Casal de SC é suspeito de aplicar golpe do aluguel de temporada para sustentar vida de luxo

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10/03/2018

Um casal foi preso suspeito de aplicar o golpe do aluguel de temporada. Eles viviam uma vida de luxo, com viagens pelo exterior e muito dinheiro às custas das férias dos outros. Segundo a investigação da Polícia Civil, eles tiraram das vítimas quase R$ 400 mil em três anos. “A maioria era empresários, médicos, pessoas que tinham um grande poder aquisitivo. Então, eu não me importava muito”, tenta justificar o suspeito, L.B., de 29 anos. Ele a mulher de 19 anos foram presos semana passada. A polícia também prendeu dois homens donos das contas bancárias envolvidas no esquema. “Essas pessoas estariam envolvidas com esse tipo de golpe há pelo menos três anos, seriam os responsáveis, conforme eles mesmos relataram, pelos anúncios fraudulentos”, explica o delegado que investiga o caso.

Dinheiro de golpe usado em viagens

O casal, que mora no Norte da Ilha em Florianópolis, oferecia na internet aluguel de casas para a temporada na praia de Canasvieiras e dos Ingleses, na capital catarinense, e também em Gramado, na Serra Gaúcha. As casas até existiam, mas não eram deles ou nem estavam para alugar.

Mais de 100 famílias vítimas do golpe

Os registros na polícia mostram vítimas de vários estados e até de outros países. Foram mais de cem famílias. Em um dos casos, uma família de 12 pessoas veio de Campo Grande (MS) até Florianópolis, alugou uma casa para virada do ano através de um anúncio postado pelo casal. Viajaram 18 horas para descobrir que era um golpe. Uma equipe de TV conversou com a pessoa enganada, que não quis se identificar. Eles precisaram alugar outra casa para tentar aproveitar a folga no litoral catarinense. “A gente deixou de fazer outro passeio, deixou de comer algumas coisas que podia comer porque, infelizmente, a gente perdeu a metade do dinheiro e teve que tirar na parte do passeio, da arte da diversão”, relembra. Segundo o dono de uma das casas anunciadas pelos golpistas, pelo menos 14 famílias já bateram na porta dele. “Teve gente de Iraí (RS), Cascavel (PR), Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Cuiabá, Brasília. Acho que o cara de Brasília era delegado da Polícia Federal. Ele veio de Brasília, acabou embarcando para Curitiba porque não tinha voo para Florianópolis, alugou um carro em Curitiba e desceu de carro. Aí descobriu que era golpe”, afirma o morador.

Envolvimento da mulher

O golpe foi crescendo a cada temporada. “Como eu estava sempre trabalhando com clientes, era muita gente, então tinha que ter mais alguém para dar assistência”, explica o suspeito. Com, isso, a mulher começou a ficar responsável por escrever os falsos contratos de locação fornecidos às vítimas enquanto ele aliciava pessoas que cediam as contas bancárias e montava os anúncios. “Ela relatou que antes de aplicar golpes de locações fraudulentas de imóveis, ela se dedicava a prática de falsa vendas de celulares. O golpe era semelhante, só que invés de tentar alugar imóveis, ela vendia celulares”, informou o delegado. O casal e os dois homens presos devem responder por estelionato e lavagem de dinheiro e podem pegar mais de 15 anos de prisão.

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Fonte: G1

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Mulher que deu golpe de estelionato em brasilienses é presa em Pernambuco

