Homens com documentos falsos são presos na BR-101 em Alagoas

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28/01/2019

Dois homens foram presos com documentos falsos em um trecho da rodovia BR-101 que passa pelo município de Joaquim Gomes, Zona da Mata de Alagoas. Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF), eles estavam indo para Recife (PE) para aplicar um golpe no INSS. Os suspeitos foram presos por volta das 23h50 de domingo (27), no km 36 da rodovia. Os nomes deles não foram divulgados. Segundo a PRF, agentes do Núcleo de Operações Especiais (NOE) abordaram um veículo Fox, com placas de Salvador (BA). Os ocupantes apresentaram seus documentos e disseram que estavam indo para Recife. Os dois aparentavam nervosismo, e também não sabiam explicar com clareza o que fariam na capital pernambucana. Nesse momento, o homem que estava no banco do passageiro, confessou que a documentação apresentada era falsa, e que a verdadeira estava escondida na sola do seu sapato. Questionados pelos agentes, a dupla disse que estava indo em direção a Recife para encontrar outras duas pessoas que os levariam para uma agência do INSS na cidade. O objetivo disso era realizar a perícia médica e conseguir o benefício por invalidez de forma fraudulenta. No interior do veículo foram encontrados ainda um RG de Recife, um Cartão Nacional de Saúde (CNS), certidões de nascimento falsas, cartões de débito e crédito, requerimentos de benefício por incapacidade e relatórios médicos. Os suspeitos e o material apreendido foram levados para a Delegacia de Novo Lino. Eles foram autuados em flagrante por uso de documento falso e estelionato.

INSS vai ganhar mais poder para detectar fraudes em benefícios

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22/01/2019

O governo federal vai ampliar o poder de fogo do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) para identificar fraudes em benefícios, o que deve potencializar a economia que será obtida com a medida provisória (MP) editada na semana passada para combater essas irregularidades, disse ao Estadão/Broadcast o secretário de Previdência do Ministério da Economia. O texto dá ao INSS acesso às bases de dados da Receita Federal, do SUS (Sistema Único de Saúde) e do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), e o cruzamento dessas informações ajudará a apontar outros benefícios com indícios de irregularidade para além dos 3 milhões que já estão no radar da equipe econômica e que passarão por um extenso pente-fino.

Os prognósticos do governo indicam a possibilidade de 16% desses benefícios serem cancelados, mas o secretário acredita que o índice pode ser facilmente superado. Por isso, a economia obtida com a MP deve ultrapassar os R$ 9,8 bilhões anuais. Além disso, a estimativa não inclui os valores de benefícios pagos indevidamente, porque eram fraudados ou foram desembolsados por liminar judicial já revertida, e que o governo pretende recuperar. Para o secretário, a medida mostra que o governo está fazendo o dever de casa antes de propor uma reforma da Previdência, mas “nem de longe vai resolver o problema”. “O desafio não vai ser resolvido só com combate à fraude. Vai ajudar, mas não é mas não é só isso”, diz ele, que participa das discussões sobre a proposta de reforma que será levada ao Congresso.

Revisões

O programa de revisão dos benefícios ocorrerá até o fim de 2020, mas a MP prevê a possibilidade de extensão até 2022. “O INSS analisa em média 135 mil processos por ano. Precisaríamos quase três décadas, sem o bônus, para analisar esses processos, e pagando muitos benefícios indevidos. Fora os que vão continuar aparecendo todo ano”, afirma. A partir dos dados não sigilosos das declarações de Imposto de Renda, será possível identificar, por exemplo, se algum beneficiário do BPC (pago a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda) tem imóvel em seu nome: “Se uma pessoa que recebe BPC tem em seu nome um imóvel de R$ 1 milhão, já acende a luz vermelha.” O governo já tem identificados casos de pessoas que acumulam o BPC com uma renda formal de R$ 8.000 mensais, que têm aposentadoria por invalidez e trabalham ou ainda que são empresários e ao mesmo tempo segurados especiais.

