Advogada e professores são presos suspeitos de oferecer falsos cursos de graduação no AM

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19/06/2018

Nesta terça-feira (19) a Polícia Civil prendeu quatro pessoas e outras quatro ainda estão foragidas, suspeitas de envolvimento em um esquema criminoso de oferta de cursos de graduação falsos, sem autorização do Ministério de Educação (MEC), em Manaus (AM). Ao todo, o esquema desviou R$ 1 milhão da faculdade, onde parte do valor foi recuperada por decisão judicial que bloqueou a verba. Na coletiva de imprensa realizada pela polícia, nenhum dos suspeitos foi apresentado à imprensa. Entre os presos estão uma advogada, uma professora, um professor e uma mulher que atuava como coordenadora do esquema. De acordo com a polícia, o grupo oferecia cursos em 15 municípios do Amazonas, sem reconhecimento do MEC, e dizia ser representante de uma faculdade sediada em Manaus.

Os alunos tinham aulas presenciais normalmente, no entanto, ao final do curso não recebiam o certificado de conclusão. A fraude só era constatada pelos alunos quando eles entravam em contato com uma faculdade, onde questionavam a entrega dos certificados. Diante das reclamações recebidas dos alunos, sócios-proprietários da faculdade em Manaus acionaram o Tribunal de Justiça, solicitando uma intervenção judicial para a instituição, que foi vendida para outros dois sócios-proprietários suspeitos de envolvimento na operação criminosa. Durante a investigação, a polícia diz que constatou o golpe praticado pelo grupo e os dois sócios-proprietários são foragidos procurados por descumprimento contratual e haviam sido afastados da direção.

Os presos irão responder por organização criminosa, estelionato, falsidade ideológica, furto qualificado, dano qualificado, desobediência de decisão judicial, além de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio. Após os procedimentos cabíveis na delegacia, os infratores serão encaminhados para unidade prisional.

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Fonte: G1

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Polícia prende homem com mais de 100 documentos falsos

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08/06/2018

Nesta quinta-feira (07), Policiais civis lotados na 1ª Delegacia Distrital de Polícia (DDP) e no Grupo de Investigações de Homicídios (GIH) de Valparaíso prenderam em flagrante um homem por uso documento falso. Segundo o delegado responsável pelo caso, no momento em que foi abordado pelos policiais, o sujeito apresentou documento de identidade falso e o autuado foi submetido ao procedimento de identificação criminal. Os agentes então constataram que havia um mandado de prisão preventiva em aberto contra o suspeito originado do Rio de Janeiro em razão da prática de crime de estelionato, falsificação de documentos públicos, fraude contra seguro e organização criminosa. A determinação judicial foi devidamente cumprida. Ainda segundo o delegado, o homem possui diversas passagens por estelionato em Goiás e no Distrito Federal. Dentro da residência do investigado foram encontrados mais de 100 documentos prontos para a comercialização e outros em fabricação, dentre os quais RGs, CPFs, CRLVs e CNHs. Na oportunidade, apreenderam-se também impressoras e pendrives.

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Fonte: Jornal Opção

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Trio é preso por estelionato com documentos falsos

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06/06/2018

Na tarde desta terça-feira (05), em São José do Rio Preto (SP), um trio foi preso em flagrante por estelionato. A prisão foi realizada após um advogado informar à Polícia Civil que havia sido vítima de um golpe durante a venda de um carro. Segundo informações da polícia, uma investigação foi realizada e concluiu que os golpistas tinham confeccionado uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) falsa e reconhecido firma em um cartório de Votuporanga (SP) com os dados obtidos nos documentos do advogado.

Os três homens, de 30, 31 e 34 anos, foram presos em flagrante por uso de documento falso, falsidade ideológica, estelionato e organização criminosa. Um dos suspeitos já tinha passagem pela polícia pelos mesmos crimes. O trio foi encaminhado à carceragem da delegacia de Rio Preto e posteriormente transferido para um presídio da região, onde permanece à disposição da Justiça.

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Fonte: G1

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Policial Civil é preso dentro de hospital suspeito de participar de fraude com ciganos

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01/06/2018

A Justiça Federal determinou a prisão de um policial civil suspeito de participar de um esquema de corrupção que foi descoberto pela Polícia Federal. Lotado em Piripiri, o policial foi apontado por integrantes presos de que ele ajudava no esquema de corrupção. F.K. foi preso com auxílio da Corregedoria da Polícia Civil do estado. Ele estava internado no Hospital São Paulo, em Teresina, com diagnóstico de pneumonia, onde ocorreu sua prisão quando teve alta médica. Ele foi levado para o 10º Distrito, no bairro Bela Vista. A prisão do policial é desdobramento da “operação Biditos” que foi realizada pela PF e resultou na prisão de 19 pessoas, entre eles um vereador, dois empresários e vários ciganos. Os presos são acusados de participar de uma organização criminosa que frauda benefícios assistenciais do INSS, concedidos a idosos e deficientes.

