Gaeco faz operação contra supostas fraudes em contratos entre associação e governo em MT

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22/05/2018

É feita na manhã desta terça-feira (22) pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), uma operação que apura supostas fraudes em contratos. Não há mandados de prisão. A operação, chamada ‘Pão e circo’, cumpre apenas mandados de busca e apreensão. Membros do Ministério Público, Polícia Civil e Polícia Militar cumprem mandados de busca e apreensão em Cuiabá e Chapada dos Guimarães, nas sedes da Associação Casa de Guimarães, todos expedidos pela Vara Especializada do Crime Organizado da Capital. A operação se baseia em investigações sobre uma suposta organização criminosa instalada para desviar recursos públicos em contratos firmados entre a associação e o governo de Mato Grosso, entre os anos de 2011 a 2018. Segundo o Gaeco, as buscas e apreensões de documentos têm finalidade de obter provas para sustentar investigações em curso. Além do crime de organização criminosa, também há indicativos da prática de peculato, falsidade ideológica, fraude em licitações e lavagem de capitais. O governo ainda não se manifestou sobre a operação.

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Fonte: G1

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PF realiza operação que investiga fraudes em compras pela internet

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27/04/2018

Na manhã desta sexta-feira (27), a Polícia Federal cumpre nove mandados de busca e apreensão nas cidades de Palmas e Itaguatins (TO). A ação faz parte da Operação Crédito Fácil, que investiga uma organização criminosa especializada em realizar compras fraudulentas de produtos e serviços oferecidos pela internet. Segundo a Polícia Federal, a investigação começou após prisão em flagrante de membros da organização. No momento da abordagem, eles usavam cartões de outras pessoas para pagar a hospedagem em um hotel de Palmas. A prática criminosa consiste na compra de produtos eletrônicos, de roupas e serviços de hospedagem, usando dados de cartões de créditos de outras pessoas. Os criminosos lucravam com a venda desses bens e produtos adquiridos de forma ilegal. As buscas e interrogatórios buscam esclarecer quem são os destinatários finais e os fornecedores dos dados bancários usados nas compras fraudulentas. Os envolvidos devem responder pelos crimes de estelionato e organização criminosa. Mais de 40 policiais federais fazem parte da operação. O nome faz referência ao modo como os criminosos agiam, utilizando dados de cartões de crédito para realizar a compra de produtos na internet.

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Fonte: G1

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Falsificadores de cheques agiam em Mato Grosso do Sul e mais oito estados

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19/04/2018

Materiais utilizados pelos criminosos na falsificação.

Na terça-feira (17), foi presa  durante operação desencadeada pela Delegacia de Estelionato (DE) de Curitiba (PR), uma quadrilha envolvida na clonagem de cheques que agiu em Mato Grosso do Sul, Paraná e mais sete estados. Um homem, de 47 anos, é apontado como líder do bando e foi detido em casa, na cidade de Guarapuava (PR). Estima-se que em pelo menos seis meses a associação criminosa, por meio da fraude, obteve a quantia superior a R$ 1 milhão. Além do líder, outras quatro pessoas suspeitas de integrar o bando também foram detidas ao longo da operação. As investigações iniciaram há cerca de seis meses, depois que a especializada realizou a prisão de uma mulher suspeita de aplicar um golpe bancário, descontando cheques clonados. A partir desta prisão, com base nas informações, foi possível identificar o envolvimento de outras pessoas. Segundo as investigações, o bando conseguia os cheques originais de diversas formas, uma delas era a compra com pessoas (normalmente idosas) que estavam em filas nos caixas eletrônicos.  Os cheques originais eram enviados para o líder da quadrilha, preso em Guarapuava, que por ser publicitário e desenhista, refazia os cheques com perfeição, adulterando os valores, código de barras e número de série. “Em seguida, os cheques eram enviados para outros membros do bando que tem a função de apresentá-los nos caixas para o desconto”, explicou a delegada-adjunta da DE. Os crimes iniciaram em Curitiba, mas o bando também atuou nos Estados de Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Mato Grosso,  Rondônia, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, além de Mato Grosso do Sul e em várias cidades do Paraná. “Somente nesses seis meses de investigações, estima-se que a quadrilha obteve a quantia de R$ 1 milhão”, lembra a delegada.  Ao todo foram cumpridos nove mandados de prisão temporária e 12 de busca e apreensão domiciliar. Foram apreendidos diversos documentos falsos, cheques clonados (em processo de confecção), apetrechos para a falsificação, bem como computadores, impressoras de alta resolução, um automóvel BMW e uma caminhonete Hilux. Os suspeitos responderão pelos crimes de estelionato, falsificação de documento público, associação criminosa e falsidade ideológica. Todos permanecem presos à disposição do Poder Judiciário.

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Fonte: Correio do Estado

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PF cumpre mandados durante operação de combate a estelionato

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31/03/2018

Em Palmas, neste sábado (31), durante a Operação Wanda, a Polícia Federal cumpriu dois mandados de busca e apreensão. A ação tem o objetivo de desarticular um grupo especializado em estelionato no Tocantins e com indícios de ramificações em outros estados. A investigação teve início quando os policiais foram acionados pela área de segurança de um banco, que relatou possível fraude em uma das agências na capital. Levantamentos confirmaram a suspeita do crime e das possíveis ramificações. Segundo a PF, na última quarta-feira (28), uma campana foi realizada no local do crime e prendeu em flagrante os envolvidos. Entre eles havia uma uma idosa de 78 anos. Ela foi detida no momento da solicitação de resgate de precatório no valor aproximado de R$ 300 mil, em nome de uma terceira pessoa, moradora de outro estado. Essa terceira pessoa deveria receber o dinheiro do precatório liberado judicialmente, mas até aquele momento não tinha tomado conhecimento da decisão judicial liberando o saque do valor. Por causa do flagrante, da análise dos documentos e de depoimentos prestados, a Polícia Federal realizou a 2ª fase da investigação com o cumprimento dos mandados de busca e apreensão na casa e empresa de um dos investigados integrantes da organização criminosa.

