Facebook é rede social mais usada para golpes de phishing

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23/05/2018

A maioria dos golpes de phishing em redes sociais realizados no primeiro trimestre de 2018 vieram de sites falsos que fingiam ser o Facebook. É isso o que indica um estudo divulgado por uma empresa de segurança, que avaliou ataques que foram barrados pela tecnologia antiphishing desenvolvida pela companhia. Os brasileiros também foram as maiores vítimas desse tipo de golpe no período. As tentativas de cibercriminosos de roubar dados de usuários da internet a partir de redes sociais usaram principalmente versões fraudulentas do Facebook para enganar potenciais vítimas – 60% dos casos envolviam a plataforma de Mark Zuckerberg. A rede social russa Vkontakte aparece na segunda posição com 21%, enquanto o LinkedIn ocupa a terceira com 13% dos casos. Ataques de phishing com páginas fraudulentas criam uma “cópia” do Facebook e pede para o usuário inserir uma série de informações. Como a página parece legítima visualmente, muitos usuários desavisados acabam sendo vítimas desses golpes, que podem roubar, além das credenciais de acesso da rede social, dados como número de cartão de crédito, códigos PIN e mais. Apesar do Facebook ter se destacado quando o assunto é rede social, os principais alvos de golpes de phishing continuam sendo instituições do setor financeiro, incluindo bancos, serviços de pagamento e lojas virtuais. Quase metade dos ataques feitos no primeiro trimestre do ano foram para roubar informações de usuários nesses serviços. Os usuários brasileiros foram as principais vítimas dos golpes de phishing no período – 19% dos ataques atingiram pessoas no Brasil. Argentina, Venezuela, Albânia e Bolívia aparecem nas posições seguintes.

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Fonte: Olhar Digital

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Brasil é segundo país com mais fraudes em cartões

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17/05/2018

Segundo uma pesquisa da ACI WorldWide, empresa que desenvolve software de pagamento para instituições financeiras, o Brasil é o segundo país, num grupo de 20, com maior número de fraudes com cartão de crédito, atrás apenas do México. Para o gerente de risco para a América Latina da ACI, a maioria dessas fraudes poderia ser evitada pelo próprio usuário. “Falta informação ao mercado brasileiro. Fraudes que utilizam descontos como isca são muito clicadas no Brasil”, opina. De acordo com ele, as instituições financeiras são seguras, mas o público no país não observa se está fazendo a compra em ambiente seguro na internet, que traz o símbolo do cadeado na página. “O cartão de crédito é mais seguro que o boleto bancário porque permite que o cliente faça uma contestação de fraude”, conta. Nesses casos, a análise se é fraude ou não é feita pelas bandeiras dos cartões, e quem tem que provar que a entrega foi feita de maneira correta é o vendedor. “O problema é que o brasileiro não conhece os seus direitos”, afirma o gerente, ao comentar o baixo índice de contestação de compras fraudulentas. Uma empresa sul-africana está lançando um sistema antifraude separado de sua solução de pagamento. “Percebemos que as pequenas empresas no Brasil tinham essa demanda, para acompanhar mais de perto sua segurança e não perder conversão (venda)”, conta a diretora de vendas da empresa para América Latina. “Quando o lojista não tem controle da sua segurança, acaba abrindo mão da venda quando há uma dúvida”, explica. A taxa de aprovação das compras online no Brasil é de cerca de 92%. Em torno de 6% vão para a revisão manual e 2% são negadas. Destas últimos, apenas 10% não eram realmente fraude com cartão de crédito.

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Fonte: O Tempo

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Saiba como funciona golpe das falsas lojas de roupas nas redes sociais

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13/05/2018

Sonho de consumo. Uma loja cheia de roupas lindas, vestidos, saias, blusas, e o melhor: o preço é uma pechincha. Tem até queima de estoque, por R$ 10, cada peça. Não precisa nem sair de casa para comprar. A reportagem realizada pelo Fantástico, da Rede Globo, entra em contato, escolhe dez modelos e envia o pedido. A vendedora manda uma conta bancária para ser feito o depósito. Mas tudo isso não passa de um golpe. As roupas nem mesmo existem. O programa investigou durante dois meses esse novo golpe na internet que está deixando muita gente frustrada: o golpe das falsas lojas de roupas. Os casos que descobriram são de perfis em redes sociais. As vítimas negociaram através de mensagens de texto pelo celular ou nos chats das próprias redes e acabaram caindo no papo de vendedor. Para ver a matéria completa, acesse o link abaixo.

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Fonte: G1

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PF realiza operação que investiga fraudes em compras pela internet

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27/04/2018

Na manhã desta sexta-feira (27), a Polícia Federal cumpre nove mandados de busca e apreensão nas cidades de Palmas e Itaguatins (TO). A ação faz parte da Operação Crédito Fácil, que investiga uma organização criminosa especializada em realizar compras fraudulentas de produtos e serviços oferecidos pela internet. Segundo a Polícia Federal, a investigação começou após prisão em flagrante de membros da organização. No momento da abordagem, eles usavam cartões de outras pessoas para pagar a hospedagem em um hotel de Palmas. A prática criminosa consiste na compra de produtos eletrônicos, de roupas e serviços de hospedagem, usando dados de cartões de créditos de outras pessoas. Os criminosos lucravam com a venda desses bens e produtos adquiridos de forma ilegal. As buscas e interrogatórios buscam esclarecer quem são os destinatários finais e os fornecedores dos dados bancários usados nas compras fraudulentas. Os envolvidos devem responder pelos crimes de estelionato e organização criminosa. Mais de 40 policiais federais fazem parte da operação. O nome faz referência ao modo como os criminosos agiam, utilizando dados de cartões de crédito para realizar a compra de produtos na internet.

