Nova fraude causa prejuízo bilionário com títulos públicos falsos

Sem Comentários

11/01/2018

A Receita Federal vai intensificar as ações de combate a fraudes que usam títulos públicos falsos ou prescritos como crédito para abater o pagamento de tributos devidos ao Fisco. O órgão já detectou a falsa compensação de R$ 8 bilhões em tributos, um dinheiro que é de difícil recuperação, reconhece o coordenador-geral de Fiscalização. A Receita também já conseguiu mapear pelo menos R$ 50 bilhões em supostos títulos públicos registrados em cartórios brasileiros pelos maiores grupos que atuam nesse tipo de fraude. O valor dá uma dimensão do tamanho do dano potencial às contas públicas no futuro, caso a prática não seja coibida. O registro em cartório é uma estratégia empregada para criar uma “cortina de boa-fé” para os papéis falsos e ganhar a confiança dos compradores dos créditos, que são “podres”. A Receita Federal criou um grupo de trabalho com o Ministério Público Federal e a Polícia Federal para intensificar as fiscalizações e coibir o avanço dessas organizações. A ação já identificou pelo menos oito grandes grupos que praticam esse tipo de fraude no Brasil. Eles atuam como intermediários entre os contribuintes e a Receita, vendendo os supostos créditos tributários para abater a dívida e cobrando um porcentual de comissão sobre o “desconto” obtido. Para convencer os contribuintes, em sua maioria de médio e pequeno porte, esses grupos forjam laudos e pareceres para dar roupagem legal às operações. Em documento obtido pela Receita, um suposto perito atestou que um título da dívida externa brasileira, emitido em 1903 com valor de face de 100 libras, valeria hoje R$ 1,44 bilhão. Há casos identificados em que pareceres do Tesouro Nacional também foram falsificados para sustentar a regularidade da transação. “Não existe meio lícito para quitar tributo com título público”, ressalta Campos. O Fisco hoje tem mais de 500 apurações em curso para identificar e cobrar contribuintes que usaram o expediente para pagar menos imposto. Quem fizer a autorregularização paga menos multa. Quem esperar a autuação pode ser penalizado com multa de até 225%. O coordenador-geral admite, porém, que é difícil reverter o prejuízo já causado até agora aos cofres da União. Alguns contribuintes muitas vezes são ludibriados pelos fraudadores, para quem fazem os pagamentos, e acabam acumulando uma dívida vultosa. A Receita agora pretende intensificar as fiscalizações para evitar que a perda de R$ 8 bilhões fique ainda maior.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Gazeta do Povo

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Polícia investiga homem suspeito de se passar por fiscal da Receita Federal para aplicar golpe de R$ 2 milhões

Sem Comentários

20/12/2017

A Polícia Civil investiga um golpe aplicado no Paraná e em Santa Catarina que pode chegar a R$ 2 milhões. Segundo a Delegacia de Estelionato de Curitiba, um homem de 64 anos se passava por fiscal da Receita Federal e anunciava na internet a venda de produtos apreendidos. Ele recebia o dinheiro, mas não entregava nada. A delegada responsável afirmou nesta quarta-feira (20) que dez pessoas registraram boletim de ocorrência, relatando o golpe. Um inquérito contra o suspeito foi aberto e ele responde, em liberdade, por estelionato, falsidade ideológica e associação criminosa. Segundo a delegada, a prisão do suspeito chegou a ser pedida, porém, foi negada pela Justiça. Dois mandados de busca a apreensão foram cumpridos. Um computador, dois veículos para averiguação, além de diversos documentos falsos da Receita Federal, contendo uma listagem de produtos para venda acabaram apreendidos.

Como funcionava o golpe

Conforme a polícia, o falso fiscal marcava encontro com as vítimas na sede da Receita Federal. Atraídas pelo preço praticado por ele na internet, elas iam até o local para obter mais detalhes sobre as tais mercadorias apreendidas. Depois, era marcado um segundo encontro, em outro local, em que era feito o pagamento antecipado pelos produtos. “A partir de então, eram conduzidas essas vítimas até o posto da Receita Federal no bairro CIC, onde eles pediam para aguardar um pouquinho, onde eles diziam que iriam falar com outro fiscal para abrir o depósito, para [o cliente] fazer a inspeção na mercadoria. E iam embora e deixavam a vítima sem conhecer a cidade na porta do depósito”, disse a delegada.

