Polícia prende 29 pessoas por fraude em contas bancárias, entre elas cantor sertanejo

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17/09/2018

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) e a Polícia Civil prenderam, nesta segunda-feira (17), 29 pessoas integrantes de uma quadrilha comandada por hackers que furtava correntistas de bancos em todo o país, em operações que chegaram a movimentar cerca de R$ 2 milhões irregularmente ao longo dos nove meses de investigações. A operação, batizada de Open Doors, teve por objetivo também o cumprimento de 52 mandados de busca e apreensão na região sul fluminense, principalmente nas cidades de Resende, Volta Redonda e Barra Mansa. As investigações do Gaeco constataram que a quadrilha fez centenas de transferências bancárias ilegais, subtraindo dinheiro de correntistas de todo o Brasil.

Esquema

A organização criminosa agia primeiramente com a atuação dos hackers, que burlavam a segurança bancária para obter acesso a dados de titulares de contas bancárias, como senhas, CPF, número de agência e conta, nome completo do titular e dependentes. De posse dessas informações, os envolvidos no esquema solicitavam a outros membros da quadrilha, chamados de “cabeças”, que lhes fornecessem as contas de “laranjas” para que pudessem direcionar o dinheiro subtraído das vítimas para futuro saque em espécie. O grupo tinha uma “janela” de poucas horas para efetuar os saques das contas sem que a transação fraudulenta fosse percebida pelos sistemas de segurança dos bancos. De acordo com o MP, para que o esquema funcionasse, os laranjas eram acompanhados pelos aliciadores até a entrada da agência bancária para efetuar os saques na hora determinada pelos hackers.

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O dinheiro era repartido entre todos os níveis da quadrilha: o hacker ficava com 50%, o cabeça com 25%, o aliciador com 15% e o laranja com 10%. O Gaeco vai dar sequência às investigações para chegar aos líderes da organização, uma vez que eles não mantinham contato com os demais membros, exceto com os cabeças. As informações indicam ainda que, ao todo, foram denunciados 89 criminosos, acusados de promover, constituir, financiar ou integrar organização criminosa; e também por subtrair, para si ou para outrem, mediante fraude, coisa alheia móvel, de acordo com o Artigo 155 do Código Penal.

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Fonte: Gaúcha ZH

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Polícia do RS investiga venda de cartões de crédito emitidos em nomes de terceiros pela internet

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26/02/2018

Golpistas usam dados pessoais de vítimas para fazer cartões de créditos

No Rio Grande do Sul, um novo golpe na internet vem chamando a atenção da Polícia Civil. Em redes sociais, criminosos oferecem a venda de cartões de crédito feitos em nome de pessoas que têm os dados clonados, ou ainda de laranjas. Quem é lesado tem que pagar milhares de reais em compras que não fez. “Eles [os fraudadores] oferecem os cartões prometendo que não vão dar problema, e que com esse cartão a pessoa poderá efetuar compras no prazo determinado de 30 dias”, diz o delegado, que investiga o crime. É possível encontrar ofertas de limite que vai até R$ 6 mil, para serem utilizados no comércio. As faturas não são pagas. Quem teve os dados pessoais usados na fraude acaba com uma dívida que não é sua. O delegado afirma que investiga a forma como os fraudadores conseguem os dados das pessoas lesadas para emitirem os cartões. Um médico diz ter sido prejudicado pelo golpe. Ele conta que dois cartões foram emitidos em seu nome, e renderam uma dívida de R$ 7 mil, além do nome negativado. A situação, para ele, representou um entrave para atingir um objetivo pessoal: comprar uma casa. “Isso travou completamente a possibilidade de fazer a compra de um imóvel novo, que é o nosso planejamento atual. Não conseguimos. Dependemos da resolução dessa fraude para seguir adiante”, lamenta. A reportagem de um canal de TV entrou em contato com um dos golpistas. Ele pede R$ 650 por um cartão com limite de R$ 6 mil. Por vídeo, ele mostra alguns cartões e diz que fornece até cópias de documentos para complementar o golpe. “Eu mando junto com o cartão uma cópia do RG e o CPF da pessoa, porque tem muita gente que quer comprar coisa na internet, daí precisa de RG e CPF e endereço da pessoa. Eu mando isso aí tudo junto com o cartão.” A reportagem então entrou em contato com o homem cujo nome aparece nos documentos oferecidos pelo golpista. Ele diz que sequer tem cartão de crédito. “Eu só tenho o meu cartão que eu recebo no banco, todo o meu salário que eu recebo. E para esses caras fazerem cartão de crédito, eles teriam que ter documento meu, não teriam?”, questiona. Um especialista em tecnologia diz que os fraudadores aproveitam as possibilidades da internet para praticar golpes como esse. “A rede social proporciona uma certa privacidade para o golpista. Ele sabe que é complicado identificar a origem dele, então, cria um perfil falso, usa imagens pra ilustrar o perfil, que obtém facilmente na internet e daí ele faz o anúncio”, diz. A polícia informa que pretende descobrir a identidade dos falsários pedindo a quebra dos sigilos telefônicos e das redes sociais em que foram feitos os anúncios. O delegado ainda faz um alerta: adquirir os cartões dos golpistas também é crime. “As pessoas que compram os cartões também praticam crimes: associação criminosa, estelionato e uso de documento falso. Podem ficar sujeitas a penas impostas de até 14 anos de reclusão”, explica.

