Polícia investiga suspeitos de desviarem mais de R$ 11 milhões de clientes de escritório de advocacia no RS

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21/06/2018

Na manhã desta quinta-feira (21), duas pessoas foram presas pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul que realiza uma operação contra suspeitos de desviarem mais de R$ 11 milhões que deveriam ser pagos a clientes de um escritório de advocacia no estado. Mais de 30 pessoas são suspeitas de envolvimento no caso. Conforme as investigações, os valores que deveriam ser pagos aos clientes desse escritório eram desviados por uma funcionária, que foi presa em Cachoeirinha, em Porto Alegre (RS). Para isso, ela falsificava documentos do sistema da empresa, e repassava o dinheiro para familiares e amigos. Só ela, segundo a polícia, teria desviado R$ 5 milhões. Em sua casa foram encontrados cerca de R$ 35 mil em dinheiro, e foram apreendidos notebook, celulares, passaportes e diversos documentos que serão analisados pela Polícia Civil. O esquema foi descoberto pelo escritório de advocacia, que assim que descobriu o esquema, demitiu a funcionária e denunciou o caso à polícia. Um homem suspeito de atuar como laranja dentro do esquema foi preso por posse ilegal de arma e drogas. Nessa operação da polícia, são investigados os crimes de estelionato, falsidade ideológica, falsidade documental, uso de documento falso e lavagem de dinheiro, envolvendo associação criminosa.

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Fonte: G1

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Operação investiga desvio de R$ 201 milhões da Prefeitura de Itabirito

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19/06/2018

Na manhã desta terça-feira (19), o Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) e a Polícia Civil deflagraram uma operação que apura fraudes em licitações da Prefeitura de Itabirito, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG). A suspeita é que R$ 201 milhões tenham sido desviados dos cofres públicos. Foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão e 10 mandados de prisão. Nove pessoas foram presas e uma não foi encontrada.

A investigação aponta que empresas teriam sido contratadas para prestar serviços de transporte escolar, de pavimentação e “tapa-buracos” por meio de licitações fraudulentas e contratos nulos entre os anos de 2013 e 2018. Também há indícios de desvios na destinação de verbas integrantes do Fundi (Fundo de Desenvolvimento de Itabirito). 

Segundo o MP, os investigados são suspeitos de crimes de organização criminosa, fraude à licitação, peculato, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Os presos foram levados para a sede da Polícia Civil e, posteriormente, encaminhados para o presídio em Itabirito.

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Fonte: R7

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Advogada e professores são presos suspeitos de oferecer falsos cursos de graduação no AM

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19/06/2018

Nesta terça-feira (19) a Polícia Civil prendeu quatro pessoas e outras quatro ainda estão foragidas, suspeitas de envolvimento em um esquema criminoso de oferta de cursos de graduação falsos, sem autorização do Ministério de Educação (MEC), em Manaus (AM). Ao todo, o esquema desviou R$ 1 milhão da faculdade, onde parte do valor foi recuperada por decisão judicial que bloqueou a verba. Na coletiva de imprensa realizada pela polícia, nenhum dos suspeitos foi apresentado à imprensa. Entre os presos estão uma advogada, uma professora, um professor e uma mulher que atuava como coordenadora do esquema. De acordo com a polícia, o grupo oferecia cursos em 15 municípios do Amazonas, sem reconhecimento do MEC, e dizia ser representante de uma faculdade sediada em Manaus.

Os alunos tinham aulas presenciais normalmente, no entanto, ao final do curso não recebiam o certificado de conclusão. A fraude só era constatada pelos alunos quando eles entravam em contato com uma faculdade, onde questionavam a entrega dos certificados. Diante das reclamações recebidas dos alunos, sócios-proprietários da faculdade em Manaus acionaram o Tribunal de Justiça, solicitando uma intervenção judicial para a instituição, que foi vendida para outros dois sócios-proprietários suspeitos de envolvimento na operação criminosa. Durante a investigação, a polícia diz que constatou o golpe praticado pelo grupo e os dois sócios-proprietários são foragidos procurados por descumprimento contratual e haviam sido afastados da direção.

