Advogados e servidor público são suspeitos de falsificação de documentos

Sem Comentários

27/02/2019

Suspeitos de participarem de um esquema de falsificação de alvarás para desviar recursos, dois advogados e um servidor público do Poder Judiciário do Paraná foram presos preventivamente. O trio é alvo de uma investigação realizada pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR). Conforme as Promotorias de Justiça de Ribeirão Claro e Carlópolis, no Norte Pioneiro do estado, a organização criminosa conseguiu levantar em agências bancárias oficiais a quantia aproximada de R$ 2 milhões. Os três investigados foram denunciados pelos crimes de falsificação de documento público, uso de documento falso e peculato. As investigações apontaram que o grupo falsificava assinaturas em alvarás de levantamento – documento emitido pelo Juízo que autoriza o credor a sacar o valor correspondente no banco autorizado. As falsificações foram realizadas entre 2016 e 2017 e tiveram a finalidade de desviar recursos depositados em contas bancárias sob a guarda do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR). Para efetivar os desvios, o grupo contou, inclusive, com a participação de servidor efetivo do fórum de Carlópolis. As prisões preventivas foram decretadas pela Justiça de Ribeirão Claro a partir de pedido do MP-PR. Os bens patrimoniais – imóveis e veículos – dos integrantes da organização criminosa também foram apreendidos.

Polícia investiga fraude no pagamento de benefício do INSS

Sem Comentários

18/12/2018

Uma fraude no pagamento de um benefício do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) está sendo investigada pela Polícia Federal (PF). Uma aposentada notou que o dinheiro havia sido desviado de sua conta bancária. Após o ocorrido, a idosa formalizou uma denúncia. Além dos desvios bancários, a investigação da PF também apura indícios de cadastros irregulares para empréstimos feitos sem a autorização dos beneficiários. “O grande problema é que há a possibilidade de numa investigação como essa haver servidores desses órgãos envolvidos. Quando isso acontece, essas pessoas podem ser responsabilizadas por inserção de dados falsos no sistema, por peculato [subtração ou desvio] e associação criminosa. Então tudo isso aí será alvo de investigação por parte da Polícia Federal”, destaca o chefe de comunicação da Polícia Federal.

Investigações

A Polícia Federal em Pernambuco reforça à população a importância de denunciar casos de fraude no benefício do INSS. A denúncia formal contribui para o avanço das investigações. “A gente vai começar a chamar todos os responsáveis, principalmente pelas agências bancárias que estão envolvidas na questão da concessão deste benefício”, explica o chefe de comunicação.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Rádio Jornal

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

PM descobre fábrica de placas falsas de veículos na Grande São Paulo

Sem Comentários

10/08/2018

A Polícia Militar descobriu uma fábrica de placas falsas de veículos em São Bernardo do Campo, na Região Metropolitana de São Paulo. O local foi descoberto pela Força Tática da PM da cidade, que percebeu que um Ford Eco Sport que transitava próximo à Praça Ibrahim de Almeida Nobre, em São Bernardo, tinha uma das placas com incoerência em relação ao padrão das placas produzidas no mercado. Ao ser abordado e questionado, o motorista informou que havia adquirido a placa com um fornecedor localizado na Estrada da Cama Patente, no interior da cidade.

No local, os policiais encontraram três homens produzindo placas falsas. Eles foram presos por estelionato, adulteração de sinal característico do veículo, peculato e associação criminosa. Uma quarta pessoa, um motorista que adquiria um par de placas falsas no local, também foi detido. Os suspeitos informaram que um funcionário do departamento de trânsito da cidade seria fornecedor dos lacres. Na casa dele, foram encontrados lacres e tarjetas de placas. O caso será registrado no 3º Distrito Policial de São Bernardo do Campo.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Operação investiga desvio de R$ 201 milhões da Prefeitura de Itabirito

Sem Comentários

19/06/2018

Na manhã desta terça-feira (19), o Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) e a Polícia Civil deflagraram uma operação que apura fraudes em licitações da Prefeitura de Itabirito, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG). A suspeita é que R$ 201 milhões tenham sido desviados dos cofres públicos. Foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão e 10 mandados de prisão. Nove pessoas foram presas e uma não foi encontrada.

A investigação aponta que empresas teriam sido contratadas para prestar serviços de transporte escolar, de pavimentação e “tapa-buracos” por meio de licitações fraudulentas e contratos nulos entre os anos de 2013 e 2018. Também há indícios de desvios na destinação de verbas integrantes do Fundi (Fundo de Desenvolvimento de Itabirito). 

