Polícia desarticula golpe a site de compras pela internet na Região Metropolitana

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12/12/2017

Na manhã desta terça-feira (12), a Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI) e a Delegacia de Roubos cumpriram um mandado de busca e apreensão na casa de um casal em Esteio, Região Metropolitana, que aplicava golpes a um site de compras na internet. A prática do crime ocorria há seis anos. De acordo com a titular da DRCI, o casal criava cadastros de empresas falsas no site Mercado Livre, simulava compras e vendas de softwares do segmento de móveis planejados e, depois, aproveitavam-se da vantagem de ressarcimento sobre os produtos não recebidos. Segundo a delegada, é possível que os estelionatários tenham usado softwares falsos e CPFs falsos para, em seguida, reclamarem à empresa pelo produto não recebido e receberem o dinheiro novamente, por meio da compra garantida. Na residência do casal, que irá responder em liberdade, foram encontrados um notebook, dois aparelhos celulares, um HD externo, quatro cartões de banco e um do PagSeguro. Ainda não há informações dos valores obtidos nos últimos seis anos com o golpe, nem se outras pessoas ou empresas foram lesadas.

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Fonte: Gaúcha ZH

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Saiba como utilizar o e-commerce mais seguro em quatro passos

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06/01/2017

Uma empresa que mede a reputação das lojas virtuais por meio de pesquisas com consumidores reais, gerando dados estratégicos e táticas para o mercado online, aponta que o e-commerce brasileiro movimentou R$ 41,3 bilhões em 2015, valor que representa crescimento nominal de 15,3% em comparação com o ano anterior. Só que, ao mesmo tempo, as fraudes no e-commerce aumentam. Nos últimos cinco anos, ao menos 49% dos brasileiros sofreram algum tipo de fraude com cartão de crédito, débito ou pré-pago. É de responsabilidade das empresas deixar seus consumidores tranquilos em relação à segurança de seus sites. Sabemos que o modelo de compra com boleto é bastante disseminado no Brasil, especificamente. No entanto, vale observar que o uso do cartão de crédito para comprar na internet ganha cada vez mais espaço. Cerca de 48% dos pagamentos online no País são realizados com cartões de crédito nacional, 21% com cartões de crédito internacionais e 24% via boleto bancário. Compras com cartões exigem mais cuidado. A necessidade de investir em sistemas antifraude é evidente. Existem diversas opções neste sentido, algumas analisam históricos de compra para tentar avaliar se houve fraude, outras focam exclusivamente no computador de acesso (pelo qual a compra foi realizada) e há, ainda, a possibilidade de rastrear o comportamento do consumidor dentro do e-commerce. Para uma loja virtual que está começando, por exemplo, é melhor focar no modelo de cobrança ao invés da forma como o sistema antifraude opera. Vale investir em soluções de segurança que cobrem um valor determinado por cada transação realizada. Assim, não é necessário um alto investimento inicial e é possível avaliar se o volume de vendas justifica a aquisição de um sistema mais robusto. Mas, além disso, é preciso ficar atento à alguns pontos fundamentais, tanto para diminuir a possibilidade de fraudes no seu e-commerce como para aumentar a percepção de segurança dos consumidores quando navegam e compram no seu ambiente:

1. Nomes amigáveis – o nome da sua loja deve ser, preferencialmente, o mesmo que aparece na fatura do cliente. O uso dos chamados “nome fantasia” é comum no comércio, mas manter um padrão traz a sensação de mais credibilidade;

2. Tíquete médio – observe sempre o comportamento da sua loja online. Se você estiver acostumado a receber pedidos no valor de 1x e, de repente, recebe um tíquete de 5x, pode ser uma fraude;

3. Comportamento de compra – avalie e monitore o comportamento de seus usuários cadastrados. Muitas compras feitas no mesmo CPF ou com o mesmo endereço de entrega podem, potencialmente, serem fraudes;

4. Aprenda com os erros – sofrer uma fraude é uma boa oportunidade para observar as brechas no seu sistema. Analise o que ocorreu e tente melhorar os pontos para que a situação não se repita.

