PM descobre fábrica de placas falsas de veículos na Grande São Paulo

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10/08/2018

A Polícia Militar descobriu uma fábrica de placas falsas de veículos em São Bernardo do Campo, na Região Metropolitana de São Paulo. O local foi descoberto pela Força Tática da PM da cidade, que percebeu que um Ford Eco Sport que transitava próximo à Praça Ibrahim de Almeida Nobre, em São Bernardo, tinha uma das placas com incoerência em relação ao padrão das placas produzidas no mercado. Ao ser abordado e questionado, o motorista informou que havia adquirido a placa com um fornecedor localizado na Estrada da Cama Patente, no interior da cidade.

No local, os policiais encontraram três homens produzindo placas falsas. Eles foram presos por estelionato, adulteração de sinal característico do veículo, peculato e associação criminosa. Uma quarta pessoa, um motorista que adquiria um par de placas falsas no local, também foi detido. Os suspeitos informaram que um funcionário do departamento de trânsito da cidade seria fornecedor dos lacres. Na casa dele, foram encontrados lacres e tarjetas de placas. O caso será registrado no 3º Distrito Policial de São Bernardo do Campo.

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Fonte: G1

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Operação investiga desvio de R$ 201 milhões da Prefeitura de Itabirito

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19/06/2018

Na manhã desta terça-feira (19), o Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) e a Polícia Civil deflagraram uma operação que apura fraudes em licitações da Prefeitura de Itabirito, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG). A suspeita é que R$ 201 milhões tenham sido desviados dos cofres públicos. Foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão e 10 mandados de prisão. Nove pessoas foram presas e uma não foi encontrada.

A investigação aponta que empresas teriam sido contratadas para prestar serviços de transporte escolar, de pavimentação e “tapa-buracos” por meio de licitações fraudulentas e contratos nulos entre os anos de 2013 e 2018. Também há indícios de desvios na destinação de verbas integrantes do Fundi (Fundo de Desenvolvimento de Itabirito). 

Segundo o MP, os investigados são suspeitos de crimes de organização criminosa, fraude à licitação, peculato, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Os presos foram levados para a sede da Polícia Civil e, posteriormente, encaminhados para o presídio em Itabirito.

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Fonte: R7

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Gaeco faz operação contra supostas fraudes em contratos entre associação e governo em MT

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22/05/2018

É feita na manhã desta terça-feira (22) pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), uma operação que apura supostas fraudes em contratos. Não há mandados de prisão. A operação, chamada ‘Pão e circo’, cumpre apenas mandados de busca e apreensão. Membros do Ministério Público, Polícia Civil e Polícia Militar cumprem mandados de busca e apreensão em Cuiabá e Chapada dos Guimarães, nas sedes da Associação Casa de Guimarães, todos expedidos pela Vara Especializada do Crime Organizado da Capital. A operação se baseia em investigações sobre uma suposta organização criminosa instalada para desviar recursos públicos em contratos firmados entre a associação e o governo de Mato Grosso, entre os anos de 2011 a 2018. Segundo o Gaeco, as buscas e apreensões de documentos têm finalidade de obter provas para sustentar investigações em curso. Além do crime de organização criminosa, também há indicativos da prática de peculato, falsidade ideológica, fraude em licitações e lavagem de capitais. O governo ainda não se manifestou sobre a operação.

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Fonte: G1

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Nove pessoas são presas por suposto envolvimento em um esquema de venda de identidades falsas

