Polícia do DF prende dupla que agia em 4 estados para fraudar cartões e comprar celulares

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20/09/2018

Nesta quinta-feira (20), a Polícia Civil do Distrito Federal prendeu dois suspeitos de fraudar cartões de crédito, com dados reais de correntistas, para comprar celulares e vender no mercado paralelo. Os mandados de prisão foram cumpridos na Feira dos Importados, em Brasília, e em São Paulo. O grupo também agia de forma organizada no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Os dois detidos – um homem e uma mulher – vão responder por estelionato, lavagem de dinheiro e uso de documento falso. Ao todo, nove mandados de prisão foram expedidos e autorizados pela Justiça, para cumprimento no DF, em SP e em MG. Até as 20h, apenas essas duas prisões tinham sido confirmadas pela Polícia Civil. Segundo o coordenador de Repressão aos Crimes contra o Consumidor do DF, os criminosos usavam dados de pessoas reais para gerar cartões falsos. Nos endereços, os porteiros eram cooptados para interceptar os envelopes. Com o grupo foram apreendidos R$ 240 mil e US$ 8 mil, em espécie. Além da quantia, a polícia encontrou cerca de mil cartões de crédito e duas máquinas usadas, supostamente, para clonar os itens.

Ponte aérea

Com os cartões de crédito fraudulentos em mãos, os criminosos seguiam para o Rio de Janeiro, onde compravam os celulares. Os aparelhos eram, então, enviados para Brasília por transporte aéreo. Em um mês, a Polícia Civil contabilizou 20 remessas feitas por uma empresa contratada. Na Feira dos Importados, os eletrônicos eram vendidos sem nota fiscal. “Quem comprava o produto não tinha consciência que era produto de crime”, afirmou o delegado. “Os vendedores tentavam ludibriá-los, alegando que pagariam menos imposto, mas davam termo de garantia.”

Bando fraudava cartões e lavava dinheiro na Feira dos Importados

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20/09/2018

Após investigações, policiais civis desmontaram uma organização criminosa envolvida em receptação, uso de documento falso e lavagem de dinheiro. O bando realizava a compra de aparelhos celulares, enviava os produtos para Brasília e lá os aparelhos eram vendidos numa banca na Feira dos Importados. As prisões do dono da banca da Feira e de uma suspeita em São Paulo (SP) aconteceram na manhã desta quinta-feira (20), durante a Operação Hermes. Os criminosos atuavam principalmente fora do Distrito Federal. Agentes cumpriram cinco mandados de apreensão. Além de dezenas de aparelhos celulares, policiais enviaram para a perícia computadores, máquinas de cartão e vários documentos de identificação falsos. Conforme o delegado da Coordenação de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor, a Propriedade Imaterial e a Fraudes (Corf), a investigação começou no fim de abril, quando uma carga com 12 aparelhos celulares foi apreendida no Aeroporto JK. No momento da apreensão, fiscais verificaram que a nota fiscal do produto estava em nome de uma pessoa, os dados da compra em nome de outra e que um terceiro indivíduo iria receber a encomenda, o que gerou suspeita sobre um possível crime de receptação. A partir daí, em parceria com a Polícia Civil de São Paulo, a Corf apurou que os envolvidos roubavam dados pessoais de consumidores, fraudavam cartões de crédito e, com a ajuda de porteiros de condomínios, obtinham os cartões. Com identidades falsas, eles realizavam a compra de celulares e os enviavam por meio de empresa aérea para serem vendidos no DF. A Polícia Civil informou que, em 30 dias, uma das empresas de transporte aéreo fez 20 encomendas de celulares à Brasília, sendo que em cada encomenda havia cerca de 10 celulares, o que totaliza quase R$ 1 milhão em mercadoria fraudada. Segundo o delegado, não está descartada a atuação da organização criminosa em outros estados. Ele não informou quantas pessoas estão envolvidas.

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Fonte: Correio Braziliense

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Polícia Civil realiza operação para combater fraudes em Minas Gerais

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13/09/2018

Nesta quinta-feira (13), a Polícia Civil de Minas Gerais realiza uma operação para prender uma quadrilha suspeita de movimentar mais de R$ 160 milhões em lavagem de dinheiro e em fraude processual. Estão sendo cumpridos mandados de prisão e busca e apreensão em Belo Horizonte, Contagem e Pará de Minas. Segundo informações do delegado responsável pelo caso, os crimes eram cometidos através da criação de cerca de 25 empresas, que aumentavam o capital social delas. Com o valor adquirido nos crimes, a quadrilha comprou imóveis de luxo. As investigações começaram há um ano atrás, em julho de 2017. A quadrilha está envolvida em crimes de fraude processual (R$ 16.500.000,00), lavagem de dinheiro (Aproximadamente R$ 150.000.000,00), falsidade ideológica, falsidade de documento público, falsidade de documento particular, estelionato, uso de documento falso, dentre outras condutas criminosas. A operação denominada “Apate” remete à mitologia grega. Apate era um espírito que personificava o engano, o dolo e a fraude.