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Fonte: G1

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Polícia Civil desarticula grupo que usava nomes de mortos para aplicar golpe e recupera 30 toneladas de mercadorias

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15/02/2018

Nesta quinta-feira (15), a Polícia Civil de Pirapozinho prendeu dois indivíduos pelo crime de estelionato. As investigações tiveram início após uma empresa da cidade ser vítima do golpe conhecido como “arara” e teve o desfecho com a operação policial realizada em Birigui (SP), onde haveria uma entrega de mercadorias. A ação ainda resultou na recuperação de 30 mil quilos de mercadorias. Conforme a corporação, os integrantes da associação criminosa utilizavam-se de falsa identidade, de empresas fictícias e nomes de pessoas falecidas para a prática do crime de estelionato conhecido como “arara”. A equipe composta por nove policiais civis, após monitoramento, prendeu em flagrante dois dos principais integrantes do grupo, que seriam receptadores, pela utilização de documentos falsos e associação criminosa. Um terceiro também foi detido. No decorrer das investigações, os policiais descobriram mais de dez empresas “laranjas” e apreenderam grande quantidade de documentação, além de dinheiro, celulares e carros. Durante a operação, a carga da empresa vítima de Pirapozinho, um total de 30 mil quilos, entre leite e ração bovina, foi totalmente recuperada e os policiais continuam em investigação na tentativa de localizar mercadorias de uma vítima do Estado de Minas Gerais.

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Fonte: G1

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Polícia indicia 37 pessoas por criar empresas de fachada e aplicar golpes no comércio

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27/10/2017

Nesta sexta-feira (27), a Delegacia de Roubo de Cargas do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) indiciou 37 pessoas suspeitas de criar 50 empresas de fachada no Rio Grande do Sul e de aplicar golpes no comércio de todo o Brasil. O inquérito será entregue na próxima segunda-feira (30) à Justiça e aponta crimes de estelionato, uso de documentos falsos e organização criminosa especializada em crimes mercantis. O indiciamento ocorreu pouco mais de um mês após a realização de uma operação policial em 11 cidades gaúchas, quando 21 estelionatários foram presos. Todos foram liberados pela Justiça 10 dias depois da ação. São empresários, funcionários de empresas, laranjas e três contadores. Segundo o delegado responsável pela investigação, os suspeitos se dividiram em dois núcleos, um na Região Metropolitana de Porto Alegre e outro no Litoral Norte, para aplicar golpes em várias empresas de todo Brasil. O prejuízo, em apenas 11 delas, passa de R$ 3 milhões.

