Suspeitos são presos por aplicar golpes na venda de carros alugados em Campinas

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08/08/2019

Nesta quinta-feira (8), dois suspeitos foram presos em flagrante por aplicar golpes na venda de carros alugados na região de Campinas (SP). Conforme o delegado titular do 13º Distrito Policial, os dois homens confessaram a participação nos crimes. Segundo a Polícia Civil, a dupla foi presa em frente a um apartamento de luxo, no bairro Taquaral, alugado com documentos falsos por um dos suspeitos. As investigações foram realizadas após a descoberta de um dos anúncios de veículos em uma plataforma digital. Os suspeitos alugavam os carros em locadoras de Campinas e São Paulo e depois anunciavam os veículos por um valor muito abaixo do mercado. A maioria dos automóveis era vendida por aproximadamente R$ 10 mil. A Polícia Civil procura outros integrantes da quadrilha, entre eles o responsável pela venda dos carros. Os suspeitos vão responder por organização criminosa, uso de documento falso e estelionato.

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Fonte: G1

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Polícia Civil prende dupla investigada por estelionato em Paraty

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02/08/2019

Nesta quinta-feira (1), a 167ª Delegacia de Polícia (DP) de Paraty prendeu dois homens investigados pelo crime de estelionato. O delegado, responsável pelo caso, informou que os indivíduos foram flagrados em Patitiba (RJ) suspeitos de organização criminosa na obtenção de vantagens ilícitas, envolvendo dados de cartão de crédito, estelionato, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. Ao serem detidos em um residência, os policiais encontraram vários documentos, vídeos com imagens comemorando os golpes, uma máquina de passar cartão, vários cartões e veículo. Ambos foram encaminhados para a delegacia para as providências cabíveis.

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Fonte: A Voz da Cidade

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PF investiga fraude de R$ 11 milhões em golpes de falsos doentes no INSS na BA

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31/07/2019

Nesta quarta-feira (31), foi deflagrado pela Polícia Federal uma operação contra uma organização criminosa especializada em fraudar benefícios previdenciários no estado da Bahia.  Segundo a PF, a ação cumpre 26 mandados, sendo 11 de prisão temporária e 15 de busca e apreensão, em cidades como Salvador, Aratuípe, Vera Cruz e Nazaré, todas cidades da Bahia. De acordo com as investigações, o valor do prejuízo estimado com as fraudes supera os R$11 milhões, relacionados a cerca de 200 benefícios previdenciários com suspeita de fraude. 

As investigações da PF indicam que os suspeitos das fraudes atuavam junto a servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), manipulando perícias médicas em troca de vantagens financeiras, com o objetivo de ativar ou manter ativos benefícios previdenciários fraudulentos, em sua maioria da espécie auxílio-doença.

A PF informou que  os envolvidos responderão por diversos crimes, como integrar organização criminosa, estelionato previdenciário, inserção de dados falsos em sistemas de informações, corrupção ativa, corrupção passiva, dentre outros. Se condenados, as penas somadas podem chegar a mais de 50 anos de prisão.

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Fonte: Jornal CORREIO

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Operação combate falsificação de documentos, falsidade ideológica e sonegação fiscal no TO, PA e MA

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18/07/2019

Nesta quinta-feira (18), a Polícia Civil do estado do Tocantins deflagrou a terceira fase da Operação “Walking Dead” visando combater uma organização criminosa especializada na prática de crimes de falsificação de documentos públicos e particulares, falsidade ideológica, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro no desvio de valores que deveriam ter sido recolhidos no comércio de grãos e bebidas. Paralelamente, a Polícia Civil do Tocantins está apoiando a Operação Créditos Ilusórios, deflagrada pela Polícia Civil do estado de Maranhão a partir do compartilhamento de provas produzidas nas operações Walking Dead e Falsário.

No Tocantins, estão sendo cumpridos nesta manhã 14 (quatorze) mandados judiciais, sendo 08 (oito) mandados de busca e apreensão, 04 (quatro) mandados de prisão temporária e 02 (dois) mandados de prisão preventiva, mobilizando cerca de 30 policiais civis tocantinenses.

Segundo o delegado, que comanda a operação tocantinense, são alvos da operação um auditor da receita estadual, contadores, empresários, intermediários e “laranjas” que se beneficiaram do esquema criminoso auferindo valores que deveriam ter sido recolhidos à Fazenda Pública do Tocantins, a título de impostos. Uma das pessoas presas na operação se passava pelo nome de uma senhora falecida em 2010, e que teve o seu nome usado para constituir uma das empresas de fachada em 2014.

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Fonte: Folha do Bico

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Preso casal que fingia representar instituições para recolher doação

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10/07/2019

Nesta terça-feira (9), um casal foi preso suspeito de integrar uma das maiores quadrilhas de estelionato do estado do Rio de Janeiro. 

De acordo com as investigações, a dupla fez 301 vítimas em três anos de atuação em diversas regiões do Rio de Janeiro. Eles fingiam ser representantes de instituições para arrecadar quantias entre R$ 50 e R$ 200 de pessoas solidárias, que acreditavam estar ajudando crianças, idosos ou até pacientes com câncer. Um dos suspeitos foi detido em flagrante quando recolhia uma doação em dinheiro, fingindo ser para uma instituição de caridade.