Denúncias

A delegada orientou que pessoas que foram vítimas do golpe procurem a Delegacia de Estelionato de Curitiba para fazer boletim de ocorrência e o reconhecimento do suspeito.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Receita Federal alerta para golpe da regularização de dados cadastrais

Sem Comentários

20/06/2017

A Receita Federal faz um alerta para um novo tipo de golpe realizado por meio dos Correios, e não por e-mail, o que é mais comum. Nesse golpe, o contribuinte recebe, por correspondência, em sua residência, uma intimação para regularização de dados cadastrais. Na correspondência há um endereço eletrônico para acesso e atualização de dados bancários. Porém, o endereço informado não tem nenhuma relação com o site da Receita. “Apesar de conter o logotipo e o nome da Receita Federal, a carta é uma tentativa de golpe e não é enviada pelo órgão nem tem sua aprovação. A orientação ao contribuinte é que, caso receba esse tipo de correspondência, destrua a carta e jamais acesse o endereço eletrônico indicado”, alerta a Receita. A Receita Federal adverte ainda que, para fins de consulta, download de programas ou alterações de informações junto ao fisco federal, não devem ser acessados endereços eletrônicos que não o oficial do órgão – idg.receita.fazenda.gov.br. Caso o faça, o contribuinte estará sujeito a vírus e malwares, que podem roubar os dados pessoais, bancários e fiscais do contribuinte. No que se refere a dados bancários de pessoas físicas, o contribuinte só os informa à Receita Federal, a seu critério, para fins de débito automático ou depósito de restituição do Imposto de Renda. Em ambos os casos, a informação é fornecida na Declaração do Imposto de Renda e pode ser alterada no Centro Virtual de Atendimento da Receita Federal (e-CAC). Caso o contribuinte não consiga utilizar os serviços virtuais, ele deve procurar um Centro de Atendimento ao Contribuinte nas Unidades da Receita Federal no seu estado.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Agência Brasil

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Em novo golpe, estelionatários enviam e-mails falsos da Receita

Sem Comentários

15/05/2017

Para aplicar um golpe, estelionatários estão usando a internet e o Imposto de Renda. A entrega da declaração do Imposto de Renda terminou no dia 28 de abril e já no dia 3 de maio os e-mails falsos começaram a chegar. Um tem a marca da Receita Federal e uma mensagem ameaçadora: “Sua declaração de 2016 está com o processamento suspenso por divergência dos dados”. Para não levar uma multa de R$ 4.649, só abrindo formulários nos campos em azul. São os chamados links, que escondem as armadilhas. Quando alguém clica num desses links, o vírus acorda, percorre os arquivos e domina o computador. O espião abre cadeados eletrônicos e portas virtuais de segurança. Os alvos são as informações bancárias como número de contas, senhas e saldos. O espião também pode capturar fotos e documentos pessoais do dono do computador. “Imagina que esse e-mail chegou para 50 milhões de pessoas. Se 1% clicar com medo que isso seja uma informação verdadeira, nós estamos falando de cerca de 500 mil pessoas que podem cair num golpe e que podem ter algum prejuízo financeiro e até prejuízos pessoais. A sua imagem pode ficar marcada e talvez você não consiga recuperá-la mais da forma que ela era antes”, explicou um professor de segurança cibernética. Tem um jeito simples para não cair no golpe. É só se lembrar que a Receita Federal não procura ninguém pelo computador. Qualquer pessoa que tenha pendências na declaração do Imposto de Renda, dívidas com o Leão ou um dinheiro para receber é sempre avisada pelos correios. Já o contribuinte pode falar com a Receita pelo computador, mas para isso é preciso entrar na página oficial do órgão, na internet. Por enquanto, nada de e-mail.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Operação em Vitória desvenda esquema de fraude tributária

Sem Comentários

19/04/2016

Foi deflagrada em Vitória, na manhã desta terça-feira (19), uma operação da Receita Federal do Brasil, juntamente com Ministério Público Federal e a Polícia Federal, para desarticular um grupo suspeito de coordenar um esquema criminoso de venda de créditos fictícios junto à União e de falsa quitação de dívidas tributárias. No Espírito Santo, foram expedidos cinco mandados de busca e apreensão, na capital. Participam da operação, chamada de Miragem II, 16 servidores da Receita Federal e 20 servidores da Polícia Federal, nas cidades de Vitória e Goiânia (GO). Buscas estão sendo efetuadas nas empresas do grupo investigado e nas residências dos sócios responsáveis pelo esquema. Foram também determinados o sequestro de bens e o bloqueio de valores em nome dos mentores do esquema e de suas empresas. A Receita ainda não divulgou nomes de pessoas e empresas investigadas.

Esquema

A partir de atividades de orientação tributária ao contribuinte e ações fiscais, a Delegacia da Receita Federal de Vitória identificou o esquema fraudulento sob o disfarce de prestação de consultoria tributária empresarial. Há fortes indícios da prática dos crimes de sonegação fiscal, organização criminosa, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. A fraude pode superar R$ 137 milhões em tributos indevidamente compensados ou suspensos no período analisado: R$ 62 milhões em contribuições previdenciárias e R$ 75 milhões nos demais tributos arrecadados pela Receita Federal.

