Golpe da falsa carta de crédito preocupa Procon de Patos de Minas

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24/08/2017

Em Patos de Minas, o antigo golpe da falsa carta de crédito volta a gerar prejuízo. O Procon municipal alerta à população e pede que, em caso de dúvidas, o órgão seja consultado. Em entrevista, o coordenador do Procon explicou como o golpe funciona. “Trata-se de uma promessa de empréstimos e financiamentos, que são ofertados, normalmente, aqueles com restrição no nome. Entretanto, é um golpe onde são roubadas informações pessoais”, explicou o coordenador. A maior parte dos golpistas está nas redes sociais. Muitos espalham comunicados pelas redes, prometendo crédito falso, com condições facilitadas. É nesse momento que o consumidor precisa ficar atento, para não ser enganado. O coordenador explica que os casos mais comuns de estelionato nasceram na internet. Caso o consumidor seja apanhado pelos golpistas, será difícil conseguir o ressarcimento, pois a prática é considerada crime de estelionato. “É uma questão um pouco mais complexa, pois ela não envolve apenas a relação de consumo, ela envolve o direito penal. É um crime. Quando esse caso chega ao Procon, orientamos que seja feito um boletim de ocorrências”, disse.

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Fonte: Patos Agora

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Golpistas utilizam a internet para roubar dados

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21/08/2017

A cada 16,8 segundos, uma tentativa de fraude é aplicada no país. Só de janeiro a maio, o Brasil acusou 782.244 tentativas de golpes, segundo o Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraude. É preciso estar atento, porque os criminosos estão cada vez mais ousados e a internet pode ser uma forte aliada no roubo de dados. Assim que viu o boleto no e-mail, uma empresária imprimiu e efetuou o pagamento. Só depois, ao receber a cobrança, percebeu que havia caído em um golpe. “É um pagamento que efetuo mensalmente e estava tudo certinho, os valores que costumo pagar, os dados da minha empresa”, conta. No mês passado, em Paranaíba, um agente de saúde pública foi vítima de estelionato ao realizar uma compra via internet no valor de R$ 866. A vítima entrou no site de uma loja de departamentos e realizou uma compra à vista. Após o pagamento do boleto, recebeu um e-mail da suposta empresa com a confirmação do pedido, mas não recebeu nenhum e-mail da confirmação do pagamento e como nunca o produto chegava, desconfiou. Em contato com o SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente), o agente foi informado pela atendente que não constava nenhuma compra em seu nome. Ainda em julho, a Polícia Militar de Três Lagoas prendeu um homem acusado de praticar estelionatos na internet. Segundo a PM, o rapaz aplicou pelo menos dois golpes no ano de 2014. Um professor de tecnologia explica que existem 75 milhões de links maliciosos na internet. E esse número aumenta 5% todos os meses. “Esses links te levam para algum servidor que faz um download de um software capaz de registrar tudo que você digita, seja no computar ou no celular. Por isso é possível copiar alguns dados, como senhas”, explica.  Alguns cuidados são fundamentais para evitar ser vítima desses golpes. “Existem alguns sites que fazem a verificação desses links. Você digita e o link e ele te dá o grau de risco desse site. Outra dica é ter um antivírus”, completa.

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Fonte: JPNews

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Fraudes no e-commerce impulsionam a procura por soluções com certificação de segurança

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10/08/2017

Se proteger de ataques de hackers e vazamentos de informações tornou-se um dos maiores desafios do varejo online. Nos últimos dias, uma lista com mais de 360 logins e senhas de usuários de grandes marcas de e-commerce do Brasil supostamente foi divulgada na internet por um site de armazenamento e compartilhamento de textos. Diante de situações como essa, cresce a procura por soluções inteligentes que defendam as lojas virtuais e seus consumidores de fraudes. De acordo com o chefe de uma empresa brasileira de cloud commerce, há alguns cuidados básicos que os usuários podem ter para se proteger. “Muitos consumidores acabam usando as mesmas senhas em todos os sites onde possuem contas. Essa prática não é recomendável, pois se uma dessas plataformas tiver um problema de segurança, o usuário fica vulnerável em todas as outras” explica. Uma dica importante para o varejista é conhecer o panorama de segurança do mercado online e se antecipar aos ataques, com soluções eficientes como softwares, programas e plataformas de outsourcing de tecnologia. Além disso, é recomendado criptografar os dados confidenciais dos clientes com TLS e o SSL, protocolos de segurança da comunicação que tornam impossível a leitura e podem ser desembaralhados dentro do servidor com posse da chave privada gerada pelo sistema. Uma das formas mais comuns de golpe no comércio virtual é o phishing. O nome faz referência à palavra em inglês para pescaria. Nessa modalidade de fraude, o hacker joga uma isca no formato de mensagem de correio eletrônico, com alguma promoção ou indicação de necessidade de recadastramento, levando a uma página que imita o site original e solicita login e senha. “Dessa maneira, o próprio usuário entrega seus dados voluntariamente e o hacker armazena essas informações. Depois dessa etapa, geralmente a página exibe uma mensagem de erro e redireciona o usuário à página original. Dessa forma, a vítima nem percebe o golpe”, diz o especialista.

