Polícia Civil prende homem suspeito de estelionato em Maceió

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22/05/2019

Nesta quarta-feira (22), um homem foi preso por suspeita de aplicar golpes em Maceió. De acordo com a Polícia Civil (PC), ele é natural da Bahia e já havia sido preso no estado pelo mesmo motivo. Os agentes do Grupo de Investigação da Delegacia Geral (GIDG) ainda informaram que o acusado, de 45 anos, foi detido no momento em que tentava efetuar um empréstimo em um banco, utilizando um documento falso. Em depoimento, ele confessou que foi contratado por um segundo homem para realizar um saque de R$ 11 mil. Em seguida, esse indivíduo o buscaria na saída da agência e o pagaria 10% do valor pelo serviço prestado. Com ele, a polícia encontrou cinco identidades falsas, com os locais de nascimentos em municípios do interior de Alagoas e da Bahia. Segundo os agentes, as investigações sobre o caso devem continuar para que o homem citado pelo suspeito seja encontrado. Após a prisão, o sujeito foi encaminhado à Central de Flagrantes I, no bairro do Farol, para a realização dos procedimentos cabíveis.

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Fonte: Gazeta Web

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Grupo suspeito de estelionato é detido em hotel de Araxá

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14/05/2019

Foram presas em Araxá, no Alto Paranaíba, por suspeita de estelionato, quatro pessoas com idades entre 30 e 41 anos. De acordo com a Polícia Militar (PM), eles são da região de Belo Horizonte, se passavam por funcionários de empresas que não tiveram registros encontrados e aplicam golpes em todo o estado. A PM recebeu informações de que eles estavam hospedados em um hotel na cidade. Ao chegar no local, os policiais se depararam com os envolvidos que foram abordados. A polícia apurou que os suspeitos são naturais de Belo Horizonte, Contagem e Ibirité. Questionados, eles disseram que são vendedores autônomos de duas empresas de produtos terapêuticos e de segurança. Porém, segundo a PM, não apresentaram documentos que comprovassem vínculo empregatício ou a existência das empresas. Segundo a PM, eles abordavam as vítimas e, durante a negociação, solicitavam o cartão bancário delas e passavam por diversas vezes, debitando o valor das contas. Com eles foram apreendidos cartões bancários, aparelhos celulares, dinheiro, máquinas de cartão, diversos eletrônicos e blocos de contrato em nome de duas empresas, além de uma bucha de maconha e ainda camisetas azuis estampadas com nomes de falsas empresas. Além disso, com o grupo os militares encontraram dois contratos de compra e venda de produtos, e foi verificado que estavam em nome de uma vítima. Foram realizadas consultas e nenhum registro ou CNPJ que comprovasse a existência destas empresas foi encontrado. Eles foram encaminhados a delegacia da Polícia Civil, juntamente com o material apreendido.

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Fonte: G1

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Homem é detido suspeito de aplicar golpes em clientes de agência bancária em Piracicaba

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14/05/2019

Na manhã desta terça-feira (14), em Piracicaba (SP), um homem foi detido suspeito de aplicar golpes em uma agência bancária na Avenida Independência. Ao precisar de informações, os clientes ligavam em um número gratuito falso e forneciam dados bancários, que eram usados pelos criminosos para transferências de valores. O segundo suspeito do crime está foragido. Conforme informações da Guarda Civil Municipal (GCM), eles foram acionados após o monitoramento do banco filmar dois homens demorando na utilização dos caixas eletrônicos. Quando os guardas chegaram, um deles fugiu e o outro foi capturado. Em um dos caixas, foi encontrado um dispositivo que travava as teclas do equipamento e, ao lado, um adesivo com um número de telefone 0800 falso. Ainda conforme a GCM, ao ter problemas para usar o caixa, a pessoa ligava no número, que caía no celular dos suspeitos. Durante a ligação, eles pediam as informações bancárias dos clientes e com os dados, faziam as transferências bancárias. Não foi informado valores desviados pelos criminosos. A Polícia Científica foi acionada para realizar a perícia na agência e confirmar a irregularidade do dispositivo. O caso foi encaminhado para a Unidade de Polícia Judiciária (UPJ) de Piracicaba.

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Fonte: G1

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Mulher é presa por revender joias adquiridas em um golpe de estelionato em Montes Claros

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09/05/2019

Nessa quarta-feira (08), uma mulher de 38 anos foi presa em Montes Claros suspeita de revender produtos de um estelionatário. De acordo com informações da Polícia Militar, ela foi apontada por uma mulher como proprietária de uma grande quantidade de joias e semijoias. Os produtos, para a PM, foram adquiridos pelo homem em janeiro deste ano; ele pegou cerca de R$ 130 mil em joias para revender, mas não pagou e desapareceu. O autor do estelionato já foi identificado, mas ainda não foi preso. O homem de 28 anos já havia sido denunciado por outros golpes de estelionato com as mesmas características. A PM conseguiu chegar até a mulher que foi presa após uma denúncia de que as joias retiradas de joalheria estavam sendo revendidas em uma plataforma online. A mulher que fez o anúncio contou à polícia que havia sido contratada pela mulher de 38 anos para revender a mercadoria. Ela assumiu ser a proprietária, mas não informou onde comprou as joias e não tinha nenhum documento fiscal. Através de documentações, a joalheria, que fica no Centro da cidade, comprovou que as joias pertencem à empresa. Parte do material foi recuperada, e a polícia tenta localizar o estelionatário.

