Presa quadrilha que aplica golpe do cartão em idosos

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01/03/2018

Policiais civis da Coordenação de Combate ao Crime Organizado, ao Crime contra a Administração Pública e contra a Ordem Tributária (CECOR) estiveram nas ruas nesta manhã de quarta-feira (01) para prender os membros de uma organização criminosa que aplica golpes em idosos para clonagem de cartões de crédito. É a Operação Luthor, nome que remete ao deus da trapaça ou da mentira, da mitologia nórdica. O esquema funciona de forma a enganar as pessoas com todos os detalhes planejados. O telefone toca depois do horário de expediente bancário. Um senhor ou senhora, em geral com mais de 65 anos, aposentado, com renda financeira elevada, morador de área nobre de Brasília, atende e ouve um alerta de uma pessoa que se identifica como funcionário da central de segurança da operadora do cartão de crédito. Os dados pessoais são confirmados e há a informação de que uma compra foi realizada indevidamente. A seguir, tirando proveito de uma situação de surpresa e fragilidade emocional, começa o golpe. A atendente passa a ligação para vários ramais e realiza o suposto bloqueio do cartão que teria sido usado indevidamente. De ramal em ramal, a pessoa é orientada a ligar para uma outra central. O telefone, no entanto, é direcionado para os próprios golpistas. Nesse meio tempo, o cliente digita a senha do cartão. A central, então, instrui o idoso a procurar o gerente do banco para formalizar a queixa. Mas, devido ao horário, isso só será possível no dia seguinte.

Serviço de delivery

Enquanto a vítima do golpe pensa e se preocupa com as compras que poderão ser feitas até lá, é oferecido um serviço de delivery. O idoso é orientado a picotar o cartão, colocar num envelope e entregar a um motoboy que irá em casa buscar o que sobrou do dinheiro de plástico. O cliente recebe também a recomendação de escrever uma carta à loja onde teria sido realizada a compra indevidamente. Esse procedimento serve apenas para distrair a vítima. Tudo parece normal, um serviço de segurança bancária. Mas o que os criminosos querem, o chip e a senha do cartão, está garantido. Com isso, a quadrilha fabrica um novo cartão e pode ir às lojas para gastar ou a um terminal de autoatendimento para sacar dinheiro. Os clientes  com poder aquisitivo mais alto são escolhidos para evitar problemas com os limites de gastos.

Mais de 80 vítimas

Esse é o modus operandi de uma organização criminosa com pelo menos 14 integrantes que vinha atuando no Distrito Federal. Foram meses de investigação da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (Draco).  Cerca de 80 vítimas registraram ocorrência. Mas o prejuízo pode ser muito maior porque muitos idosos se envergonham de, com tanta experiência de vida, ainda terem sido enganados dessa forma. Não é difícil cair no golpe. Os criminosos são estelionatários e ainda têm acesso a bancos de dados comprados clandestinamente com informações pessoais sigilosas. Durante a investigação,  suspeitos foram identificados por vendedores de lojas onde fizeram compras com os cartões clonados. Eles priorizavam gastos com telefones celulares, eletrônicos e bebidas. Em seguida, revendiam esses produtos. Há registros de compras que chegam a R$ 30 mil num só dia. Os criminosos vão responder por estelionato, furto mediante fraude, lavagem de dinheiro, receptação, entre outros crimes.

