Dupla é presa acusada de aplicar golpes na compra de veículos pela internet

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01/03/2018

Nesta quarta-feira (28), a delegada titular da Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos e Cargas (DRFVC), informou a prisão em flagrante de duas pessoas acusadas de aplicar golpes na compra e venda de carros pela internet. Na ação, um veículo foi recuperado. E.P.L. e M.R. foram interceptados no momento em que estavam conduzindo um veículo Gol de cor prata, adquirido através do golpe. Eles estavam a caminho de uma loja de carros para realizar a revenda do veículo. Segundo a delegada, os criminosos estavam sendo investigados há cerca de dois meses e o golpe acontecia pela internet. “Eles compravam carros anunciados em sites de vendas online, e pagavam sempre com cheques sem fundo ou fazendo depósitos com envelopes vazios. A vítima visualizava o valor bloqueado na conta e entregava o carro com o documento de compra e venda assinado”, explicou a autoridade policial. Quando as vítimas se davam conta que o dinheiro não tinha caído, o carro já havia sido revendido para uma terceira pessoa. Conforme informações policiais, no momento da prisão, E.P.L. apresentou um documento de identidade falso com outro nome, que era utilizado para fazer a revenda e não ser encontrado depois. A dupla é natural do Mato Grosso e faz parte de uma quadrilha que atua em todo o país. Segundo a delegada, já foram identificadas 10 vítimas, mas a suspeita é que mais pessoas tenham caído nesse golpe em Alagoas. Os presos foram levados para a sede da Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos e Cargas, e o veículo devolvido a vítima.

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Fonte: Aqui Acontece

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Preso homem que se passava por policial para aplicar golpes em BH

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16/02/2018

O Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico (Denarc), prendeu um homem que usava nomes de delegados e da Polícia Civil para aplicar golpes. J.E.M.J., de 42 anos, enganava pessoas oferecendo curso e prometendo uma vaga de emprego em unidades prisionais, sem concurso público. Já foram identificadas mais de 85 vítimas. O prejuízo total já chega a R$ 100 mil. O homem, que nega o crime, foi apresentado na manhã desta sexta-feira. As investigações começaram depois que o delegado-chefe do Denarc, recebeu a informação de que seu nome estava sendo usado pelo criminoso para aplicar os golpes. “Chegou ao meu conhecimento de que ele usava o meu nome e de outro delegado, sob o argumento que estávamos coordenando um projeto através da Polícia Civil, para um curso visando a contratação de pessoas para trabalhar em unidades prisionais”, explicou o delegado. Segundo o inquérito, as pessoas interessadas no projeto deveriam ter curso superior e pagar uma taxa de inscrição. O valor variava entre R$ 670 até a R$ 820. “Seria um golpe buscando regimentar essas pessoas e buscar alcançar a taxa de inscrição. O curso jamais iria existir, porque não existe este projeto no âmbito da Polícia Civil de Minas Gerais”, disse. Os investigadores levantaram informações sobre o criminoso e conseguiram chegar até ele. Quando foi abordado, o homem reagiu e chegou a ferir os policiais. Na casa dele, vários produtos foram encontrados, até mesmo materiais utilizados por policiais civis. Nas redes sociais, ele se passava por membro da corporação. O homem age desde setembro. Já foram identificadas 85 vítimas e o prejuízo de R$ 100 mil. Os pagamentos das inscrições eram realizados em contas poupança que estavam em nome de terceiros. Ele tinha ajuda de uma mulher para chegar até as pessoas interessadas no curso. A polícia tenta identificá-la.

Perfil das vítimas

As vítimas já identificadas pela Polícia Civil são pessoas esclarecidas, segundo o delegado. Todas têm curso superior. “Geralmente no estelionato, a vítima tem o interesse de alcançar alguma vantagem. Certo é que, como se dizem, os olhos grandes são que fazem a vítima de estelionato serem seduzidas pelo golpe. São pessoas de nível superior, bem informadas, que acabam caindo no golpe pelo serviço fácil”, concluiu o delegado.

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Fonte: EM

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E-commerce brasileiro sofre uma tentativa de fraude a cada cinco segundos

