Grupo fraudava empréstimos de até R$ 500 mil com dados de servidores federais no DF; três foram presos

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09/01/2019

Nesta quarta-feira (09), foi desarticulado pela Polícia Civil do Distrito Federal um suposto esquema criminoso que roubava dados de servidores do Ministério do Planejamento. A investigação aponta que o grupo usou as informações para contratar empréstimos consignados de até R$ 500 mil. Conforme a corporação, os suspeitos atuavam em vários estados e eram especializados nas práticas de falsidade ideológica, uso de documento falso, estelionato e lavagem de dinheiro. Os principais alvos eram os auditores fiscais da pasta federal. “Usavam contracheque, CPF e comprovantes de residência em nome de um auditor fiscal, depois dispensavam esses documentos e obtinham outros para abrir contas jurídicas e movimentar o valor”, explicou a delegada que investiga o caso. Por nota, o Ministério da Economia – unificado à pasta do Planejamento – disse que ainda não foi notificado oficialmente sobre a investigação e, por isso, “não é possível se manifestar”. O comunicado, no entanto, reforça a segurança do Sigepe. “O ministério reafirma que o sistema é seguro e mantido pelo Serpro, que aplica as melhores práticas de segurança da informação do mercado.”

Prisões

Nesta terça (8) e quarta-feira (9), dois homens suspeitos de praticar os crimes foram presos temporariamente. A polícia cumpriu mandados de prisão, busca e apreensão no DF e em Goiás. O terceiro membro do grupo está preso desde setembro. O suposto esquema foi classificado como “aperfeiçoado e complexo”. “Os investigados, após adquirirem fraudulentamente dados de contracheques de servidores no sistema Sigepe, fabricavam documentos que eram utilizados para abertura de contas correntes e contratação de empréstimos consignados vultosos”, diz material divulgado pela polícia.

Casal preso por estelionato em Goiânia; valores podem chegar a R$ 3 milhões

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11/12/2018

Na manhã de hoje a 10ª DDP de Goiânia, deflagrou a “Operação Adamas”. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão e prisão preventiva em desfavor de B.L. e M.G.P., por terem cometido crimes de estelionato e lavagem de dinheiro, totalizando o valor de 3.000.000,00 (três milhões de reais). As buscas resultaram na apreensão de duas armas de fogo, cinco relógios Rolex, um relógio Hubolt, um relógio Mido e um relógio de bolso em ouro maciço, 12 mil reais em dinheiro, 6 mil dólares e diversas pedras preciosas, dentre elas um diamante com valor estimado em 30 mil reais. M. ainda foi autuado em flagrante delito por prática de posse irregular de arma de fogo e pelo crime previsto no artigo 2º, paragrafo 1º, da Lei 8.176/1991. A operação contou com o apoio do Delegado da 19ª DDP de Goiânia, Elton Diogo Fonseca e da equipe do GEPATRI AISP3.

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Fonte: Diário de Goiás

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Operação contra fraude de R$ 45 milhões na Receita Federal prende seis pessoas em Curitiba

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06/11/2018

Nesta terça-feira (06), em Curitiba, seis pessoas foram presas preventivamente – sem prazo determinado – em uma operação que apura fraude de, pelo menos, R$ 45 milhões na Receita Federal nos últimos cinco anos. As prisões foram confirmadas pela Polícia Federal (PF). Entre os detidos estão funcionários da Receita, advogados, contadores e empresários. Também foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão, inclusive na sede da Receita na capital. As prisões ocorreram pela suspeita de crimes contra a ordem tributária, estelionato, corrupção, organização criminosa, lavagem de dinheiro e ocultação de bens. Há, também, servidores afastados das funções. Os mandados foram expedidos pela 14ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, que também determinou o bloqueio de valores – de R$ 5 mil a R$ 1 bilhão – de contas bancárias de 24 pessoas físicas e jurídicas.

A Operação Mendacius investiga uma suposta organização criminosa especializada em procedimentos irregulares de compensações e reduções de tributos e contribuições federais. Segundo a Receita Federal, as áreas de inteligência fiscal, arrecadação e cobrança, além da corregedoria do órgão auxiliaram na investigação. Dezenas de empresas, inclusive de outros estados, buscavam a contratação dos serviços da suposta organização criminosa para fraudarem, entre outras situações, dados inseridos em Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF), informou a Receita. As empresas beneficiárias das fraudes atuam em vários ramos, principalmente industrial, de segurança patrimonial e vigilância e de construção civil. Parte delas, segundo a Receita, atuam em licitações e contratos com a administração pública.

Dupla suspeita de aplicar meio milhão em golpes bancários contra idosas é presa

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22/10/2018

Em Fortaleza (CE), duas pessoas foram presas acusadas de aplicar R$ 500 mil em golpes. Os possíveis estelionatários dispunham até de central telefônica, usada para desviar ligações de vítimas, geralmente idosas de alto poder aquisitivo, que ligavam para o atendimento bancário ao desconfiar da fraude. Com a dupla, foram apreendidos cheques, cartões bancários e documentos falsos. Conforme o delegado titular do 2º Distrito Policial, os suspeitos ligavam para a vítima como se fossem funcionários de banco. Na ligação, informavam que a pessoa teria feito uma compra de alto valor. A vítima, então, não reconhecia a compra, levantando a suspeita de que o cartão de crédito teria sido clonado. “Com isso, o golpista orientava a pessoa a escrever uma carta autorizando a investigação do caso para entregá-la num envelope junto ao cartão, que deveria estar cortado”, detalha. Um dos suspeitos recebia o envelope na casa da pessoa. “O suspeito dizia, ainda, que a vítima deveria ligar para o número do SAC impresso no cartão. A ligação era direcionada para central telefônica dos envolvidos, o que deixava a vítima mais segura”, acrescenta. Até o momento, quatro vítimas prestaram boletim de ocorrência. A dupla foi identificada através de gravações do circuito interno de vítimas. Após três dias de investigação, a dupla foi detida na última sexta-feira (20). Uma terceira pessoa é procurada pela polícia. Ela é suspeita de ser a integrante que fazia o papel de “SAC”, recebendo as ligações das vítimas. Os dois foram indiciados por lavagem de dinheiro, estelionato e associação criminosa. Um deles também foi autuado por falsificação de documento. A polícia informa que banco não manda funcionários em casa para receber cartões de créditos em transações como essa.

