Boletos falsos são usados em golpe para enganar vítimas em Colatina, ES

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03/01/2017

No Noroeste do Espírito Santo, em Colatina, comerciantes e clientes relataram ter recebido boletos bancários falsos, com praticamente todos os dados iguais aos dos originais. O envio da cobrança faz parte de uma nova fraude aplicada no estado. Segundo as vítimas, o boleto falso enviado para elas é muito parecido com o original. Um comerciante recebeu um deles por e-mail, mas conseguiu identificar alguns pontos duvidosos e não caiu no golpe. “A gente tinha certeza que era fraude porque o código de barras era completamente diferente, e o nosso número também era diferente. Tentamos falar com o fabricante [que teria enviado o boleto], ele estava em recesso, mas conversando com o pessoal do nosso sistema, fomos alertados que estava existindo essa fraude”, explicou. O e-mail recebido por ele ainda informava que ele deveria desconsiderar o boleto anterior, que era o verdadeiro, e pagar a nova fatura. O boleto falso ainda tinha desconto de tributos, para que o cliente não desconfiasse de nada. O comerciante disse que não faz ideia de como os criminosos tiveram acesso a todos os dados do boleto. O medo dele é que os clientes da loja também recebem e-mails falsos. “Estamos mandando e-mail para eles [clientes] justamente por estar acontecendo esse tipo de fraude”, disse. A assessoria de imprensa da Polícia Civil não informou quantas pessoas registraram ocorrência sobre a fraude do boleto em Colatina e nos demais municípios. A polícia pode que as vítimas façam o registro para que os casos sejam encaminhados para a delegacia especializada em fraudes. O delegado de Crimes Contra o Patrimônio de Colatina, relatou que ainda não dá para saber o caminho que os criminosos fazem para chegar aos dados dos lojistas. “É difícil de dizer qual o acesso que eles têm. Com certeza um acesso muito privilegiado, provavelmente é um indivíduo que tenha acesso aos bancos de dados bancários. Com certeza deve verificar o boleto verdadeiro e monta um falso para enviar para essas vítimas”, disse.

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Fonte: G1

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Empresário recebe boleto falso e efetua pagamento em Sinop

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21/10/2016

Em Sinop (MT), o dono de uma loja do ramo de tintas procurou a delegacia da Polícia Civil, na quinta-feira (20), afirmando ter recebido e efetuado o pagamento de um boleto falso no lugar do verdadeiro após a compra de materiais de um fornecedor. A vítima não informou o valor do prejuízo. Segundo informações do boletim de ocorrência, ele realiza com frequência compras de produtos com um fornecedor e, este mês, recebeu o boleto por e-mail semelhante ao valor combinado. Ele afirmou que o documento era muito semelhante ao original e, por isso, não desconfiou. Em seguida, realizou o pagamento. Posteriormente, a empresa que vendeu os produtos cobrou o pagamento. Neste momento, ele tomou conhecimento que pagou o boleto falso. Ao entrar em contato com o banco, foi informado que a conta para qual o boleto falso foi pago estava bloqueada. O banco pediu o registro de um boletim de ocorrência para dar seguimento ao estorno do valor.

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Fonte: G1

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Atenção: cibercriminosos desenvolvem novo golpe do boleto

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05/10/2016

O golpe do boleto foi modernizado. Há algum tempo, criminosos estavam alterando as numerações de boletos bancários para conseguirem roubar as vítimas. Agora, cibercriminosos estão oferecendo o serviço de atualização de boletos vencidos, sem recorrer ao banco ou ao emissor, para efetuar o pagamento. Conforme uma empresa de segurança, ao usar o falso serviço para atualização, um novo boleto é emitido, porém os dados bancários do documento são alterados para que o pagamento seja efetuado na conta dos cibercriminosos. Para aplicar o golpe, os criminosos usam campanhas publicitárias, como o Google AdWord e links patrocinados. Dessa forma, todas as vezes que o usuário insere no campo de busca a palavra “Boleto” ou assuntos relacionados ao tema, os links dos sites fraudulentos aparecem como anúncios. Para evitar que sejam descobertos, os fraudadores registram o domínio usando um servidor Proxy de registro Domains by Proxy (DBP). Assim, as informações, como nome, endereço, telefone e outras, não ficam disponíveis para consulta pública na Internet. Para não cair nesse tipo de golpe é importante que o usuário esteja atento quando está navegando na internet, evitando clicar em sites desconhecidos e suspeitos. Além disso, antivírus e a filtragem de conteúdo web/anti-phishing podem ajudar a evitar esse tipo de golpe.

