Operação prende empresário suspeito de esquema de agiotas em Lavras, MG

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12/04/2019

Na manhã da sexta-feira (12), uma operação do Ministério Público prendeu um empresário apontado como líder de uma rede de agiotagem em Lavras (MG). Investigações apontaram que o suspeito atua em uma organização criminosa envolvida com falsidade ideológica, documentos falsos, corrupção e lavagem de dinheiro. A operação é um desdobramento de outras operações contra fraudes em shows, que aconteceram em 2013 e 2015. O empresário S.E.P., apontado como líder da rede de agiotas, foi preso durante a manhã. Ele já havia sido denunciado em outras operações do MP na cidade. “A operação de hoje é um desdobramento da Operação VIP pois o líder da organização criminosa hoje investigada também participou e foi denunciado na operação VIP. De lá para cá, as investigações foram ganhando corpo e agora foi deflagrada a operação”, explicou o promotor responsável.

Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão. Em 13 imóveis, alguns de servidores públicos, foram encontrados CD’s, documentos, agendas, computadores, anotações e notas promissórias com esquemas dos agiotas. Estava previsto o cumprimento de um mandado de busca no Fórum de Lavras, mas as buscas não foram autorizadas pela Justiça.

“O objetivo da operação foi dar cumprimento a esses mandados de busca e apreensão para angariar provas dos crimes que estão sendo investigados, como organização criminosa, lavagem de dinheiro, agiotagem, corrupção, uso de documento falso e falsidade ideológica”, explicou o promotor. Segundo as informações do Ministério Público, foi identificado o envolvimento de servidores públicos de várias áreas. Os servidores teriam criado uma rede de proteção e vazamento de informações sigilosas. A Operação Octopus foi realizado pelos núcleos do MP de Varginha e Passos, além da Promotoria de Justiça de Lavras e Receita Federal. Pelo menos seis auditores da Receita Federal, 46 policiais, nove promotores e 14 servidores do MP participaram da operação.

Pai e filho são presos suspeitos de integrar quadrilha especializada em fraudar identidades e CPFs

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09/04/2019

Dois homens, que são pai e filho, foram presos pela Polícia Federal suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em fraudar documentos oficiais. Segundo a investigação, com cédulas de identidade e documentos de cartório falsificados, o grupo retirava CPFs falsos na agência da Receita Federal em Goiana, no Grande Recife. A Polícia Federal detectou a atuação do grupo tanto em Pernambuco, quanto na Paraíba e no Rio Grande do Norte. A prisão, divulgada nesta terça-feira (09), ocorreu em Parnamirim (RN), na Região Metropolitana de Natal, em um condomínio de alto poder aquisitivo. Pai e filho, identificados pela PF como M.A.C.N., de 47 anos, e B.M.G.C., de 27, foram presos em decorrência de um mandado de prisão preventiva concedido pela 25ª Vara Federal em Goiana. Os investigadores chegaram até os dois após um adolescente de 17 anos, suspeito de fraude e estelionato, ser detido com documentos falsificados em 2018. Na ocasião, ele se passava por maior de idade e foi detido em Goiana, no Grande Recife. Além de vender os documentos falsos, o rapaz os utilizava para abrir contas bancárias e pegar empréstimos.

Após a confirmação da idade e a liberação do adolescente em audiência de custódia, os investigadores conseguiram identificar outros integrantes da quadrilha. Durante a operação para prender pai e filho, os policiais encontraram documentos que comprovam as fraudes, como cédulas de identidade sem fotos e papéis de cartórios. Também foram apreendidos dois veículos durante a operação, sendo um importado. Após a prisão, os dois foram encaminhados à audiência de custódia em Goiana e tiveram as prisões confirmadas pela Justiça. Os dois respondem pela prática de crimes de falsificação de documentos públicos, inserção de dados falsos em sistemas da Receita Federal e organização criminosa, com penas que variam de dois a oito anos de reclusão. A PF afirmou que ainda analisa os objetos apreendidos no intuito de identificar outros criminosos e localizar outros integrantes da quadrilha.