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31/01/2018

Uma empresa brasileira de antifraude realizou um levantamento que mostra que o e-commerce brasileiro sofre uma tentativa de fraude a cada cinco segundos. Estes golpes contra lojas online acontecem a partir de compras feitas com cartões de crédito clonados. O estudo levou em consideração uma amostragem de mais de 40 milhões de transações, entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2017. O estudo aponta que o índice de tentativas de golpes virtuais foi de 3,03%, o que corresponde a uma transação fraudulenta a cada 33 processadas no comércio eletrônico. Este valor representa somente as tentativas de fraude, e não necessariamente a taxa de fraudes efetivas do e-commerce brasileiro. Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce nacional recebeu mais de 203 milhões de pedidos ao longo de 2017. Se 3,03% delas são de origem fraudulenta, mais de 6 milhões de transações foram feitas por estelionatários utilizando cartões clonados durante os 365 dias do ano. Quase uma compra criminosa a cada 5 segundos. “A maioria destas transações ilegítimas é barrada pelos sistemas antifraudes ou pelo lojista antes mesmo da aprovação do pagamento na hora da compra, e os produtos sequer são enviados ao fraudador. Um e-commerce saudável não pode ter uma taxa de fraudes superior a 1% do faturamento, sob risco de advertências, multas e até mesmo descredenciamento junto às operadoras e bandeiras de cartão de crédito”, explica o co-fundador da empresa. A taxa de tentativas de fraude em 2017 ainda é considerada bastante alta, mas apresentou uma redução de 15,4% em comparação ao índice de 2016, de 3,58%. Uma explicação para esta queda é o crescimento de todo o ecossistema do e-commerce no Brasil, com um mercado cada vez mais maduro e com soluções que oferecem alta tecnologia e segurança para lojistas e clientes. O estudo também apresenta o período do dia e o dia da semana em que a atividade criminosa é mais intensa na internet brasileira. Segundo o relatório, a maioria dos pedidos ilegítimos ocorre entre 20 e 23h, com 21,5% das tentativas, e quarta-feira é o dia da semana em que acontecem mais compras perigosas. O estudo é voltado principalmente para profissionais que atuam nos setores de e-commerce, meios de pagamento on-line, bancos ou tecnologia. O objetivo da empresa é compartilhar com o mercado informações relevantes sobre um problema ainda muito pouco debatido no mercado, muito embora a fraude seja uma das principais causas de prejuízo para lojas virtuais. Para ler a matéria completa, acesse ‘ler a notícia na íntegra’.

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Fonte: E-commerce Brasil

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Mulher se passa por policial para aplicar golpes

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15/01/2018

Nesta segunda feira (15),  por suspeita de golpes uma mulher foi levada a delegacia em Foz de Iguaçu . Ela foi denunciada por um comerciante, que desconfiou do comportamento da “cliente” e acionou a Polícia Militar. De acordo com os comerciantes que reconheceram a suspeita na delegacia, ela frequentava várias lojas da região de Três Lagoas como policial federal e alegava que os alvarás de funcionamento dos estabelecimentos estavam vencidos. Com esse argumento, a suspeita cobrava uma taxa dos comerciantes para regularizar a situação das lojas. Caso eles negassem o pagamento, eram ameaçados a comparecerem na delegacia para responder pelo “crime”. Em quinze dias, a suspeita teria conseguido, por esse método, quatro celulares e mais de R$ 1,7 mil.A suspeita responderá pelo crime de Estelionato.

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Fonte: Massa News

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Polícia Civil investiga mais de 30 casos de estelionato por venda de passagens aéreas falsas em Boa Vista

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20/12/2017

A Polícia Civil de Roraima está investigando mais de 30 casos de pessoas que compraram passagens áreas nos últimos meses e foram vítimas de estelionato em Boa Vista. O delegado da Polícia Civil disse nesta terça-feira (19) que as mais de 30 ocorrências do tipo foram registradas em três delegacias da capital. De acordo com ele, boa parte dos casos são de empresas locais que venderam os bilhetes aéreos, mas não repassaram os valores às companhias aéreas e as passagens acabaram canceladas. O delegado afirmou ainda que também ocorreram golpes através da internet, nos quais a compra era feita por aplicativos de mensagem ou ligações. Nessa semana, um jovem caiu em mais um golpe e teve um prejuízo de quase R$ 1 mil, mas segundo o delegado que atua no Departamento de Polícia Judiciária da capital, há casos em que o prejuízo da vítima chegou a R$ 9 mil. A pena para quem comete o crime de estelionato pode chegar a 5 anos de reclusão, além de multa. Ele não soube precisar em que data os supostos crimes ocorreram, já que as investigações são feitas em delegacias diferentes.

População deve denunciar

O delegado disse que a população deve procurar as delegacias e formalizar as denúncias por meio do boletim de ocorrência. Ele também recomendou que as vítimas juntem provas para anexar na investigação. “A população deve sempre desconfiar dos serviços que são baratos demais”, disse o delegado, acrescentando que quem for comprar passagens aéreas, deve procurar empresas consolidadas, ou ainda, pesquisar o histórico das agências que ainda são recentes.

Empresas podem até ser fechadas, diz Procon

A secretária executiva de defesa do consumidor do Procon Boa Vista, disse que as empresas que aplicam golpes nos clientes podem até ser fechadas, caso o número de denúncias seja expressivo. “Pra isso a gente precisa que os consumidores venham ao Procon e também formalizem as denúncias aqui”, complementou. Ela lembrou ainda que o Procon Boa Vista já realizou algumas audiências com clientes que foram lesados e empresas. Em alguns casos, foi possível reaver o valor das passagens. As denúncias podem ser feitas na sede do Procon Boa Vista, que funciona de segunda à sexta-feira das 8h às 18h no Centro de Atendimento ao Cidadão João Firmino Neto, no bairro Caimbé. A secretária também deu dicas que podem ser adotadas no momento da compra:

