Polícia deflagra operação Call Center contra crimes de estelionato pela internet

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05/07/2018

Na manhã desta quinta-feira (05), vinte pessoas foram presas pela Polícia Civil na operação Call Center, deflagrada para prender uma quadrilha interestadual especializada em crimes de estelionato através de compra e vendas de produtos pela internet. A operação teve início a partir de denúncias de vítimas do Piauí e os mandados são cumpridos no Paraná e em Mato Grosso. Há 18 presos no Paraná e dois em Mato Grosso. O delegado responsável explicou que os golpistas clonavam o anúncio de um determinado produto em um site de compra e venda, e intermediavam a negociação entre o comprador interessado no produto e o vendedor original. Após fechada a negociação, os golpistas forneciam a conta bancária de um laranja para que o comprador fizesse o depósito do pagamento. “Através de uma engenharia social, técnicas para ludibriar tanto o vendedor como o comprador, eles conseguiam fazer o comprador legítimo depositar na conta de um laranja, lá em Cascavel. O ‘Call Center do Crime’ funcionava em um presídio na cidade de Cuiabá, Mato Grosso”, disse o delegado. Os crimes foram cometidos inclusive por pessoas presas, que interceptavam as vendas por celulares dentro da prisão. O alvo dos golpistas eram na maioria negociações de compra e venda de veículos, e em alguns casos de imóveis. Foram expedidos 20 mandados de prisão e 35 de busca e apreensão que foram cumpridos nas cidades de Cascavel e Toledo, no Paraná, e Cuiabá e Várzea Grande, em Mato Grosso.

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Fonte: G1

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Hackers usam greve dos caminhoneiros como isca em novo golpe no WhatsApp

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28/05/2018

A greve dos caminhoneiros, que tem ganhado enorme repercussão no Brasil, tem sido usada por cibercriminosos para disseminação de links maliciosos por meio do WhatsApp. O ataque foi identificado por uma empresa de segurança cibernética. Como em ataques anteriores, a campanha utiliza um tema popular e da engenharia social para se propagar. Na mensagem, a vítima recebe um link malicioso, na esperança de encontrar uma lista de postos de gasolina em que o combustível ainda estaria disponível. Em menos de 24 horas, mais de 60 mil usuários acessaram a página falsa e foram expostos a ciberataques que podem variar de acordo com o sistema operacional do smartphone.

Como funciona o golpe

A mensagem tem um link encurtado e promete a suposta lista dos postos que ainda têm combustível: Ao acessar o link, o usuário é redirecionado para uma página fraudulenta e, para acessar a falsa lista com os nomes dos postos que ainda tem combustível, solicita a cidade e estado em que a vítima se encontra. Imediatamente após compartilhar o link com seus contatos no WhatsApp, o site fraudulento irá, por meio de uma série de redirecionamentos, encaminhar o usuário para sites que oferecem serviços premium, instalação de aplicativos legítimos ou apenas um direcionamento para sites cheios de propaganda.

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Fonte: IDGNOW!

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Facebook é rede social mais usada para golpes de phishing

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23/05/2018

A maioria dos golpes de phishing em redes sociais realizados no primeiro trimestre de 2018 vieram de sites falsos que fingiam ser o Facebook. É isso o que indica um estudo divulgado por uma empresa de segurança, que avaliou ataques que foram barrados pela tecnologia antiphishing desenvolvida pela companhia. Os brasileiros também foram as maiores vítimas desse tipo de golpe no período. As tentativas de cibercriminosos de roubar dados de usuários da internet a partir de redes sociais usaram principalmente versões fraudulentas do Facebook para enganar potenciais vítimas – 60% dos casos envolviam a plataforma de Mark Zuckerberg. A rede social russa Vkontakte aparece na segunda posição com 21%, enquanto o LinkedIn ocupa a terceira com 13% dos casos. Ataques de phishing com páginas fraudulentas criam uma “cópia” do Facebook e pede para o usuário inserir uma série de informações. Como a página parece legítima visualmente, muitos usuários desavisados acabam sendo vítimas desses golpes, que podem roubar, além das credenciais de acesso da rede social, dados como número de cartão de crédito, códigos PIN e mais. Apesar do Facebook ter se destacado quando o assunto é rede social, os principais alvos de golpes de phishing continuam sendo instituições do setor financeiro, incluindo bancos, serviços de pagamento e lojas virtuais. Quase metade dos ataques feitos no primeiro trimestre do ano foram para roubar informações de usuários nesses serviços. Os usuários brasileiros foram as principais vítimas dos golpes de phishing no período – 19% dos ataques atingiram pessoas no Brasil. Argentina, Venezuela, Albânia e Bolívia aparecem nas posições seguintes.

