;
  • Fique sempre de olho em sua fatura, e não se lembre de conferi-la somente na hora de pagar. Hoje em dia, os bancos e administradoras de cartões oferecem aplicativos para celular que enviam uma notificação sempre que uma compra for feita, e, com isso, você consegue descobrir imediatamente a fraude e resolver o problema o mais rápido possível.

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Fonte: Canal Tech

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Brasil tem uma tentativa de fraude a cada 16,8 segundos, diz Serasa

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25/07/2017

Nesta terça-feira (25), conforme dados divulgados pela Serasa, o Brasil registrou 782.244 tentativas de fraude entre janeiro e maio deste ano, o equivalente a uma ocorrência a cada 16,8 segundos. O segmento de telefonia foi o mais visado, com 38,6% dos casos. Neste tipo de golpe, os criminosos usam indevidamente os dados de consumidores para abrir contas de celulares ou comprar aparelhos. No segmento de telefonia, o golpe é uma “porta de entrada” para outras fraudes de maior valor. Os golpistas costumam comprar telefones para ganhar um comprovante de residência e, assim, abrir contas em bancos para pegar talões de cheque, pedir cartões de crédito e fazer empréstimos bancários em nome de outras pessoas.

Nome sujo

Uma analista de recursos humanos está com o nome sujo desde o começo do ano por causa deste tipo de crime. Ela recebeu um e-mail de uma loja onde faz compras com uma nota fiscal de um aparelho celular que custou em torno de R$ 1.500. “Achei estranho que eu não tinha feito nenhuma compra naquela loja. Então liguei pra lá pra poder dizer que se tratava de engano e realmente fizeram uma compra numa loja física em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, num local onde nunca estive na minha vida”, conta. Essa não foi a única compra feita em nome da vítima naquele endereço. Ela passou a receber as faturas de mais cinco linhas telefônicas que nunca contratou, algumas passavam de R$ 2 mil. O endereço das faturas emitidas no nome dela, que mora na zona norte de São Paulo, coincide com uma rua de terra na zona rural do Mato Grosso do Sul. O autor da fraude chegou a assinar pessoalmente um dos contratos com uma letra bem diferente da assinatura original da mulher. Enquanto as empresas não se convencem do crime, ela – que está desempregada – não consegue tomar empréstimos e está sendo prejudicada nas seleções de trabalho. “Como eu sou da área de recursos humanos, trabalho com folha de pagamento, muitas empresas têm o procedimento de consultar pra ver se não tem o nome sujo. E aí, conforme algumas constam, aí eu perco oportunidade. Então além de distribuir currículo eu tô distribuindo boletim de ocorrência e contestação de compras para poder comprovar que eu de fato não devo nada”, diz.

Segmentos mais visados

Depois da telefonia, o setor de serviços foi o segundo mais afetado, com 29,8% das tentativas de fraude. Em terceiro lugar estão os bancos e financeiras com 23,9% de participação, seguidos do varejo, com 47.452 tentativas e participação de 6,1%. Os demais segmentos representaram 1,6% do total. Em maio deste ano, 164.988 tentativas de fraude foram aplicadas em todos os segmentos, o que representa um aumento de 19,7% em relação a abril do mesmo ano, quando o indicador apontou 137.856 tentativas. Na comparação de maio de 2017 x maio 2016, o crescimento nas tentativas foi de 12,3%.

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Fonte: G1

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