Empresas de fachada movimentaram R$ 60 milhões, apura Gaeco durante operação

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25/09/2017

Deflagrada na manhã desta segunda-feira (25), a terceira fase da Operação Etileno apurou que somas próximas a R$ 60 milhões eram movimentadas por empresas fictícias. A ação teve como alvo diversas pessoas, inclusive um policial militar que já havia sido preso na primeira fase da operação em janeiro. Com a investigação, foi constatada a existência de uma organização criminosa que, conforme informações do MP-MS (Ministério Público Estadual de Mato Grosso do Sul) utilizava da prática de lavagem de dinheiro. Os valores eram provenientes de crimes como estelionato, tráfico de drogas, crimes fiscais, entre outros. As movimentações financeiras, que totalizam quase R$ 60 milhões, eram realizadas por empresas de fachada, criadas em nome de pessoas sem condições econômicas condizentes. A terceira fase da Operação Etileno teve como alvos empresários, contadores, profissionais liberais e um policial militar que já havia sido preso na primeira fase da operação deflagrada em janeiro do presente ano. Sete investigados tiveram a prisão preventiva decretada nesta fase da operação. O pedido das prisões foi feito com base nas investigações pelo Gaeco-MS (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado de Mato Grosso do Sul). Foi realizada busca e apreensão em 9 localidades de Campo Grande e São Paulo- SP, onde foram apreendidos documentos, alta soma em dinheiro, armas ilegais e máquinas para contagem de dinheiro. A Corregedoria da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul acompanhou a prisão do policial militar envolvido. As buscas realizadas na capital paulista foram desenvolvidas pelo Gaeco e pelo Ministério Público paulista, onde foram apreendidos cerca de R$ 160 mil em dinheiro.

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Fonte: Midiamax

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Polícia Civil desmonta esquema de pirâmide financeira

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21/09/2017

Em operação que combate a uma pirâmide financeira, a Polícia Civil cumpriu na manhã desta quinta-feira (21) mandados judiciais em uma mansão no Setor Jaó, em Goiânia. Denominada de Patrik, a ação é realizada pela polícia do Distrito Federal. No local em questão na capital goiana funciona uma empresa investigada pela fraude. Foram apreendidos documentos e computadores. Segundo as investigações, a organização criminosa movimentou R$250 milhões a partir de investimentos de 40 mil pessoas em uma moeda virtual falsa, a Kriptacoin. A polícia informou que os suspeitos devem ser indiciados por estelionato, organização criminosa, lavagem de dinheiro e uso de documento falso.

Golpe

O esquema começou a ser articulado no final do ano passado e se consolidou no Distrito Federal em janeiro de 2017. Os integrantes da organização se passavam por executivos e prometiam altos rendimentos com o negócio, com ganho de 1% ao dia sobre uma moeda virtual falsa – o resgate do saldo só poderia ser feito após um ano. Ao fingir legalidade do negócio, os golpistas marcavam reuniões, faziam anúncios em outdoors e propagandas na internet e na televisão e tiravam fotos com cantores famosos. Quanto mais investidores fossem recrutados para participar do negócio, a promessa de ganhos aumentava, com bônus de 10% por pessoa cooptada. Assim, o lucro crescia proporcionalmente à quantidade de aplicações feitas na cadeia, mas era tudo um golpe. A polícia informou que uma das vítimas disse que aplicou quase R$ 200 mil sem retorno e, ao tentar resgatar os valores aplicados, foi ameaçada pelos “executivos” da falsa empresa. As apurações também revelaram que o esquema funcionava com divisão de tarefas e que contava com falsificadores de documentos. Além disso, as três empresas que vendiam o serviço, alvo da operação estão, em nomes de “laranjas”, cujo o patrimônio declarado não condiz com as movimentações financeiras. A polícia descobriu, ainda, uma lista com cerca de 20 nomes falsos que eram utilizados pela quadrilha. As aplicações eram feitas pela internet por meio de uma plataforma digital, mas os depósitos eram feitos em contas correntes.

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Fonte: Diário do Estado

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Suspeitos de vender CNH sem exames cobravam até R$ 4 mil, diz polícia do DF

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14/09/2017

Nesta quinta-feira (14), dois suspeitos de participarem de um esquema criminoso que comercializava carteiras de motorista sem a realização de provas no Distrito Federal foram presos pela Polícia Civil, no âmbito da Operação Habilis. Além deles, outros oito integrantes da suposta organização criminosa foram detidos em Minas Gerais, no Pará e em Goiás. Segundo as investigações, os suspeitos cobravam entre R$ 400 e R$ 4 mil pela falsificação dos exames. No DF, o presos trabalhavam em uma clínica credenciada ao Departamento de Trânsito (Detran) para realização de exames de visão e psicotécnico. No entanto, de acordo com a polícia, o dono da clínica não tem envolvimento com o esquema, porque a clínica teria sido vendida quando as investigações estavam em curso. Tirar a carteira de forma “oficial” custa em média R$ 1,3 mil no DF. O valor inclui clínica médica, biometria e simulador. A autoescola é paga separadamente – há 170 credenciadas.

