Quadrilha aliciava carteiros para aplicar golpe em cartões de crédito

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06/11/2014

O golpe de uma quadrilha que desviava correspondências com faturas de cartão de crédito para enganar clientes foi descoberto pela polícia do Rio de Janeiro. Com a ajuda de um carteiro, os bandidos conseguiram desviar pelo menos R$ 2 milhões. Um militar da reserva recebeu a conta do cartão de crédito de mais de R$ 3 mil e pagou pela internet, como de hábito. No mês seguinte, a surpresa: a fatura veio alta demais. Então ele descobriu que estava sendo enganado: “No mês seguinte que veio cobrando o que não tinha sido pago no mês anterior, com juros. Eu fui no banco e disseram que realmente estava em aberto a conta e que tinha sido um golpe, que eu tinha caído em um golpe”, diz. Já são 300 vítimas identificadas só no Rio de Janeiro. De acordo com as investigações, a quadrilha está aplicando o golpe também em outros estados. Criminosos aliciam funcionários dos Correios para interceptar as correspondências com as faturas de cartão de crédito. A quadrilha cria uma nova fatura falsa, que é enviada ao dono do cartão. Quando o consumidor paga, o dinheiro vai para a conta dos bandidos. A quadrilha desviou cerca de R$ 2,5 milhões em seis meses. Qualquer pessoa que pague contas com código de barras pode ser vítima desse golpe. Uma das saídas para se prevenir seria colocar as faturas em débito automático. Outra forma é ficar sempre atento ao nome e número do banco no boleto de pagamento. O nome do banco, que aparece na parte de cima do boleto, deve ser sempre o mesmo que está na parte de baixo do documento. Os três primeiros dígitos da numeração do código de barras têm que ser referentes ao banco. Por exemplo: o número – 001 – tem que estar no início da longa sequência. Na conta falsa, a numeração é diferente, de outro banco. Uma delegada recomenda atenção: “Se você não tiver esse olhar mais detalhado da sequência numérica do código de barras não vai perceber e vai pagar. Os gastos da pessoa no mês correspondem aos gastos que vêm na fatura”, diz. Um carteiro está preso acusado de fazer parte do esquema. Outras seis pessoas foram denunciadas. O chefe da quadrilha está foragido. Ele responde por estelionato e formação de quadrilha.

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Fonte: G1

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Especialistas alertam sobre golpe do boleto

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04/10/2014

O número de casos de consumidores lesados pelo golpe do boleto vem aumentando consideravelmente no Brasil. Trata-se de uma fraude, em que o nome da empresa e os dados do cliente aparecem corretamente, mas alguns números no código de barras são alterados e o pagamento feito é redirecionado para a conta da quadrilha. A alteração acontece após a interceptação de correspondência e troca da fatura pelo documento falso.  A questão é complexa por tratar-se de uma nova modalidade de fraude. A empresa, destaca, poder alegar que não tem nenhuma responsabilidade sobre o problema, tendo em vista que a fraude foi ocasionada por terceiros. Em nosso sentir, pelo Código do Consumidor, não há como obrigar a empresa fazer o ressarcimento, mas nada impede que ela tenha uma política comercial que reconheça que o cliente, agindo de boa-fé, fez o pagamento, até porque se é possível alegar que o fato é praticado por terceiros, não se pode negar que o fraudador se vale exatamente da fragilidade do sistema de cobrança. Segundo o defensor público, como o golpe é bem feito, é necessário que haja uma mudança de comportamento do consumidor para que a fraude seja evitada. “O consumidor pode, antes do pagamento da fatura, conferir o código do cedente no alto da barra, se o número não contém campos com tipos e cores diferentes que podem indicar fraude”, alerta. Como lembra a coordenadora institucional da Proteste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, as empresas também não deixam de ser responsáveis quando alguém cai no golpe do boleto. Ultimamente, diversos consumidores prejudicados por conta da fraude vêm procurando orientações à associação. Se a empresa se negar a resolver o problema de quem sofreu o golpe do boleto, recomenda-se que o consumidor procure primeiramente uma delegacia especializada em fraude para registrar boletim de ocorrência e, em seguida, busque os órgãos de defesa. “Se necessário, vale apelar para um Juizado Especial Cível e entrar com uma ação contra a empresa responsável. É preciso denunciar para que outras pessoas não caiam nesse golpe”, completa a coordenadora institucional da Proteste.

Perda de documento: fraude é duas vezes mais provável

Para reduzir o risco de ter dados pessoais utilizados por golpistas, os eleitores que sentirem falta de algum documento ou forem roubados durante as eleições, além de fazerem um Boletim de Ocorrência (BO), devem cadastrar um alerta no Serviço de Documentos e Cheques Roubados. Basta perder os documentos para dobrar a probabilidade de ser vítima de uma fraude. As quadrilhas especializadas em roubo de identidade manipulam dados pessoais de vários consumidores para obter crédito, com a intenção de não honrar os pagamentos ou fazer negócios apresentando-se com identidade falsa.

