Estudante cai no golpe do falso site e perde mais de R$500

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09/01/2019

Nesta segunda-feira (07), um estudante de 25 anos caiu no golpe do falso site. Ele registrou a ocorrência na Polícia Militar. Segundo o registro, o jovem teria feito uma compra no valor de R$558,39 em um site no dia 17 de dezembro de 2018, contudo não teria recebido nenhum produto até o momento. A vítima disse ter descoberto que o endereço da empresa, na verdade, é um terreno vago e que o telefone disponibilizado não funciona. A compra foi feita por meio de transferência bancaria e o dinheiro caiu na conta de um homem. O caso foi encaminhado para à Delegacia de Polícia Civil como estelionato. A PC vai investigar.

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Fonte: JM Online

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Com golpe aplicado pelas redes sociais, homens são vítimas de estelionatário

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08/01/2019

Nesta segunda-feira (07), agentes da Ronda no Bairro encaminharam dois homens que foram vítimas de um golpe durante a compra de uma moto até a delegacia. As vítimas acionaram os agentes para tentar localizar o  acusado de estelionato no Centro. Segundo informações, o crime aconteceu pelas redes sociais. O anunciante, de 23 anos, vendia uma moto em um site de vendas online pelo valor de mais de R$ 13 mil reais. O suposto estelionatário teria se passado pelo vendedor, copiando seu perfil e anúncio, só que num valor menor, de R$ 9 mil reais, para o mesmo produto. Sem saber que estava sendo enganado, um homem, de 33 anos, realizou uma transferência bancária para o suposto vendedor, no valor de R$ 9 mil. Ao marcar encontro com o dono do perfil em um cartório, os dois identificaram o crime, já que nenhum valor foi depositado na conta do real proprietário do veículo. Os dois homens fizeram um Boletim de Ocorrência (BO) que embasará as investigações pela busca do suspeito do estelionato.

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Fonte: Cada Minuto

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Golpes causam prejuízos de R$ 75 mil em dois casos de estelionato, em Presidente Prudente

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03/01/2019

Nesta quarta-feira (02), a Polícia Civil de Presidente Prudente registrou dois casos de estelionato, que foram originados em anúncios em um site de compra e venda de produtos. Em ambos os casos as negociações são feitas por WhatsApp para aquisição de veículos. O modo para se aplicar os golpes são parecidos. As vítimas, segundo os boletins de ocorrência, relataram terem perdido R$ 75 mil. Em um caso o prejuízo foi de R$ 70 mil. No outro, de R$ 5 mil. Os suspeitos simulam ser donos de veículos e vendem carros que não são deles. Tantos os proprietários dos automóveis quanto os compradores acabam sendo vítimas do golpe. A Polícia Civil já está investigando os casos.

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Fonte: G1

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Morador de Sinop faz compra em site falso e registra denúncia

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18/12/2018

A denúncia foi registrada na manhã desta terça-feira (18), pelo morador de 38 anos, da rua Macedônia, no Jardim Umuarama 1. O homem alegou que  efetuou uma compra no último dia 25, em um site que seria falso. No documento, a vítima relata que fez a aquisição de um relógio, no valor de R$ 140, pelo ‘suposto site de vendas’ e efetuou o pagamento. No entanto, não conseguiu acompanhar a remessa do produto e, quando percebeu que se tratava de uma fraude, procurou a polícia para registrar o caso.

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Fonte: Só Notícias

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Golpes virtuais são os que mais preocupam no fim de ano em Curitiba

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16/12/2018

Atualmente, os golpes mais comuns são os virtuais, como o do aluguel falso de temporada, e aqueles aplicados em compras feitas em sites como OLX e Mercado Livre. Segundo o delegado-ajunto da Delegacia de Estelionato de Curitiba, desde o início de dezembro, os boletins de ocorrência sobre esses crimes já aumentaram. Somente na semana passada foram quatro registros de vítimas de aluguel falso de temporada. No golpe do aluguel, após ver fotos do imóvel, geralmente nas praias do Paraná e Santa Catarina, o locatário deposita o dinheiro combinado na conta indicada e só depois percebe que não há imóvel e que as fotos são falsificadas. Para não cair nessa cilada, alerta o delegado, o locatário precisa verificar de que localidade é a conta bancária para depósito. “Pode conseguir isso no Google, se a conta não for da mesma cidade onde a casa está sendo alugada já desconfie”, diz. Ele lembra que os casos registrados em Curitiba são todos sobre sites de venda em geral, não há queixas de sites especializados.

 No caso das compras online, há vítimas de todos os lados da negociação. Há quem venda o produto e envie, mas não recebe o dinheiro; e há quem compre, pague e não receba o produto. “Eles usam muito os falsos cheques que demoram para compensar e geram um comprovante de depósito que não é seguro. O ideal é sempre verificar se o dinheiro realmente caiu na conta”, diz o delegado. A regra básica para não ser vítima de crime de estelionato é desconfiar sempre quando a proposta ou o preço são muito convidativos. “Quando é tudo muito fácil, já dá para desconfiar”, alerta ele.

