PF faz operação para desarticular organização suspeita de fraudar seguro-desemprego e FGTS

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18/05/2017

Nesta quinta-feira (18) foi realizada pela Polícia Federal, em parceria com o Ministério do Trabalho, a operação Stellio para desarticular uma organização criminosa suspeita de fraudes contra programa de seguro-desemprego e FGTS que atuava em vários estados. A investigação apontou um prejuízo de R$ 320 milhões, entre janeiro de 2014 e junho de 2015. Ao todo estão sendo cumpridos 136 mandados judiciais nos estados do Tocantins, Goiás, Pará, Maranhão, Roraima, Paraná e Santa Catarina, sendo 56 mandados de busca e apreensão, 10 de condução coercitiva, 9 prisões preventivas e 61 prisões temporárias. A investigação apontou que requerimentos fraudulentos eram inseridos nos SINES por agentes credenciados e em escritórios montados pela organização, mediante a utilização das senhas desses agentes cooptados pelos criminosos. A Justiça Federal em Palmas determinou a prisão de 14 agentes e ex-agentes de SINES dos estados do Tocantins, Goiás e Maranhão, que atuaram na inserção de milhares de requerimentos fraudulentos no sistema do Ministério do Trabalho. Os fatos estão relacionados aos crimes de estelionato, organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva, cujas penas somadas ultrapassam 50 anos.

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Fonte: G1

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Quadrilha do CE e SP que fraudava internet banking levava vida de ostentação

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16/04/2017

De acordo com a Polícia Federal, a quadrilha que roubou mais de R$ 7,5 milhões de clientes de internet banking de quatro bancos do país levava uma vida de luxo ostentando veículos, joias, viagens e imóveis adquiridos com dinheiro ganho ilicitamente. Um dos presos pela Polícia Federal morava em um apartamento de luxo na Avenida Beira-Mar, em Fortaleza, e exibia joias, relógios e carros caros nas redes sociais. Ele foi o principal alvo da ‘Operação Valentina’, deflagrada no dia 11 de abril pela Polícia Federal no Ceará. “A quadrilha é formada basicamente por jovens entre 25 e 30 anos. Eles utilizavam esse dinheiro em farras, viagens, ostentação”, explica o chefe da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários da Polícia Federal no Ceará. Na chegada ao apartamento do suspeito, os policiais foram ”recepcionados” pela cadela da raça golden retriever chamada Valentina, que acabou nomeando a operação. Treze pessoas foram presas e 25 mandados de busca e apreensão contra os investigados foram cumpridos na capital cearense e no estado de São Paulo. As investigações apontam que o grupo coletava dados bancários das vítimas por meio de mensagens de celular contendo softwares maliciosos. As fraudes, confirmadas pela investigação e pelas instituições financeiras, fizeram vítimas em todo território brasileiro e eram realizadas até mesmo no exterior. As investigações começaram a partir de informações prestadas pelos bancos. “O próprio banco nos repassava informações de invasões, de acessos indevidos, de tentativas de fraude e nós íamos registrando esses fatos e tentando mapear a quadrilha”. Segundo ele, 99% das fraudes ocorreram em contas de clientes de fora do Ceará, o que dificultaria a identificação das vítimas, na avaliação da quadrilha. Uma das vítimas, que prefere não se identificar, conta como se dava o golpe. Segundo ela, em janeiro recebeu uma mensagem no aplicativo do banco que havia sido ‘hackeado’. “E era justamente pedindo o número do meu telefone. Eu fui, alterei. Quando eu fui confirmar me pediram a senha de seis dígitos e coloquei a senha”. Perdeu R$ 12 mil. “Fizeram empréstimos em meu nome, saques na minha conta. Pagaram IPVA e transferiram dinheiro pra Fortaleza”, conta, ainda assustada. Com as informações, a quadrilha também conseguia invadir a linha telefônica da vítima. Isso com a ajuda de funcionários de empresas telefônicas que bloqueavam a linha para o titular e quando o banco tentava ligar para confirmar alguma movimentação suspeita, quem atendia era um membro da quadrilha. “Eu já não conseguia mais acessar o smartphone”, conta a vítima. “Funcionários das operadoras recebiam uma determinada quantia do grupo para bloquear o número de contato da vítima e habilitar esse número em um chip virgem do fraudador. De posse do número clonado o fraudador acessava a conta bancária, porque ele já tinha conseguido – através de um software malicioso – ter um acesso credencial bancário. Ele fazia esse acesso através do número de celular que já estava cadastrado no internet banking da instituição financeira”, explica o delegado. Em menos de um ano, o ressarcimento aos clientes já custou aos bancos R$ 7,5 milhões. Um especialista em segurança digital dá uma dica. Tão importante quanto ter ferramentas para navegar na internet é tomar um cuidado básico: parar e pensar antes de sair clicando em qualquer link. “A gente pode ter a melhor solução de segurança instalada, com as melhores configurações, bloqueando praticamente toda a comunicação, mas se a gente não tirar essa compulsão, não diminuir a velocidade desse clique, desse toque, a gente vai ser vítima de qualquer tipo de ataque”, alerta. Os investigados, na medida de suas participações, responderão pelos crimes de furto qualificado, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

