Homem é vítima de estelionato ao efetuar compra pela internet

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19/11/2017

No fim de outubro, um homem de 40 anos foi vítima de estelionato ao realizar uma compra na internet, através do site Azeplus. Ele comprou um receptor digital e pagou R$ 700 via Mercado Pago – forma de pagamento que só é descontada após o comprador confirmar o recebimento do produto -, parcelado em 12 vezes em um cartão de crédito. A primeira parcela já foi cobrada, mas o produto não foi recebido e o site foi desativado. O banco informou que tentaria ajudar a vítima a resolver o problema, visto que o valor foi cobrado antes de o produto ser recebido. O Mercado Pago conseguiu cancelar as negociações com a vítima sob a alegação de que a compra não foi realizada pelo Mercado Livre.

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Fonte: GAZ

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Empresa de turismo pode ter aplicado golpe em quase 200 pessoas no Ceará

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16/11/2017

A polícia do Ceará está à procura do dono de uma agência de viagens que teria vendido falsos pacotes turísticos falsos no estado. As viagens oferecidas pela agência eram tanto para cidades brasileiras como para destinos fora do país. Cerca de 100 pessoas se dizem prejudicadas. Um dos que caiu no golpe do pacote barato foi um estudante. Parecia que essa seria a única oportunidade de conhecer a Ilha de Fernando de Noronha, em Pernambuco. Sem perder tempo, ele pagou o pacote à vista e começou a fazer planos. Até que na sexta-feira (10), descobriu que havia sido vítima de um golpe. Assim como ele, outras pessoas foram atraídas pela promessa de uma viagem com orçamento que cabia no bolso, como passagem e hospedagem incluídas no preço. Uma professora aposentada programou uma viagem para a Europa no ano que vem e também descobriu que o pacote não existia. Quando as primeiras denúncias surgiram, as pessoas prejudicadas investigaram a empresa responsável pelos pacotes. Após um breve levantamento pela internet descobriram que, pelo menos 179 pessoas compraram pacotes através da agência, o que pode representar prejuízo de cerca de R$ 500 mil. Em Tianguá, na Serra da Ibiapaba, 30 pessoas foram à Delegacia Regional registrar um boletim de ocorrência. Em um shopping da cidade funcionava uma das lojas da empresa e desde a última sexta-feira ninguém consegue falar com o responsável pela empresa e a loja segue fechada.

Sede na Bélgica

Segundo os contratos firmados pelas pessoas que adquiriram pacotes de viagem, a empresa tem sede na Bélgica e filiais nos Estados Unidos, Dubai e em algumas cidades brasileiras, como Parnaíba, no litoral do Piauí, Tianguá e Fortaleza, no Ceará. O curioso é que o único número de telefone que aparece no contrato tem o DDD da capital cearense e está desligado. A Polícia Civil, em Fortaleza, também investiga o caso. Setenta pessoas já registraram queixas contra a agência na Delegacia de Defraudações. O responsável pela empresa, está sendo procurado pela polícia por suspeita de estelionato.

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Fonte: G1

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Mulher de Mogi das Cruzes denuncia à polícia prejuízo de R$ 1,2 mil com cartão de crédito

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16/11/2017

Depois de ter um prejuízo de cerca de R$ 1,2 mil, uma moradora de Mogi das Cruzes descobriu que um desconhecido conseguiu um cartão de crédito em seu nome. Ela relatou o caso à polícia e um boletim de ocorrência de estelionato foi registrado no 1º Distrito Policial. Na delegacia, a mulher de 42 anos contou que viu a fatura do cartão de crédito que tem como endereço um imóvel de sua propriedade na Rua Shozo Sakai, na Vila Jundiaí. Ao olhar o documento, a vítima percebeu que uma compra foi feita em um hipermercado da cidade no valor de R$ 1.205,36. Ela explicou que não sabe quem possa ter solicitado o cartão em seu nome. E destacou também que o imóvel onde mora é na Vila São Sebastião.

