Polícia investiga golpe de falsa vaga de emprego em São José

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28/10/2018

Um golpe de falso emprego que fez sete vítimas em São José dos Campos está sendo investigado pela Polícia Civil. Segundo a polícia, os estelionatários ofereciam uma vaga em Manaus e levavam os candidatos a investirem o valor das passagens para o processo seletivo no Mato Grosso. Após os depósitos, as vítimas percebiam o golpe. A empresa oferecia vaga de emprego no setor de petróleo e gás. Os candidatos entravam em contato com a empresa e elas pediam currículo e documentos. Após uma suposta peneira inicial, pediam que os candidatos comparecessem à sede da empresa, em Manaus. Para a ida, a empresa indicava uma pessoa que podia oferecer a passagem com preços mais baratos. “Na conversa eles começavam oferecendo por R$ 700 e abaixaram para R$ 450 porque mais candidatos fariam a compra com eles. Depois do depósito que fizemos, eles desapareceram e aí percebemos o golpe”, conta uma das vítimas.

O grupo de candidatos investiu cerca de R$ 3 mil para a falsa vaga. A suspeita é de que haja ainda mais vítimas. Um dos candidatos chegou a ter dificuldades para depositar o valor pedido pela agência indicada pela falsa empresa por ter limite de depósitos excedido no dia. As vítimas procuraram a Polícia Civil para apurar o caso. Segundo o delegado seccional de São José dos Campos, esse tipo de crime é difícil de ser investigado pela dificuldade de rastrear o local do grupo que aplica o golpe. “Eles geralmente são de outros estados, usam contas de outros estados e precisamos unir forças de polícia de locais diferentes para atuar e isso demanda tempo. A nossa orientação com ações pela internet é que as pessoas sempre procurem com cautela a procedência e o maior número de informações possíveis antes de investir qualquer valor”, explica o delegado.

Golpe do falso emprego faz mais de 40 vítimas na Grande BH

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26/10/2018

A Polícia Civil de Igarapé, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, investiga um golpe contra pessoas que buscam entrar no mercado de trabalho no estado. Até o momento, 42 vítimas foram identificadas e vem sendo ouvidas pela corporação na delegacia do município. Segundo a Polícia Civil, uma quadrilha induzia pessoas humildes a comprarem cursos de capacitação profissional com a garantia de uma vaga de emprego ao final do processo, o que não ocorria. Para captar as vítimas, eles usavam nomes de redes de lojas e empresas de telemarketing conhecidas. As investigações começaram a partir de uma denúncia. Na última sexta-feira (19), dois homens e uma mulher foram presos, autuados em flagrante por estelionato. Um deles é apontado como chefe do grupo criminoso. Nessa quinta-feira, uma outra suspeita se apresentou em uma delegacia, foi ouvida e liberada. Outras sete pessoas estão sendo investigadas por participação no esquema. Os nomes dos envolvidos ainda não foram divulgados.

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Fonte: EM

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Dica da Polícia Civil: Fique atento para o golpe do falso emprego

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02/07/2018

O processo de procura de um emprego, a transição entre trabalhos, a solicitação de benefícios por desemprego e a contratação de novos funcionários, tudo isso cria muitas oportunidades para golpistas da internet enganarem as pessoas. Felizmente, porém, com alguns passos simples é possível aprender a evitar essas situações potencialmente desastrosas e se proteger contra o golpe do falso emprego.

Fique atento:

  • Toda vez que começar a interagir com um potencial empregador, passe algum tempo pesquisando-o para descobrir se ele é ou não legítimo.
  • Você deve evitar dar qualquer informação pessoal ou financeira pela internet ou por telefone, principalmente se for solicitado a fazê-lo como parte de um processo de pedido de emprego. Na maioria dos casos, os empregadores legítimos não pedirão que você faça isso.
  • Evite qualquer empregador que lhe peça para pagar uma taxa de inscrição, que exija que você pague por um curso de formação antes do trabalho real ou que lhe prometa comissões em troca de transferência de dinheiro para eles através de sua conta bancária.
  • Cuidado com os esquemas de pirâmide. Eles pedem que você se junte a uma empresa ou pague dinheiro em troca da chance de ganhar mais dinheiro quando novos participantes ingressarem ou pagarem para o programa no futuro. Esses esquemas frequentemente são golpes, então, afaste-se deles.
  • Exija um contrato. Se um potencial empregador não fornecer um contrato para finalizar um acordo de trabalho, pode ser uma farsa. Não entre em acordos ou compartilhe informações com potenciais empregadores que se recusam a oferecer um contrato formal.
  • Procure sempre anúncios oficiais de emprego. Se você recebeu um e-mail sobre uma possível oportunidade de trabalho que você desconhece ou que não se candidatou, pode ser uma boa ideia fazer uma pesquisa online para verificar se a empresa emitiu um anúncio de trabalho legítimo. Isso pode ajudar a determinar a validade da oferta de emprego.

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Fonte: IDEST

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Golpista é presa por cobrar até US$ 2 mil para falsa vaga de emprego nos escombros do World Trade Center

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21/06/2018

Nesta quarta-feira (20), a Polícia Civil do Distrito Federal (DF) prendeu uma mulher de 53 anos suspeita de cobrar até US$ 2 mil por uma falsa oportunidade de trabalho para remover entulhos dos escombros do World Trade Center, após o atentado de 11 de setembro de 2001, em Nova York (EUA). Ao todo, 21 jovens teriam sido enganados por ela. O golpe, que envolvia a promessa de um contrato de US$ 480 por dia, ocorreu em Caldas Novas (GO), ainda em 2001. Em março deste ano, a Justiça goiana determinou a prisão dela por tempo indeterminado. A mulher também era procurada em Minas Gerais por mais um golpe, e ficou foragida até esta quarta-feira (20), quando foi identificada por um outro esquema de fraude.