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Fonte: Olhar Digital

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Mulher tem e-mail hackeado e paga boleto falso de R$ 37,9 mil no DF

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06/05/2016

Uma mulher do Distrito Federal teve seus e-mails hackeados e acabou pagando R$ 37.990 por engano referentes à compra de um carro zero. A polícia Civil está investigando este crime de estelionato que aconteceu há quase um mês. O vendedor enviou o boleto para o endereço eletrônico da cliente, mas pouco depois ela recebeu outra mensagem com um novo código de barras, pedindo para que a anterior fosse desconsiderada. “Não dava para desconfiar porque era o mesmo e-mail do vendedor. E tinha todos os dados do favorecido no boleto correspondente, eu só imprimi fui no banco e paguei”, conta a mulher. A cliente avisou a concessionária que tinha acabado de pagar o boleto. O pagamento, porém, não foi para a conta da loja, já que o documento era falsificado. “Eles me informaram que não tinham recebido o pagamento e que tinha alguma coisa estranha, porque normalmente é até dois dias para o dinheiro cair na conta do favorecido. E aí eles falaram que estavam vendo o que poderia ter acontecido, mas não informaram. Então, assim, se eu mandei o comprovante para eles imediatamente, como que eles não perceberam antes que o boleto era um boleto não emitido por eles?”, questiona. A loja de carros mandou um ofício para a mulher uma semana após a compra, explicando que o boleto foi fraudado e que ela deveria acionar o banco para ter o dinheiro de volta. O diretor da concessionária reafirmou que o e-mail do vendedor foi hackeado e que orientou todos os funcionários a mudarem as senhas. Ele se comprometeu a entregar o carro. O suspeito de cometer o crime ainda não foi identificado. O banco responsável pelas movimentações financeiras informou que bloqueou o pagamento e que todo o dinheiro será devolvido à mulher. Um especialista em direito do consumidor disse que a loja e o banco têm a obrigação de não deixar a cliente no prejuízo. “O consumidor não cometeu nenhuma fraude.”

Polícia investiga golpe do falso boleto de multa de trânsito em Cuiabá

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27/10/2015

Um golpe de um falso boleto de multa de trânsito é investigado pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá. Conforme a Polícia Civil, no golpe, os estelionatários conseguem fotos dos veículos das vítimas, dados do motorista e confeccionam um boleto em nome do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT). Há três meses a polícia soube de relatos de pessoas que receberam as cobranças por e-mail e suspeitaram das multas. No entanto, nenhum boletim de ocorrência foi registrado até o momento. Para o delegado que investiga o caso, as vítimas acabam fazendo o pagamento por não saberem que estão caindo em um golpe. Os valores dos boletos variam entre R$ 80 a R$ 127. Os documentos possuem a placa do veículo, dados do motorista, descrições detalhadas da infração e até código de barras. “Temos notícias de pessoas, até um delegado, que receberam esse tipo de notificação com valores relativamente pequenos. São infrações diversas, como excesso de velocidade ou o não uso do cinto de segurança. A pessoa não se incomoda em pagar porque quer se livrar de perder pontos na carteira e não sabe que caiu no golpe”, declarou o delegado. A polícia orienta que as pessoas que receberem qualquer tipo de multa, antes de fazer o pagamento, consultem o site do Detran para confirmar a infração. O governo de Mato Grosso também alertou nas redes sociais sobre o golpe e afirmou que o Detran não envia boletos por e-mail. “Esse delegado que recebeu a multa foi pesquisar se tinha passado pelo local onde apontava a infração. Ele não tinha passado nesse local. Eles [os estelionatários] conseguem capturar a imagem do veículo de alguma forma e montam um boleto, inventam os códigos e a pessoa cai no golpe e faz o pagamento”, explicou. Para o delegado, possivelmente os estelionatários conseguem os dados das vítimas pela internet.

