Operação da PF prende 3 pessoas e cumpre quatro mandados de busca e apreensão no nordeste do Pará

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06/06/2019

Nesta quinta-feira (06), na região nordeste do Pará, a Polícia Federal realizou a operação Fogo. Foram cumpridos três mandados de prisão preventiva e quatro de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal de Castanhal. Uma pessoa está foragida. Os mandados são cumpridas nos municípios de Colares, Vigia e Castanhal. O objetivo foi prender quatro pessoas suspeitas fazerem parte de grupo criminoso que atua na falsificação de documentos. A investigação começou com a prisão em flagrante de um falsário realizada pela Polícia Civil de Castanhal. Na ocasião, foi encontrado vasto material utilizado para falsificação de documentos e alguns dispositivos de informática. “A (Polícia) Civil continuou a investigação e chegou à conclusão da possível participação de uma servidora da receita federal, que ajudava esse grupo criminoso na fabricação de CPFs”, disse o delegado da Polícia Federal. Segundo a PF, os principais crimes investigados são de falsificação de documento público, inserção de dados falsos, corrupção ativa e passiva e organização criminosa. Em muitos casos, houve a criação de números de RGs e CPFs e desvio de cédulas de identidades. Um dos investigados estaria exercendo a função de papiloscopista da Polícia Civil. A Polícia Federal entrou no caso porque foi identificada, entre os investigados, a participação de uma servidora da Receita Federal. Os presos serão ouvidos na Superintendência da Polícia Federal em Belém e depois encaminhados ao sistema prisional.

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Fonte: G1

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Procuradoria denuncia 20 por rombo de R$ 200 milhões no seguro-desemprego

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05/06/2019

As investigações da operação Mendacium II, que cumpriu mandados de prisão preventiva contra dez denunciados, apontam que, entre 2015 e 2019, o grupo criminoso sacou indevidamente mais de 13 mil parcelas de seguro-desemprego, por meio da falsificação de documentos e da criação de ao menos 408 empresas de fachada em diversos estados. Além de pedir a condenação dos envolvidos por estelionato e formação de organização criminosa, a Procuradoria requer o pagamento de indenização à União no valor de R$ 205,5 milhões. As informações foram divulgadas pela Assessoria de Comunicação da Procuradoria em São Paulo. As fraudes foram descobertas depois que uma ocorrência isolada de estelionato em fevereiro de 2015 foi comunicada à Polícia Federal em Presidente Prudente (SP). Ao investigar o caso, os agentes identificaram uma extensa rede criminosa que utilizava centenas de empresas de fachada para inserir vínculos empregatícios e atos demissionais falsos nos sistemas da Previdência Social e do Ministério do Trabalho. Segundo a Procuradoria, ‘isso permitiu aos estelionatários receber ilegalmente milhares de parcelas de seguro-desemprego’.

A organização era formada por mais de 20 integrantes, 17 dos quais citados nesta denúncia do Ministério Público Federal, dois já denunciados no ano passado e alguns ainda não identificados. O grupo era dividido em três escalões, cada um com funções específicas. O núcleo diretivo, integrado pelos dois líderes da organização, era responsável por coordenar as atividades e gerir o dinheiro obtido com a prática ilícita. O núcleo administrativo, composto por cinco dos acusados, cuidava da parte burocrática. Cabia a eles a falsificação dos documentos necessários para a requisição dos valores, como RGs, CPFs, carteiras de trabalho, holerites, termos de rescisão e comprovantes de depósito de FGTS, todos em nome de pessoas físicas e jurídicas fictícias. Era esse escalão que também transmitia as informações falsas aos órgãos responsáveis pela concessão do seguro-desemprego. Os ‘kits’ de documentos forjados eram então entregues aos integrantes do núcleo operacional, os quais, de posse dos vínculos empregatícios e atos demissionais simulados, ‘se apresentavam pessoalmente às instituições públicas para requerer o benefício indevido’.

