Golpe desfalca R$ 50 mil de lotérica e deixa moradores de Tabatinga sem o serviço

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05/07/2017

Moradores de Tabatinga (SP) estão sem os serviços de lotérica há uma semana. O único posto da cidade foi fechado depois de sofrer um desfalque de quase R$ 50 mil na última terça-feira (27). É mais um golpe que faz vítimas no Centro-Oeste Paulista e desta vez, os criminosos usam vítimas para enganar os atendentes de lotéricas. A vítima, um pedreiro que pediu para não ser identificado, conta que recebeu a ligação de um homem, que se identificou como funcionário de uma empresa de telefonia, dizendo que o pedreiro teria um prêmio no valor de R$ 10 mil para receber. “Ele me passou o nome certinho, protocolo e falou dos bancos patrocinadores. Depois me perguntou se eu estava perto de uma lotérica e eu disse que levaria uma meia hora para chegar, mas ele falou que não tinha problema, que era para manter o celular ligado e se caísse a ligação para discar 00. Eu fiz isso e quando chegasse na lotérica passasse o telefone para a atendente que ela iria falar com o supervisor dele e ele iria autorizar o pagamento de R$ 10 mil.” Na casa lotérica, ele entregou o telefone à atendente. Neste momento, o golpista teria dito a ela que era o chefe da vítima e que precisava fazer vários depósitos em contas correntes. Segundo o boletim de ocorrência, o estelionatário garantiu que o dinheiro estava com o aposentado e seria entregue depois dos depósitos. O golpe só foi descoberto quando a funcionária foi cobrar o pedreiro. “Quando eu passei o telefone, ele distorceu tudo e falou que era meu chefe, para fazer os depósitos nas contas que eu daria o dinheiro. A atendente na inocência caiu na conversa dele, como eu.” O caso aconteceu na única casa lotérica de Tabatinga, que precisou ser fechada por conta do desfalque no valor de quase R$ 50 mil. O local deve ser reaberto nesta quarta-feira (05). Os 34 depósitos nos valores de R$ 1 mil a R$ 1,5 mil, foram feitos em contas de diferentes bancos de ao menos três estados do Nordeste. Segundo informações, os saques eram realizados no mesmo momento dos depósitos. O caso foi registrado na delegacia da cidade. Após instaurado o inquérito, o caso vai ser encaminhado à Justiça Federal. O pedreiro e atendente devem ser ouvidos nesta quarta-feira na delegacia de Tabatinga.

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Fonte: G1

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Bancos reforçam defesa contra crimes eletrônicos

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24/04/2017

No início deste mês, a Polícia Federal desarticulou uma quadrilha acusada de roubar pelo menos R$ 7,5 milhões de clientes de três bancos diferentes. O crime seria apenas mais um entre os vários que envolvem clientes bancários todos os dias no país não fosse uma das “armas” usada pelos bandidos: o telefone celular da própria vítima. Como esperado, o processo de migração das transações bancárias das agências para os canais digitais também atraiu a atenção dos criminosos. Uma empresa de softwares de segurança estima que as perdas de instituições financeiras com cibercrime somaram R$ 2 bilhões apenas no ano passado. Esse número representa um aumento em relação ao montante de R$ 1,8 bilhão estimado pela Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) em 2015. O valor é pouco superior ao investimento dos bancos em segurança da informação, que foi da ordem de R$ 1,9 bilhão em 2015, segundo a associação. Para os bancos, o aumento das fraudes virtuais significa mais gastos operacionais. As instituições financeiras têm elevado os investimentos em segurança da informação para prevenir tais ataques aos seus servidores e oferecer um acesso seguro às plataformas digitais pelos clientes. Como os bancos não poupam esforços – nem dinheiro – para coibir as fraudes nas operações digitais, a estratégia dos criminosos costuma se concentrar no elo mais fraco dessa cadeia: o cliente. Os golpes mais comuns envolvem o que os especialistas chamam de “engenharia social”. Em outras palavras, os bandidos conseguem movimentar os recursos ao obter, de forma ilícita, os dados das vítimas, geralmente se fazendo passar pelo banco no qual a vítima tem conta. No caso da quadrilha pega na Operação Valentina da Polícia Federal, os criminosos enviavam mensagens de texto (SMS) pelo celular e e-mails falsos dos bancos pedindo uma atualização de cadastro. Os clientes eram, então, redirecionados para uma página falsa do banco em que os hackers se apropriavam das informações com a instalação de softwares maliciosos (malwares). Com a ajuda de um funcionário de uma operadora de telefonia, o telefone da vítima era bloqueado e habilitado para o chip do fraudador para que o cliente não descobrisse a fraude. A ação da polícia contou com a colaboração dos bancos. Os bancos dizem que a tecnologia está ao lado deles, e não dos criminosos. Os recursos disponíveis no telefone celular já permitem aos bancos terem mais certeza sobre a identidade de um cliente na abertura de uma conta feita de forma digital do que em uma agência, utilizando, por exemplo, a sua geolocalização, afirma o executivo de uma grande instituição. O mesmo conjunto de dados é usado para acompanhar as transações realizadas por meio dos aplicativos. Caso uma movimentação atípica seja identificada, os bancos procuram confirmá-la antes com o cliente. O desafio, neste caso, é reduzir a taxa de “falsos positivos”, quando o banco liga para notificar sobre operação legítima, segundo um executivo de uma empresa de tecnologia de gestão de riscos. Isso porque os fraudadores já encontraram uma maneira de burlar essa restrição: com a ajuda de um funcionário de uma operadora de telefonia, conseguem bloquear o telefone da vítima e habilitá-lo para o chip do fraudador para que o cliente nem o banco descobrissem a movimentação irregular. Nas próximas gerações de aplicativos, os bancos esperam reduzir a possibilidade de fraudes desse tipo. As novas soluções, baseadas na chamada “biometria comportamental”, buscam identificar o cliente por meio de padrões como a forma como cliente segura o aparelho ou digita na tela. A autorização das operações deixa de ser baseada em senhas e passa a incluir a geolocalização e reconhecimento facial e de voz. “São tecnologias que já existem e agora estão em teste nos laboratórios dos bancos”, afirma um executivo de uma grande instituição.

