Homem cai em golpe e perde oito mil

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08/01/2019

Um motorista procurou a Central de Flagrantes no 5º Distrito policial para denunciar que foi vítima de estelionato. Ele contou à polícia que em 2015 negociou um veículo que custava R$ 8 mil em um terreno na área urbana de Boa Vista, mas quando tentou regularizar a documentação do imóvel, uma vez que ele pretendia construir no local, descobriu que o vendedor não era o verdadeiro proprietário da área. De imediato ele tentou contato com o suposto vendedor para tentar reaver o carro ou a quantia em dinheiro, porém, o suspeito de ter aplicado o golpe no motorista, já tinha negociado o carro da vítima com outra pessoa. A vítima conseguiu localizar o verdadeiro proprietário do terreno. “Ele [o verdadeiro dono do terreno] me disse que nunca colocou o terreno à venda e que não conhecia ou tampouco fazia ideia de quem seria a pessoa que me vendeu. Foi aí que tive certeza de que fui enganado e tinha caído em um golpe”, disse a vítima em depoimento à polícia. O caso será investigado pelo setor de operações do 5º Distrito Policial (5º DP). Até o fechamento desta reportagem o suspeito de cometer o estelionato ainda não tinha comparecido à delegacia para prestar esclarecimentos.

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Fonte: Folha de Boa Vista

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Jovens são vítimas de golpe de aluguel de casas para o Réveillon no Litoral Sul de Pernambuco

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12/12/2018

Os planos de passar o Réveillon em casas de praia no Litoral Sul de Pernambuco terminaram em frustração para pelo menos 26 jovens. Eles encontraram na internet imóveis exatamente como queriam, com piscina, churrasqueira, vários quartos e ar-condicionado. Após depositar o adiantamento pela reserva, descobriram que era uma fraude. Os casos são investigados pelas delegacias de Rio Doce, em Olinda, no Grande Recife, e de Boa Viagem, na Zona Sul da capital, onde os grupos de amigos registraram os boletins de ocorrência.

Uma das vítimas foi uma psicóloga, de 22 anos, que alugou a casa com 14 amigos. Eles acharam o anúncio no dia 20 de novembro, quando começaram as negociações por telefone e mensagens. O grupo depositou R$ 1.350 em uma conta corrente e, um pouco depois, o homem sumiu. “O aluguel custava R$ 2.700, entre 29 de dezembro e 1º de janeiro. Tinha fotos da casa, que acomodava 15 pessoas, com piscina, quartos, equipada do jeito que a gente estava procurando. Falei com G.Lima. Ele pegou os meus dados, fez um contrato e resolvemos fechar com ele, porque estava tudo do jeito que a gente queria”, contou. Como o contrato estava em seu nome, ela foi até a delegacia registrar queixa em nome de todo o grupo. Para ela, o sentimento é de frustração. “A gente estava com a expectativa de passar ano novo em Porto de Galinhas. Todo mundo comprou ingresso da festa que vai ter lá, então ficamos bastante frustrados”, lamentou.

O caso registrado em Olinda está sendo investigado. “Oficialmente, o crime está sendo noticiado na nossa delegacia a partir do registro do boletim de ocorrência. A gente vai instaurar o inquérito, agendar com a vítima o depoimento e tentar identificar a pessoa que aplicou esse golpe para que ela possa ser responsabilizada pelo crime que praticou e pelos danos patrimoniais e morais que eventualmente tenha ocasionado”, afirmou o delegado responsável.

O golpe ocorreu da mesma forma com outro grupo de 11 pessoas. A negociação foi feita por um bacharel em direito e produtor de eventos, de 25 anos. Ele registrou uma queixa na Delegacia de Boa Viagem. “A conversa dele era de que tinha muita gente atrás da casa e que tinha que pagar logo para garantir a reserva. Fechamos do dia 28 de dezembro a 2 de janeiro, por R$ 2.700, mas não aceitamos pagar os 50%, já que nem o contrato ele tinha enviado. Pagamos 30%, que foi R$ 820. Logo depois, ele sumiu”, disse. Em uma nova pesquisa no site, o bacharel em direito encontrou o perfil do verdadeiro dono do imóvel, que na verdade fica no Paraná. O grupo precisou desembolsar outros R$ 1.300 de um novo imóvel. Desta vez, um que existe. “A gente ficou triste, porque a casa era tudo que a gente estava procurando. Encontramos outro imóvel e fomos até lá ver se realmente existia. Resolvemos, mas ainda ficou o sentimento de tristeza. Não é exatamente como a gente queria”, contou.