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Fonte: Cidade Verde

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Gaeco faz operação contra supostas fraudes em contratos entre associação e governo em MT

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22/05/2018

É feita na manhã desta terça-feira (22) pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), uma operação que apura supostas fraudes em contratos. Não há mandados de prisão. A operação, chamada ‘Pão e circo’, cumpre apenas mandados de busca e apreensão. Membros do Ministério Público, Polícia Civil e Polícia Militar cumprem mandados de busca e apreensão em Cuiabá e Chapada dos Guimarães, nas sedes da Associação Casa de Guimarães, todos expedidos pela Vara Especializada do Crime Organizado da Capital. A operação se baseia em investigações sobre uma suposta organização criminosa instalada para desviar recursos públicos em contratos firmados entre a associação e o governo de Mato Grosso, entre os anos de 2011 a 2018. Segundo o Gaeco, as buscas e apreensões de documentos têm finalidade de obter provas para sustentar investigações em curso. Além do crime de organização criminosa, também há indicativos da prática de peculato, falsidade ideológica, fraude em licitações e lavagem de capitais. O governo ainda não se manifestou sobre a operação.

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Fonte: G1

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PF realiza operação que investiga fraudes em compras pela internet

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27/04/2018

Na manhã desta sexta-feira (27), a Polícia Federal cumpre nove mandados de busca e apreensão nas cidades de Palmas e Itaguatins (TO). A ação faz parte da Operação Crédito Fácil, que investiga uma organização criminosa especializada em realizar compras fraudulentas de produtos e serviços oferecidos pela internet. Segundo a Polícia Federal, a investigação começou após prisão em flagrante de membros da organização. No momento da abordagem, eles usavam cartões de outras pessoas para pagar a hospedagem em um hotel de Palmas. A prática criminosa consiste na compra de produtos eletrônicos, de roupas e serviços de hospedagem, usando dados de cartões de créditos de outras pessoas. Os criminosos lucravam com a venda desses bens e produtos adquiridos de forma ilegal. As buscas e interrogatórios buscam esclarecer quem são os destinatários finais e os fornecedores dos dados bancários usados nas compras fraudulentas. Os envolvidos devem responder pelos crimes de estelionato e organização criminosa. Mais de 40 policiais federais fazem parte da operação. O nome faz referência ao modo como os criminosos agiam, utilizando dados de cartões de crédito para realizar a compra de produtos na internet.

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Fonte: G1

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Falsificadores de cheques agiam em Mato Grosso do Sul e mais oito estados

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19/04/2018

Materiais utilizados pelos criminosos na falsificação.

Na terça-feira (17), foi presa  durante operação desencadeada pela Delegacia de Estelionato (DE) de Curitiba (PR), uma quadrilha envolvida na clonagem de cheques que agiu em Mato Grosso do Sul, Paraná e mais sete estados. Um homem, de 47 anos, é apontado como líder do bando e foi detido em casa, na cidade de Guarapuava (PR). Estima-se que em pelo menos seis meses a associação criminosa, por meio da fraude, obteve a quantia superior a R$ 1 milhão. Além do líder, outras quatro pessoas suspeitas de integrar o bando também foram detidas ao longo da operação. As investigações iniciaram há cerca de seis meses, depois que a especializada realizou a prisão de uma mulher suspeita de aplicar um golpe bancário, descontando cheques clonados. A partir desta prisão, com base nas informações, foi possível identificar o envolvimento de outras pessoas. Segundo as investigações, o bando conseguia os cheques originais de diversas formas, uma delas era a compra com pessoas (normalmente idosas) que estavam em filas nos caixas eletrônicos.  Os cheques originais eram enviados para o líder da quadrilha, preso em Guarapuava, que por ser publicitário e desenhista, refazia os cheques com perfeição, adulterando os valores, código de barras e número de série. “Em seguida, os cheques eram enviados para outros membros do bando que tem a função de apresentá-los nos caixas para o desconto”, explicou a delegada-adjunta da DE. Os crimes iniciaram em Curitiba, mas o bando também atuou nos Estados de Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Mato Grosso,  Rondônia, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, além de Mato Grosso do Sul e em várias cidades do Paraná. “Somente nesses seis meses de investigações, estima-se que a quadrilha obteve a quantia de R$ 1 milhão”, lembra a delegada.  Ao todo foram cumpridos nove mandados de prisão temporária e 12 de busca e apreensão domiciliar. Foram apreendidos diversos documentos falsos, cheques clonados (em processo de confecção), apetrechos para a falsificação, bem como computadores, impressoras de alta resolução, um automóvel BMW e uma caminhonete Hilux. Os suspeitos responderão pelos crimes de estelionato, falsificação de documento público, associação criminosa e falsidade ideológica. Todos permanecem presos à disposição do Poder Judiciário.

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Fonte: Correio do Estado

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