PF realiza operação que investiga fraudes em compras pela internet

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27/04/2018

Na manhã desta sexta-feira (27), a Polícia Federal cumpre nove mandados de busca e apreensão nas cidades de Palmas e Itaguatins (TO). A ação faz parte da Operação Crédito Fácil, que investiga uma organização criminosa especializada em realizar compras fraudulentas de produtos e serviços oferecidos pela internet. Segundo a Polícia Federal, a investigação começou após prisão em flagrante de membros da organização. No momento da abordagem, eles usavam cartões de outras pessoas para pagar a hospedagem em um hotel de Palmas. A prática criminosa consiste na compra de produtos eletrônicos, de roupas e serviços de hospedagem, usando dados de cartões de créditos de outras pessoas. Os criminosos lucravam com a venda desses bens e produtos adquiridos de forma ilegal. As buscas e interrogatórios buscam esclarecer quem são os destinatários finais e os fornecedores dos dados bancários usados nas compras fraudulentas. Os envolvidos devem responder pelos crimes de estelionato e organização criminosa. Mais de 40 policiais federais fazem parte da operação. O nome faz referência ao modo como os criminosos agiam, utilizando dados de cartões de crédito para realizar a compra de produtos na internet.

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Fonte: G1

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Golpe do WhatsApp Plus volta a circular e pode instalar malwares no seu aparelho

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16/04/2018

Segundo uma empresa de segurança, o clássico golpe do WhatsApp Plus está voltando a circular com força na internet, fazendo novas vítimas e possivelmente distribuindo malwares. O scam, que circula desde 2015, oferece aos internautas uma versão aprimorada do mensageiro para Android, geralmente batizada simplesmente como “WhatsApp Plus” e sendo identificada por um símbolo azul no lugar do icônico verde. Para atrair a atenção dos alvos, o arquivo APK descreve algumas vantagens da edição Plus: você pode gerenciar até quatro contas simultaneamente e esconder quaisquer rastros de atividade (incluindo as mensagens de que você está online, escrevendo ou gravando um áudio). O mais incrível é que o software, de fato, parece funcionar direitinho e oferece todas as funcionalidades que promete — o problema é o preço que se paga por isso. Após analisar o código-fonte do aplicativo, a empresa percebeu que ele é baseado no Android/PUP.Riskware.Wtaspin.GB, um pacote de “riskware” (software que, embora não seja claramente malicioso, pode representar perigo ao usuário) que já causou certa dor de cabeça antes. Desta vez, o APK parece ter sido construído por um desenvolvedor árabe, visto que a página original que o hospeda está escrita em tal idioma. É sempre bom ressaltar que, para se ver livre dessa e outra ameaças, é essencial evitar baixar aplicativos fora da Play Store — é muito fácil para um cibercriminoso abrir o arquivo de instalação e modificar os códigos para roubar dados sigilosos dos usuários.

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Fonte: Canal Tech

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Tentativas de fraude no e-commerce crescem 14% no Brasil

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12/04/2018

A cada R$100 gastos em lojas on-line no Brasil em 2017, R$3,42 sofreram tentativas de fraude, um aumento de 14% em relação ao ano retrasado. É o que mostra o Mapa da Fraude 2018, estudo de uma empresa antifraude que contempla informações sobre tentativas de fraude no e-commerce brasileiro. O gerente de Inteligência Estatística da empresa explica que o aumento nas tentativas de fraude não possui um motivo específico. “Os fraudadores são muito criativos e criam novas formas de fraudar todos os dias. As compras pela internet são cada vez mais comuns e os fraudadores estão cientes disso. No ano de 2017 um número maior de vazamento de dados foi identificado, mostrando que os fraudadores estão encontrando novas formas de cometer fraudes”, comenta.

Segmentos

O setor de bebidas aparece pela primeira vez como um dos segmentos mais visados pelos fraudadores. Isso pode ocorrer por conta do aumento de bloqueio de fraudes nos outros setores, o que consequentemente faz o fraudador buscar novas alternativas de produtos com um alto valor e fácil revenda. O setor de celulares e de vídeo games estão, respectivamente, em primeiro e segundo lugar entre as tentativas de fraude. “O Mapa da Fraude nos permite entender quais os momentos que os fraudadores agem e quais são os produtos que procuram. Um dos grandes desafios do lojista é identificar e diminuir as fraudes impulsionando as boas compras. E o consumidor pode usar das novas tecnologias do mercado para manter seus dados protegidos”, completa.