Polícia prende quatro por estelionato contra idosos no Distrito Federal

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08/04/2019

Policiais da 9ª Delegacia de Polícia (Lago Norte) prenderam em flagrante quatro homens acusados de aplicar golpes em idosos por meio de fraude bancária. O grupo seria de São Paulo, mas viam para a capital para praticar o crime. Na delegacia, eles teriam confessado as ações, detalhando que abordavam as vítimas idosas por serem mais “propícias” a confiarem na palavra de desconhecidos. Segundo o delegado responsável, os suspeitos teriam vindo para Brasília três vezes neste ano. Na última, na tarde de domingo (07), acabaram presos em uma agência do Lago Norte. Antes, eles tinham agido em Taguatinga e na Asa Sul. “Eles escolhiam uma determinada agência bancária, onde instalavam chupa-cabra, pedaços de garrafa pet ou fita isolante para reter os cartões das vítimas, colavam adesivos com número falso da central de atendimento da instituição bancária e, após isso, aguardavam a chegada das vítimas”, destaca. Uma das vítimas, após ter o cartão retido na máquina, foi induzida por um dos criminosos a ligar em uma central de atendimento falsa. Desse modo, o grupo adquiriu a senha do idoso. Com os dados, os criminosos faziam compras. “A suspeita é de que pelo menos 20 pessoas foram vítimas dos golpes praticados, e que outras 10 pessoas fazem parte dessa organização criminosa. Todos são de São Paulo”, explica o delegado.

Os agentes monitoraram o grupo por dois meses. Como eles são da região Sudeste, foi necessário acompanhar a agência para poder identificar as ações dos suspeitos, que vinham para a capital apenas para realizarem o golpe. No domingo, policiais identificaram os acusados no interior de uma agência bancária do Lago Norte. Depois da primeira parte do golpe, os homens entraram em  um Sportage prata e seguiu para o estacionamento do Deck Norte. Ali, os estelionatários foram abordados e presos em flagrante. Eles têm 39, 34, 32 e 33 anos. Foram apreendidas diversas máquinas de cartão de crédito; cartões bancários; dinheiro; adesivos falsos com a logomarca de um banco nacional e dispositivos utilizados para reter cartões de crédito. As investigações agora continuam para identificar outros envolvidos no esquema fraudulento e, ainda, os beneficiários das máquinas de cartões de crédito apreendidas com o grupo criminoso. Eles vão responder pelos crimes de organização criminosa, além de dois estelionatos tentados contra idosos. Após as medidas legais, os envolvidos foram recolhidos à carceragem da Polícia Civil do Distrito Federal.

Estelionatário que aplicava golpes com cartão de crédito é preso em Sobradinho

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26/03/2019

A Polícia Civil prendeu na manhã desta terça-feira (26), um homem que aplicava golpes com cartões de crédito. S.V.B., de 26 anos, fazia parte de uma organização criminosa que fez pelo men0s nove vítimas de estelionato em Sobradinho – em sua maioria, idosas. A 35ª Delegacia de Polícia ainda investiga o caso em busca dos outros envolvidos no grupo. Para o golpe, a quadrilha realizava ligações para as vítimas e informava sobre uma compra feita no cartão de crédito delas. Após as mesmas informarem que desconheciam o valor, o operador informava que iria bloquear o cartão. Com isso, os criminosos obtinham a senha e os dados pessoais das vítimas. Depois do “bloqueio”, um deles enviava um motoboy para buscar o cartão. “Ele ia até a casa da pessoa e pegava o cartão. Então ele tinha o contato pessoal com a vítima”, disse o delegado responsável. A polícia sabe que já são pelo menos mais de três pessoas envolvidas na quadrilha só pela forma de como o crime é praticado. Conforme o delegado, a Polícia Civil chegou até o acusado após denúncias de pessoas que sofreram o golpe. S.V.B. responde agora por estelionato e associação criminosa.

Três pessoas são presas suspeitas de estelionato em Santa Catarina

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09/03/2019

Três mandados de prisão temporária foram cumpridos nas cidades de Porto Belo e Itapema, no Litoral Norte catarinense e em Blumenau, no Vale do Itajaí, na sexta-feira (09), contra suspeitos de estelionato. Além disso, também foram cumpridos outros sete mandados de busca e apreensão também nas Blumenau, Porto Belo Itapema e Itajaí, no Vale. Conforme a Polícia Civil, a organização criminosa adquiria empresas, geralmente inativas, com o objetivo de regularizá-las e manter o ano de registro delas. Depois entrava em contato com as vítimas, com o objetivo de adquirir imóveis, lanchas, automóveis de luxo, tratores e outros bens. Supostos representantes da “empresa”, com anos no mercado, iam até a vítima para avaliar os bens e passar as imagens do produto para o líder da organização. Por fim, realizavam o pagamento com cheques de terceiros, que seriam “clientes”. Os cheques voltavam. No caso de compras maiores, os criminosos davam uma entrada em espécie e o restante parcelado em cheques que voltavam. O prejuízo chega a mais de R$ 4 milhões para elas.

