Polícia desmantela quadrilha de estelionatários e evita golpe em banco

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20/03/2018

Nessa segunda-feira (19), a Polícia Militar (PM) desmantelou uma quadrilha de estelionatários, no centro de Belo Horizonte, e impediu um golpe em uma instituição bancária. A quadrilha tem ramificações em São Paulo e cinco pessoas foram presas durante a noite, por policiais do Primeiro Batalhão da PM, na rua Espírito Santo. Elas são acusadas de aplicar o “Golpe do Estorno”. Eles conseguiam cartões de crédito de uma cooperativa bancária, vendiam cada um deles por R$ 300 para os chefes da organização criminosa, que por sua vez estouravam os limites de compra e depois o dono do cartão dava queixa de furto e o valor era estornado. Todo o dinheiro ia para a quadrilha. Em Belo Horizonte, o bando era gerenciada por um jovem de 24 anos. Segundo ele, o golpe rendia em torno de 50 mil reais por mês. O chefe da quadrilha, que não teve o nome revelado, mora em São Paulo e ficava com 80% do dinheiro. O rapaz tentou subornar os policiais oferecendo duas armas para que ele e os outros quatro envolvidos fossem liberados. Os militares fingiram que aceitaram a proposta e permitiram que o estelionatário telefonasse para alguém e que deixasse uma pistola calibre ponto 45 e um revólver calibre 22, debaixo de um veículo estacionado ao lado de um cemitério no bairro Nova Cintra, onde as armas foram encontradas pelos policiais. Todos os presos tiveram voz de prisão por estelionato. O homem de 24 anos também vai responder por tentativa de suborno. Vários cartões de crédito foram apreendidos. O carro foi removido para um pátio credenciado da polícia e a placa será investigada. Uma carteira de identidade também foi encontrada no carro, além de um espelho de cartão de uma outra instituição bancária, em branco, sem conter dados de cliente. Além do jovem, foram presos uma mulher de 33 anos, uma outra de 26, mais um homem de 24 anos, e um outro de 22 anos. Apenas a mulher mais velha é do Estado da Bahia, os demais são de Minas. Os presos foram levados para a Central de Flagrantes 2, no bairro Floresta, onde foram autuados em flagrante.

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Fonte: O Tempo

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Polícia Militar prende quadrilha de SP suspeita de aplicar golpes em MG

Polícia Civil prende quarteto que aplicava golpe do falso emprego em agência

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15/03/2018

Na tarde desta terça-feira (13), a Polícia Civil prendeu um quarteto que oferecia falsas vagas de emprego em troca de pagamento por um curso. A ação foi em uma agência, no bairro Santana, na zona norte da Capital. Agentes do 13° Distrito Policial (Casa Verde) receberam denúncias das vítimas. Segundo elas, os suspeitos entravam em contato para que comparecessem à agência, na Rua Voluntários da Pátria. No local, era realizada a oferta de empregos e um curso no valor de R$ 380, que faria com que as vítimas adquirissem a experiência necessária para garantir a vaga. As pessoas efetuavam o pagamento com a promessa de que em cinco dias estariam empregadas. Depois, os estelionatários alegavam que a garantia da vaga não era de responsabilidade da agência e que eles faziam apenas uma carta de recomendação. Nenhuma pessoa foi contratada. Após as denúncias, os policiais realizaram diligências no local, onde encontraram os quatro suspeitos – um autônomo, de 25 anos, uma representante comercial, de 22, outra mulher, de 30, e um porteiro, de 25 anos, que se passava por professor. Na agência, ainda estavam mais três vítimas e duas pessoas que prestavam serviços. Os funcionários, que não recebiam nenhuma quantia em dinheiro e não sabiam do golpe, foram ouvidos e liberados. Um notebook, uma máquina de cartão, três celulares e um computador foram apreendidos. O caso foi registrado como organização criminosa, estelionato e corrupção de menor de 18 anos, já que uma adolescente trabalhava no local. O autônomo e a representante comercial possuem diversos outros registros de estelionato.

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Fonte: Mix Vale

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Dupla é presa em Itatinga suspeita de integrar quadrilha especializada em fraudar o PIS

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08/03/2018

Nesta quinta-feira (08), a Polícia Civil de Itatinga (SP) prendeu em flagrante dois homens por praticar crime de estelionato. Os suspeitos usavam documentos falsos para sacar o PIS de outras pessoas. Os policiais chegaram aos suspeitos após uma troca de informações entre agências bancárias que permitiu a identificação dos mesmos. De acordo com a polícia, a dupla é de São Paulo e fez ao menos dez saques em cidades do Centro-Oeste Paulista, como Itatinga, São Manuel e Botucatu. Também foram registrados saques em Avaré e Piraju.

O golpe

Conforme a investigação, os dois homens presos possivelmente integram uma organização criminosa que age no interior e que é especializada em fraudar o PIS. A polícia explica que os golpistas vão a agências bancárias com documentos falsificados e realizam saques como se fossem o correntista. Em Itatinga, a dupla realizou dois saques nesta semana, na segunda (05) e na terça-feira (06). Nesta quinta, eles estavam tentando realizar mais dois saques e foram surpreendidos durante a ação com RGs falsos de duas pessoas.