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17/04/2018

Na manhã desta terça-feira (17), nove pessoas foram presas  por suposto envolvimento em um esquema de vendas de identidades falsas expedidos pelo Instituto de Identificação de Sergipe. Inicialmente a Secretaria de Segurança de Pública informou que eram 10 presos, mas às 10h a informação foi corrigida e o número foi atualizado para nove pessoas. Equipes do Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope) cumpriram nove mandados de prisões temporárias e mais dez mandados de buscas domiciliares durante a ‘Operação Fênix’, cujas investigações duraram seis meses. Entre os presos estão: cinco servidores do Instituto de Identificação de Sergipe, um agente penitenciário, um oficial da PM da reserva e dois autônomos, que agiam como atravessadores. Segundo a delegada que coordenou as investigações, a polícia vinha percebendo RGs falsos apreendidos com criminosos em situações dentro e fora do estado de Sergipe. O fato de terem sido expedidos pelo Instituto de Identificação de Sergipe, contendo informações falsas que acobertavam os criminosos por todo o país, chamou a atenção das equipes de investigação. “Foram dois anos de investigação e ela foi iniciada quando uma quadrilha de assaltantes de banco foi presa na Bahia e os criminosos tinham identidades emitidas no Instituto de Identificação de Sergipe, mas os dados eram falsos. Depois percebemos que houve uma sequência de prisões dentro e fora do estado e que os presos tinham documentos expedidos originariamente pelo Instituto de Identificação de Sergipe e que continham dados falsos. Também foi percebido a negligência dos servidores que trabalham aqui, pois eles não se preocuparam em comparar a veracidade dos documentos apresentados a eles”, disse a delegada. Segundo as investigações, um agente penitenciário era quem intermediava a venda de carteiras de identidade. “Ele era uma das principais pessoas que traziam pessoas de facções criminosos. Ele era procurado com o fim específico de ter acesso ao Instituto de Identificação”, explicou. A polícia ainda não sabe quantas identidades com dados falsos foram emitidas pela quadrilha, porém receberam a informação de que era cobrado a quantia de R$ 5 mil por cada uma. Dentre os crimes revelados com a investigação, além da corrupção ativa e passiva que envolvem as falsificações, foram apurados delitos de uso de documento falso, peculato e estelionatos praticados por pessoas que recorriam à compra de carteiras de identidade falsas para a prática de fraudes, em especial, de benefícios previdenciários. Sobre a negligência no momento da confecção dos documentos o presidente da Associação Sergipana dos Papiloscopistas de Carreira (ASPAC), resumiu: “Existe uma fragilidade com relação ao profissional papiloscopista que fica de fora do processo. Para quem vai tirar a primeira via é retirada as digitais e na retirada da segunda via a uma conferência das digitais coletadas inicialmente para o primeiro documento”. Entre as providências solicitadas, a associação espera que sejam realizadas a digitalização e a contratação de outros papiloscopistas. A assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança Pública de Sergipe (SSP/SE), disse que está estudando os questionamentos da associação dos papiloscopistas.

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Fonte: G1

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Quatro são presos por suspeita de fraude em licitação em Saboeiro; dois estão foragidos

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05/07/2017

Nesta quarta-feira (05), quatro homens foram presos em uma operação contra corrupção em Saboeiro, no interior do Ceará. A operação Avalanche, que identificou fraudes em licitação no município, cumpriu seis mandados de prisão e 25 de busca e apreensão na Prefeitura de Saboeiro e em escritórios nas cidades de Tauá, Fortaleza e Quixadá. O procurador responsável conversou com a reportagem durante as buscas por dois homens que seguem foragidos. “Cumprimos quatro prisões de pessoas contra quem temos fortes indícios de participação no crime, mas dois seguem foragidos e esperamos capturá-los até o fim da tarde”, disse. O Ministério Público deve divulgar ainda nesta quarta informações relativas ao valor desviado pela quadrilha e detalhes de como era realizado o desvio de dinheiro. Os nomes dos suspeitos não foram revelados, no entanto, o procurador antecipou que são vereadores, empresários e servidores municipais da secretaria de Finanças. Além das fraudes em licitações, o grupo é suspeito de associação criminosa, falsificação de documento particular, falsidade ideológica, peculato, corrupção passiva, corrupção ativa, organização criminosa e exclusão de dados no sistema informatizado.

