Polícia Civil investiga mais de 30 casos de estelionato por venda de passagens aéreas falsas em Boa Vista

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20/12/2017

A Polícia Civil de Roraima está investigando mais de 30 casos de pessoas que compraram passagens áreas nos últimos meses e foram vítimas de estelionato em Boa Vista. O delegado da Polícia Civil disse nesta terça-feira (19) que as mais de 30 ocorrências do tipo foram registradas em três delegacias da capital. De acordo com ele, boa parte dos casos são de empresas locais que venderam os bilhetes aéreos, mas não repassaram os valores às companhias aéreas e as passagens acabaram canceladas. O delegado afirmou ainda que também ocorreram golpes através da internet, nos quais a compra era feita por aplicativos de mensagem ou ligações. Nessa semana, um jovem caiu em mais um golpe e teve um prejuízo de quase R$ 1 mil, mas segundo o delegado que atua no Departamento de Polícia Judiciária da capital, há casos em que o prejuízo da vítima chegou a R$ 9 mil. A pena para quem comete o crime de estelionato pode chegar a 5 anos de reclusão, além de multa. Ele não soube precisar em que data os supostos crimes ocorreram, já que as investigações são feitas em delegacias diferentes.

População deve denunciar

O delegado disse que a população deve procurar as delegacias e formalizar as denúncias por meio do boletim de ocorrência. Ele também recomendou que as vítimas juntem provas para anexar na investigação. “A população deve sempre desconfiar dos serviços que são baratos demais”, disse o delegado, acrescentando que quem for comprar passagens aéreas, deve procurar empresas consolidadas, ou ainda, pesquisar o histórico das agências que ainda são recentes.

Empresas podem até ser fechadas, diz Procon

A secretária executiva de defesa do consumidor do Procon Boa Vista, disse que as empresas que aplicam golpes nos clientes podem até ser fechadas, caso o número de denúncias seja expressivo. “Pra isso a gente precisa que os consumidores venham ao Procon e também formalizem as denúncias aqui”, complementou. Ela lembrou ainda que o Procon Boa Vista já realizou algumas audiências com clientes que foram lesados e empresas. Em alguns casos, foi possível reaver o valor das passagens. As denúncias podem ser feitas na sede do Procon Boa Vista, que funciona de segunda à sexta-feira das 8h às 18h no Centro de Atendimento ao Cidadão João Firmino Neto, no bairro Caimbé. A secretária também deu dicas que podem ser adotadas no momento da compra:

  • Verificar a confiabilidade da empresa com clientes anteriores
  • Conferir se a agência tem endereço físico
  • Verificar o número do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) junto à Receita Federal
  • Evitar preços de passagens menores do que os praticados no mercado
  • Ter cautela em vendas através de redes sociais
  • Após a compra, pedir o comprovante com o localizador da reserva
  • Evitar pagamentos à vista
  • Sempre que possível, optar pelo parcelamento

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Fonte: G1

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Jovem cai em golpe após comprar passagens aéreas com desconto em RR

Procon alerta sobre o ‘golpe da lista telefônica’ em Cacoal, RO

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03/02/2017

O Procon de Cacoal (RO), a 480 quilômetros de Porto Velho, faz um alerta aos comerciantes para o ‘golpe da lista telefônica’. Conforme a representante do órgão no município, nesta semana, dois empresários foram vítimas da fraude na cidade. Ela explica que geralmente o golpe acontece por telefone. “As vítimas recebem ligações de falsas editoras de listas telefônicas pedindo para atualizar dados cadastrais com o intuito de renovar, sem custos, contrato de divulgação gratuita no site ou publicação na lista telefônica”, relata. Em seguida, os golpistas enviam um documento por e-mail pedindo para assinar, carimbar e devolver. Ocorre que o empresário ou o funcionário não observam que se trata, na verdade, de um contrato com valores definidos, em letras mínimas, o que dificulta a atenção de quem vai assinar. Passado os sete dias que a Lei do Direito do Consumidor dá como prazo de arrependimento, começam as ligações de cobranças, ameaças de protesto e cobrança judicial. A representante orienta para as pessoas que em caso de suspeita do golpe procurem o órgão antes de fazer o pagamento. “Além de procurar o órgão, é preciso que a vítima reúna o maior número possível de documentos enviados pela empresa golpista e para registrar a reclamação”, disse. Diariamente cerca de 15 pessoas recorrem à instituição em Cacoal para reclamar, na maioria das vezes de cobranças indevidas.

