Saiba como funciona golpe das falsas lojas de roupas nas redes sociais

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13/05/2018

Sonho de consumo. Uma loja cheia de roupas lindas, vestidos, saias, blusas, e o melhor: o preço é uma pechincha. Tem até queima de estoque, por R$ 10, cada peça. Não precisa nem sair de casa para comprar. A reportagem realizada pelo Fantástico, da Rede Globo, entra em contato, escolhe dez modelos e envia o pedido. A vendedora manda uma conta bancária para ser feito o depósito. Mas tudo isso não passa de um golpe. As roupas nem mesmo existem. O programa investigou durante dois meses esse novo golpe na internet que está deixando muita gente frustrada: o golpe das falsas lojas de roupas. Os casos que descobriram são de perfis em redes sociais. As vítimas negociaram através de mensagens de texto pelo celular ou nos chats das próprias redes e acabaram caindo no papo de vendedor. Para ver a matéria completa, acesse o link abaixo.

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Fonte: G1

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Golpe de phishing no Facebook tenta roubar login e senha; saiba evitar

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13/04/2018

Um esquema de phishing é usado em páginas reais do Facebook para roubar dados de login e senha dos usuários. A estratégia envolve um e-mail falso, capaz de enganar mesmo os mais atentos, com um link para um aplicativo malicioso hospedado na rede social. Como o endereço eletrônico conduz o destinatário para a plataforma de Mark Zuckerberg, é fácil cair no ataque. A armadilha foi descoberta por um desenvolvedor web de tecnologias de programação para a Internet, na quarta-feira passada (04). Em seu blog pessoal, o desenvolvedor contou sobre o episódio que quase o levou a ceder dados de login aos criminosos. O desenvolvedor apresentou o conteúdo do e-mail, que alertava a respeito de uma suposta infração de direitos autorais na página do autor. Redigida sem os erros de gramática e ortografia comuns em ataques do tipo, a mensagem tinha um link para levar o usuário diretamente a uma página real do Facebook, fato que contribuiu para a sensação de legitimidade do aviso. O atalho, na verdade, direciona a vítima para um app malicioso hospedado no Facebook. Por meio de um formulário, a página pedia dados de login, como e-mail e senha, da rede social. No entanto, o desenvolvedor percebeu algo de errado: não fazia sentido o Facebook pedir esses dados fora de contexto. Isso levou ele a examinar com mais cuidado o e-mail e o material do ataque. A checagem foi o suficiente para que ele identificasse uma série de detalhes que denunciam o golpe. O endereço de remetente da mensagem é “noreply@facbooksupport.com”, sem “e” no nome da plataforma. Em uma segunda leitura, se deparou com erros de ortografia e gramática, que puseram em evidência a má intenção.

Como evitar cair em ataques phishing?

Phishing, do inglês, é um termo referente à ideia de “pescar” vítimas. O golpe usa uma estratégia para “fisgar” usuários desatentos – mesmo especialistas em tecnologia estão suscetíveis à ação. A primeira regra para evitar o transtorno é ter cuidado com mensagens de tom alarmista, com avisos sobre perda de acesso a serviços da Internet. Também é preciso desconfiar de mensagens que oferecem prêmios, descontos e vantagens mirabolantes em lojas, serviços e aplicativos diversos. Outra dica é checar o endereço de e-mail do remetente e examinar os links apresentados na mensagem. Um ataque recente levava vítimas a acessar “www.rnercadolivre.com” com “RN” (em letras minúsculas) ao invés de “M”. Chamado de golpe homográfico, esse tipo de estratégia visa enganar o usuário com endereços falso, semelhante aos das páginas reais, a partir do uso de outras letras ou a duplicação delas, por exemplo.

