Homem é detido por usar CNH falsa para se inscrever em concurso em MT

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22/08/2017

Na última sexta-feira (18) F.W. B., de 28 anos, foi conduzido pela equipe de policiais cedidos à Coordenadoria de Fiscalização de Credenciados (CFisc) do Detran/MT, para a Delegacia de Polícia de Lucas do Rio Verde,  por indícios do uso de  Carteira Nacional de Habilitação (CNH) falsa, falsidade ideológica e inserção de dados falsos em sistema de informação. O homem foi detido quando tentava participar do Curso Especializado para Condutores de Movimentação Operacional de Produtos Perigosos (MOPP), em um Centro de Formação de Condutores (CFC). No ato da fiscalização foi solicitado que os candidatos presentes na lista de chamada apresentassem a CNH. O suspeito alegou não possuir nenhum documento pessoal e em seguida tentou fugir da autoescola autorizada onde assistia aula e foi impedido pela equipe de policiais. Ao ser indagado sobre a sua CNH, o homem apresentou uma cópia digital em seu celular e em seguida confessou ter falsificado a CNH de sua mulher, escaneado e editando a imagem para inserir seus dados pessoais e assim poder realizar sua matricula no curso MOPP. Os indícios de irregularidades foram constatados pela Coordenadoria de Controle de Formação de Condutores, que em análise preliminar apurou incongruências entre os dados dos documentos apresentados pelo candidato com os consultados no sistema Detrannet. Em razão dos indícios de irregularidades a equipe da CFISC encaminhou o suspeito para delegacia de polícia local, onde foi registrado BO para providências da autoridade policial competente. Também será analisada a conduta do CFC.

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Fonte: Folha Max

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Suspeito de golpe é preso por alugar carro em GO e tentar vender no ES, diz polícia

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11/07/2017

Na noite desta segunda-feira (10), um homem, de 50 anos, foi preso após ser flagrado pela Polícia Civil, no Espírito Santo, vendendo carros alugados em Goiás, com documentos falsos. De acordo com a polícia, ele transferia o veículo para um ‘laranja’ em outro estado para cometer a fraude sem ser descoberto. No Espírito Santo, há dois registros de veículos com o nome do suspeito. O homem tentou vender em uma Duster 2017 alugada com documento falso no nome de outra pessoa, no mês de junho, em Goiás. A empresa tinha um sistema particular para verificação de veículos, descobriu a fraude e entrou em contato com a polícia. O sujeito chegou a anunciar a venda da Duster em um site de compras e vendas de produtos por R$58 mil. Policiais da Delegacia de Defraudações (Defa) se passaram por compradores, marcaram um encontro com o suspeito, em um shopping de Vitória, e deram voz de prisão. Ele foi indiciado pelos crimes de receptação qualificada e associação criminosa, devido à ajuda que recebeu de um amigo e da esposa para realizar a fraude na locadora. Ele ainda vai ser indiciado pelos crimes de uso de documentos falsos, falsificação de documento público, falsidade ideológica, inserção de dados falsos no sistema e estelionato.

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Fonte: G1

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Operação Constrição desarticula grupo criminoso que fraudava o INSS no Norte de Minas

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12/06/2017

Dois mandados de prisão preventiva, um de temporária e 12 mandados de busca e apreensão foram cumpridos pela Polícia Federal, na manhã desta segunda-feira (12), através da Operação Constrição, que investiga organização criminosa que fraudava a previdência social no Norte de Minas. Um dos mandados de prisão preventiva é contra uma servidora do INSS. A ação da PF, realizada em Montes Claros, é em parceria com a Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda. Sete pessoas também devem ser conduzidas coercitivamente pela Polícia Federal. Segundo as investigações, a organização atuava na cooptação e concessão de benefícios previdenciários fraudulentos com a participação de servidores do INSS, em troca de vantagem indevida. “Vantagem esta consubstanciada em pagamento de determinado valor, que era fruto de empréstimos consignados, contratados em nome dos beneficiários das fraudes”, diz a Polícia Federal. Segundo a PF, o valor do prejuízo é de R$ 486 mil referentes à concessão dos benefícios fraudados e R$ 416 mil de empréstimos consignados que recaíram sobre os benefícios previdenciários. Os investigados estão sendo indiciados por estelionato, falsidade ideológica, organização criminosa e inserção de dados falsos em sistemas de informações.

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Fonte: G1

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Polícia apura fraude no pagamento de IPVA que gerou prejuízo de R$ 10 milhões

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10/04/2017

A Polícia Civil iniciou uma operação que apura a fraude no pagamento de IPVA, que gerou prejuízo de R$ 10 milhões aos cofres públicos, em Goiás. Conforme a corporação, 800 boletos do tributo receberam baixa no sistema da Secretaria da Fazenda (Sefaz) sem serem pagos. Dois despachantes foram presos e cinco servidores do órgão foram conduzidos coercitivamente suspeitos de envolvimento com o crime. O resultado da Operação Click foi apresentado nesta segunda-feira (10), em Goiânia. A ação foi deflagrada na última sexta-feira (07) e cumpriu dois mandados de prisão temporária, cinco de condução coercitiva e seis de busca e apreensão em Goiânia, Quirinópolis e Aragarças. Segundo o delegado da Delegacia de Repressão a Crimes contra a Ordem Tributária (DOT), esta foi a segunda etapa das investigações, que já haviam identificado, anteriormente, um ex-funcionário da secretaria como operador das fraudes. De acordo com o investigador, ele ocupava um cargo comissionado na Sessão de IPVA da Sefaz. Em depoimento, o homem confirmou as fraudes, mas, segundo o delegado, não haviam elementos suficientes para a prisão dele. Após ser descoberto, o suspeito abandonou o cargo.

