Fábrica de exames falsos de gravidez é fechada pela polícia em Rondonópolis

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14/08/2018

Um homem foi preso em flagrante em uma residência que funcionava como uma espécie de “fábrica” de documentos falsificados em Rondonópolis (212 km de Cuiabá-MT). A ação foi realizada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) e ocorreu na tarde de segunda-feira (13). O suspeito W.S.A., de 26 anos, foi alvo de investigação após ser envolvido em ocorrências de estelionato com o golpe popularmente conhecido como “carro da OLX”.

Dentro da residência do suspeito foram encontrados diversos rascunhos de documentos falsificados na sala, incluindo documentos pessoais e veiculares. No quarto, dentro da fronha do travesseiro, foram localizados mais documentos finalizados e fotos 3×4 de terceiros. No balcão da cozinha foram recolhidos extratos bancários, exames de gravidez de um laboratório, entre originais e outros falsificados, e uma almofada de tinta de carimbo, utilizado para falsificação com uso de amostra de digital. O material apreendido é fabricado na casa do suspeito com um computador e uma impressora colorida. Os documentos veiculares (CRV e CRLV) possuem informações impressas em papel timbrado, proveniente de dois roubos em agências do Ciretran, um em Rondonópolis e outro no município de Jangada.

De acordo com informações preliminares, em cada documento veicular o suspeito ganhava cerca de R$ 200, cada RG ele cobrava R$ 250 e nos exames de gravidez o suspeito pedia R$ 50. Em entrevista aos policiais, o suspeito confessou os atos, relatou que integra uma organização criminosa e que em conjunto com comparsas teria adquirido lucro anterior por meio do golpe do carro no “OLX”. Ele informou que maior parte do dinheiro (R$ 19 mil) foi apreendida com um comparsa durante deflagração da operação Red Money, da Polícia Civil, em 08 de agosto. Conduzido à delegacia, ele foi autuado em flagrante pelos crimes de receptação e falsificação de documento público, falsificação de documento particular. O suspeito será apresentado em audiência de custódia junto ao Judiciário.

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Fonte: Circuito Mato Grosso

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Polícia Civil identifica cerca de cem empresas vítimas do golpe da falsa doação

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13/08/2018

A Polícia Civil de Santa Catarina está averiguando o caso de cerca de cem empresários que estavam na mira de falsários no chamado golpe da falsa doação. Até então, 30 empresas eram vítimas, mas outras 70, após análise de documentos apreendidos, estavam na mira dos criminosos. Três gaúchos que integram a organização criminosa foram presos na última quinta-feira (09) em Balneário Camboriú e Itajaí. O objetivo é ouvir todos os empresários nos próximos dias para confirmar se já haviam sido lesados ou se estavam ainda realizando os primeiros contatos para as falsas doações a entidades filantrópicas. A investigação é do titular da Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). Nesta segunda-feira, ele interrogou um dos presos para saber mais detalhes sobre telefones, endereços, e-mails e nomes de empresários, além de solicitações de contatos, localizados durante o cumprimento de mandados judiciais na semana passada. O prazo para concluir o inquérito é até o início da próxima semana, mas a investigação deve continuar depois disso por dois motivos. Um deles é o grande número de vítimas e o outro é o fato de que os falsários lavavam dinheiro por meio de uma produtora de vídeos catarinense. Os criminosos, que são gaúchos, aplicavam golpes no Rio Grande do Sul e depois se escondiam em Santa Catarina. O golpe consistia em usar documentos falsos para pedir cartas de recomendação para prefeituras da Região Metropolitana de Porto Alegre com o objetivo de atrair eventos para as cidades, principalmente para a Capital, Canoas e São Leopoldo. Em vez disso, os investigados usavam essas recomendações como se fossem voluntários e pediam verbas a empresários para fazer doações a entidades que atendem pessoas carentes. Na verdade, o dinheiro era desviado para as próprias contas bancárias dos integrantes da organização criminosa. Os prejuízos que a polícia conseguiu evitar, para cada empresário, são de valores entre R$ 150 mil e R$ 300 mil. Segundo a investigação, duas das 30 empresas que já confirmaram que foram procuradas pelos golpistas afirmaram que foram lesadas.

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Fonte: Gaúcha ZH

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Empresários do DF desviaram R$ 55 milhões com fraude em licitações

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27/07/2018

Uma operação chamada Monopólio, deflagrada na quinta-feira (26) pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), revelou que através de fraudes em licitações, alguns empresários da capital conseguiram movimentar R$ 55 milhões. O grupo atuava desde 2011 em contratos firmados com algumas Administrações Regionais do DF. As investigações haviam começado em 2014, quando uma denúncia anônima apontou que os empresários usavam um grupo de empresas registradas em nome de laranjas (em geral, funcionários ou parentes) para fraudar as licitações. As ações ilícitas teriam acontecido, principalmente, em contratos com as administrações regionais de Águas Claras e do Gama, segundo as apurações. Conforme a polícia, o esquema ocorria em licitações do tipo “convite”, em que pelo menos três empresas são convidadas para disputar a realização de uma obra com valor menor que R$ 150 mil. Com isso, não é necessário “divulgar” a licitação.

