Estelionatários usam montadora e loja de veículos para aplicar golpes em clientes na web, na região de Campinas

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26/06/2018

Um golpe na internet tem usado uma montadora e uma loja de veículos para causar prejuízo a consumidores da região de Campinas (SP) que procuram carros e motos para comprar em um site. A farsa só é descoberta depois de toda a negociação com os supostos vendedores e o depósito bancário na conta dos criminosos. Uma operadora de máquinas, moradora de Americana (SP), foi uma das vítimas. Se interessou por um anúncio de veículo na OLX que seria comercializado direto da montadora da Hyundai em Piracicaba (SP), por um suposto funcionário da fábrica. Após falar com duas pessoas envolvidas na fraude, entrou em contato com um homem que seria do setor financeiro para concluir a compra. As ligações tinham gravações com propagandas da fábrica, o que deu à vítima a impressão de que se tratava de um contato oficial. A negociação dos valores foi feita por WhatsApp. O golpista enviou outras fotos do veículo e, por email, emitiu um suposto pedido de faturamento em papel timbrado da montadora. O depósito feito por ela, em seguida, foi de R$ 12.653. A montadora Hyundai informou que todos os veículos são comercializados exclusivamente nas concessionárias autorizadas e nunca por intermédio de seus funcionários ou por outros meios. A OLX disse que registra cerca de 500 mil novos anúncios por dia e que a negociação é feita fora do site, e não participa das transações. A empresa informou, ainda, que todos os anúncios têm uma opção de denúncia e que consegue deletar publicações e usuários irregulares. A OLX orienta que as vítimas registrem boletim de ocorrência na Polícia Civil e que colabora na apuração dos fatos.

Alerta

Com a facilidade em publicar um anúncio na internet, uma advogada especializada em direitos do consumidor alerta aos compradores que verifiquem todas as informações dos bens que procuram. Segundo ela, as plataformas na internet são responsáveis pelas transações dos produtos que anunciam. “Hoje existem vários julgados onde a plataforma é solidária e responsável por essa intermediação. A partir do momento em que ela está fazendo essa intermediação entre vendedor e comprador, ela acaba sendo responsabilizada. Inclusive, isso é uma previsão do Código de Defesa do Consumidor”, explica.

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Fonte: G1

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Hackers usam greve dos caminhoneiros como isca em novo golpe no WhatsApp

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28/05/2018

A greve dos caminhoneiros, que tem ganhado enorme repercussão no Brasil, tem sido usada por cibercriminosos para disseminação de links maliciosos por meio do WhatsApp. O ataque foi identificado por uma empresa de segurança cibernética. Como em ataques anteriores, a campanha utiliza um tema popular e da engenharia social para se propagar. Na mensagem, a vítima recebe um link malicioso, na esperança de encontrar uma lista de postos de gasolina em que o combustível ainda estaria disponível. Em menos de 24 horas, mais de 60 mil usuários acessaram a página falsa e foram expostos a ciberataques que podem variar de acordo com o sistema operacional do smartphone.

Como funciona o golpe

A mensagem tem um link encurtado e promete a suposta lista dos postos que ainda têm combustível: Ao acessar o link, o usuário é redirecionado para uma página fraudulenta e, para acessar a falsa lista com os nomes dos postos que ainda tem combustível, solicita a cidade e estado em que a vítima se encontra. Imediatamente após compartilhar o link com seus contatos no WhatsApp, o site fraudulento irá, por meio de uma série de redirecionamentos, encaminhar o usuário para sites que oferecem serviços premium, instalação de aplicativos legítimos ou apenas um direcionamento para sites cheios de propaganda.

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Fonte: IDGNOW!

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PF realiza operação que investiga fraudes em compras pela internet

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27/04/2018

Na manhã desta sexta-feira (27), a Polícia Federal cumpre nove mandados de busca e apreensão nas cidades de Palmas e Itaguatins (TO). A ação faz parte da Operação Crédito Fácil, que investiga uma organização criminosa especializada em realizar compras fraudulentas de produtos e serviços oferecidos pela internet. Segundo a Polícia Federal, a investigação começou após prisão em flagrante de membros da organização. No momento da abordagem, eles usavam cartões de outras pessoas para pagar a hospedagem em um hotel de Palmas. A prática criminosa consiste na compra de produtos eletrônicos, de roupas e serviços de hospedagem, usando dados de cartões de créditos de outras pessoas. Os criminosos lucravam com a venda desses bens e produtos adquiridos de forma ilegal. As buscas e interrogatórios buscam esclarecer quem são os destinatários finais e os fornecedores dos dados bancários usados nas compras fraudulentas. Os envolvidos devem responder pelos crimes de estelionato e organização criminosa. Mais de 40 policiais federais fazem parte da operação. O nome faz referência ao modo como os criminosos agiam, utilizando dados de cartões de crédito para realizar a compra de produtos na internet.