Os presos irão responder por organização criminosa, estelionato, falsidade ideológica, furto qualificado, dano qualificado, desobediência de decisão judicial, além de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio. Após os procedimentos cabíveis na delegacia, os infratores serão encaminhados para unidade prisional.

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Fonte: G1

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Quadrilha é presa com cartões clonados e documentos falsos em São José

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07/06/2018

Em São José dos Campos (SP), na tarde de quarta-feira (06), uma quadrilha de Campinas foi presa por estelionato. Com eles, a polícia encontrou cerca de 50 cartões clonados, documentos falsos, material para falsificação de documentos e R$ 10,7 mil. Conforme a Polícia Militar, a corporação foi acionada após o bando fazer saques de valores considerados altos e levantar suspeita na agência bancária. Eles foram detidos na saída do banco. No veículo dos criminosos foram apreendidos o dinheiro, cartões com nomes de várias vítimas da quadrilha, um notebook, impressora e cédulas e documentos em branco para a falsificação. À PM as três mulheres e o homem apresentaram documentos de identificação falsos e foram encaminhados à Polícia Civil. Na delegacia eles foram identificados e, segundo a polícia, já tinham passagens por sequestro, receptação e furto nas cidades de Campinas, Ribeirão Pires e Americana. Os quatro foram presos em flagrante e vão responder por estelionato, formação de quadrilha, uso de documento falso, além de lavagem de dinheiro. Uma das criminosas, segundo a polícia, mantinha uma empresa em Campinas e transferia os valores obtidos por meio dos golpes para a conta empresarial para fazer a lavagem.

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Fonte: G1

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Polícia Civil atua em 4 estados contra grupo suspeito de estelionato e lavagem de dinheiro em empreendimentos imobiliários

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23/04/2018

Na manhã desta quarta-feira (23), a Polícia Civil do Rio Grande do Sul realizou uma operação contra crimes de estelionato, lavagem de dinheiro e associação criminosa, supostamente praticados por um grupo econômico responsável por empreendimentos imobiliários que não eram concluídos, ou sequer saíam do papel. A ação conta ainda com o apoio das polícias de Santa Catarina, São Paulo e Goiás, e é coordenada pela Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Administração Pública e Ordem Tributária, que cumpre as ordens judiciais em endereços de empresas que fazem parte do M.Grupo, na casa dos investigados, de uma advogada e de funcionários. São cumpridas 15 ordens judiciais de busca e apreensão nas cidades gaúchas de Porto Alegre, Canoas, Gramado e Nova Santa Rita. Em São Paulo, a ação acontece na capital paulistana e em São Carlos. Em Santa Catarina, a polícia cumpre os mandados em Florianópolis, e em Goiás, na capital, Goiânia. A investigação foi iniciada no primeiro semestre de 2016. Diretores, sócios e avalistas da empresa responsável pelos empreendimentos são apontados pela polícia como responsáveis pelas operações conduzidas pelo grupo econômico. A polícia apura sucessivos negócios de venda de imóveis ainda na planta que tiveram as obras abandonadas, ou sequer haviam saído do papel. É citado o caso de um edifício que não teve autorização para incorporação.

Centenas de pessoas afetadas

De acordo com o advogado coordenador da massa falida do M.Grupo, que representa os afetados pelos empreendimentos não concluídos, o número de pessoas afetadas ainda é apurado, mas a estimativa é de que centenas de pessoas podem ter sido atingidas. “Ainda estamos na fase de avaliação [...] mas estima-se que, no mínimo, entre 500 e 600 pessoas tenham sido diretamente lesadas”, afirma, citando um empreendimento do programa Minha Casa, Minha Vida não concluído na Região Metropolitana de Porto Alegre, que deixou de entregar 400 unidades habitacionais. Segundo ele, a Justiça determinou o bloqueio de 104 empresas ligadas ao grupo com o objetivo de garantir o ressarcimento dos prejudicados pela falência do grupo. Os valores, em capital social, apesar de ainda não determinados, chegam aos bilhões de reais.