Entre as principais obras fraudadas estavam a construção de quadras poliesportivas, parquinhos e a instalação de meio-fios. Durante o pente-fino, foram analisadas 259 licitações vencidas pelas empresas investigadas. Foram cumpridos 24 mandados de busca e apreensão e 18 de prisão temporária (por cinco dias). Entre os alvos, havia três servidores públicos, além dos empresários e seus laranjas. Os investigados foram indiciados por fraude em licitação, organização criminosa (com aumento de pena por envolverem servidores públicos), lavagem de dinheiro, corrupção ativa e corrupção passiva. O GDF informou que irá exonerar os servidores.

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Fonte: Destak

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Gaeco faz operação e mira quadrilha que vendia carros roubados pela internet

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19/07/2018

Na manhã desta quinta-feira (19), 14 mandados de prisão preventiva e 16 de busca e apreensão estão sendo cumpridos em uma operação para combater a venda de carros roubados pela internet. As ordens judiciais estão sendo cumpridas em Curitiba, Londrina e Guarapuava. Os mandados de busca miram dez residências e seis locais comerciais. Já os mandados de prisão, são contra oito homens e seis mulheres. Segundo as investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e da Polícia Civil, a organização criminosa comprava veículos roubados, principalmente em Curitiba e Região Metropolitana, e ocultava-os em Guarapuava. Depois disso, eles adulteravam os documentos dos automóveis com as mesmas especificações. Em seguida, os carros eram anunciados em sites de venda na internet. Um policial militar suspeito de acessar o banco de dados do estado para passar informações aos criminosos foi afastado da função. Entre os crimes investigados na operação estão organização criminosa, receptação, adulteração de sinais de veículos, falsificação de documentos e estelionato.

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Fonte: G1

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Polícia prende suspeitos de aplicar golpes em lojas e clínicas de estética em Fortaleza

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11/07/2018

A polícia prendeu dois homens e uma mulher suspeitos de integrar uma quadrilha investigada há quatro meses por aplicar golpes em comércios e clínicas de estética em Fortaleza. Segundo o delegado titular do 2º Distrito Policial, os suspeitos realizaram diversos procedimentos estéticos e pagaram com cheques falsificados. Uma empresária vítima do esquema informou que teve um prejuízo de R$ 15 mil em procedimentos de estética. Empresas do ramo de móveis e eletrodomésticos também foram alvos dos suspeitos. A Polícia Civil apreendeu impressoras, computadores, cartões de crédito e documentos falsificados. Os policiais ainda encontraram identidades e outros documentos prontos para serem impressos pelo grupo. Durante a ação policial, um dos suspeitos tentou fugir e acabou atropelando um motociclista, que acabou morrendo. Após a prisão, os suspeitos foram conduzidos ao 2º Distrito Policial, no Bairro Meireles, onde foram autuados pelos crimes de organização criminosa, uso de documento falso, falsificação e estelionato. Outros dois suspeitos de participação no esquema ilícito seguem foragidos.

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Fonte: G1

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Polícia deflagra operação Call Center contra crimes de estelionato pela internet

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05/07/2018

Na manhã desta quinta-feira (05), vinte pessoas foram presas pela Polícia Civil na operação Call Center, deflagrada para prender uma quadrilha interestadual especializada em crimes de estelionato através de compra e vendas de produtos pela internet. A operação teve início a partir de denúncias de vítimas do Piauí e os mandados são cumpridos no Paraná e em Mato Grosso. Há 18 presos no Paraná e dois em Mato Grosso. O delegado responsável explicou que os golpistas clonavam o anúncio de um determinado produto em um site de compra e venda, e intermediavam a negociação entre o comprador interessado no produto e o vendedor original. Após fechada a negociação, os golpistas forneciam a conta bancária de um laranja para que o comprador fizesse o depósito do pagamento. “Através de uma engenharia social, técnicas para ludibriar tanto o vendedor como o comprador, eles conseguiam fazer o comprador legítimo depositar na conta de um laranja, lá em Cascavel. O ‘Call Center do Crime’ funcionava em um presídio na cidade de Cuiabá, Mato Grosso”, disse o delegado. Os crimes foram cometidos inclusive por pessoas presas, que interceptavam as vendas por celulares dentro da prisão. O alvo dos golpistas eram na maioria negociações de compra e venda de veículos, e em alguns casos de imóveis. Foram expedidos 20 mandados de prisão e 35 de busca e apreensão que foram cumpridos nas cidades de Cascavel e Toledo, no Paraná, e Cuiabá e Várzea Grande, em Mato Grosso.

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Fonte: G1

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Operação investiga desvio de R$ 201 milhões da Prefeitura de Itabirito

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19/06/2018

Na manhã desta terça-feira (19), o Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) e a Polícia Civil deflagraram uma operação que apura fraudes em licitações da Prefeitura de Itabirito, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG). A suspeita é que R$ 201 milhões tenham sido desviados dos cofres públicos. Foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão e 10 mandados de prisão. Nove pessoas foram presas e uma não foi encontrada.

A investigação aponta que empresas teriam sido contratadas para prestar serviços de transporte escolar, de pavimentação e “tapa-buracos” por meio de licitações fraudulentas e contratos nulos entre os anos de 2013 e 2018. Também há indícios de desvios na destinação de verbas integrantes do Fundi (Fundo de Desenvolvimento de Itabirito). 

Segundo o MP, os investigados são suspeitos de crimes de organização criminosa, fraude à licitação, peculato, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Os presos foram levados para a sede da Polícia Civil e, posteriormente, encaminhados para o presídio em Itabirito.

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Fonte: R7

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