Pai e filho são presos suspeitos de integrar quadrilha especializada em fraudar identidades e CPFs

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09/04/2019

Dois homens, que são pai e filho, foram presos pela Polícia Federal suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em fraudar documentos oficiais. Segundo a investigação, com cédulas de identidade e documentos de cartório falsificados, o grupo retirava CPFs falsos na agência da Receita Federal em Goiana, no Grande Recife. A Polícia Federal detectou a atuação do grupo tanto em Pernambuco, quanto na Paraíba e no Rio Grande do Norte. A prisão, divulgada nesta terça-feira (09), ocorreu em Parnamirim (RN), na Região Metropolitana de Natal, em um condomínio de alto poder aquisitivo. Pai e filho, identificados pela PF como M.A.C.N., de 47 anos, e B.M.G.C., de 27, foram presos em decorrência de um mandado de prisão preventiva concedido pela 25ª Vara Federal em Goiana. Os investigadores chegaram até os dois após um adolescente de 17 anos, suspeito de fraude e estelionato, ser detido com documentos falsificados em 2018. Na ocasião, ele se passava por maior de idade e foi detido em Goiana, no Grande Recife. Além de vender os documentos falsos, o rapaz os utilizava para abrir contas bancárias e pegar empréstimos.

Após a confirmação da idade e a liberação do adolescente em audiência de custódia, os investigadores conseguiram identificar outros integrantes da quadrilha. Durante a operação para prender pai e filho, os policiais encontraram documentos que comprovam as fraudes, como cédulas de identidade sem fotos e papéis de cartórios. Também foram apreendidos dois veículos durante a operação, sendo um importado. Após a prisão, os dois foram encaminhados à audiência de custódia em Goiana e tiveram as prisões confirmadas pela Justiça. Os dois respondem pela prática de crimes de falsificação de documentos públicos, inserção de dados falsos em sistemas da Receita Federal e organização criminosa, com penas que variam de dois a oito anos de reclusão. A PF afirmou que ainda analisa os objetos apreendidos no intuito de identificar outros criminosos e localizar outros integrantes da quadrilha.

Polícia prende suspeito de tentar extorquir R$ 1 milhão de diretores de faculdade, em Curitiba

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27/03/2019

De acordo com a Polícia Civil, um homem, de 33 anos, foi preso suspeito de tentar extorquir R$ 1 milhão de diretores de uma faculdade, em Curitiba. A prisão ocorreu na terça-feira (26), na própria faculdade. O suspeito, que é ex-funcionário, conseguiu dados particulares e financeiros de alunos e empregados da instituição. Segundo o titular da Delegacia de Estelionato de Curitiba, o homem ameaçava vender os dados pegos no sistema da faculdade na internet. “Fizemos a prisão pelos crimes de extorsão e de inserção de dados dentro de sistemas de informação”, disse. Segundo ele, os diretores procuraram a polícia para denunciar o caso. Um encontro foi combinado com o ex-funcionário na faculdade e ele acabou preso em flagrante no local. Ainda conforme a polícia, uma parte dos dados já estava hospedada em servidores fora do Brasil.

Através de cadastro biométrico, PF descobre homem que tinha dois títulos de eleitor no RN

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11/02/2019

Nesta segunda-feira (11), a Polícia Federal cumpriu, na Zona Norte de Natal, um mandado de busca e apreensão para combater o delito de falsificação de documentos para fins eleitorais. O homem alvo da ação tinha três documentos de identidade falsos, além de dois títulos de eleitor. A fraude foi descoberta por causa do cadastramento biométrico da Justiça Eleitoral. A operação aconteceu no bairro de Nossa Senhora da Apresentação, Zona Norte de Natal. A investigação começou após provocação realizada pela Justiça Eleitoral, que informou a existência de um eleitor cadastrado com perfis biométricos semelhantes, mas com documentação de cadastro eleitoral diferente, o que evidenciava uma possível fraude.