Esquema

O superintendente executivo da Sefaz, conta que a fraude foi identificada pela própria secretaria, que encaminhou o caso para a investigação da Polícia Civil. De acordo com o representante do órgão, a secretaria está colaborando com as investigações e quer reaver os R$ 10 milhões que deixaram de ser pagos aos cofres públicos desde o ano de 2012. O delegado explica que a dinâmica do esquema será esclarecida a partir da análise do material apreendido. Mas que já pode adiantar que a fraude acontecia em três esferas. Segundo ele, foram utilizadas várias senhas de servidores para que fosse dada a baixa no pagamento do imposto. A Polícia Civil apura se todos estes servidores tinham envolvimento com o esquema. “Pode ter sido de dentro da secretaria, por parte do servidor, ou servidores, que acessava o sistema para anular a cobrança do tributo, do lado do contribuinte, que pode ter procurado despachantes para obter vantagem, o que nós vamos apurar com depoimentos. E por parte dos profissionais que foram presos suspeitos de mediar a questão entre o contribuinte e o servidor que fraudava”, afirmou. Os envolvidos devem responder por inserção de dados falsos no sistema, corrupção ativa e passiva, associação criminosa e sonegação fiscal. A pena para estes crimes pode chegar a 40 anos.

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Fonte: G1

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PF desarticula grupo suspeito de desviar R$ 1,2 milhão do INSS em RO

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14/03/2017

Em Rondônia, na manhã desta terça-feira (14), a Polícia Federal deflagrou a Operação Consilium Fraudis, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso suspeito de cometer fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no estado. De acordo com a PF, os suspeitos são responsáveis por um prejuízo de cerca de R$ 1,2 milhão aos cofres públicos. Ao todo, 34 mandados judiciais estão sendo cumpridos nas cidades de Porto Velho, Ariquemes (RO) e Alto Paraíso (RO). Dentre os mandados que estão sendo cumpridos por 65 policiais federais, três são de prisão temporária, nove de busca e apreensão e 22 de condução coercitiva. Calcula-se que a operação evitou um prejuízo de R$ 7 milhões. Segundo a PF, a investigação apurou que servidores do INSS de Ariquemes recebiam propina em troca da concessão de benefícios previdenciários fraudulentos, principalmente em casos de pensão por morte rural. O grupo criava processos administrativos com documentos falsos para justificar a liberação dos benefícios. Em alguns casos, os processos nem chegavam a ser criados, as informações eram inseridas diretamente no sistema da Previdência Social pelos servidores investigados. Na maioria dos casos, a propina era paga por meio de empréstimos consignados que eram obtidos pelos titulares dos benefícios fraudados e, posteriormente, repassados ao grupo criminoso. A PF explica que os suspeitos responderão, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de associação criminosa, uso de documento falso, inserção de dados falsos em sistemas de informação, corrupção passiva e corrupção ativa. Além do cumprimento dos mandados, a Justiça Federal determinou o afastamento de dois servidores do órgão, a suspensão de 30 benefícios previdenciários e a proibição de quatro investigados de frequentarem qualquer agência da Previdência Social no Brasil.

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Fonte: G1

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PF prende duas pessoas em São Luís por fraude à Previdência Social

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20/10/2016

Uma operação chamada Casa Cheia II foi realizada pela Polícia Federal em conjunto com a Previdência Social e Ministério Público Federal (MPF) na manhã desta quinta-feira (20), em São Luís. Foram cumpridos 12 mandados judiciais, dos quais dois de prisão preventiva, um de condução coercitiva e nove de busca e apreensão. Não há ainda apuração do prejuízo causado. A polícia investiga crimes de estelionato previdenciário, falsidade documental e inserção de dados falsos em sistema de informações realizados por uma associação criminosa no bairro Anjo da Guarda, em São Luís. A investigação se concentrou na atuação dos intermediários e agenciadores de benefícios fraudulentos. A ação desta manhã é um desdobramento da Operação Casa Cheia deflagrada em maio deste ano em que uma pessoa foi presa, quatro foram conduzidas coercitivamente e sete mandados de busca e a apreensão foram cumpridos. Conforme a PF, havia indícios da participação de uma associação criminosa composta inicialmente por um idoso, que se passava por terceiros, um agenciador, que arregimentava pessoas e os encaminhava até Agências Bancárias, e outros dois intermediários, que forneciam a documentação falsa.

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Fonte: G1

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Grupo é preso por suspeita de fraude no sistema de aulas para tirar CNH

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06/10/2016

Na tarde desta quinta-feira (06), quatro pessoas foram presas suspeitas de fraudarem o sistema de registro de aulas para tirar Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em uma autoescola em Piracicaba (SP). Conforme a Polícia Civil, os dados burlados eram enviados ao Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran). Policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) prenderam o grupo após um aluno ser flagrado enquanto cometia a irregularidade em uma escola de direção. O aluno chegava para ter aula prática, mas assinava a presença com o dedo no dispositivo de leitura digital da escola e ia embora. Horas depois, o estudante voltava para a autoescola apenas para colocar a digital novamente no equipamento, o que confirmava a realização da atividade no sistema. Segundo a DIG, com a fraude, a autoescola não gastava combustível e economizava na manutenção dos carros. Há ainda a suspeita de que a autoescola pagava um valor menor do que o praticado no mercado por aula dada pelos instrutores porque, com o esquema, eles não precisavam sair para a rua com os alunos. A delegacia informou que os instrutores e a dona da autoescola podem responder por falsa inserção de dados no sistema público de informação. O Detran jၠhavia aberto investigação contra algumas autoescolas da cidade. As quatro pessoas estão presas em uma cela da delegacia de Piracicaba.

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Fonte: G1

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