Confira as orientações do Procon:

- Oriente funcionários a jamais repassarem dados ou qualquer outra informação via telefone ou e-mail;
– Não efetue contratações por telefone ou verbalmente com quem você desconhece;
– Antes de passar quaisquer dados da empresa certifique-se com quem está falando;
– Nunca forneça dados pessoais ou da empresa para desconhecidos;
– Não assine recibo, formulário, contrato ou qualquer espécie de documento sem ler todas as cláusulas atentamente;
– Não aceite documentos com campos em branco que permitam o preenchimento posterior;
– Fique atento a cláusulas escritas com letras de tamanho menor do que das demais;
– Não exponha os dados cadastrais da empresa em cartões de visitas;
– Nenhum cartório liga para a empresa informando o protesto ou ameaçando;

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Fonte: G1

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Mulher descobre estar com nome sujo por serviços não contratados em MS

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04/10/2016

Uma mulher, de 25 anos, moradora de Campo Grande, descobriu que o nome dela estava cadastrado na Serasa ao fazer uma consulta no sistema pela internet. Conforme o registro policial, o motivo da negativação era um débito de R$ 103,66 com uma empresa de TV a cabo, que ela diz nunca ter contratado. Ao buscar por mais informações sobre seu nome, a vítima encontrou outra dívida com uma empresa de telefonia fixa no valor de R$ 63, que ela também nega ter conhecimento. A mulher procurou a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro, na capital sul-mato-grossense, e registrou queixa. O caso será investigado como estelionato, que é quando alguém comete alguma fraude na contratação ou venda de produto ou serviço. Segundo o delegado da Depac, as empresas precisam ser mais cuidadosas na hora de vender algum serviço ou produto por telefone. Nesse tipo de contrato, os dados informados podem ser falsos. “É importante entrar em sites confiáveis. Porque tem site que oferece algo por um preço muito baixo e um hacker pode estar por trás disso. Não expor dados em redes sociais ou fornecer em qualquer lugar. Caso a pessoa perca o documento ou descobre que caiu em algum golpe, ela deve procurar a polícia e registrar o fato”, afirmou o delegado. O Procon recomenda à vítima procurar a polícia e fazer registro de ocorrência do fato e, em seguida, procurar a empresa envolvida e contestar a cobrança, afirmando que não firmou contrato.

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Fonte: G1

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Procon de Nova Odessa faz alerta sobre suposto golpe no comércio

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14/06/2016

Um alerta foi emitido pelo Procon de Nova Odessa (SP), na segunda-feira (03), para informar aos moradores sobre um suposto golpe que vem sendo aplicado na cidade. Segundo o órgão, pessoas se identificam no comércio do município como possíveis compradores e afirmam ter sido autorizados pelo próprio Procon a realizarem compras a prazo. O órgão de Defesa ao Consumidor de Nova Odessa afirmou que deve se tratar de um golpe, já que a instituição não tem competência para autorizar ou não créditos para compras. O Procon ainda afirmou que atua na fiscalização de cumprimentos dos direitos dos consumidores e não interfere nas ações de compra e venda.