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Fonte: Defesa Net

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Imposto de renda: saiba como se proteger do golpe do roubo de identidade

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28/03/2017

Só no ano passado, mais de 27 milhões de pessoas físicas enviaram suas declarações de imposto de renda. Esse período geralmente é agitado para todos os contribuintes. Porém, é também uma época na qual cibercriminosos criam armadilhas para acessar dados pessoais das vítimas e roubar suas identidades. Essa modalidade de cibercrime é a mais rentável e altamente praticada durante esse período, já que a partir dela é possível cometer outros crimes. “A partir do momento em que o criminoso tem acesso ao número de CPF, RG e nome completo da vítima, ele consegue falsificar os documentos e cometer uma série de crimes usando essa identidade. Por exemplo, o criminoso pode abrir uma conta em um banco, solicitar cartões de crédito e não pagar a fatura, fazendo com que o CPF da vítima se torne irregular no SPC ou Serasa”, afirma um engenheiro de segurança. Para evitar cair nesses golpes, uma empresa que trabalha com antivírus lista as principais ofensivas dos cibercriminosos e fornece dicas para se proteger:

– Phishing – suspeite de e-mails que solicitam dados sensíveis, como documentos e endereço. A Receita Federal não envia e-mails cobrando dados cadastrais ou solicitando atualização da declaração já enviada;

– Falsificação do aplicativo IRPF – somente baixe aplicativos em lojas oficiais, como a App Store e a Play Store, e veja os comentários/opiniões sobre o aplicativo para se certificar de que não é falso. Preste atenção também no nome do desenvolvedor do aplicativo, e caso o nome seja suspeito, não baixe;

– Golpes por telefone – a Receita não faz chamadas para confirmar ou solicitar dados do contribuinte. Fique atento a essas ligações, pois podem ser um golpe aplicado por criminosos que visam roubar dados pessoais e bancários.

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Fonte: 33 Giga

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Homem perde R$ 2,5 mil ao cair em ‘golpe da operadora’ em Piracicaba

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27/03/2017

Em Piracicaba (SP) na manhã de sábado (25), um pedreiro de 41 anos perdeu R$ 2,6 mil após cair em um golpe de uma suposta operadora de celular. Conforme a Polícia Civil, a vítima recebeu uma mensagem no aparelho telefônico. O texto dizia que o homem tinha sido premiado com R$ 32 mil. A mensagem também dizia que para receber o prêmio ele devia fazer dois depósitos, um no valor de R$ 100 e outro de R$ 200 em duas contas diferentes. Ele fez os dois e ao perceber que era um golpe, tirou um extrato. No documento, ele viu que tinham mais duas transferências de sua conta, uma no valor de R$ 2,2 mil e outra de R$ 16 mil. As operações não foram efetuadas por falta de saldo bancário. Ninguém foi preso até a publicação desta reportagem.

