Presa dupla acusada de aplicar golpes de consórcio

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15/05/2018

Dois vendedores de consórcio acusados de aplicar o golpe da carta de crédito contemplada foram presos, através de uma ação da Polícia Civil nessa segunda-feira (14). A mulher, de 22 anos, e o homem, de 23, foram detidos dentro da própria empresa, no município de Nossa Senhora do Socorro (SE). Segundo o delegado titular da 5ª Delegacia Metropolitana, as investigações iniciaram há 30 dias, quando algumas vítimas procuraram a delegacia para denunciar a venda de cartas de crédito com a falsa promessa de receber a premiação no prazo de 10 a 15 dias. “Segundo as vítimas, a dupla vendia as cartas como se elas fossem contempladas, alegando que as vítimas receberiam a premiação no prazo de 10 dias ou um pouco mais, como também vendiam o consórcio como se fosse um empréstimo pessoal com juros baixos, dando o mesmo prazo para recebimento do valor”, explicou. De posse das informações levantadas, as equipes da 5ª DM, com o apoio de três peritos do instituto de Criminalística, dirigiram-se até o estabelecimento comercial responsável pelas vendas das cartas de crédito e efetuaram a prisão dos dois. “Além da prisão da dupla, conduzimos cerca de oito vendedores a fim de prestarem depoimento na delegacia, como também apreendemos dois aparelhos de telefone celular, um HD externo e centenas de documentos que passarão pelo procedimento de perícia”, salientou o delegado. A dupla foi presa e responderá pelo crime de estelionato. A mulher foi conduzida para a 2ªDM; já o homem se encontra custodiado na 4ªDM. Ainda segundo o delegado, as investigações continuam no intuito de verificar se outras pessoas foram lesadas. “Até o momento da operação, mais de 14 pessoas tinham sido vítimas do golpe. Acredito que, com a divulgação do caso, outras pessoas procurem a delegacia para denunciar o caso”, finalizou.

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Fonte: Info Net

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Mulher é presa por aplicar golpe de venda de títulos de banco, em Belém

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25/09/2017

Uma mulher foi presa nesta segunda-feira (25), em Belém, por estelionato. Ela é suspeita de vender títulos de consórcios de um banco e as vítimas acabavam dando lances para serem contempladas, mas não recebiam nada em troca. Ao menos cinco pessoas foram enganadas pelo golpe. A denúncia foi feita pelas vítimas. O caso está sendo investigado pela Divisão de Investigação e Operações Especiais (Dioe).

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Fonte: G1

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Empresária do Ceará engana mais de 500 em fraude com ‘consórcio’

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10/03/2017

Na manhã desta sexta-feira (10), uma operação policial em Ubajara, no interior do Ceará, prendeu preventivamente uma comerciante suspeita de fraude em um esquema de suposto “consórcio” de motos que funcionava como “pirâmide financeira”, conforme a delegacia municipal. A empresária deixou de entregar as motos para os sorteados e também para as pessoas que concluíam os pagamentos do consórcio ao fim do prazo. A polícia, que investiga o caso como crime de estelionato, estima que cerca de 500 pessoas foram vítimas nos últimos quatro anos. O delegado responsável explica que, inicialmente, duas sócias eram responsáveis pelos trabalhos. “Elas faziam grupos do consórcio, as pessoas davam o dinheiro, e elas davam as motos. A pessoa pagava durante 48 meses. Num sorteio, se a pessoa tivesse pago apenas um mês e fosse contemplada, o restante do grupo custeava. Há uns dois anos, as sócias romperam, e o consórcio foi ficando sem grupos novos e sem dinheiro para honrar os grupos antigos”, descreve o delegado. Apesar disso, a empresária que permaneceu no esquema continuou a receber o dinheiro dos grupos mais antigos. “Mas não entregava as motos para os sorteados nem para os que concluíam o pagamento dos 48 meses”, explicou o investigador. As vítimas, que são de Ubajara e já foram ouvidas, denunciaram a fraude à polícia. A comerciante está presa em casa por questões de saúde, explicou o delegado. A mulher ainda será ouvida pela polícia. A operação também cumpriu mandados de busca e apreensão de documentos e objetos na casa da empresária e na casa da mãe dela. A polícia ainda vai fazer um levantamento dos valores dos pertences apreendidos, e que serão encaminhadas ao poder judiciário. “São objetos da loja de peça de motos que ela tem e foram encontrados na casa da mãe dela, servindo de depósito. Peças, capacetes, pneus. Ela estava enganando as pessoas, dizendo que não tinha nada dentro da loja, e estava guardando objetos na casa da mãe. Incluindo objetos de pessoas onde se constata pirâmide financeira”, afirmou o delegado.

