Desarticulado esquema que fez vítimas com promessa de ganho fácil

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21/11/2017

Um esquema que fez vítimas em vários estados, com a promessa de ganho fácil com investimentos, foi desarticulado pela Polícia Federal e Receita Federal . Três pessoas foram presas por estelionato e organização criminosa. Segundo a PF, o grupo dizia ao investidor alvo haver uma mina de ouro já explorada e que os valores referentes às comissões de venda estavam sendo repatriados, vendidos e até mesmo doados a terceiros. Logo cedo, policiais federais e agentes da receita saíram às ruas de Campo Grande para cumprir os mandados judiciais. As equipes apreenderam mais de R$ 1 milhão em dinheiro vivo e quase duzentos quilos em pedras preciosas; e ainda joias, relógios, veículos e armas. Três homens considerados chefes do esquema são de Campo Grande e foram presos nesta terça (21). Eles são suspeitos de criar uma espécie de instituição financeira clandestina. As vítimas eram convencidas a fazer investimentos com pouco dinheiro, em torno de R$ 1.000, e a promessa era de lucros milionários. De acordo com a investigação, os criminosos inventavam histórias fantasiosas, diziam que o dinheiro vinha de uma mina de ouro, vendida na época do império e que agora cotas dessa venda estavam sendo negociadas. Ainda segundo a Polícia Federal, a quadrilha registrava documentos em cartórios, na tentativa de forjar a legalidade ao suposto investimento. Para a PF, os cartórios não tinham participação no esquema. “Eles usavam muitas frases de efeitos nos grupos de WhatsApp, que eles angariavam pessoas, dizendo que o dinheiro é uma bênção, que você merece ficar milionário, o dinheiro está saindo, o dinheiro só não saiu por alguma atitude de alguma instituição financeira e as pessoas acreditavam”, diz o delegado. Os três presos devem responder por estelionato, organização criminosa e crime contra sistema financeiro. Os advogados só vão se manifestar depois de conhecer os detalhes da investigação. Uma pessoa está foragida.

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Fonte: Jornal Hoje

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Novo golpe no WhatsApp faz dez mil vítimas no Brasil

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28/11/2016

Os usuários do WhatsApp estão sofrendo mais um golpe. Recentemente o maior aplicativo para troca de mensagens instantâneas divulgou uma nova versão, agora com a possibilidade de realizar chamadas em vídeo; e foi justamente esta nova função do app que causou transtornos a pelo menos 10 mil pessoas no Brasil. Segundo uma empresa especializada em cibercrimes, em menos de uma hora, essas dez mil pessoas foram vítimas de um golpe financeiro ao clicarem em um link que supostamente faria com que seus smartphones iniciassem o download de uma versão com a possibilidade da chamada em vídeo. O problema, é que o golpe inscrevia, automaticamente, os números dos telefones das vítimas em sistemas de mensagens pagas, ou seja, essas pessoas assinaram e compraram, sem saber, pacotes de SMS que aos poucos minaria seus créditos. Além disso, o aplicativo dessas pessoas passaria a enviar essa mesma mensagem para todos os contatos da lista. Nenhum dado confidencial, como, por exemplo, senhas de bancos, seriam afetados. O golpe era tão bem planejado, que uma página na internet, exatamente igual a página do aplicativo foi criada para enganar os usuários. Se você é uma destas dez mil pessoas que recebeu a mensagem e acabou clicando no link, fique esperto. Para saber se você foi vítima deste golpe, basta entrar em contato com sua operadora de telefonia e solicitar uma lista de contratos vinculados ao seu número de celular. Caso algum destes contratos esteja fora de seu conhecimento, solicite a remoção para a controladora.

