Pastor, filho, policial civil e fiel são denunciados por golpe de pirâmide financeira em Goiás

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21/05/2019

Em Caiapônia (GO), um pastor evangélico e mais três pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) pela acusação de aplicar golpes em várias pessoas por meio de um esquema conhecido como “pirâmide financeira”. Segundo as investigações, o grupo oferecia lucro na negociação de barris de petróleo mediante investimento em uma falsa empresa. O valor estimado obtido por eles é de aproximadamente R$ 500 mil. Além do pastor, G.C.R., presidente da Igreja Assembleia de Deus na cidade, também participavam do esquema, o filho dele, F.G.C., o escrivão da Polícia Civil A.F.F. e a fiel da igreja P.C.B. O advogado dos quatro denunciados, disse na manhã desta terça-feira (21), por telefone, que não vai se pronunciar, por enquanto, sobre o assunto. A igreja informou que também não ia comentar o assunto. Já a Polícia Civil disse que o escrivão foi afastado da função.

 Denúncia

A denúncia relata que o esquema foi colocado em prática em 2016 e teria enganado pessoas ao menos quatro cidades de Goiás e uma do Mato Grosso. Para participar, os interessados faziam os investimentos e pagavam ainda um valor de R$ 120 por uma “taxa de participação”. Narra o MP que o grupo dizia aos “clientes” que “as aplicações que estavam realizando eram seguras e não precisavam ter receio algum, pois os lucros seriam garantidos”. Porém, eles começaram a ser procurados por pessoas reclamando que não conseguiam resgatar o dinheiro. Inicialmente, os envolvidos alegavam que o site da empresa estaria com defeito e que os lucros seriam recebidos “brevemente”. Seguindo sem respostas, as vítimas voltavam a procurar os denunciados, que alegavam que “a empresa tinha quebrado” e não seria mais possível ressarcir o valor.

Funções

O MP salienta que o pastor e o filho pesquisaram sobre uma forma de obterem um “lucro fácil” e descobriram o negócio com os barris de petróleo. Por ser “conhecido na cidade”, conseguiu atrair várias pessoas e boa parte dos fiéis para investir na empreitada. F.G.C. teria ainda procurado os outros dois envolvidos para também participarem da situação. A eles, caberia o papel de encontrar e convencer novas pessoas a investirem no negócio. Os quatro denunciados devem responder por estelionato, associação criminosa e crime contra a economia popular.

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Fonte: G1

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Suspeito de estelionato pode ter feito duas mil vítimas

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11/07/2018

Um inquérito policial foi instaurado pela Polícia Civil de Araranguá (SC), por meio da equipe da 1ª Delegacia, para investigar as denúncias contra um homem do município que teria praticado golpes de estelionato por diversos estados do Brasil. A apuração dos fatos foi iniciada nessa terça-feira (10), com o trabalho focado na tentativa de identificar o maior número possível de vítimas que teriam caído na proposta do investigado. Até o momento há informações de que o crime teria sido registrado em pelo menos seis estados do país. “Nesse quesito, ainda não sabemos ao certo quantas vítimas existem. Informalmente foi criado um grupo de pessoas que teriam sido lesadas que conta com aproximadamente 500 membros, mas fala-se em um número maior, algo em torno de duas mil vítimas”, alerta o delegado responsável. O que a Polícia Civil tem de informações até o momento, obtidas nesse início de investigação, é que o suposto golpe era praticado pela internet, no tipo pirâmide. Segundo o delegado, o indivíduo anunciava em um site uma empresa de investimentos, em que a pessoa contribuiria com valores que poderiam chegar até a R$ 8 mil. “A promessa era que, depois de repassado o recurso, 25% dos juros seriam destinados aos investidores. A pessoa fazia o cadastro em uma plataforma online e podia acompanhar a movimentação do dinheiro. No entanto, nenhum investimento era feito e, quando as vítimas percebiam que haviam depositado e ficado sem retorno, tentavam entrar em contato com o dito investidor, que sumia”, explica. O homem anunciava que os valores seriam aplicados em bitcoins ou ações na bolsa de valores, mas não há registro nenhum de alguma movimentação financeira nesse sentido. “Ao que parece era tudo fachada, um esquema até bem organizado e que fez bastante vítimas, pelo que estamos apurando”, reforça.

