Brasileiro que revelou US$17 milhões de esquema em pirâmide se declara culpado nos EUA

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19/10/2017

Um brasileiro cuja prisão levou as autoridades dos Estados Unidos a descobrirem US$ 17 milhões escondidos sob um colchão se declarou culpado nesta quinta-feira (19) de ter tentado lavar fundos ligados a um dos maiores esquemas em pirâmide da história. Anteriormente, foi divulgado que a quantia descoberta seria de US$ 20 milhões. C.R.R.Rocha, que procuradores disseram ter tentado ajudar a tirar dinheiro dos EUA que um cofundador da TelexFree Inc deixou para trás ao fugir do país, assumiu sua culpa perante um tribunal federal de Boston. Rocha admitiu as acusações de conspiração e lavagem de dinheiro, cada uma acarretando penas de até 20 anos de prisão. Os procuradores concordaram em recomendar uma sentença de 40 meses com base em sua cooperação. A setenção deverá ser divulgada em 7 de dezembro. O caso do réu de 28 anos derivou de uma investigação sobre a TelexFree, uma empresa sediada em Massachusetts que vendia serviços de telefonia via internet. Os procuradores disseram que a TelexFree era um esquema em pirâmide que fazia pouco ou nenhum dinheiro vendendo seus serviços e recebeu milhões de dólares de milhares de pessoas que pagavam para se cadastrar para ser “promotores” e publicar anúncios online para a companhia. A TelexFree faliu em 2014, infligindo mais de US$ 3 bilhões de prejuízos a quase 1,89 milhão de pessoas de todo o mundo, segundo os procuradores. O fundador foi preso em 2014, e em março deste ano foi condenado a seis anos de prisão depois de se declarar culpado de conspiração e fraude. Também em 2014 o outro fundador, que é brasileiro, fugiu para o Brasil, de onde não pode ser extraditado, deixando para trás dezenas de milhões de dólares que lavou de contas da TelexFree, informaram os procuradores.

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Fonte: G1

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Empresa americana é denunciada por golpe em dezenas de pessoas no Ceará

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29/09/2017

Uma suposta empresa americana foi denunciada por golpe em dezenas de pessoas em Fortaleza e no interior do Estado. Segundo o delegado titular da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF), a unidade já registrou mais de 50 Boletins de Ocorrência (B.Os) sobre o caso. As denúncias começaram há cerca de 20 dias. As pessoas contaram que foram lesadas por uma empresa chamada iMouvin. Para atrair as vítimas, os representantes da empresa faziam palestras em auditórios em Fortaleza, Maracanaú e Russas, prometendo um investimento com altíssimo retorno financeiro. Para participar, as pessoas deveriam pagar mil dólares, que seriam R$ 3.180 quando convertidos atualmente, para abrir uma conta. Os representantes da empresa falavam para as vítimas que em seis meses os investidores teriam 100% de retorno do valor e poderiam sacar as quantias em dinheiro ou através de uma moeda virtual chamada bitcoin. Porém, passaram a dificultar os saques, até informarem que estavam encerrando as atividades. Segundo o titular da DDF, a investigação, que está em andamento, apontou para uma espécie de pirâmide financeira. Foi aberto um inquérito por estelionato, mas os responsáveis pelos golpes podem responder também por lavagem de dinheiro, entre outros crimes. Em entrevista, o procurador do  Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), explicou que o crime de pirâmide financeira indica “necessidade de trazer outras pessoas para obter lucro”. “Na pirâmide financeira não existe a venda de um produto real que sustente o negócio, ou seja, a comercialização de produtos ou serviços tem pouca importância para a sua manutenção”, disse. O procurador esclarece que toda pirâmide no início dá um pouco de rentabilidade para alguns, deixando-os esperançosos a ponto de reinvestir o que acabaram de ganhar.

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Fonte: O Povo

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Polícia investiga pirâmide financeira em João Pessoa com uso de ‘bitcoin’

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26/09/2017

Foi identificado pela Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) de João Pessoa, um suposto esquema de pirâmide financeira: uma empresa, com base na capital da Paraíba, mas que utilizava informações de empresas cearenses, é suspeita de causar um prejuízo superior a R$ 1,6 milhão a cerca de 2 mil vítimas no Brasil. O negócio, de acordo com o delegado responsável, consistia em “investimentos em bitcoins” – uma moeda digital. A polícia trabalha com os nomes de três pessoas apontadas como líderes, homens de 20, 26 e 31 anos – além de outras 10 pessoas suspeitas de ajudá-los. Um dos homens, o de 20 anos, se apresentou na tarde desta terça-feira (26) na DDF, foi ouvido e liberado, segundo o delegado. O delegado afirma que os líderes prometeram o dobro do valor investido em uma semana, mas depois de um tempo os “investidores” não recebiam o dinheiro de volta e eram informados de que a “empresa tinha falido”. Os valores eram repassados para os cabeças da pirâmide em mãos, sem o registro de depósitos ou transferências bancárias. Se confirmados os crimes, eles responderão por estelionato, associação criminosa e pirâmide financeira, podendo ser condenados a até 10 anos de reclusão cada um, disse Lucas Sá.

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Fonte: G1

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