Polícia faz operação contra empresários suspeitos de venderem e não entregarem casas no RS

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20/12/2018

A Polícia Civil realiza uma operação contra empresários do ramo da construção civil que são suspeitos de estelionato no Rio Grande do Sul. Segundo as autoridades, a fraude consistia em prometer a construção de casas próprias mais baratas do que os preços do mercado, e após receber os valores, os empresários não cumpriam o acordo firmado. Um mandado de prisão foi cumprido na quarta (19) e outro nesta quinta-feira (20). O homem que foi preso nesta quinta falou informalmente com a reportagem e relatou que era vendedor de uma empresa, onde só trabalhou alguns meses. Ele contou que quando se deu conta que vendia casas que não eram entregues, ele pediu demissão. Conforme a polícia, os suspeitos fizeram com que pelo menos 18 pessoas tivessem prejuízos de cerca de R$ 300 mil. Em alguns casos, apenas os alicerces da residência eram construídos. A prática de estelionato foi cometida em cidades gaúchas como Porto Alegre, Viamão, Santa Maria, Igrejinha, Torres, Capão da Canoa, Gravataí, Joia e Bossoroca. Foram cinco meses de investigação. Os presos foram conduzidos à sede da Delegacia Especializada na Defesa do Consumidor, para oitiva e demais procedimentos legais. Após os trâmites, serão encaminhados ao sistema carcerário gaúcho, ficando à disposição da Justiça do RS.

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Fonte: G1

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Compradores afirmam ter caído em golpe imobiliário em Varginha, MG

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12/12/2017

Em Varginha (MG), catorze pessoas denunciam serem vítimas de um golpe imobiliário. Elas afirmam que após comprarem as casas na planta, os imóveis não foram entregues. Segundo as vítimas, o dono da construtora pedia uma entrada para o pagamento de taxas e documentos e dizia que o imóvel seria entregue em até seis meses. Mas isso não acontecia. Uma auxiliar administrativa conta que vendeu duas motos e pegou dinheiro da poupança para dar como entrada no valor do projeto, mas não recebeu as chaves do imóvel. “A gente já está no final de 2017 e até hoje eu não tenho a casa e não tenho mais o meu dinheiro. Porque o meu dinheiro foi entregue na mão dele para fazer essa casa e ele não fez”, reclama. Um marceneiro conta que quando foi até o cartório, descobriu que a escritura do imóvel que havia comprado estava, na realidade, no nome de outra pessoa. “Fui lá ao cartório de imóveis e constou que o terreno que ele me ofereceu não era dele. Era de outra pessoa, inclusive era do dono do loteamento. Nessa brincadeira eu perdi R$ 29,5 mil”, diz. Uma contadora chegou a ter um prejuízo ainda maior. Ela investiu cerca de R$ 140 mil para construir uma casa, que nem ficou pronta. “Toda hora ele me pedia dinheiro. Eu tirei empréstimos em três bancos, vários cheques, e toda vez ele me pedia e a casa continuava a mesma coisa, não saía do lugar, tudo igual”, relata. A advogada das vítimas diz que o representante e dono da construtora agiu de má fé. “O vendedor tem uma incorporadora e construtora, mas os contratos foram feitos em nome da pessoa física do sócio majoritário da empresa. E esses contratos não foram levados para registro e nem ao menos têm firma reconhecida”, conta. Ainda segundo a advogada, os compradores vão entrar com uma ação coletiva no Ministério Público contra o homem. “O crime é o artigo 171 do Código Penal, e o Ministério Público vai tomar as providências cabíveis e nós vamos pedir uma intervenção coletivamente”. R.H.N.Silva, que é dono da construtora, nega ter aplicado algum tipo de golpe. Em conversa com a equipe de reportagem ele garante que já entregou as casas e que atualmente só assume as dívidas com cinco clientes. Por meio de nota, a construtora diz que as denúncias e reclamações não procedem. O comunicado diz ainda que a empresa, como qualquer outra do ramo, passou por dificuldades, mas que está cumprindo com suas obrigações.

Compradores reclamam que imóveis não foram entregues até hoje pela construtora

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Fonte: G1

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Homens são presos suspeitos de integrar quadrilha que aplicava fraudes imobiliárias

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20/09/2016

Na manhã desta terça-feira (20), duas pessoas foram presas durante uma operação da Delegacia de Estelionato (DE) da Polícia Civil de Curitiba. Os dois homens são suspeitos de integrarem uma quadrilha envolvida em fraudes imobiliárias e falsificação de documentos, um deles seria o chefe do esquema. Além deles, três veículos – produto de fraudes – documentos falsos e diversos objetos utilizados para a confecção dos documentos foram apreendidos pela polícia nas residências dos envolvidos. Os suspeitos já estavam sendo investigados pela polícia há cerca de dois meses. Conforme informações apuradas pela especializada a dupla está envolvida em diversas fraudes imobiliárias, como também em outras modalidades fraudulentas como financiamentos forjados e falsificação de documentos. Os dois suspeitos permanecem presos. As investigações continuam a fim de localizar demais envolvidos no esquema, bem como localizar outras vítimas do bando.