Próximos passos

Durante a terça-feira (10), os policiais da 1ª Delegacia de Polícia Civil de Araranguá efetuaram buscas, na tentativa de encontrar o homem que está sendo apontado como autor dos crimes de estelionato. “No entanto, o advogado dele percebeu nossa movimentação e entrou em contato para negociar uma possível apresentação às autoridades. A conversa é para que ele se apresente até hoje, caso contrário, vai demonstrar que está fugindo e pediremos a prisão preventiva”, argumenta o delegado. Posteriormente, para a autoridade policial, a manutenção da liberdade do investigado vai depender do que será acertado entre a Polícia Civil e a defesa, se o indivíduo se propuser a amenizar os prejuízos causados às vítimas.

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Fonte: Forquilhinha Notícias

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China Prende Membros de Pirâmide Acusados de Fraude de US$ 2 Bilhões

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25/05/2018

Procuradores do governo chinês condenaram quatro suspeitos de coordenarem suposto esquema bilionário de pirâmide envolvendo criptomoedas. O resultado do julgamento foi publicado nessa quarta-feira (23) no site da Suprema Procuradoria Popular da província de Hunan, repercutido pelo site Coindesk. Aproximadamente, US$ 2 bilhões teriam sido roubado de investidores. As investigações ocorrem desde setembro do ano passado e já possuem 98 suspeitos envolvidos. O alvo das investigações são os membros da WeikaCoin, braço chinês da OneCoin, que vem sendo processada em diversos outros países na África, Ásia e Europa por suposto esquema de fraude financeira. Só na China, a empresa teria acumulado ¥15 bilhões, ou US$2 bilhões, cooptando cerca de 2 milhões de vítimas em mais de 20 províncias. Os membros da companhia considerados culpados terão de enfrentar penas de até quatro anos de prisão e ressarcimento equivalente a até US$ 783 mil. Até a publicação, US$ 266 milhões foram recuperados. A OneCoin é de propriedade da empresária Ruja Ignatova. Embora sua sede fique no Vietnã, as autoridades locais afirmam que a empresa não possui registro legal. No site da companhia, são oferecidos “pacotes” de investimento em criptomoeda com valores entre €110 e €55.555. Divulgadores da empresa acusada de pirâmide foram presos no ano passado na Itália e na Índia, sendo obrigados a devolver o dinheiro arrecadado. Na Bulgária, o Comitê Especial de Promotoria está fazendo investigações coordenadas com outros países na Europa e nas Américas em busca de suspeitos.

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Fonte: Portal do Bitcoin

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Polícia prende suspeitos de aplicar golpe do falso emprego em pelo menos 2 mil pessoas no RJ

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18/04/2018

Nesta terça-feira (18), a polícia do Rio prendeu suspeitos de pertencerem a uma quadrilha que aplicava o golpe do falso emprego. Conforme as investigações, os criminosos anunciavam as vagas pela internet, contratavam as pessoas, mas não pagavam os salários. A polícia estima que, pelo menos, 2 mil pessoas tenham sido vítimas do golpe. Para uma mulher, o sonho do emprego com carteira assinada foi sendo desfeito a cada dia em que ela encontrava outras pessoas na mesma situação. E a frustração foi a mesma de muitas outras pessoas que precisavam do empregado, mas acabaram caindo em um golpe. A tática da quadrilha era sempre a mesma, que é a “pirâmide do emprego”, onde criminosos anunciavam, através de redes sociais, vagas de trabalho nos ramos de importação e exportação que não existiam e os inscritos pagam uma taxa por isso. A polícia chegou até os suspeitos após denúncia de que eles realizavam outra palestra em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. No local foram presos dois homens e uma mulher. Um dos homens já possui 10 passagens pela polícia: estelionato, ameaça e agressão. Ele ainda debochava das vítimas por mensagens de celular. Todos irão responder também por associação criminosa. Os suspeitos negaram as acusações. A polícia encontrou na sala onde eles diversos certificados, uma pilha de falsos contratos de prestação de serviço e carteiras de trabalho, que segundo os investigadores jamais seriam devolvidas. Os agentes calculam que milhares de pessoas foram vítimas do golpe. Mais de 100 pessoas registraram queixa em uma delegacia.