Venda de falsos créditos dá prejuízo de R$ 100 milhões no ES

Sem Comentários

18/03/2016

Um golpe aplicado contra empresas capixabas e que gerou o não recolhimento de mais de R$ 100 milhões em impostos foi descoberto e divulgado pela Receita Federal no Espírito Santo, nesta quinta-feira (17). Por meio da Operação Pirita, a Receita constatou que seis empresas, a maioria de São Paulo, aplicaram golpes em 206 empresas capixabas. O golpe se dava pela falsa venda de créditos do Tesouro Nacional que serviriam para quitar os impostos devidos pelas empresas vítimas da ação dos criminosos. Conforme o delegado da Receita Federal no estado, a fraude acontecia com a falsa promessa de quitação de tributos. Por exemplo: se uma empresa devia R$ 100 mil em impostos, empresas de assessoria contábil, em sua maioria, ofereciam créditos inexistentes para quitarem esses impostos no valor de R$ 75 mil. Mas os créditos eram de títulos falsos da dívida pública, que não serviriam para a quitação dos impostos. Por meio de um documento falso, a empresa de consultoria forjava uma comprovação dos pagamentos e enganava as vítimas. Quem efetuou o pagamento, achava que estava obtendo vantagem ao pagar menos pelo tributo que devia. No entanto, não sabia que continuava com a dívida ativa e ainda pagava a essa empresa por um serviço falso. Como agiam em nome das vítimas, os aplicadores do golpe é que recebiam as notificações da Receita Federal, fazendo com que os verdadeiros devedores nunca soubessem do débito. “Essas empresas que dão o golpe têm procuração para agir em nome das outras, então elas fazem as declarações. Por causa dessa procuração, as empresas que aplicam os golpes é que são notificadas que os recursos não servem para quitar os impostos devidos e os verdadeiros contribuintes não ficam sabendo”, explicou o delegado. Após a descoberta, a Receita informou que ouviu as vítimas, que aparentaram desconhecimento da legislação e ingenuidade. A fraude foi aplicada contra pequenas e médias empresas, sem a devida assessoria contábil, avalia o delegado.

“Pirita”

O nome da operação faz menção à pirita, uma pedra preciosa que aparenta ser ouro, mas não tem o mesmo valor do metal dourado. É uma alusão à sensação das vítimas, que achavam que estavam obtendo vantagens, mas, na verdade, estavam sendo fraudadas. As investigações continuam e, agora, os R$ 100 milhões devidos serão cobrados e as infratoras estão sujeitas à multa. Os impostos não recolhidos há dois anos causam prejuízos à União, Estado e municípios, avalia a Receita Federal.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Mensagem falsa no Facebook põe em risco computador de contribuintes

Sem Comentários

30/08/2015

Uma mensagem falsa postada no Facebook induz os internautas a procurar informações no site da Receita Federal, mas, na verdade, trata-se de mais uma das artimanhas de criminosos para instalar programas maliciosos no computador da vítima. O texto desperta a curiosidade, pois diz que o nome da pessoa “está aparecendo na lista de inscrições da malha fina”. A tela apresentada no Facebook mistura um link verdadeiro da Receita Federal e um falso, que baixa um programa para o computador dos desavisados. Por segurança, o Fisco alerta que os programas, como o gerador do Imposto de Renda, por exemplo, devem ser obtidos diretamente na página da RFB na internet. No caso do programa que é disponibilizado na mensagem falsa, um olhar mais atento permite verificar que o servidor de aplicativos não é o da Receita Federal (como na linha tracejada em vermelho). Embora tenha um perfil oficial no Facebook , a Receita tem deixado claro que não se trata de um canal de atendimento ao contribuinte e que pretende, com as publicações, “estabelecer laços menos formais no relacionamento com o contribuinte, por meio de campanhas, dicas e mensagens de interesse da administração”. Além das mensagens em redes sociais, criminosos procuram sempre se utilizar de formas fáceis de enganar os cidadãos usando o nome da Receita Federal e de outros órgãos. Durante o período de entrega da declaração, é comum, por exemplo, aparecerem mensagens eletrônicas (e-mails) com o falso propósito de divulgar facilidades na obtenção do Programa Gerador da Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física. Assim como nas redes sociais, as mensagens nos e-mails usam indevidamente nomes e timbres oficiais e iludem o cidadão com a apresentação de telas que misturam instruções verdadeiras e falsas, na tentativa de obter ilegalmente informações fiscais, cadastrais e principalmente financeiras. Os links contidos em determinados pontos indicados na correspondência costumam ser a porta de entrada para vírus e malwares (softwares maliciosos ou programas mal-intencionados) no computador, tem informado a Receita. A Receita Federal esclarece que não envia e-mails sem autorização do contribuinte nem autoriza parceiros e conveniados a fazê-lo em seu nome.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Diário de Pernambuco

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Anterior