Mulher cai em golpe do falso empréstimo praticado pela internet

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20/09/2018

A vítima, de 46 anos, registrou um boletim de ocorrência nessa quarta-feira (19), informando que teve um prejuízo R$ 398, ao tentar fazer um empréstimo pela internet. A denunciante disse aos policiais que teve conhecimento que a suposta financeira fazia empréstimo facilitado, então entrou em contato, recebeu um contrato por e-mail, assinou e enviou de volta. Posteriormente, o suspeito ligou e pediu o valor para adiantar a liberação do dinheiro, depois, voltou a ligar e pediu mais R$ 900 para liberação imediata, foi quando a denunciante desconfiou e procurou a polícia. Ela não chegou a relatar quanto pediu de empréstimo. O caso está sendo investigado. Um homem, de 25 anos, também registrou boletim de ocorrência informando que perdeu R$ 7,1 mil ao tentar fazer um empréstimo pela internet. O jovem disse que recebeu uma mensagem no seu celular que oferecia dinheiro a juros reduzidos, pesquisou não encontrou nada de errado e resolveu fazer contato. Ele pediu um empréstimo de R$ 30 mil, recebeu o contrato por e-mail, cobrando parcelas de R$ 450 que ao final ele teria pago R$ 37 mil pelo valor solicitado, assinou e reenviou. Posteriormente, o suspeito ligou pedindo um adiantamento. Os casos ocorreram em Sinop (MT).

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Fonte: Só Notícias

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Dados de milhões de pessoas podem ter sido expostos pela Boa Vista SCPC

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03/09/2018

Milhões de cidadãos brasileiros tiveram seus dados armazenados nos sistemas SCPC da Boa Vista Serviços supostamente expostos no domingo (02). Entre as informações acessadas na internet, estão: nome completo, nome de parentes, CEP, CPF, endereço completo, número de conta corrente, pendências em bancos e outras instituições e pontuação de crédito (score). O Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) é um serviço administrado pela Boa Vista, uma empresa de informações de crédito  que possui um banco de dados com informações de 130 milhões de empresas e seus consumidores. Os clientes da Boa Vista podem descobrir dados como a inadimplência de uma pessoa jurídica ou física — a Boa Vista também trabalha com sistema de score, igual ao Serasa, que dá nota aos cidadãos para vendas a crédito.

No domingo passado (02), a reportagem recebeu uma denúncia no Twitter sobre uma invasão aos sistemas da Boa Vista. No caso, o hack foi realizado pelo Fatal Error Crew, mesmo grupo que invadiu os sistemas da C&A na semana passada. Em documento publicado no Pastebin, o grupo escreveu: “BoaVista SCPC, me tira uma dúvida, quem autoriza vocês a possuírem os dados pessoais de todos brasileiros mesmo que eles não possuam dívidas? Vocês não acham errado isso? Ainda mais lucrarem com os dados pessoais de todos brasileiros (…) Não postamos nenhuma informação de nenhum brasileiro porque prezamos pela privacidade dos mesmos, porém sugiro mudarem todas suas senhas logo. Não se enganem, estamos de olhos em todos seus bancos de dados faz alguns anos. Ciro Gomes, só dizer que nós tiramos o nome de todo mundo do SPC” — o candidato à presidência Ciro Gomes (PDT) tem, como uma das bandeiras de governo, limpar o nome dos devedores no SPC. Nesta publicação em específico, detalhes sobre o sistema e base de dados usados pela Boa Vista foram publicados no Pastebin. A Boa Vista SCPC informou que está investigando o caso.

Perigos

Entre os perigos que envolvem este tipo de vazamento, estão os golpes de phishing e a engenharia social. Problemas que podem afetar os clientes nos próximos meses. Em primeiro lugar, temos o phishing, o principal ataque no Brasil e um dos métodos de ataque mais antigos. Nele, “metade do trabalho” é enganar o usuário de computador ou smartphone. Como uma “pescaria”, o cibercriminoso envia um texto indicando que você ganhou algum prêmio ou dinheiro (ou está devendo algum valor) e, normalmente, um link acompanhante para você resolver a situação. O phishing também pode ser caracterizado como sites falsos que pedem dados de visitantes. A armadilha acontece quando você entra nesse link e insere os seus dados sensíveis — normalmente, há um site falso do banco/ecommerce para ludibriar a vítima —, como nome completo, telefone, CPF e números de contas bancárias.

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Fonte: TecMundo

Fique ligado.

