Mulher tem e-mail hackeado e paga boleto falso de R$ 37,9 mil no DF

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06/05/2016

Uma mulher do Distrito Federal teve seus e-mails hackeados e acabou pagando R$ 37.990 por engano referentes à compra de um carro zero. A polícia Civil está investigando este crime de estelionato que aconteceu há quase um mês. O vendedor enviou o boleto para o endereço eletrônico da cliente, mas pouco depois ela recebeu outra mensagem com um novo código de barras, pedindo para que a anterior fosse desconsiderada. “Não dava para desconfiar porque era o mesmo e-mail do vendedor. E tinha todos os dados do favorecido no boleto correspondente, eu só imprimi fui no banco e paguei”, conta a mulher. A cliente avisou a concessionária que tinha acabado de pagar o boleto. O pagamento, porém, não foi para a conta da loja, já que o documento era falsificado. “Eles me informaram que não tinham recebido o pagamento e que tinha alguma coisa estranha, porque normalmente é até dois dias para o dinheiro cair na conta do favorecido. E aí eles falaram que estavam vendo o que poderia ter acontecido, mas não informaram. Então, assim, se eu mandei o comprovante para eles imediatamente, como que eles não perceberam antes que o boleto era um boleto não emitido por eles?”, questiona. A loja de carros mandou um ofício para a mulher uma semana após a compra, explicando que o boleto foi fraudado e que ela deveria acionar o banco para ter o dinheiro de volta. O diretor da concessionária reafirmou que o e-mail do vendedor foi hackeado e que orientou todos os funcionários a mudarem as senhas. Ele se comprometeu a entregar o carro. O suspeito de cometer o crime ainda não foi identificado. O banco responsável pelas movimentações financeiras informou que bloqueou o pagamento e que todo o dinheiro será devolvido à mulher. Um especialista em direito do consumidor disse que a loja e o banco têm a obrigação de não deixar a cliente no prejuízo. “O consumidor não cometeu nenhuma fraude.”

Polícia investiga golpe do falso boleto de multa de trânsito em Cuiabá

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27/10/2015

Um golpe de um falso boleto de multa de trânsito é investigado pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá. Conforme a Polícia Civil, no golpe, os estelionatários conseguem fotos dos veículos das vítimas, dados do motorista e confeccionam um boleto em nome do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT). Há três meses a polícia soube de relatos de pessoas que receberam as cobranças por e-mail e suspeitaram das multas. No entanto, nenhum boletim de ocorrência foi registrado até o momento. Para o delegado que investiga o caso, as vítimas acabam fazendo o pagamento por não saberem que estão caindo em um golpe. Os valores dos boletos variam entre R$ 80 a R$ 127. Os documentos possuem a placa do veículo, dados do motorista, descrições detalhadas da infração e até código de barras. “Temos notícias de pessoas, até um delegado, que receberam esse tipo de notificação com valores relativamente pequenos. São infrações diversas, como excesso de velocidade ou o não uso do cinto de segurança. A pessoa não se incomoda em pagar porque quer se livrar de perder pontos na carteira e não sabe que caiu no golpe”, declarou o delegado. A polícia orienta que as pessoas que receberem qualquer tipo de multa, antes de fazer o pagamento, consultem o site do Detran para confirmar a infração. O governo de Mato Grosso também alertou nas redes sociais sobre o golpe e afirmou que o Detran não envia boletos por e-mail. “Esse delegado que recebeu a multa foi pesquisar se tinha passado pelo local onde apontava a infração. Ele não tinha passado nesse local. Eles [os estelionatários] conseguem capturar a imagem do veículo de alguma forma e montam um boleto, inventam os códigos e a pessoa cai no golpe e faz o pagamento”, explicou. Para o delegado, possivelmente os estelionatários conseguem os dados das vítimas pela internet.

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Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Boleto bancário: confira dicas para evitar cobranças indevidas

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25/09/2015

Pensando nos consumidores que utilizam boleto bancário ou carnê, o Procon-SP tem algumas dicas para que nenhuma cobrança indevida seja feita e nenhum usuário seja enganado. Segundo a Lei Estadual 14.663/11 a cobrança de taxa de emissão de boleto bancário e carnê no Estado de São Paulo está proibida. Para não pagar por um boleto falso, é importante ficar atento quanto à qualidade do documento. Muitos dos boletos falsos enviados para residências possuem erros básicos de português e formatação fora do padrão, como impressão torta. O nome completo e endereço devem estar corretos, não deixe de observar também o nome da empresa responsável pelo envio. Sempre desconfie de notificações de pagamentos, links ou arquivos anexos que levem a boletos, recebidos por e-mail. Não clique ou abra qualquer link até confirmar com a empresa que a correspondência é válida. O código bancário também deve ser certificado e os três primeiros números da linha digitável do boleto corresponde ao código do banco emissor do documento, cuja lista pode ser acessada no site da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) . Se os números não baterem, não faça o pagamento e procure o fornecedor. Nas compras feitas pela internet verifique se o endereço do site é iniciado com https://, isso indica que o site é seguro. Além disso, mantenha programas de antivírus e firewall atualizados. Pois, se algum programa malicioso estiver instalado em seu computador, ele poderá gerar um boleto falso no momento de pagar a compra. Em casos de boletos falsos, mesmo, o consumidor deve procurar o fornecedor para revolver a questão. Não havendo acordo, uma reclamação junto ao órgão de defesa do consumidor deve ser registrada. Também é recomendável registrar um Boletim de Ocorrência para que as autoridades policiais possam investigar a prática de eventuais crimes.

