Servidora pública é afastada por suspeita de ficar com valores de taxas de emissão de RG em Lauro Müller

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20/06/2019

Uma servidora pública de Lauro Müller, no Sul catarinense, foi afastada da prefeitura por suspeita de ficar com o dinheiro da emissão de taxas de serviço de carteiras de identidade. A medida foi tomada após a Operação Minos, deflagrada pela Polícia Civil na quarta-feira (19). Segundo a Polícia Civil, a mulher tem 42 anos e estava cedida para a função de emissão de documentos, já que na cidade não há Instituto Geral de Perícias (IGP). Ela trabalhava no cargo desde março de 2019. Entre as fraudes suspeitas, moradores assinavam uma declaração de hipossuficiência para não pagar a emissão do documento de Registro Geral (RG), sem saber o teor do documento assinado. Com isso, ela cobrava as taxas de serviço e se apropriava do valor. Ela também é suspeita de usar boletins de ocorrência de perda de documento de maiores de 60 anos, para gerar a isenção de taxa no Sistema Integrado de Segurança Pública. Mesmo assim, cobrava das pessoas o valor do serviço. Conforme o delegado responsável, a servidora segue afastada nesta quinta-feira (20), proibida de frequentar a administração municipal e de entrar em contato com as pessoas que fizeram identidade com servidora. O nome dela não foi divulgado. A Polícia Civil enquadrou a mulher em peculato e inserção de dados falsos em sistema público. Foi cumprido mandado de busca e apreensão na casa dela.

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Fonte: G1

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Mulher é presa por cometer irregularidades na emissão de identidades em Lauro Müller

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19/06/2019

Uma mulher, de 42 anos, foi presa pela Polícia Civil de Lauro Müller por se apropriar de valores das taxas de emissão das carteiras de identidade. Ela é servidora pública municipal e foi efetivada no cargo em março deste ano. A operação foi denominada de Minos. A prisão dela aconteceu na manhã desta quarta-feira (19). A emissão das carteiras de identidade é realizada pelo Instituto Geral de Perícias (IGP), porém o órgão não possui unidades em todos os municípios de Santa Catarina, com isso, servidores municipais são disponibilizados para realizar o trabalho, como acontece em Lauro Müller. Segundo as investigações, a mulher teria se apropriado dos valores das taxas de emissão das carteiras de identidade, sendo que ela recebia as taxas e, logo após, registrava no Sistema Integrado de Segurança Pública, falsamente, que os requerentes da identidades teriam apresentado declarações de hipossuficiência ou boletins de ocorrência de perda de documento de maiores de 60 anos, o que em tese, possui a isenção da taxa, fazendo isso, inclusive para uma jovem que precisava da identidade para fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). A Polícia Civil escutou algumas pessoas que indicaram a prática de crimes de peculato e inserção de dados falsos em sistema público.

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Fonte: Engeplus

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Advogados e servidor público são suspeitos de falsificação de documentos

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27/02/2019

Suspeitos de participarem de um esquema de falsificação de alvarás para desviar recursos, dois advogados e um servidor público do Poder Judiciário do Paraná foram presos preventivamente. O trio é alvo de uma investigação realizada pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR). Conforme as Promotorias de Justiça de Ribeirão Claro e Carlópolis, no Norte Pioneiro do estado, a organização criminosa conseguiu levantar em agências bancárias oficiais a quantia aproximada de R$ 2 milhões. Os três investigados foram denunciados pelos crimes de falsificação de documento público, uso de documento falso e peculato. As investigações apontaram que o grupo falsificava assinaturas em alvarás de levantamento – documento emitido pelo Juízo que autoriza o credor a sacar o valor correspondente no banco autorizado. As falsificações foram realizadas entre 2016 e 2017 e tiveram a finalidade de desviar recursos depositados em contas bancárias sob a guarda do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR). Para efetivar os desvios, o grupo contou, inclusive, com a participação de servidor efetivo do fórum de Carlópolis. As prisões preventivas foram decretadas pela Justiça de Ribeirão Claro a partir de pedido do MP-PR. Os bens patrimoniais – imóveis e veículos – dos integrantes da organização criminosa também foram apreendidos.

