Idosa cai no golpe do falso sequestro e perde R$ 3 mil

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16/05/2016

Uma mulher de 61 anos, moradora de Ouro Preto do Oeste (RO), atendeu uma ligação de um celular de número desconhecido, e do outro lado da linha uma mulher chorando se identificou dizendo que era sua filha, que havia sido sequestrada, e imediatamente passou o telefone para um homem completar o golpe, conhecido como ‘golpe do falso sequestro’. O golpista fez uma pressão psicológica exigindo da idosa que ela efetuasse depósitos na quantia de R$ 2.000, informou o número de duas contas correntes em nome de duas mulheres, e ainda ordenou que a vítima não interrompesse a ligação, que rasgasse os boletos bancários assim que fizesse o depósito e se dirigisse para a casa dela. Assim que a mulher cumpriu o que o golpista determinou, ele ligou novamente dizendo que ela tinha feito o depósito errado, e pediu que ela se dirigisse à Casa Lotérica, e efetuasse dois depósitos de R$ 500 cada em diferentes contas, sendo prontamente atendido. Assim que a vítima desligou o telefone e fez contato com um irmão seu ela foi informada de que se tratava de um golpe, mas já era tarde.

Bombeiros impedem mulher de cair golpe do falso sequestro em Marília

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30/01/2016

Os bombeiros de Marília (SP) evitaram que uma mulher caísse no golpe do falso sequestro na tarde deste sábado (30). Segundo as informações, eles estavam saindo com a viatura quando viram a mulher chorando e andando apressada em uma rua do centro da cidade. Quando eles abordaram a mulher, ela contou que estava indo depositar R$ 2 mil porque sua filha havia sido sequestrada. Como a vítima ainda estava em contato telefônico com os criminosos, um dos bombeiros pegou o celular e se passou pelo filho da senhora. Os criminosos desligaram o telefone e a mulher foi levada para sede do Corpo de Bombeiros, bastante abalada e só se acalmou com a chegada da filha.

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Fonte: G1

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PRF frusta golpe do ‘falso sequestro’ no município de Cabedelo, na Paraíba

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14/11/2015

Na tarde da sexta-feira (13), uma mulher de 51 anos foi vítima do golpe do ‘falso sequestro’. A vítima estava em uma farmácia, localizada na BR-230, em Cabedelo, pagando recargas de celular. Os funcionários do estabelecimento chamaram policiais rodoviários federais que faziam ronda na BR-230, depois que perceberam o nervosismo da mulher. Conforme informações da PRF, a mulher estava ao telefone e pedia para que não fizessem nada com a filha dela, o que chamou ainda mais a atenção dos funcionários e clientes da farmácia. Diante da cena, as pessoas que estavam no local tentaram convencer a senhora de que se tratava de um golpe, mas ela não acreditava e insistia em pagar mais por créditos. Quando os  policiais do Núcleo de Operações Especiais (NOE) da PRF chegaram ao estabelecimento, a mulher já havia pago R$ 50 em recarga e estava por pagar mais R$ 100. Os policiais então, a conduziram até à casa da filha, também em Cabedelo, onde constataram que tudo não passava de um golpe. A filha da vítima estava em casa sã e salva. A PRF alerta que por mais que se divulgue, há anos que bandidos usam esse artifício para subtrair dinheiro ou recargas de celular de pessoas inocentes. Às vezes, as pessoas encontram-se fragilizadas ou distraídas e, por isso, acabam caindo nestes golpes. Os falsos sequestradores ligam para números aleatórios e dizem que estão com um parente da pessoa que atendeu em poder deles. Estas ligações partem, normalmente de dentro de presídios, e têm como objetivo carregar créditos de celulares dos próprios presos. Em casos como este, a vítima deve interromper a ligação e ligar, imediatamente, para o seu parente como forma de confirmar o golpe. Outra atitude bastante útil é formalizar uma comunicação em uma delegacia da Polícia Civil.

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Fonte: G1

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Mulher leva prejuízo de R$ 250 com o golpe do falso sequestro em Anhumas

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12/11/2015

Na tarde de quinta-feira (12), uma mulher de 59 anos sofreu o golpe do falso sequestro, em Anhumas (SP). De acordo com o relato da filha da vítima, a ação aconteceu durante o intervalo de almoço da mãe. Ainda conforme o relato, o suspeito telefonou para a vítima e disse que estava “em posse de sua filha e de sua neta”. Também segundo a mulher, o homem pediu que todo o dinheiro em posse da vítima fosse depositado em uma conta indicada por ele. “Minha mãe foi até uma lotérica aqui da cidade e depositou a quantia que tinha, que era de R$ 250”, disse. Segundo o relato, a pessoa do outro lado da linha falou que a vítima não deveria olhar para trás, pois estava sendo seguida. A mulher salientou, também, que o suspeito queria mais dinheiro e, então, a vítima foi até um estabelecimento comercial, do qual sua irmã é proprietária. “Ela chegou lá pedindo dinheiro para minha tia. No entanto, minha tia percebeu que tinha algo errado, porque minha mãe estava muito pálida”, relatou. Conforme a filha, a irmã da vítima pegou o telefone e falou com o suspeito, que a ameaçou de morte e desligou o celular. A vítima registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil e, de acordo com a filha, a corporação já está reunindo imagens de câmeras de segurança da cidade para averiguar se, de fato, havia alguém seguindo a mulher.