Morador de Sorocaba teria se beneficiado de esquema de fraudes no INSS

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07/01/2019

Um morador de Sorocaba (SP) é suspeito de ter se beneficiado de um esquema de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que foi descoberto pela Polícia Federal. Os criminosos usavam o gabinete de uma vereadora de Santo André (SP) para organizar as irregularidades. A estimativa da polícia é de que mais de R$ 100 milhões tenham sido desviados pelos golpistas, que ofereciam aposentadoria antes do prazo em troca de dinheiro. A investigação começou em julho do ano passado depois que o setor de inteligência da Secretaria de Previdência Social percebeu um aumento no número de aposentadorias especiais de funcionários de bancos e empresas do setor de telefonia, sempre por meio da agência do INSS em Diadema, na Grande São Paulo. A investigação mostrou que os interessados em furar a fila do INSS de forma fraudulenta pagavam até R$ 10 mil para conseguir a aposentadoria especial e assim eles conseguiam receber do INSS antes do prazo. Segundo a Polícia Federal, um funcionário de um banco em Sorocaba conseguiu a aposentadoria especial em apenas quatro minutos.

Para conseguir fraudar o INSS os golpistas incluíam no sistema a informação sobre tempo de trabalho no setor gráfico para caracterizar a insalubridade, que dá direito a aposentadoria especial. Conforme a investigação, tudo era feito dentro do gabinete da vereadora. Era lá que o despachante A.S., segundo a Polícia Federal, oferecia a vantagem para os interessados na fraude. A investigação aponta que ele contava com a ajuda de V.M.S., funcionário do INSS da agência de Diadema, que inseria dados falsos no sistema. Ao todo, 1.300 aposentadorias estão sob suspeita. Em novembro do ano passado, a Polícia Federal fez uma operação para desmontar o esquema. Foram presos a vereadora, o despachante e o funcionário do INSS, que agora respondem em liberdade. Na casa do servidor do INSS foram apreendidos R$ 42 mil. Todos eles negam a participação na fraude. Os envolvidos devem responder pelos crimes de associação criminosa, corrupção passiva e estelionato qualificado, além de ter que devolver o dinheiro desviado com juros e multa.

Polícia investiga fraude no pagamento de benefício do INSS

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18/12/2018

Uma fraude no pagamento de um benefício do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) está sendo investigada pela Polícia Federal (PF). Uma aposentada notou que o dinheiro havia sido desviado de sua conta bancária. Após o ocorrido, a idosa formalizou uma denúncia. Além dos desvios bancários, a investigação da PF também apura indícios de cadastros irregulares para empréstimos feitos sem a autorização dos beneficiários. “O grande problema é que há a possibilidade de numa investigação como essa haver servidores desses órgãos envolvidos. Quando isso acontece, essas pessoas podem ser responsabilizadas por inserção de dados falsos no sistema, por peculato [subtração ou desvio] e associação criminosa. Então tudo isso aí será alvo de investigação por parte da Polícia Federal”, destaca o chefe de comunicação da Polícia Federal.

Investigações

A Polícia Federal em Pernambuco reforça à população a importância de denunciar casos de fraude no benefício do INSS. A denúncia formal contribui para o avanço das investigações. “A gente vai começar a chamar todos os responsáveis, principalmente pelas agências bancárias que estão envolvidas na questão da concessão deste benefício”, explica o chefe de comunicação.

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Fonte: Rádio Jornal

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Três homens são presos suspeitos de usar documentos falsos e atestados médicos para aplicar golpes no INSS em MT

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11/12/2018

Na madrugada da terça-feira (11), três homens foram presos suspeitos de usarem documentos falsos e atestados médicos para aplicar golpes contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em Mato Grosso. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Militar, exames e dezenas de documentos falsos foram apreendidos. O objetivo do grupo criminoso era receber auxílio-doença. O que também chamou a atenção dos policiais é que eles estavam com uma lista, um passo a passo a ser seguido, de como os golpes seriam aplicados e cada envelope tem o nome das cidades onde agiriam. Os golpes seriam aplicados nos municípios de Confresa, Barra do Garças, Água Boa e Lucas do Rio Verde. O esquema foi descoberto depois que policiais rodoviários federais prenderam R.N.S.A. dentro de um ônibus que saiu da cidade de Mirassol D’ Oeste, a 329 km da capital. Durante o interrogatório o homem que foi preso confessou aos policiais que iria para Várzea Grande até o terminal rodoviário encontrar com dois comparsas, o líder do grupo e um outro homem, o que daria continuidade aos golpes. A Polícia Militar foi chamada e conseguiu localizar um veículo e os dois homens. O caso foi encaminhado para a Polícia Federal que dará seguimento às investigações.

