Polícia Civil recupera mais de R$ 50 mil em produtos obtidos em crimes de estelionato

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09/03/2018

Em Jaú (SP), a Polícia Civil da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) deteve um homem e apreendeu produtos obtidos em oito crimes de estelionato. Segundo informações dos policiais, o principal suspeito, um homem de 36 anos, aplicava golpes no comércio da cidade utilizando cheques falsificados desde 2017. A polícia recuperou um lote de madeiras no valor de R$ 14 mil, sete balcões e 20 prateleiras, avaliadas em cerca de R$ 9 mil. As madeiras seriam de uma madeireira da região e os móveis de outra empresa. Ambos seriam vendidos para uma terceira empresa. O homem também teria aplicado o golpe em duas outras empresas da cidade, totalizando um prejuízo de R$ 28 mil, no total. Ele foi encaminhado para a delegacia, onde foi indiciado pelos crimes de falsificação de documento público e estelionato. Ele prestou depoimento e foi liberado em seguida. Segundo a DIG, as investigações continuam para apurar a associação de outras pessoas nos crimes.

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Fonte: G1

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Tentativas de fraude crescem 7,1% em janeiro, diz Serasa

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12/03/2018

De acordo com dados divulgados pela Serasa Experian, o Brasil registrou um total de 161.097 tentativas de fraude no mês de janeiro, ou uma ação a cada 16,6 segundos. O número representa uma alta de 7,1% em relação a dezembro do ano passado. Mas na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve leve queda de 0,2%. Segundo economistas, os golpistas podem estar aproveitando o aquecimento do consumo ao crédito para aplicar fraudes. Em janeiro, a quantidade de pessoas que buscou crédito em janeiro de 2018 cresceu 5,3%. O setor de serviços foi o mais visado pelos golpistas em janeiro, com 37,2% das tentativas de fraude. Já o segmento de bancos e financeiras teve o maior crescimento, representando 25,1% do total. A telefonia registrou participação de 30,5%, varejo 6,0% e os demais 1,2%.

Veja os golpes mais aplicados em janeiro:

  • Compra de celulares com documentos falsos ou roubados:
  • Emissão de cartões de crédito: o golpista solicita um cartão de crédito usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima e o prejuízo para o emissor do cartão;
  • Financiamento de eletrônicos (Varejo) – o golpista compra um bem eletrônico (TV, aparelho de som, celular etc.) usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima;
  • Abertura de conta: golpista abre conta em um banco usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima. Neste caso, toda a “cadeia” de produtos oferecidos (cartões, cheques, empréstimos pré-aprovados) potencializa possível prejuízo às vítimas, aos bancos e ao comércio;
  • Compra de automóveis: golpista compra o automóvel usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima;
  • Abertura de empresas: dados roubados também podem ser usados na abertura de empresas, que serviriam de ‘fachada’ para a aplicação de golpes no mercado.

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Fonte: Correio do Povo

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PM detém trio que aplicava golpes contra idosas em Juiz de Fora

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06/03/2018

Na noite desta segunda-feira (5), em Juiz de Fora, dois jovens, de 24 e 28 anos, e uma garota de 18 foram detidos por estelionato, associação criminosa e posse de entorpecentes. Segundo a Polícia Militar (PM), eles tentavam enganar uma idosa para pegar o cartão bancário dela. Pelo menos outras quatro vítimas do trio, todas idosas e do sexo feminino, foram localizadas. O trio foi descoberto após denúncia da acompanhante da vítima, moradora do Bairro Bairu. Elas chamaram a PM e relataram que receberam uma ligação telefônica em que uma pessoa se passava por funcionário de um banco e dizia que tinha feito compras no cartão da vítima. O falso funcionário solicitou que ela entrasse em contato com o serviço de atendimento ao consumidor, no número que consta no verso do cartão. Na ligação, o suposto atendente solicitou a confirmação dos dados pessoais da idosa e reafirmou que fizeram uma compra no valor de R$ 2 mil, que deveria ser um caso de clonagem, e que em cerca de dez minutos seria enviado um funcionário para recolher o cartão clonado. Os policiais esperaram até que o rapaz de 28 anos chegasse ao local. Ele desceu de um carro com placas de Mairinque (SP) usando um capacete e tocou a campainha da casa da vítima. Ao perceber que seria abordado, o jovem correu e entrou no carro, que foi parado pelos policiais. Com o rapaz e o motorista de 24, nada foi encontrado. Dentro do veículo, foram encontrados R$ 140,95 em dinheiro, três celulares, um cartão de crédito e uma contestação de compra em nome de outra provável vítima. O jovem contou que ele e o motorista, de 24 anos, são de São Paulo (SP) e vieram até Juiz de Fora para aplicar golpes. Para isso, alugaram uma granja em Matias Barbosa, onde pretendiam se hospedar por uma semana. Equipes da PM foram até o local e receberam a informação que uma jovem desceu a rua correndo, pedindo ajuda para chamar um táxi. Ela foi localizada, detida e contou aos policiais que sabia do planejamento das ações criminosa. Na granja, foram localizadas quatro máquinas de cartão do tipo débito/crédito, que os detidos disseram pertencer a eles e que eram usadas para a ação criminosa. De acordo com informações da 70ª Companhia da PM, os autores afirmaram que uma central em São Paulo seria responsável por enganar as vítimas e desviar as ligações do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) do banco para a central clandestina e repassava aos detidos as informações pessoais das vítimas para que agissem pessoalmente. Eles receberam voz de prisão em flagrante pelo crime de estelionato e foram conduzidos para a Delegacia de Plantão da Polícia Civil em Santa Terezinha.

