Grupo que realizava fraudes contra aposentados é alvo de operação da PF no RS

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29/11/2017

Na manhã desta quarta-feira (29), um grupo especializado em crimes de estelionato contra aposentados foi alvo da segunda fase da Operação Multifaces, da Polícia Federal (PF), em quatro municípios da Região Metropolitana do Estado. Os crimes foram praticados em ao menos 11 cidades gaúchas e em uma catarinense. O prejuízo estimado até o momento é de aproximadamente R$ 200 mil. Cerca de 40 policiais federais cumprem oito mandados de busca e apreensão, três de prisão e oito de condução coercitiva nos municípios de Alvorada, Cachoeirinha, Canoas e Sapucaia do Sul. As investigações, conduzidas desde março pela Polícia Federal em Passo Fundo, identificaram que o grupo utilizava acessos indevidos a sistemas oficiais para  obter informações pessoais e financeiras das vítimas. Depois, com esses dados, falsificava documentos e abria contas em instituições bancárias. A partir desse ponto, os estelionatários contratavam empréstimos, planos de telefonia, sacavam valores de benefícios previdenciários, faziam compras no comércio, entre outras fraudes. Além de utilizar os dados pessoais dos aposentados em benefício próprio, os criminosos também forneciam documentos falsos, como carteiras Nacional de Habilitação (CNH) e de Identidade (RG) para outras quadrilhas e para foragidos da Justiça. Para completar a lista de fraudes, o grupo também falsificava e vendia certificados escolares e atestados médicos. A PF também apura a atuação de dois advogados da organização criminosa que teriam apresentado comprovante de residência falso à Justiça Federal com o objetivo de amparar o pedido de liberdade provisória de um preso. Os investigados responderão pelos crimes de de organização criminosa, invasão de dispositivo de informática, falsidade de documentos públicos e privados e estelionatos.

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Fonte: Gaúcha ZH

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Operação da PF prende suspeitos investigados por fraudar licitações de transporte escolar

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21/11/2017

Na manhã desta terça-feira (21), a Polícia Federal realizou uma operação contra uma organização criminosa investigada por fraudes em licitações para prestação de serviços de transporte escolar no Rio Grande do Sul. Cinco pessoas foram presas temporariamente e outras duas presas em flagrante. Entre eles, há um vereador, suspeito de ter recebido dinheiro pra interceder junto ao Poder Executivo para dificultar a fiscalização que uma das empresas vinha sofrendo. Ao todo, foram cumpridos 36 mandados de busca e apreensão, cinco de prisão temporária e quatro ordens judiciais de afastamento da função pública nos municípios de Santana do Livramento, Dom Pedrito, Rosário do Sul, São Gabriel, Alegrete e Uruguaiana. A operação é coordenada pela Polícia Federal e conta com o apoio da Controladoria Geral da União (CGU). Ao longo das investigações também houve participação do Ministério Público Federal (MPF) e Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul (MP-RS). Participam 150 policiais federais e seis auditores da CGU. As investigações foram iniciadas em setembro de 2016 para apurar a suspeita de ter ocorrido um acerto entre empresários para frustrar o caráter competitivo da licitação de transporte escolar nos municípios de Santana do Livramento e Dom Pedrito. Acordos previamente estabelecidos definiam quais as empresas ficariam responsáveis por determinadas “linhas”, de maneira que todas obtivessem contratos nesses municípios. De acordo com o a PF, o valor pago pela Prefeitura de Santana do Livramento à empresa prestadora de serviço de transporte escolar ultrapassou R$ 5 milhões no ano passado. Além da fraude no processo licitatório, a investigação identificou casos em que os serviços executados estavam fora dos padrões mínimos exigidos pela lei ou pelo edital, com veículos em condições precárias. De acordo com informações obtidas pela investigação, um dos veículos que transportava crianças ao lado de combustíveis chegou a incendiar, mas não haviam alunos no momento. O caso ocorreu em 2 de outubro. “Apenas no ano passado, só a prefeitura de Santana do Livramento empenhou R$ 5 milhões no transporte escolar, sendo que esse transporte era prestado de forma irregular, com veículos inadequados, que ofereciam alto risco às crianças transportadas, tanto que um acabou incendiando”, afirma o delegado da PF. Também em Santana do Livramento, um vereador teria solicitado e recebido vantagem indevida de um empresário para interceder junto ao Poder Executivo em um procedimento de fiscalização que a prestadora de serviço de transporte escolar vinha sofrendo. Foi apurado ainda que, frequentemente, os serviços não eram prestados, embora atestados por diretores de algumas das escolas em troca de caronas, viagens, festas e até mesmo pagamento em dinheiro. Os crimes apurados são fraude à licitação, estelionato, falsidade ideológica, corrupção ativa, organização criminosa e ameaça.