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Fonte: G1

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Golpe do WhatsApp Plus volta a circular e pode instalar malwares no seu aparelho

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16/04/2018

Segundo uma empresa de segurança, o clássico golpe do WhatsApp Plus está voltando a circular com força na internet, fazendo novas vítimas e possivelmente distribuindo malwares. O scam, que circula desde 2015, oferece aos internautas uma versão aprimorada do mensageiro para Android, geralmente batizada simplesmente como “WhatsApp Plus” e sendo identificada por um símbolo azul no lugar do icônico verde. Para atrair a atenção dos alvos, o arquivo APK descreve algumas vantagens da edição Plus: você pode gerenciar até quatro contas simultaneamente e esconder quaisquer rastros de atividade (incluindo as mensagens de que você está online, escrevendo ou gravando um áudio). O mais incrível é que o software, de fato, parece funcionar direitinho e oferece todas as funcionalidades que promete — o problema é o preço que se paga por isso. Após analisar o código-fonte do aplicativo, a empresa percebeu que ele é baseado no Android/PUP.Riskware.Wtaspin.GB, um pacote de “riskware” (software que, embora não seja claramente malicioso, pode representar perigo ao usuário) que já causou certa dor de cabeça antes. Desta vez, o APK parece ter sido construído por um desenvolvedor árabe, visto que a página original que o hospeda está escrita em tal idioma. É sempre bom ressaltar que, para se ver livre dessa e outra ameaças, é essencial evitar baixar aplicativos fora da Play Store — é muito fácil para um cibercriminoso abrir o arquivo de instalação e modificar os códigos para roubar dados sigilosos dos usuários.

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Fonte: Canal Tech

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Tentativas de fraude no e-commerce crescem 14% no Brasil

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12/04/2018

A cada R$100 gastos em lojas on-line no Brasil em 2017, R$3,42 sofreram tentativas de fraude, um aumento de 14% em relação ao ano retrasado. É o que mostra o Mapa da Fraude 2018, estudo de uma empresa antifraude que contempla informações sobre tentativas de fraude no e-commerce brasileiro. O gerente de Inteligência Estatística da empresa explica que o aumento nas tentativas de fraude não possui um motivo específico. “Os fraudadores são muito criativos e criam novas formas de fraudar todos os dias. As compras pela internet são cada vez mais comuns e os fraudadores estão cientes disso. No ano de 2017 um número maior de vazamento de dados foi identificado, mostrando que os fraudadores estão encontrando novas formas de cometer fraudes”, comenta.

Segmentos

O setor de bebidas aparece pela primeira vez como um dos segmentos mais visados pelos fraudadores. Isso pode ocorrer por conta do aumento de bloqueio de fraudes nos outros setores, o que consequentemente faz o fraudador buscar novas alternativas de produtos com um alto valor e fácil revenda. O setor de celulares e de vídeo games estão, respectivamente, em primeiro e segundo lugar entre as tentativas de fraude. “O Mapa da Fraude nos permite entender quais os momentos que os fraudadores agem e quais são os produtos que procuram. Um dos grandes desafios do lojista é identificar e diminuir as fraudes impulsionando as boas compras. E o consumidor pode usar das novas tecnologias do mercado para manter seus dados protegidos”, completa.

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Fonte: Computer World

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Brasil sofre uma tentativa de fraude a cada 16 segundos

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08/04/2018

Segundo os dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), os brasileiros fizeram R$ 1,36 trilhão em compras com cartões no ano passado. Quando são levadas em conta apenas as compras não presenciais feitas com cartões de crédito, com destaque para o comércio virtual, o montante chegou a R$ 167,6 bilhões, uma alta de 16,5% em relação a 2016. Esse tipo de transação respondeu por 20% de todo o volume das transações por meio de cartões de crédito. Entretanto, à medida que o uso de cartão no ambiente virtual cresce, as tentativas de fraude seguem o mesmo ritmo. Um levantamento feito pela empresa UPX Technologies, especialista em segurança digital, mostrou que até março deste ano foram registrado 77.300 casos de vazamento de dados de cartão de crédito das principais instituições financeiras do país. De acordo com dados do Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraude, em janeiro, foram registradas 161.097 tentativas de golpe no Brasil, alta de 7,1% em relação a dezembro. Isso significa uma a cada 16,6 segundos. As principais foram a emissão de cartões de crédito, compra de eletrônicos e abertura de contas. Todos os procedimentos valendo-se de dados vazados de terceiros. A empresa fez um rastreamento na internet por meio de palavras-chave e encontrou dados bancários de clientes tanto em sites fraudulentos como na chamada “deep web”, a camada obscura da internet. Vítima da fraude cibernética, um supervisor de estacionamento, de 27 anos, foi surpreendido quando a fatura do cartão chegou:

— Sempre fiz compras pela internet e nunca tive problemas. Mas, cerca de cinco anos atrás, recebi uma cobrança de R$ 500 referente a um resort onde nunca fui. Liguei para a operadora do cartão, mas tive muita dor de cabeça.