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Fonte: G1

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Presa quadrilha que aplica golpe do cartão em idosos

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01/03/2018

Policiais civis da Coordenação de Combate ao Crime Organizado, ao Crime contra a Administração Pública e contra a Ordem Tributária (CECOR) estiveram nas ruas nesta manhã de quarta-feira (01) para prender os membros de uma organização criminosa que aplica golpes em idosos para clonagem de cartões de crédito. É a Operação Luthor, nome que remete ao deus da trapaça ou da mentira, da mitologia nórdica. O esquema funciona de forma a enganar as pessoas com todos os detalhes planejados. O telefone toca depois do horário de expediente bancário. Um senhor ou senhora, em geral com mais de 65 anos, aposentado, com renda financeira elevada, morador de área nobre de Brasília, atende e ouve um alerta de uma pessoa que se identifica como funcionário da central de segurança da operadora do cartão de crédito. Os dados pessoais são confirmados e há a informação de que uma compra foi realizada indevidamente. A seguir, tirando proveito de uma situação de surpresa e fragilidade emocional, começa o golpe. A atendente passa a ligação para vários ramais e realiza o suposto bloqueio do cartão que teria sido usado indevidamente. De ramal em ramal, a pessoa é orientada a ligar para uma outra central. O telefone, no entanto, é direcionado para os próprios golpistas. Nesse meio tempo, o cliente digita a senha do cartão. A central, então, instrui o idoso a procurar o gerente do banco para formalizar a queixa. Mas, devido ao horário, isso só será possível no dia seguinte.

Serviço de delivery

Enquanto a vítima do golpe pensa e se preocupa com as compras que poderão ser feitas até lá, é oferecido um serviço de delivery. O idoso é orientado a picotar o cartão, colocar num envelope e entregar a um motoboy que irá em casa buscar o que sobrou do dinheiro de plástico. O cliente recebe também a recomendação de escrever uma carta à loja onde teria sido realizada a compra indevidamente. Esse procedimento serve apenas para distrair a vítima. Tudo parece normal, um serviço de segurança bancária. Mas o que os criminosos querem, o chip e a senha do cartão, está garantido. Com isso, a quadrilha fabrica um novo cartão e pode ir às lojas para gastar ou a um terminal de autoatendimento para sacar dinheiro. Os clientes  com poder aquisitivo mais alto são escolhidos para evitar problemas com os limites de gastos.

Mais de 80 vítimas

Esse é o modus operandi de uma organização criminosa com pelo menos 14 integrantes que vinha atuando no Distrito Federal. Foram meses de investigação da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (Draco).  Cerca de 80 vítimas registraram ocorrência. Mas o prejuízo pode ser muito maior porque muitos idosos se envergonham de, com tanta experiência de vida, ainda terem sido enganados dessa forma. Não é difícil cair no golpe. Os criminosos são estelionatários e ainda têm acesso a bancos de dados comprados clandestinamente com informações pessoais sigilosas. Durante a investigação,  suspeitos foram identificados por vendedores de lojas onde fizeram compras com os cartões clonados. Eles priorizavam gastos com telefones celulares, eletrônicos e bebidas. Em seguida, revendiam esses produtos. Há registros de compras que chegam a R$ 30 mil num só dia. Os criminosos vão responder por estelionato, furto mediante fraude, lavagem de dinheiro, receptação, entre outros crimes.

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Fonte: Correio Braziliense

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Polícia Federal prende 17 pessoas em operação contra fraudes no seguro-desemprego no PA e MA

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22/02/2018

Na manhã desta quinta-feira (22), a Polícia Federal prendeu 17 pessoas durante uma operação para combater fraudes no seguro-desemprego no Pará e no Maranhão. No total, foram expedidos 19 mandados de prisão e 27 de busca e apreensão nas cidades de Redenção e Conceição do Araguaia, no Pará, e em São Luís e São José de Ribamar, no Maranhão. Somente no Pará foram 12 as prisões. Duas pessoas continuam foragidas. O objetivo da operação, batizada de Seguro Fake, é desarticular um grupo criminoso especializado em fraudes no seguro-desemprego. Segundo as investigações, os dois estados apresentam alta incidência desta modalidade de fraude. Há buscas no Ministério do Trabalho em Redenção. Segundo a PF, os bandidos enganavam trabalhadores de baixa renda dizendo que eles tinham direito a benefícios como seguro-desemprego. Os criminosos pegavam os dados pessoais das vítimas e davam entrada no benefício. Quando a quadrilha sacava o dinheiro, eles ficavam com a maior parte dele. Ainda de acordo com a PF, empresas fantasmas foram criadas para criar vínculos empregatícios fictícios para conseguir dar entrada no seguro. “Conseguimos através de diligências de campo e todos os meios disponíveis da Polícia Federal em trabalho conjunto com o Ministério do Trabalho e Emprego. Conseguimos identificar milhares de requerimentos de seguro-desemprego fraudulentos inseridos no sistema, por uma parte dessas pessoas que foram presas durante a operação, que são agentes credenciados do Sine e do Ministério do Trabalho e Emprego que burlaram o sistema. Eles inseriram dados falsos e em muitos dos casos disponibilizaram saques fraudulentos desses requerimentos de seguro-desemprego. Muitos casos foram bloqueados pelo sistema do Ministério do Trabalho e Emprego, evitando que o prejuízo ao erário fosse potencializado”, detalhou o delegado responsável pela operação da PF. No Pará foram presos um servidor no MTE de Redenção e quatro funcionários da agência do Sine em Conceição do Araguaia. Em São Luís foram presos quatro servidores do Sine.

