Esquema de pirâmide: Polícia recupera R$ 920 mil de quadrilha

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07/09/2017

O delegado do Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP), anunciou, nesta quarta-feira (06), a apreensão de R$ 920 mil da quadrilha que vinha sendo investigada por um esquema fraudulento de pirâmide financeira, que lesou milhares de pessoas, em todo país, e rendeu mais de R$ 200 milhões aos estelionatários. O dinheiro estava depositado na conta da sogra de um dos investigados, apontado como líder da quadrilha. Os dois estão com as prisões decretadas pela Justiça e são procurados. O Departamento de Polícia do Interior (Depin), por meio da 6ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), de Itabuna, também participa das investigações. A ação que resultou na recuperação do montante é uma continuidade da Operação Gizé, deflagrada pelos dois departamentos, em agosto deste ano, e que cumpriu 10 mandados de busca e apreensão, em Itabuna. Iniciada na Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR), de Itabuna, a investigação revelou que a quadrilha aplicava um golpe classificado como de cooptação progressiva de pessoas, a “pirâmide financeira”. Os investigados, para tanto, utilizavam uma empresa de fachada para comercializar o serviço de treinamento de pessoas em apostas esportivas. Para atrair as vítimas, a suposta empresa informava em seu site oficial e em redes sociais abertas que o percentual de lucro obtido com as realizações das apostas de seus clientes seria de 33 por cento sobre o valor investido, com pagamento semanal durante um ano, e ao final, ainda o valor principal investido de volta.

Conta Judicial

Os integrantes da quadrilha vão responder pelos crimes de estelionato, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e pichardismo, exploração fraudulenta de credulidade pública e que se diferencia do estelionato porque o número de pessoas é indeterminado. O valor recuperado foi depositado em uma conta judicial e ficará à disposição da Justiça Criminal para possível reparação dos prejuízos causados às vítimas.

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Fonte: N1Bahia

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Saiba como não cair em esquemas de pirâmides financeiras

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24/08/2017

Em época de crise, muitas pessoas buscam alternativas para garantir uma renda extra e, nesses momentos, propostas “tentadoras” prometendo dinheiro fácil, rápido e “sem sair de casa” podem surgir, como as famosas pirâmides financeiras. A Proteste, Associação de Consumidores, é contra essa prática e alerta que as pirâmides financeiras podem configurar estelionato, crime contra a Economia Popular, contra o Sistema Financeiro Nacional, Mercado de Capitais e a Ordem Econômica. Tudo começa com um convite para fazer parte de uma rede que promete remuneração acima da média de mercado em relação às muitas opções de trabalho. Em muitos casos, a apresentação desse grupo acontece em evento fechado onde são feitas propagandas pelo método de convencimento para captação de novos integrantes. Como o que movimenta a pirâmide é a adesão de participantes, para que o líder possa arrecadar dinheiro, na medida em que você leva outras pessoas ao grupo os rendimentos desses líderes aumentam, sendo que dificilmente os seus rendimentos acompanham essa proporção. Além da comissão pelo valor de suas vendas, essas pirâmides costumam cobrar uma taxa de adesão e mensalidades, razão pela qual a pessoa que convida normalmente é bastante insistente para que você entre e permaneça. Na web, é possível encontrar empresas que se apresentam como de “marketing multinível” e, garantem rendimentos rápidos, acima da média, para vendedores de produtos baratos ou serviços de pouca utilidade. Entretanto, o normal é que essas pirâmides desmoronem com o tempo, já que para isto basta que alguns integrantes abandonem a rede, deixem de pagar as mensalidades ou não consigam captar novos membros. Quando a fraude é denunciada, os líderes tendem a desaparecer ficando quase que impossível recuperar o dinheiro que você pagou para o grupo e receber suas comissões de volta. Além desse risco, a pessoa que se envolve com essas pirâmides poderá ser considerada cúmplice no negócio pela Justiça. Por isso, a fim de evitar essa armadilha, a Proteste separou dicas preciosas para que o consumidor não caia no golpe da pirâmide:

1. Desconfie de convites para encontros de empresas que não têm uma atividade muito clara. Algumas vendem um produto ou serviço barato ou de pouca utilidade. Outras nem isso fazem. Portanto, fique bem atento.

2. Aumente a cautela caso peçam uma contribuição imediata para entrar nesse grupo, duvide da insistência de pessoa que te convida. A situação fica ainda mais suspeita se prometerem remuneração alta e rápida.