PF faz ação contra fraudes em fundos de previdências municipais

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12/04/2018

Foi deflagrada nesta quinta-feira (12), pela Polícia Federal, uma operação para apurar fraudes envolvendo a aplicação de recursos de institutos de previdência municipais. As investigações apontam que empresas de fachada emitiam títulos de dívidas, que geram um direito de crédito ao investidor, chamado debêntures. O valor dessa medida pode ultrapassar R$ 1,3 bilhão. Policiais Federais e auditores-fiscais da Receita Federal cumprem 60 mandados de busca e apreensão e 20 mandados de prisão temporária expedidos pela 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso, Santa Catarina e Goiás, além de São Paulo. Somente no Paraná são quatro mandados de busca e apreensão nas cidades de Palmeira, São Mateus do Sul, Colombo e Pinhais, mas não há mandado de prisão. Segundo a PF, foram identificados 28 institutos de previdência municipais que investiram em fundos que, por sua vez, direta ou indiretamente, adquiriram os papéis sem lastro. “Há o envolvimento de uma empresa de consultoria contratada pelos institutos e elementos que apontam para corrupção de servidores”, informou a PF, em nota. Estão sendo investigados, até o momento, 13 fundos de investimento. No 2º semestre de 2016 foi constatada a existência de R$ 827 milhões de reais em apenas oito destes fundos, dinheiro que, deveria ser destinado ao pagamento de aposentadorias dos servidores municipais. A ação Encilhamento conta com o apoio da Secretaria de Previdência (SPREV) e faz parte da segunda fase da Operação Papel Fantasma. Os investigados responderão, na medida de suas participações, por crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, fraude à licitação, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro. As penas podem variar entre dois e 12 anos de prisão.

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Fonte: Destak

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Pai e filha são suspeitos de manter 10 empresas de fachada para aplicar golpes

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28/03/2018

Foi presa nessa terça-feira (27) K.C.S.Martins, suspeita de manter junto com o pai mais de 10 empresas de fachada para aplicar diversos golpes na cidade de Parnaíba, litoral do Piauí. Conforme o delegado responsável, o pai é C.W.Martins e está foragido. Apenas uma das vítimas teve um prejuízo de mais de R$ 100 mil. “Eles atuavam havia alguns anos na cidade e o pai está foragido exatamente porque muita gente começou a desconfiar das ações dele e ele teve que fugir. Ele e a filha mantinham várias empresas de fachada para conseguir empréstimos em bancos, financiamentos e para oferecer serviços que nunca entregavam”, explicou o delegado. De acordo com ele, três vítimas fizeram denúncias que já viraram inquéritos na Delegacia de Crimes contra o Patrimônio (Depatri). Um dos denunciantes teve um prejuízo de mais de R$ 100 mil. “A outra é uma professora que fez um empréstimo de R$ 30 mil, pagou tudo a eles para comprar um terreno e fazer uma casa e nunca recebeu. A vida dela foi destruída, está em depressão por conta desse golpe”, contou. Dentre os serviços supostamente oferecidos por pai e filha, estavam a construção de imóveis, corretagem de terrenos e vendas de produtos diversos. O delegado contou que junto com a prisão, feita por meio de mandado, foram cumpridas ainda buscas e apreensões em imóveis da família. “Encontramos um cofre, que ainda não conseguimos abrir para saber o que tem dentro e diversos cheques e cartões. O total do arrecadado por eles ainda vamos levantar. Eles viviam uma vida de alto padrão e um carro também foi apreendido, porque pode ser fruto dos golpes”, declarou. As investigações podem revelar ainda a participação de outros membros da família. Ele informou que ao ser presa, a mulher se disse surpresa e não saber o motivo da ação da polícia. Ela e o pai são suspeitos de estelionato e lavagem de dinheiro. As prisões aconteceram por meio da Depatri com apoio da Delegacia Regional de Parnaíba.

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Fonte: G1

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