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Fonte: Paraíba Total

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Homens são presos no AM após fraudes em compras pela internet

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21/07/2016

Em Manaus, um trio de homens foi preso suspeito de estelionato e associação criminosa. J.F.S.Bezerra e I.S.Oliveira, ambos de 43 anos, foram detidos após simularem depósitos bancários para compra de produtos pela internet. M.F.Filho, de 55 anos também foi preso por suspeita de receptação. Eles foram localizados na manhã da quinta-feira (21). A polícia afirma que cerca de 100 pessoas podem ter sido enganadas pelo trio, que adquiria diversos produtos eletrônicos seminovos e também alimentos. Conforme o delegado do 24º Distrito Integrado de Polícia (DIP), J.F.S.Bezerra era considerado o líder do grupo. Ele era responsável por entrar em contato com as vítimas e oferecer os depósitos durante a negociação. “Uma pessoa chegou até nós informando que vendeu uma carga de frios e, no momento em que foi retirar o dinheiro, viu que o depósito havia sido feito em um envelope vazio. Passamos a seguir essa pessoa e descobrimos que ela tinha ligação com outras pessoas, que tinham responsabilidade de entrar em contato com a vítima, outras de buscar o material. Quem não tem conhecimento acaba achando que aquele comprovante de depósito já era definitivo, antes mesmo de verificar se o valor estava na sua conta”, disse o delegado. Outras duas pessoas que fazem parte do grupo foram identificadas e estão foragidas. Durante a apresentação à imprensa nesta quinta-feira, os suspeitos não quiseram se pronunciar sobre o caso. J.F.S.Bezerra e I.S.Oliveira irão responder por estelionato e associação criminosa, enquanto M.F.Filho será autuado por receptação.

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Fonte: G1

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As principais tendências de fraude no e-commerce para ficar de olho

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17/03/2016

O comércio eletrônico expandiu muito nos últimos anos, mesmo assim, uma das maiores preocupações do setor são as fraudes. Segundo dados de uma empresa de tecnologia, especializada em soluções antifraude, só em 2015 foram detectadas 704.133 transações indevidas no Brasil. Esse número corresponde a R$ 476.509.146,72 em perdas evitadas. Para 2016, os consumidores devem continuar tendo cuidado com as compras realizadas pela internet, mas atentos, principalmente, com três tendências mais esperadas para serem vistas ao longo do ano. De acordo com o Diretor de Operações da empresa, cada vez mais os roubos de dados e falta de preocupação com a segurança com as informações por parte de consumidor serão usados na invasão de contas em lojas virtuais. “O usuário brasileiro geralmente usa a mesma senha em todos os e-commerces que tem o costume de comprar. Desta forma, uma vez capturados, os dados permitem o acesso em diferentes lojas virtuais”, explica. Esse tipo de golpe é muito difícil de ser barrado, pois os criminosos conseguem muitas informações corretas das vítimas, sendo que com login e senha fica fácil descobrir até o número de cartão de crédito. Já as fraudes bancárias devem ser facilitadas por conta dos aplicativos e serviços mobile. Muitas instituições oferecem para os correntistas a opção de usar o celular como token para autorização de transações bancárias. Através de documentos falsos, o fraudador informa à operadora da vítima que sofreu a perda ou roubo do aparelho e com um novo chip consegue receber os códigos de autorização. “Com o aumento do número de smartphones no Brasil, é normal que os fraudadores queiram acompanhar esse crescimento e por conta disso, se aprofundar cada vez mais nos golpes”, afirma o Diretor de Operações. Além disso, o setor já está preparado para um futuro aumento nos índices de fraude. A crise econômica também está afetando o e-commerce, por isso as vendas tendem a cair, mas a aplicação de golpes não. “Se antes eram registradas 100 tentativas a cada mil transações, o percentual de fraudes era de 10%. Se o número cai para 500 compras, o índice automaticamente sobe para 20%”, exemplifica o executivo.

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Fonte: Olhar Digital

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E-mails fraudulentos levam 82 segundos para dar resultado

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14/04/2015

De acordo com um relatório, ladrões cibernéticos levam apenas 82 segundos para enganar a primeira vítima com novas mensagens fraudulentas pela internet. Elaborado por uma empresa de telecomunicações americana, o documento analisa cerca de 80 mil incidentes que atingiram milhares de companhias em 2014. A pesquisa descobriu que cerca de 25% das pessoas que recebem um e-mail fraudulento – num golpe também conhecido como phishing – tendem a abri-lo. “Treinar seus empregados é um elemento crítico para combater essa ameaça”, disse o homem que liderou o relatório.