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Fonte: TechTudo

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PC alerta sobre golpe da compra de carro pela internet que já registrou 174 casos em 2017

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13/03/2018

Só no mês de janeiro deste ano já foram comunicados à Delegacia de Defraudações de João Pessoa (DDF), 16 casos de golpes de venda de veículos através da internet. Há poucos dias, a Polícia Civil conseguiu recuperar o carro de uma vítima cujo golpe aconteceu sexta-feira passada em João Pessoa. No ano de 2017 foram registrados 174 casos desta natureza. Segundo informações do titular da DDF, esse tipo de crime funciona da seguinte maneira: os suspeitos entram em contato com as vítimas, de preferência na sexta-feira, através de anúncios pela internet, demonstrando interesse na negociação do veículo. “Eles gostam de realizar esse tipo de golpe na sexta-feira, porque a compensação do depósito a ser pago pelo veículo só é feita na segunda-feira, e eles aproveitam esse espaço de tempo para pedir à vítima que entregue o bem antes da compensação, ou seja, da transferência do dinheiro ser feita”, alertou o delegado. Em um caso ocorrido sexta- feira passada em João Pessoa, o golpista negociou o veículo pelo valor de R$ 18.000, realizando um “falso depósito bancário”, convencendo a vítima a entregar o veículo antes da compensação do depósito. E logo em seguida, ainda no mesmo dia, ele vendeu o carro pelo valor de R$ 12.000 a uma concessionária da capital, fornecendo para a transferência uma conta bancária do Estado de Mato Grosso. Nesse caso, os policiais da DDF conseguiram localizar o carro e devolver ao proprietário, mas a concessionária que comprou o mesmo veículo do golpista conseguiu bloquear R$ 5 mil dos R$ 12 mil que pagou pelo carro. A concessionária não conseguiu o resto do dinheiro porque o falso vendedor já havia sacado. Até o início da tarde de ontem o golpista não havia sido preso.

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Fonte: PB Agora

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4 indícios de que aquela grande oportunidade na Internet é um golpe

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06/03/2018

A Internet é ótima e traz consigo muitas facilidades para o dia a dia das pessoas. Compras, serviços bancários, relacionamento com amigos e familiares. Mas também existem aquelas pessoas que abusam deste meio para fins escusos, seja para praticar pequenos atos ilícitos, seja para cometer crimes de maior calibre. Por isso, é importante que você se proteja prestando atenção em alguns sinais que podem indicar que há algo errado. Independente de por onde uma tentativa de fraude comece (e-mail, mensagem no WhatsApp, link no Facebook, etc.), normalmente elas compartilham algumas coisas em comum:

  1. Sentimento de urgência, como por exemplo, uma promoção com tempo ou número limitado de itens disponíveis. Os atacantes usam a urgência para que você não tenha tempo de verificar a veracidade da “oportunidade” apresentada, fazendo a vítima agir de forma impulsiva;
  2. Pedidos de informações pessoais, como por exemplo, endereço, números de documentos, telefones, correio eletrônico. É importante entender que mesmo dados simples como o seu e-mail possuem valor para os criminosos. Os dados fornecidos podem ser usados em crimes como abertura de crédito com terceiros;
  3. Anexos suspeitos, ou seja, que não são imediatamente exibidos pela sua aplicação de e-mails ou pelo webmail. Muitas vezes, anexos são usados para infectar o microcomputador da vítima. Geralmente tem a extensão RAR, EXE ou mesmo DOCX;
  4. Bom demais para ser verdade, ou seja, oportunidades que parecem ótimas com pouco ou nenhuma contrapartida. Um exemplo recente que se espalhou pelo WhatsApp foi de uma página falsa da companhia AirFrance que estaria doando algumas centenas de bilhetes aéreos pelo seu aniversário de 85 anos. Ela só requeria duas coisas: que compartilhasse a oportunidade com alguns amigos e alguns dados pessoais;

Como regra de ouro, se pediram seus dados pessoais, ligue o alerta vermelho e procure na internet sobre “a oferta, a oportunidade” oferecida – se for uma tentativa de fraude, muitas vezes encontrará referências.

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Fonte: Canal Tech

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Polícia descobre golpe aplicado em pessoas que vendem carros pela internet na Serra do RS