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Fonte: Diário do Nordeste

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Golpe do boleto tem crescido na Internet e kit para fraude é vendido por R$ 500

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03/10/2014

Cada vez mais pessoas estão se tornando vítimas do chamado “golpe do boleto”. A disseminação do ataque vem crescendo cada vez mais entre os criminosos, ainda mais com a possibilidade de comprar um “kit fraude” por apenas R$ 500, com todas as informações necessárias para se aplicar o golpe. Novos métodos estão sendo desenvolvidos por quadrilhas e hackers europeus para enganar as pessoas por meio da falsificação de boletos bancários. O objetivo do ataque é fazer com que os usuários paguem boletos falsos e assim transfiram dinheiro para contas de cibercriminosos. Falhas de roteadores, criação de servidores DNS e plugins maliciosos, injeção de códigos que contaminam o computador e muitos outros métodos são utilizados para aplicar o golpe. Além dos golpes aplicados, o “kit boleto” é uma das fontes de receita desses criminosos. Atualmente, eles até compram links patrocinados para divulgar sites falsos que supostamente emitem segunda via ou recalculam boletos. Por estarem presentes em sites populares através de links e anúncios maliciosos, as pessoas acabam acreditando no conteúdo e caindo no golpe com mais facilidade, sem desconfiar de que o procedimento trata-se de um crime. Para inserir esse vírus, os hackers se aproveitam de vulnerabilidades nos modens e roteadores domésticos, modificando os DNS e direcionando os usuários a páginas falsas que irão gerar boletos fraudulentos. Em boletos falsos é possível verificar espaços em branco ou, em alguns casos, um código ilegível. O computador merece atenção redobrada para evitar ser vítima do golpe. 

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Fonte: Canal Tech

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Golpe do falso boleto chega a Cuiabá

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03/10/2014

Uma nova forma de estelionato tem dado dor de cabeça aos mato-grossenses, o golpe do falso boleto bancário. A fraude consiste em modificar os números do código de barras do documento. Desta forma, quando o cliente efetua o pagamento, a quantia é desviada para uma conta dos falsários. Os órgãos de proteção ao consumidor alertam para o risco do golpe, principalmente nestes dias de greve dos bancários, quando muitos clientes utilizam o autoatendimento. Os representantes informam que o cidadão que for lesado por esse tipo de golpe deve procurar o órgão de defesa ao consumidor para fazer a reclamação e a Polícia Civil. “É um crime de fraude então é preciso comunicar a polícia para que seja investigado”, explica o diretor do Procon Municipal.

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Fonte: Gazeta Digital

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Aumentam os casos de fraudes com código de boletos bancários

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17/09/2014

O golpe, da chamada “gangue do boleto”, multiplica-se cada vez mais. O nome da empresa e os dados do cliente estão corretos, mas basta a alteração de alguns números no código de barras para que o consumidor, apesar de ter pago a conta, seja considerado inadimplente pela empresa credora. Mudam-se números do código de barras, e o pagamento feito é redirecionado para a conta da quadrilha. A fraude levou a Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis do Rio de Janeiro a enviar, ontem, comunicado a todas as suas associadas para que alertem condôminos e inquilinos sobre a fraude, mesmo procedimento que tem sido adotado por instituições de ensino. A maioria dos casos identificados, até o momento, aconteceu quando o consumidor baixava da internet a segunda via do boletos, mas há registros de interceptação de correspondência e troca da fatura. — Tivemos relatos de algumas administradoras e, na empresa em que trabalho, houve, há alguns meses, um golpe envolvendo número significativo de inquilinos. Por isso, achamos melhor alertar os clientes, pois sem ter como identificar a fraude, eles só descobrem que o dinheiro não foi para conta do credor quando recebem a notificação de inadimplência. Com essas informações, vão poder conferir antes de pagar. E também estamos vendo como a tecnologia pode evitar a fraude e rastreá-la quando acontece — diz a presidente da Associação Brasileira das Administradoras.