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Preso suspeito de aplicar golpes em comerciantes no RJ

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05/03/2016

Policiais da Delegacia Especial de Crimes Contra o Consumidor (Decon) prenderam, nesta sexta-feira (04), F.B.S., de 41 anos, suspeito de aplicar golpes em comerciantes usando o nome do Procon Estadual. Segundo a Decon, ele usava um falso nome e se passava por fiscal do Procon. Ele fazia contatos por telefone com comerciantes, pedindo quantias de até R$ 2 mil em dinheiro para não fiscalizar os estabelecimentos. A polícia informou ainda que o homem foi preso na estação do Metrô de Acari, na Zona Norte. No local, há um caixa eletrônico onde ele foi sacar o dinheiro depositado por um comerciante de Rio Bonito, na Região Metropolitana. Com o suspeito, a polícia encontrou R$ 1.500 que ele havia acabado de sacar. “Calcula-se que ele arrecadava entre R$ 15 mil e R$ 20 mil por semana”, informou a Decon, em nota. O suspeito aplicava golpes usando o nome do Procon desde 2013. O Procon Estadual lembra que não avisa com antecedência quais locais serão fiscalizados. O comerciante que receber qualquer tipo de abordagem pedindo dinheiro em nome do Procon Estadual não deve fazer qualquer pagamento.

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Fonte: G1

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Black Friday Brasil 2015: lista negra do Procon-SP reúne sites não confiáveis

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26/11/2015

A chegada da Black Friday 2015, marcada para esta sexta-feira (27), vai trazer muitas oportunidades de descontos. Mas, infelizmente, muitos sites brasileiros de lojas online se aproveitam do evento de e-commerce para enganar os consumidores com promoções mentirosas e até produtos falsos. Para auxiliar os clientes, o Procon-SP oferece uma lista negra de sites para evitar, sempre atualizada, com todos os endereços de lojas virtuais que foram denunciadas por práticas desonestas. Antes de fazer uma compra online, vale a pena consultar a lista para saber se o site visitado é seguro. A tabela oficial, disponível no site oficial do Procon, é atualizada constantemente. A sua última modificação antes da Black Friday é de 10 de novembro. Vários novos sites foram adicionados à lista. A lista também apresenta o CNPJ da empresa responsável pelo site e indica se o número ainda está operando. O documento conta com 492 registros no momento. Cada um desses recebeu um número considerável de reclamações de clientes, e foi criada em respeito ao Código de Defesa do Consumidor, o CDC (lei 8.078/1990).

Plantão do Procon-SP

O Procon-SP vai manter um plantão aberto durante todo o período da promoção, a partir de 19h da quinta-feira (26), para receber reclamações de consumidores em seus vários canais, inclusive Facebook e Twitter por meio de uma hashtag. A entidade tem monitorado a evolução do preço de produtos mais procurados desde setembro. O site do Procon não explica os critérios para que uma loja entre na lista, mas há definições claras no portal do CDC, como descrito em um dos artigos. “Art. 44. Os órgãos públicos de defesa do consumidor manterão cadastros atualizados de reclamações fundamentadas contra fornecedores de produtos e serviços, devendo divulgá-lo pública e anualmente. A divulgação indicará se a reclamação foi atendida ou não pelo fornecedor.” Acesse o “ler notícia na íntegra” para ter acesso ao link do Procon.

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Fonte: Techtudo

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Procon monitora preços para evitar fraudes na Black Friday e órgão dá dicas para evitar ser enganado

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16/11/2015

Quem quiser aproveitar a Black Friday, dia no comércio dedicado a liquidações marcado para 27 de novembro, deve tomar cuidados para não ser enganado. É o que orienta o Procon de São Paulo, que já está se preparando para a data. “Estamos monitorando preços de produtos em alguns sites e fornecedores físicos há mais de um mês e meio. Ao todo, serão quase três meses de monitoramento”, afirma a diretora da entidade. A fiscalização tem o objetivo de inibir e detectar o fenômeno chamado de “Black Fraude”, em que grandes descontos são dados em relação a preços recentemente majorados. “Essa é uma prática abusiva contra o consumidor. Se algum cliente perceber que isso tenha ocorrido, deve vir ao Procon-SP com a documentação para exigirmos da empresa a devolução do que foi pago a mais”, diz a diretora. Além do monitoramento de preços, o Procon-SP contará com atendimento em tempo real aos consumidores durante as 24 horas da Black Friday. No ano passado, a entidade registrou 1.356 reclamações durante a data, um aumento de 111,5% em relação a 2013, quando 641 queixas foram ouvidas.