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Fonte: Diário de Ribeirão Pires

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PF faz operação e cumpre mandados de busca, apreensão e prisão em RR

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06/11/2015

A Polícia Federal (PF) em Roraima iniciou nesta sexta-feira (06) a ‘Operação Chameleon’, que investiga fraudes praticadas contra um banco. Segundo a polícia, três pessoas foram presas e duas foram conduzidas coercitivamente à sede da PF, enquanto que foram cumpridos três mandados de busca e apreensão na capital. As investigações continuam. Conforme a polícia, as investigações foram instauradas há aproximadamente um ano. O que motivou a iniciativa foi a obtenção fraudulenta de financiamento e empréstimo com uso de documento falso. As investigações apontam um prejuízo de mais de R$ 1,5 milhão. A identidade dos presos não foi revelada, mas a polícia informou que um empresário de 33 anos foi preso em flagrante por uso de documento falso e posse de arma de fogo em sua residência, que foi objeto de busca e apreensão. Os indiciados foram conduzidos para a Superintendência da Polícia Federal em Boa Vista, para serem interrogados sobre as práticas criminosas. As investigações continuam, com análise do material apreendido em confronto com os interrogatórios. A Polícia Federal ressaltou que os envolvidos serão interrogados e indiciados por roubo, crimes contra o sistema financeiro nacional, lavagem de dinheiro e organizações criminosas. Quanto ao nome da operação, a PF informou que ‘Chameleon’ remete ao derivativo grego da palavra Camaleão, animal símbolo de camuflagem, tal como os investigados fazem para obtenção fraudulenta do dinheiro produto de crime, obtido no financiamento.

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Fonte: G1

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Aposentados de Juiz de Fora são vítimas de golpe de financeira

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05/10/2015

Estão sendo vítimas de um golpe, aposentados de Juiz de Fora. De acordo com a Agência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) da cidade, mesmo sem solicitar empréstimo consignado, muitos acabam percebendo que foram incluídos em serviços que não solicitaram, sem assinar nenhum contrato. Só neste ano, 29 pessoas já fizeram reclamações contra a financeira que funciona no Centro de Juiz de Fora. A instituição informou que todas as operações da empresa são devidamente formalizadas. Disse também que está à disposição dos seus clientes para atendimento. O aposentado R.P.L. foi um dos que registrou a reclamação no Procon contra a empresa. Segundo ele, depois que recebeu uma mensagem da instituição e não respondeu, conferiu o extrato com R$ 3.887,15 de limite. Porém, o valor total que ele iria pagar em 72 prestações chegaria a quase R$ 14 mil. O superintendente do Procon em Juiz de Fora disse que serão adotadas medidas contra a empresa e que o caso será encaminhado à Promotoria de Defesa do Consumidor.

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Fonte: G1

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Idoso vai sacar aposentadoria e descobre ter caído em golpe de financiamento

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17/06/2015

Foi vítima de golpe em Dourados um aposentado de 68 anos. Na tarde de terça-feira (16) ele se dirigiu até uma agência bancária localizada na avenida Joaquim Teixeira Alves, região central e percebeu a falta de R$ 162 em sua conta. Em seguida, o aposentado foi buscar explicações sobre o fato e descobriu que, sem seu consentimento, um empréstimo de R$ 5.680 havia sido realizado em seu nome com prestações no valor descontado. O caso acabou denunciado como estelionato no 1º Distrito Policial de Dourados e será investigado.

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Fonte: Fátima News

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Amigos acusam empresário de golpe financeiro de R$ 20 milhões no Rio

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20/05/2015

Pelo menos 50 pessoas acusam o empresário R.M.C. de aplicar um golpe e sair do Brasil com cerca de R$ 20 milhões das vítimas. O suspeito, morador da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, teria envolvido amigos num esquema de pirâmide financeira. A maioria das vítimas fez um registro de ocorrência no sábado (16), na 16ª DP (Barra da Tijuca). Eles também criaram um grupo na internet para contabilizar os prejuízos e trocar informações para tomar as providências legais contra o suposto estelionatário. A suspeita é de que pessoas de fora do Rio de Janeiro também tenham caído no golpe. A promessa era receber, a cada 40 dias, 16% do valor investido em um suposto Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC). Ou seja, um retorno 20 vezes maior que a caderneta de poupança, por exemplo. O valor mínimo a ser investido seria sempre de R$ 50 mil. Com o tempo, no entanto, começaram a perceber os indícios de que estavam investindo em uma pirâmide.