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Fonte: G1

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Dupla é presa acusada de aplicar golpes na compra de veículos pela internet

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01/03/2018

Nesta quarta-feira (28), a delegada titular da Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos e Cargas (DRFVC), informou a prisão em flagrante de duas pessoas acusadas de aplicar golpes na compra e venda de carros pela internet. Na ação, um veículo foi recuperado. E.P.L. e M.R. foram interceptados no momento em que estavam conduzindo um veículo Gol de cor prata, adquirido através do golpe. Eles estavam a caminho de uma loja de carros para realizar a revenda do veículo. Segundo a delegada, os criminosos estavam sendo investigados há cerca de dois meses e o golpe acontecia pela internet. “Eles compravam carros anunciados em sites de vendas online, e pagavam sempre com cheques sem fundo ou fazendo depósitos com envelopes vazios. A vítima visualizava o valor bloqueado na conta e entregava o carro com o documento de compra e venda assinado”, explicou a autoridade policial. Quando as vítimas se davam conta que o dinheiro não tinha caído, o carro já havia sido revendido para uma terceira pessoa. Conforme informações policiais, no momento da prisão, E.P.L. apresentou um documento de identidade falso com outro nome, que era utilizado para fazer a revenda e não ser encontrado depois. A dupla é natural do Mato Grosso e faz parte de uma quadrilha que atua em todo o país. Segundo a delegada, já foram identificadas 10 vítimas, mas a suspeita é que mais pessoas tenham caído nesse golpe em Alagoas. Os presos foram levados para a sede da Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos e Cargas, e o veículo devolvido a vítima.

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Fonte: Aqui Acontece

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Preso homem que se passava por policial para aplicar golpes em BH

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16/02/2018

O Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico (Denarc), prendeu um homem que usava nomes de delegados e da Polícia Civil para aplicar golpes. J.E.M.J., de 42 anos, enganava pessoas oferecendo curso e prometendo uma vaga de emprego em unidades prisionais, sem concurso público. Já foram identificadas mais de 85 vítimas. O prejuízo total já chega a R$ 100 mil. O homem, que nega o crime, foi apresentado na manhã desta sexta-feira. As investigações começaram depois que o delegado-chefe do Denarc, recebeu a informação de que seu nome estava sendo usado pelo criminoso para aplicar os golpes. “Chegou ao meu conhecimento de que ele usava o meu nome e de outro delegado, sob o argumento que estávamos coordenando um projeto através da Polícia Civil, para um curso visando a contratação de pessoas para trabalhar em unidades prisionais”, explicou o delegado. Segundo o inquérito, as pessoas interessadas no projeto deveriam ter curso superior e pagar uma taxa de inscrição. O valor variava entre R$ 670 até a R$ 820. “Seria um golpe buscando regimentar essas pessoas e buscar alcançar a taxa de inscrição. O curso jamais iria existir, porque não existe este projeto no âmbito da Polícia Civil de Minas Gerais”, disse. Os investigadores levantaram informações sobre o criminoso e conseguiram chegar até ele. Quando foi abordado, o homem reagiu e chegou a ferir os policiais. Na casa dele, vários produtos foram encontrados, até mesmo materiais utilizados por policiais civis. Nas redes sociais, ele se passava por membro da corporação. O homem age desde setembro. Já foram identificadas 85 vítimas e o prejuízo de R$ 100 mil. Os pagamentos das inscrições eram realizados em contas poupança que estavam em nome de terceiros. Ele tinha ajuda de uma mulher para chegar até as pessoas interessadas no curso. A polícia tenta identificá-la.