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31/01/2018

Após denúncia de estelionato, uma mulher foi presa em Pernambuco. Mais de 20 pessoas, dentre elas vários brasilienses, a acusam de aplicar golpes envolvendo aluguéis de apartamento de temporada. Segundo as vítimas, a mulher vendia falsos pacotes de hospedagem em um Resort localizado em Porto de Galinhas. S.M.A.S.P., de 47 anos, é suspeita de prática de estelionato ao anunciar as falsas estadias pela internet. Conforme o delegado responsável pelo caso, a primeira denúncia teria sido feita por uma vítima de Minas Gerais, que relatou ter alugado um flat, mas a acusada teria cancelado a reserva um dia antes, alegando problemas no ar condicionado. No entanto, o depósito de R$ 7 mil tinha sido feito.  “Em uma semana ela alugava os flats para três, quatro pessoas. Quando elas chegavam, não tinha a reserva”. O prejuízo estimado pela polícia ultrapassa os R$ 50 mil. As investigações apontam que a mulher atuava sozinha. Primeiramente, ele ligava para os recepcionistas do hotel para conseguir os contatos dos reais proprietários dos flats. Depois, fazia as reservas, em nome de terceiros. A suspeita, então, depositava os cheques sem fundo e gerava um contrato, repassado às vítimas. Após receber o dinheiro, ela cancelava o contrato ou simplesmente não dava mais retorno. Quando os contratantes chegavam ao local da estadia, eram impedidos de entrar. Ela já responde a outros dois processos semelhantes por estelionato e aguardará o julgamento em prisão preventiva.

Vítimas do DF

Ao menos quatro brasilienses acreditaram ter a estadia garantida em um complexo de flats e hotel de Porto de Galinhas (PE), mas relatam terem sido enganados pela mulher.  A administradora Nayara*, 45 anos, o cunhado e a supervisora administrativa Marina*, 36, fizeram depósitos na conta da suposta proprietária de um apartamento para assegurar a hospedagem em janeiro. Contudo, a mulher cancelou a reserva e não fez a devolução da quantia. A arquitetura da fraude teve início com anúncios publicados, em pelo menos sete grupos de vendas, no Facebook. As propagandas ofereciam diárias no Resort. “Quatro dias antes da minha viagem, a pessoa ligou falando que tinha dado um problema no ar-condicionado do flat. Nós ainda insistimos e falamos que colocaríamos ventiladores, mas ela disse que não teria mais jeito e que devolveria o dinheiro”, conta Nayara. Para um período de seis dias, entre 7 e 13 de janeiro, Nayara desembolsou R$ 2,8 mil divididos em duas vezes, para a reserva de dois quartos. Ela viajaria com o marido e os filhos, mas após desconfiar dos agendamentos falsos, cancelou as passagens e ainda somou prejuízo superior a R$1 mil em multas. “Recebemos cerca de 13 queixas relacionadas à suposta estelionatária, que de fato está usando o nome do Resort, que, por sua vez, também é vítima. De posse de algumas fotos da parte interna do complexo, a mulher passou a divulgar a venda das diárias em diversos sites”, esclarece o comissário da 43ª Delegacia de Polícia (Porto de Galinhas). Ele ressalta que houve casos de pessoas que chegaram a pagar mais de 10 diárias e que além de vítimas do DF, pessoas de São Paulo e Minas Gerais também foram enganadas. O condomínio confirma que a mulher não é proprietária e nem possui autorização para alugar o imóvel.

Aperto

Marina, que ia se hospedar com as duas filhas, de 9 e 14 anos, e a família de uma amiga, chegou a viajar para Recife, antes de entender que estava sendo ludibriada. Ela pretendia passar três dias na capital pernambucana e mais sete em Porto de Galinhas. Para assegurar as vagas, depositou, em outubro, R$ 3 mil na conta do marido da golpista, valor que supostamente incluía o translado de ida e volta do aeroporto ao resort. O período de estadia coincidia parcialmente com o contratado por Nayara. Com a mesma alegação do ar-condicionado estragado, a suposta estelionatária tentou mudar os dias de hospedagem no Resort. Por pressão da supervisora administrativa, no último dia da sua permanência no hotel de Recife, a golpista foi até o local. “Ela estava muito desconfiada e olhando de um lado para o outro, falando baixo e rápido”, descreve a vítima. A mulher afirmou que, caso não conseguisse resolver a situação, pagaria para que as clientes ficassem mais um dia no estabelecimento. “Na primeira noite em Porto de Galinhas, dormimos no quarto de uma senhora bem humilde que cedeu para a gente”, conta Marina.