Vítima perdeu R$ 300 mil

Um economista, que é uma das vítimas, diz que entrou no investimento há um ano e meio e teve prejuízo de R$ 300 mil. Segundo ele, sem citar o esquema da pirâmide, R.M.C. inventou investimentos em aço, venda de diesel entre outras coisas para convencer os investidores. Para cada vítima, ele citava um tipo de investimento distinto. “Ele é irmão de uma menina com quem eu estudei a vida toda. Sentamos para conversar e ele me pagou três jantares, fez um teatro como se fosse do ramo, fechando cotas de investimento. Coloquei R$ 30 mil inicialmente, tive lucro, e depois R$ 270 mil. Desde então, ele começou a travar o negócio. Aí ele dizia que teria a dobra, que ia dobrar os valores e vinha enrolando. Enrolou até outubro e novembro. Como ele viu que o cenário estava ficando feio, foi para os Estados Unidos”, explicou.

Amigo de infância

O administrador F.S, de 31 anos, foi convidado pelo suspeito para participar de um fundo que investiria em diesel para caminhões. Apesar de serem amigos desde crianças, o homem conta que tentou se inteirar sobre como funcionava o esquema e a rentabilidade prometida, que chegaria a mais de 50% ao ano. “Ele foi muito convincente com a história, apesar de alguns pontos, às vezes, não baterem muito bem, principalmente quanto a possível rentabilidade do negócio”, disse. F.S conta que chegou a questionar R.M.C sobre o esquema ser uma pirâmide, o que foi negado pelo suspeito. Segundo a vítima, o empresário dizia que estava chamando apenas poucas pessoas de confiança para entrar no negócio e que o sigilo deveria ser mantido.

Pirâmide é crime previsto em lei

Pela legislação brasileira, a prática de pirâmide financeira se configura crime contra a economia popular. A lei n° 1.521, de 26 de dezembro de 1951, estabelece pena de 6 meses à 2 anos de prisão, além de multa, para o crime de “obter ou tentar obter ganhos ilícitos em detrimento do povo ou de número indeterminado de pessoas mediante especulações ou processos fraudulentos. A maior dificuldade para o combate a esse tipo de golpe financeiro é que, na maioria dos casos, a comprovação da insustentabilidade do negócio não é imediata e a pirâmide acaba sendo camuflada, cabendo a Justiça analisar caso a caso.

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Fonte: G1

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Banco de Angola – Suspeitos de fraude de 100 milhões de dólares entregam-se

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19/07/2014

Foi emitido em junho pelo Tribunal Supremo de Angola mandados de captura contra elementos que são suspeitos de se constituírem numa organização criminosa, que em 2009 realizou transferências ilícitas da Conta Única do Tesouro Nacional para o exterior do país. Estes elementos, funcionários bancários, policiais, advogados, médicos ou empresários, aguardavam o desfecho do processo em liberdade, com termo de identidade e residência. Segundo fontes policiais citadas pela imprensa privada, nos últimos dias 10 entregaram-se voluntariamente às autoridades. Porém, outros 17 permanecem em liberdade, por dificuldades das autoridades no cumprimento dos mandados de captura emitidos pela 3ª seção da Câmara Criminal do Tribunal Supremo. Suspeita-se que os integrantes deste grupo falsificaram ofícios, sinopses e protocolos, num esquema que lesou os cofres públicos em 100 milhões de dólares (74 milhões de euros), descrito na imprensa privada angolana como uma das maiores fraudes naquela instituição. Citando a acusação, alguns órgãos referem que “numa ação bem organizada”, este grupo utilizou o Departamento de Gestão de Reservas do banco central para executar várias operações de pagamento ao exterior, nomeadamente em transferências “irregularmente ordenadas” a um banco de Londres. Com o despacho de pronúncia, aquele tribunal emitiu mandados de captura contra estes elementos – pelo fato dos crimes imputados não permitirem liberdade condicional -, seguindo o processo a sua tramitação normal.

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