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Fonte: O Povo

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Polícia do DF prende dupla que agia em 4 estados para fraudar cartões e comprar celulares

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20/09/2018

Nesta quinta-feira (20), a Polícia Civil do Distrito Federal prendeu dois suspeitos de fraudar cartões de crédito, com dados reais de correntistas, para comprar celulares e vender no mercado paralelo. Os mandados de prisão foram cumpridos na Feira dos Importados, em Brasília, e em São Paulo. O grupo também agia de forma organizada no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Os dois detidos – um homem e uma mulher – vão responder por estelionato, lavagem de dinheiro e uso de documento falso. Ao todo, nove mandados de prisão foram expedidos e autorizados pela Justiça, para cumprimento no DF, em SP e em MG. Até as 20h, apenas essas duas prisões tinham sido confirmadas pela Polícia Civil. Segundo o coordenador de Repressão aos Crimes contra o Consumidor do DF, os criminosos usavam dados de pessoas reais para gerar cartões falsos. Nos endereços, os porteiros eram cooptados para interceptar os envelopes. Com o grupo foram apreendidos R$ 240 mil e US$ 8 mil, em espécie. Além da quantia, a polícia encontrou cerca de mil cartões de crédito e duas máquinas usadas, supostamente, para clonar os itens.

Ponte aérea

Com os cartões de crédito fraudulentos em mãos, os criminosos seguiam para o Rio de Janeiro, onde compravam os celulares. Os aparelhos eram, então, enviados para Brasília por transporte aéreo. Em um mês, a Polícia Civil contabilizou 20 remessas feitas por uma empresa contratada. Na Feira dos Importados, os eletrônicos eram vendidos sem nota fiscal. “Quem comprava o produto não tinha consciência que era produto de crime”, afirmou o delegado. “Os vendedores tentavam ludibriá-los, alegando que pagariam menos imposto, mas davam termo de garantia.”

Bando fraudava cartões e lavava dinheiro na Feira dos Importados

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20/09/2018

Após investigações, policiais civis desmontaram uma organização criminosa envolvida em receptação, uso de documento falso e lavagem de dinheiro. O bando realizava a compra de aparelhos celulares, enviava os produtos para Brasília e lá os aparelhos eram vendidos numa banca na Feira dos Importados. As prisões do dono da banca da Feira e de uma suspeita em São Paulo (SP) aconteceram na manhã desta quinta-feira (20), durante a Operação Hermes. Os criminosos atuavam principalmente fora do Distrito Federal. Agentes cumpriram cinco mandados de apreensão. Além de dezenas de aparelhos celulares, policiais enviaram para a perícia computadores, máquinas de cartão e vários documentos de identificação falsos. Conforme o delegado da Coordenação de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor, a Propriedade Imaterial e a Fraudes (Corf), a investigação começou no fim de abril, quando uma carga com 12 aparelhos celulares foi apreendida no Aeroporto JK. No momento da apreensão, fiscais verificaram que a nota fiscal do produto estava em nome de uma pessoa, os dados da compra em nome de outra e que um terceiro indivíduo iria receber a encomenda, o que gerou suspeita sobre um possível crime de receptação. A partir daí, em parceria com a Polícia Civil de São Paulo, a Corf apurou que os envolvidos roubavam dados pessoais de consumidores, fraudavam cartões de crédito e, com a ajuda de porteiros de condomínios, obtinham os cartões. Com identidades falsas, eles realizavam a compra de celulares e os enviavam por meio de empresa aérea para serem vendidos no DF. A Polícia Civil informou que, em 30 dias, uma das empresas de transporte aéreo fez 20 encomendas de celulares à Brasília, sendo que em cada encomenda havia cerca de 10 celulares, o que totaliza quase R$ 1 milhão em mercadoria fraudada. Segundo o delegado, não está descartada a atuação da organização criminosa em outros estados. Ele não informou quantas pessoas estão envolvidas.

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Fonte: Correio Braziliense

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Polícia Civil realiza operação para combater fraudes em Minas Gerais

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13/09/2018

Nesta quinta-feira (13), a Polícia Civil de Minas Gerais realiza uma operação para prender uma quadrilha suspeita de movimentar mais de R$ 160 milhões em lavagem de dinheiro e em fraude processual. Estão sendo cumpridos mandados de prisão e busca e apreensão em Belo Horizonte, Contagem e Pará de Minas. Segundo informações do delegado responsável pelo caso, os crimes eram cometidos através da criação de cerca de 25 empresas, que aumentavam o capital social delas. Com o valor adquirido nos crimes, a quadrilha comprou imóveis de luxo. As investigações começaram há um ano atrás, em julho de 2017. A quadrilha está envolvida em crimes de fraude processual (R$ 16.500.000,00), lavagem de dinheiro (Aproximadamente R$ 150.000.000,00), falsidade ideológica, falsidade de documento público, falsidade de documento particular, estelionato, uso de documento falso, dentre outras condutas criminosas. A operação denominada “Apate” remete à mitologia grega. Apate era um espírito que personificava o engano, o dolo e a fraude.

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Fonte: R7

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