Quadrilha desarticulada desviou mais de R$ 1 milhão no RN e na Paraíba

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16/03/2017

A quadrilha desarticulada na Operação Quimera V, realizada nesta quinta-feira (16) pela Polícia Federal, causou prejuízo de mais de R$ 1 milhão aos bancos nos estados do Rio Grande do Norte e Paraíba. Os criminosos usavam documentos falsos para fazer empréstimos consignados e sacar precatórios judiciais em nome de outras pessoas. Segundo a delegada responsável, a quadrilha sabia quem podia fazer tal empréstimo ou tinha ganhado alguma causa na Justiça e estava para receber algum valor em dinheiro. “O próprio bancário era iludido, achava que a documentação estava OK e fazia os contratos em boa fé”, afirma. Só quando essas pessoas iam ao banco receber o dinheiro que percebiam a fraude. “Eles iam na frente e retiravam a pensão e até os precatórios, que uma pessoa demora uma vida pra receber”, diz. A delegada conta que grande parte das vítimas tinha contracheque fixo. “Eram servidores públicos, aposentados, pensionistas”, enumera. Os criminosos serão indiciados por estelionato, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

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Fonte: G1

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Advogado é suspeito de liderar grupo de fraudes em saques de precatórios

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17/06/2015

Uma quadrilha suspeita de fraudar saques de precatórios em Aparecida de Goiânia, Região Metropolitana da capital, foi apresentada pela Polícia Civil na manhã desta quarta-feira (17). Um advogado, de 36 anos, natural de São Paulo, é apontado como o responsável por chefiar o grupo, que tinha outras três pessoas, entre elas, uma idosa de 77 anos. Conforme a polícia, o grupo falsificava documentos para tentar sacar o dinheiro destinado a alguns beneficiários que haviam ganhado ações judicias contra o poder público, os chamados precatórios. A idosa e outros dois suspeitos, de 31 e 53 anos, foram presos na tarde de terça-feira (16), quando saíam de uma agência em Aparecida de Goiânia.  após tentar sacar R$ 35 mil de precatório. O advogado foi preso próximo à sua residência na Vila São João, em Goiânia, horas mais tarde. Segundo com informações da polícia, o próprio banco, que já contabilizou resgates fraudulentos, informou ao Grupo de Repressão a Estelionato e Outras Fraudes (Gref), que já  conduzia investigações sobre alguns casos. Com os suspeitos foram apreendidos documentos e comprovantes de endereço falsos.

Fraude
A delegada chefe do Gref, ligado à Delegacia de Investigação Criminal (Deic), explicou que para cometer essa fraude é preciso ter informações privilegiadas de beneficiários, documentos falsos e alguém que se passe pelo favorecido, que neste caso, era a idosa. “O advogado tinha informações de beneficiários do Pará que já haviam falecido. Outro suspeito era o responsável pela falsificação dos documentos. O terceiro envolvido, que já havia sido cliente do advogado, foi chamado por ele para encontrar uma senhora que pudesse se passar pela beneficiária e então ele chamou a própria mãe para participar”, afirmou a delegada. De acordo com a delegada, em depoimento, a idosa afirmou que sabia que estava se passando por outra pessoa e que receberia uma quantia em dinheiro por isso, mas que não entendia como funcionava a fraude. A polícia informou que, em depoimento, os demais membros disseram que o advogado prometia 10% do valor sacado para cada um e as investigações apontam que o restante era debitado em uma conta do advogado com nome falso. As versões de três suspeitos apontam o advogado como líder do grupo. No entanto, ele negou participar da fraude e disse que havia apenas fornecido as informações. O homem tem uma passagem por receptação, outra por estelionato e duas por apropriação indébita (posse de algo móvel que não lhe pertence). A delegada confirmou que o advogado e um dos suspeitos já haviam conseguido sacar R$ 66 mil com dois precatórios, mas não foi confirmada a participação dos outros dois membros nesses saques. “Os quatro detidos tentaram realizar um saque de R$ 29 mil, mas não conseguiram e a última tentativa foi um saque de R$ 35 mil, também sem sucesso, momentos antes de serem detidos”, explicou a delegada. Os suspeitos devem ser indiciados por tentativa de estelionato, uso de documento falso e associação criminosa.