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Fonte: Rede Notícia

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Instituição financeira deve indenizar vítima de golpe do boleto falso

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22/09/2015

Uma empresa vítima do golpe do boleto falso deverá ser ressarcida pela instituição financeira que teve o documento adulterado. Conforme o juiz da 1ª Vara Cível de Osasco, deve-se aplicar ao caso a Súmula 479 do Superior Tribunal de Justiça, que diz que os bancos respondem objetivamente pelos danos gerados por fortuito interno relativo a fraudes e delitos praticados por terceiros no âmbito de operações financeiras. “Ora, no caso em apreço, a hipótese é de fortuito interno, já que houve falsificação do número do código de barras do boleto, decorrendo do risco da atividade da instituição”, registrou o juiz na sentença. No caso, a vítima efetuou duas compras no site de uma terceira empresa que totalizavam R$ 8,4 mil. Após pagar os dois boletos gerados, a vítima foi informada de que não havia nenhum registro de seus pagamentos. Depois, descobriu que os valores pagos teriam sido desviados para a conta corrente de uma terceira pessoa. Diante do ocorrido, ingressou com ação de indenização pedindo a condenação da instituição financeira. Em sua defesa, o banco alegou não ter nenhuma responsabilidade, pois o boleto falso foi gerado em um site que não era o oficial da instituição financeira. Para o banco, a culpa no caso é da vítima, que não conferiu os dados do boleto. No entanto, para o juiz, as alegações do banco não são suficientes ”para convalidar a conduta da instituição requerida, que possui o ônus de prestar serviços de qualidade, seguros o suficiente para dar aos consumidores a necessária garantia de atuação”. Por se tratar de fortuito interno, aplica-se ao caso a Súmula 479 do STJ. “O réu [banco] é responsável pelos atos que pratica no exercício das suas atividades. Tal responsabilidade, em obediência ao Código de Defesa do Consumidor, não pode ser transferida ao cliente, pois decorre do risco inerente à atividade exercida pela prestadora de serviço”, afirma o juiz. Assim, por entender que o dano material ficou comprovado, o juiz determinou que o banco pague indenização por danos materiais, no valor total pago nos boletos, corrigidos monetariamente a partir de seu desembolso.

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Fonte: Consultor Jurídico

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Detran-SP alerta para golpe de multa de trânsito com falso boleto

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12/06/2015

Foi divulgado pelo Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) na sexta-feira (12) um alerta contra um golpe relacionado a multas de trânsito que está sendo aplicado por meio de falsos boletos bancários. O crime consiste em fotografar veículos que estão trafegando em uma determinada via. De posse do número da placa, os criminosos produzem um falso boleto de pagamento de multa e o enviam ao proprietário do automóvel. Nesse suposto boleto está incluso o número de uma conta bancária na qual será efetuado o depósito do pagamento. Entre os boletos falsos que estão circulando é mencionado no cabeçalho da falsa multa o Sistema de Controle de Multas (SISCOM). Esse sistema não existe, alerta o Detran. Na notificação de penalidade do Detran-SP consta o brasão do Estado de São Paulo, menção à Secretaria da Fazenda e a sigla MILT (Multa por Infração à Legislação de Trânsito). Além disso, o Detran informa que não multa por meio de radares, pois não opera esse tipo de equipamento, de responsabilidade exclusiva das prefeituras, no perímetro urbano, e dos órgãos rodoviários. Desta forma, nenhuma notificação do Detran-SP é apresentada com foto do veículo.

Antes de pagar, verifique

O Detran recomenda aos motoristas que, antes de qualquer pagamento, consultem o portal detran.sp.gov.br para verificar, por meio do número da placa e Renavam (Registro Nacional de Veículo Automotor), se há de fato algum registro de infração de trânsito. Caso o boleto indique outro órgão autuador – como as prefeituras, o Departamento de Estradas e Rodagem (DER) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) – é importante fazer pesquisas também nos sites desses departamentos. Os débitos de veículos emplacados no estado de São Paulo também podem ser pesquisados no site da Secretaria Estadual da Fazenda (www.fazenda.sp.gov.br).

Como o Detran avisa sobre multa

O Detran-SP explica que, sempre que uma infração é registrada, primeiro é enviada ao proprietário uma notificação de autuação, com campo para indicação de condutor. Somente após o prazo para a indicação será encaminhada a notificação de penalidade, que é o boleto para pagamento da multa. As multas cujo órgão autuador é o Detran-SP podem ser pagas sem necessidade de boleto, bastando informar o Renavam do veículo em qualquer instituição bancária credenciada, por meio da internet, caixas eletrônicos e agências. Os cidadãos que receberem boletos falsos em nome do Detran-SP devem acionar a Ouvidoria – Acesso pelo portal detran.sp.gov.br, na área de “Atendimento” – enviando todas as informações com detalhes para investigação.