Dicas para não ser vítima de estelionato

“A recomendação é não confiar em preços muito abaixo do mercado. Quando a situação está muito favorável e atrativa, é necessário apurar melhor a idoneidade da empresa ou do vendedor”, orienta o delegado-chefe da 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Sul). “É bom as pessoas sempre se cercarem de mais garantias. Em casos iguais ao do Resort, é interessante que elas liguem para o condomínio para confirmar se a reserva realmente foi feita.” – disse o comissário da 43ª Delegacia de Polícia (Porto de Galinhas).

* Nomes fictícios para preservar as identidades das vítimas

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Fonte: Correio Braziliense

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Casal é preso suspeito de aplicar golpe no aluguel de hospedagens em Fortaleza

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17/10/2017

Um casal suspeito de aplicar golpes no aluguel de hospedagem para turistas foi preso na manhã desta terça-feira (17) em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza. A Polícia Civil estima que eles causaram prejuízo de mais de R$ 300 mil às vítimas. Os suspeitos eram investigados há oito meses, depois de serem registrados diversos boletins de ocorrência na Delegacia de Proteção ao Turista (Deprotur). H.R.Moreira, de 29 anos, e T.F.Alves, de 28, anunciavam em sites de compra e venda de imóveis imagens de casas e apartamentos, geralmente localizados na Avenida Beira Mar, oferecendo-os para aluguel a baixo custo por temporada. “Eles aproveitavam fotos de imóveis disponíveis na internet para anunciar os falsos aluguéis”, conta a delegada titular da Deprotur.

Metade adiantada

Para finalizar a negociação com os turistas interessados, os suspeitos pediam o adiantamento de metade do valor acordado. Atraídos pelo baixo valor de custo, as pessoas viajavam para Fortaleza acreditando na garantia da hospedagem. Apenas quando chegavam à cidade descobriam que se tratava de um golpe. O casal utilizava-se das contas bancárias de terceiros para receber o dinheiro dos turistas. Ainda conforme a Deprotur, a maioria deles era originária da região Norte do Brasil. A Polícia também cumpriu mandados de busca e apreensão em dois imóveis frequentados pelo casal, onde foram apreendidos equipamentos como notebooks, câmeras fotográficas, cartões magnéticos e mais de R$ 1,2 mil. A prisão faz parte da Operação Temporada, realizada pela Polícia Civil do Ceará em combate a crimes de estelionato no aluguel de imóveis para hospedagens. As investigações foram desenvolvidas pela Deprotur, com apoio das equipes da divisão antissequestro. A polícia ainda apura o envolvimento de outras pessoas no esquema.

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Fonte: G1

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Jovem é preso no RS por aplicar golpe de falso aluguel em praias de SC

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23/03/2015

Um jovem de classe média foi preso pela Polícia Civil de Charqueadas, na Região Carbonífera do Rio Grande do Sul, por suspeita de aplicar o golpe do falso aluguel. De acordo com a investigação, ele oferecia na internet imóveis em praias badaladas de Florianópolis, como Canavieiras e Jurerê Internacional, que nunca eram entregues. Além do Rio Grande do Sul, as vítimas são de outros estados, como Paraná e São Paulo. “Ele criou perfil falso em dois sites de negócio, se utilizou de fotos que estavam no perfil de venda e criou perfil no aluguel, então utilizou fotos de imóveis existentes, mas o que não existia seriam endereços. Ele criou um endereço falso, colocou telefone dele e e-mail de contato. A partir daí, começou a negociar com as pessoas”, disse o delegado responsável pelo caso. A polícia ainda não sabe o total de vítimas. Em depoimento, ele confessou 13 golpes. Em seu perfil numa rede social, ele ostentava passeios em cidades turísticas e até mergulho no Caribe. Agora, trocou o luxo por uma cela no Presídio Central de Porto Alegre, onde responderá por estelionato. Os imóveis, que sequer eram do jovem, eram apresentados com valores abaixo do mercado, entre R$ 300 e R$ 350. Em uma escuta gravada com autorização da Justiça, ele tenta enganar uma mulher do Paraná.

