PC alerta sobre golpe da compra de carro pela internet que já registrou 174 casos em 2017

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13/03/2018

Só no mês de janeiro deste ano já foram comunicados à Delegacia de Defraudações de João Pessoa (DDF), 16 casos de golpes de venda de veículos através da internet. Há poucos dias, a Polícia Civil conseguiu recuperar o carro de uma vítima cujo golpe aconteceu sexta-feira passada em João Pessoa. No ano de 2017 foram registrados 174 casos desta natureza. Segundo informações do titular da DDF, esse tipo de crime funciona da seguinte maneira: os suspeitos entram em contato com as vítimas, de preferência na sexta-feira, através de anúncios pela internet, demonstrando interesse na negociação do veículo. “Eles gostam de realizar esse tipo de golpe na sexta-feira, porque a compensação do depósito a ser pago pelo veículo só é feita na segunda-feira, e eles aproveitam esse espaço de tempo para pedir à vítima que entregue o bem antes da compensação, ou seja, da transferência do dinheiro ser feita”, alertou o delegado. Em um caso ocorrido sexta- feira passada em João Pessoa, o golpista negociou o veículo pelo valor de R$ 18.000, realizando um “falso depósito bancário”, convencendo a vítima a entregar o veículo antes da compensação do depósito. E logo em seguida, ainda no mesmo dia, ele vendeu o carro pelo valor de R$ 12.000 a uma concessionária da capital, fornecendo para a transferência uma conta bancária do Estado de Mato Grosso. Nesse caso, os policiais da DDF conseguiram localizar o carro e devolver ao proprietário, mas a concessionária que comprou o mesmo veículo do golpista conseguiu bloquear R$ 5 mil dos R$ 12 mil que pagou pelo carro. A concessionária não conseguiu o resto do dinheiro porque o falso vendedor já havia sacado. Até o início da tarde de ontem o golpista não havia sido preso.

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Fonte: PB Agora

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E-commerce brasileiro sofre uma fraude a cada 5 segundos

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09/03/2018

Cuidados são necessários ao comprar pela internet.

Mesmo com o avanço da tecnologia e com a atual segurança em comprar pela internet, os consumidores e até mesmo as lojas não estão totalmente livres das fraudes. Um estudo realizado por um empresa antifraude aponta que o e-commerce brasileiro sofre uma fraude a cada cinco segundos. O CTO de uma empresa líder em full service para e-commerce na América Latina, aponta que, atualmente, as fraudes são raras em grandes e-commerces, pois estes já possuem um sistema de segurança mais robusto. “Fraudes com cartões falsos são os golpes mais comuns, mas temos em mãos tecnologias que evitam esse tipo de golpe. Com um código seguro e criptografado a loja se protege e blinda os clientes contra possíveis ataques”, explica. Já o consumidor deve se atentar em relação à idoneidade da loja. O especialista cita os principais pontos de atenção:

1. Identificar o endereço do site

Um passo simples é observar, ao acessar a loja online, se antes do “www” tem o protocolo “https”. Esse “s” significa que o ambiente possui certificado de segurança e atesta que os dados do cliente são protegidos por criptografia. Isso evita que as informações sejam roubadas ou que o cartão de crédito seja clonado, por exemplo.

2. Pesquisar a reputação da loja

É comum cair na tentação de adquirir um produto em uma loja desconhecida, mas que oferece um preço mais atrativo. Porém, o barato pode sair caro. Lojas maiores e renomadas possuem toda uma equipe por trás, seja própria ou terceirizada, que realiza o monitoramento e blinda o cliente contra possíveis ataques. Isso não quer dizer que não se deve comprar em lojas menores, mas sim, que a atenção nesses casos deve ser redobrada. Canais como o Reclame Aqui são parada obrigatória antes de realizar qualquer compra, pois permitem que o cliente conheça a reputação da loja e faça uma compra com mais tranquilidade.

3. Caminho até chegar ao site

Muitas tentativas de golpes são enviadas por email, por isso, é sempre bom checar se o site é real ou uma cópia. Uma boa dica é buscar o nome da loja no Google e clicar em links patrocinados, pois são pagos pela empresa para estar no topo, portanto, oficiais. Também é importante tomar cuidado com links divulgados pelo WhatsApp ou Facebook e prestar muita atenção antes de clicar em qualquer link de promoção.