Costa foi orientado a excluir da fatura o valor que ele considerava indevido. Mas, após três meses, a instituição passou a cobrá-lo novamente. A situação só foi terminar em meados de 2017, quando ele acabou pagando a dívida para ter o nome retirado do serviço de proteção ao crédito. Uma assessora técnica do Procon-SP, informa que, para tentar minimizar os riscos de fraude, o consumidor deve estar atento aos sites que visita.

— O consumidor é constantemente atraído por ofertas tentadoras, mas elas podem apresentar um risco. É preciso investigar bastante o site antes de fazer um cadastro e colocar os dados do cartão — finalizou.

FIQUE DE OLHO

Vírus

Ao fazer uma compra online, confira se o antivírus do computador está funcionando e atualizado.

Compras em sites

Certifique-se de que o site é seguro. Procure certificações de associações de direito do consumidor e proteção online, normalmente, no fim da página. Observe se na barra de digitação o site começa com “https”.

Tenha atenção com mensagens ou e-mails de origem desconhecida. Ao clicar em um link recebido por algum meio eletrônico, você pode ser direcionado a um site malicioso.

Atenção

Desconfie de sites que oferecem preços abaixo do mercado. Algumas páginas oferecem ofertas muito atrativas para roubar dados dos consumidores.

Como reclamar?

O Procon RJ recomenda que, caso seja identificada cobrança suspeita na fatura, o consumidor deve, além de reclamar na administradora do cartão, fazer ocorrência na delegacia, uma vez que se trata de fraude. E, caso a empresa não resolva o problema, a alternativa é procurar os órgãos de proteção e defesa do consumidor e abrir reclamação. Sobre o pagamento da fatura, o consumidor pode pagar o valor integral e reclamar em seguida, ou reclamar primeiro e pagar só as cobranças que ele reconhece. Nos dois casos, alerta o Procon RJ, é importante guardar o número de protocolo da reclamação. Se o pagamento total for feito, o consumidor terá direito a receber de volta os valores pagos que não tenham sido gastos por ele. Essa devolução, normalmente, é em forma de crédito nas faturas seguintes.

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Fonte: iBahia

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Golpes pelo WhatsApp contribuem para aumento das ocorrências de estelionato

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06/04/2018

Mensagem em circulação no WhatsApp promete dar como prêmio álbuns de figurinhas da Copa do Mundo 2018 e mais cem adesivos para quem clicar em um link e fornecer dados pessoais. Porém, o que parece ser uma promoção atraente, na verdade, está levando o usuário a cair em um golpe. O texto começou a ser propagado em massa neste mês no Brasil, informou uma empresa especialista em programas de segurança digital e que identificou a fraude. Assim como essa, inúmeras mensagens com “ofertas imperdíveis” se multiplicam no ambiente virtual e contribuem para o aumento das ocorrências de estelionato em Minas Gerais. No total, em 2017, foram 34.712 casos – acréscimo de quase 9% em relação ao ano anterior. “O acesso facilitado à internet e o anonimato fazem com que o criminoso migre a prática para locais onde encontra vítimas em potencial”, frisa o chefe da Divisão Especializada em Investigação de Fraudes da Polícia Civil. Segundo ele, roubo de dados pessoais e bancários e cadastro em links falsos para contratar serviços não solicitados são delitos comuns praticados por meio da internet. Os estelionatários também lançam mão de falsas notícias sobre saques do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e do 13º salário, por exemplo, para fisgar as vítimas.

Em alerta

Ainda não houve registro do golpe do álbum de figurinhas em Minas Gerais. Porém, todo cuidado é pouco quando se trata do ambiente virtual. Um advogado especialista em direito digital reforça a necessidade de conscientização do internauta, que muitas vezes age por impulso ao receber uma proposta tentadora. “É preciso procurar saber se a mensagem recebida é ou não verdadeira e não clicar em todos os links recebidos e inserir dados pessoais que são facilmente roubados e usados de forma ilícita”, observa. Em grande parte das ocorrências, a vítima só descobre o golpe ao receber cobranças por empréstimos contraídos ou consultar o extrato bancário, que vai apontar saques e transferências on-line indevidos. Por ser um aplicativo popular, o WhatsApp tornou-se uma alternativa “eficiente” para os ataques virtuais. Só no Brasil são cerca de 120 milhões de usuários ativos.

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Fonte: Hoje em Dia

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