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Fonte: G1

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Homens são presos em Guará por estelionato ao fraudar compra na internet

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20/04/2018

Na sexta-feira (20), em Guaratinguetá (SP), dois homens foram presos em flagrante por estelionato. A dupla fraudou um comprovante em um site de compras. O objetivo do golpe era receber um celular. De acordo com a Polícia Civil, o site Mercado Livre, canal usado pelos criminosos para aplicar o golpe, entrou em contato com os policiais para avisar sobre a fraude, que teria sido descoberta após investigação interna da empresa. A polícia disse que após confirmar a entrega do produto com os Correios, foi até o local, no bairro Jardim do Vale II, e fez a prisão ds dupla. Na abordagem, ele teria informado a participação de outro homem, que foi preso minutos depois no bairro Beira Rio. Os dois teriam negociado a compra do celular se passando por outra pessoa e enviado um comprovante de pagamento falso para a vítima, que é de São Paulo. Após o recebimento do documento, ela enviou o produto ao destinatário. Eles vão responder por estelionato e podem pegar de 1 a 5 anos de prisão. Eles não tinham passagem pela polícia.

Compra na web

O Mercado Livre informou em nota que, em função da crescente incidência de e-mails falsos no comércio eletrônico em geral, tem informado constantemente a seus clientes que o local seguro para verificar as movimentações de suas vendas e/ou compras é a área “Minha conta”, disponível ao usuário logado no site. “O cliente não deve considerar nenhuma mensagem sem checar as informações de sua conta e a existência de crédito. Somente neste local o usuário pode confirmar as movimentações e as mudanças em seu saldo de Mercado Pago, tais como os pagamentos recebidos. Somente após esta confirmação é que o vendedor deve enviar seu produto”, disse. A empresa também tem recomendado que dados de contato (endereço de e-mail, por exemplo) não sejam informados no campo de perguntas dos anúncios.

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Fonte: G1

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A cada cinco lojas virtuais, uma não é segura no Brasil

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18/04/2018

Um levantamento realizado pela Serasa Experian constatou que 30% dos sites de e-commerce no Brasil não estão seguros. O universo de sites pesquisados pelo estudo, ao longo do mês de janeiro, foi de 4,3 milhões. A falta de garantia de segurança durante as transações tem feito proliferar a incidência de dados pessoais roubados que, ao serem coletados, são utilizados para firmar negócios sob falsidade ideológica ou obter crédito sem a intenção de honrar os pagamentos. Segundo o indicador, o Brasil encerrou 2017 com 1,964 milhão de tentativas, representando alta de 8,2% em relação a 2016 e o maior resultado desde 2015. O estudo também apurou que só no primeiro bimestre do ano já foram registradas 305.480 tentativas, ou seja, a cada 17 segundos um criminoso tentou roubar dados para efetivar uma fraude. O gerente de certificação digital da Serasa Experian orienta aos consumidores que verifiquem a existência do certificado SSL no site onde pretendem efetuar a compra. Esse recurso promove uma conexão segura utilizando a criptografia entre o servidor e os dados trafegados. Na pesquisa, um em cada cinco sites (19%) não possuíam o certificado SSL, percentual que é ainda maior quando analisados somente sites corporativos (76%) e blogs (28%). O certificado SSL é verificável pela presença de um cadeado na barra de status, ou se há um “s” após o http (https). Em alguns casos, a barra de endereço do navegador fica verde. Atualmente alguns navegadores incluem para todos os sites a indicação de “Seguro” e “Não Seguro” também na barra de endereço. Normalmente também há um selo de segurança, atribuído pelo fornecedor do certificado, que pode ser encontrado no próprio site. Por fim, o gerente de certificação lembra que itens como imagens em baixa resolução, links com redirecionamento para outras páginas e domínios diferentes do acessado também são sinal de que há possibilidade de fraude e que, por isso, a compra deve ser evitada.

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Fonte: E-Commerce News

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Golpe do WhatsApp Plus volta a circular e pode instalar malwares no seu aparelho

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16/04/2018

Segundo uma empresa de segurança, o clássico golpe do WhatsApp Plus está voltando a circular com força na internet, fazendo novas vítimas e possivelmente distribuindo malwares. O scam, que circula desde 2015, oferece aos internautas uma versão aprimorada do mensageiro para Android, geralmente batizada simplesmente como “WhatsApp Plus” e sendo identificada por um símbolo azul no lugar do icônico verde. Para atrair a atenção dos alvos, o arquivo APK descreve algumas vantagens da edição Plus: você pode gerenciar até quatro contas simultaneamente e esconder quaisquer rastros de atividade (incluindo as mensagens de que você está online, escrevendo ou gravando um áudio). O mais incrível é que o software, de fato, parece funcionar direitinho e oferece todas as funcionalidades que promete — o problema é o preço que se paga por isso. Após analisar o código-fonte do aplicativo, a empresa percebeu que ele é baseado no Android/PUP.Riskware.Wtaspin.GB, um pacote de “riskware” (software que, embora não seja claramente malicioso, pode representar perigo ao usuário) que já causou certa dor de cabeça antes. Desta vez, o APK parece ter sido construído por um desenvolvedor árabe, visto que a página original que o hospeda está escrita em tal idioma. É sempre bom ressaltar que, para se ver livre dessa e outra ameaças, é essencial evitar baixar aplicativos fora da Play Store — é muito fácil para um cibercriminoso abrir o arquivo de instalação e modificar os códigos para roubar dados sigilosos dos usuários.

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Fonte: Canal Tech

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