Ao conferir extrato bancário, vítima de estelionato descobre ‘empréstimo’ de mais de R$ 5 mil

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12/03/2019

Em Presidente Prudente, um caso de estelionato foi registrado nesta segunda-feira (11) na Delegacia Participativa da Polícia Civil. A vítima, de 64 anos, teve R$ 142 descontados de sua conta bancária referente a um empréstimo que alega não ter realizado. Segundo as informações contidas no Boletim de Ocorrência, ao consultar seu extrato bancário, a vítima verificou um desconto no valor de R$ 142 não referente às suas contas. Mediante a isso, ela procurou a agência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e apurou que o desconto tratava-se de um empréstimo realizado junto a um banco, no valor de R$ 5.788,74, parcelado em 72 vezes, com data de inclusão em 13 de setembro de 2018, segundo o boletim. Por não reconhecer o empréstimo, a vítima registrou a ocorrência para apuração do caso.

Golpe com moeda estrangeira faz mais de 100 vítimas e causa prejuízo de R$ 2 milhões

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13/03/2019

O dono de uma agência de viagens foi preso suspeito de cometer diversos crimes de estelionato. Ele comercializava moedas estrangeiras com pagamento antecipado, que não eram entregues aos clientes. Segundo a Polícia Civil, E.M.S.B., de 31 anos, fez mais de 100 vítimas. O prejuízo passa de R$ 2 milhões. Além da prisão do suspeito, foram cumpridos ainda cinco mandados de busca e apreensão em casas de câmbio, que também tiveram contas bloqueadas. As transações cambiais eram realizadas em contas correntes de empresas de câmbio, pois a agência do suspeito não tem autorização do Banco Central para realizar as transações. Em uma das empresas de câmbio, localizada no Centro de Curitiba, foi apreendida a quantia de R$ 260 mil em moeda nacional e estrangeira. O suspeito anunciava cotações atrativas, 25 a 30% abaixo da cotação oficial, as quais seriam entregues em um prazo médio de 35 dias, o que não acontecia. O responsável por uma das agências de câmbio envolvida no esquema informou que ele realizava a retirada da moeda estrangeira, e que os valores depositados diretamente pelos clientes nas contas da empresa. No entanto, continuou a comercializar a moeda mesmo depois da denúncia das vítimas.

O homem foi preso em sua casa, em São José dos Pinhais, e confessou que estava em débito com alguns clientes. “Ele falou que já vem fazendo esse tipo de transação há dois anos, inclusive as próprias vítimas, algumas delas, disseram que antigamente recebiam os valores. Só que o deságio que ele aplicava era muito menor, era R$ 0,20, R$ 0,30. Agora ele estava chegando a aplicar um deságio de R$ 1 na moeda e obviamente isso não ia se sustentar nunca. Mesmo com deságio menor, acaba sendo como uma pirâmide e em algum momento ele não vai ter capital para adimplir os contratos dele”, explicou o delegado responsável pelo caso. Se condenado, E.M.S.B. pode cumprir de dois a cinco anos de reclusão para cada um dos estelionatos supostamente praticados.

Mais de 200 pessoas caem em golpe de venda de veículos na internet

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12/03/2019

Nos últimos dois anos, um golpe de venda de veículos on-line fez mais de 200 vítimas no Distrito Federal. Só em 2019, pelo menos 49 pessoas caíram na ação criminosa, que consiste em enganar tanto o verdadeiro dono do produto anunciado quanto os potenciais compradores. O estelionatário assume o papel de intermediário na negociação e articula um encontro entre as vítimas. Antes, por telefone, o criminoso conta histórias diferentes tanto para o proprietário quanto para o comprador. Não há estimativa do tamanho do prejuízo, segundo a Polícia Civil. Os primeiros registros do golpe começaram em 2017. Em todos os casos, os bandidos agiram por meio do site de vendas OLX, segundo informações da Divisão de Falsificação e Defraudação (Difraudes), ligada à Coordenação de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor, a Ordem Tributária e a Fraudes (Corf). Na última quinta-feira (07), um empresário de 56 anos foi enganado pelo estelionatário durante a compra de um Jeep Renegade no valor de R$ 65 mil. “Falei com o anunciante, que se identificou como Carlos Eduardo. Ele disse que o carro estava com um suposto sobrinho, em uma concessionária do Sia, e que articularia uma visita minha”, conta. Às 10h30, o empresário e o suposto sobrinho, que, na verdade, era o dono do carro, se encontraram. “No WhatsApp, Carlos disse para não falarmos de preço, alegando que o familiar também estava interessado no carro, mas que ele queria pagar em parcelas longas.” Então, o estelionatário falou ao empresário que precisava quitar dívidas e, por isso, daria preferência à proposta dele, já que tinha oferecido um sinal de R$ 20 mil. “O homem confirmou ser sobrinho do criminoso e, por isso, não desconfiei de nada. Fechei negócio e fiz o depósito.” Mal sabia o empresário que o suposto parente também tinha caído na ação do estelionatário. Para o dono do veículo, um advogado, o bandido alegou que ia comprar o carro para abater uma antiga dívida com o empresário. “No mesmo dia, o dono do Jeep me ligou desconfiado de que se tratava de um golpe. Ele disse que o estelionatário pediu para que ele dissesse que eram parentes. Na mesma hora, liguei para o gerente do meu banco.”