Segundo o MP, os investigados são suspeitos de crimes de organização criminosa, fraude à licitação, peculato, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Os presos foram levados para a sede da Polícia Civil e, posteriormente, encaminhados para o presídio em Itabirito.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: R7

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Gaeco faz operação contra supostas fraudes em contratos entre associação e governo em MT

Sem Comentários

22/05/2018

É feita na manhã desta terça-feira (22) pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), uma operação que apura supostas fraudes em contratos. Não há mandados de prisão. A operação, chamada ‘Pão e circo’, cumpre apenas mandados de busca e apreensão. Membros do Ministério Público, Polícia Civil e Polícia Militar cumprem mandados de busca e apreensão em Cuiabá e Chapada dos Guimarães, nas sedes da Associação Casa de Guimarães, todos expedidos pela Vara Especializada do Crime Organizado da Capital. A operação se baseia em investigações sobre uma suposta organização criminosa instalada para desviar recursos públicos em contratos firmados entre a associação e o governo de Mato Grosso, entre os anos de 2011 a 2018. Segundo o Gaeco, as buscas e apreensões de documentos têm finalidade de obter provas para sustentar investigações em curso. Além do crime de organização criminosa, também há indicativos da prática de peculato, falsidade ideológica, fraude em licitações e lavagem de capitais. O governo ainda não se manifestou sobre a operação.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Nove pessoas são presas por suposto envolvimento em um esquema de venda de identidades falsas

Sem Comentários

17/04/2018

Na manhã desta terça-feira (17), nove pessoas foram presas  por suposto envolvimento em um esquema de vendas de identidades falsas expedidos pelo Instituto de Identificação de Sergipe. Inicialmente a Secretaria de Segurança de Pública informou que eram 10 presos, mas às 10h a informação foi corrigida e o número foi atualizado para nove pessoas. Equipes do Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope) cumpriram nove mandados de prisões temporárias e mais dez mandados de buscas domiciliares durante a ‘Operação Fênix’, cujas investigações duraram seis meses. Entre os presos estão: cinco servidores do Instituto de Identificação de Sergipe, um agente penitenciário, um oficial da PM da reserva e dois autônomos, que agiam como atravessadores. Segundo a delegada que coordenou as investigações, a polícia vinha percebendo RGs falsos apreendidos com criminosos em situações dentro e fora do estado de Sergipe. O fato de terem sido expedidos pelo Instituto de Identificação de Sergipe, contendo informações falsas que acobertavam os criminosos por todo o país, chamou a atenção das equipes de investigação. “Foram dois anos de investigação e ela foi iniciada quando uma quadrilha de assaltantes de banco foi presa na Bahia e os criminosos tinham identidades emitidas no Instituto de Identificação de Sergipe, mas os dados eram falsos. Depois percebemos que houve uma sequência de prisões dentro e fora do estado e que os presos tinham documentos expedidos originariamente pelo Instituto de Identificação de Sergipe e que continham dados falsos. Também foi percebido a negligência dos servidores que trabalham aqui, pois eles não se preocuparam em comparar a veracidade dos documentos apresentados a eles”, disse a delegada. Segundo as investigações, um agente penitenciário era quem intermediava a venda de carteiras de identidade. “Ele era uma das principais pessoas que traziam pessoas de facções criminosos. Ele era procurado com o fim específico de ter acesso ao Instituto de Identificação”, explicou. A polícia ainda não sabe quantas identidades com dados falsos foram emitidas pela quadrilha, porém receberam a informação de que era cobrado a quantia de R$ 5 mil por cada uma. Dentre os crimes revelados com a investigação, além da corrupção ativa e passiva que envolvem as falsificações, foram apurados delitos de uso de documento falso, peculato e estelionatos praticados por pessoas que recorriam à compra de carteiras de identidade falsas para a prática de fraudes, em especial, de benefícios previdenciários. Sobre a negligência no momento da confecção dos documentos o presidente da Associação Sergipana dos Papiloscopistas de Carreira (ASPAC), resumiu: “Existe uma fragilidade com relação ao profissional papiloscopista que fica de fora do processo. Para quem vai tirar a primeira via é retirada as digitais e na retirada da segunda via a uma conferência das digitais coletadas inicialmente para o primeiro documento”. Entre as providências solicitadas, a associação espera que sejam realizadas a digitalização e a contratação de outros papiloscopistas. A assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança Pública de Sergipe (SSP/SE), disse que está estudando os questionamentos da associação dos papiloscopistas.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Quatro são presos por suspeita de fraude em licitação em Saboeiro; dois estão foragidos

Sem Comentários

05/07/2017

Nesta quarta-feira (05), quatro homens foram presos em uma operação contra corrupção em Saboeiro, no interior do Ceará. A operação Avalanche, que identificou fraudes em licitação no município, cumpriu seis mandados de prisão e 25 de busca e apreensão na Prefeitura de Saboeiro e em escritórios nas cidades de Tauá, Fortaleza e Quixadá. O procurador responsável conversou com a reportagem durante as buscas por dois homens que seguem foragidos. “Cumprimos quatro prisões de pessoas contra quem temos fortes indícios de participação no crime, mas dois seguem foragidos e esperamos capturá-los até o fim da tarde”, disse. O Ministério Público deve divulgar ainda nesta quarta informações relativas ao valor desviado pela quadrilha e detalhes de como era realizado o desvio de dinheiro. Os nomes dos suspeitos não foram revelados, no entanto, o procurador antecipou que são vereadores, empresários e servidores municipais da secretaria de Finanças. Além das fraudes em licitações, o grupo é suspeito de associação criminosa, falsificação de documento particular, falsidade ideológica, peculato, corrupção passiva, corrupção ativa, organização criminosa e exclusão de dados no sistema informatizado.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Anterior