Empresários do DF desviaram R$ 55 milhões com fraude em licitações

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27/07/2018

Uma operação chamada Monopólio, deflagrada na quinta-feira (26) pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), revelou que através de fraudes em licitações, alguns empresários da capital conseguiram movimentar R$ 55 milhões. O grupo atuava desde 2011 em contratos firmados com algumas Administrações Regionais do DF. As investigações haviam começado em 2014, quando uma denúncia anônima apontou que os empresários usavam um grupo de empresas registradas em nome de laranjas (em geral, funcionários ou parentes) para fraudar as licitações. As ações ilícitas teriam acontecido, principalmente, em contratos com as administrações regionais de Águas Claras e do Gama, segundo as apurações. Conforme a polícia, o esquema ocorria em licitações do tipo “convite”, em que pelo menos três empresas são convidadas para disputar a realização de uma obra com valor menor que R$ 150 mil. Com isso, não é necessário “divulgar” a licitação.

Entre as principais obras fraudadas estavam a construção de quadras poliesportivas, parquinhos e a instalação de meio-fios. Durante o pente-fino, foram analisadas 259 licitações vencidas pelas empresas investigadas. Foram cumpridos 24 mandados de busca e apreensão e 18 de prisão temporária (por cinco dias). Entre os alvos, havia três servidores públicos, além dos empresários e seus laranjas. Os investigados foram indiciados por fraude em licitação, organização criminosa (com aumento de pena por envolverem servidores públicos), lavagem de dinheiro, corrupção ativa e corrupção passiva. O GDF informou que irá exonerar os servidores.

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Fonte: Destak

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Suspeitos de fraude em financiamentos de carros são presos no Alto Tietê

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26/07/2018

Nesta quinta-feira (26), uma operação prendeu sete suspeitos no Alto Tietê. De acordo com a Polícia Civil, eles são integrantes de um esquema de fraude para o financiamento de veículos. Os suspeitos foram presos em Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes e Suzano. “Eles faziam a venda simulada de automóveis. Com isso acessavam de forma fraudulenta o sistema de instituições financeiras e faziam financiamentos fraudulentos. Depois faziam a alienação do automóvel. Um laranja recebia a quantia e distribuía o dinheiro em transferências e depósitos, explicou o delegado do 4º Distrito de Guarulhos que comandou a operação. Além da prisão dos suspeitos, a polícia apreendeu carros, joias, dinheiro, dólares, duas pistolas sendo que uma estava com a numeração raspada e drogas.

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Fonte: G1

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Homem é preso por estelionato e apropriação indébita de veículos

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24/07/2018

Na madrugada desta terça-feira (24), a Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos e Cargas autuou um homem suspeito de participar de um esquema de apropriação indébita e estelionato. J.A.S. transferia a propriedade de veículos de locadora e botava em nome de um laranja até que ele fosse vendido a um comprador de boa fé. No momento da prisão, ele estava com quatro cédulas diferentes de identidade e também foi autuado por uso de documento falso. Segundo a delegada responsável, além dos documentos, também foram apreendidos três veículos pertencentes a locadoras diversas. A operação que resultou na prisão do suspeito contou com a participação do serviço de inteligência do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/AL) e pelo menos mais duas pessoas estariam envolvidas no esquema. Elas não tiveram os nomes revelados pela polícia porque ainda não foram presas. “Ele fazia a transferência do veículo, tirava do nome da locadora, botava em nome de um laranja e depois fazia mais duas ou três transferências antes de vender a um comprador de boa fé. A operação contou com a participação muito ativa da inteligência do Detran e eles que identificaram, durante vistorias, a ação desse pessoal”, afirma a delegada, ressaltando que as transferências eram feitas em Detrans de outros estados. O preso foi encaminhado à delegacia e agora aguarda a realização da audiência de custódia.

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Fonte: Gazeta Web

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Mulher que se passava por servidora federal é presa por estelionato

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04/12/2017

Na última semana, uma mulher, de 33 anos, suspeita de aplicar golpes em terceiros se passando por funcionária da Receita Federal, foi presa em flagrante, pelo Setor de Crimes Contra a Economia, Fraudes e Estelionato (Sicrefe), da 15ª Subdivisão Policial (SDP) de Cascavel. A prisão aconteceu em uma residência, situada no bairro Interlagos. Segundo informações policiais, a suspeita dizia ter veículos e demais produtos eletrônicos apreendidos que poderiam ser liberados mediante pagamento, e negociava a venda das mercadorias via grupos de aplicativo de mensagens instantâneas no celular. Na situação em que foi flagrada, a mulher estava oferecendo uma caminhonete Hilux, ano 2017, para uma pessoa que já havia depositado R$550 para a suposta liberação do veículo. A vítima em questão passou a desconfiar da mulher, que pediu para que ele depositasse mais R$150 e não havia lhe passado garantia alguma sobre a aquisição da caminhonete. Diante do fato a vítima procurou pela polícia para relatar o caso. Os policiais iniciaram as diligências logo de imediato e conseguiram chegar até o titular da conta em que a suspeita pedia para as vítimas realizassem os depósitos. Ela dizia que tratava-se de seu chefe, entretanto, era de um familiar (idoso) que ela utilizava de “laranja”. Ao ser questionado pela equipe, o homem relatou não ter conhecimento dos depósitos e alegou que a suspeita havia lhe pedido a conta emprestada para que pudesse receber um dinheiro – sem justificar a procedência. Conforme o delegado responsável pela ação, a mulher possui pelo menos três Boletins de Ocorrência (BOs) contra ela na unidade policial, que relatam a mesma prática criminosa. Na delegacia, a mulher confessou o crime e foi autuada em flagrante pelo crime de estelionato. Razão pela qual permanece presa no Setor de Carceragem Temporária (Secat) da 15ª SDP de Cascavel à disposição da Justiça.