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Fonte: Olhar Digital

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Brasil é segundo país com mais fraudes em cartões

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17/05/2018

Segundo uma pesquisa da ACI WorldWide, empresa que desenvolve software de pagamento para instituições financeiras, o Brasil é o segundo país, num grupo de 20, com maior número de fraudes com cartão de crédito, atrás apenas do México. Para o gerente de risco para a América Latina da ACI, a maioria dessas fraudes poderia ser evitada pelo próprio usuário. “Falta informação ao mercado brasileiro. Fraudes que utilizam descontos como isca são muito clicadas no Brasil”, opina. De acordo com ele, as instituições financeiras são seguras, mas o público no país não observa se está fazendo a compra em ambiente seguro na internet, que traz o símbolo do cadeado na página. “O cartão de crédito é mais seguro que o boleto bancário porque permite que o cliente faça uma contestação de fraude”, conta. Nesses casos, a análise se é fraude ou não é feita pelas bandeiras dos cartões, e quem tem que provar que a entrega foi feita de maneira correta é o vendedor. “O problema é que o brasileiro não conhece os seus direitos”, afirma o gerente, ao comentar o baixo índice de contestação de compras fraudulentas. Uma empresa sul-africana está lançando um sistema antifraude separado de sua solução de pagamento. “Percebemos que as pequenas empresas no Brasil tinham essa demanda, para acompanhar mais de perto sua segurança e não perder conversão (venda)”, conta a diretora de vendas da empresa para América Latina. “Quando o lojista não tem controle da sua segurança, acaba abrindo mão da venda quando há uma dúvida”, explica. A taxa de aprovação das compras online no Brasil é de cerca de 92%. Em torno de 6% vão para a revisão manual e 2% são negadas. Destas últimos, apenas 10% não eram realmente fraude com cartão de crédito.

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Fonte: O Tempo

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Saiba como funciona golpe das falsas lojas de roupas nas redes sociais

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13/05/2018

Sonho de consumo. Uma loja cheia de roupas lindas, vestidos, saias, blusas, e o melhor: o preço é uma pechincha. Tem até queima de estoque, por R$ 10, cada peça. Não precisa nem sair de casa para comprar. A reportagem realizada pelo Fantástico, da Rede Globo, entra em contato, escolhe dez modelos e envia o pedido. A vendedora manda uma conta bancária para ser feito o depósito. Mas tudo isso não passa de um golpe. As roupas nem mesmo existem. O programa investigou durante dois meses esse novo golpe na internet que está deixando muita gente frustrada: o golpe das falsas lojas de roupas. Os casos que descobriram são de perfis em redes sociais. As vítimas negociaram através de mensagens de texto pelo celular ou nos chats das próprias redes e acabaram caindo no papo de vendedor. Para ver a matéria completa, acesse o link abaixo.

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Fonte: G1

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PF realiza operação que investiga fraudes em compras pela internet

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27/04/2018

Na manhã desta sexta-feira (27), a Polícia Federal cumpre nove mandados de busca e apreensão nas cidades de Palmas e Itaguatins (TO). A ação faz parte da Operação Crédito Fácil, que investiga uma organização criminosa especializada em realizar compras fraudulentas de produtos e serviços oferecidos pela internet. Segundo a Polícia Federal, a investigação começou após prisão em flagrante de membros da organização. No momento da abordagem, eles usavam cartões de outras pessoas para pagar a hospedagem em um hotel de Palmas. A prática criminosa consiste na compra de produtos eletrônicos, de roupas e serviços de hospedagem, usando dados de cartões de créditos de outras pessoas. Os criminosos lucravam com a venda desses bens e produtos adquiridos de forma ilegal. As buscas e interrogatórios buscam esclarecer quem são os destinatários finais e os fornecedores dos dados bancários usados nas compras fraudulentas. Os envolvidos devem responder pelos crimes de estelionato e organização criminosa. Mais de 40 policiais federais fazem parte da operação. O nome faz referência ao modo como os criminosos agiam, utilizando dados de cartões de crédito para realizar a compra de produtos na internet.

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Fonte: G1

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Homens são presos em Guará por estelionato ao fraudar compra na internet

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20/04/2018

Na sexta-feira (20), em Guaratinguetá (SP), dois homens foram presos em flagrante por estelionato. A dupla fraudou um comprovante em um site de compras. O objetivo do golpe era receber um celular. De acordo com a Polícia Civil, o site Mercado Livre, canal usado pelos criminosos para aplicar o golpe, entrou em contato com os policiais para avisar sobre a fraude, que teria sido descoberta após investigação interna da empresa. A polícia disse que após confirmar a entrega do produto com os Correios, foi até o local, no bairro Jardim do Vale II, e fez a prisão ds dupla. Na abordagem, ele teria informado a participação de outro homem, que foi preso minutos depois no bairro Beira Rio. Os dois teriam negociado a compra do celular se passando por outra pessoa e enviado um comprovante de pagamento falso para a vítima, que é de São Paulo. Após o recebimento do documento, ela enviou o produto ao destinatário. Eles vão responder por estelionato e podem pegar de 1 a 5 anos de prisão. Eles não tinham passagem pela polícia.

Compra na web

O Mercado Livre informou em nota que, em função da crescente incidência de e-mails falsos no comércio eletrônico em geral, tem informado constantemente a seus clientes que o local seguro para verificar as movimentações de suas vendas e/ou compras é a área “Minha conta”, disponível ao usuário logado no site. “O cliente não deve considerar nenhuma mensagem sem checar as informações de sua conta e a existência de crédito. Somente neste local o usuário pode confirmar as movimentações e as mudanças em seu saldo de Mercado Pago, tais como os pagamentos recebidos. Somente após esta confirmação é que o vendedor deve enviar seu produto”, disse. A empresa também tem recomendado que dados de contato (endereço de e-mail, por exemplo) não sejam informados no campo de perguntas dos anúncios.

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Fonte: G1

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