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Fonte: G1

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Polícia prende suspeito de dar golpe do consórcio em shoppings de Goiás

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25/01/2016

A Polícia Civil prendeu um homem de 29 anos suspeito de aplicar golpes em consórcios de carro, na capital e em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana. A detenção aconteceu no domingo (24). Conforme as investigações, L.S.F. prometia entregar o veículo em um prazo abaixo da média das empresas. O valor retirado das vítimas pode chegar a R$ 100 mil. Segundo o delegado responsável pelo caso, o homem montava estandes para vender o consórcio em vários shoppings da capital. “Outras pessoas estão sendo investigadas e provavelmente serão indiciadas também”. Apesar disso, conforme o delegado, não restam dúvidas de que L. é o principal responsável pelo golpe. Um mecânico foi uma das vítimas do sujeito. Ele conta que vendeu um carro usado e juntou dinheiro para fazer o consórcio. Ele pagou cerca de R$ 7 mil e nunca recebeu o veículo. “Além disso, o constrangimento que você passa por isso”, desabafou. De acordo com a investigação, o suspeito prometia entregar o carro em seis meses. Para não levantar suspeita, ele pagava a primeira parcela para o banco registrar o contrato, mas depois ficava com o dinheiro das parcelas pagas pelas vítimas. Além de Goiânia e Aparecida de Goiânia, a polícia afirma que o homem já tinha aplicado o mesmo golpe em Santo Antônio do Descoberto, no Entorno de Distrito Federal. Segundo o delegado, ele foi condenado por estelionato, mas não cumpriu pena. A vítima afirma que vai entrar na Justiça. “Vou entrar contra eles e esperar pra ver o que que eles vão me ressarcir”, disse. De acordo com a polícia, os shoppings onde foram montados os estandes de vendas do consórcio não serão responsabilizados.

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Fonte: G1

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Golpe do consórcio premiado prejudica centenas de pessoas no Piauí

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18/12/2014

O golpe do consórcio praticado no Norte e Nordeste do país, atinge mais de 300 pessoas de várias cidades do interior do Piauí. Cidades como Floriano, Regeneração, São Pedro, Água Branca, Piracuruca, Castelo do Piauí, Campo Maior, e outras mais, sofreram o golpe conhecido como “Consórcio Premiado”. A ação funciona quando o cidadão paga um valor mensal, e a partir do momento que o mesmo é sorteado, ele não precisa mais pagar dali em diante, porém deverá colocar outra pessoa no seu lugar. Surgindo assim uma pirâmide, onde apenas quem está no topo consegue obter algum lucro. De acordo com o coordenador do Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria Pública do Estado do Piauí, que abriu processo civil público contra duas empresas do falso consórcio, conta como funciona o golpe. “Quem é sorteado no primeiro mês, paga somente a primeira prestação e pronto. Ele vai receber sua moto, segundo as regras, já está quitada, porém o indivíduo terá que colocar outra pessoa no seu lugar”, explica. O prejuízo começa quando os indivíduos que estão na base da pirâmide, que são a maioria, ficam prejudicados, pois apenas quem está no topo da pirâmide é beneficiado. Conta o defensor público. “Os indivíduos que estão na base, ficam pagando para os que estão no topo da pirâmide. Chega um momento que o sistema fica insustentável, não tem mais como colocar alguém e acaba quebrando e isso tem gerado muitos danos para essas cidades”, afirma. As empresas, quando sentem que já não têm mais clientes, mudam de cidade e nome, por isso, o defensor acredita que devem existir muito mais de duas empresas as quais estão na ação civil coletiva. “Além disso, a grande maioria dos clientes não recebem seu prêmio, ficando assim no prejuízo”. Uma bacharel em direito é uma das centenas de pessoas que caíram no golpe. Ela conta, que tinha pago mais de 40 parcelas de 150 reais desde dezembro de 2010, constando enormes prejuízos e desejo de justiça. “Descobri o golpe quando começaram a comentar em Amarante. Logo em seguida, entrei com um advogado que ficou com todos meus documentos e de mais 3 pessoas, pois quero ser ressarcida”, ela afirma que irá também entrar em contato com a ação coletiva do defensor público. Ações como essa devem ser denunciadas e principalmente deve-se ter cuidado com promessas muito fáceis, é o que alerta o coordenador da Defensoria Pública. “As pessoas não devem procurar fazer um acordo desse tipo, apenas as que estão dentro das regras da lei do consórcio. E que também é uma alerta para que não aconteça com outros, pois a prática tem gerado muitos prejuízos”.

