Homem cai em golpe de estelionato em Carmo do Paranaíba

Sem Comentários

16/01/2019

De acordo com a Polícia Militar, a vítima contou que recebeu uma ligação de uma mulher, que disse que trabalhava em um cartório responsável por executar dívidas e que havia um débito em seu nome de R$498 referente a dívida com uma empresa de telecomunicações. Segundo a estelionatária, seria necessário que o homem depositasse o valor em uma conta bancária até às 17h, caso contrário a dívida seria protestada e teria o valor aumentado. O homem então fez o depósito em nome de uma mulher e somente depois foi até uma loja da operadora de telefonia verificar sobre a dívida. Ele então foi informado que não havia débito em seu nome e, assim, percebeu que tratava-se de um golpe. Diante do ocorrido, a vítima procurou a Polícia Militar para fazer o registro da ocorrência.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Patos Já

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Polícia investiga golpe contra idosos aplicado três vezes em dois dias; vítimas perderam R$ 20 mil

Sem Comentários

12/12/2018

Investigadores do 4º Distrito Policial (DP) de Piracicaba (SP) apuram três casos de estelionato contra idosos cometidos de forma semelhante e em um intervalo de dois dias. Conforme a Polícia Civil, o golpe ocorre por telefone e, no total, as vítimas perderam R$ 20,8 mil. Um dos casos ocorreu na quinta-feira (06) e os outros dois na sexta (07). Nos três, as vítimas, que têm entre 69 e 75 anos, recebem uma ligação que os informa que um sobrinho sofreu acidente de trânsito e precisa de dinheiro para pagar atendimento médico ou conserto de carro. Nos três casos, os idosos vão até o banco e fazem depósitos para contas de desconhecidos. Depois, entram em contato com as supostas vítimas do acidente e descobrem que o fato nunca ocorreu. Os três golpes foram registrados no plantão da Polícia Civil. Por meio da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP), a Polícia Civil apontou nesta segunda-feira (10) que não descarta que os três casos tenham sido cometidos pela mesma pessoa. “Os casos estão em investigação pelo 4° DP de Piracicaba. A Polícia Civil está providenciando a representação das quebras dos sigilos dos números de telefone utilizados e também das contas bancárias beneficiadas. A polícia não descarta a possibilidade dos três crimes serem cometidos pelos mesmos autores”, informou em nota.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Mulher cai em golpe ao achar que ganhou R$ 20 mil

Sem Comentários

05/08/2018

A vítima, que mora em Santa Bárbara d’Oeste (SP), recebeu o telefonema na tarde do sábado (04). O homem na linha se identificou como funcionário de sua operadora de celular e disse que ela havia ganhado um prêmio de R$20 mil mais um aparelho de jantar no valor de R$ 3 mil, referente a uma promoção da operadora.

Para receber o prêmio, a vítima foi orientada a ir a uma loja e fazer recargas em diversos aparelhos telefônicos. Ela então foi até um estabelecimento e fez 16 recargas no valor de R$ 40, um total de R$ 640. Em seguida, foi ao caixa eletrônico de seu banco para sacar o dinheiro do suposto prêmio. Neste momento foi avisada, por telefone, que se tratava de um golpe.

Desesperada, a vítima pegou um ônibus até o plantão policial para registrar o boletim de ocorrência. Um representante da loja onde ela fez as recargas também foi chamado ao plantão. Foram feitas cópias das recargas realizadas e anexadas ao processo encaminhado para investigação da Polícia Civil.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: O Liberal

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Mulher de 20 anos é vítima de estelionato e tem prejuízo de R$ 500 em Pinda, SP

Sem Comentários

27/07/2018

Em Pindamonhangaba (SP), na quinta-feira (27), uma jovem de 20 anos foi vítima de um estelionatário. Conforme a vítima, ela recebeu uma ligação de um suposto vendedor de uma empresa de telefonia, que dizia que ela teria recebido um prêmio, e depositou R$ 500 na conta do suspeito. O caso é investigado pela polícia. A jovem, que mora no bairro Parque das Nações, recebeu uma ligação pela manhã, de um homem que dizia que era vendedor. Durante a conversa, ele anunciou a mulher que ela teria sido contemplada em um sorteio e que teria ganhado um valor de R$ 20 mil e dois celulares. No entanto, para que o prêmio fosse enviado, a mulher teria que ter o valor de R$ 500 e realizar o depósito em uma outra conta bancária. Com as orientações dadas pelo suposto funcionário, a mulher foi até uma agência bancária e fez uma transferência de R$ 499,12 para a conta, que era de Fortaleza. No fim do dia, a mulher achou estranho essa ação e percebeu que caiu em um golpe. Ela tentou retornar ao banco e bloquear a transferência, mas não era mais possível. O caso foi registrado como estelionato e será investigado pela Polícia Civil.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Duas pessoas registram ocorrência por caírem em golpe pelo telefone em Alto Paraíso, RO

