Idosa cai em golpe e deposita R$ 1,3 mil para falso sobrinho em Mogi

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06/03/2017

Após cair em um golpe, uma aposentada, de 76 anos, de Mogi das Cruzes, teve prejuízo de R$ 1,3 mil. Ela transferiu este valor para a conta indicada por um homem que se passou por sobrinho dela. O caso foi registrado no 1º Distrito Policial de Mogi das Cruzes na noite de domingo (05) como estelionato. A idosa contou que na sexta-feira (03), por volta das 23h,  recebeu uma ligação em sua casa. Um homem que dizia ser seu sobrinho pediu dinheiro emprestado. A vítima fez um depósito na conta indicada por ele, no nome de outra pessoa, no valor de R$ 1 mil. No sábado (04), por volta das 8h30, ela recebeu uma nova ligação. Novamente um homem pediu outro depósito no valor de R$ 300. A idosa disse que noite de sábado descobriu que os depósitos tinham sido um golpe.

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Fonte: G1

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Homem cai no golpe do mecânico e perde R$ 2,2 mil em Santa Mariana

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23/01/2017

No último domingo (22), em Santa Mariana (PR), a Polícia Militar registrou uma ocorrência envolvendo uma vítima de estelionato por meio do ‘golpe do mecânico’. A vítima, um homem de 58 anos, recebeu uma ligação de um suposto sobrinho solicitando que realizasse um depósito de R$ 2.200 para custear as despesas do seu carro, que havia quebrado no km 80 próximo à cidade de Cornélio Procópio. Ele disse que o mecânico não aceitava o pagamento do serviço em cheque e, por isso, pediu para que ele depositasse a quantia em uma conta. A vítima depositou o valor solicitado em duas contas, depois tentou contato com seus parentes de Curitiba, onde a tia de sua esposa disse que ainda não tinham saído de viagem e que não havia nenhum carro quebrado na via. As pessoas que receberem esse tipo de ligação devem entrar em contato com o parente para verificar se ele sofreu algum acidente ou precisa de ajuda. Além de nunca fazer o depósito sem esta certificação. 

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Fonte: Massa News

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Mulher perde R$ 700 em golpe por telefone

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18/08/2016

O golpe do carro quebrado, ou golpe do falso sobrinho, fez mais uma vítima, dessa vez, uma mulher de 52 anos do município de Jaú (SP). Ela compareceu na quarta-feira (17) à tarde à Central de Polícia Judiciária (CPJ) para contar que, na noite da última terça-feira, recebeu uma ligação de alguém que se identificou como sobrinho dela. O suposto familiar disse que estava indo visitá-la, mas se envolveu em acidente perto de Lençóis Paulista. O interlocutor afirmou que precisava de ajuda financeira, pois o mecânico não aceitaria cheque. O golpista forneceu número de telefone da pessoa que seria o mecânico, para quem a mulher ligou. O suposto profissional forneceu dados de conta bancária, e a vítima efetuou um depósito de R$ 700. Ontem, a mulher ligou para o verdadeiro sobrinho e se deu conta de que havia sido enganada.

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Fonte: Comércio do Jahu

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Aposentada cai em golpe por telefone em Araçatuba

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06/04/2016

Em Araçatuba (SP) nesta terça-feira (05), uma aposentada de 64 anos foi vítima de estelionato ao cair em um golpe. Conforme a polícia, ela perdeu mais de R$ 6 mil após o criminoso ligar para ela se passando por um sobrinho. A aposentada disse para a polícia que um homem ligou no telefone dela se passando por um sobrinho que morava em São Paulo. Ele contou para a vítima que estava indo para Araçatuba visitá-la, quando o carro dele teria quebrado no caminho. O homem passou então o telefone de um mecânico da cidade de São Paulo e pediu para que ela ligasse para confirmar se uma peça do carro estava chegando. A mulher ligou para o suposto mecânico, que disse que era necessário depositar R$ 1,4 mil numa conta. A mulher fez o depósito e o suposto sobrinho ligou novamente e pediu para depositar mais R$ 4,7 mil. A aposentada depositou o valor novamente e, só depois de ter feito esse segundo depósito, a mulher passou a desconfiar que era golpe. Ela procurou a polícia e fez um boletim de ocorrência. A polícia tenta identificar o suspeito.