Identificando ameaças

Conforme o relatório, induzir as pessoas a abrir e-mails com mensagens falsas permite aos hackers roubar senhas que dão a eles acesso a redes e dados que podem ser roubados. “Eles não precisam usar softwares exploradores complexos, porque frequentemente conseguem ter acesso a senhas legítimas”, disse. Análises de brechas em redes de dados descobriram que, em muitos casos, novos e-mails com armadilhas levaram menos de dois minutos para fazer suas primeiras vítimas. Metade das vítimas abriu as mensagens cerca de uma hora após recebê-las. Enquanto os hackers conseguem atacar suas vítimas rapidamente, as empresas levam muito mais tempo para perceber que sua segurança foi comprometida. A pesquisa descobriu ainda que as companhias poderiam adotar medidas práticas para se proteger de e-mails elaborados para convencer os destinatários a abrir documentos anexados. Ensinar os funcionários a identificar mensagens falsas poderia reduzir a proporção de pessoas que abrem e-mails com vírus de uma em cada quatro para uma em cada vinte. Hackers levaram 82 segundos para enganar a primeira vítima ao disparar e-mails com armadilhas virtuais. Mostrar aos empregados os sinais de um e-mail malicioso pode ser encarado como uma forma de defesa adicional – que poderia bloquear as mensagens falsas que conseguem passar pelos sistemas de detecção automática. “Os funcionários deveriam ser tratados como ferramentas na luta (contra os hackers) e não como cordeiros a caminho do abatedouro”, relatou o chefe do relatório. Além dos e-mails falsos, os criminosos cibernéticos exploram uma outra fraqueza nas redes das empresas: o uso de softwares desatualizados. Em 99% dos casos de ataques, as falhas de segurança em redes de dados eram conhecidas havia mais de um ano. Algumas delas existiam há quase uma década. “Há algumas vulnerabilidades que persistem”, disse ele.

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Fonte: G1

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Golpistas usam internet para tirar dinheiro de mulheres apaixonadas

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07/12/2014

Um alerta às mulheres que procuram um parceiro na internet. Por trás de promessas de amor e declarações apaixonadas, pode estar um golpista querendo dinheiro fácil. Mulheres bem-sucedidas, profissionais respeitadas, inteligentes, e com mais uma coisa em comum: caíram no golpe do estrangeiro apaixonado.

“Eu vi uma foto de um homem que deixou uma mensagem em português. E eu achei interessante. Se identificou sendo de Londres. Ele me achou uma pessoa muito bonita. Ele também era bonito, atraente. Começamos a nos relacionar como se estivéssemos namorando mesmo”, conta uma das vítimas.

Essas duas psicólogas, vítimas do golpe, não querem se identificar. Têm vergonha de terem sido enganadas. Mas os golpistas são envolventes. Nós vamos chamá-las, nesta reportagem, de Ana e Marina – dois nomes fictícios.  

“Chegava aquela hora, eu já ligava o computador e ele já estava me esperando, dizendo: ‘Minha querida, meu anjo, que saudade de você, você é a mulher da minha vida, não vejo a hora de te conhecer pessoalmente’”, relata Ana.

“O perfil dessas pessoas que acabam se envolvendo pela internet já vem desse perfil de pessoas que desejam e que têm essa vontade de ter esses relacionamentos onde nada é imperfeito”, afirma uma psicóloga.

“Ele colocava a filha dele também para falar comigo pelo telefone. Alguma criança que ele dizia que era filha”, lembra Ana.

Marina: Conversei duas vezes com a menina. Ela perguntou se ia ser minha filha.
Reportagem: Isso te tocou, né?
Marina: Isso me tocou. Possibilidade de ter uma filha, me tocou, sim. Ele soube envolver.

Por trás do tal inglês apaixonado, está uma quadrilha especializada em extorquir dinheiro de mulheres. Para se comunicar em português, eles usam a ferramenta de tradução da própria internet.  Depois que percebem que a vítima está envolvida, inventam uma história qualquer para pedir um adiantamento e prometem vir ao Brasil e devolver o dinheiro.

“Ele me contou que ele tinha uma herança para receber do pai dele, mas a condição é que ele fosse casado.  Ele me pediu em casamento e aí começou o processo”, explica Marina.

Ana: Aí, eu fiz…
Reportagem: Você fez a primeira remessa?
Ana: Fiz a primeira remessa de US$ 1 mil que ele havia me pedido. Eu mandei mais uma remessa de 4 mil e poucos dólares para ele e para filha dele. Aí, no dia seguinte, ele falou: ‘Olha, eu preciso de mais dinheiro’. Então, acabei mandando mais uma remessa de US$ 3,8 mil. Eu sei que, no total, foram US$ 11,4 mil.

Reportagem: Quanto você transferiu no total?
Marina: Em torno de R$ 102 mil.