3. Verifique se o grupo ou empresa que lhe fez uma proposta para vender um produto ou serviço financeiro tem registro nos órgãos competentes do seu Município e Estado. Consulte ainda se consta do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e se apresenta inscrição na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ou no Banco Central. Se não tiver, mais um sinal de risco.

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Fonte: Notícias ao Minuto

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Saiba reconhecer o golpe da pirâmide financeira

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16/08/2017

A promessa é sempre a mesma: ganhar dinheiro fácil e rápido com a venda de um produto ou serviço. Quanto mais pessoas você levar ao grupo, mais dinheiro ganhará – mas, para isso, deve pagar uma taxa de adesão e uma mensalidade. Foi o que ouviu um consultor de seguros de São Paulo quando recebeu uma proposta de amigos para vender rastreadores de veículos. “A rede fazia saltar os olhos. Via todos eles ganhando dinheiro e até carro. Entrei e levei dez amigos comigo”, conta. Na esperança de ganhar uma renda extra sem muito esforço, o consultor investiu 3 mil reais, até que o Ministério Público interrompeu a operação da empresa fictícia por crimes de estelionato e fraude – e ele saiu sem nem sequer reaver o valor investido. “Não adianta se iludir. Não existe dinheiro fácil”, diz. Golpe antigo, as pirâmides financeiras são falsas empresas que nem sempre vendem produtos ou prestam serviços. O que movimenta seus negócios é a adesão de participantes a um grupo, cuja única finalidade é arrecadar dinheiro para seus líderes. Esse tipo de operação é ilegal e pode fazer você ficar no prejuízo, mas ainda é comum e faz brilhar os olhos de muita gente em tempos de desemprego alto. “É muito difícil combater essas pirâmides, porque elas se reinventam a todo momento. Durante a crise, é ainda mais fácil acreditar na falsa promessa de ter uma renda extra informal de um jeito fácil e rápido”, explica o pesquisador Renato Araújo, da associação de consumidores Proteste. Veja também: 8 formas de ganhar uma renda extra sem ter de ser promovido

Como funciona

Tudo começa com um convite para fazer parte de uma rede que vende produtos ou serviços, para ganhar uma remuneração alta. Muitas vezes, a apresentação desse grupo acontece por meio do boca a boca, em eventos fechados, onde os líderes da rede captam novos integrantes de forma insistente. Para fazer parte do grupo, você deve pagar uma taxa de adesão e uma mensalidade. Quanto mais pessoas levar, mais dinheiro receberá em troca. Você recebe por cada integrante que conseguir captar e pelos convidados dele, daí o conceito de pirâmide. Quem está na parte de baixo trabalha para aumentar os ganhos de quem está no topo. “As pirâmides envolvem produtos ou serviços de baixo valor e de difícil entendimento, sem regras claras de remuneração, e exigem que você invista dinheiro antecipadamente. Elas não se sustentam a longo prazo, porque, para isso, precisariam envolver todas as pessoas do planeta”, explica a economista do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

Pirâmides financeiras X Marketing multinível

Muitas pirâmides financeiras ilegais se apresentam como empresas de marketing multinível. No entanto, esses grupos reais e legalizados vendem produtos com grande demanda no mercado e efetivamente úteis. Os vendedores são remunerados, sobretudo com base nas vendas, embora também possam receber uma comissão sobre a entrada de novos integrantes. Já as pirâmides garantem rendimentos rápidos e acima da média para vendedores de produtos baratos ou serviços de pouca utilidade. Além disso, cobram taxa de adesão e mensalidade para fazer parte da rede. Por isso, desconfie de negócios tentadores, mas que exigem algum pagamento antecipado. Suspeite da insistência exagerada para fazer parte de uma “equipe” e de encontros de empresas que não têm uma atividade muito clara. Vale também fazer uma busca na internet para conferir se a empresa tem Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ). “Desconfie de tudo que oferece um ganho muito vantajoso além dos ativos do mercado tradicional”, orienta a economista. É muito difícil recuperar o dinheiro que você pagou para o grupo, pois a Justiça pode considerar você cúmplice do negócio.