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Fonte: G1

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Black Fraude nunca mais! 7 dicas de mestre para evitar golpes e economizar com segurança

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16/11/2017

A Black Friday brasileira vem apresentando cada vez mais fraudes, envolvendo promoções mentirosas e empresas falsas. Sites-fantasmas surgem da noite para o dia, espalhando pela internet seus mega descontos, fretes gratuitos e preços impossíveis de não chamar atenção. Por mais que tudo ocorra no ambiente on-line, os perigos de uma fraude eletrônica podem gerar transtornos imensos, envolvendo sequestro de dados bancários, pessoais e até processos jurídicos contra a própria vítima do golpe. E quem também sofre com isso são os lojistas que levam a liquidação a sério, que se espremem para oferecer ofertas verdadeiramente atrativas para o consumidor. Eles reduzem suas margens de lucro, apostam em um volume maior de venda, investem pesado em divulgação e ainda têm que lutar contra a cultura da fraude. Mas fique tranquilo! É possível se prevenir de todas as artimanhas da chamada “Black Fraude” com essas 7 dicas:

1 - FUJA DE SITES DUVIDOSOS

Eles surgem da noite para o dia, aparecem muito em anúncios de sites de pesquisa e se apresentam com layouts realmente convincentes. Para evitar tais sites, a dica é pesquisar suas reputações, seus protocolos internos de segurança e nunca digitar dados bancários até ter certeza de sua procedência.

2 - A FAMOSA METADE DO DOBRO

Prática bem comum na época da Black Friday, muitas lojas aumentam os preços de seus produtos antes da liquidação para, no dia 24, abaixá-los novamente, entregando descontos falsos. Monitorar os preços do que você está procurando é primordial.

3 - ATENÇÃO ÀS IMAGENS MERAMENTE ILUSTRATIVAS

Outro erro frequente de quem se aventura pelos e-commerces é não conferir se a descrição do produto é correspondente a foto que aparece na página de compras do site. Cores diferentes, modelos inferiores e ausência de funcionalidades podem se tornar uma dor de cabeça “daquelas”.

4 - TAXA DE ENTREGA X VALOR DO DESCONTO

Outra artimanha empregada nas lojas virtuais é dar desconto em seus produtos e compensá-lo na taxa de entrega. Na empolgação do momento, o consumidor não analisa o valor do frete e acaba pedindo um produto por um valor igual ou até superior ao de meses atrás. Ponto para a compra em lojas físicas.

5 - POLÍTICA DE TROCA E O SEU DIREITO

Em muitos casos, os sites alteram sua política de troca para se eximir de eventuais pedidos de troca, agindo de má fé para empurrar lotes de produtos defeituosos. Mas aqui entra o PROCON, resguardando o consumidor com 7 dias de prazo para desistência da compra, sem apontar qualquer motivo.

6 - GUARDE OS COMPROVANTES DE COMPRA

Nota fiscal, e-mail de confirmação, prints de telas de compra. Vale tudo para registrar todos os passos da sua compra, principalmente se for on-line. A legislação brasileira para internet ainda é muito falha, o que faz com que as compras nas lojas físicas sejam mais seguras também nesse ponto.

7PREFIRA LOJAS DE RUA E SHOPPING

Diante de tantas possibilidades de ser fraudado e enganado, a escolha por lojas físicas de confiança ainda é uma excelente pedida. Você pode experimentar o produto, tirar dúvidas com o vendedor, negociar melhor o preço e o melhor de tudo: sair com a sua compra na hora.