Idoso cai em golpe e perde R$ 1,5 mil em Santa Maria

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05/11/2015

Um estelionatário aplicou um golpe que lesou um idoso de 62 anos em R$ 1,5 mil em Santa Maria (RS). Segundo o relato do idoso à Polícia Civil, ele recebeu uma ligação do criminoso por volta das 18h. O bandido se passava por um sobrinho e inclusive se identificou com o nome dele. O bandido disse que havia se envolvido em um acidente de trânsito. Um caminhão teria batido contra ele e fugido do local do acidente. Para encaminhar o conserto, precisaria de R$ 1,5 mil. Ele informou uma conta em um banco em nome de outra pessoa e o idoso fez o depósito. Após, o estelionatário ligou de novo pedindo o depósito de mais cerca de R$ 1,3 mil para encaminhar outros consertos no veículo. Nesse momento, o idoso percebeu que se tratava de um golpe. Ao finalizar a ligação, ele entrou em contato com o seu sobrinho, que disse que não havia se envolvido em nenhum acidente. O caso foi registrado na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA).

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Fonte: Diário de Santa Maria

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Polícia Civil alerta para aumento de golpes no fim do ano

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02/12/2014

Os delegados da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso, alertam que o aumento das compras de fim de ano, além de favorecer a economia, também pode gerar crescimento nos golpes aplicados, tanto em comerciantes quanto nos consumidores. Os delegados atuam na 1ª Delegacia de Polícia de Várzea Grande, onde 50% do volume de trabalho é para o crime de estelionato. As duas autoridades, que estão há cerca de 3 meses na unidade policial, realizaram levantamento dos golpes mais aplicados na praça e passaram a dividir a modalidade para identificação dos criminosos, que estão atuando na região de Várzea Grande e também em Cuiabá. “Já identificamos alguns criminosos que estão atuando aqui na nossa área e já foi realizado representação de mandado de prisão junto à Justiça. Acreditamos que esses criminosos serão localizados e presos”, destacou um deles. De janeiro a outubro de 2014, a Polícia Civil registrou 3.543 ocorrências de estelionato no Estado de Mato Grosso. Os números não representam a realidade do cometimento do crime, em razão de muitas das vítimas não registrarem o boletim ou quando comunicam, o fato já se passou muito tempo, dificultado o trabalho de desarticular a modalidade de golpe. “Como não são imediatamente comunicados à polícia, acaba impossibilitando a prisão em flagrante”, destaca. De acordo com os delegados, os golpes estão cada vez mais elaborados e os cuidados devem ser redobrados para não cair em ofertas vantajosas, como quando a vítima acha que vai ganhar alguma coisa em troca, caso dos prêmios pelo celular, ou  encontra produtos com preços muito abaixo do mercado em sites na internet. Em um dos casos investigados na delegacia, um casal de estelionatários aplicou vários golpes em Várzea Grande, fazendo vítimas por onde passou, cujo  prejuízo estimado está em R$ 200 mil. Na 1ª DP há duas investigações em andamento contra um homem que responde um inquérito sozinho por estelionato e outro junto com sua mulher, por estelionato, falsificação de documento público e uso de documento falso. O casal, que já foi indiciado, comprou veículos, terrenos, e até uma pizzaria, além de diversas mercadorias como roupas, perfumes, chapéus, tapetes, entre outras, usando cheques sem fundos. Os talões de cheques teriam sido extraviados de uma cooperativa de crédito e foram parar nas mãos de golpistas. O banco cancelou os talões, mas as folhas continuaram a serem usadas. Conheça algumas modalidades com maior incidência de registro, eleitas pelos delegados. São elas:

1. Golpe do depósito

Aplicado em todo o Brasil e que ocorre em diferentes versões. O golpe é muito semelhante ao envelope vazio. Em algumas modalidades o criminoso simula o depósito e depois liga na empresa dizendo que se enganou e efetuou o pagamento no valor a maior e pede devolução do dinheiro. Em outras, chega a depositar o dinheiro e depois que empresa ou pessoa confirmar, ele retorna no banco e estorna o  dinheiro, alegando ao caixa que depositou em conta errada. Nisso a empresa já entregou a mercadoria. Há pelos menos 10 registros do golpe na delegacia em valores que vão de R$ 1 mil, 4, 5 e até 10 mil.

2. Carro quebrado ou “Bença Tia”

Esse é um golpe muito cometido por detentos de presídios do Brasil. O criminoso liga para números aleatórios e quando alguém atende diz “bença tia (o)”. O suspeito se passa por parente da vítima, geralmente sobrinho, e diz que está com o carro quebrado na estrada e que precisa de dinheiro para o guincho ou para pagar o mecânico. A vítima acreditando que o parente está com dificuldades realiza o depósito. Em outra versão do golpe, o estelionatário pode pedir crédito de celular, supostamente para manter contato com a seguradora e com familiares. O que leva as pessoas a caírem nesse golpe é a vontade de ajudar o familiar. É necessário que a pessoa, antes de tomar qualquer decisão, se acalme, e cheque as informações. Conferir se o número do telefone de que recebeu a ligação é o mesmo do parente e entrar em contato com os familiares mais próximos da pessoa para saber se realmente a situação tem possibilidade de ser real, são maneiras de evitar cair no golpe.