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Fonte: Correio Braziliense

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Polícia desarticula pirâmide financeira que gerou prejuízo de R$ 5 milhões a 500 vítimas no Ceará

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08/12/2017

Foi desarticulado nesta quinta-feira (07) pela Polícia Civil, um esquema de pirâmide financeira que movimentou cerca de R$ 5 milhões de mais de 500 vítimas no município de Iguatu, na região Sul do Ceará. As vítimas investiam, no mínimo, R$ 6.750 com a promessa de lucrar 30% ao mês e mais de 300% ao ano, conforme a secretaria da Segurança Pública. No entanto, os investidores pararam de receber o dinheiro de volta e procuraram a polícia. Segundo a Secretaria, seis pessoas responsáveis pelo esquema são investigadas pelos crimes de associação criminosa, estelionato e lavagem de dinheiro. Durante uma operação, nomeada “Pirâmide”, a Polícia Civil apreendeu sete veículos, quatro carros, duas motos e um reboque. A Delegacia Regional de Iguatu recebeu várias denúncias de pessoas que foram atraídas a investir na empresa. O pagamento do valor e o recebimento dos lucros eram feitos por meio de dinheiro em espécie, diretamente com os responsáveis pela pirâmide. Durante as investigações, que duraram três meses, a polícia constatou que os lucros não eram verdadeiros. “Estima-se que mais de 500 pessoas tenham participado desse negócio e que mais de cinco milhões de reais tenham sido movimentados pelos líderes do esquema”, informou a Secretaria da Segurança.

Bloqueio de bens

Diante das provas, a polícia solicitou junto ao Poder Judiciário as medidas cautelares para que as vítimas sejam ressarcidas e os investigados respondam criminalmente. A Justiça decretou o bloqueio dos bens móveis e imóveis e a hipoteca legal de duas casas, além de outras medidas cautelares, com a finalidade de assegurar que os investigados possam ressarcir todo o prejuízo causado às vítimas. Os veículos apreendidos foram encaminhados para um depósito do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e ficarão à disposição da Justiça para um possível leilão. Os imóveis hipotecados também servirão para garantir o ressarcimento das vítimas. Se condenados, os investigados pegar até 20 anos de prisão, conforme a Secretaria. A identificação dos suspeitos não foi divulgada.

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Fonte: G1

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Brasileiro que revelou US$17 milhões de esquema em pirâmide se declara culpado nos EUA

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19/10/2017

Um brasileiro cuja prisão levou as autoridades dos Estados Unidos a descobrirem US$ 17 milhões escondidos sob um colchão se declarou culpado nesta quinta-feira (19) de ter tentado lavar fundos ligados a um dos maiores esquemas em pirâmide da história. Anteriormente, foi divulgado que a quantia descoberta seria de US$ 20 milhões. C.R.R.Rocha, que procuradores disseram ter tentado ajudar a tirar dinheiro dos EUA que um cofundador da TelexFree Inc deixou para trás ao fugir do país, assumiu sua culpa perante um tribunal federal de Boston. Rocha admitiu as acusações de conspiração e lavagem de dinheiro, cada uma acarretando penas de até 20 anos de prisão. Os procuradores concordaram em recomendar uma sentença de 40 meses com base em sua cooperação. A setenção deverá ser divulgada em 7 de dezembro. O caso do réu de 28 anos derivou de uma investigação sobre a TelexFree, uma empresa sediada em Massachusetts que vendia serviços de telefonia via internet. Os procuradores disseram que a TelexFree era um esquema em pirâmide que fazia pouco ou nenhum dinheiro vendendo seus serviços e recebeu milhões de dólares de milhares de pessoas que pagavam para se cadastrar para ser “promotores” e publicar anúncios online para a companhia. A TelexFree faliu em 2014, infligindo mais de US$ 3 bilhões de prejuízos a quase 1,89 milhão de pessoas de todo o mundo, segundo os procuradores. O fundador foi preso em 2014, e em março deste ano foi condenado a seis anos de prisão depois de se declarar culpado de conspiração e fraude. Também em 2014 o outro fundador, que é brasileiro, fugiu para o Brasil, de onde não pode ser extraditado, deixando para trás dezenas de milhões de dólares que lavou de contas da TelexFree, informaram os procuradores.