A polícia descobriu que o homem recebia 15% dos valores, enquanto a mulher repassava 40% das doações para os demais integrantes da quadrilha. Os suspeitos vão responder por organização criminosa e estelionato. Outros dois integrantes da quadrilha também já foram identificados.

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Fonte: R7

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Operação da PF prende 3 pessoas e cumpre quatro mandados de busca e apreensão no nordeste do Pará

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06/06/2019

Nesta quinta-feira (06), na região nordeste do Pará, a Polícia Federal realizou a operação Fogo. Foram cumpridos três mandados de prisão preventiva e quatro de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal de Castanhal. Uma pessoa está foragida. Os mandados são cumpridas nos municípios de Colares, Vigia e Castanhal. O objetivo foi prender quatro pessoas suspeitas fazerem parte de grupo criminoso que atua na falsificação de documentos. A investigação começou com a prisão em flagrante de um falsário realizada pela Polícia Civil de Castanhal. Na ocasião, foi encontrado vasto material utilizado para falsificação de documentos e alguns dispositivos de informática. “A (Polícia) Civil continuou a investigação e chegou à conclusão da possível participação de uma servidora da receita federal, que ajudava esse grupo criminoso na fabricação de CPFs”, disse o delegado da Polícia Federal. Segundo a PF, os principais crimes investigados são de falsificação de documento público, inserção de dados falsos, corrupção ativa e passiva e organização criminosa. Em muitos casos, houve a criação de números de RGs e CPFs e desvio de cédulas de identidades. Um dos investigados estaria exercendo a função de papiloscopista da Polícia Civil. A Polícia Federal entrou no caso porque foi identificada, entre os investigados, a participação de uma servidora da Receita Federal. Os presos serão ouvidos na Superintendência da Polícia Federal em Belém e depois encaminhados ao sistema prisional.

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Fonte: G1

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Procuradoria denuncia 20 por rombo de R$ 200 milhões no seguro-desemprego

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05/06/2019

As investigações da operação Mendacium II, que cumpriu mandados de prisão preventiva contra dez denunciados, apontam que, entre 2015 e 2019, o grupo criminoso sacou indevidamente mais de 13 mil parcelas de seguro-desemprego, por meio da falsificação de documentos e da criação de ao menos 408 empresas de fachada em diversos estados. Além de pedir a condenação dos envolvidos por estelionato e formação de organização criminosa, a Procuradoria requer o pagamento de indenização à União no valor de R$ 205,5 milhões. As informações foram divulgadas pela Assessoria de Comunicação da Procuradoria em São Paulo. As fraudes foram descobertas depois que uma ocorrência isolada de estelionato em fevereiro de 2015 foi comunicada à Polícia Federal em Presidente Prudente (SP). Ao investigar o caso, os agentes identificaram uma extensa rede criminosa que utilizava centenas de empresas de fachada para inserir vínculos empregatícios e atos demissionais falsos nos sistemas da Previdência Social e do Ministério do Trabalho. Segundo a Procuradoria, ‘isso permitiu aos estelionatários receber ilegalmente milhares de parcelas de seguro-desemprego’.

A organização era formada por mais de 20 integrantes, 17 dos quais citados nesta denúncia do Ministério Público Federal, dois já denunciados no ano passado e alguns ainda não identificados. O grupo era dividido em três escalões, cada um com funções específicas. O núcleo diretivo, integrado pelos dois líderes da organização, era responsável por coordenar as atividades e gerir o dinheiro obtido com a prática ilícita. O núcleo administrativo, composto por cinco dos acusados, cuidava da parte burocrática. Cabia a eles a falsificação dos documentos necessários para a requisição dos valores, como RGs, CPFs, carteiras de trabalho, holerites, termos de rescisão e comprovantes de depósito de FGTS, todos em nome de pessoas físicas e jurídicas fictícias. Era esse escalão que também transmitia as informações falsas aos órgãos responsáveis pela concessão do seguro-desemprego. Os ‘kits’ de documentos forjados eram então entregues aos integrantes do núcleo operacional, os quais, de posse dos vínculos empregatícios e atos demissionais simulados, ‘se apresentavam pessoalmente às instituições públicas para requerer o benefício indevido’.

Também cabia a esse escalão abrir as contas bancárias onde os valores seriam depositados. Entre os 20 agora denunciados pelo Ministério Público Federal, 12 faziam parte desse nível hierárquico. “Eram eles que forneciam os rostos que seriam utilizados na documentação falsificada, o que permitia que comparecessem perante às autoridades competentes sem levantar suspeitas”, assinala a denúncia. Tanto os pedidos de seguro-desemprego quanto a abertura de contas eram feitos em locais, dias e horários distintos, de modo a evitar que os estelionatários fossem reconhecidos pelos atendentes como pessoas que já haviam se apresentado se passando por outras em ocasiões anteriores. “Essa forma de agir explica por que a organização criminosa apresentou requerimentos fraudulentos, de forma pulverizada, em praticamente todos os estados, à exceção de Amapá e Roraima”, destaca a Procuradoria. Os danos causados aos cofres públicos só não foram maiores porque as investigações permitiram bloquear mais de R$ 10,5 milhões em parcelas de seguro-desemprego que já estavam autorizadas para pagamento a empregados simulados pela organização criminosa.

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Fonte: Metrópoles

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