Golpes aplicados pela web continuam fazendo vítimas no AP

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24/08/2018

No Amapá, golpes aplicados pela internet continuam fazendo vítimas. Pessoas que enfrentam transtornos e prejuízos relataram o que essa situação mudou na vida profissional e social delas. Na Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP), 30 casos foram registrados em 2018. Um Sargento do Corpo de Bombeiros, de 43 anos, conta que enfrenta transtornos há cinco meses, após uma quadrilha usar o nome e a conta dele em um site de vendas para aplicar golpes. Para o homem, o cargo de militar deu mais credibilidade ao acordo que estava sendo feito, sem ele saber. Ele descobriu o esquema criminoso ao ser procurado por vítimas desse golpe no local de trabalho. Conforme o sargento, uma quadrilha supostamente de Rondônia, vendeu um carro no nome dele, que não foi entregue após pagamento de parte da negociação.

Esse golpe chegou a fazer cerca de dez vítimas só no Amapá. O sargento destaca que já registrou três boletins de ocorrências depois de ter sido cobrado. “Essa situação está causando diversos transtornos para minha vida. Estou sofrendo ameaças. Pessoas estão vindo atrás de mim pedindo o carro ou dinheiro de volta. Eu orientei as vítimas a procurarem a delegacia”, falou. Já com um servidor público, de 28 anos, o caso foi diferente. Cadastrado em um site popular de vendas, ele ofereceu um celular no valor de quase R$ 4 mil, que foi arrematado por um suposta comprador de São Paulo. Mas, para a surpresa do vendedor, o dinheiro que teria sido depositado era uma fraude. O servidor público registrou o primeiro boletim de ocorrência dele no Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) do bairro Pacoval na quinta-feira (23).

“Eu fiz um anúncio de venda em um site, procedi com toda a operação e recebi um e-mail, avisando que o valor foi depositado, mas ficou retido e seria liberado quando o produto chegasse ao endereço. Mas, depois, fiquei sabendo que esse e-mail havia sido clonado”, disse.

O servidor conta que manteve contato com a suposta compradora até a chegada do produto em São Paulo, mas, após isso, foi bloqueado. Ele espera descobrir quem foi o receptor que assinou o documento da compra. Segundo o delegado titular da DCCP, aparelhos eletrônicos e imóveis são as propagandas que mais chamam a atenção de compradores da internet que acabam caindo em golpes. Ele destaca que a web pode ser muito perigosa até para os mais experientes.

“Os internautas não podem nunca depositar valores em dinheiro ou efetuar transferências sem antes checar a credibilidade do vendedor ou mercado eletrônico. O interessado deve pesquisar o histórico de vendas, comentários, referências e se já houve algum tipo de problema”, enfatizou.

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Fonte: G1

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Hackers ucranianos são presos após roubar 15 milhões de cartões de crédito

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01/08/2018

Três hackers ucranianos foram presos após uma longa campanha maliciosa de phishing e engenharia social para roubar dados de cartões de crédito. No total, o grupo roubou dados de 15 milhões de cartões provenientes de 6,5 mil pontos de venda. Ainda, os cibercriminosos tiveram sucesso em pegar informações bancárias de clientes de 100 empresas estadunidenses. A ciberguangue, conhecida como Carbanak na internet, se valia de campanhas de phishing e engenharia social para invadir empresas e roubar os dados financeiros. A porta de entrada? Malwares enviados via email. O phishing agia nesse ponto: os emails pareciam inocentes, variando o assunto entre reservas em hotéis até alertas sobre envenenamento alimentício (principalmente quando cadeias de restaurantes eram alvos, como a Chipotle, por exemplo). Os três cibercriminosos são acusados de: conspiração, fraude eletrônica, invasão de computadores, fraude em dispositivos de acesso e roubo de identidade. As prisões aconteceram na Alemanha, Polônia e Espanha, em trabalho conjunto de autoridades.

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Fonte: Tecmundo

Fique ligado.

86% dos executivos já foram vítima de fraude cibernética

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30/07/2018

Um relatório de uma empresa especializada em gestão de riscos revelou que, em 2017/2018, as fraudes cibernéticas continuam a atingir em larga escala empresas de todo o mundo. Com base em informações fornecidas por 540 executivos de todos os continentes, o estudo aponta que 86% deles já enfrentaram situações desta natureza, contra 85% em 2016. Os resultados mostram que, apesar da conscientização dos usuários e do emprego de controles de segurança, o alto índice fraudes cibernéticas permanece estável. A infecção por códigos maliciosos foi o tipo de incidente mais frequente (36%), seguido de perto por phishing via e-mail (33%) e violação ou perda de dados de funcionários, clientes e segredos industriais (27%).

