Golpista é presa por cobrar até US$ 2 mil para falsa vaga de emprego nos escombros do World Trade Center

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21/06/2018

Nesta quarta-feira (20), a Polícia Civil do Distrito Federal (DF) prendeu uma mulher de 53 anos suspeita de cobrar até US$ 2 mil por uma falsa oportunidade de trabalho para remover entulhos dos escombros do World Trade Center, após o atentado de 11 de setembro de 2001, em Nova York (EUA). Ao todo, 21 jovens teriam sido enganados por ela. O golpe, que envolvia a promessa de um contrato de US$ 480 por dia, ocorreu em Caldas Novas (GO), ainda em 2001. Em março deste ano, a Justiça goiana determinou a prisão dela por tempo indeterminado. A mulher também era procurada em Minas Gerais por mais um golpe, e ficou foragida até esta quarta-feira (20), quando foi identificada por um outro esquema de fraude.

Outro golpe

Segundo a polícia do DF, a golpista enganou pelo menos cinco empresários ou pessoas do mercado financeiro se oferecendo para abrir “plataformas de monetização” de título financeiro, de pedra preciosa ou de ouro, em troca de uma cobrança de U$ 150 mil – equivalente a R$ 500 mil. As vítimas são principalmente do Paraná e de São Paulo. Ela prometia abrir plataformas para que os títulos pudessem ser negociados internacionalmente, com rentabilidade acima do mercado. O serviço existe, mas, na prática, não era realizado. Segundo a polícia, ela recebia a ajuda de um político federal. Para a delegada, a mulher conseguia convencer as vítimas por meio da conversa, mas não dominava a tecnologia do serviço que ofeceria. “Acho que sequer ela sabe abrir uma plataforma de monetização de verdade”, afirmou.

A mulher foi indiciada e vai responder por estelionato, podendo pegar até cinco anos de prisão.

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Fonte: G1

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Estelionatário se passava por assessor de políticos para aplicar golpe do emprego no PA

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16/05/2018

Nesta quarta-feira (16), a Policia Civil do Pará apresentou informações sobre a prisão de M.A.E.S.G., de 35 anos, preso, no dia anterior, por mandado de prisão preventiva decretado pela Justiça. Ele é acusado do crime de estelionato contra pessoas em Belém. O homem identificava-se como assessor de políticos do Estado e oferecia vagas de emprego. Para tanto, ele exigia pagamentos de valores em dinheiro para fazer o cadastro das pessoas junto a órgãos públicos. Apenas, nesta quarta-feira, 13 vítimas compareceram ao prédio da Divisão de Investigações e Operações Especiais (DIOE), no bairro da Cidade Velha, em Belém. Uma das vítimas alegou ter perdido mais de R$ 15 mil no golpe. O sujeito fazia contatos com pessoas, por meio de ligações ou via redes sociais, em que se apresentava como representante de secretarias de Governo em comunidades e em representações de bairros. Dessa forma, ela levou as vítimas a acreditar que ele estava avaliando programas sociais e a presença do Estado no bairro onde moram as vítimas. Após ganhar a confiança, ele passava a ofertar vagas de emprego nas secretarias que dependiam de certificação profissional que ele mesmo poderia providenciar mediante o pagamento de valores variados. Para tanto, explica o diretor da DIOE, ele conseguia contas bancárias de pessoas para receber os valores e depois sacava as quantias. Após o receber os valores, ele trocava os números de contato e desaparecia. Além do inquérito policial, que originou a prisão, o homem é investigado em mais quatro procedimentos policiais em andamento. Ele chegou a ser preso em flagrante por estelionato em 2015 e responde a mais dois processos criminais pelo mesmo motivo.

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Fonte: Folha do Bico

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Suspeito de estelionato é preso em Aracaju

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03/05/2018

Na tarde desta quinta-feira (03), Policiais Civis da Delegacia de Defraudações cumpriram um mandado de prisão contra um homem de 45 anos. Conforme a polícia, ele é suspeito de cometer crimes de estelionato. As investigações concluíram que o suspeito atraía as vítimas oferecendo falsas vagas de emprego, na suposta empresa dele, e cobrava uma taxa de R$ 70 para a confecção de crachás e exames médicos. A prisão foi resultado de uma denúncia anônima e as investigações de uma equipe especializada.

