Cinco presos e seis pessoas procuradas por fraude em seguro DPVAT

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08/12/2018

Equipes da Delegacia Regional de Propriá (SE) realizaram diversas ações e prenderam vários envolvidos em fraudes no Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT), configurando estelionato. As detenções ocorreram durante os últimos dois meses em cumprimento a mandados de prisão. Segundo o delegado responsável, o consórcio de seguradoras responsável pelo seguro forneceu diversas informações sobre suspeitas de fraude no seguro DPVAT, tendo como beneficiários titulares de contas bancárias vinculadas a agências localizadas na cidade de Propriá. Diante das informações, foram iniciadas as investigações e instaurados 26 inquéritos policiais, que apontaram a atuação de organizações criminosas responsáveis por prejuízos estimados em R$ 300 mil. Os seguros eram solicitados a partir de acidentes de trânsito que nunca existiram, resultando em pagamentos por morte ou invalidez.

Segundo as investigações, a organização criminosa atuava em todo o município, abordando pessoas que, diante da justificativa de que era um empréstimo bancário ou recebimento de “dinheiro de fundos perdidos”, acabavam fornecendo dados da conta bancária. Os integrantes do grupo falsificavam os documentos e sacavam o benefício junto ao titular da conta. No decorrer da ação do grupo, titulares de algumas contas tornaram-se intermediários do golpe, já que passaram a receber comissões por parte da associação criminosa. As investigações foram concluídas e encaminhadas ao Poder Judiciário, o qual indiciou integrantes do grupo e donos de contas.

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Fonte: Info Net

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PF deflagra Operação que desarticula fraude em benefício do INSS

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06/12/2018

Foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (06) pela Polícia Federal, a Operação Crotalus, que desarticula uma organização criminosa que fraudava cofres públicos por meio de fraudes em benefícios do INSS. As fraudes chegam a mais de R$ 2 milhões. São cumpridos seis mandados de busca e apreensão nas cidades de Curitiba, São José dos Pinhais, Cascavel e Marechal Cândido Rondon, todas no Paraná, e em Bombinhas, em Santa Catarina. Há também um mandado de prisão em nome de um dos investigadores, porém, a corporação explicou que este pedido está relacionado a outra investigação em crime de moeda falsa. A investigação teve início em 2017 por causa de uma suspeita de recebimento indevido de um benefício previdenciário de pensão por morte de esposa. Só que a apuração da PF mostrou que nem o viúvo quanto a suposta mulher morta existiam. Com isso, foi possível constatar a existência de um sofisticado sistema de criação de pessoas fictícias, criação de pessoas jurídicas em nome de pessoas fictícias, falsificação de documentos públicos diversos, aberturas de contas bancárias, aquisição de financiamento de veículo em nome de pessoas fictícias, entre outras práticas criminosas.

Ao todo, foram quatro benefícios indevidos recebidos, por volta de 2008 e 2009, com total aproximado de R$ 2 milhões até agora. Os valores fraudados eram os do limite do INSS, R$ 5.645,00. Também foram identificadas diversas empresas de fachada criadas e mantidas pelos integrantes da organização para movimentar os valores obtidos através das fraudes em face do INSS. Com a deflagração da operação, foram suspensos benefícios obtidos mediante fraude, o bloqueio de ativos de seis pessoas físicas relacionadas direta ou indiretamente aos crimes, restrição de transferência de veículos, bloqueio dos ativos de aproximadamente 20 pessoas físicas fictícias e empresas de fachada, assim como a indisponibilidade de quaisquer outros bens e valores sob guarda, depósito ou administração de instituições financeiras no Brasil.

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Fonte: Correio Braziliense

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Polícia prende grupo suspeito de aplicar golpe do bilhete premiado em Cabo Frio, no RJ

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15/11/2018

Nesta quarta-feira (14), policiais civis detiveram três suspeitos de aplicar o golpe do bilhete premiado em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio. Uma vítima que perdeu R$ 76 mil procurou a delegacia. Segundo a polícia, os suspeitos são do Paraná e estavam atuando em Cabo Frio desde segunda-feira (12), quando aplicaram o golpe na idosa, que fez a denúncia. Os policiais encontraram o veículo utilizado pelo grupo e os suspeitos, que foram presos em flagrante por estelionato e organização criminosa. De acordo com a polícia, os três confessaram os crimes. Os suspeitos foram localizados na rua da casa da vítima após ligarem para ela e marcarem um encontro para tentar conseguir mais dinheiro. Os presos também foram reconhecidos por outras vítimas e o Setor de Inteligência da Polícia Civil está realizando uma pesquisa em toda a região para encontrar mais pessoas que tenham sido lesadas pelo grupo. As investigações apontam que a quadrilha de estelionatários é especializada em aplicar o golpe em todo o Brasil, principalmente no trecho entre Londrina e Cabo Frio.