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Fonte: G1

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Polícia afirma que golpe de pirâmides financeiras atingiu 103 investidores no Recife

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04/01/2018

O golpe das pirâmides financeiras investigado pela Operação Necrópole de Gizé, deflagrada nesta quinta-feira (4), no Recife, prejudicou 103 pessoas. De acordo com a Polícia Civil de Pernambuco, eram investidores de classe média alta, que aplicaram entre R$ 10 mil e R$ 50 mil. O responsável pela administração do negócio, A.F.A.J., de 41 anos, foi preso na ação policial. Segundo o chefe da Polícia Civil, o sujeito criou uma empresa apenas para controlar as pirâmides. Em um empresarial localizado em um prédio de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, alugou um andar interior para instalar uma casa de câmbio, o Bank Invest. Ele prometia rentabilidade anual de 188%, em 12 meses. Quem aplicava R$ 50 mil, após um ano sem fazer retirada, lucrava R$ 144 mil. “Quem levasse outras pessoas poderia ganhar ainda mais. Por isso, se configura a pirâmide financeira”, observa o chefe de polícia. Esta instituição atuou normalmente até setembro do ano passado. Naquele mês, o acusado encerrou os serviços do banco de investimentos e entregou todas as salas. “Foi quando começamos a receber as primeiras denúncias. Teve gente que perdeu até R$ 300 mil”, afirmou. Por determinação judicial, a partir das investigações que culminaram com a etapa da operação desta quinta, foram bloqueadas contas bancárias do responsável pela pirâmide. Elas totalizavam R$ 1 milhão. “Acredito que esse valor não será suficiente para ressarcir as perdas dos investidores”, disse o chefe da polícia.

Mecanismo

Os integrantes da pirâmide financeira investiam dinheiro em espécie. Podia ser em real ou em moeda estrangeira. As pessoas recebiam a proposta de alta rentabilidade para não retirar nenhum montante em um prazo de um ano. “Esse tipo de transação faz parte de um mercado chamado Forex. No mundo inteiro são negociados US$ 5 trilhões por dia. No Brasil, esse serviço não é regulamentado pelo Banco central. Mesmo assim, as pessoas investiam para evitar a variação cambial do mercado comercial convencional”. Além de garantir alta rentabilidade, o responsável pela pirâmide financeira informava aos investidores do Recife que tinha uma empresa no Reino Unido. “Com a informação de que tinha operadores na Inglaterra, ele tentava reforçar a credibilidade para quem procurava a empresa”, comentou.

A ação

A prisão do homem e o cumprimento de quatro mandados de prisão, nesta quinta, fazem parte da segunda etapa da Necrópole de Gizé. Sete mandados de busca e apreensão foram cumpridos em novembro do ano passado por policiais da Delegacia do Cordeiro, na Zona Oeste da capital pernambucana. Todos foram expedidos pelo Juiz da 9ª Vara Criminal da cidade. De acordo com a polícia, o grupo do suspeito é investigado por estelionato, associação criminosa, crimes contra economia popular e o consumidor, além de lavagem de dinheiro. Primeira operação de repressão qualificada de 2018, a Necrópole de Gizé teve como área de atuação o Recife.