— Uma mulher paranaense era a principal articuladora do esquema em Porto Alegre. Inclusive, já foi presa pela Polícia Federal em investigações semelhantes a nossa em São Paulo, Santa Catarina e aqui mesmo no Rio Grande do Sul. Ela foi intimada para depor no Deic. No entanto, não compareceu — afirma Rocha.

Golpe

Os criminosos criavam empresas de fachada em nome de laranjas. O esquema contava até com um integrante responsável por ir à Junta Comercial do Estado para alterar o contrato social de empresas “inativas”. As chamadas “araras”, empresas de distribuição de produtos diversos, funcionavam para compras com fornecedores e para empréstimos bancários. As primeiras compras ou empréstimos eram pagos normalmente para ganhar credibilidade. Depois disso, os golpistas faziam compras a prazo e solicitavam financiamentos milionários. Por fim, fechavam as “araras” e desapareciam. Outras empresas eram abertas ou até mesmo, alguns anos depois, as mesmas firmas fechadas eram reabertas com outros sócios e com outra razão social.

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Fonte: Gaúcha ZH

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Polícia Civil desmonta esquema de pirâmide financeira

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21/09/2017

Em operação que combate a uma pirâmide financeira, a Polícia Civil cumpriu na manhã desta quinta-feira (21) mandados judiciais em uma mansão no Setor Jaó, em Goiânia. Denominada de Patrik, a ação é realizada pela polícia do Distrito Federal. No local em questão na capital goiana funciona uma empresa investigada pela fraude. Foram apreendidos documentos e computadores. Segundo as investigações, a organização criminosa movimentou R$250 milhões a partir de investimentos de 40 mil pessoas em uma moeda virtual falsa, a Kriptacoin. A polícia informou que os suspeitos devem ser indiciados por estelionato, organização criminosa, lavagem de dinheiro e uso de documento falso.

Golpe

O esquema começou a ser articulado no final do ano passado e se consolidou no Distrito Federal em janeiro de 2017. Os integrantes da organização se passavam por executivos e prometiam altos rendimentos com o negócio, com ganho de 1% ao dia sobre uma moeda virtual falsa – o resgate do saldo só poderia ser feito após um ano. Ao fingir legalidade do negócio, os golpistas marcavam reuniões, faziam anúncios em outdoors e propagandas na internet e na televisão e tiravam fotos com cantores famosos. Quanto mais investidores fossem recrutados para participar do negócio, a promessa de ganhos aumentava, com bônus de 10% por pessoa cooptada. Assim, o lucro crescia proporcionalmente à quantidade de aplicações feitas na cadeia, mas era tudo um golpe. A polícia informou que uma das vítimas disse que aplicou quase R$ 200 mil sem retorno e, ao tentar resgatar os valores aplicados, foi ameaçada pelos “executivos” da falsa empresa. As apurações também revelaram que o esquema funcionava com divisão de tarefas e que contava com falsificadores de documentos. Além disso, as três empresas que vendiam o serviço, alvo da operação estão, em nomes de “laranjas”, cujo o patrimônio declarado não condiz com as movimentações financeiras. A polícia descobriu, ainda, uma lista com cerca de 20 nomes falsos que eram utilizados pela quadrilha. As aplicações eram feitas pela internet por meio de uma plataforma digital, mas os depósitos eram feitos em contas correntes.

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Fonte: Diário do Estado

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PF cumpre mandados em Campinas para combater esquema de fraudes na Previdência

