Operação combate falsificação de documentos, falsidade ideológica e sonegação fiscal no TO, PA e MA

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18/07/2019

Nesta quinta-feira (18), a Polícia Civil do estado do Tocantins deflagrou a terceira fase da Operação “Walking Dead” visando combater uma organização criminosa especializada na prática de crimes de falsificação de documentos públicos e particulares, falsidade ideológica, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro no desvio de valores que deveriam ter sido recolhidos no comércio de grãos e bebidas. Paralelamente, a Polícia Civil do Tocantins está apoiando a Operação Créditos Ilusórios, deflagrada pela Polícia Civil do estado de Maranhão a partir do compartilhamento de provas produzidas nas operações Walking Dead e Falsário.

No Tocantins, estão sendo cumpridos nesta manhã 14 (quatorze) mandados judiciais, sendo 08 (oito) mandados de busca e apreensão, 04 (quatro) mandados de prisão temporária e 02 (dois) mandados de prisão preventiva, mobilizando cerca de 30 policiais civis tocantinenses.

Segundo o delegado, que comanda a operação tocantinense, são alvos da operação um auditor da receita estadual, contadores, empresários, intermediários e “laranjas” que se beneficiaram do esquema criminoso auferindo valores que deveriam ter sido recolhidos à Fazenda Pública do Tocantins, a título de impostos. Uma das pessoas presas na operação se passava pelo nome de uma senhora falecida em 2010, e que teve o seu nome usado para constituir uma das empresas de fachada em 2014.

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Fonte: Folha do Bico

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Suspeita de estelionato é presa em operação das polícias Civil e Militar em Renascença

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18/07/2019

Nesta quinta-feira (18), uma mulher suspeita de estelionato foi presa em uma operação conjunta das polícias Civil e Militar em Renascença (PR). Ela é investigada também por lavagem de dinheiro. Segundo as investigações da Operação Luxus,  os supostos golpes aplicados por ela durante três anos causaram prejuízos de cerca de R$ 3 milhões às vítimas. Segundo o delegado responsável, no caso dos golpes envolvendo viagens, a suspeita oferecia a própria conta bancária para o pagamento dos pacotes – geralmente pagos por meio de boletos bancários ou cartões – em troca de descontos, o que acabava atraindo as vítimas.

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Fonte: G1

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Polícia indicia 15 suspeitos de causar prejuízo de R$ 50 milhões na receptação e adulteração de carros em Goiás

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27/05/2019

Em Goiânia, a Polícia Civil indiciou 15 pessoas suspeitas de integrar um grupo especializado na receptação e adulteração de veículos. Segundo as investigações da operação Sétimo Selo, iniciada há um ano meio, a organização causou um prejuízo estimado de R$ 50 milhões. No decorrer da apuração, 17 pessoas foram presas e uma segue foragida. A polícia também apreendeu 30 carros de luxo e conseguiu junto à Justiça o sequestro de 51 imóveis – incluindo lojas e uma fazenda – e depósitos no valor de r$ 40 milhões. A Polícia Civil informou que os indiciados, dentro de suas responsabilidades, responderão pelos crimes de receptação, organização criminosa, estelionato, lavagem de dinheiro e crimes contra a ordem tributária. O delegado responsável pelo caso, disse que o grupo vivia uma vida de luxo. “Viviam como empresários, em condomínios de luxo. Eles se valiam desse aparato para dar legitimidade as suas ações. Nos estimamos (que o prejuízo) seja mais de R$ 50 milhões”, afirma.

Grupos

Os suspeitos atuavam em dois grupos distintos, mas com o mesmo fim, que era de receptar e adulterar veículos. Eles também tinham como atividade o tráfico de drogas e agiam de forma bastante organizada. Os grupos eram chefiados por donos de lojas de carros. Um dos carros vinculados ao grupo era uma caminhonete, que foi apreendida com um arsenal de armas de grosso calibre, em agosto do ano passado, no Distrito Federal. Com o grupo, havia materiais explosivos, dez fuzis, dez pistolas, carregadores e munição. A polícia suspeita que a Hilux, que era blindada, seria usada na tentativa de de resgate de detentos do sistema prisional.

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Fonte: G1

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Operação prende empresário suspeito de esquema de agiotas em Lavras, MG

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12/04/2019

Na manhã da sexta-feira (12), uma operação do Ministério Público prendeu um empresário apontado como líder de uma rede de agiotagem em Lavras (MG). Investigações apontaram que o suspeito atua em uma organização criminosa envolvida com falsidade ideológica, documentos falsos, corrupção e lavagem de dinheiro. A operação é um desdobramento de outras operações contra fraudes em shows, que aconteceram em 2013 e 2015. O empresário S.E.P., apontado como líder da rede de agiotas, foi preso durante a manhã. Ele já havia sido denunciado em outras operações do MP na cidade. “A operação de hoje é um desdobramento da Operação VIP pois o líder da organização criminosa hoje investigada também participou e foi denunciado na operação VIP. De lá para cá, as investigações foram ganhando corpo e agora foi deflagrada a operação”, explicou o promotor responsável.

Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão. Em 13 imóveis, alguns de servidores públicos, foram encontrados CD’s, documentos, agendas, computadores, anotações e notas promissórias com esquemas dos agiotas. Estava previsto o cumprimento de um mandado de busca no Fórum de Lavras, mas as buscas não foram autorizadas pela Justiça.