Ao rastrear o depósito, o empresário identificou que o dinheiro tinha ido para a conta de uma jovem de 19 anos, moradora de Ribeirão Preto (SP). Como a transferência ocorreu à noite, o criminoso sacou pequenas quantias em caixas eletrônicos e não pôde movimentar todo o montante. A vítima conseguiu recuperar quase R$ 18 mil. Ele e o dono do Jeep registraram o boletim policial. “Com o boletim de ocorrência, o meu gerente entrou em contato com o banco da cidade paulista, pedindo o bloqueio da senha da jovem. Assim, congelamos o dinheiro e recuperei quase tudo. No entanto, ainda não estou satisfeito, pois saí no prejuízo”, lamenta.

Quadrilhas especializadas

A delegada da Difraudes, garante que qualquer pessoa pode cair nesse tipo de golpe, que tem crescido em todo o país. “Acreditamos que se tratam de quadrilhas especializadas, pois é uma ação bem articulada, que não levanta suspeita inicial nas vítimas”, sinaliza. A ação criminosa é minuciosa. “Primeiro, o estelionatário fala com o dono do veículo, se mostra interessado e pede mais fotos. Em seguida, cria o segundo anúncio e engana os compradores. Quando uma pessoa o procura para saber do carro ou da moto, ele passa o material adquirido com os proprietários. Depois, articula que a pessoa interessada no bem veja o produto”, detalha. Para evitar que as vítimas falem sobre a venda durante o encontro, o estelionatário inventa novas mentiras. Aos proprietários, o criminoso diz que irá adquirir o veículo para quitar dívida com a pessoa que irá ver o carro ou a moto. Para o comprador, que o bem está com um familiar. Com as desculpas, a delegada destaca que o bandido afirma que “não é preciso tratar do preço, pois é ele o responsável por essa parte.” As investigações acerca do golpe estão no começo e, portanto, ninguém foi identificado ou preso pelos crimes. Mas a apuração dos agentes indica que há a participação de criminosos de outros estados, que possivelmente contam com a ajuda de estelionatários do Distrito Federal. Em nota, a OLX garante condenar as ações criminosas que ocorrem no site, pois “vai contra as regras da empresa.” Ainda, frisa que a plataforma tem um botão de denúncia em todos os anúncios. Assim, qualquer pessoa pode expor práticas irregulares e conteúdos indevidos. “Identificada a irregularidade, a OLX conta com uma equipe especializada que atua sobre as denúncias, deletando os anúncios e banindo o mau usuário da plataforma”, destaca o texto.

Em Piracicaba, mulher perde R$ 51.000,00 para estelionatário

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11/03/2019

Uma mulher de 29 anos vem sendo vítima de estelionato desde maio de 2017. A vítima compareceu no Plantão Policial na noite de sábado (09) para dar queixa de um conhecido, pois já faz um ano e oito meses que ele não devolve R$ 51.000,00. Conforme a mulher, ela emprestou esta quantia para um investimento em pedras preciosas. Desde então ele nunca cumpriu com o combinado, nada do valor foi devolvido a ela. O dinheiro foi depositado 19 vezes em contas diferentes, até chegar ao estelionatário. O caso foi registrado no Plantão Policial e, ao consultar o nome do denunciado, constou diversas empresas abertas em várias localidades. A Polícia Civil vai investigar o caso.