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Fonte: G1

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Operação tenta prender suspeitos de fraude em licitações e lavagem de dinheiro

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17/03/2017

Na manhã desta sexta-feira (17), uma operação policial foi deflagrada para prender pessoas suspeitas de integrarem uma organização criminosa envolvida em crimes licitatórios e lavagem de dinheiro. O foco inicial das investigações são três empresas, que, conforme a Polícia Civil, agiam utilizando laranjas para fraudar e ganhar licitações nas áreas de gênero alimentício, material de expediente e serviços. As investigações apontaram que as licitações foram realizadas em vários municípios de Pernambuco, desviando cerca de R$ 13 milhões. A Operação “Comunheiro”, como foi batizada, espera cumprir três mandados de prisão preventiva e sete de busca e apreensão domiciliar, além de duas conduções coercitivas e o bloqueio judicial de contas bancárias, todos expedidos pelo juiz de Direito da 1ª Vara Criminal da Comarca de Carpina. As investigações, realizadas pela Delegacia de Crimes Contra a Administração e Serviços Públicos (Decasp) com apoio da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil (Dintel), Controladoria Geral da União e Ministério Público da Comarca de Carpina, foram motivadas por uma notícia de crime enviada pelo Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE). Já a operação policial é executada por 60 policiais civis, entre delegados, agentes, escrivães, além de dois auditores do TCE, sob a supervisão da Chefia de Polícia Civil.

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Fonte: Diário de Pernambuco

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Quadrilha desarticulada desviou mais de R$ 1 milhão no RN e na Paraíba

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16/03/2017

A quadrilha desarticulada na Operação Quimera V, realizada nesta quinta-feira (16) pela Polícia Federal, causou prejuízo de mais de R$ 1 milhão aos bancos nos estados do Rio Grande do Norte e Paraíba. Os criminosos usavam documentos falsos para fazer empréstimos consignados e sacar precatórios judiciais em nome de outras pessoas. Segundo a delegada responsável, a quadrilha sabia quem podia fazer tal empréstimo ou tinha ganhado alguma causa na Justiça e estava para receber algum valor em dinheiro. “O próprio bancário era iludido, achava que a documentação estava OK e fazia os contratos em boa fé”, afirma. Só quando essas pessoas iam ao banco receber o dinheiro que percebiam a fraude. “Eles iam na frente e retiravam a pensão e até os precatórios, que uma pessoa demora uma vida pra receber”, diz. A delegada conta que grande parte das vítimas tinha contracheque fixo. “Eram servidores públicos, aposentados, pensionistas”, enumera. Os criminosos serão indiciados por estelionato, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

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Fonte: G1

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Casal acusado de golpe milionário na web será julgado em 1 mês, diz MP

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08/03/2017

Um casal de empresários acusados de aplicar golpes que somam R$ 250 milhões por meio de um site de vendas devem ser julgados em um mês. Essa é a previsão do Ministério Público, que já entregou o relatório com as alegações finais à 4ª Vara Criminal de Ribeirão Preto (SP). No documento com quase 300 páginas, o casal e outras quatro pessoas apontadas como comparsas nos crimes foram denunciados por estelionato, falsidade ideológica, formação de quadrilha, organização criminosa, crime contra a relação de consumo e lavagem de dinheiro. O advogado da dupla nega que o empresário tenha contas no exterior ou que planejava fugir para o Chile quando foi preso. Ele também nega as acusações da Promotoria em relação ao site de vendas. Já a advogada que representa a empresária, sempre afirmou que o processo corre em sigilo, ainda não foi concluído e que aguardará a decisão final da Justiça para se manifestar. A mulher está presa preventivamente desde 1º de setembro de 2015. O homem permaneceu foragido por um ano, mas acabou preso em 31 de outubro do ano passado, em Ubiratã (PR), quando fugia para o exterior. Conforme o Ministério Público, o casal vendia, mas não entregava os produtos eletrônicos comercializados pelo site, ou entregava itens similares aos originais, adquiridos no Paraguai. Embora as defesas sustentem que a página apenas anunciava as mercadorias, não tendo responsabilidade sobre as vendas, os Correios informaram que a empresa despachou 24 mil produtos para todo o país entre 24 de outubro de 2011 e 29 de agosto de 2013. O MP defende ainda que o casal elaborou uma cartilha para ser usada pelos funcionários para “enrolar” os clientes insatisfeitos. O material com 17 páginas foi entregue por uma ex-funcionária, que denunciou o esquema.