Sem Comentários

03/04/2018

Uma mulher de idade não informada e um homem de 59 anos procuraram a Polícia Militar (PM) no início desta semana após serem vítimas de estelionato em Alto Paraíso (RO), no Vale do Jamari. Segundo a PM, os infratores usaram ligações telefônicas para aplicarem os golpes e conseguiram fazer com que as vítimas fizessem depósitos em agências bancárias. O homem se apresentou na base policial de Alto Paraíso e relatou aos policias que a esposa dele havia sofrido um estelionato no dia 27 de março. Ele informou que a esposa havia recebido uma ligação de uma pessoa que se identificou como um parente dela. O infrator pediu uma quantia em dinheiro para consertar o carro que estava quebrado em meio a estrada. Posteriormente, a mulher se deslocou até a uma casa lotérica de Jaru (RO) e efetuou um depósito de R$ 1,2 mil. No segundo caso, a mulher relatou que recebeu a ligação de um número de outro estado, onde a pessoa se passou como gerente de uma operadora telefônica. O infrator disse que a vítima havia sido contemplada com um prêmio de R$ 15 mil e que ela poderia retirar o dinheiro em uma agência bancária. Depois, o estelionatário disse para a vítima não desligar a chamada e ir até o banco para que ela fosse orientada para poder sacar o dinheiro. Porém, após retirar o cartão no caixa eletrônico, ela suspeitou que efetuou uma transferência no valor de R$ 1 mil para outra conta bancária. A mulher procurou a gerente da agência e confirmou o golpe de estelionato. Os dois casos foram registrados pela PM de Alto Paraíso na Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp) de Ariquemes, onde a Polícia Civil investiga os crimes.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Golpe desfalca R$ 50 mil de lotérica e deixa moradores de Tabatinga sem o serviço

Sem Comentários

05/07/2017

Moradores de Tabatinga (SP) estão sem os serviços de lotérica há uma semana. O único posto da cidade foi fechado depois de sofrer um desfalque de quase R$ 50 mil na última terça-feira (27). É mais um golpe que faz vítimas no Centro-Oeste Paulista e desta vez, os criminosos usam vítimas para enganar os atendentes de lotéricas. A vítima, um pedreiro que pediu para não ser identificado, conta que recebeu a ligação de um homem, que se identificou como funcionário de uma empresa de telefonia, dizendo que o pedreiro teria um prêmio no valor de R$ 10 mil para receber. “Ele me passou o nome certinho, protocolo e falou dos bancos patrocinadores. Depois me perguntou se eu estava perto de uma lotérica e eu disse que levaria uma meia hora para chegar, mas ele falou que não tinha problema, que era para manter o celular ligado e se caísse a ligação para discar 00. Eu fiz isso e quando chegasse na lotérica passasse o telefone para a atendente que ela iria falar com o supervisor dele e ele iria autorizar o pagamento de R$ 10 mil.” Na casa lotérica, ele entregou o telefone à atendente. Neste momento, o golpista teria dito a ela que era o chefe da vítima e que precisava fazer vários depósitos em contas correntes. Segundo o boletim de ocorrência, o estelionatário garantiu que o dinheiro estava com o aposentado e seria entregue depois dos depósitos. O golpe só foi descoberto quando a funcionária foi cobrar o pedreiro. “Quando eu passei o telefone, ele distorceu tudo e falou que era meu chefe, para fazer os depósitos nas contas que eu daria o dinheiro. A atendente na inocência caiu na conversa dele, como eu.” O caso aconteceu na única casa lotérica de Tabatinga, que precisou ser fechada por conta do desfalque no valor de quase R$ 50 mil. O local deve ser reaberto nesta quarta-feira (05). Os 34 depósitos nos valores de R$ 1 mil a R$ 1,5 mil, foram feitos em contas de diferentes bancos de ao menos três estados do Nordeste. Segundo informações, os saques eram realizados no mesmo momento dos depósitos. O caso foi registrado na delegacia da cidade. Após instaurado o inquérito, o caso vai ser encaminhado à Justiça Federal. O pedreiro e atendente devem ser ouvidos nesta quarta-feira na delegacia de Tabatinga.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Bancos reforçam defesa contra crimes eletrônicos