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Fonte: G1

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Gerente de empresa cai em golpe e perde R$ 66 mil em Poços de Caldas

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03/02/2017

Na tarde desta quinta-feira (02), uma empresa de insumos agrícolas de Poços de Caldas (MG) perdeu R$ 66 mil em um golpe de estelionato. Conforme informações da Polícia Militar, a gerente da empresa teria recebido uma ligação telefônica que, supostamente, seria de uma agência bancária. Os policiais informaram ainda que durante a ligação foi pedido para que a mulher acessasse um site e atualizasse os dados da empresa. Além disso, a gerente da empresa foi orientada, pelo suposto funcionário da agência, a não utilizar o computador pelo prazo de oito horas. Um tempo depois, desconfiada, a gerente acessou a conta da empresa e percebeu que a quantia de R$ 66 mil havia ‘sumido’ da conta do estabelecimento. Ela ainda contou aos policias que ao consultar o banco notou que o dinheiro teria sido usado para pagamentos de diversos boletos e transferências. A polícia foi acionada e investiga o caso. Até a publicação desta reportagem, ninguém havia sido preso.

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Fonte: G1

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Polícia de MT alerta para aumento de golpes por telefone no fim de ano

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13/12/2016

Conforme a Polícia Civil mato-grossense, a atenção da população deve ser redobrada para não cair em golpes aplicados por telefone, como o do falso sequestro. A maioria desses golpes parte de dentro dos presídios. Os detentos aproveitam o aumento no trânsito de visitantes para intensificar as ações. “Aplicam principalmente o telefonema dizendo que um parente próximo que está chegando quebrou o carro na estrada e o precisa de um depósito em determinada conta porque o guincho não aceita cartão nem cheque”, explica o delegado responsável. Em dezembro do ano passado, um representante comercial sofreu uma tentativa de golpe do sequestro. Ele recebeu uma ligação de bandidos que diziam ter sequestrado a filha dele. No golpe, os criminosos fingem estar com algum parente próximo da vítima, fazendo ameaças e exigindo dinheiro. “Eu estava chegando de viagem, recebi a ligação e de repente ouço minha filha chorando dizendo que tinha sido roubada. A partir do momento que falei o nome dela, ele tomou o telefone”, conta o homem, que só percebeu a armação quando o irmão verificou que a menina estava na escola. O delegado ainda alerta para outro golpe aplicado por telefone, conhecido como “bença tia”, que exige dinheiro de parentes de pacientes em hospitais. Com o pai internado na Unidade de Terapia Intensiva de um hospital particular da capital, uma advogada foi uma das vítimas dessa modalidade. Ela conta que, durante um feriado, recebeu uma suposta ligação do hospital exigindo um depósito de R$ 2,9 mil para um procedimento. “Eles sabiam dados pessoais e dados clínicos e acho que essas informações são bem sigilosas”, diz. Tanto no golpe do falso sequestro quanto no “bença tia” as vítimas são aleatórias. Os golpistas ligam para várias pessoas até alguma delas acreditar. Conforme a polícia, está sendo investigado como os criminosos têm acesso a dados sigilosos dos hospitais. “Os bandidos têm informações privilegiadas, eles conseguem dados muito atualizados dos pacientes”, explica o delegado. “O dinheiro arrecadado com os golpes é utilizado para fomentar o crime fora da cadeia, comprar drogas e armas”, completa.

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Fonte: G1

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Homem tenta ajudar amigo que caiu em golpe por telefone e perde R$ 700

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28/10/2016

Um homem de 33 anos tentou ajudar um amigo e acabou perdendo R$ 700 ao depositar a quantia para um suposto golpista. O caso ocorreu em Vilhena (RO), a 700 quilômetros de Porto Velho. O amigo é que havia sido o alvo do golpe, porém, pediu para a vítima emprestar o dinheiro e depositar na conta de um ‘colega’ de Pernambuco (PE), que estaria precisando de ajuda. O caso foi registrado como fraude na Delegacia de Polícia Civil, na última quinta-feira (27). O suspeito ainda não foi identificado. De acordo com o registro policial, o amigo da vítima recebeu uma ligação telefônica de Pernambuco de um homem que dizia ser um colega dele, que mora lá. Depois de um breve diálogo, o sujeito explicou que estava precisando de dinheiro e pediu uma ajuda de R$ 700. No entanto, o homem alegou que não poderia realizar o depósito, pois seu banco não estava funcionando naquele dia. Ele pediu, então, para que a vítima emprestasse a quantia e ajudasse o ‘colega’ pernambucano. Quando o golpe foi descoberto, a vítima já havia realizado o depósito. O caso deve ser investigado pela Polícia Civil de Vilhena.

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Fonte: G1

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