Durante as investigações, foi constatado que o suspeito possuía três identidades, sendo uma da Paraíba e outras duas no Rio Grande do Norte. Através do trabalho de perícia datiloscópica, os investigadores constataram que o suspeito fazia uso de diferentes documentos, o que possibilitou a prática da fraude eleitoral e a expedição de mais de um título de eleitor vinculados às cidades de São José do Mipibu e Monte Alegre. “O cumprimento da busca e apreensão teve como objetivo arrecadar documentos e/ou informações sobre esta e outras fraudes praticadas pelo acusado que responderá pelos crimes de inscrição fraudulenta de eleitor, falsificação de documento público para fins eleitorais, inserção de dados falsos em documento público para fins eleitorais e uso de documento falso, cujas penas somadas poderão, em caso de condenação, alcançar 22 anos de reclusão”, informou a Polícia Federal, em nota. Esse tipo de crime deverá ser cada vez mais combatido, após a implantação do cadastro biométrico promovido pela Justiça Eleitoral. “Fica praticamente impossível a fraude não ser detectada”, informou.

Fraude no Detran alterou dados de mais de 300 carros no RS

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15/01/2019

Uma série de operações no sistema informatizado envolvendo alterações em cadastros de veículos e feitas em horário fora de expediente fez soar um alerta no Departamento Estadual de Trânsito (Detran), levando Polícia Civil a descobrir uma fraude. Usando a senha de um servidor público, dois investigados alteraram informações relativas a pelo menos 322 carros no Estado, causando prejuízo ao Detran, até o momento, de R$ 450 mil. Foram identificadas 955 operações no sistema Gerenciamento de Informações do Detran-RS (GID), que reúne dados cadastrais de veículos. Ao fraudar informações – como o nome do proprietário, a existência de multas ou numeração do chassi e do Renavam –, os fraudadores conseguiam evitar determinados pagamentos ao órgão público. Até mesmo carros em nome de pessoas mortas foram transferidos de forma fraudulenta. Nesta terça-feira (15), ao deflagrar a Operação Transitório, a polícia cumpriu quatro mandados de prisão temporária e 18 de busca e apreensão em oito cidades. Três suspeitos foram presos e um é considerado foragido. Uma auditoria interna do Detran identificou, por meio dos endereços dos computadores em que a senha do servidor foi usada, dois suspeitos. Um deles já foi credenciado do Detran, atuava em um Centro de Registro de Veículos Automotores (CRVA), e acabou desligado justamente por fazer inserção de dados falsos no sistema. Outro fez a transferência da propriedade de dezenas de carros para seu nome, além de modificar o endereço de entrega de documentos veiculares. Os outros dois investigados se beneficiaram do esquema – um deles tem loja de compra e venda de veículos. Os nomes dos suspeitos não estão sendo divulgados.

A investigação começou quando o Detran levou as suspeitas apuradas em auditoria para a Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes contra a Administração Pública e Ordem Tributária (Deat). A estratégia usada pelos fraudadores para não serem descobertos acabou ajudando a detectar o esquema. Como faziam uso de uma senha ativa, se eles mexessem no sistema em horário de expediente, derrubariam o acesso do funcionário do Detran e isso chamaria a atenção. Então, eles só realizavam operações à noite e em finais de semana e feriados. Conforme apuração, o servidor, cuja senha foi usada, não teria participação no esquema. A polícia ainda apura como os fraudadores obtiveram o código de acesso ao GID. Até o momento foi apurado que o Detran deixou de receber R$ 450 mil em multas por infrações, em Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT), em  Licenciamentos e em IPVA. A polícia ainda apura se há mais operações realizadas pelo grupo, mais beneficiários e se outras senhas podem ter sido usadas.

Como funcionava o esquema criminoso

  • Pelo menos dois suspeitos alteraram informações de 322 carros (apurado até o momento), causando prejuízo de cerca de R$ 450 mil ao Detran;
  • As alterações em dados cadastrais dos veículos eram efetivadas no sistema fora do horário de expediente, com a senha de um servidor público, funcionário do Detran, que não teria relação com o esquema criminoso;
  • Foram identificadas 955 operações no sistema de Gerenciamento de Informações do Detran-RS;
  • Eram alteradas informações como nome do proprietário, a existência de multas ou numeração do chassi e do Renavam;
  • Objetivo da fraude seria burlar pagamentos de multas e taxas ao órgão público, além de facilitar negócios dos envolvidos.