Dicas

Conforme o Procon-SP, o consumidor também deve pesquisar desde já os preços dos produtos que pretende adquirir no dia de descontos. Nesse período e também durante a Black Friday, é aconselhável imprimir as imagens dos descontos. “É importante imprimir, em primeiro lugar, para que o consumidor possa informar o Procon se houver uma fraude de desconto. Além disso, toda oferta no ar deve ser cumprida durante o dia todo, e a imagem pode comprovar que isso foi desrespeitado”, diz a diretora da entidade. Outros cuidados necessários valem para qualquer compra pela internet. É o caso do uso de um bom sistema antivírus, de não utilizar computadores públicos para compras e de checar a reputação dos sites escolhidos. Veja abaixo algumas recomendações para os consumidores:

1- Lista

Faça uma lista de compras com tudo que você pretende comprar. Isso ajuda a evitar compras por impulso.

2 – Pesquisa

Pesquise com antecedência os preços e imprima as imagens para ter provas caso haja uma fraude nos descontos ou um aumento dos preços no dia da promoção.

3 – Órgãos de defesa do consumidor

No caso de dúvidas ou problemas, vale ligar para órgãos de defesa do consumidor. O Procon-SP contará com atendimento em tempo real aos consumidores durante as 24 horas da Black Friday.

4 – On-line

As compras pela internet requerem uma série de cuidados: uso de computador pessoal com antivírus e checagem da reputação dos sites, por exemplo.

5 – Valor do frete

O consumidor deve olhar sempre o valor do frete de suas compras, inclusive para poder comparar os preços com os de lojas físicas.

6 – Código de Defesa do Consumidor

Vale sempre lembrar que todas as normas do Código de Defesa do Consumidor valem durante a Black Friday. O cliente que se sentir lesado pode acionar a Justiça e os órgãos de defesa do consumidor.

MP do Bem

O diretor-geral do site Busca Descontos, responsável pelo site blackfriday.com.br, ressalta que o setor de comércio eletrônico continuará a se beneficiar da medida provisória 690, a “MP do Bem”, que desonera a tributação sobre eletrônicos. Com previsão para deixar de valer, inicialmente, no dia 1º de dezembro, ela foi prorrogada até fevereiro por meio de ato publicado no “Diário Oficial” no dia 21 de outubro. Caso fosse extinta em dezembro, vendas da Black Friday com nota emitida no mês, assim como as vendas de Natal, deixariam de se beneficiar do IPI reduzido – um prejuízo que seria ampliado pelos descontos concedidos.

“Black Fraude”

De acordo com o site Reclame Aqui, em 2014, consumidores apontaram maquiagem de preços e de dificuldades de continuar a compra depois que o produto foi adicionado ao carrinho da loja virtual, além de problemas como lentidão nos sites e preços de fretes que anulavam grande parte dos descontos. Para este ano, o site pretende ter selos para destacar as empresas que se saem bem. Elas poderão ser classificadas como “ótimo”, “bom”, “RA1000″ (excelente) com base na reputação obtida junto aos consumidores nos últimos seis meses. “A empresa tem que informar ao consumidor que o estoque não é infinito e que está esgotado”, diz o presidente do Reclame Aqui, sobre o tipo de medida que as companhias devem tomar para receber o selo. Durante o evento, o site terá 30 pessoas de plantão, 15 delas para verificar reclamações. Com isso, espera ajudar a diminuir problemas que fizeram com que a Black Friday ficasse conhecida por alguns consumidores por ter “preços pela metade do dobro”.

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Fonte: Folha Pe

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