Detran-SP alerta para golpe de multa de trânsito com falso boleto

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12/06/2015

Foi divulgado pelo Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) na sexta-feira (12) um alerta contra um golpe relacionado a multas de trânsito que está sendo aplicado por meio de falsos boletos bancários. O crime consiste em fotografar veículos que estão trafegando em uma determinada via. De posse do número da placa, os criminosos produzem um falso boleto de pagamento de multa e o enviam ao proprietário do automóvel. Nesse suposto boleto está incluso o número de uma conta bancária na qual será efetuado o depósito do pagamento. Entre os boletos falsos que estão circulando é mencionado no cabeçalho da falsa multa o Sistema de Controle de Multas (SISCOM). Esse sistema não existe, alerta o Detran. Na notificação de penalidade do Detran-SP consta o brasão do Estado de São Paulo, menção à Secretaria da Fazenda e a sigla MILT (Multa por Infração à Legislação de Trânsito). Além disso, o Detran informa que não multa por meio de radares, pois não opera esse tipo de equipamento, de responsabilidade exclusiva das prefeituras, no perímetro urbano, e dos órgãos rodoviários. Desta forma, nenhuma notificação do Detran-SP é apresentada com foto do veículo.

Antes de pagar, verifique

O Detran recomenda aos motoristas que, antes de qualquer pagamento, consultem o portal detran.sp.gov.br para verificar, por meio do número da placa e Renavam (Registro Nacional de Veículo Automotor), se há de fato algum registro de infração de trânsito. Caso o boleto indique outro órgão autuador – como as prefeituras, o Departamento de Estradas e Rodagem (DER) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) – é importante fazer pesquisas também nos sites desses departamentos. Os débitos de veículos emplacados no estado de São Paulo também podem ser pesquisados no site da Secretaria Estadual da Fazenda (www.fazenda.sp.gov.br).

Como o Detran avisa sobre multa

O Detran-SP explica que, sempre que uma infração é registrada, primeiro é enviada ao proprietário uma notificação de autuação, com campo para indicação de condutor. Somente após o prazo para a indicação será encaminhada a notificação de penalidade, que é o boleto para pagamento da multa. As multas cujo órgão autuador é o Detran-SP podem ser pagas sem necessidade de boleto, bastando informar o Renavam do veículo em qualquer instituição bancária credenciada, por meio da internet, caixas eletrônicos e agências. Os cidadãos que receberem boletos falsos em nome do Detran-SP devem acionar a Ouvidoria – Acesso pelo portal detran.sp.gov.br, na área de “Atendimento” – enviando todas as informações com detalhes para investigação.

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Fonte: G1

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Gangue do boleto: Fique atento e reduza o risco do golpe

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02/06/2015

O boleto é a segunda forma de pagamento mais utilizada no Brasil, ficando atrás, apenas, dos cartões de crédito. E os golpes se multiplicam. Em meados de julho do ano passado, a “gangue do boleto” ficou conhecida após uma onda de ataques virtuais que modificavam a linha digitável do código de barras nos boletos bancários. A estimativa é de que os hackers tenham gerado 496 mil boletos fraudulentos e arrecadado cerca de R$ 8,5 bilhões de reais. O modelo teve uma retração, mas o risco ainda existe. Os golpistas se conectam aos computadores através de um vírus. Uma vez infectados sempre que um código de boleto é identificado, o malware desvia o pagamento fazendo com que o dinheiro vá para a conta dos integrantes da quadrilha. Um analista antifraude de uma empresa especializada em pagamentos traz as principais dicas de como se prevenir desta prática criminosa. A primeira orientação é manter o antivírus do computador sempre atualizado.  “O antivírus pode detectar algum problema quando o boleto fraudulento é enviado por e-mail ou gerado na internet”, explica o analista. Segundo ele, a maioria dos documentos adulterados possui inconsistências visíveis a olho nu, por isso, é fundamental verificar o boleto atentamente e observar erros de português, formatação fora do padrão ou qualquer característica suspeita. Após a impressão, confira se o código do banco é compatível com a marca. “Cada instituição bancária possui um código identificador próprio. Este código encontra-se em frente ao logo do banco e nos três primeiros dígitos da linha digitável de cada boleto e deve ser equivalente ao código do banco emissor”, aconselha. A lista dos códigos de cada banco está disponível no site da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Compare o boleto recebido com os anteriores. No caso de pagamentos efetuados em caixas eletrônicos, é possível verificar os dados do boleto antes de finalizar o procedimento. “Observe se as informações contidas na tela do caixa são as mesmas impressas no boleto, como banco cedente, código do banco e agência do beneficiário”, orienta. No site da Febraban também é possível verificar se a localização da agência emissora é compatível com o endereço do beneficiário. É importante ter extremo cuidado com e-mails suspeitos. Ao receber notificações de pagamentos, links ou arquivos anexos, o indicado é entrar em contato com o emissor e pedir mais informações para a empresa solicitante. “Não realize pagamentos se houver qualquer dúvida sobre sua autenticidade.”. O analista também pede que se evite efetuar compras, realizar pagamentos ou gerar segunda via em computadores desconhecidos ou através de redes WiFi públicas.