 Cibercriminosos se escondem em e-mails e no WhatsApp

Os cibercriminosos também aproveitam a correria de fim de ano para tentar capturar dados pessoais e financeiros dos incautos. “É o chamado phishing, golpe online cuja principal ferramenta de propagação é o e-mail, mas que encontrou campo vasto para procriar no WhatsApp e, mais recentemente, nas redes sociais. Ele consiste em fazer o consumidor acreditar em uma oferta super atrativa ou em uma mensagem importante de um conhecido player de mercado (geralmente um grande varejista ou instituição bancária). Basta ao destinatário clicar em um dos falsos links para que seus dados fiquem expostos”, explica o diretor de Riscos Corporativos e Compliance do PayPal Brasil.

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Fonte: Bem Paraná

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8 milhões de brasileiros foram vítimas de fraude no último ano, diz SPC

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22/11/2018

Um estudo feito pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) estima que 7,8 milhões de brasileiros foram vítimas de fraude nos últimos 12 meses. Os dados mostram que a maior parte das ocorrências (41%) está ligada à clonagem de cartões de crédito. Segundo o levantamento, outros golpes mais comuns envolvem o uso indevido do nome para contratação de empréstimos (12%), falsificação de documentos para abertura de crediário (10%) e pagamento de boletos falsos (10%), e há ainda pessoas que foram vítimas de clonagem de cartão de débito (7%), falsificação de cheque (7%) e clonagem da placa de veículo (7%). De acordo com o SPC Brasil, além de prejuízos financeiros e constrangimento, o consumidor sofre com o tempo gasto para resolver os processos burocráticos para regularizar sua situação, como comprovar que não realizou compras indevidas ou resolver uma possível negativação do CPF, que dificulta a realização de compras por meio do crédito. Nos próximos 30 dias, o SPC diz que vai disponibilizar, gratuitamente, o serviço “SPC Avisa”, que informa, via e-mail, se o cliente teve o nome incluído ou excluído da base de dados do órgão de proteção ao crédito.

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Fonte: Destak

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Golpe de Black Friday oferece cartões de crédito premium para roubar seus dados

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19/11/2018

Um novo golpe de cartão de crédito tem invadido as redes sociais a poucos dias da época mais esperada do ano para muitos lojistas: a Black Friday. Através das redes sociais, uma nova empresa, que se identifica com o nome de PremiumCard, oferece uma oferta de Black Friday “imperdível” para novos clientes: o PremiumCard Black, um cartão de crédito que é emitido sem consulta a órgãos de crédito e tem a conversão de cada dólar gasto no cartão em 5 pontos para os programas de troca por prêmios, entre diversas outras vantagens. E, durante a Black Friday, os clientes receberiam um desconto vitalício de 90% no valor da anuidade, que passaria ao valor de apenas R$ 34,90 por ano.

Ao clicar no link, os usuários eram direcionados a um site com diversas informações sobre o cartão e, ao escolherem completar o cadastro para se tornarem clientes PremiumCard Black, eles eram então encaminhados para um formulário onde eram exigidos dados como endereço físico, endereço de e-mail, número do CPF, entre diversas outras informações pessoais. Então, era gerado um boleto no valor de R$ 34,90 para pagamento em qualquer banco. A operação, que parece de praxe para o pedido de qualquer cartão de crédito, não passava de um golpe, e os usuários que fizeram o cadastro para o recebimento do suposto cartão, além de terem jogado dinheiro fora ao pagar o boleto, ainda tiveram todos os seus dados pessoais roubados — o que significa que correm o risco de ver seus nomes sendo usados em novos golpes no futuro. Esse golpe do cartão se destaca pela qualidade da farsa: os golpistas não apenas criaram um site bonito e com todo um design inspirado em empresas de cartões de crédito virtuais, como também é um dos poucos golpes deste tipo em que a página não possui nenhum erro gramatical, e tem um texto que parece ter sido realmente escrito por alguém do setor de marketing. Além disso, não só o golpe seguiu o procedimento padrão para o pedido de um cartão de crédito, como ainda os golpistas se deram o trabalho de arrumar um formulário HTTPS válido para o site, dando ao usuário a garantia de que aquele se tratava de um ambiente seguro.

A única parte em que os golpistas vacilaram foi no registro dos domínios que seriam usados para o site de cartão de crédito, pois um dos três endereços foi cadastrado no nome de uma pessoa física, deixando claro que aquela era uma empresa falsa e que o cartão de crédito não passava de um golpe. No momento, todos os endereços de acesso ao site do PremiumCard Black foram derrubados, e não é mais possível acessá-los. Para evitar cair nesse tipo de golpe, é recomendado nunca clicar em links desconhecidos — nem mesmo se eles foram enviados por parentes ou amigos de confiança, já que eles podem ter sido infectados por um vírus e mandado de forma automática um link malicioso. Além disso, ao ver uma oferta tentadora de uma empresa que parece se nova no mercado, sempre pesquise na internet pela nome da empresa, pois uma busca rápida já pode mostrar se ela se trata realmente de uma startup buscando espaço no mercado ou um nome falso usado para aplicar golpes.

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Fonte: Canal tech

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