Homem é preso por estelionato em MG; polícia diz que ele exibia dinheiro na internet com frases como ‘Cada dia realizo um sonho novo’

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05/07/2018

Nesta quinta-feira (05), a Polícia Civil de Carmo do Cajuru prendeu um homem de 32 anos suspeito de cometer crimes de estelionato na região. De acordo com o órgão, as investigações apontam que os golpes aplicados causaram um prejuízo de R$ 100 mil só na cidade. O detido, que é de Belo Horizonte, costumava postar fotos nas redes sociais exibindo maços com cédulas de dinheiro e frases como “Cada dia realizo um sonho, fé!” e “‘Tá fácil para ninguém. Deus sabe o que faz”. Além disso, ele mantinha duas casas de luxo na cidade- uma inclusive ainda está em construção.

Golpe

Conforme o delegado responsável, o homem conquistou a confiança de empresas de materiais de construção de Carmo do Cajuru pagando compras em dia. Depois, ele passou a emitir cheques de terceiros com a assinatura dele para adquirir produtos e os valores nunca foram compensados. Ainda conforme a polícia, as compras eram feitas em grande quantidade para que parte fosse usada na construção de casas e parte pudesse ser vendida pelas redes sociais. O delegado também informou que há indícios de que golpe idêntico foi aplicado em uma empresa de São Paulo (SP) com prejuízo de R$ 20 mil. O delegado ainda explicou que a polícia rastreou o contato do homem para fazer a prisão. As contas bancárias do suspeito foram bloqueadas. A polícia investiga se há outras pessoas envolvidas ou novas vítimas.

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Fonte: G1

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Polícia deflagra operação Call Center contra crimes de estelionato pela internet

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05/07/2018

Na manhã desta quinta-feira (05), vinte pessoas foram presas pela Polícia Civil na operação Call Center, deflagrada para prender uma quadrilha interestadual especializada em crimes de estelionato através de compra e vendas de produtos pela internet. A operação teve início a partir de denúncias de vítimas do Piauí e os mandados são cumpridos no Paraná e em Mato Grosso. Há 18 presos no Paraná e dois em Mato Grosso. O delegado responsável explicou que os golpistas clonavam o anúncio de um determinado produto em um site de compra e venda, e intermediavam a negociação entre o comprador interessado no produto e o vendedor original. Após fechada a negociação, os golpistas forneciam a conta bancária de um laranja para que o comprador fizesse o depósito do pagamento. “Através de uma engenharia social, técnicas para ludibriar tanto o vendedor como o comprador, eles conseguiam fazer o comprador legítimo depositar na conta de um laranja, lá em Cascavel. O ‘Call Center do Crime’ funcionava em um presídio na cidade de Cuiabá, Mato Grosso”, disse o delegado. Os crimes foram cometidos inclusive por pessoas presas, que interceptavam as vendas por celulares dentro da prisão. O alvo dos golpistas eram na maioria negociações de compra e venda de veículos, e em alguns casos de imóveis. Foram expedidos 20 mandados de prisão e 35 de busca e apreensão que foram cumpridos nas cidades de Cascavel e Toledo, no Paraná, e Cuiabá e Várzea Grande, em Mato Grosso.

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Fonte: G1

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Fraudes no e-commerce aumentam com os cartões, mas é possível evitá-las

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29/06/2018

O Brasil ocupa o segundo lugar no mundo em fraudes em cartão de crédito (49%), superado apenas pelo México, com 56%. O alto número atribui-se, entre diversos fatores, à questão cultural, à redução de fraudes no mundo físico e ao crescimento do setor, atraindo cibercriminosos pelo seu potencial lucrativo. De acordo com dados da Visa, o comércio eletrônico brasileiro deve crescer 15% neste ano, frente aos 12% de 2017. A tendência é natural. A inclusão do sistema de chips na base brasileira de cartões fez com que as fraudes migrassem do mundo físico para o online. Os Estados Unidos, por exemplo, que passam agora por este processo, devem sofrer, em breve, o mesmo impacto. Fatores como: o aumento da base de cartões circulando no ambiente online devido à enorme oferta de serviços como streaming, VoD, transportes, etc; as constantes mudanças no comportamento do usuário, que cada vez mais busca maior comodidade e personalização na hora de comprar; e a própria evolução tecnológica – que proporciona tudo isso – faz com que o ambiente online seja um alvo desejado e altamente promissor para os fraudadores. A avaliação mais recente aponta que 22% dos vazamentos de dados analisados em 2016 afetaram o setor de varejo. 63% da motivação dos ataques são para acesso a cartões de crédito, sendo 33% que trafegam no online.