Enriquecimento

Ainda segundo a Promotoria, o casal ganhou muito dinheiro com a fraude. A Justiça determinou o leilão de quatro carros e de sete imóveis dos empresários – os apartamentos avaliados em R$ 5 milhões estão em nome de construtores. A empregada doméstica que trabalhava para a dupla em Ribeirão Preto também contou em depoimento que o casal tinha o hábito de esconder dinheiro em sofás, almofadas, móveis e paredes falsas. Na mesma declaração, a mulher afirma que chegou a ser acusada pelos empresários de roubo. Para o promotor, essa seria uma forma de coagir os funcionários e garantir que as fraudes não fossem descobertas. “Eles tomavam esse procedimento para que as pessoas ficassem temerosas e não falassem nada. Segundo essa funcionária, guardavam esse dinheiro em casa e em contas de laranjas. A própria empregada, como foi demonstrado, recebeu em suas contas R$ 283 mil”, diz.

Fuga para o exterior

O promotor do caso explica que a polícia também reuniu elementos suficientes para comprovar que o homem tinha a intenção de fugir para o Chile, quando foi preso na BR-369 em um ônibus que seguia de São Paulo (SP) para Foz do Iguaçu (PR). De acordo com a Polícia Federal, que comandou a prisão, o empresário apresentou um documento falso, mas acabou reconhecido e preso. Desde que passou a ser procurado pela Justiça, ele vivia em um apartamento no bairro Morumbi, na capital paulista. “Foi a Interpol que realizou a investigação e descobriu que ele estava escondido na cidade de São Paulo, em um edifício de alto padrão, pagando R$ 5 mil por mês de aluguel e pagou os últimos três meses adiantado”, detalha o promotor. O promotor já apresentou as alegações finais à Justiça. Agora, as defesas do casal devem entregar seus argumentos, para que ocorra o julgamento do caso.

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Fonte: G1

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Suspeito de estelionato e lavagem de dinheiro é preso em Curitiba

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07/03/2017

Na manhã de segunda-feira (06), um homem de 41 anos, suspeito de estelionato e lavagem de dinheiro, foi preso durante uma operação deflagrada pela equipe do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope). O flagrante aconteceu em um quarto de hotel, no bairro Centro Cívico, em Curitiba. Um carro – com várias irregularidades – que estava com o suspeito também foi apreendido. Segundo investigações apuradas pela polícia, com a posse de documentos falsos e dados de pessoas físicas, ele abria empresas fantasmas e respectivas contas bancárias. “Esse homem fraudava os registros contáveis das empresas e abria uma conta jurídica em uma agência bancária – provavelmente em conluio com algum funcionário de dentro da instituição. Aberto essa conta, e com o crédito ativo, o suspeito acabava fazendo saques de grandes volumes e depois abandonava a empresa”, explica o delegado-titular do Cope. Estima-se que em benefício próprio, o suspeito tenha usado várias empresas de fachada para adquirir o dinheiro ilícito. Há suspeitas de que algumas vítimas – titulares dos documentos – consentiam que seu nome fosse usado pelo suspeito. “Agora as investigações seguem para verificar se há mais pessoas envolvidas no esquema”, conclui. Além do crime de estelionato, o suspeito responderá por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.

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Fonte: Bem Paraná

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Polícia prende suspeitos de aplicar golpe em clínicas e médicos no PR

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06/03/2017

Nesta segunda-feira (06), a polícia prendeu quatro pessoas suspeitas de aplicar um golpe em clínicas radiológicas e médicos de Curitiba. De acordo com a Polícia Civil, o grupo é investigado por falsa venda de equipamentos hospitalares. As vítimas foram lesadas em cerca de R$ 1 milhão. “Quadrilha especializada na venda fictícia de importados. (…) Se diziam agentes alfandegários, pessoas que tinham influência nesta área e acabavam vendendo coisas que não existiam a terceiros”, explicou o delegado responsável. Os suspeitos comercializavam as falsas mercadorias importadas com um preço atraente, prometendo agilidade na entrega. Os suspeitos devem responder por estelionato, falsidade ideológica, documental, lavagem de dinheiro e associação criminosa. O titular da Delegacia de Estelionato de Curitiba, disse que entre os presos está um casal dono de um colégio cristão. A instituição de ensino era usada para lavagem de dinheiro. “Parte do desfoque financeiro praticado passou por contas deste colégio”, acrescentou o delegado. Ao menos quatro pessoas foram vítimas do golpe. A investigação sobre o caso ocorre há mais de um ano. O advogado dos suspeitos afirmou que não teve acesso à acusação. Segundo ele, o homem considerado o líder da quadrilha é representante de comércio exterior e trabalha nesta área há anos. O suspeito afirmou que os produtos existiam.

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Fonte: G1

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