  • Verificar a confiabilidade da empresa com clientes anteriores
  • Conferir se a agência tem endereço físico
  • Verificar o número do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) junto à Receita Federal
  • Evitar preços de passagens menores do que os praticados no mercado
  • Ter cautela em vendas através de redes sociais
  • Após a compra, pedir o comprovante com o localizador da reserva
  • Evitar pagamentos à vista
  • Sempre que possível, optar pelo parcelamento

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Fonte: G1

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Jovem cai em golpe após comprar passagens aéreas com desconto em RR

Quadrilha é presa suspeita de falsificar mais de mil documentos de identidade

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18/12/2017

No flagrante, as cinco pessoas foram presas no loteamento Jardim Progresso, Zona Norte de Natal, em uma casa que pertence a um ladrão de banco, investigado pela Deicor, são eles: M.E.P.Pessoa, de 38 anos, preso na Operação Jet Coca, em 2003, pelo crime de tráfico de drogas, E.M.Silva, 47 anos, que no momento da prisão apresentou aos agentes uma identidade falsa da Polícia Militar, M.F.Medeiros, 57 anos, M.E.A.Teixeira, 38, e R.S.Silva, de 52. Os policiais apreenderam com o grupo, cartões de crédito, cheques em branco, identidades em branco e outras já confeccionadas, notebooks, celulares, e dois veículos, um Ford KA preto e um Volkswagen Voyage vermelho. Os cinco foram autuados por falsificação de documento público, uso de documento falso e associação criminosa, sendo encaminhados ao sistema prisional, onde ficarão à disposição da Justiça.

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Fonte: Tribuna do Norte

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Golpe do cheque falso lesa brasileiros na Flórida

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14/12/2017

Golpe do cheque falso é comum em todo os EUA

Um pintor goiano, morador de Deerfield Beach, está amargando um prejuízo de mais de $3 mil dólares em sua conta bancária por ter caído, há menos de um mês, em um golpe muito comum em todos os Estados Unidos. O golpe do cheque falso, no qual o estelionatário (de várias nacionalidades) do outro lado da linha – interessado em algum tipo de serviço prestado pela vítima – envia um cheque muito parecido com um cheque legítimo com um valor bem alto. Assim que o destinatário recebe o cheque, o golpista pede que a pessoa deposite o cheque em um ATM – para que o caixa não levante suspeitas – e pede que a pessoa envie uma certa quantia para uma conta determinada, que seria do estelionatário. Para brasileiros recém-chegados é bem complicado entender a lógica do sistema bancário americano. Nos EUA, quando você deposita um cheque em sua conta com uma quantia alta, o banco normalmente ‘adianta’ uma certa quantia para, então, compensar o valor e efetivar a transação no dia útil seguinte. Se o cheque depositado for falso ou não tiver fundos, o banco pega o dinheiro que ele havia adiantado de volta, devolve o cheque e ainda aplica uma multa de $35 como punição. No caso do pintor goiano, ele tem uma pequena companhia de pintura e conhece o sistema americano, já que vive nos EUA há 18 anos, mas foi convencido pelo ‘cliente’.  “Eu recebi um telefonema de uma pessoa falando muito mal inglês, não era brasileiro nem americano. A partir daí começamos a conversar por mensagem no celular. Ele me pediu o orçamento para pintar uma casa que existia, eu fui até o local, vi que tinha uma placa de venda e a casa estava lá. Ele acertou todo o serviço comigo por mensagem e me convenceu a aceitar um pagamento adiantado. Eu depositei o cheque numa sexta-feira no ATM, o cheque estava ‘limpo’ no dia seguinte e acabei depositando para ele os $3 mil que ele falou que seria para pagar um encanador”, explica. O problema é que na segunda-feira, quando o pintor foi conferir sua conta, o cheque além de não ter sido compensado, o rombo em sua conta era de $3,7 mil, já que ele havia sacado $3 mil para mandar para o golpista. “Eu sei que errei em acreditar, mas tudo parecia muito correto. Quero que essa reportagem sirva de alerta para outros brasileiros”, disse. Ele fez uma ocorrência policial e está tentando ser ressarcido do prejuízo pelo banco.

Dicas para não cair nesse golpe

  • Não aceite cheques com valor maior que o combinado para ter que devolver o dinheiro ao destinatário. Isso não existe.
  • Não troque cheques ‘inesperados’ por dinheiro vivo. Mesmo que o banco troque o cheque na hora, a instituição vai verificar que o documento é falso e você pode ter sérios problemas com a polícia.
  •  Não use ATM para depositar cheques de estranhos e vindos de locais que você não conhece. Deposite na boca do caixa.
  • Assim que receber o cheque por algum serviço prestado, ligue para a instituição para verificar que o destinatário existe.
  • Estelionatários são insistentes e ficam no seu pé até você depositar o cheque. Fique atento.

Foi vítima do golpe? Denuncie nos seguintes sites:

  • American Bankers Association Education Foundation, Fake Check Scams
  • FTC Consumer Alert, The Secrets of Mystery Shopping Revealed
  • Internet Crime Complaint Center, Work-at-Home Scams
  • National Consumers League, FakeChecks.org

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Fonte: Achei USA

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