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29/08/2017

A Polícia Federal cumpre, na manhã desta terça-feira (29) em Campinas (SP), mandados de busca, apreensão e condução coercitiva, para combater um esquema de fraudes na Previdência. A operação, em conjunto com o Ministério Público Federal e a Secretaria da Previdência, teve dois anos de investigação e tem o objetivo de desarticular um grupo que falsificava documentos sobre vínculos de trabalho para aplicar golpes. O objetivo do esquema era, através dessas informações e documentos falsos, conseguir fraudar a Previdência Social. Durante a apuração, a Polícia Federal verificou que o grupo obteve, desde 2012, benefícios de prestação continuada e também de seguro desemprego. A operação foi batizada de “Emprego Inseguro”, em referência ao vínculo falso de trabalho. Ao todo, foram cumpridos sete mandados de condução coercitiva e três de busca e apreensão, todos em Campinas. Até a publicação, não há informação de presos e nem do material que foi recolhido. Os investigados vão responder pelos crimes de estelionato, associação criminosa, falsificação de documento e uso de documento falso. Segundo a Polícia Federal, o esquema transmitia informações falsas de vínculos de empregos feitas por meio do Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência (GFIP). Os mandados foram cumpridos em dois escritórios de advocacia de Campinas. A suspeita é de que eles estejam envolvidos nas fraudes de documentos. Foram apreendidos documentos e computadores nesta terça-feira. Ainda de acordo com a investigação, existe ainda a suspeita de envolvimento de outras pessoas, entre eles peritos do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).

A origem

Segundo a Polícia Federal, a investigação começou em 2015, quando um empresário recebeu um aviso de que uma funcionária havia entrado com um pedido de aposentadoria por invalidez. No entanto, a mulher nunca havia trabalhado no estabelecimento. O homem então acionou a polícia, que começou a investigar. Depois disso, foi constatado que a quadrilha usava informações de laranjas para entrar com pedidos de aposentadoria, seguro saúde, seguro desemprego, entre outros, para conseguir o dinheiro da Previdência.

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Fonte: G1

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Operação desarticula quadrilha que desviou mais de R$ 2 milhões de correntistas

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09/08/2017

Foi deflagrada nesta quarta-feira (09), pela Polícia Civil, juntamente com o Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, uma operação para prender 33 integrantes de uma quadrilha comandada por hackers que furtava correntistas de bancos em todo o país, em operações que chegaram a movimentar cerca de R$ 2 milhões irregularmente ao longo dos nove meses de investigações. A operação, batizada de Open Doors (portas abertas, em tradução do inglês), teve por objetivo também o cumprimento de 52 mandados de busca e apreensão na região sul fluminense, principalmente nas cidades de Resende, Volta Redonda e Barra Mansa. Segundo informações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público, até o início desta manhã já haviam sido cumpridos 27 mandados de prisão. Na operação, mais duas pessoas foram detidas em flagrante por porte de munições. As investigações do Gaeco constataram que a quadrilha fez centenas de transferências bancárias ilegais, subtraindo dinheiro de correntistas de todo o Brasil.

Esquema

Ainda segundo as investigações, a organização criminosa agia primeiramente com a atuação dos hackers, que burlavam a segurança bancária para obter acesso a dados de titulares de contas bancárias, como senhas, CPF, número de agência e conta, nome completo do titular e dependentes. De posse dessas informações, os envolvidos no esquema solicitavam a outros membros da quadrilha, chamados de “cabeças”, que lhes fornecessem as contas de “laranjas” para que pudessem direcionar o dinheiro subtraído das vítimas para futuro saque em espécie. Segundo o MPRJ, o grupo tinha uma “janela” de poucas horas para efetuar os saques das contas sem que a transação fraudulenta fosse percebida pelos sistemas de segurança dos bancos. “Para que o esquema funcionasse, os laranjas eram acompanhados pelos aliciadores até a entrada da agência bancária para efetuar os saques na hora determinada pelos hackers”, informou o MP.

Partilha

De acordo com os investigadores, o dinheiro era repartido entre todos os níveis da quadrilha. “O hacker ficava com 50%, o cabeça com 25%, o aliciador com 15% e o laranja com 10%”. O Gaeco vai dar sequência às investigações para chegar aos líderes da organização, uma vez que eles não mantinham contato com os demais membros, exceto com os cabeças. As informações indicam ainda que, ao todo, foram denunciados 89 criminosos, acusados de promover, constituir, financiar ou integrar organização criminosa; e também por subtrair, para si ou para outrem, mediante fraude, coisa alheia móvel, de acordo com o Artigo 155 do Código Penal.

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Fonte: Istoé Dinheiro

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