Outro golpe

Segundo a polícia do DF, a golpista enganou pelo menos cinco empresários ou pessoas do mercado financeiro se oferecendo para abrir “plataformas de monetização” de título financeiro, de pedra preciosa ou de ouro, em troca de uma cobrança de U$ 150 mil – equivalente a R$ 500 mil. As vítimas são principalmente do Paraná e de São Paulo. Ela prometia abrir plataformas para que os títulos pudessem ser negociados internacionalmente, com rentabilidade acima do mercado. O serviço existe, mas, na prática, não era realizado. Segundo a polícia, ela recebia a ajuda de um político federal. Para a delegada, a mulher conseguia convencer as vítimas por meio da conversa, mas não dominava a tecnologia do serviço que ofeceria. “Acho que sequer ela sabe abrir uma plataforma de monetização de verdade”, afirmou.

A mulher foi indiciada e vai responder por estelionato, podendo pegar até cinco anos de prisão.

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Fonte: G1

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Estelionatário se passava por assessor de políticos para aplicar golpe do emprego no PA

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16/05/2018

Nesta quarta-feira (16), a Policia Civil do Pará apresentou informações sobre a prisão de M.A.E.S.G., de 35 anos, preso, no dia anterior, por mandado de prisão preventiva decretado pela Justiça. Ele é acusado do crime de estelionato contra pessoas em Belém. O homem identificava-se como assessor de políticos do Estado e oferecia vagas de emprego. Para tanto, ele exigia pagamentos de valores em dinheiro para fazer o cadastro das pessoas junto a órgãos públicos. Apenas, nesta quarta-feira, 13 vítimas compareceram ao prédio da Divisão de Investigações e Operações Especiais (DIOE), no bairro da Cidade Velha, em Belém. Uma das vítimas alegou ter perdido mais de R$ 15 mil no golpe. O sujeito fazia contatos com pessoas, por meio de ligações ou via redes sociais, em que se apresentava como representante de secretarias de Governo em comunidades e em representações de bairros. Dessa forma, ela levou as vítimas a acreditar que ele estava avaliando programas sociais e a presença do Estado no bairro onde moram as vítimas. Após ganhar a confiança, ele passava a ofertar vagas de emprego nas secretarias que dependiam de certificação profissional que ele mesmo poderia providenciar mediante o pagamento de valores variados. Para tanto, explica o diretor da DIOE, ele conseguia contas bancárias de pessoas para receber os valores e depois sacava as quantias. Após o receber os valores, ele trocava os números de contato e desaparecia. Além do inquérito policial, que originou a prisão, o homem é investigado em mais quatro procedimentos policiais em andamento. Ele chegou a ser preso em flagrante por estelionato em 2015 e responde a mais dois processos criminais pelo mesmo motivo.

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Fonte: Folha do Bico

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Suspeito de estelionato é preso em Aracaju

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03/05/2018

Na tarde desta quinta-feira (03), Policiais Civis da Delegacia de Defraudações cumpriram um mandado de prisão contra um homem de 45 anos. Conforme a polícia, ele é suspeito de cometer crimes de estelionato. As investigações concluíram que o suspeito atraía as vítimas oferecendo falsas vagas de emprego, na suposta empresa dele, e cobrava uma taxa de R$ 70 para a confecção de crachás e exames médicos. A prisão foi resultado de uma denúncia anônima e as investigações de uma equipe especializada.

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Fonte: G1

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Polícia prende suspeitos de aplicar golpe do falso emprego em pelo menos 2 mil pessoas no RJ

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18/04/2018

Nesta terça-feira (18), a polícia do Rio prendeu suspeitos de pertencerem a uma quadrilha que aplicava o golpe do falso emprego. Conforme as investigações, os criminosos anunciavam as vagas pela internet, contratavam as pessoas, mas não pagavam os salários. A polícia estima que, pelo menos, 2 mil pessoas tenham sido vítimas do golpe. Para uma mulher, o sonho do emprego com carteira assinada foi sendo desfeito a cada dia em que ela encontrava outras pessoas na mesma situação. E a frustração foi a mesma de muitas outras pessoas que precisavam do empregado, mas acabaram caindo em um golpe. A tática da quadrilha era sempre a mesma, que é a “pirâmide do emprego”, onde criminosos anunciavam, através de redes sociais, vagas de trabalho nos ramos de importação e exportação que não existiam e os inscritos pagam uma taxa por isso. A polícia chegou até os suspeitos após denúncia de que eles realizavam outra palestra em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. No local foram presos dois homens e uma mulher. Um dos homens já possui 10 passagens pela polícia: estelionato, ameaça e agressão. Ele ainda debochava das vítimas por mensagens de celular. Todos irão responder também por associação criminosa. Os suspeitos negaram as acusações. A polícia encontrou na sala onde eles diversos certificados, uma pilha de falsos contratos de prestação de serviço e carteiras de trabalho, que segundo os investigadores jamais seriam devolvidas. Os agentes calculam que milhares de pessoas foram vítimas do golpe. Mais de 100 pessoas registraram queixa em uma delegacia.

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Fonte: G1

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