Quadrilha que comprava carros com cheques sem fundos é presa pela Polícia de Lebon Régis

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14/08/2018

Foram presos pela Polícia Civil de Lebon Régis (SC), cinco integrantes de uma associação criminosa especializada na prática de estelionatos envolvendo a compra de veículos mediante cheques sem fundos. As investigações tiveram início no começo do ano, quando duas vítimas registraram Boletins de Ocorrência na Delegacia do município. Durante as investigações, os policiais constataram que os estelionatários atuavam há bastante tempo, causado prejuízos econômicos para inúmeras vítimas em várias cidades catarinenses, como Curitibanos, Fraiburgo, Joaçaba, Correia Pinto, Videira, Caçador entre outras. Os investigados somam entre si 46 inquéritos policiais, cuja esmagadora maioria se refere apuração de crimes de estelionato.

Como funcionava o esquema

Cada integrante tinha uma atribuição específica no seio da associação. As funções eram divididas e os lucros eram repartidos entre todos. A investigação demonstrou que a sistemática consistia na abertura de contas em diversas agências bancárias, a fim de obter o maior número possível de talonários de cheques para empregá-los nas fraudes. Os criminosos procuravam em sites especializados pessoas anunciando veículos para venda. Após demonstrar interesse, eles combinavam o local e realizavam o negócio, cujo pagamento era feito por meio dos cheques sem fundos. Os indivíduos, inclusive, davam nomes e telefones falsos, visando preservar suas identidades, dificultar a localização pela vítima e embaraçar a atividade da polícia.

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Fonte: Michel Teixeira

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Integrante do PCC é preso por uso de documentação falsa, em Goiânia

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15/06/2018

Na noite desta quinta-feira (14), um integrante da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) foi preso por utilização de documentos falso na região noroeste de Goiânia (GO). I.G.O.R., de 40 anos, também estava foragido há cinco meses da Justiça sul-mato-grossense. Segundo o delegado, do 22° Distrito Policial, o homem era investigado há dois meses e as investigações da Polícia Civil começaram após a realização de um levantamento sobre os pontos de drogas da região, onde foi possível verificar que a residência do suspeito era também um ponto de comercialização de entorpecentes. O envolvido realizava o contrabando de armas de fogo e já tinha em andamento a negociação de um AK-47. Em um dos áudios do criminoso, ofertado pelo delegado, ele alega que traria grande quantidade de pistolas caso o negociação se concretizasse.

Durante sua prisão em flagrante, o suspeito deu outro nome de A.N. e apresentou um documento de identificação falso. O delegado ressalta que as investigações continuam agora para a localização dos demais criminosos para, assim, encontrar os demais integrantes do PCC em Goiânia.

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Fonte: Portal Mais Goiás

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Terror das estradas é preso suspeito de roubar R$ 600 mil em poucos meses

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01/06/2018

Nesta sexta-feira (1º), no bairro Campo de Santana, em Curitiba (PR), um homem de 51 anos foi preso por uma equipe da Delegacia de Furtos e Roubos de Cargas (DFRC) durante o cumprimento de um mandado de prisão. De acordo com as investigações, apenas em seis meses, ele foi responsável por cerca de cinco furtos de cargas, caminhões e carretas, avaliados em cerca de R$ 600 mil.

“Foram vários crimes e ele usava documentos falsos. Ele buscava as vítimas através de sites e usava este nome falso. Em algumas oportunidades ele furtou caminhões e cargas e em outras ele usava o caminhão dele para furtar a carga e abandonava o caminhão da vítima. Os caminhões roubados eram repassados pra desmanche”, explicou o delegado da DFRC.

Em um dos diversos Boletins de Ocorrência (BO) registrados, uma vítima relata que fez um anúncio em um site procurando alguém para realizar uma viagem como motorista. O suposto motorista, se prontificou a fazer o frete e por meio de um nome falso foi contratado. Na sequência, ele teria desaparecido com a carga e o conjunto caminhão e carreta. O prejuízo foi de cerca de R$300 mil reais.

“Agora esperamos localizar outras vítimas, já que ele usava nomes falsos”, completou. O homem já foi preso no estado de Santa Catarina pelos mesmos crimes de furto qualificado e uso de documento falso.

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Fonte: Tribuna PR

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Suspeito de usar documento falso para pedir empréstimos é preso na Praia do Canto

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26/04/2018

Nessa quarta-feira (25), um homem suspeito de usar um documento falso para solicitar empréstimos foi preso na Praia do Canto, em Vitória (ES). Segundo a delegada titular da Delegacia de Defraudações e Falsificações, a polícia chegou ao suspeito a partir da denúncia de uma agência bancária, que desconfiou da grande quantidade de serviços solicitados ao mesmo tempo. H.H.C., de 41 anos, teria ido à agência solicitar abertura de conta, empréstimo e uma máquina de cartão de crédito, entre outros serviços do banco. Quando o homem foi abordado pela polícia, ele informou o nome falso. Mas ao ser comunicado de que os policiais já sabiam que se tratava de uma identidade falsa, se identificou com o nome verdadeiro. Ele disse que estava usando o documento falso há dois dias e que tinha aberto conta no banco que fez a denúncia e em outros. O homem afirma que não faz parte de nenhuma organização criminosa, mas que foi aliciado por uma. Ele disse que entregou uma foto, recebeu o documento pronto e foi às instituições financeiras solicitar empréstimos. Ele ficaria apenas com uma parte do dinheiro conseguido com o golpe. O nome usado no documento falso é de um morador do interior do Estado, que não sabia que seus dados tinham sido furtados.