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Fonte: G1

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Manicure é suspeita de fraude que desviou R$ 1 milhão de banco na BA

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20/09/2017

O envolvimento de uma manicure numa fraude de quase R$ 1 milhão em um banco, revelada nesta quarta-feira (20) pela Polícia Federal, deixou perplexos os 9 mil habitantes de Santanópolis, cidade do sertão baiano, vizinha a Feira de Santana. Moradores da cidade revelaram estarem muito surpresos com o que ficaram sabendo logo pela manhã, quando uma viatura da PF foi à cidade buscar a mulher de 38 anos, cujo nome a não foi divulgado – e os moradores também preferem não revelar. Alvo da operação ‘Inimigo Oculto’, a manicure é uma das 30 pessoas conduzidas coercitivamente (de maneira forçada) para prestar depoimento, devido ao envolvimento na fraude. “Ela é esposa de um microempresário que tem boas condições financeiras para o padrão da cidade. É bem conhecida, então isso deixou todo mundo surpreso porque ninguém imaginava que pudesse ocorrer algo assim”, explica uma atendente de farmácia, sob anonimato. “Não a conheço pessoalmente, mas de uma forma ou de outra a gente acaba sabendo quem é por ser uma cidade pequena. É um fato lamentável para a nossa cidade”, diz um comerciante, de 52 anos. Por se tratar de uma condução coercitiva, a manicure foi liberada logo após ter prestado depoimento na sede da Polícia Federal, em Salvador. A operação foi realizada por policiais de Brasília, onde se concentram as investigações. Além da Bahia, o estado do Pará também foi alvo da operação, que cumpriu três mandados de prisão temporária e três mandados de busca e apreensão. A Justiça Federal também determinou o bloqueio da quantia aproximada de R$ 950 mil nas contas dos investigados. As ordens judiciais foram cumpridas principalmente em Brasília e no entorno. As três investigadas que são alvos dos mandados de prisão são ex-prestadoras de serviço do banco e teriam desviado os valores graças à concessão fraudulenta de 46 empréstimos pessoais, em sua maioria, destinados a familiares e amigos. Para viabilizar os empréstimos, elas utilizavam senhas pertencentes a empregados do banco, o que possibilitava e inserir dados no sistema, incluindo-se rendas fictícias, sem a apresentação de qualquer documento comprobatório. Quando os empréstimos eram creditados nas contas indicadas, os investigados efetuavam diversos saques e transferências, evitando que a instituição, após identificar a fraude, bloqueasse os valores. Os investigados serão indiciados por estelionato qualificado, falsificação de documento público, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

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Fonte: Correio24Horas

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Polícia Civil desmonta esquema de pirâmide financeira

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21/09/2017

Em operação que combate a uma pirâmide financeira, a Polícia Civil cumpriu na manhã desta quinta-feira (21) mandados judiciais em uma mansão no Setor Jaó, em Goiânia. Denominada de Patrik, a ação é realizada pela polícia do Distrito Federal. No local em questão na capital goiana funciona uma empresa investigada pela fraude. Foram apreendidos documentos e computadores. Segundo as investigações, a organização criminosa movimentou R$250 milhões a partir de investimentos de 40 mil pessoas em uma moeda virtual falsa, a Kriptacoin. A polícia informou que os suspeitos devem ser indiciados por estelionato, organização criminosa, lavagem de dinheiro e uso de documento falso.