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Fonte: E-commerce Brasil

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Não reconhece uma compra feita em seu cartão de crédito? Saiba o que fazer

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27/07/2017

Pesquisas recentes revelam que mais de 30% dos brasileiros já foram vítimas desse tipo de crime nos últimos anos, e o Brasil está na lista dos 10 países onde mais acontecem fraudes envolvendo cartões de crédito e débito em todo o mundo. E, se você identificou uma compra que você não fez na fatura do seu cartão, é possível que você tenha sido a mais nova vítima de uma fraude do tipo. É possível que seu cartão tenha sido clonado, ou, ainda, que os seus dados tenham sido roubados por meio de alguma transação realizada na internet. Isso porque os cibercriminosos costumam usar arquivos maliciosos, como malwares, que ficam instalados no computador dos usuários de prontidão para obter os dados de seu cartão assim que você faz uma compra online.

Direitos do consumidor

Uma vez que a administradora do cartão é a responsável pela segurança das transações, o consumidor que for lesado por algum tipo de fraude tem o direito de pedir que aquela compra seja suspensa e o valor devolvido. Já caso a cobrança tenha sido feita mesmo com a reclamação, o usuário tem o direito de pedir que o valor seja devolvido em dobro — e isso é garantido por lei, mesmo que o consumidor não tenha adquirido o seguro contra perda e roubo.

O que fazer?

Bom, ao confirmar que seu cartão foi mesmo usado para uma compra que você não fez, é imperativo que você ligue para a instituição financeira, peça a análise daquela transação e imediatamente bloqueie o seu cartão. Dessa forma, enquanto é feita a análise, o criminoso que estiver em posse de seus dados fica impedido de fazer novas compras em seu nome. A administradora do cartão costuma fazer essa análise em alguns dias, estornado o valor da compra indevida antes do pagamento da fatura. Mas, caso a fatura já tenha sido paga, esse valor deve vir abatido no pagamento do mês seguinte. Como as transações foram feitas em cartão de crédito, não existe a devolução em dinheiro. O outro passo é a abertura de um boletim de ocorrência em uma delegacia. Isso não é obrigatório, e o banco ressarce o valor mesmo sem o B.O, mas registrar com a polícia que você foi vítima desse crime ajuda as autoridades a não somente investigarem o caso, como, também, a atualizarem as estatísticas de crimes financeiros no país.

Dicas de ouro

Um cartão pode ser clonado fisicamente sem que você perceba ao ser passado em máquinas falsas em estabelecimentos comerciais por aí. Você acredita que fez uma compra como qualquer outra, mas, na verdade, aquela máquina conseguiu copiar os dados do seu cartão, fornecendo-os aos criminosos. Também há a modalidade virtual da fraude, mas você pode tomar alguns cuidados para se proteger o quanto puder:

  • Ao comprar em lojas físicas, não perca o seu cartão de vista. Sabe quando você está em um posto de gasolina, dentro do carro, e dá o cartão para o funcionário passá-lo na maquininha lá no escritório? Se assim o fizer, você não pode saber se ele está mesmo usando uma máquina real, ou um leitor ilegal. Mesmo que seja inconveniente, o certo é que a máquina seja trazida para você, ou que você saia do carro e se dirija ao local onde está a máquina;
  • Além disso, sempre que possível prefira você mesmo passar o cartão na máquina, não colocando-o nas mãos do vendedor. Algumas lojas, como restaurantes em praças de alimentação, já têm como regra pedir para que o cliente coloque o cartão na maquininha por conta própria;
  • Mantenha seu computador com antivírus sempre atualizado. Arquivos maliciosos podem estar instalados em sua máquina de prontidão para quando você fizer uma compra online;
  • Não digite os dados de seu cartão em lojas que não parecem ser confiáveis. Na dúvida, opte pelo pagamento via boleto bancário;
  • Preste atenção às URLs das páginas quando estiver em uma loja virtual, para não cair no golpe do phishing. Esse crime é caracterizado por direcionar o usuário a uma página falsa, que é muito parecida com a verdadeira, mas que costuma ter caracteres um pouco diferentes do link original em sua barra de endereços;
  • Nunca digite os dados de seu cartão em computadores públicos, como os de bibliotecas, universidades e lan houses, e também não confie em máquinas e smartphones de terceiros para comprar online;
  • Fique sempre de olho em sua fatura, e não se lembre de conferi-la somente na hora de pagar. Hoje em dia, os bancos e administradoras de cartões oferecem aplicativos para celular que enviam uma notificação sempre que uma compra for feita, e, com isso, você consegue descobrir imediatamente a fraude e resolver o problema o mais rápido possível.