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Fonte: G1

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Boleto bancário: confira dicas para evitar cobranças indevidas

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25/09/2015

Pensando nos consumidores que utilizam boleto bancário ou carnê, o Procon-SP tem algumas dicas para que nenhuma cobrança indevida seja feita e nenhum usuário seja enganado. Segundo a Lei Estadual 14.663/11 a cobrança de taxa de emissão de boleto bancário e carnê no Estado de São Paulo está proibida. Para não pagar por um boleto falso, é importante ficar atento quanto à qualidade do documento. Muitos dos boletos falsos enviados para residências possuem erros básicos de português e formatação fora do padrão, como impressão torta. O nome completo e endereço devem estar corretos, não deixe de observar também o nome da empresa responsável pelo envio. Sempre desconfie de notificações de pagamentos, links ou arquivos anexos que levem a boletos, recebidos por e-mail. Não clique ou abra qualquer link até confirmar com a empresa que a correspondência é válida. O código bancário também deve ser certificado e os três primeiros números da linha digitável do boleto corresponde ao código do banco emissor do documento, cuja lista pode ser acessada no site da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) . Se os números não baterem, não faça o pagamento e procure o fornecedor. Nas compras feitas pela internet verifique se o endereço do site é iniciado com https://, isso indica que o site é seguro. Além disso, mantenha programas de antivírus e firewall atualizados. Pois, se algum programa malicioso estiver instalado em seu computador, ele poderá gerar um boleto falso no momento de pagar a compra. Em casos de boletos falsos, mesmo, o consumidor deve procurar o fornecedor para revolver a questão. Não havendo acordo, uma reclamação junto ao órgão de defesa do consumidor deve ser registrada. Também é recomendável registrar um Boletim de Ocorrência para que as autoridades policiais possam investigar a prática de eventuais crimes.

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Fonte: Rede Notícia

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Instituição financeira deve indenizar vítima de golpe do boleto falso

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22/09/2015

Uma empresa vítima do golpe do boleto falso deverá ser ressarcida pela instituição financeira que teve o documento adulterado. Conforme o juiz da 1ª Vara Cível de Osasco, deve-se aplicar ao caso a Súmula 479 do Superior Tribunal de Justiça, que diz que os bancos respondem objetivamente pelos danos gerados por fortuito interno relativo a fraudes e delitos praticados por terceiros no âmbito de operações financeiras. “Ora, no caso em apreço, a hipótese é de fortuito interno, já que houve falsificação do número do código de barras do boleto, decorrendo do risco da atividade da instituição”, registrou o juiz na sentença. No caso, a vítima efetuou duas compras no site de uma terceira empresa que totalizavam R$ 8,4 mil. Após pagar os dois boletos gerados, a vítima foi informada de que não havia nenhum registro de seus pagamentos. Depois, descobriu que os valores pagos teriam sido desviados para a conta corrente de uma terceira pessoa. Diante do ocorrido, ingressou com ação de indenização pedindo a condenação da instituição financeira. Em sua defesa, o banco alegou não ter nenhuma responsabilidade, pois o boleto falso foi gerado em um site que não era o oficial da instituição financeira. Para o banco, a culpa no caso é da vítima, que não conferiu os dados do boleto. No entanto, para o juiz, as alegações do banco não são suficientes ”para convalidar a conduta da instituição requerida, que possui o ônus de prestar serviços de qualidade, seguros o suficiente para dar aos consumidores a necessária garantia de atuação”. Por se tratar de fortuito interno, aplica-se ao caso a Súmula 479 do STJ. “O réu [banco] é responsável pelos atos que pratica no exercício das suas atividades. Tal responsabilidade, em obediência ao Código de Defesa do Consumidor, não pode ser transferida ao cliente, pois decorre do risco inerente à atividade exercida pela prestadora de serviço”, afirma o juiz. Assim, por entender que o dano material ficou comprovado, o juiz determinou que o banco pague indenização por danos materiais, no valor total pago nos boletos, corrigidos monetariamente a partir de seu desembolso.

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Fonte: Consultor Jurídico

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