Como proceder contra o “consórcio premiado”

O defensor público conta que recebeu as primeiras informações no início de 2014, e notou que eram empresas com nomes parecidos que chamavam atenção, porém na verdade se tratava de um golpe. “Recebemos uma denúncia vinda de Floriano, onde centenas de pessoas estavam sendo lesadas por motivo de um consórcio, e que já estava pelo interior do Piauí”. Ele afirma que ainda não tem números precisos, porém a cada dia recebe ligações de cidades diferentes sobre indivíduos que foram lesados. “Além do Piauí, temos informações de casos também no Pará e Maranhão”. Caso o cidadão sinta que foi lesado poderá entrar com uma ação individual nas cidades em que vivem, e também podem procurar a defensoria pública, além da ação coletiva a qual já está sendo feita. Pois as penalidades serão tanto com ações individuais, como coletivas. “Na ação coletiva civil da defensoria pública, pedimos a proibição desse tipo de prática, além de pedirmos danos morais, com ainda a devolução do dinheiro das pessoas”. E são nas regiões Norte e Nordeste que a prática leva muitas pessoas a serem enganadas. O defensor almeja que população não acredite em tudo o que vê. “Mesmo que algumas pessoas digam que estão sendo sorteadas e beneficiadas, a maioria está com prejuízos. O melhor é não entrar nessa farsa com a ideia que vai se dar bem, pois o que está sendo feito é as custas do prejuízo de muitas pessoas”, finaliza.

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Fonte: Meio Norte

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Se oferecer entrega imediata, é indício de golpe

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23/06/2014

Quais os cuidados que o consumidor deve ter quando procurar uma empresa para fazer um consórcio?

É preciso ter cuidado em qualquer tipo de negócio. Existem empresas sérias, que estão há muito tempo no mercado. Só que existem também fraudes. O consumidor deve desconfiar quando as vantagens são excessivas na comparação com outras empresas. Se um vendedor oferecer entrega do bem de forma imediata ou em poucos dias, isso é indício de golpe. No consórcio, só há duas formas de conseguir o bem, que são o sorteio e o lance. Só que o seu lance deve ser maior que o dos demais, e você não sabe quanto os outros estão oferecendo. A pessoa tem que saber para quando quer o bem. Se ela tem urgência, há outras opções, como o financiamento. Se todo mundo que procurasse o consórcio quisesse para o mesmo mês, isso tornaria o consórcio inviável.

O que o consumidor deve fazer antes de decidir participar de um consórcio?

Além de buscar referências, o consumidor deve procurar na internet se a empresa administradora está cadastrada e qual é a sua reputação. Ele também não deve se iludir pela aparência da loja. Os fraudadores, muitas vezes, apostam no visual para enganar as pessoas. Há casos que empresas são constituídas e cotas são vendidas. Só que, na verdade, a cota não passa apenas de papel, não existe, não vale nada. E essas empresas fecham as portas pouco tempo depois.

Quais as vantagens de um consórcio?

Uma das vantagens é que não tem cobrança de juros. O consumidor vai pagar uma taxa de administração, além de um seguro e um fundo de reserva. Só que a contemplação ocorre por sorteio ou lance. Assim, ele vai ter que esperar.

Como é feita a restituição do dinheiro se o consumidor decide sair do consórcio?

De duas formas. Uma é 30 dias após o encerramento do grupo. Outra é mediante sorteio. Ele para de contribuir e o dinheiro fica guardado.

Polícia do DF cumpre mandados em mineradora do Tocantins após golpe

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05/06/2014

Nesta quarta-feira (04) uma operação da Polícia Civil do Distrito Federal, que investiga a aplicação de um golpe em uma instituição bancária entre 2012 e 2013, por meio de consórcios e empréstimos fraudulentos, resultou em mandados de busca e apreensão em uma mineradora localizada na zona rural de Natividade (TO). O município fica a 218 km de Palmas. A polícia acredita que pelo menos R$ 500 mil, dos cerca de R$ 20 milhões desviados na fraude, foram investidos na empresa de mineração. Os agentes da Divisão de Operações Especiais (Deco) apreenderam três caminhões e uma máquina no local. “Alguns desses veículos estão aqui sem condições de transitar, então foi feito um auto de depósito. Eles foram apreendidos mas na sequência depositados aqui em nome do gerente que tem o dever de dizê-los, não pode dispor deles até que a instituição bancária venha buscá-los”, explicou o delegado responsável pela operação. Os policiais também cumpriram mandado de busca em uma casa, na área urbana da cidade. Conforme o delegado, era onde funcionava a contabilidade da empresa de mineração. “Havia a suspeita de que dois [suspeitos] estavam aqui, embora tivéssemos vindo para cá com o objetivo de realizar as buscas e apreensões, mas isso não aconteceu”, esclarece. O objetivo da polícia com a operação era prender seis ex-gerentes e ex-funcionários suspeitos de aplicar o golpe no banco. No entanto, apenas duas pessoas foram presas até o momento. Além deles, sete pessoas foram levadas à delegacia para prestar depoimento.