Sem Comentários

24/04/2017

No início deste mês, a Polícia Federal desarticulou uma quadrilha acusada de roubar pelo menos R$ 7,5 milhões de clientes de três bancos diferentes. O crime seria apenas mais um entre os vários que envolvem clientes bancários todos os dias no país não fosse uma das “armas” usada pelos bandidos: o telefone celular da própria vítima. Como esperado, o processo de migração das transações bancárias das agências para os canais digitais também atraiu a atenção dos criminosos. Uma empresa de softwares de segurança estima que as perdas de instituições financeiras com cibercrime somaram R$ 2 bilhões apenas no ano passado. Esse número representa um aumento em relação ao montante de R$ 1,8 bilhão estimado pela Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) em 2015. O valor é pouco superior ao investimento dos bancos em segurança da informação, que foi da ordem de R$ 1,9 bilhão em 2015, segundo a associação. Para os bancos, o aumento das fraudes virtuais significa mais gastos operacionais. As instituições financeiras têm elevado os investimentos em segurança da informação para prevenir tais ataques aos seus servidores e oferecer um acesso seguro às plataformas digitais pelos clientes. Como os bancos não poupam esforços – nem dinheiro – para coibir as fraudes nas operações digitais, a estratégia dos criminosos costuma se concentrar no elo mais fraco dessa cadeia: o cliente. Os golpes mais comuns envolvem o que os especialistas chamam de “engenharia social”. Em outras palavras, os bandidos conseguem movimentar os recursos ao obter, de forma ilícita, os dados das vítimas, geralmente se fazendo passar pelo banco no qual a vítima tem conta. No caso da quadrilha pega na Operação Valentina da Polícia Federal, os criminosos enviavam mensagens de texto (SMS) pelo celular e e-mails falsos dos bancos pedindo uma atualização de cadastro. Os clientes eram, então, redirecionados para uma página falsa do banco em que os hackers se apropriavam das informações com a instalação de softwares maliciosos (malwares). Com a ajuda de um funcionário de uma operadora de telefonia, o telefone da vítima era bloqueado e habilitado para o chip do fraudador para que o cliente não descobrisse a fraude. A ação da polícia contou com a colaboração dos bancos. Os bancos dizem que a tecnologia está ao lado deles, e não dos criminosos. Os recursos disponíveis no telefone celular já permitem aos bancos terem mais certeza sobre a identidade de um cliente na abertura de uma conta feita de forma digital do que em uma agência, utilizando, por exemplo, a sua geolocalização, afirma o executivo de uma grande instituição. O mesmo conjunto de dados é usado para acompanhar as transações realizadas por meio dos aplicativos. Caso uma movimentação atípica seja identificada, os bancos procuram confirmá-la antes com o cliente. O desafio, neste caso, é reduzir a taxa de “falsos positivos”, quando o banco liga para notificar sobre operação legítima, segundo um executivo de uma empresa de tecnologia de gestão de riscos. Isso porque os fraudadores já encontraram uma maneira de burlar essa restrição: com a ajuda de um funcionário de uma operadora de telefonia, conseguem bloquear o telefone da vítima e habilitá-lo para o chip do fraudador para que o cliente nem o banco descobrissem a movimentação irregular. Nas próximas gerações de aplicativos, os bancos esperam reduzir a possibilidade de fraudes desse tipo. As novas soluções, baseadas na chamada “biometria comportamental”, buscam identificar o cliente por meio de padrões como a forma como cliente segura o aparelho ou digita na tela. A autorização das operações deixa de ser baseada em senhas e passa a incluir a geolocalização e reconhecimento facial e de voz. “São tecnologias que já existem e agora estão em teste nos laboratórios dos bancos”, afirma um executivo de uma grande instituição.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Defesa Net

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Anterior