Vítima: É nos Ingleses?
Golpista: Isso.
Vítima: Fica próximo da praia? Como é que é ali?
Golpista: Sim, ele é na quadra da praia.
Vítima: Ah, legal.
Golpista: Ele fica a nem 50 metros da praia, “tá”.

Para fazer negócio, ele exigia uma transferência bancária equivalente à metade do aluguel, como revela outra escuta entre o golpista gaúcho e uma pessoa de São Paulo. Na conversa, a vítima diz que já havia caído neste tipo de fraude, mas é tranquilizada pelo golpista.

Golpista: São Paulo é bem complicado,”né”.
Vítima: Nossa, você nem imagina…
Golpista: Eu sinceramente só fui alguns dias para aí e não gostei.
Vítima: É, não, não… Litoral aqui é complicado, eu evito ir.
Golpista: É, aí tem muita coisa de golpe, né.

Um motorista de Charqueadas diz ter perdido R$ 750 após cair no golpe. “Aí, ele me mandou e-mail: ‘O depósito foi confirmado’. Eu pedi para ele me mandar o contrato. Ele não mandava. Passaram dois, três dias, aí, eu comecei a desconfiar”, afirma. Depois de cogitar a possibilidade de golpe, ele pediu para um casal de conhecidos mandar um e-mail para ele solicitando reserva nas mesmas datas que ele havia reservado. “Ele disse que tinha vaga disponível”, recorda. Após pesquisar na internet, o motorista descobriu o telefone do prédio onde ficava o imóvel em Jurerê Internacional e conversou com o porteiro, que relatou que ele não é a primeira vítima do golpista. “Ele falou que um casal tinha chegado na madrugada e que tinha levado o mesmo golpe, com criança e tudo. Disse para eu registrar um boletim de ocorrência”, relembra. O delegado responsável pelo caso faz um alerta para quem pretende alugar imóveis. “Tem que desconfiar do valor da diária. Se é muito abaixo do preço de mercado, já é indício de que talvez esteja incorrendo em golpe. Então o ideal é, se pessoa não conhece a praia, não conhece ninguém naquele local, procurar alugar imóvel em sites de imobiliárias mais confiáveis”, afirma.

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Fonte: G1

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Polícia prende quadrilha suspeita de aplicar golpes do falso aluguel em Balneário Camboriú

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06/01/2015

Três homens suspeitos de aplicar golpes envolvendo locações de imóveis foram presos pela Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Balneário Camboriú. Dois dos estelionatários, um de 28 e outro de 27 anos, foram capturados segunda-feira. O terceiro homem já havia sido preso no dia 20 em Ituporanga. Outras duas mulheres residentes no Rio de Janeiro estão foragidas. As investigações começaram no início de 2013 quando a DIC identificou uma quadrilha que anunciava e locava imóveis fictícios e até mesmo apartamentos já ocupados. Os anúncios eram feitos na internet, onde eram divulgadas imagens dos imóveis e informações de imobiliárias com número de registros inexistentes. O trio foi encaminhado ao Complexo Penitenciário do Vale do Itajaí. A comercialização fraudulenta era feita por meio de telefones celulares e de anúncios em sites. Os falsos corretores pediam 50% do valor da locação, que eram depositados pelas vítimas em contas bancárias. Com os mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça, os agentes apreenderam na residência dos estelionatários documentos e computadores que continham indícios do golpe. “É importante que as pessoas comprovem se os anunciantes realmente são corretores de imóveis ou vinculados a imobiliárias, e se possuem o registro junto ao Creci”, disse o delegado responsável pelo caso. Pelo menos três golpes foram registrados dia 26 de dezembro na delegacia da comarca em Balneário Camboriú. As ocorrências registradas foram de visitantes de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. A polícia explica que a maneira de agir dos golpistas é parecida: quando o cliente descobre, o estelionatário já não atende mais o telefone.