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Fonte: G1

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Mulher de 78 anos leva golpe de R$ 16,7 mil

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28/12/2014

Uma professora aposentada de Rio Preto caiu em um golpe e acabou perdendo R$ 16,7 mil. A mulher, de 78 anos, resolveu dar queixa à polícia na última sexta-feira para denunciar o caso. Ela disse que recebeu uma carta no dia 18 em nome do Centro do Professorado Paulista (CPP). A falsa correspondência informava que ela tinha quantia de R$ 80 mil a receber de precatório (requisições de pagamento de dívida judicial). Assinada em nome do diretor de serviço da Comarca de São Paulo, a carta informava um telefone para que ela obtivesse instruções de como fazer para receber o dinheiro. Ao ligar, foi convencida por um “advogado” a fazer dois depósitos em uma conta corrente para que o precatório fosse liberado. A idosa fez o primeiro depósito, de R$ 6.890,18, no mesmo dia em que recebeu a carta, na conta em nome de uma mulher. O segundo, de R$ 9.865,42, ocorreu quatro dias depois, na mesma conta. Sem receber o dinheiro prometido, ela ligou para o CPP para saber mais detalhes e quando o dinheiro seria depositado. Foi então que a aposentada descobriu que se tratava de um golpe e que outras professoras aposentadas já haviam sido enganadas. “Na nossa época a gente podia confiar nas pessoas, hoje não dá mais, precisa desconfiar de todo mundo. Eu ainda perdi pouco, tem outras pessoas que perderam muito mais”, disse ela em entrevista.

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Fonte: Diário Web

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Mulher é vítima de golpe dos precatórios

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30/06/2014

Uma mulher deu entrada com uma denúncia, ontem (30), na Assessoria de Precatórios do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), pois foi vítima do chamado golpe contra credores dos precatórios. Ela disse que depositou R$ 700 em uma conta bancária de um banco com a promessa de que, nesta segunda-feira (30) receberia o dinheiro do precatório. A vítima conta que ela recebeu um telefonema de um homem identificado como doutor, orientando-a a fazer o depósito no valor de R$ 1.400,00 até às 16 horas. Caso contrário, demoraria mais seis meses para receber o benefício. Ao alegar que não possuía aquela quantia, foi orientada a depositar o valor em duas parcelas. A mulher explicou que, no início da tarde da última sexta (27), recebeu uma ligação telefônica de uma pessoa que se identificou como uma doutora da Secretaria da Fazenda Pública do Município. Na conversa, a vítima foi orientada a telefonar para o doutor, que afirmou ser do Fórum Clóvis Beviláqua. A vítima disse que não desconfiou de irregularidade porque as pessoas que entraram em contato sabiam tudo sobre ela e o processo que tramita no Tribunal de Justiça. A Assessoria de Precatórios informa, no entanto, que não realiza ligações telefônicas para os credores e jamais solicita depósito de valores a qualquer pretexto, taxas, custas para o pagamento do precatório. Todos os contatos são feitos por oficial de Justiça ou publicação de despacho no Diário da Justiça Eletrônico. A Presidência do TJCE determinou medidas necessárias para subsidiar a investigação criminal, entre elas, a apuração das consultas feitas ao processo da vítima e instituição de segredo de Justiça em todos os processos de pagamento em trâmite na Assessoria de Precatórios. Precatório é uma espécie de requisição de pagamento relativo a uma condenação sofrida por um ente público, após o encerramento definitivo de um processo judicial. Quando uma pessoa aciona o Estado, em qualquer de suas esferas, o processo vai transitar na Justiça. Quando chegar à última instância, sem possibilidade de qualquer recurso e o autor ganhar a questão, o Juiz competente expedirá precatório, determinando o pagamento da dívida pelo Estado. Por sua vez, os precatórios apresentados até primeiro de julho de cada ano, serão necessariamente pagos até o final do exercício do ano seguinte, tendo seus valores atualizados monetariamente. Para tal, a administração pública deve prever recursos no seu orçamento anual.