Polícia desarticula pirâmide financeira que gerou prejuízo de R$ 5 milhões a 500 vítimas no Ceará

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08/12/2017

Foi desarticulado nesta quinta-feira (07) pela Polícia Civil, um esquema de pirâmide financeira que movimentou cerca de R$ 5 milhões de mais de 500 vítimas no município de Iguatu, na região Sul do Ceará. As vítimas investiam, no mínimo, R$ 6.750 com a promessa de lucrar 30% ao mês e mais de 300% ao ano, conforme a secretaria da Segurança Pública. No entanto, os investidores pararam de receber o dinheiro de volta e procuraram a polícia. Segundo a Secretaria, seis pessoas responsáveis pelo esquema são investigadas pelos crimes de associação criminosa, estelionato e lavagem de dinheiro. Durante uma operação, nomeada “Pirâmide”, a Polícia Civil apreendeu sete veículos, quatro carros, duas motos e um reboque. A Delegacia Regional de Iguatu recebeu várias denúncias de pessoas que foram atraídas a investir na empresa. O pagamento do valor e o recebimento dos lucros eram feitos por meio de dinheiro em espécie, diretamente com os responsáveis pela pirâmide. Durante as investigações, que duraram três meses, a polícia constatou que os lucros não eram verdadeiros. “Estima-se que mais de 500 pessoas tenham participado desse negócio e que mais de cinco milhões de reais tenham sido movimentados pelos líderes do esquema”, informou a Secretaria da Segurança.

Bloqueio de bens

Diante das provas, a polícia solicitou junto ao Poder Judiciário as medidas cautelares para que as vítimas sejam ressarcidas e os investigados respondam criminalmente. A Justiça decretou o bloqueio dos bens móveis e imóveis e a hipoteca legal de duas casas, além de outras medidas cautelares, com a finalidade de assegurar que os investigados possam ressarcir todo o prejuízo causado às vítimas. Os veículos apreendidos foram encaminhados para um depósito do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e ficarão à disposição da Justiça para um possível leilão. Os imóveis hipotecados também servirão para garantir o ressarcimento das vítimas. Se condenados, os investigados pegar até 20 anos de prisão, conforme a Secretaria. A identificação dos suspeitos não foi divulgada.

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Fonte: G1

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Empresa americana é denunciada por golpe em dezenas de pessoas no Ceará

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29/09/2017

Uma suposta empresa americana foi denunciada por golpe em dezenas de pessoas em Fortaleza e no interior do Estado. Segundo o delegado titular da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF), a unidade já registrou mais de 50 Boletins de Ocorrência (B.Os) sobre o caso. As denúncias começaram há cerca de 20 dias. As pessoas contaram que foram lesadas por uma empresa chamada iMouvin. Para atrair as vítimas, os representantes da empresa faziam palestras em auditórios em Fortaleza, Maracanaú e Russas, prometendo um investimento com altíssimo retorno financeiro. Para participar, as pessoas deveriam pagar mil dólares, que seriam R$ 3.180 quando convertidos atualmente, para abrir uma conta. Os representantes da empresa falavam para as vítimas que em seis meses os investidores teriam 100% de retorno do valor e poderiam sacar as quantias em dinheiro ou através de uma moeda virtual chamada bitcoin. Porém, passaram a dificultar os saques, até informarem que estavam encerrando as atividades. Segundo o titular da DDF, a investigação, que está em andamento, apontou para uma espécie de pirâmide financeira. Foi aberto um inquérito por estelionato, mas os responsáveis pelos golpes podem responder também por lavagem de dinheiro, entre outros crimes. Em entrevista, o procurador do  Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), explicou que o crime de pirâmide financeira indica “necessidade de trazer outras pessoas para obter lucro”. “Na pirâmide financeira não existe a venda de um produto real que sustente o negócio, ou seja, a comercialização de produtos ou serviços tem pouca importância para a sua manutenção”, disse. O procurador esclarece que toda pirâmide no início dá um pouco de rentabilidade para alguns, deixando-os esperançosos a ponto de reinvestir o que acabaram de ganhar.

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Fonte: O Povo

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