Policial Civil é preso dentro de hospital suspeito de participar de fraude com ciganos

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01/06/2018

A Justiça Federal determinou a prisão de um policial civil suspeito de participar de um esquema de corrupção que foi descoberto pela Polícia Federal. Lotado em Piripiri, o policial foi apontado por integrantes presos de que ele ajudava no esquema de corrupção. F.K. foi preso com auxílio da Corregedoria da Polícia Civil do estado. Ele estava internado no Hospital São Paulo, em Teresina, com diagnóstico de pneumonia, onde ocorreu sua prisão quando teve alta médica. Ele foi levado para o 10º Distrito, no bairro Bela Vista. A prisão do policial é desdobramento da “operação Biditos” que foi realizada pela PF e resultou na prisão de 19 pessoas, entre eles um vereador, dois empresários e vários ciganos. Os presos são acusados de participar de uma organização criminosa que frauda benefícios assistenciais do INSS, concedidos a idosos e deficientes.

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Fonte: Cidade Verde

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Fraude em benefício do INSS no ES gera prejuízo de R$ 1 milhão, diz PF

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29/05/2018

Nesta terça-feira (29), a Polícia Federal realiza uma operação de combate a fraudes praticadas contra o Instituto Nacional do Seguro Social, no Espírito Santo. Durante a investigação, foram identificados documentos falsos usados para criar falsas identidades de pessoas idosas e, assim, receber o benefício assistencial. As investigações da ‘Operação 3×4′ tiveram início em 2017 e, até o momento, foi apurado um prejuízo que gira em torno de R$ 1 milhão. A Polícia Federal cumpre um mandado de busca e apreensão no estado, nesta terça. Conforme a polícia, como há indícios de que a atividade criminosa é desenvolvida há, pelo menos, 10 anos, e ainda não foram analisados todos os benefícios fraudados, a estimativa é que os prejuízos superem esse valor. Os investigados vão responder pelo crime de estelionato qualificado, além de associação criminosa, e a soma das penas pode ultrapassar oito de reclusão.

Entenda o caso

A Polícia Federal identificou, há cerca de oito anos, a ocorrência de fraudes em benefícios assistenciais a pessoas idosas denominados BPC (Benefício de Prestação Continuada) com um mesmo modo de operação, que consistia no uso de documentos falsos para forjar falsas identidades de pessoas idosas que eram aliciadas, especialmente, para esse fim. Essa situação originou vários inquéritos e o indiciamento de algumas pessoas, sem que, no entanto, fosse possível identificar o mentor das fraudes. Depois do trabalho de inteligência da Força-tarefa Previdenciária foi identificado um importante autor de várias destas fraudes anteriormente investigadas, além de se identificar várias outras que eram realizadas e, até então, não haviam sido detectadas.

Idoso é preso ao tentar sacar benefícios da previdência com documentos falsos em Belém

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28/05/2018

A Polícia Civil prendeu nessa segunda-feira (28), um idoso de 65 anos suspeito de tentativa de estelionato. A prisão ocorreu no momento em que ele tentou abrir conta com documentos falsos em uma agência bancária na av. Senador Lemos em Belém. Conforme a polícia, o homem é suspeito de envolvimento em um esquema de fraude para sacar dinheiro referentes a benefícios previdenciários. A gerência do banco percebeu a falsificação em um dos documentos apresentados e acionou a Polícia Civil. Foram apreendidos a carteira de identidade falsa, uma carta em nome do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e um comprovante de endereço falso. A Polícia informou que a documentação estava em nome de outras pessoas. O suspeito foi ouvido na Divisão de Prevenção e Repressão a Crimes Tecnológicos, no bairro do Telégrafo, e o caso deve continuar sendo investigado.

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Fonte: G1

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Contador preso pela PF beneficiou parentes por mais de 10 anos, aponta investigação

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22/05/2018

Em Sorocaba (SP), na manhã desta terça-feira (22), durante operação da Polícia Federal contra fraudes previdenciárias, um contador e seu ajudante foram presos. A Operação Aquiles cumpriu 11 mandados judiciais em Sorocaba, três em Campinas e um em Camboriú (SP). A investigação identificou que a dupla burlava o sistema do INSS e teria beneficiado 30 pessoas por mais de 10 anos, a maioria parentes. As fraudes consistiam na criação de vínculos empregatícios fictícios com empresas inativas, via transmissão de dados pelo sistema “GFIP-WEB”, para fins de obtenção de benefícios previdenciários, como auxílio-doença, aposentadoria, pensões por morte e por contribuição. As investigações começaram com a análise e cruzamento de várias informações, que apontaram uma série de indícios de fraudes e identificação dos autores. A dupla foi encaminhada ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de Sorocaba, onde aguarda pela audiência de custódia. Já as pessoas que foram beneficiadas com a fraude vão ser chamadas para prestar esclarecimentos na Polícia Federal e podem responder por estelionato. A PF não divulgou a identidade dos presos. Durante as investigações, foi apurado um rombo de aproximadamente R$ 3,6 milhões aos cofres da Previdência. Os prejuízos futuros poderiam chegar a mais R$ 5,3 milhões, considerando a atual expectativa média de vida do cidadão brasileiro. O nome da Operação Aquiles decorre do fato de que os fraudadores se utilizavam do ponto frágil dos sistemas informatizados do órgão previdenciário para as fraudes.