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Fonte: UOL

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No Pará, polícia alerta para golpe do boleto falsificado na internet

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03/02/2015

Usuários de serviços de compras pela internet vêm sendo alertados pela Polícia Civil para um golpe aplicado no estado desde a metade do ano de 2014, no qual criminosos emitem boletos falsificados para receber em sua conta o pagamento das compras feitas pelas vítimas. Segundo dados da Divisão de Prevenção e Repressão a Crimes Tecnológicos (DPRCT) da Polícia Civil, pelo menos 30 pessoas já foram vítimas do golpe no estado. De acordo com a Polícia, o golpe consiste em enviar anúncios, promoções ou atualizações de cadastro para as vítimas, por meio de páginas falsas ou por email. Quando a vítima clica nos anúncios, tem o sistema invadido por vírus que roubam informações de bancos e alteram a linha digitável de boletos gerados no formato html pelas vítimas. A linha digitável contém as informações da conta na qual será depositado o valor do boleto. “Ao invés de você pagar o boleto para o seu credor, você paga para o ‘cracker’, ou seja, ele recebe na conta dele o valor do boleto”, explica uma delegada. A agente recomenda cautela nas compras por internet. “Uma vez você imprimindo o boleto, verifique se a imagem corresponde ao banco para o qual você vai fazer o pagamento, se o número confere com o número do banco, que você pode pesquisar na própria internet. Na dúvida, ter cautela”, recomenda. “Quando for pagar no caixa eletrônico, verificar se dá erro no código de barras. Se der erro, pare a operação e chame uma pessoa credenciada do banco para ver se é um erro por falha de impressão ou se o boleto está fraudado”, alerta a delegada. Uma das vítimas, que prefere não se identificar, descobriu que uma compra feita há cerca de quatro meses não foi recebida pela loja. O pagamento, de cerca de R$ 2 mil, foi desviado para outra conta. “Eu fui fazer uma nova compra e a moça da empresa ligou dizendo que eu estava inadimplente, com o nome do Serasa, porque o pagamento não entrou na conta da empresa”, relata a vítima.

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Fonte: G1

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Quadrilha aliciava carteiros para aplicar golpe em cartões de crédito

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06/11/2014

O golpe de uma quadrilha que desviava correspondências com faturas de cartão de crédito para enganar clientes foi descoberto pela polícia do Rio de Janeiro. Com a ajuda de um carteiro, os bandidos conseguiram desviar pelo menos R$ 2 milhões. Um militar da reserva recebeu a conta do cartão de crédito de mais de R$ 3 mil e pagou pela internet, como de hábito. No mês seguinte, a surpresa: a fatura veio alta demais. Então ele descobriu que estava sendo enganado: “No mês seguinte que veio cobrando o que não tinha sido pago no mês anterior, com juros. Eu fui no banco e disseram que realmente estava em aberto a conta e que tinha sido um golpe, que eu tinha caído em um golpe”, diz. Já são 300 vítimas identificadas só no Rio de Janeiro. De acordo com as investigações, a quadrilha está aplicando o golpe também em outros estados. Criminosos aliciam funcionários dos Correios para interceptar as correspondências com as faturas de cartão de crédito. A quadrilha cria uma nova fatura falsa, que é enviada ao dono do cartão. Quando o consumidor paga, o dinheiro vai para a conta dos bandidos. A quadrilha desviou cerca de R$ 2,5 milhões em seis meses. Qualquer pessoa que pague contas com código de barras pode ser vítima desse golpe. Uma das saídas para se prevenir seria colocar as faturas em débito automático. Outra forma é ficar sempre atento ao nome e número do banco no boleto de pagamento. O nome do banco, que aparece na parte de cima do boleto, deve ser sempre o mesmo que está na parte de baixo do documento. Os três primeiros dígitos da numeração do código de barras têm que ser referentes ao banco. Por exemplo: o número – 001 – tem que estar no início da longa sequência. Na conta falsa, a numeração é diferente, de outro banco. Uma delegada recomenda atenção: “Se você não tiver esse olhar mais detalhado da sequência numérica do código de barras não vai perceber e vai pagar. Os gastos da pessoa no mês correspondem aos gastos que vêm na fatura”, diz. Um carteiro está preso acusado de fazer parte do esquema. Outras seis pessoas foram denunciadas. O chefe da quadrilha está foragido. Ele responde por estelionato e formação de quadrilha.