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Fonte: G1

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Desarticulado esquema que fez vítimas com promessa de ganho fácil

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21/11/2017

Um esquema que fez vítimas em vários estados, com a promessa de ganho fácil com investimentos, foi desarticulado pela Polícia Federal e Receita Federal . Três pessoas foram presas por estelionato e organização criminosa. Segundo a PF, o grupo dizia ao investidor alvo haver uma mina de ouro já explorada e que os valores referentes às comissões de venda estavam sendo repatriados, vendidos e até mesmo doados a terceiros. Logo cedo, policiais federais e agentes da receita saíram às ruas de Campo Grande para cumprir os mandados judiciais. As equipes apreenderam mais de R$ 1 milhão em dinheiro vivo e quase duzentos quilos em pedras preciosas; e ainda joias, relógios, veículos e armas. Três homens considerados chefes do esquema são de Campo Grande e foram presos nesta terça (21). Eles são suspeitos de criar uma espécie de instituição financeira clandestina. As vítimas eram convencidas a fazer investimentos com pouco dinheiro, em torno de R$ 1.000, e a promessa era de lucros milionários. De acordo com a investigação, os criminosos inventavam histórias fantasiosas, diziam que o dinheiro vinha de uma mina de ouro, vendida na época do império e que agora cotas dessa venda estavam sendo negociadas. Ainda segundo a Polícia Federal, a quadrilha registrava documentos em cartórios, na tentativa de forjar a legalidade ao suposto investimento. Para a PF, os cartórios não tinham participação no esquema. “Eles usavam muitas frases de efeitos nos grupos de WhatsApp, que eles angariavam pessoas, dizendo que o dinheiro é uma bênção, que você merece ficar milionário, o dinheiro está saindo, o dinheiro só não saiu por alguma atitude de alguma instituição financeira e as pessoas acreditavam”, diz o delegado. Os três presos devem responder por estelionato, organização criminosa e crime contra sistema financeiro. Os advogados só vão se manifestar depois de conhecer os detalhes da investigação. Uma pessoa está foragida.

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Fonte: Jornal Hoje

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Polícia indicia 37 pessoas por criar empresas de fachada e aplicar golpes no comércio

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27/10/2017

Nesta sexta-feira (27), a Delegacia de Roubo de Cargas do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) indiciou 37 pessoas suspeitas de criar 50 empresas de fachada no Rio Grande do Sul e de aplicar golpes no comércio de todo o Brasil. O inquérito será entregue na próxima segunda-feira (30) à Justiça e aponta crimes de estelionato, uso de documentos falsos e organização criminosa especializada em crimes mercantis. O indiciamento ocorreu pouco mais de um mês após a realização de uma operação policial em 11 cidades gaúchas, quando 21 estelionatários foram presos. Todos foram liberados pela Justiça 10 dias depois da ação. São empresários, funcionários de empresas, laranjas e três contadores. Segundo o delegado responsável pela investigação, os suspeitos se dividiram em dois núcleos, um na Região Metropolitana de Porto Alegre e outro no Litoral Norte, para aplicar golpes em várias empresas de todo Brasil. O prejuízo, em apenas 11 delas, passa de R$ 3 milhões.

— Uma mulher paranaense era a principal articuladora do esquema em Porto Alegre. Inclusive, já foi presa pela Polícia Federal em investigações semelhantes a nossa em São Paulo, Santa Catarina e aqui mesmo no Rio Grande do Sul. Ela foi intimada para depor no Deic. No entanto, não compareceu — afirma Rocha.

Golpe

Os criminosos criavam empresas de fachada em nome de laranjas. O esquema contava até com um integrante responsável por ir à Junta Comercial do Estado para alterar o contrato social de empresas “inativas”. As chamadas “araras”, empresas de distribuição de produtos diversos, funcionavam para compras com fornecedores e para empréstimos bancários. As primeiras compras ou empréstimos eram pagos normalmente para ganhar credibilidade. Depois disso, os golpistas faziam compras a prazo e solicitavam financiamentos milionários. Por fim, fechavam as “araras” e desapareciam. Outras empresas eram abertas ou até mesmo, alguns anos depois, as mesmas firmas fechadas eram reabertas com outros sócios e com outra razão social.

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Fonte: Gaúcha ZH

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Polícia Civil mira fraude que desviou R$ 10 milhões de Banco

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17/10/2017

A Polícia Civil do Paraná cumpre, na manhã desta terça-feira (17), mais de 50 mandados judiciais decorrentes de uma investigação que pode ter desviado em média R$ 10 milhões de um banco. As informações são do Paraná Portal. Um ex-gerente geral da instituição, um contador e empresários são alvo da operação deflagrada pela Delegacia de Furtos e Roubos de Curitiba. A Operação Sangria acontece em quatro estados: Paraná, São Paulo, Goiás e Brasília. São 54 mandados judiciais: sete de prisão temporária, sete de condução coercitiva, cinco de prisão, 19 de busca e apreensão e 16 bloqueios de contas bancárias.