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Fonte: Canal Tech

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Brasil tem uma tentativa de fraude a cada 16,8 segundos, diz Serasa

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25/07/2017

Nesta terça-feira (25), conforme dados divulgados pela Serasa, o Brasil registrou 782.244 tentativas de fraude entre janeiro e maio deste ano, o equivalente a uma ocorrência a cada 16,8 segundos. O segmento de telefonia foi o mais visado, com 38,6% dos casos. Neste tipo de golpe, os criminosos usam indevidamente os dados de consumidores para abrir contas de celulares ou comprar aparelhos. No segmento de telefonia, o golpe é uma “porta de entrada” para outras fraudes de maior valor. Os golpistas costumam comprar telefones para ganhar um comprovante de residência e, assim, abrir contas em bancos para pegar talões de cheque, pedir cartões de crédito e fazer empréstimos bancários em nome de outras pessoas.

Nome sujo

Uma analista de recursos humanos está com o nome sujo desde o começo do ano por causa deste tipo de crime. Ela recebeu um e-mail de uma loja onde faz compras com uma nota fiscal de um aparelho celular que custou em torno de R$ 1.500. “Achei estranho que eu não tinha feito nenhuma compra naquela loja. Então liguei pra lá pra poder dizer que se tratava de engano e realmente fizeram uma compra numa loja física em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, num local onde nunca estive na minha vida”, conta. Essa não foi a única compra feita em nome da vítima naquele endereço. Ela passou a receber as faturas de mais cinco linhas telefônicas que nunca contratou, algumas passavam de R$ 2 mil. O endereço das faturas emitidas no nome dela, que mora na zona norte de São Paulo, coincide com uma rua de terra na zona rural do Mato Grosso do Sul. O autor da fraude chegou a assinar pessoalmente um dos contratos com uma letra bem diferente da assinatura original da mulher. Enquanto as empresas não se convencem do crime, ela – que está desempregada – não consegue tomar empréstimos e está sendo prejudicada nas seleções de trabalho. “Como eu sou da área de recursos humanos, trabalho com folha de pagamento, muitas empresas têm o procedimento de consultar pra ver se não tem o nome sujo. E aí, conforme algumas constam, aí eu perco oportunidade. Então além de distribuir currículo eu tô distribuindo boletim de ocorrência e contestação de compras para poder comprovar que eu de fato não devo nada”, diz.

Segmentos mais visados

Depois da telefonia, o setor de serviços foi o segundo mais afetado, com 29,8% das tentativas de fraude. Em terceiro lugar estão os bancos e financeiras com 23,9% de participação, seguidos do varejo, com 47.452 tentativas e participação de 6,1%. Os demais segmentos representaram 1,6% do total. Em maio deste ano, 164.988 tentativas de fraude foram aplicadas em todos os segmentos, o que representa um aumento de 19,7% em relação a abril do mesmo ano, quando o indicador apontou 137.856 tentativas. Na comparação de maio de 2017 x maio 2016, o crescimento nas tentativas foi de 12,3%.

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Fonte: G1

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Após atualização de segurança do banco, advogado tem R$ 4 mil desviados da conta

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20/07/2017

Após atualizar um dispositivo de segurança do aplicativo do banco, um advogado diz que teve R$ 4.472 desviados da conta bancária. O valor foi usado, sem o conhecimento e a autorização dele, para o pagamento de um tributo no Espírito Santo. O homem afirma que foi vítima de um golpe e registrou um boletim de ocorrência por estelionato. Ele também notificou o banco, que lhe devolveu o dinheiro e instaurou uma apuração interna para descobrir de que forma a senha dele foi obtida. Em nota, o banco informou que a situação foi resolvida e que disponibiliza aos clientes mecanismos de segurança para realizarem transações financeiras, assim como os orienta a adotar práticas como não fornecer dados em ligações, e-mails e SMS. “É até irônico acontecer isso comigo, porque sou professor de direito e costumo orientar as pessoas para que isso não aconteça com elas. Nunca pensei que pudesse acontecer comigo”, diz o advogado, destacando que utiliza ferramentas digitais do banco há quase 20 anos.