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Fonte: G1

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Polícia prende suspeitos de aplicar golpe do falso emprego em pelo menos 2 mil pessoas no RJ

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18/04/2018

Nesta terça-feira (18), a polícia do Rio prendeu suspeitos de pertencerem a uma quadrilha que aplicava o golpe do falso emprego. Conforme as investigações, os criminosos anunciavam as vagas pela internet, contratavam as pessoas, mas não pagavam os salários. A polícia estima que, pelo menos, 2 mil pessoas tenham sido vítimas do golpe. Para uma mulher, o sonho do emprego com carteira assinada foi sendo desfeito a cada dia em que ela encontrava outras pessoas na mesma situação. E a frustração foi a mesma de muitas outras pessoas que precisavam do empregado, mas acabaram caindo em um golpe. A tática da quadrilha era sempre a mesma, que é a “pirâmide do emprego”, onde criminosos anunciavam, através de redes sociais, vagas de trabalho nos ramos de importação e exportação que não existiam e os inscritos pagam uma taxa por isso. A polícia chegou até os suspeitos após denúncia de que eles realizavam outra palestra em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. No local foram presos dois homens e uma mulher. Um dos homens já possui 10 passagens pela polícia: estelionato, ameaça e agressão. Ele ainda debochava das vítimas por mensagens de celular. Todos irão responder também por associação criminosa. Os suspeitos negaram as acusações. A polícia encontrou na sala onde eles diversos certificados, uma pilha de falsos contratos de prestação de serviço e carteiras de trabalho, que segundo os investigadores jamais seriam devolvidas. Os agentes calculam que milhares de pessoas foram vítimas do golpe. Mais de 100 pessoas registraram queixa em uma delegacia.

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Fonte: G1

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Suspeito de cobrar até R$ 850 por vagas de emprego é preso em Manaus

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12/04/2018

Nessa quarta-feira (11), foi preso pela Polícia Civil, um homem suspeito de se passar por funcionário do Sistema Nacional de Empregos de Manaus (Sine) para vender falsas vagas de emprego. D.R.S., de 26 anos, teria aplicado golpes em 23 desempregados. Conforme a polícia, ele cobrava entre R$ 100 e R$ 850 de cada vítima. Durante coletiva de imprensa na manhã quinta-feira (12), o suspeito não quis comentar as acusações. Os golpes teriam iniciado em novembro do ano passado. As primeiras vítimas foram sete fiéis de uma igreja evangélica da Comunidade Parque Mauá, no bairro Distrito Industrial. “Ele praticava vários golpes na igreja, fugiu e continuou aplicando vários golpes na cidade. Ele se passava por funcionário do Sine Manaus e conseguia em uma lan house fazer documentos falsos”, disse o delegado titular da Delegacia Especializada em Roubos, Furtos e Defraudações (Derfd).

Investigação e prisão

O suposto estelionatário foi preso na noite de quarta-feira, por volta das 22h, no Terminal de Integração 1 (T1), localizado na avenida Constantino Nery, no Centro da capital. O mandado de prisão preventiva por estelionato foi expedido pela juíza Patrícia Macedo, da 8ª Vara Criminal. As investigações foram iniciadas no dia 28 de fevereiro deste ano após um homem de 36 anos registrar Boletim de Ocorrência e denunciar que um rapaz havia o abordado na rua oferecendo emprego. Ele disse que D.R.S. sumiu após receber depósito de R$ 850 em sua conta bancária. “Ele [suspeito] confessou e deu detalhes de 23 vítimas, mas não descartamos ter mais vítimas na cidade. Durante os dez dias do inquérito policial vamos solicitar de bancos para ver se ele fez depósito bancário, se comprou carros etc. Entraremos em contato com esposa e sogra para ver que destino foi dado para esse dinheiro. Ele disse que aplicava esses golpes tendo em vista a dificuldade que estava passando, pois está há dois meses desempregado com um filho e a esposa grávida do segundo filho”, revelou o delegado.

Documentos falsos

A investigação policial aponta que o falso funcionário usava cartas de encaminhamento falsificadas com identificações do Sine e Ministério do Trabalho. O homem ainda apresentava um crachá falso. As vítimas percebiam que caíram em um golpe quando procuravam o Sine e mostravam o documento fraudado. O assessor jurídico da Secretaria Municipal do Trabalho, Emprego e Desenvolvimento (Semtrad), alertou que o Sine Manaus não cobra pagamentos pelos serviços que realiza. “O Sine, de forma alguma, cobra qualquer tipo de valor. Todos os serviços do Sine são gratuitos desde encaminhamento a emissão de carteira de trabalho. Fizemos uma campanha de conscientização na semana passada, alertando sobre isso”, enfatizou o representante da Semtrad. D.R.S. será encaminhado ao Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM), na Zona Rural de Manaus.