Também cabia a esse escalão abrir as contas bancárias onde os valores seriam depositados. Entre os 20 agora denunciados pelo Ministério Público Federal, 12 faziam parte desse nível hierárquico. “Eram eles que forneciam os rostos que seriam utilizados na documentação falsificada, o que permitia que comparecessem perante às autoridades competentes sem levantar suspeitas”, assinala a denúncia. Tanto os pedidos de seguro-desemprego quanto a abertura de contas eram feitos em locais, dias e horários distintos, de modo a evitar que os estelionatários fossem reconhecidos pelos atendentes como pessoas que já haviam se apresentado se passando por outras em ocasiões anteriores. “Essa forma de agir explica por que a organização criminosa apresentou requerimentos fraudulentos, de forma pulverizada, em praticamente todos os estados, à exceção de Amapá e Roraima”, destaca a Procuradoria. Os danos causados aos cofres públicos só não foram maiores porque as investigações permitiram bloquear mais de R$ 10,5 milhões em parcelas de seguro-desemprego que já estavam autorizadas para pagamento a empregados simulados pela organização criminosa.

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Fonte: Metrópoles

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Polícia indicia 15 suspeitos de causar prejuízo de R$ 50 milhões na receptação e adulteração de carros em Goiás

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27/05/2019

Em Goiânia, a Polícia Civil indiciou 15 pessoas suspeitas de integrar um grupo especializado na receptação e adulteração de veículos. Segundo as investigações da operação Sétimo Selo, iniciada há um ano meio, a organização causou um prejuízo estimado de R$ 50 milhões. No decorrer da apuração, 17 pessoas foram presas e uma segue foragida. A polícia também apreendeu 30 carros de luxo e conseguiu junto à Justiça o sequestro de 51 imóveis – incluindo lojas e uma fazenda – e depósitos no valor de r$ 40 milhões. A Polícia Civil informou que os indiciados, dentro de suas responsabilidades, responderão pelos crimes de receptação, organização criminosa, estelionato, lavagem de dinheiro e crimes contra a ordem tributária. O delegado responsável pelo caso, disse que o grupo vivia uma vida de luxo. “Viviam como empresários, em condomínios de luxo. Eles se valiam desse aparato para dar legitimidade as suas ações. Nos estimamos (que o prejuízo) seja mais de R$ 50 milhões”, afirma.

Grupos

Os suspeitos atuavam em dois grupos distintos, mas com o mesmo fim, que era de receptar e adulterar veículos. Eles também tinham como atividade o tráfico de drogas e agiam de forma bastante organizada. Os grupos eram chefiados por donos de lojas de carros. Um dos carros vinculados ao grupo era uma caminhonete, que foi apreendida com um arsenal de armas de grosso calibre, em agosto do ano passado, no Distrito Federal. Com o grupo, havia materiais explosivos, dez fuzis, dez pistolas, carregadores e munição. A polícia suspeita que a Hilux, que era blindada, seria usada na tentativa de de resgate de detentos do sistema prisional.

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Fonte: G1

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Polícia Civil prende suspeito de estelionato após vítima fazer denúncia em Uberlândia

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14/05/2019

Na segunda-feira (13), um homem de 43 anos foi preso, suspeito de aplicar golpes de estelionato em Uberlândia. Conforme informações da Polícia Civil, ele fez duas vítimas na cidade, um comprador e um empresário. As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos no crime. Segundo o delegado responsável, uma das vítimas suspeitou da negociação e acionou a polícia. Os agentes acompanharam o denunciante em um encontro na noite de segunda em um posto de combustíveis que fica na Avenida Silvio Rugani, no Bairro Tubalina. Durante a abordagem, o homem apresentou documento de identidade falso. Após a identificação, foi constatado que ele é acusado de pertencer a uma organização criminosa que atua em Uberlândia e no estado de Goiás. O autor foi preso por estelionato e falsidade ideológica. 

