Suspeitos de aplicar golpe da lista telefônica são detidos em SP

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31/07/2014

Oito suspeitos de pertencerem a uma quadrilha de estelionatários que aplicava o golpe da lista telefônica foram presos na quarta-feira (30). De acordo com a polícia, eles montaram uma central telefônica na Zona Leste da capital paulista para oferecer anúncios de graça. Com os dados do anunciante, eles criavam cobranças falsas e extorquiam o dinheiro das vítimas. Do escritório da quadrilha, em Guaianazes, eles faziam as ligações para empresas oferecendo anúncios em listas telefônicas e garantiam que o serviço era gratuito. “Várias vítimas do Brasil inteiro contavam a mesma história. Eles narravam que foram enganados pela Portal Web e que assinaram um contrato após serem enganados. Eles afirmavam categoricamente que não havia custo”, disse o delegado responsável pelo caso. No entanto, na cobrança, em letras minúsculas, estava escrito: 12 parcelas de R$ 898. Se a empresa não pagasse, os golpistas ligavam se passando por representantes de um cartório de protestos. “A multa rescisória equivale a 40% desse valor total. Dá um valor de R$ 4.310”, dizia uma atendente durante uma ligação telefônica. Entre os detidos, estavam um homem e uma mulher que são apontados como chefes da quadrilha. Conforme a polícia, 300 empresas foram lesadas. Os presos irão responder pelos crimes de associação criminosa, estelionato e extorsão.

Golpes populares ainda fazem vítimas no Paraná

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10/12/2013

A imaginação do estelionatário vai longe quando o objetivo é levar vantagem sobre alguém. No Norte do Paraná, os golpistas estão utilizando o nome da polícia e até de religiosos para tirar dinheiro das pessoas. Apesar de antigos, golpes, porém populares, como o do bilhete premiado, da tampinha e do pacote, também seguem pegando desavisados em municípios menores. Em Bom Sucesso, um falso benzimento gerou prejuízo – duas correntes de ouro e R$ 2 mil a uma aposentada, segundo a Polícia Militar. Mototaxistas foram vítimas em novembro de um golpe de falsas encomendas junto à Polícia Militar, em Londrina. “Fica bem claro que o nome e endereço do batalhão, bem como sua credibilidade, foram utilizados para golpe”, afirma, em nota, o capitão. O delegado chefe da 17ª Subdivisão Policial de Apucarana, observa que as antigas “pegadinhas” continuam colando. Ele cita o golpe do “paco”, registrado há poucos dias em São João do Ivaí. A vítima encontrou um pacote deixado propositalmente na rua e teve a impressão de que se tratava de uma grande quantia de dinheiro. O golpista se aproximou, afirmando ser o dono do pacote e prometeu uma gratificação. Pediu, contudo, que a vítima desse uma garantia em dinheiro até sacar o valor prometido. Para o delegado, crimes como este e o do falso bilhete premiado, também ocorrido em Apucarana e Jandaia do Sul, poderiam ser evitados com bom senso. Desconfiar de oportunidades fáceis de ganhar dinheiro é o primeiro passo para evitar cair em golpes, recomenda o delegado adjunto da Delegacia de Estelionatos e Desvio de Cargas do Paraná. “Estamos com um inquérito, para se ter uma ideia, de mais de duas mil páginas, de um golpe de R$ 1,5 milhão, em que uma funcionária cuidava das contas da família e raspou todo o tacho”, relata o delegado adjunto. A pena prevista para o crime de estelionato é de 1 a 5 anos de reclusão, mas, segundo o delegado adjunto da Delegacia de Estelionatos e Desvio de Cargas de Curitiba, é comum que haja conversão para prestação de serviços à comunidade. “O problema é que alguns seguem com os golpes”, pontua. A reincidência, ocorre porque, em geral, o perfil do estelionatário é o de uma pessoa que não tem remorsos.

Veja outros tipos de golpes ainda aplicados por vigaristas no interior do estado:

Falso sequestro

Pessoa liga para vítima simulando ter sequestrado alguém da família, dá informações sobre a vítima e exige depósitos em dinheiro;

Bilhete premiado

Golpista se passa por pessoa desinformada, que não sabe trocar prêmio ganho na loteria e que deseja vender o bilhete;

Mensagem de celular

Vítima recebe SMS em nome de uma emissora de televisão, sobre um suposto prêmio. A condição para recebê-lo é fazer um depósito;

Recadastramento de cartão

Alguém telefona para a vítima, dizendo ser do banco onde ela tem conta. O golpista insiste para que seja informada a senha do cartão;

Lista telefônica

Suposta empresa entra em contato com comerciantes e diz que ele deve assinar um contrato para que o nome de seu estabelecimento conste na lista telefônica. Documento enviado é uma autorização para débito em conta;

Máquina de fazer dinheiro

Estelionatário simula a produção de notas em uma máquina, deixando três cédulas verdadeiras na saída do aparelho. A vítima confere junto ao banco a veracidade do dinheiro e compra a máquina, que, na verdade, não produz nada.