Do Pará pro DF

O delegado da Coordenação de Repressão aos Crimes contra o Consumidor e Fraudes (Corf), explicou em coletiva de imprensa que o esquema era centralizado no Pará, onde o dono de uma autoescola recebia a documentação de outros estados. Lá, ele conseguia expedir a carteira pelo Detran-PA. “Não temos comprovação de envolvimento de agente público, mas foi presa uma pessoa do Detran-GO que, inclusive, também temos indícios que retirava multas do sistema.” A polícia apurou que 600 carteiras de habilitação foram transferidas do Pará para o DF entre 2011 a 2017. “Não quer dizer que todas eram falsas. [Elas] estão sendo investigadas”, disse o delegado. Ele explicou que as carteiras de habilitação emitidas pela Detran são verdadeiras – “os meios para obtê-la é que são ilícitos”. O esquema funcionava a partir da ação de “cooptadores”, que buscavam pessoas à procura de autoescolas para tirar a carteira. A polícia ainda busca detalhes de como e onde ocorriam as abordagens. O diretor-geral do Detran-DF explicou que as suspeitas de fraude surgiram em razão do alto número de transferências de CNH do Pará para o DF nos últimos seis anos. “As pessoas transferiam um número expressivo de prontuários para o DF, o que despertou suspeitas. Até porque a maioria desses compradores é do DF.” Ele informou que todas as carteiras de habilitação de motoristas do DF compradas por meio do esquema serão canceladas assim que houver confirmação.

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Fonte: G1

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PF prende seis por fraude no INSS na Bahia

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13/09/2017

Na Bahia, nesta quarta-feira (13), a Polícia Federal prendeu seis pessoas durante a Operação Álibi. A ação aconteceu em Teixeira de Freitas, Nova Viçosa e Porto Seguro, no interior do estado. Outras duas pessoas foram detidas em Minas Gerais e Rio de Janeiro. A operação investiga um grupo criminoso dedicado a fraudar a Previdência Social. De acordo com a PF, a quadrilha usava nomes de pessoas que morreram na infância. Os dados fraudulentos eram usados para fazer alguns recolhimentos à Previdência Social com valores próximos ao teto de contribuição. Com isso, eles deixavam as “falsas pessoas” aptas a receber algum benefício do INSS. Em seguida, eles simulavam o falecimento dessas pessoas, solicitando o benefício de pensão por morte. O prejuízo ultrapassou R$ 2 milhões.

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Fonte: A Tarde

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Polícia descobre golpe aplicado em pessoas que vendem carros pela internet na Serra do RS

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07/09/2017

A Polícia Civil descobriu um golpe que pode ter lesado centenas de pessoas que colocaram carros à venda na internet no Rio Grande do Sul. Cinco suspeitos foram indiciados por estelionato e organização criminosa no inquérito remetido à Justiça, nesta semana, por usarem cheques clonados ou roubados para enganar as vítimas. Escutas telefônicas feitas com autorização da Justiça mostram que os falsários debochavam das vítimas que pretendiam enganar. Revelado nesta quinta-feira (07), o golpe foi investigado pela Polícia Civil de Bom Jesus, na Serra, que prendeu três suspeitos e conseguiu que a Justiça decretasse a prisão preventiva de outros dois, considerados foragidos. Eles acessavam anúncios publicados no site OLX e entravam em contato com as vítimas. “Então eles ligam, notando uma certa ingenuidade, muitas vezes, da vítima. E contam também, muitas vezes, com a ganância das pessoas”, afirma o delegado responsável pelo caso, acrescentando que os falsários chegavam a ofertar aos vendedores valores acima do mercado. Na hora de enviar o recibo comprovando o depósito do valor negociado, os estelionatários colocavam o dedo sobre a indicação de que o pagamento havia sido feito em cheque, o que induzia as vítimas a crerem que a transação havia sido feita em dinheiro. Durante as investigações, um suspeito, A.D.S.Oliveira, foi preso em flagrante momentos antes de fechar negócio com um auxiliar administrativo de Bom Jesus. Outros dois foram detidos em Vacaria. Permanecem foragidos com prisão preventiva decretada mais dois. Conforme a polícia, centenas de vítimas podem ter sido lesadas. Entre elas, está o funcionário de uma gráfica de Santo Antônio da Patrulha, que decidiu vender o veículo por R$ 35,8 mil para quitar dívidas e pagar uma cirurgia para a esposa. “A reação foi de desespero, eram todas as economias que tinha”, lamenta. Ele descobriu que foi enganado ao notar que o cheque depositado na conta não foi compensado, por ser roubado. Dias depois, soube pela polícia que o veículo estava à venda numa loja da cidade de Ibirubá. A reportagem entrou em contato com a loja, por telefone. Mas o vendedor disse que o automóvel já tinha sido revendido. “Há umas três ou quatro semanas”, disse o vendedor. Para evitar a transferência, uma restrição na documentação do automóvel chegou a ser colocada pelo Detran, a pedido da polícia de Santo Antônio da Patrulha. Mas um delegado da cidade, alegando que a loja adquiriu o carro de boa fé, pediu que o bloqueio fosse removido do sistema. “Na medida em que foi constatado golpe de estelionato, foi constatado que fui ví­tima, fui ludibriado, eu acharia que deveriam apreender esse carro, ter uma maneira de apreender e me devolver o meu bem”, afirma o funcionário da gráfica. A origem dos cheques usados pelos falsários para enganar as vítimas também é investigada. Cada folha seria repassada aos golpistas por até 30 reais.