Polícia Civil prende 5 e descobre fábrica de documentos falsos

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28/02/2019

Cinco integrantes de uma organização criminosa que atuava no comércio, adulteração de veículos e documentos públicos foram presos pela Polícia Civil, após investigações da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos Automotores (Derrfva). O grupo agia a mando de detentos da Penitenciária Central do Estado (PCE) e com eles encontrados dezenas de cédulas de documentos de veículos, a maioria em branco, fotos avulsas 3×4, e cédulas de identidades e de carteira de CNH, além de 30 quilos de maconha. Os policiais encontraram ainda ferramentas usadas para falsificação de documentos que eram usados para “esquentar” veículos e aplicação de golpes diversos. A quadrilha atuava em roubos de veículos, em especial caminhonetes, que eram roubadas, adulteradas e atravessadas na Bolívia, retornando ao Brasil na forma de entorpecentes, que por sua vez, seguiam para distribuição em pontos de drogas (bocas de fumo) da Grande Cuiabá. As diligências foram realizadas durante todo o dia e noite de quarta-feira (27), resultando na prisão de duas mulheres – R.A.C., 39 anos e E.S.A., 44 – e três homens, A.S.M., 20 anos, A.B.O.J., 37, e E.X.L., 36. Três dos envolvidos foram presos recentemente com veículos roubados.

 Em continuidade aos trabalhos, uma autêntica fábrica de falsificação de documentos foi descoberta dentro de uma casa no Bairro Duque de Caxias, na Capital. O local era comandado por E.X.L., que tem uma ficha criminal extensa. Ele foi encontrado com dezenas de ferramentas usadas para falsificação de documentos e veículos. Durante a abordagem, em buscas no veículo, os policiais apreenderam do lado de banco do passageiro um tablete de substância de maconha. Os policiais, com os dois suspeitos, seguiram até a casa no Bairro Duque de Caxias, onde descobriram dezenas de cédulas de documentos de veículos (CRV e CRLV), de pessoas (CNH e RG) falsificados de vários estados da federação. Também foram encontrados materiais usados na falsificação de documentos (impressora matricial, jato de tinta laser, lacres de placa veicular, arame para placas de veículos, frascos de substâncias químicas, placas de veículos, sendo duas de Campo Grande (MS), fotos diversas de pessoas no formato 3×4, cartões de bancos, R$ 1.927,00, laudos periciais, notebooks, 30 tabletes de maconha e balança de precisão.

Preso grupo que fraudava compra de celulares e revendia a preço baixo

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27/02/2019

Nesta quarta-feira (27), policiais civis do DF prenderam 13 pessoas que adquiriam, vendiam e adulteravam aparelhos celulares durante uma operação realizada pela Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri). Os agentes identificaram duas organizações criminosas: uma que adquiria aparelhos com documentos falsos e dava o golpe na hora de pagar; e outra que adulterava e revendia celulares furtados. Todos serão indiciados por crimes de organização criminosa, receptação e lavagem de dinheiro. A pena pode chegar a até 10 anos de prisão. Os presos são acusados de venderem por preço abaixo do praticado no mercado os aparelhos telefônicos obtidos em grandes lojas varejistas, comprados na forma de crédito, com documentos falsos. Segundo o chefe da Corpatri, a loja levava o prejuízo, uma vez que depois o criminoso vendia o celular para outros lojistas, que compravam com descontos de até 40% abaixo do valor de mercado.

O delegado disse que uma carga de celulares também foi interceptada a caminho do município de Afogados da Ingazeira (PE). A outra organização criminosa comprava aparelhos roubados ou furtados e reprogramava a Identificação Internacional de Equipamento Móvel (IMEI) para que pudessem ser revendidos. Os criminosos vendiam em feiras peças dos aparelhos que não eram adulterados. Além dos 13 homens presos na capital federal, uma pessoa foi detida em Pernambuco e um indivíduo está foragido. As prisões ocorreram no Sol Nascente e em Ceilândia. Ao todo, a polícia cumpriu 14 mandados de busca e apreensão nas duas regiões. Entre os produtos fruto de atividades criminosas apreendidos estão cerca 50 celulares, oito carros, dois aparelhos de televisão, oito garrafas de uísque, além de R$ 12 mil em espécie. As investigações começaram em novembro do ano passado e se intensificaram em janeiro. O delegado garantiu que os policiais continuarão as operações de combate ao roubo e furto de celulares, principalmente no período do carnaval, de 2 a 5 de março.

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