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Fonte: TNOnline

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Suspeito de golpe é preso por alugar carro em GO e tentar vender no ES, diz polícia

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11/07/2017

Na noite desta segunda-feira (10), um homem, de 50 anos, foi preso após ser flagrado pela Polícia Civil, no Espírito Santo, vendendo carros alugados em Goiás, com documentos falsos. De acordo com a polícia, ele transferia o veículo para um ‘laranja’ em outro estado para cometer a fraude sem ser descoberto. No Espírito Santo, há dois registros de veículos com o nome do suspeito. O homem tentou vender em uma Duster 2017 alugada com documento falso no nome de outra pessoa, no mês de junho, em Goiás. A empresa tinha um sistema particular para verificação de veículos, descobriu a fraude e entrou em contato com a polícia. O sujeito chegou a anunciar a venda da Duster em um site de compras e vendas de produtos por R$58 mil. Policiais da Delegacia de Defraudações (Defa) se passaram por compradores, marcaram um encontro com o suspeito, em um shopping de Vitória, e deram voz de prisão. Ele foi indiciado pelos crimes de receptação qualificada e associação criminosa, devido à ajuda que recebeu de um amigo e da esposa para realizar a fraude na locadora. Ele ainda vai ser indiciado pelos crimes de uso de documentos falsos, falsificação de documento público, falsidade ideológica, inserção de dados falsos no sistema e estelionato.

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Fonte: G1

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Suspeito de estelionato é preso em Aracaju

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27/03/2017

Suspeito de cometer crime de estelionato em Aracaju, um homem foi preso no último sábado (25). De acordo com a polícia, ele abriu uma empresa de eventos e alugou imóveis, entre eles um casarão na Zona Sul da capital e contratou 24 pessoas. Os funcionários informaram que inicialmente não era possível perceber que se tratava de um golpe. E o que eles sabiam é que a empresa era uma produtora de eventos e que iria criar um programa de TV na área do entretenimento. Ainda de acordo com eles, todos os recrutados eram obrigados a pagar uma taxa de R$ 148. O falso empresário dizia que era para um treinamento e depois assinaria a carteira de trabalho de todos. O crime só foi descoberto depois que um dos funcionários desconfiou do golpe quando verificou o CNPJ da empresa de eventos, que segundo ele estava no nome de um laranja. Um grupo de funcionários prendeu o suspeito e o entregou à polícia. O suspeito já praticou o crime de estelionato em São Paulo e na Bahia. Neste domingo (26) ele foi encaminhado para audiência de custódia e de acordo com o Tribunal de Justiça, o juiz revogou a prisão em flagrante por constatar que a prisão não obedeceu os requisitos do código de processos penais.

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Fonte: G1

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Grupo suspeito de golpes de mais de R$ 1,5 milhão é preso no RS

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28/11/2016

Um grupo criminoso de estelionatários que agia em todo o Rio Grande do Sul, estava sendo investigado por policiais da Delegacia de Capão do Leão. Os criminosos aplicaram golpes que ultrapassam R$ 1,5 milhão. Eles lesaram o comércio agrícola e produtores rurais, bem como instituições de financiamento rural. Cinco pessoas foram presas. A investigação teve início com um crime de estelionato originado em Capão do Leão no valor de mais de R$ 50 mil. Quando a Polícia Civil descobriu a associação criminosa e as diversas cidades na qual atuava dentro do Rio Grande do Sul, os criminosos foram identificados. Como a rede de crimes se estendia até outros municípios, a Delegacia responsável passou a trabalhar em conjunto com as Delegacias de Polícia de Camaquã, Cruz Alta, Rio Grande e Caçapava do Sul. O grupo, composto por pelo menos cinco indivíduos, dentre eles um uruguaio, mantinha uma rede que fazia desde a falsificação de documentos até os contatos comerciais e distribuição dos bens. Foram diversas cabeças de gado de raça comprados em exposições com documentos falsos, totalizando um valor de R$ 126 mil em animais recuperados pela DP de Cruz Alta com apoio da DP de Capão do Leão. Além disso, mais de 10 mil litros de combustíveis, defensivos  e implementos agrícolas comprados fraudulentamente em nome de um “laranja” que fazia parte da associação criminosa (também identificado) foram apreendidos. Outros objetos também foram recuperados na ação conjunta das delegacias cujos comerciantes das cidades foram vítimas. Após os procedimentos legais, todos os indivíduos suspeitos foram encaminhados ao sistema prisional gaúcho. A Polícia Civil de Capão do Leão alerta para que os produtores tomem todas as cautelas antes da entrega dos produtos, no sentido de se certificarem da idoneidade do comprador, da fidelidade dos dados cadastrais e, preferencialmente, certificarem-se do pagamento antecipado quando possível.

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Fonte: Plantão RS

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