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07/09/2017

A Polícia Civil descobriu um golpe que pode ter lesado centenas de pessoas que colocaram carros à venda na internet no Rio Grande do Sul. Cinco suspeitos foram indiciados por estelionato e organização criminosa no inquérito remetido à Justiça, nesta semana, por usarem cheques clonados ou roubados para enganar as vítimas. Escutas telefônicas feitas com autorização da Justiça mostram que os falsários debochavam das vítimas que pretendiam enganar. Revelado nesta quinta-feira (07), o golpe foi investigado pela Polícia Civil de Bom Jesus, na Serra, que prendeu três suspeitos e conseguiu que a Justiça decretasse a prisão preventiva de outros dois, considerados foragidos. Eles acessavam anúncios publicados no site OLX e entravam em contato com as vítimas. “Então eles ligam, notando uma certa ingenuidade, muitas vezes, da vítima. E contam também, muitas vezes, com a ganância das pessoas”, afirma o delegado responsável pelo caso, acrescentando que os falsários chegavam a ofertar aos vendedores valores acima do mercado. Na hora de enviar o recibo comprovando o depósito do valor negociado, os estelionatários colocavam o dedo sobre a indicação de que o pagamento havia sido feito em cheque, o que induzia as vítimas a crerem que a transação havia sido feita em dinheiro. Durante as investigações, um suspeito, A.D.S.Oliveira, foi preso em flagrante momentos antes de fechar negócio com um auxiliar administrativo de Bom Jesus. Outros dois foram detidos em Vacaria. Permanecem foragidos com prisão preventiva decretada mais dois. Conforme a polícia, centenas de vítimas podem ter sido lesadas. Entre elas, está o funcionário de uma gráfica de Santo Antônio da Patrulha, que decidiu vender o veículo por R$ 35,8 mil para quitar dívidas e pagar uma cirurgia para a esposa. “A reação foi de desespero, eram todas as economias que tinha”, lamenta. Ele descobriu que foi enganado ao notar que o cheque depositado na conta não foi compensado, por ser roubado. Dias depois, soube pela polícia que o veículo estava à venda numa loja da cidade de Ibirubá. A reportagem entrou em contato com a loja, por telefone. Mas o vendedor disse que o automóvel já tinha sido revendido. “Há umas três ou quatro semanas”, disse o vendedor. Para evitar a transferência, uma restrição na documentação do automóvel chegou a ser colocada pelo Detran, a pedido da polícia de Santo Antônio da Patrulha. Mas um delegado da cidade, alegando que a loja adquiriu o carro de boa fé, pediu que o bloqueio fosse removido do sistema. “Na medida em que foi constatado golpe de estelionato, foi constatado que fui ví­tima, fui ludibriado, eu acharia que deveriam apreender esse carro, ter uma maneira de apreender e me devolver o meu bem”, afirma o funcionário da gráfica. A origem dos cheques usados pelos falsários para enganar as vítimas também é investigada. Cada folha seria repassada aos golpistas por até 30 reais.

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Fonte: G1

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Jovem cai em golpe ao comprar celular na internet em RR e tem prejuízo de R$ 1,8 mil: ‘estava barato’

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08/08/2017

Nesta segunda-feira (07), uma jovem de 27 anos denunciou à Polícia Civil que foi vítima de um golpe de estelionato ao comprar celular em site de venda e não receber o produto após pagar R$ 1,8 mil. O suspeito, um homem ainda não identificado, anunciou a foto do aparelho na página virtual. Ela disse que entrou em contato com o vendedor, que moraria em Rorainópolis, Sul do Estado, e negociou o valor a ser pago. De acordo com a jovem o preço do aparelho estava barato o que a motivou a comprar o celular e, durante a conversa que teve com o golpista, se sentiu segura para pagar a quantia combinada. “Ele me passou dados pessoais. Como endereço, conta bancária. Fiquei confiante, por isso decidi pagar R$ 1,8 mil. Depositei uma parte na conta dele e depois outra. Queria o celular porque estava barato, mas não sabia que era golpe em comparação ao preço original”, diz. O aparelho na loja, segundo a jovem, custa R$ 3 mil e por estar muito abaixo do preço, o valor atrai quem procura o aparelho mais em conta. “Após fazer o último pagamento, o celular não chegou. Liguei para ele, porém, não atendia, e ainda me bloqueou no WhatsApp”, conta a jovem. O suspeito ainda chegou enviar um áudio por aplicativo de mensagem garantindo que ia entregar o aparelho. A vítima registrou o caso no 1º Distrito Policial e o golpe deverá ser investigado.