A fraude

A investigação aponta que o grupo desviou, pelo menos, R$ 10 milhões com ajuda do ex-gerente geral de uma agência que ficava no Centro de Curitiba. O esquema criminoso contava com a participação, também, de um contador, que abria contas bancárias sem o conhecimento dos donos das empresas, usando documentos falsos. Ele repassava os dados para o gerente geral que, por sua vez, realizava empréstimos financeiros e antecipações de títulos. O ex-gerente chegou a alterar o cadastro de empresários no sistema do banco, sem que os mesmos soubessem, para que as transferências bancárias fossem realizadas. Estes recursos eram deslocados, posteriormente, para contas de empresas envolvidas com a quadrilha, segundo a Polícia Civil. A operação Sangria conta com a participação de cerca de 80 policiais civis de quatro estados. Além dos policiais da DFR, Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos, Delegacia de Desvio de Cargas e do Tático Integrado Grupo de Repressão Especial (TIGRE), unidade de elite da Polícia Civil, participam ainda policiais da Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de Goiás, Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (GARRA) de São Paulo e da Divisão de Capturas e da Polícia Interestadual de Brasília.

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Fonte: Metrópoles

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Presa quadrilha que falsificava documentos e adulterava veículos no ES

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28/09/2017

Oito pessoas acusadas de participar de uma organização criminosa especializada em falsificar documentos, vender veículos roubados e de fraudar débitos junto ao Detran foram presas durante a “Operação Tsunami”, realizada pela Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV). Apontada como a chefe do esquema, uma mulher, de 44 anos, que atuava de forma clandestina como despachante, está foragida. Além dela, a polícia procura um homem, de 45, que participava na adulteração dos veículos roubados. As investigações da delegacia duraram 9 meses e um total de 18 pessoas foram indiciadas pelos crimes. A quadrilha atuava em três frentes. Falsificava documentos como carteiras de identidade e habilitação, documentos de veículos e notas fiscais. O grupo também quitava, irregularmente, débitos de licenciamentos e multas junto ao Detran hackeando contas bancárias de terceiros por meio da internet. Para completar a “trilogia” do crime, eles adulteravam e vendiam veículos fruto de furtos ou roubos. Segundo a polícia, as investigações resultaram em um inquérito policial com 389 páginas, finalizado por meio de um relatório conclusivo de 39 páginas enviado à Justiça nessa segunda-feira (25). O relatório aponta que a mulher era a responsável por receber do homem os nomes e contatos de possíveis interessados em quitar débitos com o Detran de forma fraudulenta. De posse dos nomes, ela intermediava as negociações entre os interessados e o “hacker” (que ainda não identificado), recebendo valores em sua conta – em geral, aproximadamente 60% do valor da dívida. Já um aposentado, de 62 anos, além de encaminhar os nomes e contatos para a mulher, também participava da falsificação de documentos e da adulteração de veículos, uma vez que, durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão em sua residência, foram encontrados diversos documentos falsificados ou em branco, bem como placas e documentos de veículos clonados. Outro preso pelo esquema, um empresário, de 54 anos, está, segundo a polícia, diretamente relacionado à falsificação de documentos e da clonagem e receptação de veículos, sendo que sua participação foi comprovada tanto por meio do cumprimento de mandados de busca e apreensão como pelo depoimento de outros envolvidos. Os investigados responderão por diversos crimes, como furto qualificado mediante fraude, apropriação indébita, receptação, receptação qualificada, falsificação de documento público, uso de documento falso, adulteração de sinal identificador de veículo automotor e organização criminosa.

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Fonte: Gazeta Online

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Empresas de fachada movimentaram R$ 60 milhões, apura Gaeco durante operação

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25/09/2017

Deflagrada na manhã desta segunda-feira (25), a terceira fase da Operação Etileno apurou que somas próximas a R$ 60 milhões eram movimentadas por empresas fictícias. A ação teve como alvo diversas pessoas, inclusive um policial militar que já havia sido preso na primeira fase da operação em janeiro. Com a investigação, foi constatada a existência de uma organização criminosa que, conforme informações do MP-MS (Ministério Público Estadual de Mato Grosso do Sul) utilizava da prática de lavagem de dinheiro. Os valores eram provenientes de crimes como estelionato, tráfico de drogas, crimes fiscais, entre outros. As movimentações financeiras, que totalizam quase R$ 60 milhões, eram realizadas por empresas de fachada, criadas em nome de pessoas sem condições econômicas condizentes. A terceira fase da Operação Etileno teve como alvos empresários, contadores, profissionais liberais e um policial militar que já havia sido preso na primeira fase da operação deflagrada em janeiro do presente ano. Sete investigados tiveram a prisão preventiva decretada nesta fase da operação. O pedido das prisões foi feito com base nas investigações pelo Gaeco-MS (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado de Mato Grosso do Sul). Foi realizada busca e apreensão em 9 localidades de Campo Grande e São Paulo- SP, onde foram apreendidos documentos, alta soma em dinheiro, armas ilegais e máquinas para contagem de dinheiro. A Corregedoria da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul acompanhou a prisão do policial militar envolvido. As buscas realizadas na capital paulista foram desenvolvidas pelo Gaeco e pelo Ministério Público paulista, onde foram apreendidos cerca de R$ 160 mil em dinheiro.

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Fonte: Midiamax

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