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Fonte: G1

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Polícia Civil prende quarteto que aplicava golpe do falso emprego em agência

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15/03/2018

Na tarde desta terça-feira (13), a Polícia Civil prendeu um quarteto que oferecia falsas vagas de emprego em troca de pagamento por um curso. A ação foi em uma agência, no bairro Santana, na zona norte da Capital. Agentes do 13° Distrito Policial (Casa Verde) receberam denúncias das vítimas. Segundo elas, os suspeitos entravam em contato para que comparecessem à agência, na Rua Voluntários da Pátria. No local, era realizada a oferta de empregos e um curso no valor de R$ 380, que faria com que as vítimas adquirissem a experiência necessária para garantir a vaga. As pessoas efetuavam o pagamento com a promessa de que em cinco dias estariam empregadas. Depois, os estelionatários alegavam que a garantia da vaga não era de responsabilidade da agência e que eles faziam apenas uma carta de recomendação. Nenhuma pessoa foi contratada. Após as denúncias, os policiais realizaram diligências no local, onde encontraram os quatro suspeitos – um autônomo, de 25 anos, uma representante comercial, de 22, outra mulher, de 30, e um porteiro, de 25 anos, que se passava por professor. Na agência, ainda estavam mais três vítimas e duas pessoas que prestavam serviços. Os funcionários, que não recebiam nenhuma quantia em dinheiro e não sabiam do golpe, foram ouvidos e liberados. Um notebook, uma máquina de cartão, três celulares e um computador foram apreendidos. O caso foi registrado como organização criminosa, estelionato e corrupção de menor de 18 anos, já que uma adolescente trabalhava no local. O autônomo e a representante comercial possuem diversos outros registros de estelionato.

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Fonte: Mix Vale

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Mulher é presa suspeita de ‘vender’ vagas de emprego por até R$ 1,5 mil no DF

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25/10/2017

A Polícia Civil prendeu uma golpista que fez mais de cem vítimas em Brasília “vendendo” vagas de emprego, inclusive no governo federal. Os interessados deveriam fazer um depósito que variava entre R$ 200 e R$ 1,5 mil antes da “contratação”. As investigações apontam que a suspeita, de 49 anos, lucrou R$ 100 mil em dez meses e que pretendia fugir. A mulher se apresentava às vítimas como funcionária da Câmara dos Deputados e oferecia vagas em vários órgãos federais, sempre em cargos que tivessem a ver com o perfil da vítima. Tudo era combinado por meio de conversas de áudio no WhatsApp. “Vocês vão começar a trabalhar sem ser essa segunda na outra. O que que ia acontecer hoje? Ia passar os tíquetes e o vale-transporte pra quando todo mundo começar não precisar pegar dinheiro emprestado”, diz a golpista a uma vítima. De acordo com a polícia, há pelo menos 60 boletins de ocorrência – em sete delegacias – denunciando a suspeita. Cumprindo mandados de prisão e de busca e apreensão na casa dela, equipes encontraram um computador, dezenas de comprovantes de depósitos, agendas com os nomes das vítimas e recibos, além de um passaporte e uma carta escrita à mão, destinada à mãe dela, com pedidos de desculpas e em tom de despedida. “Os nossos policiais começaram a verificar se havia ocorrências semelhantes registradas em outras delegacias aqui do DF, ocasião em que nós encontramos uma grande soma de ocorrências como de vítimas”, disse o delegado responsável. A história foi descoberta depois que uma mulher de 30 anos formada em recursos humanos caiu no golpe. “Eu faço bico de vez em quando de segurança e de brigadista. E é porque com essa crise, né, é meio complicado. Então a gente tem que se virar como pode”, disse, desempregada há dois anos. A estelionatária ofereceu à vítima uma vaga de recepcionista, com início imediato. O acordo era que ela depositasse R$ 200 e, depois de “contratada”, repassasse mais R$ 200. A vaga de emprego, porém, ficou só na promessa. “Eu achei que era um golpe porque eu comecei a marcar encontro com ela e todo encontro que eu marcava com ela, em cima da hora, ela mandava mensagem dizendo que não podia, que a mãe dela estava doente, que os filhos dela estavam doentes. Ela nunca apareceu. Eu marquei quatro encontros com ela e em nenhum dos quatro ela compareceu.”

“Como teve esse problema da minha mãe que botaram ela em coma induzido, [não pude ir]. Eu não tenho culpa, eu não sou Deus, eu não sou responsável por isso”, justifica a estelionatária, que afirma que a oferta de emprego não é golpe. “Não é golpe, não, e, quem quiser o dinheiro de volta, eu devolvo o dinheiro, o dinheiro e os documentos. Eu saio daqui do hospital, vou na casa de cada um e devolvo o dinheiro e os documentos, tá? Eu não sou moleca, não, eu tenho minhas responsabilidades. Eu não posso fazer nada se aconteceu isso com minha mãe, não.” Um marceneiro também foi vítima da estelionatária. “[Ela] ofereceu uma vaga de emprego de motorista no ministério. Eu falei ‘não, eu tenho que arrumar uma coisa que seja mais certa’. Então foi isso, né? Eu pago aluguel, tenho filhos. É uma sensação de desespero. É muito triste.” Segundo a Polícia Civil, a mulher tem também duas passagens por Lei Maria da Penha, por já ter agredido a companheira. A corporação informou que, além de por estelionato, ela pode responder por associação criminosa caso fique comprovada a participação de outras duas pessoas que também estão sendo investigadas.

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Fonte: G1

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