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Fonte: Exame

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Novas vítimas denunciam esquema de pirâmide financeira surgida na BA; suspeitos têm bens bloqueados

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14/08/2017

Nesta segunda-feira (14), novas vítimas de um suposto esquema de pirâmide financeira que pode ter lucrado cerca de R$ 200 milhões e que teve início na cidade de Itabuna, no sul da Bahia, procuraram a Polícia Civil do município para relatar as experiências que tiveram. Pessoas suspeitas de envolvimento no golpe, que ocorria por meio sites de apostas esportivas, tiveram bens bloqueados pela Justiça. A polícia não informou quantas pessoas ao todo fizeram novas denúncias nesta segunda. As pessoas que procuraram a delegacia agora, por telefone, são de estados como Amapá, Pernambuco, Paraíba, Sergipe, Minas Gerais e São Paulo. A maioria delas querendo saber o que fazer depois de ter caído no golpe. “Eu tenho dito que as pessoas podem procurar [a polícia], adotar algumas providências no âmbito cível. Quem quiser pode ajuizar algum tipo de ação cível. A nossa parte é de responsabilizar criminalmente”, afirmou o delegado que investiga o caso. Apartamentos, terrenos e até uma mansão a beira mar estão entre os bens bloqueados, a pedido da Polícia Civil. A Justiça autorizou o confisco de cerca de R$ 200 milhões dos suspeitos no esquema. O esquema teve início em Itabuna. Os suspeitos conseguiram formar uma grande rede de investidores prometendo ganho de 30% sobre os valores aplicados no negócio. Os suspeitos atraíam as vítimas com a promessa de ganhar dinheiro com apostas em jogos de futebol. O esquema foi descoberto, segundo a polícia, porque os suspeitos costumavam ostentar dinheiro e bens. As vítimas acessavam um site e criavam uma conta virtual. Por meio dessa conta, acompanhavam os lucros dos investimentos que faziam. Mas quando os investidores descobriram que não conseguiam sacar o lucro, paravam de investir. No entanto, o dinheiro aplicado já estava com os criadores do esquema. Com relação aos dois homens apontados como líderes do esquema, o delegado disse que outras medidas cautelares, como pedidos de prisão preventiva, estão sendo analisadas pela Justiça. “Tudo depende disso. Depende também da Justiça determinar ou não”, afirmou. No início do mês, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão na casa de suspeitos de envolvimento no esquema. A polícia informou que já vem investigando o caso há oito meses, mas que somente nos dois últimos meses as vítimas começaram a prestar queixa. Nos imóveis onde os mandados foram cumpridos, segundo a polícia, foram apreendidos um drone, um computador usado para armazenar informações bancárias das vítimas, além de um jet ski e uma moto de luxo.

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Fonte: G1

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Desmontado esquema fraudulento de R$ 200 milhões no sul da Bahia

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04/08/2017

Na quinta-feira (03), os Departamentos de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP) e de Polícia do Interior (Depin), da Polícia Civil, desarticularam um esquema fraudulento que lesou milhares de pessoas e rendeu mais de R$ 200 milhões aos criminosos. Uma operação foi deflagrada para cumprir 10 mandados de busca e apreensão, em Itabuna, na região sul do estado. O delegado do DCCP, informou que uma das ações ocorreu na sede de uma empresa de trader, no centro de Itabuna, e lá foram apreendidos veículos, uma moto aquática, uma motocicleta Harley-Davidson, um servidor de internet e até um drone. Iniciada na Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR), de Itabuna, a investigação revelou que a quadrilha aplicava um golpe classificado como cooptação progressiva de pessoas, a famosa “pirâmide financeira”. Os investigados, para tanto, utilizavam a empresa de fachada para comercializar o serviço de treinamento de pessoas em apostas esportivas. Para atrair as vítimas, a empresa informava em seu site oficial e em redes sociais abertas que o percentual de lucro obtido com as realizações das apostas de seus clientes seria de 33% sobre o valor investido, com pagamento semanal durante um ano, e ao final, ainda o valor principal investido de volta. Os integrantes da quadrilha vão responder pelos crimes de estelionato, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, exploração fraudulenta de credulidade pública e que se diferencia do estelionato porque o número de pessoas é indeterminado.