3. Código de Barra

Os criminosos falsificam o código de barra da fatura, as vítimas pagam, o dinheiro vai direto para a conta da quadrilha, que fica pouco tempo aberta. Geralmente as vítimas nem percebem a fraude na fatura da conta, mas deve ficar atenta em atrasos da conta e entrar em contato com a empresa quando perceber algo diferente na conta com relação a impressão e  pedir para confirmar o código de barras.

4. Compra e venda de objetos em sites na internet

Nesses sites, os usuários podem comprar e vender produtos novos ou usados particularmente, através de uma negociação direta. Os golpes podem ser aplicados tanto pelo vendedor como pelo comprador funcionando da seguinte maneira.

Golpe do comprador: O golpista faz a compra do produto anunciado pela vítima no site e não efetua o pagamento, mas envia um comprovante falso em nome do gerenciador do site, confirmando que o produto foi pago. Entre outros comprovantes falsos, o golpista pode enviar ainda a validade do seu cadastro no site e a indicação de cliente confiável. Em seguida, o falso comprador envia um e-mail para vítima, falando que precisa do produto com urgência e que ele deve ser enviado ainda no mesmo dia. Alguns fatores podem auxiliar identificar este golpe como o layout dos e-mails enviados, que apesar de parecidos apresenta diferenças, como logomarca do site, cores padrão, tipografia e linguagem utilizada; o destino da mercadoria geralmente é uma cidade pequena, pouco conhecida, urgência na entrega do produto por motivo estranho.

Golpe do vendedor: A vítima compra um produto anunciado no site, efetua o pagamento, mas não recebe o produto ou recebe um produto com características diferentes do que comprou. Exemplo: comprou uma corrente de ouro e recebeu uma bijuteria. A Polícia Civil orienta que, no caso de compras pela internet, as pessoas devem procurar sites conhecidos, consolidados no mercado, que tenha referência de outros compradores. É importante tomar cuidado com os sites de anúncios e venda de produtos usados novos.

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Fonte: Expresso MT

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Polícia desbarata golpe de presidiário que financiava o tráfico em Maceió

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03/12/2014

Foi descoberto pela Polícia Civil um golpe de estelionato articulado por um preso que cumpre pena no sistema prisional alagoano. Através de uma vítima, foi descoberto que o reeducando atuava junto com a irmã e outras quatro pessoas e usava o dinheiro para financiar o tráfico. O reeducando prestou depoimento nesta quarta-feira (03). O caso foi descoberto depois que um motorista denunciou que foi vítima de um golpe que o fez perder R$ 2.500. O motorista contou que sua irmã recebeu um telefonema, há duas semanas, informando que um sobrinho estava com problemas com o veículo em uma oficina de São Miguel dos Campos. “Minha irmã me deu o número da oficina SOS Guincho e, quando liguei, um homem chamado C. atendeu e disse que iria passar para o meu sobrinho. Falei com um homem achando que era meu sobrinho e ele pediu que eu depositasse R$ 1.500 para retirar o carro que estava quebrado. Ele também disse que não encontrou agência do seu banco e que iria me pagar quando voltasse”, falou. O motorista contou que fez o depósito e cerca de duas horas depois recebeu um telefonema do suposto sobrinho pedindo mais R$ 1 mil. “A primeira conta que me passaram não tinha como depositar. Depois me deram uma outra conta em nome de uma mulher e fiz os dois depósitos nessa conta”, disse. A vítima só teve conhecimento do golpe no dia seguinte quando conseguiu falar com o sobrinho que estava em São Paulo. O motorista procurou a polícia para prestar queixa. “Estou tentando recuperar o meu dinheiro. Nunca achei que iria ser vítima de um golpe como este, mas enganaram minha irmã que é idosa e tudo foi tão convincente que fiz os depósitos”, completou. Conforme o chefe de operações, através do nome da mulher, foi possível chegar a seu irmão gêmeo, que cumpre pena no Baldomero Cavalcanti por vários crimes entre eles tráfico e homicídio. O policial informou ainda que as investigações descobriram que além dos irmãos o grupo conta com outras quatro pessoas.

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Fonte: G1

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