Equipamentos foram apreendidos nas primeiras horas da operação no Pará. (Foto: Divulgação/ Polícia Federal)

Tentativas de fraude

Em um dia, em apenas 10 minutos, os policiais flagraram 42 tentativas de fraude em uma única agência bancária na cidade de Redenção. Os investigados responderão por estelionato qualificado, inserção de dados falsos em sistemas de informações e associação criminosa, com penas que podem ultrapassar 20 anos de reclusão. De acordo com os técnicos do Ministério do Trabalho, desde a implantação do sistema antifraude desenvolvido em 2016, o mecanismo já identificou e bloqueou mais de 57 mil tentativas de fraudes no país, conseguindo evitar desvios de aproximadamente R$ 800 milhões para os cofres públicos.

Polícia Federal deflagra nova etapa de operação que investiga esquema de fraude na Previdência do RJ

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12/01/2018

A Polícia Federal e o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) realizam nesta sexta-feira (12) uma nova fase da Operação Cardiopatas, que investiga um esquema de fraudes na Previdência, em Campos dos Goytacazes e São João da Barra, Norte Fluminense. A polícia busca cumprir dois mandados de prisão, e cinco de busca e apreensão. Conforme a investigação, o prejuízo ao INSS chega a R$ 4,3 milhões e a quadrilha começou a atuar em 2010. A OAB acompanha o trabalho dos policiais, porque advogados estariam envolvidos no esquema. A operação foi deflagrada no dia 8 de dezembro de 2017 quando 13 suspeitos foram presos. “É um desdobramento com base nos dados coletados na primeira fase da operação. A partir do que descobrimos em dezembro foram expedidos novos mandados de prisão”, informou o delegado que coordena a operação. A quadrilha recrutava pessoas saudáveis que apresentavam os exames de uma senhora doente à perícia, como se fossem delas. Servidores do INSS, incluindo médicos peritos, que participavam do golpe, aprovavam os exames e autorizavam o auxílio-doença. Além de médicos peritos e médicos particulares, também são investigados técnicos do Seguro Social, agenciadores de benefícios e clientes da organização criminosa. De acordo com a PF, foram comprovadas fraudes em 34 benefícios por incapacidade, entre auxílios-doença e aposentadoria por invalidez. Segundo a Polícia Federal, os investigados responderão pelos crimes de pertencimento à organização criminosa, estelionato previdenciário e corrupção ativa.

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Fonte: G1

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Grupo que realizava fraudes contra aposentados é alvo de operação da PF no RS

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29/11/2017

Na manhã desta quarta-feira (29), um grupo especializado em crimes de estelionato contra aposentados foi alvo da segunda fase da Operação Multifaces, da Polícia Federal (PF), em quatro municípios da Região Metropolitana do Estado. Os crimes foram praticados em ao menos 11 cidades gaúchas e em uma catarinense. O prejuízo estimado até o momento é de aproximadamente R$ 200 mil. Cerca de 40 policiais federais cumprem oito mandados de busca e apreensão, três de prisão e oito de condução coercitiva nos municípios de Alvorada, Cachoeirinha, Canoas e Sapucaia do Sul. As investigações, conduzidas desde março pela Polícia Federal em Passo Fundo, identificaram que o grupo utilizava acessos indevidos a sistemas oficiais para  obter informações pessoais e financeiras das vítimas. Depois, com esses dados, falsificava documentos e abria contas em instituições bancárias. A partir desse ponto, os estelionatários contratavam empréstimos, planos de telefonia, sacavam valores de benefícios previdenciários, faziam compras no comércio, entre outras fraudes. Além de utilizar os dados pessoais dos aposentados em benefício próprio, os criminosos também forneciam documentos falsos, como carteiras Nacional de Habilitação (CNH) e de Identidade (RG) para outras quadrilhas e para foragidos da Justiça. Para completar a lista de fraudes, o grupo também falsificava e vendia certificados escolares e atestados médicos. A PF também apura a atuação de dois advogados da organização criminosa que teriam apresentado comprovante de residência falso à Justiça Federal com o objetivo de amparar o pedido de liberdade provisória de um preso. Os investigados responderão pelos crimes de de organização criminosa, invasão de dispositivo de informática, falsidade de documentos públicos e privados e estelionatos.

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Fonte: Gaúcha ZH

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