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Fonte: G1

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PF deflagra Operação que desarticula fraude em benefício do INSS

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06/12/2018

Foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (06) pela Polícia Federal, a Operação Crotalus, que desarticula uma organização criminosa que fraudava cofres públicos por meio de fraudes em benefícios do INSS. As fraudes chegam a mais de R$ 2 milhões. São cumpridos seis mandados de busca e apreensão nas cidades de Curitiba, São José dos Pinhais, Cascavel e Marechal Cândido Rondon, todas no Paraná, e em Bombinhas, em Santa Catarina. Há também um mandado de prisão em nome de um dos investigadores, porém, a corporação explicou que este pedido está relacionado a outra investigação em crime de moeda falsa. A investigação teve início em 2017 por causa de uma suspeita de recebimento indevido de um benefício previdenciário de pensão por morte de esposa. Só que a apuração da PF mostrou que nem o viúvo quanto a suposta mulher morta existiam. Com isso, foi possível constatar a existência de um sofisticado sistema de criação de pessoas fictícias, criação de pessoas jurídicas em nome de pessoas fictícias, falsificação de documentos públicos diversos, aberturas de contas bancárias, aquisição de financiamento de veículo em nome de pessoas fictícias, entre outras práticas criminosas.

Ao todo, foram quatro benefícios indevidos recebidos, por volta de 2008 e 2009, com total aproximado de R$ 2 milhões até agora. Os valores fraudados eram os do limite do INSS, R$ 5.645,00. Também foram identificadas diversas empresas de fachada criadas e mantidas pelos integrantes da organização para movimentar os valores obtidos através das fraudes em face do INSS. Com a deflagração da operação, foram suspensos benefícios obtidos mediante fraude, o bloqueio de ativos de seis pessoas físicas relacionadas direta ou indiretamente aos crimes, restrição de transferência de veículos, bloqueio dos ativos de aproximadamente 20 pessoas físicas fictícias e empresas de fachada, assim como a indisponibilidade de quaisquer outros bens e valores sob guarda, depósito ou administração de instituições financeiras no Brasil.

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Fonte: Correio Braziliense

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Operação contra fraude de R$ 45 milhões na Receita Federal prende seis pessoas em Curitiba

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06/11/2018

Nesta terça-feira (06), em Curitiba, seis pessoas foram presas preventivamente – sem prazo determinado – em uma operação que apura fraude de, pelo menos, R$ 45 milhões na Receita Federal nos últimos cinco anos. As prisões foram confirmadas pela Polícia Federal (PF). Entre os detidos estão funcionários da Receita, advogados, contadores e empresários. Também foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão, inclusive na sede da Receita na capital. As prisões ocorreram pela suspeita de crimes contra a ordem tributária, estelionato, corrupção, organização criminosa, lavagem de dinheiro e ocultação de bens. Há, também, servidores afastados das funções. Os mandados foram expedidos pela 14ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, que também determinou o bloqueio de valores – de R$ 5 mil a R$ 1 bilhão – de contas bancárias de 24 pessoas físicas e jurídicas.

A Operação Mendacius investiga uma suposta organização criminosa especializada em procedimentos irregulares de compensações e reduções de tributos e contribuições federais. Segundo a Receita Federal, as áreas de inteligência fiscal, arrecadação e cobrança, além da corregedoria do órgão auxiliaram na investigação. Dezenas de empresas, inclusive de outros estados, buscavam a contratação dos serviços da suposta organização criminosa para fraudarem, entre outras situações, dados inseridos em Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF), informou a Receita. As empresas beneficiárias das fraudes atuam em vários ramos, principalmente industrial, de segurança patrimonial e vigilância e de construção civil. Parte delas, segundo a Receita, atuam em licitações e contratos com a administração pública.

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