O delegado titular da Unidade de Repressão ao Estelionato, alertou para alguns cuidados que as pessoas precisam tomar antes de alugar um imóvel. “Todo negócio feito a distância requer cuidados redobrados. O site, muitas vezes, não tem condições de guardar informações específicas. Nesses casos, o erro fatal cometido foi não visitar o imóvel. É importante que alguém vá ao local e se certifique se existe”, observou.

Suspeito de aplicar golpes de venda de terreno pela internet é procurado pela polícia em PE

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18/10/2018

Está sendo procurado pela Polícia Civil de Pernambuco, um homem suspeito de aplicar golpes com vendas de terrenos pela internet. Segundo a corporação, há pelo menos três inquéritos contra ele sobre a venda de um mesmo terreno, no bairro de Maria Farinha, em Paulista, no Grande Recife. O terreno não pertence ao suspeito e ele utiliza documentos falsos para enganar os interessados na compra. Uma das vítimas que prestou queixa foi uma nutricionista de 35 anos. Ela conta que perdeu R$ 10 mil durante a negociação do local. O golpe aconteceu no início do mês de outubro. Após ser demitida da empresa onde trabalhou por cinco anos, ela separou o dinheiro da indenização para comprar um terreno e morar perto da praia. A mulher conta que procurou anúncios em redes sociais e encontrou um terreno no valor de R$ 28 mil. O vendedor mostrou a ela documentos de escritura, no Cartório de Paulista, certificado de propriedade de imóvel e papéis do IPTU de Paulista, todos no nome do suspeito. Depois de conversar com o ele pelo WhatsApp e ver mais fotos do lugar, a nutricionista marcou um encontro, em frente ao terreno em negociação. O vendedor pediu que ela depositasse “logo” R$ 10 mil. Os outros R$ 18 mil seriam pagos depois de darem início ao processo de transferência do terreno para o nome dela. Mas depois desse primeiro depósito ser feito, ela não conseguiu mais contato com o vendedor. “Foi quando à noite [na quarta-feira] eu falei com ele no zap (sic.), ele não respondeu. Na quinta de manhã eu falei com ele, ele não respondeu. Eu liguei, ele não atendeu. Foi quando eu pensei: ‘caí num golpe’. Quando ele sumiu. [Pegou] R$ 10 mil e depois ele desapareceu”, afirma a nutricionista. Foi só quando procurou um advogado e prestou queixa na Delegacia de Maria Farinha que ela descobriu que o homem que aplicou o golpe nela já havia sido denunciado outras vezes pelo mesmo tipo de crime, estelionato. O suspeito responde por outros dois processos criminais aguardando o julgamento na justiça.

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Fonte: G1

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Golpistas fingem ser donos de imóveis e cobram aluguel, diz Creci