“O objetivo da operação foi dar cumprimento a esses mandados de busca e apreensão para angariar provas dos crimes que estão sendo investigados, como organização criminosa, lavagem de dinheiro, agiotagem, corrupção, uso de documento falso e falsidade ideológica”, explicou o promotor. Segundo as informações do Ministério Público, foi identificado o envolvimento de servidores públicos de várias áreas. Os servidores teriam criado uma rede de proteção e vazamento de informações sigilosas. A Operação Octopus foi realizado pelos núcleos do MP de Varginha e Passos, além da Promotoria de Justiça de Lavras e Receita Federal. Pelo menos seis auditores da Receita Federal, 46 policiais, nove promotores e 14 servidores do MP participaram da operação.

Preso grupo que fraudava compra de celulares e revendia a preço baixo

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27/02/2019

Nesta quarta-feira (27), policiais civis do DF prenderam 13 pessoas que adquiriam, vendiam e adulteravam aparelhos celulares durante uma operação realizada pela Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri). Os agentes identificaram duas organizações criminosas: uma que adquiria aparelhos com documentos falsos e dava o golpe na hora de pagar; e outra que adulterava e revendia celulares furtados. Todos serão indiciados por crimes de organização criminosa, receptação e lavagem de dinheiro. A pena pode chegar a até 10 anos de prisão. Os presos são acusados de venderem por preço abaixo do praticado no mercado os aparelhos telefônicos obtidos em grandes lojas varejistas, comprados na forma de crédito, com documentos falsos. Segundo o chefe da Corpatri, a loja levava o prejuízo, uma vez que depois o criminoso vendia o celular para outros lojistas, que compravam com descontos de até 40% abaixo do valor de mercado.

O delegado disse que uma carga de celulares também foi interceptada a caminho do município de Afogados da Ingazeira (PE). A outra organização criminosa comprava aparelhos roubados ou furtados e reprogramava a Identificação Internacional de Equipamento Móvel (IMEI) para que pudessem ser revendidos. Os criminosos vendiam em feiras peças dos aparelhos que não eram adulterados. Além dos 13 homens presos na capital federal, uma pessoa foi detida em Pernambuco e um indivíduo está foragido. As prisões ocorreram no Sol Nascente e em Ceilândia. Ao todo, a polícia cumpriu 14 mandados de busca e apreensão nas duas regiões. Entre os produtos fruto de atividades criminosas apreendidos estão cerca 50 celulares, oito carros, dois aparelhos de televisão, oito garrafas de uísque, além de R$ 12 mil em espécie. As investigações começaram em novembro do ano passado e se intensificaram em janeiro. O delegado garantiu que os policiais continuarão as operações de combate ao roubo e furto de celulares, principalmente no período do carnaval, de 2 a 5 de março.

Polícia Federal realiza operação contra fraudes de empréstimo consignado

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19/02/2019

A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Multiface nas primeiras horas desta terça-feira (19). O objetivo é desarticular uma organização criminosa responsável pela prática de fraudes visando à obtenção de empréstimos consignados indevidos junto a instituições financeiras. A PF informou que as investigações vão ser aprofundadas com a análise dos materiais e documentos apreendidos nas buscas, mas a estimativa é que a fraude passe dos R$ 100 mil. Estão sendo cumpridos três mandados de busca e apreensão, expedidos pela 3ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Sergipe. Os envolvidos podem responder pelos delitos de participação em organização criminosa, falsificação de documento público, falsidade ideológica e estelionato, além de lavagem de dinheiro.

Investigações

A PF disse que as investigações tiveram início com a prisão em flagrante de duas mulheres, em março do ano passado. Elas tinham sacado valores oriundos dos crimes em um banco de Aracaju. Com as prisões, a polícia descobriu que o grupo já havia praticado algumas fraudes e planejava executar diversas outras. A investigação apontou que o grupo utilizava documentos de identificação, como RG e CPF, comprovantes de residência e declarações de imposto de renda falsos, a maioria em nome de pessoas idosas. Também contratava empréstimos ilícitos, causando prejuízos às instituições financeiras e às vítimas indiretas. As vítimas só descobriam a fraude quando tinham os nomes negativados por instituições de proteção ao crédito.

PF investiga organização criminosa responsável por fraudes bancárias em TO

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23/01/2019

A Polícia Federal deflagrou nesta segunda-feira (22) as Operações Spurius II e III, para desarticular organização criminosa especializada em fraudes bancárias pela internet. Aproximadamente 40 policiais federais cumprem sete mandados judiciais de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, expedidos pela 4ª Vara Federal de Palmas nos estados de Tocantins e Goiás. Foi determinado o bloqueio de bens e valores dos envolvidos, pessoas físicas e jurídicas. A investigação teve início com a comunicação de fraude ocorrida em bancos de Paraíso/TO e Relatório de Fraudes Bancárias, fatos investigados em inquéritos policiais instaurados para apurar a ocorrência dos delitos. O grupo criminoso atuava fraudando a emissão e pagamento de boletos bancários, bem como realizando fraudes bancárias pela internet e lavagem de dinheiro por meio de contas e empresas de fachada. Tais empresas eram criadas com documentação falsa para movimentar os recursos obtidos ilicitamente. Ainda não se apurou o montante dos prejuízos gerados pelas fraudes, que será mensurado após a análise do material apreendido. A investigação apurou o cometimento dos crimes de organização criminosa, estelionato, falsificação de documento público, uso de documento falso e lavagem de dinheiro.

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Fonte: Ponta Porã Informa

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