Golpe

O esquema começou a ser articulado no final do ano passado e se consolidou no Distrito Federal em janeiro de 2017. Os integrantes da organização se passavam por executivos e prometiam altos rendimentos com o negócio, com ganho de 1% ao dia sobre uma moeda virtual falsa – o resgate do saldo só poderia ser feito após um ano. Ao fingir legalidade do negócio, os golpistas marcavam reuniões, faziam anúncios em outdoors e propagandas na internet e na televisão e tiravam fotos com cantores famosos. Quanto mais investidores fossem recrutados para participar do negócio, a promessa de ganhos aumentava, com bônus de 10% por pessoa cooptada. Assim, o lucro crescia proporcionalmente à quantidade de aplicações feitas na cadeia, mas era tudo um golpe. A polícia informou que uma das vítimas disse que aplicou quase R$ 200 mil sem retorno e, ao tentar resgatar os valores aplicados, foi ameaçada pelos “executivos” da falsa empresa. As apurações também revelaram que o esquema funcionava com divisão de tarefas e que contava com falsificadores de documentos. Além disso, as três empresas que vendiam o serviço, alvo da operação estão, em nomes de “laranjas”, cujo o patrimônio declarado não condiz com as movimentações financeiras. A polícia descobriu, ainda, uma lista com cerca de 20 nomes falsos que eram utilizados pela quadrilha. As aplicações eram feitas pela internet por meio de uma plataforma digital, mas os depósitos eram feitos em contas correntes.

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Fonte: Diário do Estado

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Esquema de pirâmide: Polícia recupera R$ 920 mil de quadrilha

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07/09/2017

O delegado do Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP), anunciou, nesta quarta-feira (06), a apreensão de R$ 920 mil da quadrilha que vinha sendo investigada por um esquema fraudulento de pirâmide financeira, que lesou milhares de pessoas, em todo país, e rendeu mais de R$ 200 milhões aos estelionatários. O dinheiro estava depositado na conta da sogra de um dos investigados, apontado como líder da quadrilha. Os dois estão com as prisões decretadas pela Justiça e são procurados. O Departamento de Polícia do Interior (Depin), por meio da 6ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), de Itabuna, também participa das investigações. A ação que resultou na recuperação do montante é uma continuidade da Operação Gizé, deflagrada pelos dois departamentos, em agosto deste ano, e que cumpriu 10 mandados de busca e apreensão, em Itabuna. Iniciada na Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR), de Itabuna, a investigação revelou que a quadrilha aplicava um golpe classificado como de cooptação progressiva de pessoas, a “pirâmide financeira”. Os investigados, para tanto, utilizavam uma empresa de fachada para comercializar o serviço de treinamento de pessoas em apostas esportivas. Para atrair as vítimas, a suposta empresa informava em seu site oficial e em redes sociais abertas que o percentual de lucro obtido com as realizações das apostas de seus clientes seria de 33 por cento sobre o valor investido, com pagamento semanal durante um ano, e ao final, ainda o valor principal investido de volta.

Conta Judicial

Os integrantes da quadrilha vão responder pelos crimes de estelionato, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e pichardismo, exploração fraudulenta de credulidade pública e que se diferencia do estelionato porque o número de pessoas é indeterminado. O valor recuperado foi depositado em uma conta judicial e ficará à disposição da Justiça Criminal para possível reparação dos prejuízos causados às vítimas.

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Fonte: N1Bahia

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R$ 1,2 milhão são apreendidos com casal suspeito de agiotagem e estelionato em João Pessoa

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17/08/2017

Nesta quinta-feira (17), através de uma investigação, a Polícia Civil da Paraíba encontrou um depósito com cheques, documentos, placas de carro e dinheiro. Segundo os agentes, foram encontrados R$ 1,2 milhão em 250 cheques e notas promissórias e R$ 50 mil em espécie, além de cerca de 500 dólares. O material apreendido pertence a um casal suspeito de agiotagem, lavagem de dinheiro, associação criminosa e estelionato presos na terça-feira (15). Cerca de R$ 800 mil estavam em cheques e R$ 400 mil em notas promissórias; esses materiais e outros documentos estão em poder da Justiça e vão passar por perícia nos próximos dias. A Polícia Civil solicita que as pessoas que suspeitam de terem sido vítimas do casal, procurem a delegacia. O casal já passou por audiência de custódia e foi estabelecida uma fiança de R$ 43 mil por pessoa, além de um aumento de R$ 49 mil anunciado na tarde desta quinta-feira (17), por conta do material e do dinheiro apreendido.

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Fonte: G1

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