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Fonte: G1

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Mais de 10 mil pessoas foram vítimas de estelionato este ano

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09/07/2017

Nos primeiros cinco meses deste ano, o crime de estelionato já possui 10.115 registros na Polícia Civil. O número é quase o total dos casos de 2003 — estatística mais antiga disponível no site do Instituto de Segurança Pública. Naquele ano houve 10.715 casos. Os golpes, embora conhecidos, continuam lesando a população: pagamento por falso sequestro, roubo de senha de cartões, comprovante de depósito de banco com envelope vazio são a maioria dos casos. Em Bonsucesso, por exemplo, há um inquérito que já identificou um homem que pediu dinheiro a quatro pessoas em troca de antecipação na senha em programas habitacional. “Ele pede uma quantia em dinheiro para a pessoa passar na frente de outras no recebimento de casas. Após receber o dinheiro, some”, disse um delegado. “Não acredite em facilidades, vantagens desmentidas. Você está prestes a cair em um golpe”, aconselha. O aumento do número de crimes de estelionato pela internet aumentou tanto que fez a DRCI (Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática) criar uma resolução para redirecionar as vítimas a outras delegacias. “Estamos concentrando só os crimes mais complexos”, afirma a delegada da DRCI. Foi o caso de uma fã que pediu para não ser identificada. No último dia 29 ela comprou dois ingressos falsos para o show da Ariana Grande, realizado na HSBC Arena. “Uma menina avisou no Facebook que tinha duas meias. Continuamos a conversa através de WhatsApp. Ela disse que o namorado iria me entregar os dois ingressos no Centro do Rio. Encontrei com ele na Uruguaiana e dei R$ 670 pelos tickets”, contou. Ao chegar no dia do show, a cliente não conseguiu passar pela roleta. “Um funcionário me disse que cerca de outras 20 pessoas estavam com o mesmo ingresso que tinha o mesmo nome ‘Tainá’ e CPF digitados. Depois, eu acabei sabendo que o CPF era falso. A mesma pessoa vendeu para várias”, disse. Ao procurar a DRCI, a vítima foi orientada a ir para uma delegacia de bairro. “Quando o depósito exigido é online, percebemos que as contas são de outros estados, o que nos impossibilita de continuar o inquérito”, diz a delegada. Segundo ela, na DRCI o crime de estelionato representa, junto com os crimes contra a honra, 70% dos registros. “Temos cerca de 4 mil inquéritos em andamento. A cada dez pessoas que procuram a DRCI, quatro foram vítimas de golpes”, afirma.

PRINCIPAIS GOLPES ATUALMENTE

1. Golpe ‘Bênção tia ou vó’

Se passando por sobrinho ou parente, o criminoso liga e diz que o carro está quebrado, necessitando de dinheiro para o guincho. A vítima realiza o depósito e perde o dinheiro.

2. Envelope Vazio

O criminoso faz o depósito em um envelope vazio no banco e envia para a pessoa o comprovante como se fosse um pagamento. Sem conferir, a vítima entrega a encomenda.

3. Créditos celular

É também comum a prática de presidiários: o criminoso envia uma mensagem de texto dizendo que a pessoa acabou de ganhar um prêmio. Porém, deve fazer antes uma recarga de celular para ter acesso ao que acaba de ganhar. A tática do falso sequestro também é usada para recarga de créditos de telefone. Constantemente há vítimas.

4. Falso sequestro

Golpe antigo, mas tratado como extorsão e não estelionato. O autor do golpe liga aleatoriamente para telefones de vítimas e diz que está com o filho(a) e exige dinheiro para o resgate.

5. Facilitador de programas de casa habitacionais do governo

Golpista pede uma quantia em dinheiro para a pessoa passar a frente de outras no recebimento de casas de programas habitacionais.

6. Compra e venda

Objetos são vendidos em sites de anúncios. Após o dinheiro ser depositado, não há a entrega.

7. Pecúlio

A vítima recebe uma carta de uma vara cível com a notícia que tem um valor alto a receber como pecúlio. No entanto, deve pagar antes as custa do processo.

8. Bilhete premiado

Golpe antigo, mas ainda realizado. O criminoso faz um jogo na lotérica com números de uma sequência já sorteada. O estelionatário, então, aborda uma pessoa e diz que está com a ficha suja, o que o impede de sacar o dinheiro. Ele propõe, então, que a pessoa lhe entregue uma quantia em troca do bilhete vencedor.

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Fonte: Midia News

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