 O crime 

O autor foi até uma locadora em Curitiba (PR) no dia 27 de janeiro e levou um carro mediante o pagamento, mas transferiu os documentos do veículo para Itumbiara (GO) como proprietário. Depois, ele anunciou o automóvel em um site de compra e vendas com preço de mercado. Após o ocorrido, a vítima de Uberlândia iniciou a negociação. Ele chegou a dar entrada de R$ 20 mil e o próprio carro. O autor repassou o veículo furtado em Curitiba para ele. Em seguida o estelionatário vendeu o carro da vítima para o dono de uma garagem na cidade. O veículo furtado em Curitiba, o carro da vítima apreendido e o automóvel usado pelo criminoso foram apreendidos.

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Fonte: G1

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Mineiro é preso por estelionato na Praia de Iracema

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27/04/2019

Um homem, natural de Minas Gerais, foi detido nesta sexta-feira (26), na Praia de Iracema, em Fortaleza. Segundo a Polícia Civil, com o suspeito, foram apreendidas 32 maquinetas de cartão de crédito, utilizadas para cometer os golpes, além de carregadores. A Polícia Civil afirmou que os agentes conseguiram chegar ao imóvel apontado como local para a prática do crime após denúncias. O homem, identificado como J.R.A.S., de 25 anos, não tem antecedentes criminais no Ceará. O esquema criminoso funcionava a partir de informações repassadas por membros de uma organização criminosa, que enviava dados dos cartões a ele. A Polícia Civil apura o montante movimentado pelo esquema. O homem foi preso em flagrante e autuado por estelionato. Um inquérito policial foi instaurado para investigar o caso.

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Fonte: Diário do Nordeste

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Polícia Civil faz operação contra organização criminosa suspeita de fraudar RGs para foragidos

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22/04/2019

Na manhã desta segunda-feira (22), a Polícia Civil deflagrou uma operação contra uma organização criminosa suspeita de fraudar carteiras de identidade para foragidos da Justiça. Mandados judiciais são cumpridos em Toledo e em Cascavel, no oeste do Paraná. Segundo a Polícia Civil, há três mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão. Até as 8h30, a polícia não havia informado quantos mandados foram cumpridos. A operação, batizada de “Vucetich”, chega à 3ª fase. Os RGs falsos também eram usados, conforme a Polícia Civil, para estelionato.

Fases anteriores

Em dezembro, ocorreu a 1ª etapa da operação, quando um servidor municipal de Rancho Alegre d’Oeste, na região centro-oeste do estado, foi preso. O homem confeccionou cerca de 160 carteiras de identidade falsas. No começo de abril, houve a 2ª fase, que resultou na prisão de quatro pessoas em Maringá, no norte do Paraná.

PF de SP realiza operação contra fraudes no seguro-desemprego

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15/04/2019

Foi deflagrada nesta semana, pela Polícia Federal de São Paulo, a nova fase da operação Mendacium, que investiga uma organização criminosa especializada em fraudes no recebimento do seguro-desemprego. Até as 12h, dez pessoas tinham sido presas. São cumpridos 21 mandados de prisão preventiva e 12 mandados de busca e apreensão nas cidades de Mauá, São Paulo, Porangatu (GO) e Ibicuí (Bahia). Segundo as investigações, a quadrilha conseguiu sacar mais de R$ 20 milhões em benefícios de seguro-desemprego. Em setembro do ano passado, na 1ª fase da operação, foram cumpridos 4 mandados de busca e apreensão em São Paulo e Taboão da Serra. Na ocasião, duas pessoas foram presas em flagrante num escritório de contabilidade no bairro da Penha, na Zona Leste de São Paulo, por estarem com 1,6 mil documentos falsos ou em branco, como espelhos de RG e carteiras de trabalho. Também foram apreendidos R$ 420 mil em espécie. A investigação começou em outubro de 2017, na delegacia da Polícia Federal de Presidente Prudente, quando um trabalhador desempregado procurou a PF para relatar que não havia conseguido retirar seu seguro-desemprego porque alguém já havia recebido o benefício. Ao longo das investigações, foi constatado que o grupo agia principalmente na cidade de São Paulo. Até a primeira fase da operação, cerca de 300 empresas fictícias criadas pelos investigados foram identificadas para possibilitar o recebimento de mais de 9 mil benefícios de seguro-desemprego fraudulentos.

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