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Fonte: G1

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Engenheiro cai no golpe do falso sequestro e perde R$ 20 mil em BH

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25/09/2015

Um engenheiro aposentado caiu no golpe do falso sequestro e perdeu R$ 20 mil em Belo Horizonte. Ele teria recebido uma ligação dizendo que a filha dele teria sido sequestrada. Conforme familiares da vítima, o criminoso teria dito que o engenheiro precisaria fazer alguns depósitos bancários, caso contrário, sua filha seria morta. Ele então teria ido em vários bancos e depositou aproximadamente R$ 20 mil em uma conta indicada pelo bandido. A família chegou a ir até a Polícia Civil para registrar uma ocorrência já que a vítima teria passado o dia todo fora. No entanto, durante a noite, o engenheiro voltou para casa e, só então, descobriu que teria sido vítima de um golpe. O caso já está sendo investigado pela Polícia Civil.

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Fonte: R7

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Mulher faz depósitos até descobrir que era vítima de golpe

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11/09/2015

Ao cair no golpe do falso sequestro em Dourados (MS), uma mulher perdeu R$ 2,3 mil. A vítima, moradora no Jardim Água Boa, só não teve prejuízo maior porque a atendente do estabelecimento onde realizava os depósitos conseguiu alertá-la sobre o estelionato. Segundo informações, por volta de 13h40 de quinta-feira (10), ela recebeu um telefonema onde uma pessoa afirmou estar com a sua filha e, para libertá-la, era necessário o pagamento do resgate. O suposto sequestrador disse que a intenção era ter sequestrado a filha de um policial, mas, como não obteve sucesso, teria mudado de estratégia, raptando a familiar dela. Assustada, a mulher correu até uma casa lotérica no bairro onde reside e realizou o primeiro depósito, no valor de R$ 1,5 mil, logo depois, outro de R$ 800. Percebendo que a vítima estava bastante nervosa, a atendente tentou alertá-la sobre o possível golpe e com a ajuda de pessoas que estavam no local, conseguiram apurar que a ‘sequestrada’ estava bem. O caso foi denunciado no 1º Distrito Policial de Dourados e os órgãos de segurança alertam as pessoas para que em situações como essa, mantenham a calma e tentem checar as informações antes de realizar os pagamentos, além de acionar a polícia. Na maioria dos golpes, os números utilizados pelos criminosos são de outros Estados.

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Fonte: Diário Digital

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Conheça os principais golpes de estelionato para evitá-los

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05/09/2015

Apareceu uma maneira fácil de levar vantagem ou ganhar dinheiro? Desconfie. Como fez um professor e diretor aposentado, de 68 anos, quase vítima de um golpe em Ribeirão Preto. Em junho deste ano, ele recebeu uma carta em sua residência afirmando que teria pouco mais de R$ 72 mil para receber de uma suposta ação judicial. “Liguei no número indicado e pediram meu CPF. Na hora, não achei nada de mais e passei”, relata. Entretanto, ao ouvir o pedido de depósito de R$ 8 mil para poder receber o valor, percebeu o que ocorria e desligou o telefone. “Alguns dias depois, recebemos uma ligação de uma empresa oferecendo um empréstimo e pedindo dados. Não passamos nada e fui registrar o boletim de ocorrência”, contou. Foi a ação correta. Golpes como o do “limpamos seu nome no Serasa” e o conto do bilhete premiado continuam assombrando a população diariamente. De acordo com o titular da Delegacia do Idoso de Ribeirão, a melhor forma de evitar o crime de estelionato é buscar informações. “Temos o Procon, a Polícia Civil, a Polícia Militar, o Ministério Público da Cidadania e outros órgãos que podem abastecer a população de subsídios para que isso não aconteça mais”, diz. Informações que evitaram o professor aposentado de perder a larga quantia em dinheiro. O delegado ainda ressalta a necessidade de cuidado redobrado com qualquer promessa que apareça trazendo muitas vantagens com pouco retorno à quem oferece. “Nada aparece de graça, pela metade do preço ou até com desconto. Muito menos em época de crise”, cravou.

BO para as investigações

Embora seja difícil reaver os valores investidos em qualquer serviço cuja origem acabe sendo comprovadamente provinda de uma ação criminosa, a Polícia Civil de Ribeirão Preto destaca a necessidade de as vítimas registrarem Boletim de Ocorrência nas delegacias da cidade. Conforme o delegado titular, a ação ajuda as autoridades a chegarem até os autores das fraudes. “Significam provas para que a promotoria pública tenha ainda mais embasamento para manter essas pessoas na cadeia”, diz. Na visão do delegado, muita gente deixa de registrar o BO por constrangimento. “Não há qualquer necessidade de ficar constrangido. Isso acontece com qualquer um, com muita gente e no Brasil inteiro”, ratifica.

Lutar por seus direitos inibe ação de golpistas

Além do registro do boletim de ocorrência, as vítimas também têm a prerrogativa de tentar reaver os valores perdidos junto à Justiça. Isso, porém, é uma prática que deveria ser mais constante, é o que diz o coordenador da Comissão de Direito do Consumidor da OAB de Ribeirão Preto. “Não é muito da cultura do brasileiro brigar pelos seus direitos e isso acaba estimulando esses tipos de golpes.” A dificuldade de se conseguir o reembolso jaz no fato de as empresas não serem constituídas. É preciso que os responsáveis tenham bens para responder.

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Fonte: A Cidade

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