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Fonte: G1

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Gangue do boleto: Fique atento e reduza o risco do golpe

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02/06/2015

O boleto é a segunda forma de pagamento mais utilizada no Brasil, ficando atrás, apenas, dos cartões de crédito. E os golpes se multiplicam. Em meados de julho do ano passado, a “gangue do boleto” ficou conhecida após uma onda de ataques virtuais que modificavam a linha digitável do código de barras nos boletos bancários. A estimativa é de que os hackers tenham gerado 496 mil boletos fraudulentos e arrecadado cerca de R$ 8,5 bilhões de reais. O modelo teve uma retração, mas o risco ainda existe. Os golpistas se conectam aos computadores através de um vírus. Uma vez infectados sempre que um código de boleto é identificado, o malware desvia o pagamento fazendo com que o dinheiro vá para a conta dos integrantes da quadrilha. Um analista antifraude de uma empresa especializada em pagamentos traz as principais dicas de como se prevenir desta prática criminosa. A primeira orientação é manter o antivírus do computador sempre atualizado.  “O antivírus pode detectar algum problema quando o boleto fraudulento é enviado por e-mail ou gerado na internet”, explica o analista. Segundo ele, a maioria dos documentos adulterados possui inconsistências visíveis a olho nu, por isso, é fundamental verificar o boleto atentamente e observar erros de português, formatação fora do padrão ou qualquer característica suspeita. Após a impressão, confira se o código do banco é compatível com a marca. “Cada instituição bancária possui um código identificador próprio. Este código encontra-se em frente ao logo do banco e nos três primeiros dígitos da linha digitável de cada boleto e deve ser equivalente ao código do banco emissor”, aconselha. A lista dos códigos de cada banco está disponível no site da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Compare o boleto recebido com os anteriores. No caso de pagamentos efetuados em caixas eletrônicos, é possível verificar os dados do boleto antes de finalizar o procedimento. “Observe se as informações contidas na tela do caixa são as mesmas impressas no boleto, como banco cedente, código do banco e agência do beneficiário”, orienta. No site da Febraban também é possível verificar se a localização da agência emissora é compatível com o endereço do beneficiário. É importante ter extremo cuidado com e-mails suspeitos. Ao receber notificações de pagamentos, links ou arquivos anexos, o indicado é entrar em contato com o emissor e pedir mais informações para a empresa solicitante. “Não realize pagamentos se houver qualquer dúvida sobre sua autenticidade.”. O analista também pede que se evite efetuar compras, realizar pagamentos ou gerar segunda via em computadores desconhecidos ou através de redes WiFi públicas.

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Fonte: UOL

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No Pará, polícia alerta para golpe do boleto falsificado na internet

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03/02/2015

Usuários de serviços de compras pela internet vêm sendo alertados pela Polícia Civil para um golpe aplicado no estado desde a metade do ano de 2014, no qual criminosos emitem boletos falsificados para receber em sua conta o pagamento das compras feitas pelas vítimas. Segundo dados da Divisão de Prevenção e Repressão a Crimes Tecnológicos (DPRCT) da Polícia Civil, pelo menos 30 pessoas já foram vítimas do golpe no estado. De acordo com a Polícia, o golpe consiste em enviar anúncios, promoções ou atualizações de cadastro para as vítimas, por meio de páginas falsas ou por email. Quando a vítima clica nos anúncios, tem o sistema invadido por vírus que roubam informações de bancos e alteram a linha digitável de boletos gerados no formato html pelas vítimas. A linha digitável contém as informações da conta na qual será depositado o valor do boleto. “Ao invés de você pagar o boleto para o seu credor, você paga para o ‘cracker’, ou seja, ele recebe na conta dele o valor do boleto”, explica uma delegada. A agente recomenda cautela nas compras por internet. “Uma vez você imprimindo o boleto, verifique se a imagem corresponde ao banco para o qual você vai fazer o pagamento, se o número confere com o número do banco, que você pode pesquisar na própria internet. Na dúvida, ter cautela”, recomenda. “Quando for pagar no caixa eletrônico, verificar se dá erro no código de barras. Se der erro, pare a operação e chame uma pessoa credenciada do banco para ver se é um erro por falha de impressão ou se o boleto está fraudado”, alerta a delegada. Uma das vítimas, que prefere não se identificar, descobriu que uma compra feita há cerca de quatro meses não foi recebida pela loja. O pagamento, de cerca de R$ 2 mil, foi desviado para outra conta. “Eu fui fazer uma nova compra e a moça da empresa ligou dizendo que eu estava inadimplente, com o nome do Serasa, porque o pagamento não entrou na conta da empresa”, relata a vítima.

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Fonte: G1

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