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Fonte: Milenium

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Golpe da lista telefônica volta a perturbar em Garça

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03/08/2013

A Associação Comercial e Industrial de Garça (Acig), está orientando a cidade sobre o golpe de publicidade em lista telefônica. Nesta semana dois comerciantes entraram em contato com a Acig para saber mais sobre o golpe. O golpe consiste no seguinte: a empresa vítima recebe um contato por parte de uma empresa editora de listas telefônicas (às vezes se apresentam como empresas de publicidade ou como filiadas de companhias telefônicas). No contato, muito gentil e prestativo, são solicitados dados supostamente para atualização de informações para a tal lista telefônica ou para outras finalidades, sempre deixando entender ou falando abertamente que se trata de algo gratuito ou sem custos adicionais além da conta do telefone. Frequentemente eles pedem também alguma informação particular de quem atender (números de documentos), supostamente por razões de segurança e confiabilidade das informações fornecidas. Em alternativa eles pedem para enviar as tais informações por fax ou preenchendo e retornando um formulário que eles enviam também por fax. Neste caso frequentemente também solicitam que alguém assine para confirmar as informações. Depois de algum tempo chegará uma fatura da tal empresa, ou de outra parecida, cobrando um valor (normalmente entre R$ 500,00 e R$ 1500,00 muitas vezes parcelados). No caso da empresa garcense, foram 12 parcelas de R$ 300,00, totalizando (R$ 3.600,00) para inclusão dos dados em alguma lista telefônica ou para anúncios ou publicidades. Em alternativa, de posse de um exemplar da assinatura, serão forjados documentos supostamente enviados por fax autorizando a tal publicação nas listas telefônicas com consequente cobrança. O golpe da lista ou golpe da lista telefônica é uma tentativa de extorquir dinheiro de uma empresa ou profissional sob a falsa alegação de que se trata de um anúncio em lista telefônica. Reúna o maior número possível de documentos enviados pela empresa golpista: fax, contratos, boletos, etc, e procure as autoridades competentes.

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Fonte: Jornal Comarca

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Delegado relata os 10 golpes mais comuns e dá dicas de como fugir deles

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20/06/2013

Tendo sido vítima de uma tentativa de estelionato, nesta terça-feira (18), quando um grupo de criminosos aplicou, sem sucesso, o famoso golpe do falso sequestro, uma vítima verificou que a situação acontece repetidas vezes e que, na maioria delas, os falsos sequestradores – mas ainda assim criminosos – se dão bem. No caso, os homens ligaram para seu celular e fingiram estar com sua filha. A ‘menina’, por sua vez, gritava e pedia por socorro. Após fazer algumas perguntas e ouvir a exigência de R$ 10 mil em dinheiro, o homem lembrou que tinha um código com a filha e perguntou: “Filha, de quem você é?” Ao passo que, obviamente como não era sua filha, a ‘menina’ não soube responder. O homem, revelou que sabia da farsa e os estelionatários desligaram o telefone. Um delegado adjunto da Delegacia de Estelionato e Desvio de Cargas de Curitiba propôs enumerar o ranking dos 10 crimes de estelionato mais frequentes. A décima posição foi ocupada pelo crime que os golpistas tentaram aplicar no homem citado anteriormente, o do Falso Sequestro. O delegado afirmou que a ideia de combinar uma espécie de código é muito boa e que há, ainda, outras formas de descobrir se trata-se de um sequestro falso. Na nona posição foi citado o Golpe da mensagem premiada. Muitas pessoas recebem mensagem de texto no celular a respeito de concursos de televisão. No corpo do texto, há um código e um número de telefone para a vítima ligar. Na realidade são pessoas que estão dentro de presídios. Ainda segundo o delegado, a ganância é sempre o fator decisivo para que alguém caia em um golpe. “O estelionato pressupõe um prejuízo e a ganância. A maioria dos golpes está na ganância. Não existe barbada. Existe você trabalhar e ganhar o seu salário!” O número 8 da lista foi ocupado pelo Golpe da Lista Telefônica. Neste crime, pessoas ligam para empresas e oferecem serviços. A ligação geralmente não chega aos ouvidos dos proprietários, os funcionários realizam depósitos e somente depois percebem que tratava-se de um golpe. O Golpe do Mecânico em Viagem ocupa a sétima posição. Nele, o criminoso descobre que algum familiar está viajando, liga e avisa que a pessoa está em apuros na estrada. Ele pede, então, uma quantia em dinheiro para arrumar o carro, ou dar algum auxílio. Depois que a pessoa deposita, ela percebe que não era nada disso e que foi roubada. O lugar de número 6 é ocupado pelo Golpe do Mecânico. Segundo o delegado, o homem passava com o seu veículo e, com bolinhas de gude, escolhia sua vítima – geralmente uma pessoa idosa -, e jogava as bolinhas. Os objetos, ao bater no veículo, faziam um barulho que dava a impressão de que algo mais grave havia acontecido. O criminoso, neste momento, aparecia. “Por sorte, naquele momento, estava passando um mecânico”, e ele se oferecia para socorrer. Geralmente o estelionatário já tinha a nota pronta em seu veículo e falava que precisava da quantia em dinheiro para comprar os equipamentos. