Polícia Federal prende 9 suspeitos de fraudar o PIS em MG

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01/10/2018

Nove pessoas foram presas em uma operação da Polícia Federal (PF) contra suspeitos de fraudar o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), por meio de saques indevidos do Programa de Integração Social (PIS). Segundo a PF, uma organização criminosa teria desviado R$ 27 milhões. Foram expedidos 11 mandados de prisão e 33 de busca e apreensão. Segundo o delegado responsável, os 11 alvos foram indiciados e vão responder por estelionato qualificado contra órgão público, uso de documento falso e formação de quadrilha. A pena pode chegar a 14 anos de prisão.

O coordenador da investigação explica que a quadrilha fraudou cerca de 28 mil vínculos empregatícios. A PF informou que 2,3 mil cartões ‘Cidadão’ usados pela quadrilha foram apreendidos nesta segunda-feira (1º) na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Os mandados de prisão foram expedidos pela 1ª Vara Federal da Subseção Judiciária Federal de Montes Claros, sendo quatro de prisão preventiva e sete de temporária. Também foi determinado pela Justiça o imediato bloqueio de 10.330 números do Programa de Integração Social (PIS) utilizados para as fraudes. De acordo com as investigações, que começaram há sete meses, mais de 100 empresas tiveram dados utilizados indevidamente, e os fraudadores declaravam ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), anualmente, milhares de pessoas que não trabalharam efetivamente nas empresas.

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Fonte: G1

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PF prende dois por receberem R$ 9 milhões com fraudes no seguro-desemprego

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21/09/2018

Nesta quinta-feira (20), a Polícia Federal prendeu dois homens em uma operação que mira em supostas fraudes do seguro-desemprego. Conforme a PF, os suspeitos foram detidos em um escritório de contabilidade no bairro da Penha, na zona leste de São Paulo, por possuírem consigo mais de 1.600 documentos falsos ou em branco, como espelhos de RG e Carteiras de Trabalho. Os esquemas teriam gerado saques de 9 milhões de reais em benefícios fraudulentos. De acordo com nota da Polícia Federal, as investigações começaram em Presidente Prudente (SP) quando, em outubro de 2017, “um trabalhador desempregado procurou a PF para relatar que não havia conseguido retirar seu seguro-desemprego porque alguém já o havia recebido”. Ainda segundo a corporação, foram criadas cerca de 300 empresas fictícias para receber mais de 9.000 seguros-desemprego fraudulentos. Junto com os documentos falsos ou em branco, a PF apreendeu 472.000 reais em espécie e “apetrechos” para falsificação de documentos. A Polícia Federal afirma que vai voltar aos trabalhos “para identificar os beneficiários dos benefícios, seu envolvimento com o grupo investigado e também a origem dos documentos apreendidos, se são verdadeiros – desviados de instituições legítimas, ou falsos”. “Os presos foram encaminhados ao sistema prisional estadual, onde permanecerão à disposição da Justiça Federal. Eles responderão pelos crimes de estelionato, organização criminosa e corrupção ativa”, conclui a PF.

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Fonte: Veja

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Empresários de MG e ES são vítimas de golpe com dinheiro falso

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03/09/2018

Oito pessoas foram denunciadas à Justiça pelo Ministério Público do Espírito Santo (MP-ES) por crimes de estelionato, organização criminosa e lavagem de dinheiro. O grupo foi investigado na Operação Engodo, da Polícia Federal, e, segundo o MP-ES, aplicava golpes em empresários do Espírito Santo e de Minas Gerais. O Ministério Público explicou que os empresários eram “convidados” pelos golpistas para serem parceiros comerciais em um empreendimento. A eles era oferecida uma grande quantia em dinheiro. Em troca, os empresários pagavam uma “propina” ao grupo pela intermediação do negócio. Com o acordo fechado, recebiam uma maleta lacrada com o dinheiro, que depois descobriam ser notas falsas. “Os denunciados estruturaram-se de forma ordenada, com divisão clara de tarefas, inclusive com nomes fictícios predeterminados, com objetivo claro de obter vantagens econômicas exorbitantes mediante a prática de inúmeros crimes de estelionato”, diz trecho da denúncia.

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Fonte: G1

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Seis pessoas são presas em operação contra estelionatários no PR

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30/08/2018

Seis pessoas foram presas em uma operação da Polícia Civil, suspeitas de estelionato e associação criminosa. Cinco das prisões aconteceram na Região Metropolitana de Curitiba e uma no Maranhão. A Operação “Sutis” foi deflagrada ao longo desta semana, entre os dias 28 e 30, por meio da Delegacia de Estelionato com apoio da Superintendência Estadual de Investigações Criminais do Maranhão (SEIC). A investigação durou quatro meses e desmantelou três grupos criminosos de forma simultânea, combatendo a prática de negociações fraudulentas no estado paranaense. Uma das quadrilhas era especializada em fraudar vendas de terrenos através de escrituras e registros imobiliários fraudulentos. “Os integrantes do grupo criminoso deram um golpe de cerca de R$ 8 milhões. Eles utilizaram as escrituras falsas desses terrenos para negociar com a vítima mais de 40 máquinas agrícolas, que foram rapidamente revendidas pelos estelionatários. J. é advogado e utilizava seu conhecimento jurídico para ludibriar as vítimas. Por isso operação “Suits”, expressão norte americana que significa “Ternos”, vestimenta comum na advocacia”, explica o delegado da DE. O homem era monitorado pela polícia e teve as contas bancárias bloqueadas para ressarcir eventuais prejuízos sofridos pela vítima. Um dos suspeitos foi preso dentro de uma instituição bancária, aplicando um golpe. “Um homem foi preso em uma instituição bancária quando tentava abrir uma conta com documentação falsa, sendo que após algumas diligências, os policiais conseguiram autuar outro suspeito, que era o responsável pelo fornecimento da documentação falsa”, diz o delegado.

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Fonte: Paraná Portal

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STJ manda soltar 3 homens investigados por dar golpe milionário em idoso em MS

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27/08/2018

O Superior Tribunal de Justiça mandou soltar os três homens de Campo Grande, investigados por um golpe milionário em um aposentado do Rio de Janeiro. A advogada considerada a chefe da quadrilha, permanece presa. O habeas corpus do ministro cita apenas os nomes de três pessoas como beneficiadas. A juíza do caso determinou que o trio seja monitorado por tornozeleiras eletrônicas. Todos foram presos no mês passado, após inventarem uma dívida e conseguirem autorização judicial para sacar mais de R$5 milhões de reais da conta de um engenheiro aposentado que mora no interior do Rio de Janeiro. A investigação continua. Os três homens e a advogada respondem por estelionato, organização criminosa, falsidade ideológica e uso de documento falso.

Relembre o caso

A Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso do Sul (OAB/MS) abriu um procedimento administrativo pela suspeita de envolvimento de uma advogada com um golpe milionário contra um aposentado. Um grupo de Campo Grande teria conseguido roubar dinheiro da vítima com a venda fictícia de uma fazenda. A mulher aparece no processo como advogada do falso dono da fazenda. Ela pegou quase R$ 4 milhões, sob a justificativa de recebimento de honorários. J.G., que usava um RG falso, se passando por vendedor da propriedade e outros dois homens foram presos em flagrante tentando fazer a transferência de mais um R$ 1,8 milhão, com uma procuração falsa. O grupo conseguiu ter acesso ao dinheiro do aposentado do Rio de Janeiro, pela Justiça. O juiz, que a princípio deu ganho de causa ao grupo, disse que “foi enganado”.

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Fonte: G1

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Quadrilha especializada em golpes com máquinas de cartão de crédito é desarticulada em BH

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22/08/2018

Uma quadrilha especializada em aplicar golpes com cartões de crédito foi desarticulada durante uma operação que começou nessa terça-feira (21), em Belo Horizonte. O que a Polícia Militar não esperava, no entanto, é que se tratavam de membros da maior equipe de estelionatários da Grande BH, especialista em golpes com máquinas de cartão de crédito. A chamada que levou à prisão dos suspeitos foi de um juiz federal, que havia acabado de ser vítima do golpe. Segundo informações do boletim de ocorrência, os suspeitos ligavam para as vítimas e diziam que uma compra de valor alto havia sido registrada no cartão de crédito e perguntava se a pessoa reconhecia. Ao negarem, as vítimas recebiam um número de telefone para o qual deveriam ligar e informar um protocolo. Na segunda ligação, era pedido que o dono do cartão de crédito redigisse uma carta a próprio punho dizendo que não reconhecia a compra, colocasse em um envelope junto do cartão de crédito e entregasse a um motoboy que passaria pela residência da vítima. O cartão, a partir daí, era usado pra efetuar compras em máquinas que enviavam o dinheiro para a conta dos estelionatários. Somente no cartão da última vítima, entre 16h e 18h, já havia sido registrado um montante de R$ 48 mil em compras. As prisões aconteceram durante a noite dessa terça e madrugada desta quarta e a dimensão da operação foi descoberta pela manhã. De acordo com a Polícia Civil, cinco pessoas foram presas e serão acusadas pelos crimes de estelionato e organização criminosa.

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Fonte: Hoje em Dia

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Polícia prende empresários após fraudes de até R$ 300 mil

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17/08/2018

Na manhã desta sexta-feira (17), a Polícia Civil prendeu três empresários suspeitos de estelionato e organização criminosa, após a aplicação de golpes que teriam como resultado uma fraude de até R$ 300 mil. As prisões ocorreram em Viamão, na Região Metropolitana. Segundo a Polícia Civil, a ação foi realizada pela Delegacia de Polícia de Proteção ao Consumidor (Decon), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), em conjunto com o Procon de Porto Alegre. Os três homens presos são empresários, sócios-proprietários e gerentes de uma construtora. Eles utilizariam a empresa para cometer crimes de estelionato, prometendo a construção de casas mais baratas do que os preços de mercado e enganando os clientes. Após o recebimento dos valores de entrada dos contratos, a construtora não cumpria o acordo. De acordo com o delegado, em alguns casos, apenas os alicerces da residência eram construídos. As contas bancárias da empresa foram bloqueadas e a atividade da construtora foi suspensa. De acordo com a Polícia Civil, foram aproximadamente 15 vítimas dos estelionatários, com prejuízos financeiros totalizando os R$ 300 mil.

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Fonte: GAZ

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