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Fonte: R7

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Empresários de MG e ES são vítimas de golpe com dinheiro falso

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03/09/2018

Oito pessoas foram denunciadas à Justiça pelo Ministério Público do Espírito Santo (MP-ES) por crimes de estelionato, organização criminosa e lavagem de dinheiro. O grupo foi investigado na Operação Engodo, da Polícia Federal, e, segundo o MP-ES, aplicava golpes em empresários do Espírito Santo e de Minas Gerais. O Ministério Público explicou que os empresários eram “convidados” pelos golpistas para serem parceiros comerciais em um empreendimento. A eles era oferecida uma grande quantia em dinheiro. Em troca, os empresários pagavam uma “propina” ao grupo pela intermediação do negócio. Com o acordo fechado, recebiam uma maleta lacrada com o dinheiro, que depois descobriam ser notas falsas. “Os denunciados estruturaram-se de forma ordenada, com divisão clara de tarefas, inclusive com nomes fictícios predeterminados, com objetivo claro de obter vantagens econômicas exorbitantes mediante a prática de inúmeros crimes de estelionato”, diz trecho da denúncia.

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Fonte: G1

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Polícia investiga suspeitos de desviarem mais de R$ 11 milhões de clientes de escritório de advocacia no RS

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21/06/2018

Na manhã desta quinta-feira (21), duas pessoas foram presas pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul que realiza uma operação contra suspeitos de desviarem mais de R$ 11 milhões que deveriam ser pagos a clientes de um escritório de advocacia no estado. Mais de 30 pessoas são suspeitas de envolvimento no caso. Conforme as investigações, os valores que deveriam ser pagos aos clientes desse escritório eram desviados por uma funcionária, que foi presa em Cachoeirinha, em Porto Alegre (RS). Para isso, ela falsificava documentos do sistema da empresa, e repassava o dinheiro para familiares e amigos. Só ela, segundo a polícia, teria desviado R$ 5 milhões. Em sua casa foram encontrados cerca de R$ 35 mil em dinheiro, e foram apreendidos notebook, celulares, passaportes e diversos documentos que serão analisados pela Polícia Civil. O esquema foi descoberto pelo escritório de advocacia, que assim que descobriu o esquema, demitiu a funcionária e denunciou o caso à polícia. Um homem suspeito de atuar como laranja dentro do esquema foi preso por posse ilegal de arma e drogas. Nessa operação da polícia, são investigados os crimes de estelionato, falsidade ideológica, falsidade documental, uso de documento falso e lavagem de dinheiro, envolvendo associação criminosa.

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Fonte: G1

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Operação investiga desvio de R$ 201 milhões da Prefeitura de Itabirito

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19/06/2018

Na manhã desta terça-feira (19), o Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) e a Polícia Civil deflagraram uma operação que apura fraudes em licitações da Prefeitura de Itabirito, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG). A suspeita é que R$ 201 milhões tenham sido desviados dos cofres públicos. Foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão e 10 mandados de prisão. Nove pessoas foram presas e uma não foi encontrada.

A investigação aponta que empresas teriam sido contratadas para prestar serviços de transporte escolar, de pavimentação e “tapa-buracos” por meio de licitações fraudulentas e contratos nulos entre os anos de 2013 e 2018. Também há indícios de desvios na destinação de verbas integrantes do Fundi (Fundo de Desenvolvimento de Itabirito). 

Segundo o MP, os investigados são suspeitos de crimes de organização criminosa, fraude à licitação, peculato, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Os presos foram levados para a sede da Polícia Civil e, posteriormente, encaminhados para o presídio em Itabirito.

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Fonte: R7

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Advogada e professores são presos suspeitos de oferecer falsos cursos de graduação no AM

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19/06/2018

Nesta terça-feira (19) a Polícia Civil prendeu quatro pessoas e outras quatro ainda estão foragidas, suspeitas de envolvimento em um esquema criminoso de oferta de cursos de graduação falsos, sem autorização do Ministério de Educação (MEC), em Manaus (AM). Ao todo, o esquema desviou R$ 1 milhão da faculdade, onde parte do valor foi recuperada por decisão judicial que bloqueou a verba. Na coletiva de imprensa realizada pela polícia, nenhum dos suspeitos foi apresentado à imprensa. Entre os presos estão uma advogada, uma professora, um professor e uma mulher que atuava como coordenadora do esquema. De acordo com a polícia, o grupo oferecia cursos em 15 municípios do Amazonas, sem reconhecimento do MEC, e dizia ser representante de uma faculdade sediada em Manaus.

Os alunos tinham aulas presenciais normalmente, no entanto, ao final do curso não recebiam o certificado de conclusão. A fraude só era constatada pelos alunos quando eles entravam em contato com uma faculdade, onde questionavam a entrega dos certificados. Diante das reclamações recebidas dos alunos, sócios-proprietários da faculdade em Manaus acionaram o Tribunal de Justiça, solicitando uma intervenção judicial para a instituição, que foi vendida para outros dois sócios-proprietários suspeitos de envolvimento na operação criminosa. Durante a investigação, a polícia diz que constatou o golpe praticado pelo grupo e os dois sócios-proprietários são foragidos procurados por descumprimento contratual e haviam sido afastados da direção.

Os presos irão responder por organização criminosa, estelionato, falsidade ideológica, furto qualificado, dano qualificado, desobediência de decisão judicial, além de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio. Após os procedimentos cabíveis na delegacia, os infratores serão encaminhados para unidade prisional.

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Fonte: G1

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