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Fonte: G1

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Justiça condena advogado por tentativa de fraude ao INSS em Rondônia

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10/05/2018

Um advogado foi condenado pela Justiça ao pagamento de multa de R$ 4,7 mil por litigância de má-fé pela tentativa de receber em duplicidade pagamento do INSS para uma pensionista de São Francisco do Guaporé, em Rondônia. A tentativa de fraude foi descoberta quando o INSS se preparava para pagar retroativos a título de pensão por morte e honorários de sucumbência à pensionista, cumprindo determinação de uma sentença judicial. No decorrer do processo, no entanto, o juiz da Comarca de São Francisco do Guaporé, a 600 quilômetros da capital Porto Velho, constatou que havia uma segunda sentença determinando o pagamento dos mesmos retroativos à pensionista, movida por outro advogado. A Procuradoria Federal junto ao INSS, unidade da Advocacia-Geral da União (AGU), apresentou manifestação ressaltando a tentativa de má-fé diante da dupla cobrança de única condenação, o que resultaria no “dispêndio de valores em dobro dos cofres públicos”. A procuradoria ainda requereu ao juiz a apuração de eventual crime contra a administração da Justiça e investigação quando à conduta do defensor. O juiz considerou que o comportamento do advogado violou o princípio da boa-fé processual, previsto no artigo 5º do Código de Processo Civil, ao deixar de informar a existência de outra sentença.

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Fonte: G1

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Aposentada de Mogi perde mais de R$ 3,7 mil

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05/04/2018

Uma técnica de administração perdeu mais de R$ 3,7 mil ao descobrir que abriram uma conta em seu nome para desviar o depósito do benefício de sua aposentadoria. Ela soube da fraude ao ir até uma agência do INSS em Mogi das Cruzes. Lá, descobriu também que fizeram empréstimos em seu nome. Segundo o boletim de ocorrência registrado no 1º Distrito Policial, a aposentada notou que o benefício de sua aposentadoria não tinha sido depositado em março. Para a polícia, a mulher contou que achava que o problema fosse pela necessidade de fazer a prova de vida no banco. Ao ir até a agência do INSS ela foi informada que o número da sua conta para depósito tinha sido alterada e descobriu a fraude. A mulher acredita que os criminosos utilizaram documentos falsos para a abertura de conta e ainda fizeram empréstimos em seu nome. A ocorrência foi registrada como estelionato.

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Fonte: G1

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Polícia Federal investiga fraude no INSS em Pernambuco

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02/04/2018

Uma operação, chamada Calabarismo, foi deflagrada nesta segunda-feira (02) pela Polícia Federal em Pernambuco, para investigar uma servidora pública suspeita de falsificar certidões e contratos de união estável entre beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que morreram para conceder pensões pós-morte irregularmente. Ao menos 15 aposentadorias fraudadas pela organização criminosa estão sendo alvo de levantamentos e os prejuízos financeiros causados aos cofres públicos até agora detectados chegam a R$ 143 mil. Porém, a polícia ainda não tem o número exato de pessoas que foram beneficiadas pelas fraudes. Os benefícios investigados são relativos aos anos de 2014 e 2015. As 17 pessoas alvos de mandados de intimação tiveram as pensões canceladas após procedimento instaurado pelo próprio instituto, no início das investigações. Segundo o delegado da Delegacia Regional de Investigação ao Crime Organizado, os beneficiários sequer conheciam as pessoas de quem herdavam os benefícios. “No sistema do INSS, quando algum beneficiário morria e não deixava dependentes, a servidora forjava um vínculo, seja de filho ou de companheiro”, disse. A servidora do INSS, lotada na agência do instituto no Pina, Zona Sul do Recife, havia sido suspensa e, na operação Calabarismo, foi afastada das atividades. São investigados crimes como estelionato contra entidade de direito público e inserção de dados falsos em sistema de informações, cujas penas, somadas, ultrapassam 17 anos de reclusão.

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Fonte: Destak

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