Polícia investiga fraude no pagamento de benefício do INSS

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18/12/2018

Uma fraude no pagamento de um benefício do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) está sendo investigada pela Polícia Federal (PF). Uma aposentada notou que o dinheiro havia sido desviado de sua conta bancária. Após o ocorrido, a idosa formalizou uma denúncia. Além dos desvios bancários, a investigação da PF também apura indícios de cadastros irregulares para empréstimos feitos sem a autorização dos beneficiários. “O grande problema é que há a possibilidade de numa investigação como essa haver servidores desses órgãos envolvidos. Quando isso acontece, essas pessoas podem ser responsabilizadas por inserção de dados falsos no sistema, por peculato [subtração ou desvio] e associação criminosa. Então tudo isso aí será alvo de investigação por parte da Polícia Federal”, destaca o chefe de comunicação da Polícia Federal.

Investigações

A Polícia Federal em Pernambuco reforça à população a importância de denunciar casos de fraude no benefício do INSS. A denúncia formal contribui para o avanço das investigações. “A gente vai começar a chamar todos os responsáveis, principalmente pelas agências bancárias que estão envolvidas na questão da concessão deste benefício”, explica o chefe de comunicação.

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Fonte: Rádio Jornal

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PM descobre fábrica de placas falsas de veículos na Grande São Paulo

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10/08/2018

A Polícia Militar descobriu uma fábrica de placas falsas de veículos em São Bernardo do Campo, na Região Metropolitana de São Paulo. O local foi descoberto pela Força Tática da PM da cidade, que percebeu que um Ford Eco Sport que transitava próximo à Praça Ibrahim de Almeida Nobre, em São Bernardo, tinha uma das placas com incoerência em relação ao padrão das placas produzidas no mercado. Ao ser abordado e questionado, o motorista informou que havia adquirido a placa com um fornecedor localizado na Estrada da Cama Patente, no interior da cidade.

No local, os policiais encontraram três homens produzindo placas falsas. Eles foram presos por estelionato, adulteração de sinal característico do veículo, peculato e associação criminosa. Uma quarta pessoa, um motorista que adquiria um par de placas falsas no local, também foi detido. Os suspeitos informaram que um funcionário do departamento de trânsito da cidade seria fornecedor dos lacres. Na casa dele, foram encontrados lacres e tarjetas de placas. O caso será registrado no 3º Distrito Policial de São Bernardo do Campo.

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Fonte: G1

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Operação investiga desvio de R$ 201 milhões da Prefeitura de Itabirito

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19/06/2018

Na manhã desta terça-feira (19), o Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) e a Polícia Civil deflagraram uma operação que apura fraudes em licitações da Prefeitura de Itabirito, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG). A suspeita é que R$ 201 milhões tenham sido desviados dos cofres públicos. Foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão e 10 mandados de prisão. Nove pessoas foram presas e uma não foi encontrada.

A investigação aponta que empresas teriam sido contratadas para prestar serviços de transporte escolar, de pavimentação e “tapa-buracos” por meio de licitações fraudulentas e contratos nulos entre os anos de 2013 e 2018. Também há indícios de desvios na destinação de verbas integrantes do Fundi (Fundo de Desenvolvimento de Itabirito). 

Segundo o MP, os investigados são suspeitos de crimes de organização criminosa, fraude à licitação, peculato, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Os presos foram levados para a sede da Polícia Civil e, posteriormente, encaminhados para o presídio em Itabirito.

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Fonte: R7

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Gaeco faz operação contra supostas fraudes em contratos entre associação e governo em MT

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22/05/2018

É feita na manhã desta terça-feira (22) pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), uma operação que apura supostas fraudes em contratos. Não há mandados de prisão. A operação, chamada ‘Pão e circo’, cumpre apenas mandados de busca e apreensão. Membros do Ministério Público, Polícia Civil e Polícia Militar cumprem mandados de busca e apreensão em Cuiabá e Chapada dos Guimarães, nas sedes da Associação Casa de Guimarães, todos expedidos pela Vara Especializada do Crime Organizado da Capital. A operação se baseia em investigações sobre uma suposta organização criminosa instalada para desviar recursos públicos em contratos firmados entre a associação e o governo de Mato Grosso, entre os anos de 2011 a 2018. Segundo o Gaeco, as buscas e apreensões de documentos têm finalidade de obter provas para sustentar investigações em curso. Além do crime de organização criminosa, também há indicativos da prática de peculato, falsidade ideológica, fraude em licitações e lavagem de capitais. O governo ainda não se manifestou sobre a operação.

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Fonte: G1

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