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Fonte: Tribuna Online

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Suspeitos que apresentaram documento falso na delegacia são presos

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28/03/2018

Na segunda-feira (26), a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá cumpriu mandados de prisão preventiva contra dois criminosos envolvidos em roubos, tráfico de drogas, porte de armas e uso de documento falso. Os suspeitos e mais um comparsa foram presos em flagrante pela Polícia Militar, no sábado (24), ocasião em que apresentaram documentos falsos. O trio estava em um veículo Volkswagem Gol e ao perceber a presença da guarnição tentou dispensar uma arma de fogo, que foi apreendida pelos policiais. Por solicitação do delegado, a ocorrência foi apresentada na Derf, tendo em vista a participação dos suspeitos em um roubo. Após a confecção do flagrante, a equipe da Derf com apoio da Diretoria de Inteligência verificou que dois dos conduzidos apresentaram nome falso. Após confirmação da sua verdadeira identidade do suspeito, foi verificado no sistema dois mandados de prisão em aberto contra o suspeito, sendo um de Sinop e outro de São José dos Quatro Marcos. O segundo suspeito, também estava com mandado de prisão em aberto pela 2ª Vara Criminal de Cuiabá. As ordens de prisão contra os suspeitos foram cumpridas na Penitenciária Central do Estado (PCE), onde permanecem presos em decorrência do flagrante.

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Fonte: Cenário MT

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Homem e mulher são presos após usarem nomes falsos e abrirem crediário em loja

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01/03/2018

Na tarde desta quinta-feira (1º), L.A.C., de 33 anos, e R.V., de 48 anos, foram presos após serem flagrados fazendo compras com documento falso em uma loja na Avenida Terreiro Aranha, no Centro de Porto Velho. Segundo o boletim de ocorrência, os policias informaram que receberam a denúncia, foram até o local e abordaram a dupla que estava dentro da loja. Os policiais solicitaram a documentação do homem, mas ele informou que não possuía naquele momento. Questionada, a vendedora da loja contou aos policiais que R.V. teria feito um cadastro na quarta-feira e retirado R$ 2 mil em produtos. O sujeito teria feito o cadastro com documentação no nome de outra pessoa e com a foto dele. Ele disse aos policiais que pediu para um desconhecido fazer a documentação. A mulher que estava na companhia do homem também estava fazendo um cadastro na loja com a documentação falsa no momento da abordagem. Os policiais constataram ainda um boletim de ocorrência de estelionato com os nomes passados pela dupla. Eles receberam voz de prisão e foram encaminhados para a Central de Flagrantes. R.V. não informou onde estavam os produtos levados.

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Fonte: Rondoniagora

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Polícia Civil desmonta esquema de pirâmide financeira

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21/09/2017

Em operação que combate a uma pirâmide financeira, a Polícia Civil cumpriu na manhã desta quinta-feira (21) mandados judiciais em uma mansão no Setor Jaó, em Goiânia. Denominada de Patrik, a ação é realizada pela polícia do Distrito Federal. No local em questão na capital goiana funciona uma empresa investigada pela fraude. Foram apreendidos documentos e computadores. Segundo as investigações, a organização criminosa movimentou R$250 milhões a partir de investimentos de 40 mil pessoas em uma moeda virtual falsa, a Kriptacoin. A polícia informou que os suspeitos devem ser indiciados por estelionato, organização criminosa, lavagem de dinheiro e uso de documento falso.

Golpe

O esquema começou a ser articulado no final do ano passado e se consolidou no Distrito Federal em janeiro de 2017. Os integrantes da organização se passavam por executivos e prometiam altos rendimentos com o negócio, com ganho de 1% ao dia sobre uma moeda virtual falsa – o resgate do saldo só poderia ser feito após um ano. Ao fingir legalidade do negócio, os golpistas marcavam reuniões, faziam anúncios em outdoors e propagandas na internet e na televisão e tiravam fotos com cantores famosos. Quanto mais investidores fossem recrutados para participar do negócio, a promessa de ganhos aumentava, com bônus de 10% por pessoa cooptada. Assim, o lucro crescia proporcionalmente à quantidade de aplicações feitas na cadeia, mas era tudo um golpe. A polícia informou que uma das vítimas disse que aplicou quase R$ 200 mil sem retorno e, ao tentar resgatar os valores aplicados, foi ameaçada pelos “executivos” da falsa empresa. As apurações também revelaram que o esquema funcionava com divisão de tarefas e que contava com falsificadores de documentos. Além disso, as três empresas que vendiam o serviço, alvo da operação estão, em nomes de “laranjas”, cujo o patrimônio declarado não condiz com as movimentações financeiras. A polícia descobriu, ainda, uma lista com cerca de 20 nomes falsos que eram utilizados pela quadrilha. As aplicações eram feitas pela internet por meio de uma plataforma digital, mas os depósitos eram feitos em contas correntes.

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Fonte: Diário do Estado

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