Golpe de Páscoa já atingiu mais de 300 mil pessoas no WhatsApp

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15/03/2018

A proximidade com a Páscoa reacendeu o sinal de alerta contra golpes e fraudes que circulam nas redes sociais e no WhatsApp. A bola da vez é uma falsa promoção de Páscoa que promete dar um vale-presente de R$ 800, mas, na verdade, apenas deixa o seu dispositivo exposto à ação de pessoas mal-intencionadas. A ação já atingiu 309 mil pessoas, número de acessos bloqueados à armadilha pelo aplicativo de segurança DFNDR Security. A técnica usada pelos criminosos não diferem em quase nada de outras ações do tipo: uma mensagem promete o vale-compras e contém um link; ao clicar sobre ele, o usuário precisa responder um mini questionário e depois pressionar um botão para “aceitar o presente”. O botão, porém, ativa o recebimento de notificações da página no navegador mobile, expondo o aparelho a ainda mais ações nocivas. Por meio dessas notificações, os cibercriminosos enviam páginas repletas de publicidade e malwares que podem resultar no roubo de dados sensíveis. Tanto a URL que está circulando pelo WhatsApp quanto os falsos e-commerces têm como objetivo roubar dados pessoais e financeiros para depois utilizá-los em outros golpes, como inscrição em serviços pagos de SMS e compras nos cartões de crédito das vítimas. O usuário deve utilizar aplicativos de segurança, que podem detectar a presença de links suspeitos e bloquear o acesso a eles. Além disso, manter uma rotina de cuidado quando usa o seu smartphone é outra dica bastante valiosa.

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Fonte: TecMundo

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PC alerta sobre golpe da compra de carro pela internet que já registrou 174 casos em 2017

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13/03/2018

Só no mês de janeiro deste ano já foram comunicados à Delegacia de Defraudações de João Pessoa (DDF), 16 casos de golpes de venda de veículos através da internet. Há poucos dias, a Polícia Civil conseguiu recuperar o carro de uma vítima cujo golpe aconteceu sexta-feira passada em João Pessoa. No ano de 2017 foram registrados 174 casos desta natureza. Segundo informações do titular da DDF, esse tipo de crime funciona da seguinte maneira: os suspeitos entram em contato com as vítimas, de preferência na sexta-feira, através de anúncios pela internet, demonstrando interesse na negociação do veículo. “Eles gostam de realizar esse tipo de golpe na sexta-feira, porque a compensação do depósito a ser pago pelo veículo só é feita na segunda-feira, e eles aproveitam esse espaço de tempo para pedir à vítima que entregue o bem antes da compensação, ou seja, da transferência do dinheiro ser feita”, alertou o delegado. Em um caso ocorrido sexta- feira passada em João Pessoa, o golpista negociou o veículo pelo valor de R$ 18.000, realizando um “falso depósito bancário”, convencendo a vítima a entregar o veículo antes da compensação do depósito. E logo em seguida, ainda no mesmo dia, ele vendeu o carro pelo valor de R$ 12.000 a uma concessionária da capital, fornecendo para a transferência uma conta bancária do Estado de Mato Grosso. Nesse caso, os policiais da DDF conseguiram localizar o carro e devolver ao proprietário, mas a concessionária que comprou o mesmo veículo do golpista conseguiu bloquear R$ 5 mil dos R$ 12 mil que pagou pelo carro. A concessionária não conseguiu o resto do dinheiro porque o falso vendedor já havia sacado. Até o início da tarde de ontem o golpista não havia sido preso.

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Fonte: PB Agora

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4 indícios de que aquela grande oportunidade na Internet é um golpe

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06/03/2018

A Internet é ótima e traz consigo muitas facilidades para o dia a dia das pessoas. Compras, serviços bancários, relacionamento com amigos e familiares. Mas também existem aquelas pessoas que abusam deste meio para fins escusos, seja para praticar pequenos atos ilícitos, seja para cometer crimes de maior calibre. Por isso, é importante que você se proteja prestando atenção em alguns sinais que podem indicar que há algo errado. Independente de por onde uma tentativa de fraude comece (e-mail, mensagem no WhatsApp, link no Facebook, etc.), normalmente elas compartilham algumas coisas em comum:

  1. Sentimento de urgência, como por exemplo, uma promoção com tempo ou número limitado de itens disponíveis. Os atacantes usam a urgência para que você não tenha tempo de verificar a veracidade da “oportunidade” apresentada, fazendo a vítima agir de forma impulsiva;
  2. Pedidos de informações pessoais, como por exemplo, endereço, números de documentos, telefones, correio eletrônico. É importante entender que mesmo dados simples como o seu e-mail possuem valor para os criminosos. Os dados fornecidos podem ser usados em crimes como abertura de crédito com terceiros;
  3. Anexos suspeitos, ou seja, que não são imediatamente exibidos pela sua aplicação de e-mails ou pelo webmail. Muitas vezes, anexos são usados para infectar o microcomputador da vítima. Geralmente tem a extensão RAR, EXE ou mesmo DOCX;
  4. Bom demais para ser verdade, ou seja, oportunidades que parecem ótimas com pouco ou nenhuma contrapartida. Um exemplo recente que se espalhou pelo WhatsApp foi de uma página falsa da companhia AirFrance que estaria doando algumas centenas de bilhetes aéreos pelo seu aniversário de 85 anos. Ela só requeria duas coisas: que compartilhasse a oportunidade com alguns amigos e alguns dados pessoais;

Como regra de ouro, se pediram seus dados pessoais, ligue o alerta vermelho e procure na internet sobre “a oferta, a oportunidade” oferecida – se for uma tentativa de fraude, muitas vezes encontrará referências.

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Fonte: Canal Tech

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Polícia do RS investiga venda de cartões de crédito emitidos em nomes de terceiros pela internet

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26/02/2018

Golpistas usam dados pessoais de vítimas para fazer cartões de créditos

No Rio Grande do Sul, um novo golpe na internet vem chamando a atenção da Polícia Civil. Em redes sociais, criminosos oferecem a venda de cartões de crédito feitos em nome de pessoas que têm os dados clonados, ou ainda de laranjas. Quem é lesado tem que pagar milhares de reais em compras que não fez. “Eles [os fraudadores] oferecem os cartões prometendo que não vão dar problema, e que com esse cartão a pessoa poderá efetuar compras no prazo determinado de 30 dias”, diz o delegado, que investiga o crime. É possível encontrar ofertas de limite que vai até R$ 6 mil, para serem utilizados no comércio. As faturas não são pagas. Quem teve os dados pessoais usados na fraude acaba com uma dívida que não é sua. O delegado afirma que investiga a forma como os fraudadores conseguem os dados das pessoas lesadas para emitirem os cartões. Um médico diz ter sido prejudicado pelo golpe. Ele conta que dois cartões foram emitidos em seu nome, e renderam uma dívida de R$ 7 mil, além do nome negativado. A situação, para ele, representou um entrave para atingir um objetivo pessoal: comprar uma casa. “Isso travou completamente a possibilidade de fazer a compra de um imóvel novo, que é o nosso planejamento atual. Não conseguimos. Dependemos da resolução dessa fraude para seguir adiante”, lamenta. A reportagem de um canal de TV entrou em contato com um dos golpistas. Ele pede R$ 650 por um cartão com limite de R$ 6 mil. Por vídeo, ele mostra alguns cartões e diz que fornece até cópias de documentos para complementar o golpe. “Eu mando junto com o cartão uma cópia do RG e o CPF da pessoa, porque tem muita gente que quer comprar coisa na internet, daí precisa de RG e CPF e endereço da pessoa. Eu mando isso aí tudo junto com o cartão.” A reportagem então entrou em contato com o homem cujo nome aparece nos documentos oferecidos pelo golpista. Ele diz que sequer tem cartão de crédito. “Eu só tenho o meu cartão que eu recebo no banco, todo o meu salário que eu recebo. E para esses caras fazerem cartão de crédito, eles teriam que ter documento meu, não teriam?”, questiona. Um especialista em tecnologia diz que os fraudadores aproveitam as possibilidades da internet para praticar golpes como esse. “A rede social proporciona uma certa privacidade para o golpista. Ele sabe que é complicado identificar a origem dele, então, cria um perfil falso, usa imagens pra ilustrar o perfil, que obtém facilmente na internet e daí ele faz o anúncio”, diz. A polícia informa que pretende descobrir a identidade dos falsários pedindo a quebra dos sigilos telefônicos e das redes sociais em que foram feitos os anúncios. O delegado ainda faz um alerta: adquirir os cartões dos golpistas também é crime. “As pessoas que compram os cartões também praticam crimes: associação criminosa, estelionato e uso de documento falso. Podem ficar sujeitas a penas impostas de até 14 anos de reclusão”, explica.