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Fonte: Computer World

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Brasil sofre uma tentativa de fraude a cada 16 segundos

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08/04/2018

Segundo os dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), os brasileiros fizeram R$ 1,36 trilhão em compras com cartões no ano passado. Quando são levadas em conta apenas as compras não presenciais feitas com cartões de crédito, com destaque para o comércio virtual, o montante chegou a R$ 167,6 bilhões, uma alta de 16,5% em relação a 2016. Esse tipo de transação respondeu por 20% de todo o volume das transações por meio de cartões de crédito. Entretanto, à medida que o uso de cartão no ambiente virtual cresce, as tentativas de fraude seguem o mesmo ritmo. Um levantamento feito pela empresa UPX Technologies, especialista em segurança digital, mostrou que até março deste ano foram registrado 77.300 casos de vazamento de dados de cartão de crédito das principais instituições financeiras do país. De acordo com dados do Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraude, em janeiro, foram registradas 161.097 tentativas de golpe no Brasil, alta de 7,1% em relação a dezembro. Isso significa uma a cada 16,6 segundos. As principais foram a emissão de cartões de crédito, compra de eletrônicos e abertura de contas. Todos os procedimentos valendo-se de dados vazados de terceiros. A empresa fez um rastreamento na internet por meio de palavras-chave e encontrou dados bancários de clientes tanto em sites fraudulentos como na chamada “deep web”, a camada obscura da internet. Vítima da fraude cibernética, um supervisor de estacionamento, de 27 anos, foi surpreendido quando a fatura do cartão chegou:

— Sempre fiz compras pela internet e nunca tive problemas. Mas, cerca de cinco anos atrás, recebi uma cobrança de R$ 500 referente a um resort onde nunca fui. Liguei para a operadora do cartão, mas tive muita dor de cabeça.

Costa foi orientado a excluir da fatura o valor que ele considerava indevido. Mas, após três meses, a instituição passou a cobrá-lo novamente. A situação só foi terminar em meados de 2017, quando ele acabou pagando a dívida para ter o nome retirado do serviço de proteção ao crédito. Uma assessora técnica do Procon-SP, informa que, para tentar minimizar os riscos de fraude, o consumidor deve estar atento aos sites que visita.

— O consumidor é constantemente atraído por ofertas tentadoras, mas elas podem apresentar um risco. É preciso investigar bastante o site antes de fazer um cadastro e colocar os dados do cartão — finalizou.

FIQUE DE OLHO

Vírus

Ao fazer uma compra online, confira se o antivírus do computador está funcionando e atualizado.

Compras em sites

Certifique-se de que o site é seguro. Procure certificações de associações de direito do consumidor e proteção online, normalmente, no fim da página. Observe se na barra de digitação o site começa com “https”.

Tenha atenção com mensagens ou e-mails de origem desconhecida. Ao clicar em um link recebido por algum meio eletrônico, você pode ser direcionado a um site malicioso.

Atenção

Desconfie de sites que oferecem preços abaixo do mercado. Algumas páginas oferecem ofertas muito atrativas para roubar dados dos consumidores.

Como reclamar?

O Procon RJ recomenda que, caso seja identificada cobrança suspeita na fatura, o consumidor deve, além de reclamar na administradora do cartão, fazer ocorrência na delegacia, uma vez que se trata de fraude. E, caso a empresa não resolva o problema, a alternativa é procurar os órgãos de proteção e defesa do consumidor e abrir reclamação. Sobre o pagamento da fatura, o consumidor pode pagar o valor integral e reclamar em seguida, ou reclamar primeiro e pagar só as cobranças que ele reconhece. Nos dois casos, alerta o Procon RJ, é importante guardar o número de protocolo da reclamação. Se o pagamento total for feito, o consumidor terá direito a receber de volta os valores pagos que não tenham sido gastos por ele. Essa devolução, normalmente, é em forma de crédito nas faturas seguintes.

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Fonte: iBahia

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Golpes pelo WhatsApp contribuem para aumento das ocorrências de estelionato

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06/04/2018

Mensagem em circulação no WhatsApp promete dar como prêmio álbuns de figurinhas da Copa do Mundo 2018 e mais cem adesivos para quem clicar em um link e fornecer dados pessoais. Porém, o que parece ser uma promoção atraente, na verdade, está levando o usuário a cair em um golpe. O texto começou a ser propagado em massa neste mês no Brasil, informou uma empresa especialista em programas de segurança digital e que identificou a fraude. Assim como essa, inúmeras mensagens com “ofertas imperdíveis” se multiplicam no ambiente virtual e contribuem para o aumento das ocorrências de estelionato em Minas Gerais. No total, em 2017, foram 34.712 casos – acréscimo de quase 9% em relação ao ano anterior. “O acesso facilitado à internet e o anonimato fazem com que o criminoso migre a prática para locais onde encontra vítimas em potencial”, frisa o chefe da Divisão Especializada em Investigação de Fraudes da Polícia Civil. Segundo ele, roubo de dados pessoais e bancários e cadastro em links falsos para contratar serviços não solicitados são delitos comuns praticados por meio da internet. Os estelionatários também lançam mão de falsas notícias sobre saques do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e do 13º salário, por exemplo, para fisgar as vítimas.