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Fonte: Pleno News

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E-commerce brasileiro sofre uma tentativa de fraude a cada cinco segundos

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31/01/2018

Uma empresa brasileira de antifraude realizou um levantamento que mostra que o e-commerce brasileiro sofre uma tentativa de fraude a cada cinco segundos. Estes golpes contra lojas online acontecem a partir de compras feitas com cartões de crédito clonados. O estudo levou em consideração uma amostragem de mais de 40 milhões de transações, entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2017. O estudo aponta que o índice de tentativas de golpes virtuais foi de 3,03%, o que corresponde a uma transação fraudulenta a cada 33 processadas no comércio eletrônico. Este valor representa somente as tentativas de fraude, e não necessariamente a taxa de fraudes efetivas do e-commerce brasileiro. Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce nacional recebeu mais de 203 milhões de pedidos ao longo de 2017. Se 3,03% delas são de origem fraudulenta, mais de 6 milhões de transações foram feitas por estelionatários utilizando cartões clonados durante os 365 dias do ano. Quase uma compra criminosa a cada 5 segundos. “A maioria destas transações ilegítimas é barrada pelos sistemas antifraudes ou pelo lojista antes mesmo da aprovação do pagamento na hora da compra, e os produtos sequer são enviados ao fraudador. Um e-commerce saudável não pode ter uma taxa de fraudes superior a 1% do faturamento, sob risco de advertências, multas e até mesmo descredenciamento junto às operadoras e bandeiras de cartão de crédito”, explica o co-fundador da empresa. A taxa de tentativas de fraude em 2017 ainda é considerada bastante alta, mas apresentou uma redução de 15,4% em comparação ao índice de 2016, de 3,58%. Uma explicação para esta queda é o crescimento de todo o ecossistema do e-commerce no Brasil, com um mercado cada vez mais maduro e com soluções que oferecem alta tecnologia e segurança para lojistas e clientes. O estudo também apresenta o período do dia e o dia da semana em que a atividade criminosa é mais intensa na internet brasileira. Segundo o relatório, a maioria dos pedidos ilegítimos ocorre entre 20 e 23h, com 21,5% das tentativas, e quarta-feira é o dia da semana em que acontecem mais compras perigosas. O estudo é voltado principalmente para profissionais que atuam nos setores de e-commerce, meios de pagamento on-line, bancos ou tecnologia. O objetivo da empresa é compartilhar com o mercado informações relevantes sobre um problema ainda muito pouco debatido no mercado, muito embora a fraude seja uma das principais causas de prejuízo para lojas virtuais. Para ler a matéria completa, acesse ‘ler a notícia na íntegra’.

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Fonte: E-commerce Brasil

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Polícia desarticula golpe a site de compras pela internet na Região Metropolitana

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12/12/2017

Na manhã desta terça-feira (12), a Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI) e a Delegacia de Roubos cumpriram um mandado de busca e apreensão na casa de um casal em Esteio, Região Metropolitana, que aplicava golpes a um site de compras na internet. A prática do crime ocorria há seis anos. De acordo com a titular da DRCI, o casal criava cadastros de empresas falsas no site Mercado Livre, simulava compras e vendas de softwares do segmento de móveis planejados e, depois, aproveitavam-se da vantagem de ressarcimento sobre os produtos não recebidos. Segundo a delegada, é possível que os estelionatários tenham usado softwares falsos e CPFs falsos para, em seguida, reclamarem à empresa pelo produto não recebido e receberem o dinheiro novamente, por meio da compra garantida. Na residência do casal, que irá responder em liberdade, foram encontrados um notebook, dois aparelhos celulares, um HD externo, quatro cartões de banco e um do PagSeguro. Ainda não há informações dos valores obtidos nos últimos seis anos com o golpe, nem se outras pessoas ou empresas foram lesadas.

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Fonte: Gaúcha ZH

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Saiba como utilizar o e-commerce mais seguro em quatro passos

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06/01/2017

Uma empresa que mede a reputação das lojas virtuais por meio de pesquisas com consumidores reais, gerando dados estratégicos e táticas para o mercado online, aponta que o e-commerce brasileiro movimentou R$ 41,3 bilhões em 2015, valor que representa crescimento nominal de 15,3% em comparação com o ano anterior. Só que, ao mesmo tempo, as fraudes no e-commerce aumentam. Nos últimos cinco anos, ao menos 49% dos brasileiros sofreram algum tipo de fraude com cartão de crédito, débito ou pré-pago. É de responsabilidade das empresas deixar seus consumidores tranquilos em relação à segurança de seus sites. Sabemos que o modelo de compra com boleto é bastante disseminado no Brasil, especificamente. No entanto, vale observar que o uso do cartão de crédito para comprar na internet ganha cada vez mais espaço. Cerca de 48% dos pagamentos online no País são realizados com cartões de crédito nacional, 21% com cartões de crédito internacionais e 24% via boleto bancário. Compras com cartões exigem mais cuidado. A necessidade de investir em sistemas antifraude é evidente. Existem diversas opções neste sentido, algumas analisam históricos de compra para tentar avaliar se houve fraude, outras focam exclusivamente no computador de acesso (pelo qual a compra foi realizada) e há, ainda, a possibilidade de rastrear o comportamento do consumidor dentro do e-commerce. Para uma loja virtual que está começando, por exemplo, é melhor focar no modelo de cobrança ao invés da forma como o sistema antifraude opera. Vale investir em soluções de segurança que cobrem um valor determinado por cada transação realizada. Assim, não é necessário um alto investimento inicial e é possível avaliar se o volume de vendas justifica a aquisição de um sistema mais robusto. Mas, além disso, é preciso ficar atento à alguns pontos fundamentais, tanto para diminuir a possibilidade de fraudes no seu e-commerce como para aumentar a percepção de segurança dos consumidores quando navegam e compram no seu ambiente:

1. Nomes amigáveis – o nome da sua loja deve ser, preferencialmente, o mesmo que aparece na fatura do cliente. O uso dos chamados “nome fantasia” é comum no comércio, mas manter um padrão traz a sensação de mais credibilidade;

2. Tíquete médio – observe sempre o comportamento da sua loja online. Se você estiver acostumado a receber pedidos no valor de 1x e, de repente, recebe um tíquete de 5x, pode ser uma fraude;

3. Comportamento de compra – avalie e monitore o comportamento de seus usuários cadastrados. Muitas compras feitas no mesmo CPF ou com o mesmo endereço de entrega podem, potencialmente, serem fraudes;

4. Aprenda com os erros – sofrer uma fraude é uma boa oportunidade para observar as brechas no seu sistema. Analise o que ocorreu e tente melhorar os pontos para que a situação não se repita.

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Fonte: Paraíba Total

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Homens são presos no AM após fraudes em compras pela internet

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21/07/2016

Em Manaus, um trio de homens foi preso suspeito de estelionato e associação criminosa. J.F.S.Bezerra e I.S.Oliveira, ambos de 43 anos, foram detidos após simularem depósitos bancários para compra de produtos pela internet. M.F.Filho, de 55 anos também foi preso por suspeita de receptação. Eles foram localizados na manhã da quinta-feira (21). A polícia afirma que cerca de 100 pessoas podem ter sido enganadas pelo trio, que adquiria diversos produtos eletrônicos seminovos e também alimentos. Conforme o delegado do 24º Distrito Integrado de Polícia (DIP), J.F.S.Bezerra era considerado o líder do grupo. Ele era responsável por entrar em contato com as vítimas e oferecer os depósitos durante a negociação. “Uma pessoa chegou até nós informando que vendeu uma carga de frios e, no momento em que foi retirar o dinheiro, viu que o depósito havia sido feito em um envelope vazio. Passamos a seguir essa pessoa e descobrimos que ela tinha ligação com outras pessoas, que tinham responsabilidade de entrar em contato com a vítima, outras de buscar o material. Quem não tem conhecimento acaba achando que aquele comprovante de depósito já era definitivo, antes mesmo de verificar se o valor estava na sua conta”, disse o delegado. Outras duas pessoas que fazem parte do grupo foram identificadas e estão foragidas. Durante a apresentação à imprensa nesta quinta-feira, os suspeitos não quiseram se pronunciar sobre o caso. J.F.S.Bezerra e I.S.Oliveira irão responder por estelionato e associação criminosa, enquanto M.F.Filho será autuado por receptação.

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Fonte: G1

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As principais tendências de fraude no e-commerce para ficar de olho

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17/03/2016

O comércio eletrônico expandiu muito nos últimos anos, mesmo assim, uma das maiores preocupações do setor são as fraudes. Segundo dados de uma empresa de tecnologia, especializada em soluções antifraude, só em 2015 foram detectadas 704.133 transações indevidas no Brasil. Esse número corresponde a R$ 476.509.146,72 em perdas evitadas. Para 2016, os consumidores devem continuar tendo cuidado com as compras realizadas pela internet, mas atentos, principalmente, com três tendências mais esperadas para serem vistas ao longo do ano. De acordo com o Diretor de Operações da empresa, cada vez mais os roubos de dados e falta de preocupação com a segurança com as informações por parte de consumidor serão usados na invasão de contas em lojas virtuais. “O usuário brasileiro geralmente usa a mesma senha em todos os e-commerces que tem o costume de comprar. Desta forma, uma vez capturados, os dados permitem o acesso em diferentes lojas virtuais”, explica. Esse tipo de golpe é muito difícil de ser barrado, pois os criminosos conseguem muitas informações corretas das vítimas, sendo que com login e senha fica fácil descobrir até o número de cartão de crédito. Já as fraudes bancárias devem ser facilitadas por conta dos aplicativos e serviços mobile. Muitas instituições oferecem para os correntistas a opção de usar o celular como token para autorização de transações bancárias. Através de documentos falsos, o fraudador informa à operadora da vítima que sofreu a perda ou roubo do aparelho e com um novo chip consegue receber os códigos de autorização. “Com o aumento do número de smartphones no Brasil, é normal que os fraudadores queiram acompanhar esse crescimento e por conta disso, se aprofundar cada vez mais nos golpes”, afirma o Diretor de Operações. Além disso, o setor já está preparado para um futuro aumento nos índices de fraude. A crise econômica também está afetando o e-commerce, por isso as vendas tendem a cair, mas a aplicação de golpes não. “Se antes eram registradas 100 tentativas a cada mil transações, o percentual de fraudes era de 10%. Se o número cai para 500 compras, o índice automaticamente sobe para 20%”, exemplifica o executivo.

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Fonte: Olhar Digital

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