Dentre as fraudes mais comuns no ambiente online, estão:

- Controle de conta (roubo de dados por meio de malware ou phishing);
- Afiliada (gerada por afiliadas para gerar receita ilegítima);
- Botnets (computadores infectados com software malicioso para roubar dados e permitir acesso aos criminosos);
- Teste de cartão (para saber se cartões roubados estão ativos e possuem limite disponível);
- Limpa (utiliza informações roubadas para se passar pelos verdadeiros portadores do cartão);
- Amigável (o consumidor faz a compra com o seu próprio cartão de crédito e informa não reconhecê-la após o recebimento do produto ou serviço);
- Roubo de identidade (uso da identidade de outra pessoa para obter crédito e outros benefícios);
- Lavagem de dinheiro (oculta a verdadeira origem dos fundos obtidos para que eles pareçam legais);
- Phishing/pharming/whaling (técnicas para atrair consumidores para sites falsos por meio de links em e-mails ou redes sociais para obter dados bancários e outras informações sensíveis);
- Triangulação (uso de cartões de crédito roubados para efetuar compras online. Os produtos são revendidos a clientes legítimos).

Os números são alarmantes. De acordo com a Visa, a cada 16 segundos ocorre uma tentativa de fraude no Brasil. 7,6% dos pedidos são rejeitados por suspeita de fraude e 20% deles vão para revisão manual. Os dados são um verdadeiro desafio para os lojistas que precisam manter a alta taxa de conversão sem abrir mão da segurança.

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Fonte: Música & Mercado

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Estelionatários usam montadora e loja de veículos para aplicar golpes em clientes na web, na região de Campinas

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26/06/2018

Um golpe na internet tem usado uma montadora e uma loja de veículos para causar prejuízo a consumidores da região de Campinas (SP) que procuram carros e motos para comprar em um site. A farsa só é descoberta depois de toda a negociação com os supostos vendedores e o depósito bancário na conta dos criminosos. Uma operadora de máquinas, moradora de Americana (SP), foi uma das vítimas. Se interessou por um anúncio de veículo na OLX que seria comercializado direto da montadora da Hyundai em Piracicaba (SP), por um suposto funcionário da fábrica. Após falar com duas pessoas envolvidas na fraude, entrou em contato com um homem que seria do setor financeiro para concluir a compra. As ligações tinham gravações com propagandas da fábrica, o que deu à vítima a impressão de que se tratava de um contato oficial. A negociação dos valores foi feita por WhatsApp. O golpista enviou outras fotos do veículo e, por email, emitiu um suposto pedido de faturamento em papel timbrado da montadora. O depósito feito por ela, em seguida, foi de R$ 12.653. A montadora Hyundai informou que todos os veículos são comercializados exclusivamente nas concessionárias autorizadas e nunca por intermédio de seus funcionários ou por outros meios. A OLX disse que registra cerca de 500 mil novos anúncios por dia e que a negociação é feita fora do site, e não participa das transações. A empresa informou, ainda, que todos os anúncios têm uma opção de denúncia e que consegue deletar publicações e usuários irregulares. A OLX orienta que as vítimas registrem boletim de ocorrência na Polícia Civil e que colabora na apuração dos fatos.

Alerta

Com a facilidade em publicar um anúncio na internet, uma advogada especializada em direitos do consumidor alerta aos compradores que verifiquem todas as informações dos bens que procuram. Segundo ela, as plataformas na internet são responsáveis pelas transações dos produtos que anunciam. “Hoje existem vários julgados onde a plataforma é solidária e responsável por essa intermediação. A partir do momento em que ela está fazendo essa intermediação entre vendedor e comprador, ela acaba sendo responsabilizada. Inclusive, isso é uma previsão do Código de Defesa do Consumidor”, explica.