Em alerta

Ainda não houve registro do golpe do álbum de figurinhas em Minas Gerais. Porém, todo cuidado é pouco quando se trata do ambiente virtual. Um advogado especialista em direito digital reforça a necessidade de conscientização do internauta, que muitas vezes age por impulso ao receber uma proposta tentadora. “É preciso procurar saber se a mensagem recebida é ou não verdadeira e não clicar em todos os links recebidos e inserir dados pessoais que são facilmente roubados e usados de forma ilícita”, observa. Em grande parte das ocorrências, a vítima só descobre o golpe ao receber cobranças por empréstimos contraídos ou consultar o extrato bancário, que vai apontar saques e transferências on-line indevidos. Por ser um aplicativo popular, o WhatsApp tornou-se uma alternativa “eficiente” para os ataques virtuais. Só no Brasil são cerca de 120 milhões de usuários ativos.

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Fonte: Hoje em Dia

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Morador de Ivaiporã cai em golpe pela internet e perde R$ 45 mil

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06/04/2018

A Polícia Civil investiga um caso de estelionato que teve como vítima um morador de Ivaiporã (PR). Um jovem de 29 anos disse que depositou R$ 45 mil na conta de um homem que estava vendendo uma Toyota Hilux pelas redes sociais. O rapaz contou que negociou com o suspeito e fez três depósitos de R$ 11.140 ,  R$ 20.400 e o último de R$ 15.000. Após transferir a última quantia o jovem disse que foi bloqueado pelo vendedor nas redes sociais e que depois não conseguiu mais contato com ele. De acordo com a polícia, o suposto estelionatário disse que residia em Palhoça, Santa Catarina, contudo a informação pode ser falsa. A polícia adotou os procedimentos necessários para identificar o titular da conta para tentar ressarcir o jovem.

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Fonte: TNOnline

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A cada 16,8 segundos uma tentativa de fraude é aplicada no país

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19/03/2018

Uma tentativa de fraude é aplicada no país A cada 16,8 segundos. Só de janeiro a maio, o Brasil acusou 782.244 tentativas de golpes. O segmento de telefonia foi o mais afetado no acumulado do ano, sendo responsável por 38,6% do total, com 301.956 ocorrências. Neste tipo de golpe, dados de consumidores são utilizados por criminosos para abertura de contas de celulares ou compra de aparelhos, por exemplo. Os dados são do Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraude e foram divulgados em 2017. Quando a fraude na telefonia funciona, ela serve como uma porta de entrada para os fraudadores aplicarem golpes de maior valor em outros setores da economia. Os golpistas costumam comprar telefones para ganharem um comprovante de residência e, assim, abrir contas em bancos para pegar talões de cheque e cartões de crédito e, ainda, fazer empréstimos bancários em nome de outras pessoas. O setor de Serviços vem em seguida no ranking de segmentos com mais tentativas de fraude identificadas de janeiro a maio deste ano: 233.092, representando 29,8% do total. Em terceiro lugar estão os bancos e as financeiras com 23,9% de participação e 187.203 tentativas. O quarto setor mais afetado pelas tentativas nos cinco primeiros meses do ano foi o Varejo, com 47.452 tentativas e participação de 6,1%. Os demais segmentos representaram 1,6% do total.

Golpes têm ambiente propício

Segundo economistas da Serasa Experian, a volta gradativa do consumidor ao mercado de crédito após dois anos de recessão econômica pode estar estimulando os fraudadores a aplicar golpes, já que muitas vezes eles consideram os períodos de maior movimentação como ambiente propício. Segundo estudos, basta perder um documento pessoal para dobrar a probabilidade de o cidadão ser vítima de um golpe, já que os dados pessoais de um consumidor são usados por terceiros para firmar negócios sob falsidade ideológica ou obter crédito sem a intenção de honrar os pagamentos.

Principais tentativas de golpe

De acordo com o indicador, existem diversas formas de tentativas de golpe. Conheça as principais:

  • Compra de celulares com documentos falsos ou roubados.
  • Emissão de cartões de crédito: o golpista solicita um cartão de crédito usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima e o prejuízo para o emissor do cartão;
  • Financiamento de eletrônicos (Varejo) – o golpista compra um bem eletrônico (TV, aparelho de som, celular etc.) usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima;
  • Abertura de conta: golpista abre conta em um banco usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima. Neste caso, toda a cadeia de produtos oferecidos (cartões, cheques, empréstimos pré-aprovados) potencializa possível prejuízo às vítimas, aos bancos e ao comércio;
  • Compra de automóveis: golpista compra o automóvel usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima;

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Fonte: Revista News

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