Escritório de investimento é suspeito de aplicar golpe em moedas digitais no Ceará

Sem Comentários

07/02/2018

Um grupo de investidores denunciou um escritório por comandar um suposto esquema de investimento em moedas digital que pode ter gerado um prejuízo milionário no Ceará. As vítimas dizem que investiram dinheiro com a promessa de receber lucros de 30%, mas não receberam nenhum valor. “Eles se utilizaram desse mercado novo para enganar as pessoas”, comentou uma das vítimas, que preferiu não se identificar. Uma outra vítima comentou que teve um prejuízo de R$ 40 mil. “A gente via que tinha uma sustentabilidade inicial. A gente também não conhecia muito do negócio. Eles diziam que apresentavam os lucros e realizavam as operações ao vivo”, disse. Uma mulher que pagou cerca de R$ 33 mil afirmou que suspeitou do esquema, mas que acabou investindo. “Eu sempre tive muito medo de fazer qualquer investimento. Era um dinheiro que eu juntava há algum tempo. Eu fui um pouco resistente, mas acabei entrando por ver a conta bancária e por ver as operações ao vivo”.

Investigação

O advogado das vítimas afirmou que o escritório de investimento está sendo investigado e que o grupo de investidores quer o dinheiro de volta. “Queremos que eles paguem não só do ponto de vista financeiro, mas também penalmente”, acrescentou o advogado. Ele disse que a investigação vai apurar os crimes de estelionato, formação de quadrilha, crime contra a ordem tributária e ordem financeira e crime contra a economia popular. O Ministério Público informou que o caso está sob sigilo da Justiça. Deste modo, o órgão não pode divulgar os detalhes sobre a investigação.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Bolha do bitcoin estimula fraudes com moedas digitais

Sem Comentários

27/11/2017

O mercado de bitcoins, a moeda digital mais famosa, cresceu quase 10 vezes em volume de negócios no espaço de um ano. Se em 2016 as agências que negociam a criptomoeda no mercado (as chamadas ‘exchanges’) negociaram cerca de R$ 360 milhões da moeda digital que mais circula no mundo, só este ano estima-se que o valor ultrapasse os R$ 3,6 bilhões, segundo dados do site Bitvalor.com. Tamanho volume, porém, não atrai somente pessoas com boas intenções. São cada vez mais comuns casos de agências encerrando operações e aplicando golpes em investidores ou erros graves envolvendo bitcoins ou moedas similares, que fazem com que os mais desavisados, de olho numa valorização 10 vezes em um ano possam perder bastante dinheiro. O assunto é tão sério que levou até o Banco Central a emitir, no último dia 16, um comunicado alertando para o fato de que as moedas digitais “não têm garantia de conversão para moedas soberanas” e de que o risco fica todo com os detentores. “Seu valor decorre exclusivamente da confiança conferida pelos indivíduos ao seu emissor”, diz o alerta.

Precauções

Mas isso não quer dizer que seja um mercado a ser evitado. Segundo especialistas, há uma série de precauções que podem e devem ser tomadas antes de investir nesse mercado que só tende a crescer. Para um sócio-advisor da Foxbit, um mercado com uma filosofia tão diferente deve ser encarado com uma mentalidade totalmente nova. “Ter conhecimento em bitcoins é o mais importante para entrar nesse nicho. Sem o conhecimento da segurança, dos backups e dos riscos envolvidos fica muito fácil perder dinheiro”, avisa, dizendo que os interessados podem estudar o assunto por conta própria mesmo, através de sites, livros e comunidades nas redes sociais. Há também vários cursos que podem ajudar. A primeira coisa que um iniciante deve procurar saber é o funcionamento básico da moeda e do seu armazenamento. Para ter um ideia, existem atualmente perto de mil moedas digitais.

Erros mais comuns

  • Não saber de quem está comprando é o principal

Os compradores de moedas digitais devem escolher exchanges (as corretoras) que estejam no topo do ranking de volume de transações. Ter muitos usuários minimiza os riscos. Outro aspecto é procurar ler notícias sobre a corretora, se já teve histórico de problemas ou se o mercado levanta alguma suspeita. Há também as lojas da moeda, que têm preços fixos, e ainda a compra direta de outro proprietário, a chamada P2P. Esse método, porém, exige bem mais cuidado e confiança no vendedor.

  • Não entender que as moedas digitais são voláteis

Um bom planejamento financeiro antes de investir em bitcoins ou outras moedas digitais é necessário, principalmente para o caso de desvalorização. Muitas pessoas, movidas pela expectativa de lucro fácil, investem o que não deveria estar em risco e ficam sem fôlego financeiro para esperar uma recuperação do mercado.

  • Não entender as tecnologias envolvidas

É preciso conhecer bem cada ferramenta de armazenamento ou, no caso de armazenar com terceiros, escolher uma empresa de confiança. Deixar as criptomoedas na empresa onde elas são compradas costuma ser um péssimo hábito. Há casos, inclusive no Japão e na Europa, em que invasões de hackers, golpes internos ou até mesmo sanções das autoridades causam prejuízos milionários aos clientes. Dependendo do nível de conhecimento do usuário, deixar as moedas em uma boa exchange pode ser mais seguro do que manter as moedas em seu computador, caso as medidas de segurança ideais não sejam tomadas.

  • Armazenar as criptomoedas de forma inadequada

Invasões de hackers, roubo do computador onde o código foi armazenado ou mesmo do papel com o código (a paper wallet) podem fazer o investidor perder todas suas criptomoedas. Nesses casos, o ideal é ter múltiplas soluções. Backup, senha forte da carteira e uma paper wallet bem guardada estão entre elas.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Gazeta do Povo

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Polícia investiga pirâmide financeira em João Pessoa com uso de ‘bitcoin’

Sem Comentários

26/09/2017

Foi identificado pela Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) de João Pessoa, um suposto esquema de pirâmide financeira: uma empresa, com base na capital da Paraíba, mas que utilizava informações de empresas cearenses, é suspeita de causar um prejuízo superior a R$ 1,6 milhão a cerca de 2 mil vítimas no Brasil. O negócio, de acordo com o delegado responsável, consistia em “investimentos em bitcoins” – uma moeda digital. A polícia trabalha com os nomes de três pessoas apontadas como líderes, homens de 20, 26 e 31 anos – além de outras 10 pessoas suspeitas de ajudá-los. Um dos homens, o de 20 anos, se apresentou na tarde desta terça-feira (26) na DDF, foi ouvido e liberado, segundo o delegado. O delegado afirma que os líderes prometeram o dobro do valor investido em uma semana, mas depois de um tempo os “investidores” não recebiam o dinheiro de volta e eram informados de que a “empresa tinha falido”. Os valores eram repassados para os cabeças da pirâmide em mãos, sem o registro de depósitos ou transferências bancárias. Se confirmados os crimes, eles responderão por estelionato, associação criminosa e pirâmide financeira, podendo ser condenados a até 10 anos de reclusão cada um, disse Lucas Sá.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.