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Fonte: G1

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Jovem é preso por suspeita de estelionato e crimes virtuais em Monte Carmelo

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06/02/2018

Em Monte Carmelo (MG), um jovem, de 28 anos, foi detido suspeito de praticar crimes na internet, estelionato e outras fraudes. De acordo com a Polícia Militar, ele havia montado uma central com objetivo de cometer os crimes virtuais. De acordo com informações passadas à PM, foram apreendidos equipamentos eletrônicos, com valor estimado em R$ 100 mil, uma espingarda e munições. A prisão ocorreu por volta das 17h15 na zona rural do município, depois que os policiais fizeram levantamentos e foram até a casa do suspeito. No imóvel, os militares localizaram diversos aparelhos eletrônicos novos, possivelmente, adquiridos por meio de fraudes. No quarto do jovem foi localizada uma espingarda calibre 36 e três munições. O veículo, que o suspeito disse ter comprado por R$ 80 mil, também foi apreendido. Segundo a PM, o documento apresenta ter evidências de ter sido falsificado. Entre os objetos localizados estavam três TVs, notebooks, videogame, sete telefones celulares, chips e um refrigerador. O jovem foi conduzido à delegacia junto aos materiais apreendidos.

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Fonte: G1

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Esquema de fraude instala software de mineração em computadores

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03/01/2018

Os pesquisadores de uma empresa de segurança para a internet identificaram um esquema de fraude que distribuiu e instalou secretamente um software de mineração nos computadores de usuários por meio de softwares piratas de editores de fotos e de texto. Os cibercriminosos usavam sites que prometiam pacotes de softwares gratuitos de programas como Adobe Premiere Pro, CorelDraw, PowerPoint, entre outros para atrair as vítimas. Depois de baixar um software, o usuário recebe um arquivo comprimido que também contém um programa de mineração, que é instalado automaticamente junto com o software desejado. O arquivo comprimido de instalação inclui arquivos de texto com informações de inicialização, como endereços de carteiras e pools de mineração – um servidor que reúne vários participantes e distribui a tarefa de mineração entre seus computadores. Depois de instalados, os mineradores começam a funcionar silenciosamente no computador da vítima, gerando dinheiro criptografado para os criminosos. Em todos os casos eles usaram o software do projeto NiceHash, que sofreu recentemente uma violação de cibersegurança, resultando no roubo de milhões de dólares em moeda criptografada. Além disso, os especialistas descobriram que alguns mineradores continham um recurso especial que permite que o usuário altere remotamente o número da carteira, o pool ou o minerador. Isso quer dizer que, a qualquer momento, os criminosos podem definir outro destino para a moeda criptografada e assim administrar seus ganhos, distribuindo fluxos de mineração entre carteiras ou até fazendo o computador da vítima trabalhar para outro pool de mineração. Para evitar que seu computador faça parte de uma rede de mineração, a recomendação é de que os internautas tenham um antivírus instalado e baixe apenas software legítimo de fontes comprovadas.

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Fonte: Olhar Digital

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Novo golpe no WhatsApp alcança 1,5 milhão de acessos

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01/01/2018

Um novo golpe que circula no WhatsApp usa o nome de uma multinacional para enganar usuários do mensageiro. Apresentada como uma suposta promoção que promete R$ 40 mil em prêmios, a ameaça se espalhou no app de mensagens por meio de três links maliciosos. As informações são de uma análise feita por um analista de segurança. Segundo o estudo, um dos endereços na internet (domínios, no termo técnico) criados para a campanha contava com um link encurtado que teve 739 mil acessos em menos de 24 horas. Outro endereço chegava a 835 mil registros em 30 horas – totalizando mais de 1,5 milhão.

Isca

O mecanismo utilizado pelos criminosos é o mesmo já visto em outros ataques ao longo do ano. Ao clicar no link recebido em uma conversa, o usuário é levado a um site que pede o compartilhamento da mensagem com dez amigos do mensageiro para supostamente ganhar R$ 40 mil em prêmios. Em seguida, a pessoa é redirecionada para a instalação de aplicativos – suspeitos ou legítimos. No primeiro caso, era comum que programa trouxesse propagandas, e no segundo, a intenção era gerar tráfego e conseguir mais instalações em apps pagos. Outra possibilidade era o redirecionamento para páginas que ofereciam serviços pagos de telefonia celular. O WhatsApp é o mensageiro mais popular do Brasil desde 2015, e atualmente é usado por mais de 80% das famílias no país. Em 2017, ele conquistou o título de app mais baixado da Google Play Store.

Como se Proteger?

As dicas para não cair em golpes no aplicativo são simples. É preciso cautela ao receber qualquer link por ele, seja em uma conversa com um desconhecido ou mesmo em mensagens de familiares. Caso tenha dúvida sobre a veracidade de uma promoção, verifique o site oficial da marca ou suas redes sociais, que geralmente são verificadas. Além disso, é recomendado ter um antivírus instalado no celular e nunca fornecer senhas e dados pessoais em sites com domínios desconhecidos.

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Fonte: Agora Litoral

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