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03/03/2017

Segundo o Conselho Regional de Corretores de Imóvel de Goiás (Creci-GO), golpes envolvendo estelionatos em contratos de aluguel têm sido recorrentes no mercado imobiliário da capital, Goiânia. Profissionais entrevistados explicam como as fraudes acontecem e como evitar que novos casos ocorram. O presidente do conselho afirma que, no momento da fraude, os golpistas se passam por donos de imóveis – que, na verdade, são locados por imobiliárias –, publicam anúncios falsos com preço abaixo do mercado e cobram o pagamento do aluguel adiantado. Quando os clientes tentam se mudar para o imóvel, percebem que foram vítimas de estelionato. “Ficamos sabendo muito desses golpes. São casos constantes. O estelionatário vai até a imobiliária, deixa a identidade, geralmente falsa, e vai verificar o imóvel. Ele vai no imóvel, olha, tira uma foto. No meio do caminho faz uma cópia da chave e volta até a imobiliária falando que não tem interesse, mas pega as fotos e anuncia o imóvel num portal, com um preço bem abaixo do pedido”, explica o presidente. Quando o interessado vê o anúncio do imóvel e acha o preço atrativo, o golpista pede que a pessoa pague determinado valor antes de se mudar para o local. Para agilizar o processo, os criminosos fazem um contrato facilitado e sem exigências básicas, como a de um fiador. “A pessoa faz esse contrato, que, muitas vezes é um contrato bem amador, acaba pagando o valor combinado, achando que está fazendo um bom negócio, mas, quando tenta se mudar, descobre que é um golpe”, relata o presidente. É comum que as imobiliárias emprestem a chave do imóvel para a visitação de clientes sem a necessidade de nenhum acompanhante. No entanto, ele aponta que esta é uma das principais causas facilitadoras do golpe. Apenas neste mês, uma imobiliária de Goiânia sofreu duas tentativas de golpe. O advogado que atende a empresa, especialista em direito imobiliário, afirma que estelionatários tentaram aplicar a fraude em imóveis administrados pela imobiliária, mas não conseguiram. “O estelionatário queria um ano de aluguel adiantado. O valor pedido no imóvel era R$ 3,5 mil, pela imobiliária, mas, para fechar o negócio, ele [o golpista] tentou passá-lo por R$ 2,5 mil. A condição do desconto era de receber um ano de pagamento adiantado”, afirma. Conforme explica o advogado, o caso foi descoberto pela própria vítima. Ele explica que, além do alto valor pedido adiantado, a conta para depósito era do Rio de Janeiro e não constava nome da imobiliária no contrato, apesar de que o documento de autorização de visita forjado tinha o nome da empresa. Após o ocorrido, a empresa passou a tomar cuidados a mais para evitar situações do tipo. Além da autorização assinada pela imobiliária e do cadastro prévio do interessado, com documentação e foto, a visitação só acontece com acompanhamento de um responsável da empresa. No caso de condomínios, o cliente pode visitar o imóvel sem o acompanhante, mas deverá apresentar uma liberação atestada pela imobiliária.

Como evitar

O presidente do Creci-GO afirma que, para evitar novos casos, as empresas corretoras de imóveis devem aumentar os procedimentos de segurança na hora da liberação da chave para visitação. “Fazemos um alerta às imobiliárias, para que aumentem seus procedimentos de segurança, e à sociedade, para que exijam sempre a documentação completa do imóvel e que desconfiem de ofertas fora da realidade de mercado”, ressalta. Um gerente de locação de uma Imobiliária, afirma que as empresas têm reforçado os procedimentos identificação de interessados em fazer visitas ao imóvel, antes de entregar as chaves. “A gente faz analise o perfil de documentação, pede documento foto original, que fica retido na imobiliária enquanto o cliente visita o imóvel, se o cliente não for com o acompanhamento. Caso ele vá acompanhado, não precisa deixar o documento, mas faz o cadastro com nome, telefone, e-mail, RG, CPF, endereço, além de assinar um termo de que está indo visitar o imóvel e declarando que vai devolver a chave”, conta.

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Fonte: G1

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Homens são presos na PB suspeitos de fraude de R$ 200 mil com imóveis

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07/10/2016

Em João Pessoa, dois homens foram presos nesta sexta-feira (07) suspeitos de integrar uma associação criminosa envolvida no desvio de aproximadamente R$ 200 mil de imóveis pertencentes a programas sociais, como o conjunto Nice de Oliveira, localizado no bairro de Mangabeira. Conforme o delegado da Delegacia de Defraudações e Falsificações de João Pessoa (DDF), inicialmente foram identificados três suspeitos, que negociaram imóveis apresentando-se como funcionários da prefeitura de João Pessoa. A polícia ainda identificou que os suspeitos mostravam ter liberdade para negociar os imóveis dos programas sociais, cobrando um valor de R$ 2 mil por pessoa, para que fosse regularizada toda a documentação e futura liberação dos imóveis. A DDF localizou os suspeitos a partir de uma denúncia, que indica que dezenas pessoas foram vítimas do esquema fraudulento e que os valores desviados podem superar facilmente a quantia de R$ 200 mil. De acordo com a Delegacia de Defraudações, os suspeitos recebiam os valores diretamente das vítimas, sempre em espécie e não emitiam qualquer tipo de recibo para dificultar qualquer tentativa de responsabilização posterior. Quando as vítimas questionavam a demora na entrega dos imóveis, os suspeitos entregavam um molho de chaves de cadeado, com a suposta identificação do imóvel correspondente, apenas para dar maior credibilidade ao golpe, uma vez que todas as negociações foram feitas de maneira fraudulenta. Com a denúncia realizada, a equipe da DDF conseguiu identificar os suspeitos que foram presos. Um deles trabalha como motorista de transporte escolar e é natural de Brasília. O suspeito tentou fugir, mas acabou sendo preso perto da casa dele por uma equipe da Polícia Militar, que o conduziu à Delegacia de Defraudações e Falsificações. No entanto, outro suspeito continua foragido. A DDF vai prosseguir nas investigações, uma vez que surgiram indícios que os suspeitos têm envolvimento com outras condutas criminosas, como fraudes em licitações públicas e negociação de veículos.