Perfil das vítimas

As vítimas já identificadas pela Polícia Civil são pessoas esclarecidas, segundo o delegado. Todas têm curso superior. “Geralmente no estelionato, a vítima tem o interesse de alcançar alguma vantagem. Certo é que, como se dizem, os olhos grandes são que fazem a vítima de estelionato serem seduzidas pelo golpe. São pessoas de nível superior, bem informadas, que acabam caindo no golpe pelo serviço fácil”, concluiu o delegado.

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Fonte: EM

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E-commerce brasileiro sofre uma tentativa de fraude a cada cinco segundos

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31/01/2018

Uma empresa brasileira de antifraude realizou um levantamento que mostra que o e-commerce brasileiro sofre uma tentativa de fraude a cada cinco segundos. Estes golpes contra lojas online acontecem a partir de compras feitas com cartões de crédito clonados. O estudo levou em consideração uma amostragem de mais de 40 milhões de transações, entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2017. O estudo aponta que o índice de tentativas de golpes virtuais foi de 3,03%, o que corresponde a uma transação fraudulenta a cada 33 processadas no comércio eletrônico. Este valor representa somente as tentativas de fraude, e não necessariamente a taxa de fraudes efetivas do e-commerce brasileiro. Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce nacional recebeu mais de 203 milhões de pedidos ao longo de 2017. Se 3,03% delas são de origem fraudulenta, mais de 6 milhões de transações foram feitas por estelionatários utilizando cartões clonados durante os 365 dias do ano. Quase uma compra criminosa a cada 5 segundos. “A maioria destas transações ilegítimas é barrada pelos sistemas antifraudes ou pelo lojista antes mesmo da aprovação do pagamento na hora da compra, e os produtos sequer são enviados ao fraudador. Um e-commerce saudável não pode ter uma taxa de fraudes superior a 1% do faturamento, sob risco de advertências, multas e até mesmo descredenciamento junto às operadoras e bandeiras de cartão de crédito”, explica o co-fundador da empresa. A taxa de tentativas de fraude em 2017 ainda é considerada bastante alta, mas apresentou uma redução de 15,4% em comparação ao índice de 2016, de 3,58%. Uma explicação para esta queda é o crescimento de todo o ecossistema do e-commerce no Brasil, com um mercado cada vez mais maduro e com soluções que oferecem alta tecnologia e segurança para lojistas e clientes. O estudo também apresenta o período do dia e o dia da semana em que a atividade criminosa é mais intensa na internet brasileira. Segundo o relatório, a maioria dos pedidos ilegítimos ocorre entre 20 e 23h, com 21,5% das tentativas, e quarta-feira é o dia da semana em que acontecem mais compras perigosas. O estudo é voltado principalmente para profissionais que atuam nos setores de e-commerce, meios de pagamento on-line, bancos ou tecnologia. O objetivo da empresa é compartilhar com o mercado informações relevantes sobre um problema ainda muito pouco debatido no mercado, muito embora a fraude seja uma das principais causas de prejuízo para lojas virtuais. Para ler a matéria completa, acesse ‘ler a notícia na íntegra’.

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Fonte: E-commerce Brasil

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Mulher se passa por policial para aplicar golpes

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15/01/2018

Nesta segunda feira (15),  por suspeita de golpes uma mulher foi levada a delegacia em Foz de Iguaçu . Ela foi denunciada por um comerciante, que desconfiou do comportamento da “cliente” e acionou a Polícia Militar. De acordo com os comerciantes que reconheceram a suspeita na delegacia, ela frequentava várias lojas da região de Três Lagoas como policial federal e alegava que os alvarás de funcionamento dos estabelecimentos estavam vencidos. Com esse argumento, a suspeita cobrava uma taxa dos comerciantes para regularizar a situação das lojas. Caso eles negassem o pagamento, eram ameaçados a comparecerem na delegacia para responder pelo “crime”. Em quinze dias, a suspeita teria conseguido, por esse método, quatro celulares e mais de R$ 1,7 mil.A suspeita responderá pelo crime de Estelionato.

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Fonte: Massa News

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