“Algumas de certa forma acabam pagando ou entregando por medo ou receio de que aquele ser do outro lado, de repente, desapareça. Existe uma lacuna aí nesse emocional que não quer acreditar que aquilo vai deixar de existir”, comenta a psicóloga.

No interior de São Paulo, Luiza – que também usa nome fictício – foi procurada por um golpista, mas desconfiou.

“Eu percebi na rede social que ele buscava mulheres maduras e não jovenzinhas. Então, eu já liguei os fatos”, explica Luiza.

Ela pediu ajuda a um especialista em segurança na internet. Os dois prepararam uma armadilha para o golpista: ele teria que dar o endereço de um e-mail para ser rastreado, mas o falso pretendente não caiu e perguntou se ela queria levá-lo à polícia.

Reportagem: Quantos casos desse tipo você já teve em mãos? De mulheres que sofrem esse tipo de extorsão?
Perito em Segurança Digital: Já tive mais de 200 casos. Eles têm muito conhecimento tecnológico e têm muito conhecimento também sobre a relação humana. E aí ele consegue criar esse elo sentimental. Deixa a vítima cega e eles pedem tudo o que eles querem.

“Manda flores, manda presentes. Qual mulher que não gosta de ganhar flores ou presentes?”, argumenta Luiza.

Reportagem: De onde são essas quadrilhas?
Perito em Segurança Digital: Existem várias quadrilhas espalhadas pelo mundo, mas as mais focadas estão na África. Nigéria especificamente. Esse e-mail aqui partiu dos suspeitos para uma vítima. Se dizia ser de Londres. O que a gente vai fazer agora é rastrear este e-mail. O e-mail dizia sair de Londres. Na verdade está saindo da Nigéria, Lagos. Aqui é a localização da onde saiu esse e-mail verdadeiramente.
Reportagem: Adianta procurar a polícia num caso desses?
Perito em Segurança Digital: Desconheço qualquer autoridade que conseguiu fazer um tipo de prisão disso aqui.

Para não cair no golpe, é preciso estar atenta a algumas dicas:
– Identifique de onde partiu o convite de amizade, se ele conhece alguém na sua rede social.
– Desconfie de quem não quer aparecer na câmera nem falar ao telefone.
– Guarde todas as mensagens e releia com atenção o histórico em busca de alguma mentira ou contradição.

Reportagem: Quer dizer, afetou sua vida afetiva, emocional, tudo…
Ana: Uhum.
Reportagem: Financeira…
Ana: Financeira, emocional…
Reportagem: Profissional, tudo…
Ana: Profissional. Todos os meses eu pago essa dívida, porque os juros bancários são muito altos.

“Eu não acreditava que um ser humano podia chegar a esse ponto, de te envolver a esse ponto, de mexer com os seus sonhos. Então, eu fiquei muito mal”, diz Marina.

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Fonte: G1

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Golpes na web usam como isca a função “dedo-duro” do WhatsApp

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14/11/2014

De acordo com informações de uma empresa de segurança da informação, nesta quinta-feira (13), a onda de insatisfação dos usuários do aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp com a função que mostra se as mensagens já foram lidas chamou a atenção até de cibercriminosos. A companhia identificou que o recurso “dedo-duro” está sendo usado como isca para golpes na internet. O esquema começa com a promessa para desabilitar a nova função, feita por meio de um link espalhado em redes sociais. Isso explora a vontade das pessoas de se verem livres do recurso no WhatsApp que não pode ser desabilitado, muito embora haja maneiras de driblar a sinalizações para mensagens lidas. Ao clicar no endereço, a vítima é redirecionada a uma página. Com o pretexto de enviar um código para concretizar a desativação, o golpe solicita o número de celular vinculado à conta no WhatsApp. Esse golpe não pretende roubar os dados pessoais ou permitir acesso aos dispositivos do usuário, como geralmente ocorre. O objetivo é autorizar cobranças de quantias em dinheiro. Isso ocorre porque as condições do suposto “serviço” de cancelamento da função “dedo-duro” do WhatsApp, escritas em letras miudíssimas, estabelecem uma cobrança de US$ 1,80 (o equivalente a R$ 4,66) a partir da primeira mensagem que o usuário receber. O prejuízo mensal pode chegar a US$ 45 (R$ 116,52), porque é estabelecido um total de 25 mensagens por mês. Quando a vítima insere seu número na página, sela o acordo. A empresa de tecnologia informa que já localizou alguns golpes como este sendo espalhados em países da América Latina. Ela ainda não identificou incidências do tipo no Brasil, mas, como a internet não possui fronteiras, o risco não está descartado.

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Fonte: G1

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