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Fonte: Massa News

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Suspeitos usam documentos falsos para alugar imóveis; polícia investiga

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28/06/2016

Em Piracicaba, em São Paulo, parte dos moradores acabou sendo vítima de um golpe no setor imobiliário. Estelionatários passaram a falsificar documentos para alugar imóveis no município. Logo depois de conseguirem o contrato com as imobiliárias, os golpistas alugam as casas para outras pessoas que não sabem do esquema fraudulento e ficam com o dinheiro do pagamento. Conforme as imobiliárias, no último mês, 10 pessoas já foram vítimas da fraude. Os moradores só ficaram sabendo que tiveram os documentos falsificados depois que os nomes foram para o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). Após receber denúncias, a Associação Comercial e Industrial de Piracicaba realizou consultas imobiliárias e verificou que os estelionatários usam documentos de identidade adulterados, além de autenticações, documentos bancários e também holerites das vítimas. A polícia começou a investigar alguns casos. De acordo com um advogado, cinco clientes tiveram os nomes usados pelos suspeitos para alugar imóveis. As pessoas só tomaram conhecimento quando tiveram o CPF negativado pelo SPC ou receberam notificação da ação judicial de despejo. As imobiliárias precisam redobrar o cuidado ao fechar os contratos. É recomendável que o endereço e o telefone do fiador sejam consultados para confrontar com o apresentado no cadastro de locação. O estabelecimento também precisa reconhecer as firmas do locador e fiador pessoalmente no cartório informado pelas partes. As empresas ainda devem fazer uma consulta de alertas de documentos roubados e extraviados.

Polícia suspeita que corretora presa por fraude iria agir em São Lourenço

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16/03/2016

Uma corretora de seguros suspeita de aplicar golpes no mercado imobiliário, está presa em Pouso Alegre (MG) desde a tarde de terça-feira (15). Conforme a Polícia Civil, há a suspeita de que ela pretendia se mudar para São Lourenço (MG) e aplicar o mesmo tipo de fraude na cidade. Ela também é suspeita de ter cometido golpes em Carmo do Rio Claro (MG) e Poços de Caldas (MG), para onde deve ser transferida. Segundo o delegado responsável pelo caso, a investigação aponta que ela iria cometer os crimes em São Lourenço. “Já tinha alugado um imóvel em frente ao Parque das Águas para atuar no mesmo seguimento”, disse. A corretora foi presa na região porque tinha um mandado de prisão em aberto expedido por Poços de Caldas (MG), onde, em 2012, foi indiciada por quatro crimes, entre os quais estelionato, apropriação indébita e falsidade ideológica. Ainda conforme o delegado, enquanto esteve em Pouso Alegre, Valéria aplicava golpes usando a mesma forma de trabalho e atuação de quando estava em outras cidades. “Todos os valores que eram colocados por eventuais locatários ou clientes da imobiliária, em vez de serem repassados para os proprietários, ela se apropriava destes valores”, explicou.

Vítimas

Se confirmados, os supostos golpes que a corretora teria aplicado em Pouso Alegre somam um prejuízo estimado entre R$ 6 mil e R$ 8 mil. A filha de uma das vítimas da corretora contou como tudo aconteceu. A mulher, que não quis ser identificada, disse que alugou uma casa para ela em Pouso Alegre e não recebeu. “Atrasou as contas de água, conta de luz e o aluguel. Chega a uns R$ 3,5 mil, R$4 mil o prejuízo da minha mãe”, disse. Já outra vítima disse que fez um contrato de aluguel com ela e só depois descobriu que o dono da casa nem sabia que o imóvel estava sendo alugado. “Foi realmente assustador, porque o valor de aluguel é bem abaixo do que ela alugou pra mim. A proprietária quer um outro valor, não recebeu nenhum real dos pagamentos que eu fiz. A proprietária não tinha noção que eu estava dentro da residência”, relatou.

Entenda o caso

Em agosto de 2012, a corretora foi presa em Poços de Caldas após fechar uma imobiliária que atendia pessoas da cidade e de Carmo do Rio Claro (MG). Após abrir mais de 20 inquéritos contra ela por suspeita de golpe, a Polícia Civil a indiciou por quatro crimes, totalizando um prejuízo estimado em mais de R$ 1 milhão. Na época, ela disse em depoimento que passava por problemas psicológicos e que reconhecia a dívida, embora afirmasse não ter agido de má fé. Conforme o delegado, o mandado em aberto contra a corretora de imóveis pede sua prisão em regime semiaberto.