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Fonte: G1

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Estelionatários usam redes sociais para atrair vítimas e aplicar golpes em cidades gaúchas

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05/05/2019

As redes sociais tornaram- se um meio pelo qual os estelionatários atraem vítimas e aplicam golpes. É por ali que criminosos conquistam confiança e passam a pedir dinheiro para seus alvos. Em outra modalidade de estelionato, conhecida como “golpe do chute”, compradores combinam encontros com supostos vendedores para adquirir produtos ofertados na internet. O que começa como um caso de estelionato, termina como extorsão mediante sequestro. Conforme o delegado da Delegacia de Roubos, as dinâmicas utilizadas por quadrilhas para aplicar o golpe do chute variam, mas, na mais comum, as vítimas são atraídas para uma emboscada por meio do anúncio de venda de mercadoria. Para provocar interesse, o produto é oferecido por preços abaixo do de mercado. Em local combinado, os criminosos anunciam o sequestro. As vítimas são levadas para cativeiro e, a partir daí, é feita a cobrança de valores aos familiares.

– Tivemos alguns casos neste ano – afirma o delegado.

Em abril, três homens foram presos. Após anunciarem a suposta venda de um carro, combinaram encontro em Santo Antônio da Patrulha, no Litoral Norte. A Delegacia de Roubos conseguiu detê-los antes que tivessem contato com a vítima. O trio, de acordo com o delegado, faz parte de um grupo investigado por outras sete tentativas de sequestro. No golpe do falso soldado, o autor, afirmando ser das forças armadas norte-americanas em ação no Oriente Médio, conquista a confiança das vítimas e, após semanas de trocas de mensagens, pede valores, com alegações variáveis. 

– Já tinham tentado me enganar. Mesmo assim, nesta semana, voltaram a insistir – conta o guarda municipal de Cachoeirinha Ildo Cabral, 47 anos. A mesma vigilância não teve moradora da Capital que, de 2016 até janeiro deste ano, perdeu cerca de R$ 35 mil no golpe.

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Fonte: Gaúcha ZH

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Mineiro é preso por estelionato na Praia de Iracema

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27/04/2019

Um homem, natural de Minas Gerais, foi detido nesta sexta-feira (26), na Praia de Iracema, em Fortaleza. Segundo a Polícia Civil, com o suspeito, foram apreendidas 32 maquinetas de cartão de crédito, utilizadas para cometer os golpes, além de carregadores. A Polícia Civil afirmou que os agentes conseguiram chegar ao imóvel apontado como local para a prática do crime após denúncias. O homem, identificado como J.R.A.S., de 25 anos, não tem antecedentes criminais no Ceará. O esquema criminoso funcionava a partir de informações repassadas por membros de uma organização criminosa, que enviava dados dos cartões a ele. A Polícia Civil apura o montante movimentado pelo esquema. O homem foi preso em flagrante e autuado por estelionato. Um inquérito policial foi instaurado para investigar o caso.

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Fonte: Diário do Nordeste

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Polícia Civil alerta para golpes de estelionato em Divinópolis

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17/04/2019

A Polícia Civil tem recebido um alto número de denúncias envolvendo estelionatários em Divinópolis. Após a prisão de um jovem de 25 anos, no dia 05 de abril, que vendia pacotes de viagens que não existiam, 15 vítimas compareceram à Delegacia para prestar queixa contra o suspeito. No entanto, segundo uma delegada, golpes envolvendo a venda de veículos e de imóveis também são comuns na cidade. Em 2019, até o momento, 40 pessoas denunciaram golpes envolvendo a compra e venda de veículos na internet. Os golpistas se passam pelos donos do veículo e o ofertam a um valor mais baixo do que o da tabela. Após fechar o negócio, os suspeitos pedem que o dinheiro seja depositado em uma conta bancária e a pessoa só percebe que foi vítima de um golpe ao tentar realizar a transferência do veículo. De acordo com a delegada, os golpistas sacam o dinheiro rapidamente, dentro de até 20 minutos – o que dificulta a ação da polícia. “É possível rastrear [o dinheiro], só que é um procedimento demorado que depende de quebra de sigilo bancário”, revelou.

Falso corretor

Ela revelou que outro golpe que vem sendo aplicado na cidade é o do falso corretor de imóveis. Um suspeito, que não teve a idade revelada, mas que já foi condenado por estelionato, está preso desde a semana passada. Ele é investigado há seis anos por golpes de estelionato em Divinópolis e dez vítimas procuraram a Delegacia para denunciar o suspeito. “Desde 2013 até atualmente ele continua aplicando o mesmo golpe. Ele se faz passar por corretor de imóveis, quando na verdade, nem registro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Minas Gerais [Creci] ele tem”, afirmou a delegada. Uma das vítimas do homem afirmou à equipe do MG1 ter encontrado a oferta de financiamento de um lote, com prestações que caberiam no orçamento da família, feita pelo suspeito. “Ele falou que ia fazer uma construção para a gente, mandou foto de planta, mostrou alguns lotes. A gente escolheu um lote, deu um valor de R$ 1,4 mil, ele levou a gente em uma empresa de engenharia que ele conhecia e essa pessoa da empresa, o próprio engenheiro, pediu para eu dar mais uma averiguada”, revelou.

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