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Fonte: Jornal de Santa Catarina

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Imobiliárias em Santa Catarina alertam para golpe do falso aluguel

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04/01/2015

Muitos turistas, na alta temporada, usam a internet para alugar um imóvel, contudo, podem acabar caindo no golpe do falso aluguel. Na farsa, o visitante paga o valor do local a ser alugado, mas, quando chega na cidade, não recebe o imóvel. A orientação para o turista é registrar um boletim de ocorrência caso tenha sido enganado. As empresas do ramo enfatizam alguns cuidados que podem evitar prejuízos. “A imobiliária tem um contrato bem firmado entre o locador e locatário, no qual esse inquilino deixa um cheque caução. Então, ele tem várias garantias que protegem tanto o proprietário quanto o inquilino”, disse um gerente de marketing imobiliário. Para o Sindicato da Habitação (Secovi), é importante que o inquilino busque sempre uma imobiliária ou corretor de imóvel. “Ele tem que ver aqui se o imóvel que ele locou, fez a reserva antes, está disponível pra ele utilizar”, orientou o diretor de aluguel para temporada do Secovi/SC. Toda imobiliária pede antecipadamente metade de todo o valor do aluguel. O restante é pago no momento em que o imóvel é ocupado. Caso o turista seja vítima do golpe do falso aluguel, a orientação é juntar todas as informações possíveis e procurar uma delegacia de polícia. “Alguns anúncios gratuitos na internet podem resultar nisso. Alguém vai lá, passa por dono de algum imóvel, coloca os dados bancários e, assim que tiver o sinal depositado na conta, a pessoa some. É bem importante que a pessoa que foi lesada de alguma forma registre um boletim de ocorrência  imediatamente, imprima toda a conversa que teve, a negociação com a pessoa, e ir atrás dos seus direitos”.

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Fonte: G1

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Turistas perdem R$ 9 mil após sofrer golpe ao alugar casas no litoral de SP

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31/12/2014

Turistas de Piracicaba,  viveram momentos difíceis em Guarujá, no litoral de São Paulo. O grupo chegou ao município com o intuito de se hospedar em duas casas alugadas no bairro Jardim Virgínia, para as festas de fim de ano. Entretanto, para a surpresa dos turistas, tudo não passou de um golpe. No total, cerca de 30 pessoas foram prejudicadas, o prejuízo foi estimado em R$ 9 mil. Inicialmente, nove pessoas chegaram em Guarujá, por volta das 13h de segunda-feira (29). Ao encontrarem o endereço de uma das casas, descobriram que a residência já pertencia a uma moradora. Um dos turistas, de 35 anos, conta que conversou por telefone com uma mulher que alegou ser a proprietária do imóvel. “Ficou combinado que o valor total seria dividido. Eu paguei R$ 2 mil no último sábado (27) e os R$ 2 mil restantes foram pagos um dia antes do início da estadia. Eu depositei tudo em conta corrente, o contrato foi mandado por e-mail. Não houve contato pessoal com ela”, revela. Ao chegar no local, ele conta que a moradora disse não conhecer a mulher e alertou que eles haviam sido vítimas de um golpe. O imóvel pertence, na verdade, a um mulher residente há oito anos em Guarujá. Ela conta que turistas vêm sendo enganados dessa maneira há três anos. “Isso vem acontecendo com frequência há uns três anos e sempre nessa época do ano”, afirma. O turista revela que, no total, 34 pessoas se hospedariam nas duas casas. O grupo foi até a outra residência, no mesmo bairro, e descobriu que também era golpe. Para este segundo imóvel, viriam 18 pessoas que ainda estavam em Piracicaba. O valor do aluguel estava acertado em R$ 5 mil. Essa seria a primeira vez que os turistas passariam o Réveillon na Baixada Santista. O grupo de amigos conseguiu se hospedar em um apartamento, também em Guarujá. Um Boletim de Ocorrência foi registrado na Delegacia Sede da cidade.

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Fonte: G1

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