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Fonte: G1

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Hackers usam greve dos caminhoneiros como isca em novo golpe no WhatsApp

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28/05/2018

A greve dos caminhoneiros, que tem ganhado enorme repercussão no Brasil, tem sido usada por cibercriminosos para disseminação de links maliciosos por meio do WhatsApp. O ataque foi identificado por uma empresa de segurança cibernética. Como em ataques anteriores, a campanha utiliza um tema popular e da engenharia social para se propagar. Na mensagem, a vítima recebe um link malicioso, na esperança de encontrar uma lista de postos de gasolina em que o combustível ainda estaria disponível. Em menos de 24 horas, mais de 60 mil usuários acessaram a página falsa e foram expostos a ciberataques que podem variar de acordo com o sistema operacional do smartphone.

Como funciona o golpe

A mensagem tem um link encurtado e promete a suposta lista dos postos que ainda têm combustível: Ao acessar o link, o usuário é redirecionado para uma página fraudulenta e, para acessar a falsa lista com os nomes dos postos que ainda tem combustível, solicita a cidade e estado em que a vítima se encontra. Imediatamente após compartilhar o link com seus contatos no WhatsApp, o site fraudulento irá, por meio de uma série de redirecionamentos, encaminhar o usuário para sites que oferecem serviços premium, instalação de aplicativos legítimos ou apenas um direcionamento para sites cheios de propaganda.

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Fonte: IDGNOW!

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PF realiza operação que investiga fraudes em compras pela internet

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27/04/2018

Na manhã desta sexta-feira (27), a Polícia Federal cumpre nove mandados de busca e apreensão nas cidades de Palmas e Itaguatins (TO). A ação faz parte da Operação Crédito Fácil, que investiga uma organização criminosa especializada em realizar compras fraudulentas de produtos e serviços oferecidos pela internet. Segundo a Polícia Federal, a investigação começou após prisão em flagrante de membros da organização. No momento da abordagem, eles usavam cartões de outras pessoas para pagar a hospedagem em um hotel de Palmas. A prática criminosa consiste na compra de produtos eletrônicos, de roupas e serviços de hospedagem, usando dados de cartões de créditos de outras pessoas. Os criminosos lucravam com a venda desses bens e produtos adquiridos de forma ilegal. As buscas e interrogatórios buscam esclarecer quem são os destinatários finais e os fornecedores dos dados bancários usados nas compras fraudulentas. Os envolvidos devem responder pelos crimes de estelionato e organização criminosa. Mais de 40 policiais federais fazem parte da operação. O nome faz referência ao modo como os criminosos agiam, utilizando dados de cartões de crédito para realizar a compra de produtos na internet.

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Fonte: G1

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Golpe do WhatsApp Plus volta a circular e pode instalar malwares no seu aparelho

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16/04/2018

Segundo uma empresa de segurança, o clássico golpe do WhatsApp Plus está voltando a circular com força na internet, fazendo novas vítimas e possivelmente distribuindo malwares. O scam, que circula desde 2015, oferece aos internautas uma versão aprimorada do mensageiro para Android, geralmente batizada simplesmente como “WhatsApp Plus” e sendo identificada por um símbolo azul no lugar do icônico verde. Para atrair a atenção dos alvos, o arquivo APK descreve algumas vantagens da edição Plus: você pode gerenciar até quatro contas simultaneamente e esconder quaisquer rastros de atividade (incluindo as mensagens de que você está online, escrevendo ou gravando um áudio). O mais incrível é que o software, de fato, parece funcionar direitinho e oferece todas as funcionalidades que promete — o problema é o preço que se paga por isso. Após analisar o código-fonte do aplicativo, a empresa percebeu que ele é baseado no Android/PUP.Riskware.Wtaspin.GB, um pacote de “riskware” (software que, embora não seja claramente malicioso, pode representar perigo ao usuário) que já causou certa dor de cabeça antes. Desta vez, o APK parece ter sido construído por um desenvolvedor árabe, visto que a página original que o hospeda está escrita em tal idioma. É sempre bom ressaltar que, para se ver livre dessa e outra ameaças, é essencial evitar baixar aplicativos fora da Play Store — é muito fácil para um cibercriminoso abrir o arquivo de instalação e modificar os códigos para roubar dados sigilosos dos usuários.

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Fonte: Canal Tech

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