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Fonte: R7

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Mais de 100 pessoas alegam ter caído em falsa pirâmide de investimento em Leme

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23/07/2017

Em Leme (SP), mais de cem pessoas alegam ter caído em uma falsa pirâmide de investimento. Inconformado com essa situação, o grupo juntou provas e vai entrar com um processo no Ministério Público. A polícia da cidade abriu inquérito para apurar o caso. Uma balconista contou que perdeu R$ 16,5 mil. O dinheiro foi entregue a uma pessoa que dizia ser investidor da bolsa de valores, e prometia lucros. “A gente dava o dinheiro e depois de dois meses pegava o dobro com ele. Na primeira vez coloquei R$ 1 mil e depois no outro mês R$ 15 mil e não recebi nada de volta. Esse dinheiro faz muita falta”, disse.

Golpe

Ao todo, cerca de 130 pessoas caíram no golpe. Juntas entregaram cerca de R$ 3 milhões. A maioria não tem nenhum contrato assinado com o suposto estelionatário. A única prova que eles têm de que entregaram o dinheiro são comprovantes de depósitos bancários. Algumas vítimas venderam automóveis pensando que iriam ganhar mais dinheiro dando tudo ao suposto investidor. Um pintor acreditou na proposta, vendeu a casa, deu o dinheiro e esperava receber o rendimento da quantia. Um entalhador perdeu R$ 6 mil. Perto do prejuízo das outras pessoas, ele contou que acha até que teve sorte. “Fiquei sabendo que alguns familiares estavam fazendo e pegando dinheiro de volta no início. Por isso resolvi fazer também. Poderia ser pior, quase vendi o carro e minha esposa a moto dela”, falou. Independentemente do valor que investiram, todos querem o dinheiro de volta. “Investi R$ 5 mil com ele, na época dobrou. Então falei que queria deixar R$ 10 mil para dobrar novamente. Eu vendi até minha moto que tinha acabado de quitar. Já tentei entrar em contato, reclamar, mas ele não atende, nem responde mensagens”, contou uma maquiadora.

Outro lado

Por telefone com uma equipe de reportagem, o suspeito que não quis se identificar negou ter pego o dinheiro dos investidores. “O problema foi que cresceu demais. Mas eu nunca fui até a casa de ninguém influenciar para investir. Todos vieram me procurar porque ficaram sabendo de pessoas que tinham investido e estavam tendo lucro. Não respondo de imediato porque recebo muitas mensagens, mas tento responder o mais rápido possível”, disse.

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Fonte: G1

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Empresária do Ceará engana mais de 500 em fraude com ‘consórcio’

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10/03/2017

Na manhã desta sexta-feira (10), uma operação policial em Ubajara, no interior do Ceará, prendeu preventivamente uma comerciante suspeita de fraude em um esquema de suposto “consórcio” de motos que funcionava como “pirâmide financeira”, conforme a delegacia municipal. A empresária deixou de entregar as motos para os sorteados e também para as pessoas que concluíam os pagamentos do consórcio ao fim do prazo. A polícia, que investiga o caso como crime de estelionato, estima que cerca de 500 pessoas foram vítimas nos últimos quatro anos. O delegado responsável explica que, inicialmente, duas sócias eram responsáveis pelos trabalhos. “Elas faziam grupos do consórcio, as pessoas davam o dinheiro, e elas davam as motos. A pessoa pagava durante 48 meses. Num sorteio, se a pessoa tivesse pago apenas um mês e fosse contemplada, o restante do grupo custeava. Há uns dois anos, as sócias romperam, e o consórcio foi ficando sem grupos novos e sem dinheiro para honrar os grupos antigos”, descreve o delegado. Apesar disso, a empresária que permaneceu no esquema continuou a receber o dinheiro dos grupos mais antigos. “Mas não entregava as motos para os sorteados nem para os que concluíam o pagamento dos 48 meses”, explicou o investigador. As vítimas, que são de Ubajara e já foram ouvidas, denunciaram a fraude à polícia. A comerciante está presa em casa por questões de saúde, explicou o delegado. A mulher ainda será ouvida pela polícia. A operação também cumpriu mandados de busca e apreensão de documentos e objetos na casa da empresária e na casa da mãe dela. A polícia ainda vai fazer um levantamento dos valores dos pertences apreendidos, e que serão encaminhadas ao poder judiciário. “São objetos da loja de peça de motos que ela tem e foram encontrados na casa da mãe dela, servindo de depósito. Peças, capacetes, pneus. Ela estava enganando as pessoas, dizendo que não tinha nada dentro da loja, e estava guardando objetos na casa da mãe. Incluindo objetos de pessoas onde se constata pirâmide financeira”, afirmou o delegado.

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Fonte: G1

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