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Fonte: G1

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PF desarticula quadrilha que fraudava empréstimos de banco no DF

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12/11/2018

Nesta segunda-feira (12), a Polícia Federal indiciou seis suspeitos de integrar uma organização criminosa que fraudava empréstimos bancários no Distrito Federal. O grupo – que inclui um funcionário do banco – é acusado de desviar R$ 1,6 milhão em contratos de financiamento de mobília e materiais de construção. Conforme a investigação, o grupo persuadia os clientes de uma agência de empréstimo a assinar os contratos rapidamente, sem ler, para não perder as condições especiais. Com isso, eles escreviam o dobro do valor nos documentos, e desviavam o valor restante. Em nota, o banco afirmou que “informações sobre eventos criminosos em suas unidades são repassadas exclusivamente às autoridades policiais” e que coopera com as investigações. A Polícia Federal estima que 98 operações fraudulentas tenham sido realizadas, com um valor total de R$ 3,28 milhões – cada contrato tinha valores entre R$ 30 mil e R$ 70 mil. Os correntistas receberam R$ 1,6 milhão, e o restante foi parar nas mãos da organização criminosa. Segundo a PF, a organização atuava sob a fachada de uma agência de crédito, com sede no Setor Comercial Sul. Os clientes eram atraídos por anúncios nos classificados, que ofereciam “condições mais vantajosas” que os empréstimos tomados na agência.

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Fonte: G1

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Operação contra fraude de R$ 45 milhões na Receita Federal prende seis pessoas em Curitiba

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06/11/2018

Nesta terça-feira (06), em Curitiba, seis pessoas foram presas preventivamente – sem prazo determinado – em uma operação que apura fraude de, pelo menos, R$ 45 milhões na Receita Federal nos últimos cinco anos. As prisões foram confirmadas pela Polícia Federal (PF). Entre os detidos estão funcionários da Receita, advogados, contadores e empresários. Também foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão, inclusive na sede da Receita na capital. As prisões ocorreram pela suspeita de crimes contra a ordem tributária, estelionato, corrupção, organização criminosa, lavagem de dinheiro e ocultação de bens. Há, também, servidores afastados das funções. Os mandados foram expedidos pela 14ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, que também determinou o bloqueio de valores – de R$ 5 mil a R$ 1 bilhão – de contas bancárias de 24 pessoas físicas e jurídicas.

A Operação Mendacius investiga uma suposta organização criminosa especializada em procedimentos irregulares de compensações e reduções de tributos e contribuições federais. Segundo a Receita Federal, as áreas de inteligência fiscal, arrecadação e cobrança, além da corregedoria do órgão auxiliaram na investigação. Dezenas de empresas, inclusive de outros estados, buscavam a contratação dos serviços da suposta organização criminosa para fraudarem, entre outras situações, dados inseridos em Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF), informou a Receita. As empresas beneficiárias das fraudes atuam em vários ramos, principalmente industrial, de segurança patrimonial e vigilância e de construção civil. Parte delas, segundo a Receita, atuam em licitações e contratos com a administração pública.

Polícia Civil de Uberlândia prende suspeitos de estelionato que atuavam em MG

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25/10/2018

A Polícia Civil de Minas Gerais, através da 2ª Delegacia de Polícia de Uberlândia, prendeu duas pessoas acusadas de estelionato que agiam em todo o Estado, uma é da cidade de Natal (RN) e outra de Fortaleza (CE). Até o momento, oito vítimas foram identificadas. O prejuízo estimado é de R$ 500 mil. Segundo informações, os autores ligavam para as vítimas dizendo que o cartão de crédito havia sido clonado e que compras tinham sido feitas. Com isso, eles conseguiam os dados das pessoas, pediam para que as vítimas quebrassem o cartão e entregassem a um motoboy que supostamente trabalhava para o banco. Após esta etapa, eles faziam compras em lojas físicas e virtuais. A Polícia Civil pede que caso alguém tenha sido vítima do golpe, procurar o órgão para fazer a denúncia. “Identificamos que se trata de um esquema grande e que esses presos chegaram em Uberlândia no domingo e que até hoje já desviaram cerca de R$ 500 mil. Acreditamos que essa quadrilha age em todo o território nacional e é bem organizada e seguimos com a investigação do caso”, finalizou o delegado responsável.

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Fonte: G1

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Polícia Federal prende 9 suspeitos de fraudar o PIS em MG

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01/10/2018

Nove pessoas foram presas em uma operação da Polícia Federal (PF) contra suspeitos de fraudar o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), por meio de saques indevidos do Programa de Integração Social (PIS). Segundo a PF, uma organização criminosa teria desviado R$ 27 milhões. Foram expedidos 11 mandados de prisão e 33 de busca e apreensão. Segundo o delegado responsável, os 11 alvos foram indiciados e vão responder por estelionato qualificado contra órgão público, uso de documento falso e formação de quadrilha. A pena pode chegar a 14 anos de prisão.

O coordenador da investigação explica que a quadrilha fraudou cerca de 28 mil vínculos empregatícios. A PF informou que 2,3 mil cartões ‘Cidadão’ usados pela quadrilha foram apreendidos nesta segunda-feira (1º) na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Os mandados de prisão foram expedidos pela 1ª Vara Federal da Subseção Judiciária Federal de Montes Claros, sendo quatro de prisão preventiva e sete de temporária. Também foi determinado pela Justiça o imediato bloqueio de 10.330 números do Programa de Integração Social (PIS) utilizados para as fraudes. De acordo com as investigações, que começaram há sete meses, mais de 100 empresas tiveram dados utilizados indevidamente, e os fraudadores declaravam ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), anualmente, milhares de pessoas que não trabalharam efetivamente nas empresas.

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Fonte: G1

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