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Fonte: G1

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Polícia desmantela quadrilha de estelionatários e evita golpe em banco

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20/03/2018

Nessa segunda-feira (19), a Polícia Militar (PM) desmantelou uma quadrilha de estelionatários, no centro de Belo Horizonte, e impediu um golpe em uma instituição bancária. A quadrilha tem ramificações em São Paulo e cinco pessoas foram presas durante a noite, por policiais do Primeiro Batalhão da PM, na rua Espírito Santo. Elas são acusadas de aplicar o “Golpe do Estorno”. Eles conseguiam cartões de crédito de uma cooperativa bancária, vendiam cada um deles por R$ 300 para os chefes da organização criminosa, que por sua vez estouravam os limites de compra e depois o dono do cartão dava queixa de furto e o valor era estornado. Todo o dinheiro ia para a quadrilha. Em Belo Horizonte, o bando era gerenciada por um jovem de 24 anos. Segundo ele, o golpe rendia em torno de 50 mil reais por mês. O chefe da quadrilha, que não teve o nome revelado, mora em São Paulo e ficava com 80% do dinheiro. O rapaz tentou subornar os policiais oferecendo duas armas para que ele e os outros quatro envolvidos fossem liberados. Os militares fingiram que aceitaram a proposta e permitiram que o estelionatário telefonasse para alguém e que deixasse uma pistola calibre ponto 45 e um revólver calibre 22, debaixo de um veículo estacionado ao lado de um cemitério no bairro Nova Cintra, onde as armas foram encontradas pelos policiais. Todos os presos tiveram voz de prisão por estelionato. O homem de 24 anos também vai responder por tentativa de suborno. Vários cartões de crédito foram apreendidos. O carro foi removido para um pátio credenciado da polícia e a placa será investigada. Uma carteira de identidade também foi encontrada no carro, além de um espelho de cartão de uma outra instituição bancária, em branco, sem conter dados de cliente. Além do jovem, foram presos uma mulher de 33 anos, uma outra de 26, mais um homem de 24 anos, e um outro de 22 anos. Apenas a mulher mais velha é do Estado da Bahia, os demais são de Minas. Os presos foram levados para a Central de Flagrantes 2, no bairro Floresta, onde foram autuados em flagrante.

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Fonte: O Tempo

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Notícias relacionadas:

Polícia Militar prende quadrilha de SP suspeita de aplicar golpes em MG

Polícia Civil prende quarteto que aplicava golpe do falso emprego em agência

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15/03/2018

Na tarde desta terça-feira (13), a Polícia Civil prendeu um quarteto que oferecia falsas vagas de emprego em troca de pagamento por um curso. A ação foi em uma agência, no bairro Santana, na zona norte da Capital. Agentes do 13° Distrito Policial (Casa Verde) receberam denúncias das vítimas. Segundo elas, os suspeitos entravam em contato para que comparecessem à agência, na Rua Voluntários da Pátria. No local, era realizada a oferta de empregos e um curso no valor de R$ 380, que faria com que as vítimas adquirissem a experiência necessária para garantir a vaga. As pessoas efetuavam o pagamento com a promessa de que em cinco dias estariam empregadas. Depois, os estelionatários alegavam que a garantia da vaga não era de responsabilidade da agência e que eles faziam apenas uma carta de recomendação. Nenhuma pessoa foi contratada. Após as denúncias, os policiais realizaram diligências no local, onde encontraram os quatro suspeitos – um autônomo, de 25 anos, uma representante comercial, de 22, outra mulher, de 30, e um porteiro, de 25 anos, que se passava por professor. Na agência, ainda estavam mais três vítimas e duas pessoas que prestavam serviços. Os funcionários, que não recebiam nenhuma quantia em dinheiro e não sabiam do golpe, foram ouvidos e liberados. Um notebook, uma máquina de cartão, três celulares e um computador foram apreendidos. O caso foi registrado como organização criminosa, estelionato e corrupção de menor de 18 anos, já que uma adolescente trabalhava no local. O autônomo e a representante comercial possuem diversos outros registros de estelionato.

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Fonte: Mix Vale

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Dupla é presa em Itatinga suspeita de integrar quadrilha especializada em fraudar o PIS

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08/03/2018

Nesta quinta-feira (08), a Polícia Civil de Itatinga (SP) prendeu em flagrante dois homens por praticar crime de estelionato. Os suspeitos usavam documentos falsos para sacar o PIS de outras pessoas. Os policiais chegaram aos suspeitos após uma troca de informações entre agências bancárias que permitiu a identificação dos mesmos. De acordo com a polícia, a dupla é de São Paulo e fez ao menos dez saques em cidades do Centro-Oeste Paulista, como Itatinga, São Manuel e Botucatu. Também foram registrados saques em Avaré e Piraju.

O golpe

Conforme a investigação, os dois homens presos possivelmente integram uma organização criminosa que age no interior e que é especializada em fraudar o PIS. A polícia explica que os golpistas vão a agências bancárias com documentos falsificados e realizam saques como se fossem o correntista. Em Itatinga, a dupla realizou dois saques nesta semana, na segunda (05) e na terça-feira (06). Nesta quinta, eles estavam tentando realizar mais dois saques e foram surpreendidos durante a ação com RGs falsos de duas pessoas.

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Fonte: G1

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