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Fonte: G1

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Despachante de Carmo do Cajuru é preso ao tentar sair de MG

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31/03/2017

Após uma ação conjunta entre a Polícia Civil e a Polícia Federal (PF), um despachante de 54 anos, de Carmo do Cajuru, foi preso nesta quinta-feira (30). Conforme o delegado responsável pelo caso, o suspeito foi detido no aeroporto de Confins, enquanto tentava embarcar em um avião que seguiria para outro estado. Outros detalhes do caso serão repassados durante uma entrevista coletiva para a imprensa, nesta segunda-feira (03), às 14h, em Carmo do Cajuru. As investigações vão continuar, como destacou a Polícia Civil. O delegado adiantou que o suspeito pode ter envolvimento no caso de sonegação e peculato, que resultou na prisão de um homem de 31 anos em Carmo do Cajuru. O delegado destacou que a prisão teria de ser feita na cidade. Entretanto, ao conferir os mandados, verificaram que ele não estava Carmo do Cajuru e souberam que ele estava se dirigindo ao aeroporto para sair de Minas Gerais. “Entramos em contato com a PF em Divinópolis, que fez um intermédio com a PF no aeroporto, que veio a prender o investigado quando ele tentava embarcar. Ele está envolvido em crimes de falsificação de documento público, alteração de sinal identificador de veículo automotor, dentre outros”, disse o delegado.

Sonegação e peculato

As investigações que resultaram na prisão do homem de 31 anos por sonegação e peculato, no dia 28 de março, começaram há cerca de 30 dias e apontaram que o suspeito, filho do dono de um pátio que estava com a licença de funcionamento vencida, roubava e trocava peças de veículos. Toda a investigação teve início quando o funcionário de uma seguradora procurou a polícia informando que uma caminhonete roubada em Divinópolis e apreendida em Carmo do Cajuru tinha tido as peças trocadas, como os bancos, painel e engate. Como as polícias Militar e Civil ainda não haviam sido informadas da suspensão, o pátio continuava recebendo veículos e cobrando taxas. “Acabou o licenciamento e não tínhamos sido informados ainda, tão logo isso ocorreu fizemos a suspensão e notificamos. Mas nesse período de um mês eles estavam liberando os veículos e, como ainda não havia sido lançado no sistema, os autores ainda pegavam os valores que deveriam ser repassados ao estado”, acrescentou o delegado. O autor confessou algumas práticas de peculato, como a troca e retirada das peças, e que não havia repassado nenhum valor ao estado.

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Fonte: G1

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Gerente dos Correios inventa assalto para esconder golpe, diz polícia

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03/01/2017

No norte do Paraná, no município de Nossa Senhora das Graças, a Polícia Federal prendeu uma gerente dos Correios após ela inventar um assalto para esconder um golpe de desvio dinheiro. Ela foi presa na noite de segunda-feira (02), junto com outra mulher. As duas teriam inventado, na segunda-feira, um assalto à agência dos Correios da cidade. A gerente informou à polícia que tinha sido feita refém por dois homens armados em uma moto e levada até a agência para abrir o cofre. Os assaltantes teriam roubado R$ 90 mil, ainda segundo o depoimento da funcionária para a Polícia Federal. Após encontrarem divergência nas informações, a PF conseguiu na Justiça um mandado de busca e apreensão. Na casa da gerente dos Correios, os policiais encontraram R$ 37.500 em dinheiro, com maços de notas com tiras com timbre de um banco, além de notas novas de R$ 2 e R$ 5. Durante a busca, os policiais localizaram também o aparelho do circuito de monitoramento que teria sido roubado durante o suposto assalto. A PF apreendeu também móveis e eletrodomésticos novos, comprados dias antes pela gerente e sua companheira, além de um veículo. Segundo a PF, a própria funcionária confessou o crime. Ela e a companheira foram presas e encaminhadas para a sede da Polícia Federal em Maringá, no norte do estado. Elas responderão por peculato, falsa comunicação de crime e lavagem de dinheiro.

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Fonte: G1

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