PM de Pará de Minas divulga alerta sobre golpe envolvendo cartões bancários

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08/03/2019

A Polícia Militar (PM) emitiu na sexta-feira (08) um alerta sobre um golpe envolvendo cartões bancários em Pará de Minas. Conforme a PM, uma mulher de 32 anos foi vítima de uma tentativa do golpe na cidade e, por pouco, não deu dinheiro aos criminosos. Os militares informaram que a mulher contou que recebeu uma ligação no telefone fixo de casa e, ao atender, a pessoa se identificou como um representante do banco em que ela tem conta e afirmou que alguém havia feito uma compra fraudulenta no cartão de crédito. O valor seria superior a R$ 3 mil. A mulher afirmou à polícia que o homem a ordenou para que cortasse o cartão de crédito e a entregá-lo, picado, a um representante do banco, que iria até a casa dela para recolhê-lo. Além disso, ela teria que entregar uma carta, escrita de próprio punho, solicitando o bloqueio do cartão. A mulher foi então orientada a desligar o telefone e ligar em um número 0800, que seria o telefone do banco. Ela seguiu as orientações e, ao ligar para o telefone indicado, uma outra pessoa confirmou a versão contada pelo primeiro interlocutor e pediu que a vítima confirmasse alguns dos dados que, segundo a mulher, já estavam na posse do atendente e fizeram ele ter mais credibilidade junto à ela. A mulher afirmou ter sido alertada por amigos sobre o golpe e, então, foi até a agência bancária em que tem conta. Lá, foi informada que a instituição não havia feito nenhuma ligação para ela e que o fato se tratava de um golpe. Segundo a PM, após isso a mulher ligou para a mãe, que pediu que ela não entregasse o cartão cortado para qualquer pessoa que chegasse à residência. A vítima relatou que após avisar a mãe sobre o golpe, ela afirmou que um homem foi até a casa dela e, depois de a mãe negar entregar o cartão para ele, uma pessoa suspeita ficou nas redondezas do imóvel com outros dois homens, em um carro. A mulher não sofreu nenhum prejuízo. A PM ressaltou que é importante que as pessoas tenham atenção neste modo de ação de criminosos e orienta que a população se mantenha em alerta quanto a golpes destes tipos e outros que geralmente são aplicados por telefone. Outra dica é para que ninguém passe nenhum dado pessoal ou faça depósitos em dinheiro sem antes checar a autenticidade da fonte das ligações.

Três pessoas são presas suspeitas de estelionato em Santa Catarina

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09/03/2019

Três mandados de prisão temporária foram cumpridos nas cidades de Porto Belo e Itapema, no Litoral Norte catarinense e em Blumenau, no Vale do Itajaí, na sexta-feira (09), contra suspeitos de estelionato. Além disso, também foram cumpridos outros sete mandados de busca e apreensão também nas Blumenau, Porto Belo Itapema e Itajaí, no Vale. Conforme a Polícia Civil, a organização criminosa adquiria empresas, geralmente inativas, com o objetivo de regularizá-las e manter o ano de registro delas. Depois entrava em contato com as vítimas, com o objetivo de adquirir imóveis, lanchas, automóveis de luxo, tratores e outros bens. Supostos representantes da “empresa”, com anos no mercado, iam até a vítima para avaliar os bens e passar as imagens do produto para o líder da organização. Por fim, realizavam o pagamento com cheques de terceiros, que seriam “clientes”. Os cheques voltavam. No caso de compras maiores, os criminosos davam uma entrada em espécie e o restante parcelado em cheques que voltavam. O prejuízo chega a mais de R$ 4 milhões para elas.

Presa quadrilha que aplicava golpe do bilhete premiado no Vale do Sinos

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08/03/2019

Na quinta-feira (07), agentes da 2ª Delegacia de Polícia de São Leopoldo prenderam quatro integrantes de uma quadrilha que estaria agindo desde o início do ano no Vale do Sinos aplicando o chamado golpe do bilhete premiado. Dois suspeitos foram detidos no município depois de lesar uma idosa em R$ 10 mil. Outros dois fugiram, mas foram presos pela Polícia Civil em Passo Fundo, no norte do Estado, no final do dia. O delegado responsável pela investigação diz que o grupo estava sendo monitorado desde janeiro, quando teria ocorrido o primeiro dos pelo menos cinco golpes aplicados no Vale do Sinos. Segundo ele, os presos na ação são três homens da região de Lages, em Santa Catarina, e uma mulher de Passo Fundo. Conforme a investigação, o grupo agiria por até dois meses em uma localidade e, em seguida, voltava para o Estado vizinho. Depois, quando gastava o dinheiro roubado das vítimas, escolhia uma nova região para atacar. A polícia confirmou que o grupo conseguiu dar golpes em pelo menos cinco vítimas em um valor estimado de R$ 50 mil. A maior parte do dinheiro foi recuperada, inclusive os R$ 10 mil levados nesta quinta-feira de uma idosa de 76 anos. O delegado afirma que todas as vítimas do Vale do Sinos são idosas e foram abordadas perto de agências bancárias, após terem feito algum tipo de movimentação bancária. As prisões só foram divulgadas na sexta-feira (08), após agentes de São Leopoldo terem confirmado a prisão dos integrantes da quadrilha em Passo Fundo.

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