Operação contra fraude de R$ 45 milhões na Receita Federal prende seis pessoas em Curitiba

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06/11/2018

Nesta terça-feira (06), em Curitiba, seis pessoas foram presas preventivamente – sem prazo determinado – em uma operação que apura fraude de, pelo menos, R$ 45 milhões na Receita Federal nos últimos cinco anos. As prisões foram confirmadas pela Polícia Federal (PF). Entre os detidos estão funcionários da Receita, advogados, contadores e empresários. Também foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão, inclusive na sede da Receita na capital. As prisões ocorreram pela suspeita de crimes contra a ordem tributária, estelionato, corrupção, organização criminosa, lavagem de dinheiro e ocultação de bens. Há, também, servidores afastados das funções. Os mandados foram expedidos pela 14ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, que também determinou o bloqueio de valores – de R$ 5 mil a R$ 1 bilhão – de contas bancárias de 24 pessoas físicas e jurídicas.

A Operação Mendacius investiga uma suposta organização criminosa especializada em procedimentos irregulares de compensações e reduções de tributos e contribuições federais. Segundo a Receita Federal, as áreas de inteligência fiscal, arrecadação e cobrança, além da corregedoria do órgão auxiliaram na investigação. Dezenas de empresas, inclusive de outros estados, buscavam a contratação dos serviços da suposta organização criminosa para fraudarem, entre outras situações, dados inseridos em Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF), informou a Receita. As empresas beneficiárias das fraudes atuam em vários ramos, principalmente industrial, de segurança patrimonial e vigilância e de construção civil. Parte delas, segundo a Receita, atuam em licitações e contratos com a administração pública.

Dupla suspeita de aplicar meio milhão em golpes bancários contra idosas é presa

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22/10/2018

Em Fortaleza (CE), duas pessoas foram presas acusadas de aplicar R$ 500 mil em golpes. Os possíveis estelionatários dispunham até de central telefônica, usada para desviar ligações de vítimas, geralmente idosas de alto poder aquisitivo, que ligavam para o atendimento bancário ao desconfiar da fraude. Com a dupla, foram apreendidos cheques, cartões bancários e documentos falsos. Conforme o delegado titular do 2º Distrito Policial, os suspeitos ligavam para a vítima como se fossem funcionários de banco. Na ligação, informavam que a pessoa teria feito uma compra de alto valor. A vítima, então, não reconhecia a compra, levantando a suspeita de que o cartão de crédito teria sido clonado. “Com isso, o golpista orientava a pessoa a escrever uma carta autorizando a investigação do caso para entregá-la num envelope junto ao cartão, que deveria estar cortado”, detalha. Um dos suspeitos recebia o envelope na casa da pessoa. “O suspeito dizia, ainda, que a vítima deveria ligar para o número do SAC impresso no cartão. A ligação era direcionada para central telefônica dos envolvidos, o que deixava a vítima mais segura”, acrescenta. Até o momento, quatro vítimas prestaram boletim de ocorrência. A dupla foi identificada através de gravações do circuito interno de vítimas. Após três dias de investigação, a dupla foi detida na última sexta-feira (20). Uma terceira pessoa é procurada pela polícia. Ela é suspeita de ser a integrante que fazia o papel de “SAC”, recebendo as ligações das vítimas. Os dois foram indiciados por lavagem de dinheiro, estelionato e associação criminosa. Um deles também foi autuado por falsificação de documento. A polícia informa que banco não manda funcionários em casa para receber cartões de créditos em transações como essa.

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Fonte: O Povo

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Polícia do DF prende dupla que agia em 4 estados para fraudar cartões e comprar celulares

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20/09/2018

Nesta quinta-feira (20), a Polícia Civil do Distrito Federal prendeu dois suspeitos de fraudar cartões de crédito, com dados reais de correntistas, para comprar celulares e vender no mercado paralelo. Os mandados de prisão foram cumpridos na Feira dos Importados, em Brasília, e em São Paulo. O grupo também agia de forma organizada no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Os dois detidos – um homem e uma mulher – vão responder por estelionato, lavagem de dinheiro e uso de documento falso. Ao todo, nove mandados de prisão foram expedidos e autorizados pela Justiça, para cumprimento no DF, em SP e em MG. Até as 20h, apenas essas duas prisões tinham sido confirmadas pela Polícia Civil. Segundo o coordenador de Repressão aos Crimes contra o Consumidor do DF, os criminosos usavam dados de pessoas reais para gerar cartões falsos. Nos endereços, os porteiros eram cooptados para interceptar os envelopes. Com o grupo foram apreendidos R$ 240 mil e US$ 8 mil, em espécie. Além da quantia, a polícia encontrou cerca de mil cartões de crédito e duas máquinas usadas, supostamente, para clonar os itens.

Ponte aérea

Com os cartões de crédito fraudulentos em mãos, os criminosos seguiam para o Rio de Janeiro, onde compravam os celulares. Os aparelhos eram, então, enviados para Brasília por transporte aéreo. Em um mês, a Polícia Civil contabilizou 20 remessas feitas por uma empresa contratada. Na Feira dos Importados, os eletrônicos eram vendidos sem nota fiscal. “Quem comprava o produto não tinha consciência que era produto de crime”, afirmou o delegado. “Os vendedores tentavam ludibriá-los, alegando que pagariam menos imposto, mas davam termo de garantia.”