O diretor de uma administradora, que emite mais de cem mil boletos por mês, apesar de ter somente um caso de fraude confirmado até agora, já enviou comunicado a todos os seus clientes em agosto. — Sei que o número de casos pode ser maior, pois levamos 60 dias para fazer a cobrança e quem está com a fatura paga, naturalmente, demora mais a responder — avalia, que registrou o caso na polícia e orientou o cliente a fazer o mesmo. Para um gerente técnico do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, o alerta das empresas é bem-vindo, mas isso não as isenta de responsabilidade. — Fraudes sempre vão existir, e cabe à empresa buscar todas as precauções para reduzir esse risco, que seja um selo na fatura ou até entrega personalizada. O consumidor é o último que pode pagar por isso. Mesmo sendo uma fraude de terceiro, esse é um vício oculto do serviço, que o cliente não tem como identificar — avalia. Uma comerciante descobriu a fraude no boleto do seu cartão de crédito na hora em que ia quitá-lo: — A moça do banco verificou que o código de barras na parte de cima da fatura era diferente do que ficava embaixo. Ela disse que na minha região isso estava acontecendo muito. Na época, o endereço era de Botafogo. Pedi outra fatura ao banco que confirmou haver outros casos. A instituição financeira recomenda que os clientes tenham cuidado com telefonemas informando sobre a necessidade de troca de boletos, com alegações de que há valores indevidos. O banco diz que se for necessária segunda via, deve-se solicitar a fatura sempre pelo site do banco emissor com CNPJ da empresa, o valor e data de vencimento do título. Para a advogada da Associação de Proteção e Assistência aos Direitos da Cidadania, é difícil para o consumidor identificar a fraude: — O golpe é muito bem engendrado. E se há uma falha na segurança, o fornecedor tem que se precaver. O cliente não pode arcar com esse custo. A qualidade do papel e um risco na impressão chamou a atenção de uma família tijucana que desconfiou de problemas na fatura do cartão bancário. — Decidimos ligar para o banco e confirmamos a fraude. Onde ela ocorreu, se foi dentro do banco, no caminho da correspondência ou no prédio, não sabemos. Por isso, não queremos nos identificar, pois quem fez essa fraude tem o nome da minha irmã, o endereço e sabe todos os seus hábitos de consumo. Estamos nos sentindo muito vulneráveis — diz o consumidor. O banco afirma investir em segurança e orientar os clientes. De acordo com o mesmo, as reclamações relativas a fraudes são minuciosamente analisadas, mas “há muitos problemas contra os quais não há como o banco atuar, a não ser pela prevenção da clientela”. A Federação Brasileira de Bancos afirma que o setor investe cerca de R$ 20,6 bilhões por ano em tecnologia da informação, incluindo ferramentas destinadas a evitar tentativas de fraudes. Conforme a instituição, “fortalecer a segurança é uma das prioridades dos bancos, porque tanto as instituições financeiras quanto os consumidores são vítimas dessa situação.” O desafio é desenvolver formas de identificação e autenticação que impossibilitem as fraudes sem dificultar o acesso aos serviços.

Presos suspeitos de aplicarem golpe com nome de empresa

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16/09/2014

Foram presos na manhã desta segunda-feira (15), dois suspeitos por causarem prejuízo de quase R$ 30 mil a postos de combustíveis em Curitiba. Eles faziam cadastro com dados de conhecida empresa de aviação e, no nome dela, compravam combustível e óleo lubrificante. Depois de três meses de investigação, a Delegacia de Estelionato e Desvio de Cargas (DEDC) cumpriu mandados de prisão contra os dois. O sujeito de 30 anos é suspeito de ser mentor do golpe e o outro de 43 anos, é proprietário de uma oficina mecânica, em Campina Grande do Sul, suspeito de ter fornecido os dados da empresa. De acordo com o delegado responsável pelo caso, quando o boleto bancário era emitido e encaminhado à empresa, era recusado. “Com a prisão e a divulgação do caso, esperamos que outras vítimas compareçam na delegacia, pois há suspeitas que um deles também praticou golpes no interior do Estado e região metropolitana”, afirmou.

Detentos aplicam golpe de multas falsas a motoristas na PB, diz Seap

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03/09/2014

Foi descoberto na terça-feira (03) pela Gerência de Inteligência da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), um novo golpe que estava fazendo vítimas nas rodovias da Paraíba. O golpe da lombada eletrônica era coordenado por um detento da Penitenciária Romeu Gonçalves de Abrantes – PB-1, localizado em João Pessoa, e consistia em enviar boletos falsos de multas de trânsito. As fotografias das placas dos veículos eram tiradas por outros integrantes da quadrilha em locais próximos a lombadas eletrônicas. Com as fotos das placas, os golpistas procuravam os dados dos proprietários dos veículos e emitiam os boletos falsos semelhantes aos do Departamento Estadual de Trânsito da Paraíba (Detran-PB). Ao efetuar o pagamento da suposta multa sem verificar a veracidade do boleto, os donos de veículos beneficiavam o esquema criminoso. No falso boleto há os dados de um cliente bancário que seria o ‘laranja’. O golpe foi descoberto depois que agentes penitenciários encontraram as imagens no aparelho celular do preso, que responde pelo crime de tráfico de drogas. A Gerência de Inteligência fez um levantamento e observou que o delito já foi praticado em estados como Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Norte e Ceará. O secretário de Administração Penitenciária disse que a pessoa que enviou as mensagens para o preso já foi identificada pela Polícia Civil, que trabalha para localizar a quadrilha e confirmar se pessoas foram lesadas no Estado. Sobre o celular ter sido encontrado dentro do presídio, o secretário reconheceu que há falhas no sistema de fiscalização, mas que as revistas nas celas são intensificadas. O superintendente do Detran-PB informou que o órgão não emite boletos de cobrança por infrações em lombadas eletrônicas e radares. Ele lembrou que no caso das rodovias federais, a cobrança é feita pelo Departamento Nacional de Infraestrutura e de Transportes (Dnit).

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