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Fonte: G1

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Imóvel vendido 3 vezes foi cedido por amiga da mãe de golpista, diz polícia

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23/11/2015

O suspeito de negociar um imóvel no Jardim Carioca, em Campo Grande, se apresentou na 7ª Delegacia de Polícia. O delegado responsável pelas investigações, disse nesta segunda-feira (23), que o homem negou os crimes e responderá ao inquérito policial em liberdade. “Ele compareceu na delegacia e prestou depoimento na sexta-feira (20). O homem negou os crimes, mas diante das provas nem tinha muito o que falar. Ele foi indiciado por estelionato e contou que o imóvel pertence a uma amiga da sua mãe. Segundo ele, esta pessoa mora em São Paulo e emprestou a casa para ele passar um tempo”, afirmou o delegado. O suspeito possui extensa ficha criminal, pelos crimes de furto, roubo, latrocínio e estelionato. “Nós fizemos buscas na semana anterior, mas localizamos apenas duas vítimas. O valor do prejuízo, oficialmente, é de R$ 20 mil, embora existissem denúncias de que outras pessoas estavam negociando o contrato de gaveta com ele”, ressaltou.

Entenda o caso

O estelionatário vendeu, somente em uma semana, três vezes uma casa popular localizada em um condomínio no Jardim Carioca, em Campo Grande. De acordo com a Polícia Civil, o homem possui o controle do portão do imóvel, além das chaves do residencial. E ainda conforme a polícia, já foram identificados oito endereços e oito telefones diferentes do suspeito. “Ele é um homem articulado, com vários processos na Justiça, que estamos tentando localizar por meio de diligências. A informação é que inclusive ele negociou outras casas daquele conjunto. Caso o suspeito não for encontrado, o próximo passo é pedir a prisão preventiva. Assim como este inquérito, nós verificamos que ele possui outros procedimentos e que não foi encontrado em nenhum deles”, comentou o delegado titular da 7ª Delegacia de Polícia. Durante a visita no local com a vítima, ele apresenta um contrato do banco e diz que o imóvel está com as prestações quitadas até o final do ano de 2015. Em seguida, ele pede “um sinal” para que seja feito o contrato de gaveta. Anterior a toda esta negociação, o suspeito oferece a casa em um site de venda coletiva. Na segunda-feira (09), a 1ª vítima repassou R$ 15 mil. Já na quarta-feira (11), a mulher teria entregue R$ 5 mil para o homem. Por último, na sexta-feira (13), uma terceira pessoa teve o prejuízo de R$ 10 mil.

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Fonte: G1

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Mãe e filha suspeitas de estelionato são presas em Volta Redonda, RJ

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20/06/2014

Duas mulheres, que são mãe e filha foram presas suspeitas de aplicar um golpe de venda de imóvel em Volta Redonda (RJ). Elas foram apresentadas nesta sexta-feira (20) pela Polícia Civil da 93ª DP, que informou que uma das mulheres confessou o crime e disse que queria o dinheiro para abrir uma loja. As investigações apontaram que as suspeitas — de 21 e 41 anos — enganavam as pessoas dizendo que estavam vendendo um apartamento no bairro Água Limpa. O imóvel, na verdade, havia sido alugado a elas em 2013, quando a dupla anunciou a venda pela internet. As vítimas faziam pagamentos, mas não recebiam o apartamento. De acordo com a polícia, pelos menos três pessoas caíram no golpe da dupla. As duas foram presas quando uma das vítimas fazia o pagamento de R$ 5 mil. O valor baixo negociado teria levantado suspeitas, informou a polícia. Nas investigações foi apurado que as mulheres conseguiram extorquir aproximadamente R$ 150 mil. A polícia contou que parte desse dinheiro foi investida em uma loja de produtos eróticos, que foi lacrada e teve o estoque apreendido. Outros bens que estavam com a dupla vão ficar à disposição da justiça.

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