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Fonte: G1

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Idosa cai em golpe e perde quase R$ 10 mil em Bom Despacho

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16/11/2017

A Polícia Civil investiga um caso de estelionato envolvendo uma idosa, de 79 anos, que perdeu quase R$ 10 mil. Ela foi enganada por uma pessoa que informou, por telefone, que tinha ganhado uma viagem para o exterior e teria que fazer um depósito para levar o prêmio. O crime foi registrado pela Polícia Militar (PM). Foi informado que a vítima procurou o quartel para comunicar que recebeu uma ligação onde o interlocutor informou que ela havia ganhado um pacote de viagem para a Itália, mas que para receber o prêmio, deveria depositar certa quantia em uma conta. A idosa realizou o depósito no valor R$ 9.096,90 e depois percebeu que caiu em um golpe. A Polícia Civil abriu inquérito e, de acordo com o delegado responsável, a ligação foi feita de um DDD 11, mas não significa que o golpista esteja no estado de São Paulo.

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Fonte: G1

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Operação apreende materiais de suspeitos de fraude de R$ 150 milhões em ICMS

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14/11/2017

Foi deflagrada no início da manhã desta terça-feira (14) a ‘Operação Ceres’, nos municípios sergipanos de Itabaiana, Lagarto e Campo do Brito. Conforme informações da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão para análise de material sobre possíveis crimes contra a ordem tributária como fraude no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Há suspeita de que o Estado tenha deixado de arrecadar quase R$ 150 milhões por conta de atos ilícitos de um grupo de empresários. Equipes do Departamento de Crimes Contra a Ordem Tributária e Administração Pública (Deotap) e da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) apreenderam mídias e dispositivos eletrônicos com controle de estoque de mercadorias, vendas e documentos. O nome da operação se refere à Ceres, a deusa do cereal e agricultura. A polícia explica que se deve ao fato de os investigados comercializarem vários produtos do ramo agrícola.

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Fonte: G1

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Dono de concessionária no DF é suspeito de usar dados de clientes para financiar carros

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14/11/2017

A Polícia Civil do Distrito Federal está em busca de um homem, de 41 anos, suspeito de financiar carros com o nome de outras pessoas. Ele é apontado como dono de uma concessionária de seminovos e teria dado o golpe em potenciais compradores – cerca de 20 vítimas registraram ocorrência. A polícia estima que, ao menos, R$ 1 milhão tenha sido movimentado com o esquema. “Ele não só agia como vendedor ou proprietário de loja de automóveis, mas há ocorrências dando conta de que ele agia de forma autônoma, oferecendo veículos e trabalhando no ramo de compra e venda, sempre lesando terceiros de boa fé”, disse o delegado-chefe da 19ª DP. A mãe de uma das vítimas disse que o nome do filho foi usado em 2011, quando fez uma proposta de compra de um carro usado. Na ocasião, ele não chegou a dar entrada, mesmo assim, os dados dele acabaram sendo usados. Seis anos depois, ele foi surpreendido com um débito de cerca de R$ 90 mil na conta e uma cobrança extrajudicial para apreensão de bens. “Meses depois, [meu filho] recebeu uma cobrança. Foi até o banco, chegou lá disse que tinha sido vítima de um golpe, mas ficou por isso mesmo. Porque o banco disse que já tinha tomado as providências. “Ele perdeu a oportunidade de ter um apartamento devido a esse débito”, disse a mãe.

Outras fraudes

Segundo a Polícia Civil, o suspeito também praticava outras fraudes, como a troca e locação de carros roubados, além da venda de veículos com documentos falsos. “Chegava a fazer trocas, oferecendo aos interessados veículos com restrições de roubo, furto e até oriundos de fraudes como veículos que eram locados em locadoras de automóveis até fora do DF”, explicou o delegado. “A documentação era adulterada e esses veículos eram trocados ou vendidos para terceiros.” Se for encontrado, o homem deve responder por estelionato. A polícia também investiga a participação de pessoas ligadas a cartórios, órgãos públicos e instituições financeiras no esquema. Caso seja confirmado o envolvimento, o suspeito também responderá por associação criminosa, cuja pena varia de 3 a 8 anos de prisão em regime fechado.

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Fonte: G1

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