O caso

O advogado conta que estava utilizando o aplicativo oficial do banco, quando recebeu uma mensagem na própria ferramenta, solicitando uma posição de senha no cartão usado para validar as transações nos canais digitais, o chamado token. Ele diz que considerou o procedimento comum e seguro, afinal, estava no software da empresa. Na última terça-feira (18), quando acessou o site do banco pelo computador pessoal, recebeu a mesma notificação e, mais uma vez, validou o cartão. Em seguida, o advogado recebeu uma mensagem no celular informando sobre uma transação bancária de R$ 4.472 – o valor foi usado no pagamento de um imposto no estado do Espírito Santo. “De alguma maneira, alguém conseguiu furar a segurança do banco, não sei se pelo aplicativo ou pelo site. É um golpe que qualquer um pode cair porque a gente está dentro do site do banco, dentro do aplicativo e eles pedem um dado que é corriqueiro”, afirma. O advogado registrou um boletim de ocorrência e também procurou a ouvidoria do banco. Segundo ele, a instituição está investigando de que forma a segurança do aplicativo foi violada. Ele diz ainda que ficou surpreso com a forma de agir dos suspeitos. “Fica um alerta de muito cuidado mesmo, porque é um golpe que 99% das pessoas cairiam. Não foi uma falta de cuidado. Houve mesmo uma invasão, ou do aplicativo, ou do site do banco, e acabou provocando esse problema”, afirma.

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Fonte: G1

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Confira dicas para não ser enganado por boleto falso

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12/07/2017

As compras online são cada vez mais parte da vida do brasileiro. O setor não para de crescer. Após fechar 2016 com R$44,4 bilhões de faturamento, a previsão é que o varejo eletrônico cresça 12% em 2017, faturando quase R$50 bilhões. É preciso ficar atento para não cair em ciladas na hora de comprar pela internet, especialmente no caso dos boletos bancários, segundo meio de pagamento favorito do brasileiro, atrás apenas dos cartões de crédito, e um dos principais alvos dos criminosos. Segundo a Febraban, os golpes em boletos somaram mais de R$380 milhões em 2016. Neste ano, novas regras de registro dos boletos devem dificultar as fraudes, mas, como as mudanças serão graduais, abordando primeiro documentos de alto valor (acima de R$50 mil), algumas orientações foram reunidas para ajudar o consumidor a pagar suas contas de forma segura:

Fique atento aos números do boleto

Pagar boletos tornou-se algo corriqueiro, feito sempre com pressa. Entretanto, uma leitura atenta do documento pode prevenir muitas fraudes, já que a grande maioria contém diversos erros, inclusive nos dígitos verificadores, que ficam no topo do boleto. Uma das formas de identificar uma fraude por meio da sequência de números é ficar atento ao código da instituição bancária emissora, que aparece à direita do logo do banco e nos primeiros três dígitos da linha digitável. Caso os dois números não sejam iguais ou o código não seja o mesmo do banco emissor, o boleto foi falsificado. Outra informação presente nesse código é o valor a ser pago. Os dez últimos dígitos indicam sempre o valor do documento, sem descontos. Logo, se o valor da conta for R$350,00, os últimos dígitos serão 0000035000. Se algum desses dados não bater, não pague o boleto e procure orientação da empresa fornecedora do serviço a ser pago e do banco.

Tome cuidado com a internet

Muitos brasileiros têm seus computadores infectados por vírus sem saber; 5% de todos os PCs que acessam o Internet Banking são infectados. Isso significa que mais de 2,5 milhões de computadores fizeram download de arquivos maliciosos. Um dos principais vírus é da família Banker, que altera o código de barras dos boletos como uma forma de desviar os pagamentos. Como o golpe não altera a data e o valor do documento, costuma passar desapercebido. Para não cair nessa cilada, é crucial estar sempre com um antivírus instalado em sua máquina, além de ter navegadores e aplicativos, como o Java e Flash, atualizados. Além disso, evite gerar boletos em computadores e redes Wi-Fi públicas, uma vez que o risco de invasão e ataque de hackers nesse ambiente é sempre muito maior.

Seja sempre desconfiado

Nos últimos tempos, tem se tornado cada vez mais comum o envio de boletos falsos pelo correio. Golpes de contas de cartão crédito, e até de IPVA, já são conhecidos do brasileiro. Mas o perigo também existe com arquivos enviados por e-mail. Ao receber mensagens com anexos, links e outros dados suspeitos, faça questão de entrar em contato com o remetente da mensagem e checar se as informações recebidas são verdadeiras. Por último, sempre mantenha cópias dos boletos pagos, sejam eles impressos ou online. No caso de ser vítima de algum golpe, os documentos serão necessários para a abertura de boletim de ocorrência.

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Fonte: A Crítica

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