O ranking geral para todos os tipos de fraudes aponta, ainda, o ataque, perda ou roubo de informações sigilosas como o principal problema enfrentado. A incidência chegou a 29%, no ano em que ameaças como o WannaCry bloquearam computadores em dezenas de países, com prejuízos de bilhões de dólares e colocou a discussão sobre investimentos em segurança digital na agenda da alta administração. Este ano o relatório prevê que até 2020 os gastos com segurança cibernética devem ultrapassar US$ 170 bilhões, mais que o dobro investido em 2017. Ainda que tenham tomado providências para evitar novos incidentes, mais da metade dos entrevistados acredita que sua empresa ainda está vulnerável a vírus (62%), violação de dados (58%) e phishing por e-mail (57%). Os setores mais impactados por fraudes cibernéticas em 2017 foram construção, engenharia e infraestrutura (93%), telecomunicações, tecnologia e mídia (92%) e serviços financeiros (89%).

Cenário brasileiro

No Brasil, 89% dos executivos afirmaram já ter sofrido uma fraude cibernética em suas companhias, mas, diferente da tendência global, o índice não permaneceu estável: em 2016, era de apenas 76%. Quase metade dos casos foram contaminações por códigos maliciosos (45%) e outros 37%, phishing por e-mail, o que leva os 63% dos respondentes a continuarem preocupados com a vulnerabilidade do sistema a novos ataques. Os alvos das ameaças se concentraram em informações dos clientes (47%) e segredos industriais ou de pesquisas (44%), sendo que os agentes foram em sua maioria ex-funcionários (32%) e concorrentes (21%). 80% dos entrevistados acredita que as fraudes impactaram negativamente a privacidade, segurança e satisfação dos consumidores (80%), além do moral dos funcionários (76%).

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Fonte: E-Commerce News

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Polícia deflagra operação Call Center contra crimes de estelionato pela internet

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05/07/2018

Na manhã desta quinta-feira (05), vinte pessoas foram presas pela Polícia Civil na operação Call Center, deflagrada para prender uma quadrilha interestadual especializada em crimes de estelionato através de compra e vendas de produtos pela internet. A operação teve início a partir de denúncias de vítimas do Piauí e os mandados são cumpridos no Paraná e em Mato Grosso. Há 18 presos no Paraná e dois em Mato Grosso. O delegado responsável explicou que os golpistas clonavam o anúncio de um determinado produto em um site de compra e venda, e intermediavam a negociação entre o comprador interessado no produto e o vendedor original. Após fechada a negociação, os golpistas forneciam a conta bancária de um laranja para que o comprador fizesse o depósito do pagamento. “Através de uma engenharia social, técnicas para ludibriar tanto o vendedor como o comprador, eles conseguiam fazer o comprador legítimo depositar na conta de um laranja, lá em Cascavel. O ‘Call Center do Crime’ funcionava em um presídio na cidade de Cuiabá, Mato Grosso”, disse o delegado. Os crimes foram cometidos inclusive por pessoas presas, que interceptavam as vendas por celulares dentro da prisão. O alvo dos golpistas eram na maioria negociações de compra e venda de veículos, e em alguns casos de imóveis. Foram expedidos 20 mandados de prisão e 35 de busca e apreensão que foram cumpridos nas cidades de Cascavel e Toledo, no Paraná, e Cuiabá e Várzea Grande, em Mato Grosso.

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Fonte: G1

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Hackers usam greve dos caminhoneiros como isca em novo golpe no WhatsApp

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28/05/2018

A greve dos caminhoneiros, que tem ganhado enorme repercussão no Brasil, tem sido usada por cibercriminosos para disseminação de links maliciosos por meio do WhatsApp. O ataque foi identificado por uma empresa de segurança cibernética. Como em ataques anteriores, a campanha utiliza um tema popular e da engenharia social para se propagar. Na mensagem, a vítima recebe um link malicioso, na esperança de encontrar uma lista de postos de gasolina em que o combustível ainda estaria disponível. Em menos de 24 horas, mais de 60 mil usuários acessaram a página falsa e foram expostos a ciberataques que podem variar de acordo com o sistema operacional do smartphone.

Como funciona o golpe

A mensagem tem um link encurtado e promete a suposta lista dos postos que ainda têm combustível: Ao acessar o link, o usuário é redirecionado para uma página fraudulenta e, para acessar a falsa lista com os nomes dos postos que ainda tem combustível, solicita a cidade e estado em que a vítima se encontra. Imediatamente após compartilhar o link com seus contatos no WhatsApp, o site fraudulento irá, por meio de uma série de redirecionamentos, encaminhar o usuário para sites que oferecem serviços premium, instalação de aplicativos legítimos ou apenas um direcionamento para sites cheios de propaganda.

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Fonte: IDGNOW!

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