Bando fraudava cartões e lavava dinheiro na Feira dos Importados

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20/09/2018

Após investigações, policiais civis desmontaram uma organização criminosa envolvida em receptação, uso de documento falso e lavagem de dinheiro. O bando realizava a compra de aparelhos celulares, enviava os produtos para Brasília e lá os aparelhos eram vendidos numa banca na Feira dos Importados. As prisões do dono da banca da Feira e de uma suspeita em São Paulo (SP) aconteceram na manhã desta quinta-feira (20), durante a Operação Hermes. Os criminosos atuavam principalmente fora do Distrito Federal. Agentes cumpriram cinco mandados de apreensão. Além de dezenas de aparelhos celulares, policiais enviaram para a perícia computadores, máquinas de cartão e vários documentos de identificação falsos. Conforme o delegado da Coordenação de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor, a Propriedade Imaterial e a Fraudes (Corf), a investigação começou no fim de abril, quando uma carga com 12 aparelhos celulares foi apreendida no Aeroporto JK. No momento da apreensão, fiscais verificaram que a nota fiscal do produto estava em nome de uma pessoa, os dados da compra em nome de outra e que um terceiro indivíduo iria receber a encomenda, o que gerou suspeita sobre um possível crime de receptação. A partir daí, em parceria com a Polícia Civil de São Paulo, a Corf apurou que os envolvidos roubavam dados pessoais de consumidores, fraudavam cartões de crédito e, com a ajuda de porteiros de condomínios, obtinham os cartões. Com identidades falsas, eles realizavam a compra de celulares e os enviavam por meio de empresa aérea para serem vendidos no DF. A Polícia Civil informou que, em 30 dias, uma das empresas de transporte aéreo fez 20 encomendas de celulares à Brasília, sendo que em cada encomenda havia cerca de 10 celulares, o que totaliza quase R$ 1 milhão em mercadoria fraudada. Segundo o delegado, não está descartada a atuação da organização criminosa em outros estados. Ele não informou quantas pessoas estão envolvidas.

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Fonte: Correio Braziliense

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Polícia Civil realiza operação para combater fraudes em Minas Gerais

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13/09/2018

Nesta quinta-feira (13), a Polícia Civil de Minas Gerais realiza uma operação para prender uma quadrilha suspeita de movimentar mais de R$ 160 milhões em lavagem de dinheiro e em fraude processual. Estão sendo cumpridos mandados de prisão e busca e apreensão em Belo Horizonte, Contagem e Pará de Minas. Segundo informações do delegado responsável pelo caso, os crimes eram cometidos através da criação de cerca de 25 empresas, que aumentavam o capital social delas. Com o valor adquirido nos crimes, a quadrilha comprou imóveis de luxo. As investigações começaram há um ano atrás, em julho de 2017. A quadrilha está envolvida em crimes de fraude processual (R$ 16.500.000,00), lavagem de dinheiro (Aproximadamente R$ 150.000.000,00), falsidade ideológica, falsidade de documento público, falsidade de documento particular, estelionato, uso de documento falso, dentre outras condutas criminosas. A operação denominada “Apate” remete à mitologia grega. Apate era um espírito que personificava o engano, o dolo e a fraude.

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Fonte: R7

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Empresários de MG e ES são vítimas de golpe com dinheiro falso

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03/09/2018

Oito pessoas foram denunciadas à Justiça pelo Ministério Público do Espírito Santo (MP-ES) por crimes de estelionato, organização criminosa e lavagem de dinheiro. O grupo foi investigado na Operação Engodo, da Polícia Federal, e, segundo o MP-ES, aplicava golpes em empresários do Espírito Santo e de Minas Gerais. O Ministério Público explicou que os empresários eram “convidados” pelos golpistas para serem parceiros comerciais em um empreendimento. A eles era oferecida uma grande quantia em dinheiro. Em troca, os empresários pagavam uma “propina” ao grupo pela intermediação do negócio. Com o acordo fechado, recebiam uma maleta lacrada com o dinheiro, que depois descobriam ser notas falsas. “Os denunciados estruturaram-se de forma ordenada, com divisão clara de tarefas, inclusive com nomes fictícios predeterminados, com objetivo claro de obter vantagens econômicas exorbitantes mediante a prática de inúmeros crimes de estelionato”, diz trecho da denúncia.

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Fonte: G1

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Polícia investiga suspeitos de desviarem mais de R$ 11 milhões de clientes de escritório de advocacia no RS

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21/06/2018

Na manhã desta quinta-feira (21), duas pessoas foram presas pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul que realiza uma operação contra suspeitos de desviarem mais de R$ 11 milhões que deveriam ser pagos a clientes de um escritório de advocacia no estado. Mais de 30 pessoas são suspeitas de envolvimento no caso. Conforme as investigações, os valores que deveriam ser pagos aos clientes desse escritório eram desviados por uma funcionária, que foi presa em Cachoeirinha, em Porto Alegre (RS). Para isso, ela falsificava documentos do sistema da empresa, e repassava o dinheiro para familiares e amigos. Só ela, segundo a polícia, teria desviado R$ 5 milhões. Em sua casa foram encontrados cerca de R$ 35 mil em dinheiro, e foram apreendidos notebook, celulares, passaportes e diversos documentos que serão analisados pela Polícia Civil. O esquema foi descoberto pelo escritório de advocacia, que assim que descobriu o esquema, demitiu a funcionária e denunciou o caso à polícia. Um homem suspeito de atuar como laranja dentro do esquema foi preso por posse ilegal de arma e drogas. Nessa operação da polícia, são investigados os crimes de estelionato, falsidade ideológica, falsidade documental, uso de documento falso e lavagem de dinheiro, envolvendo associação criminosa.

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Fonte: G1

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