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Fonte: G1

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Polícia do DF prende homens que usavam dados de mortos para cometer estelionato

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29/08/2017

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu dois homens suspeitos de integrar uma organização criminosa especializada em fraudar dados de pessoas mortas para obter vantagens financeiras em bancos. No cadastro da Receita Federal, as pessoas apareciam como vivas. A Operação Ammit levou cerca de três meses para chegar aos suspeitos – entre eles, um ex-policial civil e um bancário, que colaborou com as investigações. Outros dois estão foragidos. Segundo a polícia, o grupo usava o CPF de pessoas mortas para falsificar documentos e realizar operações bancárias, como saques e empréstimos. O esquema só funcionava, porque o gerente de banco ficava responsável por ocultar as transações criminosas. Os policiais da 24ª DP, em Ceilândia, responsáveis pela operação, apreenderam cerca de 50 documentos – entre identidades, carteiras de habilitação, contratos e cartões bancários. Segundo o delegado responsável, o grupo obteve cerca de R$ 1 milhão com o esquema.

Quem são?

Os suspeitos que estão presos são considerados pela Polícia Civil como os “cabeças” do esquema. A dupla era responsável pelo planejamento das ações e pela falsificação dos documentos. De acordo com o delegado, eles acessavam contatos na Receita Federal e na Previdência Social para obter informações privilegiadas. Os outros dois foragidos, segundo a polícia, assumiam a função de buscar identidades e CNH roubadas, assim como dados de pessoas mortas. Eram eles que também se passavam por clientes nas agências bancárias com os documentos fraudados. Quanto ao gerente bancário, que colaborou com as investigações, o delegado informou que ele deve ser indiciado, mas que ainda não foi preso porque delatou o esquema.

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Fonte: G1

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Operação desarticula quadrilha que desviou mais de R$ 2 milhões de correntistas

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09/08/2017

Foi deflagrada nesta quarta-feira (09), pela Polícia Civil, juntamente com o Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, uma operação para prender 33 integrantes de uma quadrilha comandada por hackers que furtava correntistas de bancos em todo o país, em operações que chegaram a movimentar cerca de R$ 2 milhões irregularmente ao longo dos nove meses de investigações. A operação, batizada de Open Doors (portas abertas, em tradução do inglês), teve por objetivo também o cumprimento de 52 mandados de busca e apreensão na região sul fluminense, principalmente nas cidades de Resende, Volta Redonda e Barra Mansa. Segundo informações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público, até o início desta manhã já haviam sido cumpridos 27 mandados de prisão. Na operação, mais duas pessoas foram detidas em flagrante por porte de munições. As investigações do Gaeco constataram que a quadrilha fez centenas de transferências bancárias ilegais, subtraindo dinheiro de correntistas de todo o Brasil.

Esquema

Ainda segundo as investigações, a organização criminosa agia primeiramente com a atuação dos hackers, que burlavam a segurança bancária para obter acesso a dados de titulares de contas bancárias, como senhas, CPF, número de agência e conta, nome completo do titular e dependentes. De posse dessas informações, os envolvidos no esquema solicitavam a outros membros da quadrilha, chamados de “cabeças”, que lhes fornecessem as contas de “laranjas” para que pudessem direcionar o dinheiro subtraído das vítimas para futuro saque em espécie. Segundo o MPRJ, o grupo tinha uma “janela” de poucas horas para efetuar os saques das contas sem que a transação fraudulenta fosse percebida pelos sistemas de segurança dos bancos. “Para que o esquema funcionasse, os laranjas eram acompanhados pelos aliciadores até a entrada da agência bancária para efetuar os saques na hora determinada pelos hackers”, informou o MP.

Partilha

De acordo com os investigadores, o dinheiro era repartido entre todos os níveis da quadrilha. “O hacker ficava com 50%, o cabeça com 25%, o aliciador com 15% e o laranja com 10%”. O Gaeco vai dar sequência às investigações para chegar aos líderes da organização, uma vez que eles não mantinham contato com os demais membros, exceto com os cabeças. As informações indicam ainda que, ao todo, foram denunciados 89 criminosos, acusados de promover, constituir, financiar ou integrar organização criminosa; e também por subtrair, para si ou para outrem, mediante fraude, coisa alheia móvel, de acordo com o Artigo 155 do Código Penal.

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Fonte: Istoé Dinheiro

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