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Fonte: G1

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Especialistas alertam sobre golpe do boleto

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04/10/2014

O número de casos de consumidores lesados pelo golpe do boleto vem aumentando consideravelmente no Brasil. Trata-se de uma fraude, em que o nome da empresa e os dados do cliente aparecem corretamente, mas alguns números no código de barras são alterados e o pagamento feito é redirecionado para a conta da quadrilha. A alteração acontece após a interceptação de correspondência e troca da fatura pelo documento falso.  A questão é complexa por tratar-se de uma nova modalidade de fraude. A empresa, destaca, poder alegar que não tem nenhuma responsabilidade sobre o problema, tendo em vista que a fraude foi ocasionada por terceiros. Em nosso sentir, pelo Código do Consumidor, não há como obrigar a empresa fazer o ressarcimento, mas nada impede que ela tenha uma política comercial que reconheça que o cliente, agindo de boa-fé, fez o pagamento, até porque se é possível alegar que o fato é praticado por terceiros, não se pode negar que o fraudador se vale exatamente da fragilidade do sistema de cobrança. Segundo o defensor público, como o golpe é bem feito, é necessário que haja uma mudança de comportamento do consumidor para que a fraude seja evitada. “O consumidor pode, antes do pagamento da fatura, conferir o código do cedente no alto da barra, se o número não contém campos com tipos e cores diferentes que podem indicar fraude”, alerta. Como lembra a coordenadora institucional da Proteste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, as empresas também não deixam de ser responsáveis quando alguém cai no golpe do boleto. Ultimamente, diversos consumidores prejudicados por conta da fraude vêm procurando orientações à associação. Se a empresa se negar a resolver o problema de quem sofreu o golpe do boleto, recomenda-se que o consumidor procure primeiramente uma delegacia especializada em fraude para registrar boletim de ocorrência e, em seguida, busque os órgãos de defesa. “Se necessário, vale apelar para um Juizado Especial Cível e entrar com uma ação contra a empresa responsável. É preciso denunciar para que outras pessoas não caiam nesse golpe”, completa a coordenadora institucional da Proteste.

Perda de documento: fraude é duas vezes mais provável

Para reduzir o risco de ter dados pessoais utilizados por golpistas, os eleitores que sentirem falta de algum documento ou forem roubados durante as eleições, além de fazerem um Boletim de Ocorrência (BO), devem cadastrar um alerta no Serviço de Documentos e Cheques Roubados. Basta perder os documentos para dobrar a probabilidade de ser vítima de uma fraude. As quadrilhas especializadas em roubo de identidade manipulam dados pessoais de vários consumidores para obter crédito, com a intenção de não honrar os pagamentos ou fazer negócios apresentando-se com identidade falsa.

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Fonte: Diário do Nordeste

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Golpe do boleto tem crescido na Internet e kit para fraude é vendido por R$ 500

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03/10/2014

Cada vez mais pessoas estão se tornando vítimas do chamado “golpe do boleto”. A disseminação do ataque vem crescendo cada vez mais entre os criminosos, ainda mais com a possibilidade de comprar um “kit fraude” por apenas R$ 500, com todas as informações necessárias para se aplicar o golpe. Novos métodos estão sendo desenvolvidos por quadrilhas e hackers europeus para enganar as pessoas por meio da falsificação de boletos bancários. O objetivo do ataque é fazer com que os usuários paguem boletos falsos e assim transfiram dinheiro para contas de cibercriminosos. Falhas de roteadores, criação de servidores DNS e plugins maliciosos, injeção de códigos que contaminam o computador e muitos outros métodos são utilizados para aplicar o golpe. Além dos golpes aplicados, o “kit boleto” é uma das fontes de receita desses criminosos. Atualmente, eles até compram links patrocinados para divulgar sites falsos que supostamente emitem segunda via ou recalculam boletos. Por estarem presentes em sites populares através de links e anúncios maliciosos, as pessoas acabam acreditando no conteúdo e caindo no golpe com mais facilidade, sem desconfiar de que o procedimento trata-se de um crime. Para inserir esse vírus, os hackers se aproveitam de vulnerabilidades nos modens e roteadores domésticos, modificando os DNS e direcionando os usuários a páginas falsas que irão gerar boletos fraudulentos. Em boletos falsos é possível verificar espaços em branco ou, em alguns casos, um código ilegível. O computador merece atenção redobrada para evitar ser vítima do golpe. 

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Fonte: Canal Tech

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Golpe do falso boleto chega a Cuiabá

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03/10/2014

Uma nova forma de estelionato tem dado dor de cabeça aos mato-grossenses, o golpe do falso boleto bancário. A fraude consiste em modificar os números do código de barras do documento. Desta forma, quando o cliente efetua o pagamento, a quantia é desviada para uma conta dos falsários. Os órgãos de proteção ao consumidor alertam para o risco do golpe, principalmente nestes dias de greve dos bancários, quando muitos clientes utilizam o autoatendimento. Os representantes informam que o cidadão que for lesado por esse tipo de golpe deve procurar o órgão de defesa ao consumidor para fazer a reclamação e a Polícia Civil. “É um crime de fraude então é preciso comunicar a polícia para que seja investigado”, explica o diretor do Procon Municipal.

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Fonte: Gazeta Digital

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