PF investiga fraude de R$ 11 milhões em golpes de falsos doentes no INSS na BA

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31/07/2019

Nesta quarta-feira (31), foi deflagrado pela Polícia Federal uma operação contra uma organização criminosa especializada em fraudar benefícios previdenciários no estado da Bahia.  Segundo a PF, a ação cumpre 26 mandados, sendo 11 de prisão temporária e 15 de busca e apreensão, em cidades como Salvador, Aratuípe, Vera Cruz e Nazaré, todas cidades da Bahia. De acordo com as investigações, o valor do prejuízo estimado com as fraudes supera os R$11 milhões, relacionados a cerca de 200 benefícios previdenciários com suspeita de fraude. 

As investigações da PF indicam que os suspeitos das fraudes atuavam junto a servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), manipulando perícias médicas em troca de vantagens financeiras, com o objetivo de ativar ou manter ativos benefícios previdenciários fraudulentos, em sua maioria da espécie auxílio-doença.

A PF informou que  os envolvidos responderão por diversos crimes, como integrar organização criminosa, estelionato previdenciário, inserção de dados falsos em sistemas de informações, corrupção ativa, corrupção passiva, dentre outros. Se condenados, as penas somadas podem chegar a mais de 50 anos de prisão.

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Fonte: Jornal CORREIO

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Servidora pública é afastada por suspeita de ficar com valores de taxas de emissão de RG em Lauro Müller

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20/06/2019

Uma servidora pública de Lauro Müller, no Sul catarinense, foi afastada da prefeitura por suspeita de ficar com o dinheiro da emissão de taxas de serviço de carteiras de identidade. A medida foi tomada após a Operação Minos, deflagrada pela Polícia Civil na quarta-feira (19). Segundo a Polícia Civil, a mulher tem 42 anos e estava cedida para a função de emissão de documentos, já que na cidade não há Instituto Geral de Perícias (IGP). Ela trabalhava no cargo desde março de 2019. Entre as fraudes suspeitas, moradores assinavam uma declaração de hipossuficiência para não pagar a emissão do documento de Registro Geral (RG), sem saber o teor do documento assinado. Com isso, ela cobrava as taxas de serviço e se apropriava do valor. Ela também é suspeita de usar boletins de ocorrência de perda de documento de maiores de 60 anos, para gerar a isenção de taxa no Sistema Integrado de Segurança Pública. Mesmo assim, cobrava das pessoas o valor do serviço. Conforme o delegado responsável, a servidora segue afastada nesta quinta-feira (20), proibida de frequentar a administração municipal e de entrar em contato com as pessoas que fizeram identidade com servidora. O nome dela não foi divulgado. A Polícia Civil enquadrou a mulher em peculato e inserção de dados falsos em sistema público. Foi cumprido mandado de busca e apreensão na casa dela.

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Fonte: G1

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Mulher é presa por cometer irregularidades na emissão de identidades em Lauro Müller

Funcionária pública é suspeita de produzir certificados escolares falsos em Lauro Müller, na Serra Catarinense

Mulher é presa por cometer irregularidades na emissão de identidades em Lauro Müller

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19/06/2019

Uma mulher, de 42 anos, foi presa pela Polícia Civil de Lauro Müller por se apropriar de valores das taxas de emissão das carteiras de identidade. Ela é servidora pública municipal e foi efetivada no cargo em março deste ano. A operação foi denominada de Minos. A prisão dela aconteceu na manhã desta quarta-feira (19). A emissão das carteiras de identidade é realizada pelo Instituto Geral de Perícias (IGP), porém o órgão não possui unidades em todos os municípios de Santa Catarina, com isso, servidores municipais são disponibilizados para realizar o trabalho, como acontece em Lauro Müller. Segundo as investigações, a mulher teria se apropriado dos valores das taxas de emissão das carteiras de identidade, sendo que ela recebia as taxas e, logo após, registrava no Sistema Integrado de Segurança Pública, falsamente, que os requerentes da identidades teriam apresentado declarações de hipossuficiência ou boletins de ocorrência de perda de documento de maiores de 60 anos, o que em tese, possui a isenção da taxa, fazendo isso, inclusive para uma jovem que precisava da identidade para fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). A Polícia Civil escutou algumas pessoas que indicaram a prática de crimes de peculato e inserção de dados falsos em sistema público.

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Fonte: Engeplus

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Funcionária pública é suspeita de produzir certificados escolares falsos em Lauro Müller, na Serra Catarinense

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17/06/2019

Em Lauro Müller, na Serra Catarinense, a polícia investiga a ação irregular de uma funcionária pública que é suspeita de falsificar certificados e históricos escolares em troca de pagamento. Para dar continuidade às apurações, três mandados de busca e apreensão foram cumpridos na manhã desta segunda-feira (17) durante a Operação Fictum Libellum. As ordens judiciais foram cumpridas na casa da funcionária, de uma suposta ajudante e, também, na escola onde a mulher teria acessado os sistemas do estado. A ação foi realizada pela Polícia Civil, com apoio do Instituto Geral de Perícias e do Ministério Público. O inquérito foi instaurado na Delegacia de Polícia de Lauro Müller e identificou a funcionária da secretaria da educação. Ela não só produzia, como, também, vendia os documentos falsificados em nome de uma escola estadual, por R$ 800. A mesma pessoa também produzia trabalhos escolares para alunos que contratassem seus serviços, por R$ 50. Toda a ação tinha apoio de outra mulher. Durante as diligências policiais foram ouvidas testemunhas que indicaram a possível prática dos crimes de falsificação dos documentos, citando o nome de uma pessoa que nunca estudou na escola Engenheiro Ernani Cotrin, onde havia sido emitido histórico escolar como se o aluno fosse de lá. Também se descobriu que um ex-aluno estaria oferecendo os certificados escolares para venda. Comprovadas as suspeitas, a funcionária do Estado deve ser indiciada pelos crimes de corrupção ativa e passiva, bem como, por delito administrativo devido a inserção de dados falsos em sistema informatizado da administração pública.