Polícia investiga fraude no pagamento de benefício do INSS

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18/12/2018

Uma fraude no pagamento de um benefício do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) está sendo investigada pela Polícia Federal (PF). Uma aposentada notou que o dinheiro havia sido desviado de sua conta bancária. Após o ocorrido, a idosa formalizou uma denúncia. Além dos desvios bancários, a investigação da PF também apura indícios de cadastros irregulares para empréstimos feitos sem a autorização dos beneficiários. “O grande problema é que há a possibilidade de numa investigação como essa haver servidores desses órgãos envolvidos. Quando isso acontece, essas pessoas podem ser responsabilizadas por inserção de dados falsos no sistema, por peculato [subtração ou desvio] e associação criminosa. Então tudo isso aí será alvo de investigação por parte da Polícia Federal”, destaca o chefe de comunicação da Polícia Federal.

Investigações

A Polícia Federal em Pernambuco reforça à população a importância de denunciar casos de fraude no benefício do INSS. A denúncia formal contribui para o avanço das investigações. “A gente vai começar a chamar todos os responsáveis, principalmente pelas agências bancárias que estão envolvidas na questão da concessão deste benefício”, explica o chefe de comunicação.

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Fonte: Rádio Jornal

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Três pessoas são presas no Araguaia por envolvimento no esquema de compra e venda de CNHs em MT

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18/12/2018

Três pessoas foram presas na cidade de São Félix do Araguaia, na região do Vale do Araguaia, acusadas de estarem envolvidas num esquema de fraudes junto ao Detran de Mato Grosso. Ao todo foram detidos 51 suspeitos após conclusão de inquérito policial da operação “Mão Dupla”, da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz). Os suspeitos estariam participando de um esquema de compra e venda de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) dentro do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT) e vão responder pelos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, inserção de dados falsos no sistema e organização criminosa. O delegado responsável explica que, além dos indiciamentos dos suspeitos, também foram instaurados autos complementares para dar continuidade à investigação de fraudes na obtenção de CNHs. A Defaz também recebeu, de outras unidades policiais do Estado, informações referentes a pessoas que procuraram espontaneamente a Polícia Civil para registrar boletim de ocorrência e entregar Carteira Nacional de Habilitação (CNH), confessando que adquiriram de maneira indevida o documento, nos mesmos moldes da investigação em andamento. Os valores, que podiam variar de acordo com a condição financeira do candidato, eram pagos aos representantes das autoescolas, que por sua vez repassavam aos servidores da banca examinadora do Detran.

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Fonte: Folha MT

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PF prende suspeita de fraude de R$ 1 milhão no INSS

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14/09/2018

Desde a tarde dessa quinta-feira (13), a Polícia Federal realiza a Operação Catena, para cumprir cinco mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva e ordem judicial de afastamento de uma servidora pública por fraudes estimadas em R$ 1 milhão no INSS.  Todos os benefícios previdenciários foram suspensos. Cerca de 50 policiais federais fazem diligências para cumprimento das Ordens Judiciais expedidas pela 16ª Vara da Justiça Federal de João pessoa. Durante a investigação, iniciada em março de 2017  no âmbito da Força Tarefa Previdenciária, verificou-se a concessão de 23 benefícios previdenciários, especificamente auxílio-reclusão, concedidos irregularmente por servidora do INSS, na Capital, desde o ano de 2015. Os investigados obtiveram a concessão de benefícios irregulares para familiares de indivíduos que nunca tinham sido presos e também em razão de filhos de presidiários que nunca existiram.

A operação interrompeu a fraude que ocorria desde 2015.  Os envolvidos foram indiciados pela prática dos crimes de estelionato previdenciário, associação criminosa e inserção de dados falsos em sistema de informações, cujas penas, somadas, podem superar 20 anos de prisão. O nome da Operação Catena advém de termo italiano que significa cadeia, em referência ao tipo de benefício fraudado (auxílio-reclusão). O preso e os objetos arrecadados nas buscas foram levados para a Superintendência Regional da Polícia Federal na Paraíba.

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Fonte: Mais PB

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