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Fonte: G1

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Polícia Civil investiga suposto golpe aplicado por imobiliária no Sul de MG

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27/10/2015

A Polícia Civil investiga um suposto golpe que teria sido aplicado pela dona de uma imobiliária de São Sebastião do Paraíso (MG). Segundo as denúncias, a empresária teria desviado mais de R$ 60 mil de 11 clientes que participavam de um financiamento na cidade. O estabelecimento que funcionava no Centro da cidade era credenciado para realizar financiamentos de imóveis por um banco. Motivo que atraía muitos clientes com o sonho da casa própria, entre eles, um carteiro. Ele conta que repassou R$ 5,5 mil para dar entrada na documentação de um apartamento de uma construtora de Passos (MG), mas o valor não chegou ao banco. Ele só ficou sabendo, porque o gerente da instituição financeira entrou em contato e anunciou que o financiamento não tinha dado certo.

“Ele me falou que a documentação da minha casa, o processo, estava parada, porque a imobiliária não havia dado entrada desse processo no banco, a imobiliária havia fechado, e eu deveria providenciar tudo novamente”, conta.

A polícia acredita que o carteiro não seja a única vítima da empresária. Até o momento, dezenas de pessoas que negociavam a compra de apartamentos do mesmo residencial da tal construtora, através do financiamento do banco, procuraram a polícia. Diante de tantas reclamações, a Polícia Civil abriu um inquérito para apurar o caso. Os policiais informaram ainda que a construtora de Passos não é investigada. “Esse dinheiro seria para pagar custas do financiamento junto ao banco. E que eram desviados pela proprietária da imobiliária”, explica o delegado responsável. Segundo os boletins de ocorrência, os valores pagos pelas vítimas à dona da imobiliária variam de R$ 2 mil a quase R$ 10 mil. Um corretor de imóveis conta que prestava serviço para a empresária e ficou sem receber cerca de R$ 70 mil.

“Eu vou procurar meus direitos, porque eu trabalhei, eu preciso receber meus honorários”, afirma. “Eu recomendo à população que também foi lesada e não procurou a polícia, que venha aqui e registre o boletim de ocorrência, que nós vamos estar tomando providências”, diz o delegado.

Na porta da imobiliária, encontra-se um aviso de que as atividades foram encerradas por motivo de saúde e que o departamento jurídico da empresa fará contato com os clientes. Em outro cartaz, a informação é de que a imobiliária encerrou o contrato com a construtora de Passos (MG), responsável pelo residencial em construção. A orientação é que os compradores entrem em contato por meio de um número de telefone, que está constantemente desligado.

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Fonte: G1

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‘Sem chão’, diz cliente que pagou R$ 190 mil por lote e caiu em golpe na BA

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30/09/2015

Um homem disse que investiu o dinheiro que juntou por mais de quatro anos para comprar um lote no condomínio residencial Jardim Litoral, localizado na Linha Verde, região de praia próxima a Salvador. “Uma economia de mais de quatro anos. A ficha foi cair agora. Eu estou aqui completamente sem chão. Estou acabado”, disse o cliente lesado, que pagou R$ 190 mil pelo terreno. Os compradores pagariam neste mês a última parcela pela compra dos imóveis de luxo, mas nada foi construído nos terrenos. O português J.M.T.R.M., 64 anos, foi preso como principal autor do golpe, que foi avaliado em R$ 94 milhões. Conforme a Delegacia de Defesa do Consumidor, ele é dono de uma empresa imobiliária. A prisão foi divulgada nesta quarta-feira (30). O golpe teria sido aplicado com a venda 470 lotes onde seriam construídos condomínios Jardim Litoral 1, 2 e 3 na Linha Verde. A primeira etapa deveria ter sido entregue em dezembro de 2014. A segunda em julho deste ano e a terceira em dezembro. “Da primeira etapa, algumas casas chegaram a ser construídas, mas o resto está em barro batido. Tem alguns lotes oferecidos pela internet até a R$ 270 mil. Ele mesmo começou a vender entre R$ 140 mil a R$ 220 mil e já está sendo revendido a R$ 270 mil, uma coisa que não foi construída e nem vai ser”, informou a delegada responsável. A empresa dele não tem endereço físico. Os empreendimentos eram anunciados pela internet ou por telefone. O português foi encaminhado para o Presídio Salvador e vai responder por estelionato. Por telefone, o advogado do suspeito disse que o empresário ficou surpreso com a prisão, já que tinha comparecido espontaneamente à delegacia. A defesa do português disse ainda que vai esperar o momento oportuno para se pronunciar.

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Fonte: G1

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