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Fonte: NSC Total

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Operação da PF prende 3 pessoas e cumpre quatro mandados de busca e apreensão no nordeste do Pará

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06/06/2019

Nesta quinta-feira (06), na região nordeste do Pará, a Polícia Federal realizou a operação Fogo. Foram cumpridos três mandados de prisão preventiva e quatro de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal de Castanhal. Uma pessoa está foragida. Os mandados são cumpridas nos municípios de Colares, Vigia e Castanhal. O objetivo foi prender quatro pessoas suspeitas fazerem parte de grupo criminoso que atua na falsificação de documentos. A investigação começou com a prisão em flagrante de um falsário realizada pela Polícia Civil de Castanhal. Na ocasião, foi encontrado vasto material utilizado para falsificação de documentos e alguns dispositivos de informática. “A (Polícia) Civil continuou a investigação e chegou à conclusão da possível participação de uma servidora da receita federal, que ajudava esse grupo criminoso na fabricação de CPFs”, disse o delegado da Polícia Federal. Segundo a PF, os principais crimes investigados são de falsificação de documento público, inserção de dados falsos, corrupção ativa e passiva e organização criminosa. Em muitos casos, houve a criação de números de RGs e CPFs e desvio de cédulas de identidades. Um dos investigados estaria exercendo a função de papiloscopista da Polícia Civil. A Polícia Federal entrou no caso porque foi identificada, entre os investigados, a participação de uma servidora da Receita Federal. Os presos serão ouvidos na Superintendência da Polícia Federal em Belém e depois encaminhados ao sistema prisional.

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Fonte: G1

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Pai e filho são presos suspeitos de integrar quadrilha especializada em fraudar identidades e CPFs

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09/04/2019

Dois homens, que são pai e filho, foram presos pela Polícia Federal suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em fraudar documentos oficiais. Segundo a investigação, com cédulas de identidade e documentos de cartório falsificados, o grupo retirava CPFs falsos na agência da Receita Federal em Goiana, no Grande Recife. A Polícia Federal detectou a atuação do grupo tanto em Pernambuco, quanto na Paraíba e no Rio Grande do Norte. A prisão, divulgada nesta terça-feira (09), ocorreu em Parnamirim (RN), na Região Metropolitana de Natal, em um condomínio de alto poder aquisitivo. Pai e filho, identificados pela PF como M.A.C.N., de 47 anos, e B.M.G.C., de 27, foram presos em decorrência de um mandado de prisão preventiva concedido pela 25ª Vara Federal em Goiana. Os investigadores chegaram até os dois após um adolescente de 17 anos, suspeito de fraude e estelionato, ser detido com documentos falsificados em 2018. Na ocasião, ele se passava por maior de idade e foi detido em Goiana, no Grande Recife. Além de vender os documentos falsos, o rapaz os utilizava para abrir contas bancárias e pegar empréstimos.

Após a confirmação da idade e a liberação do adolescente em audiência de custódia, os investigadores conseguiram identificar outros integrantes da quadrilha. Durante a operação para prender pai e filho, os policiais encontraram documentos que comprovam as fraudes, como cédulas de identidade sem fotos e papéis de cartórios. Também foram apreendidos dois veículos durante a operação, sendo um importado. Após a prisão, os dois foram encaminhados à audiência de custódia em Goiana e tiveram as prisões confirmadas pela Justiça. Os dois respondem pela prática de crimes de falsificação de documentos públicos, inserção de dados falsos em sistemas da Receita Federal e organização criminosa, com penas que variam de dois a oito anos de reclusão. A PF afirmou que ainda analisa os objetos apreendidos no intuito de identificar outros criminosos e localizar outros integrantes da quadrilha.

Polícia prende suspeito de tentar extorquir R$ 1 milhão de diretores de faculdade, em Curitiba

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27/03/2019

De acordo com a Polícia Civil, um homem, de 33 anos, foi preso suspeito de tentar extorquir R$ 1 milhão de diretores de uma faculdade, em Curitiba. A prisão ocorreu na terça-feira (26), na própria faculdade. O suspeito, que é ex-funcionário, conseguiu dados particulares e financeiros de alunos e empregados da instituição. Segundo o titular da Delegacia de Estelionato de Curitiba, o homem ameaçava vender os dados pegos no sistema da faculdade na internet. “Fizemos a prisão pelos crimes de extorsão e de inserção de dados dentro de sistemas de informação”, disse. Segundo ele, os diretores procuraram a polícia para denunciar o caso. Um encontro foi combinado com o ex-funcionário na faculdade e ele acabou preso em flagrante no local. Ainda conforme a polícia, uma parte dos dados já estava hospedada em servidores fora do Brasil.

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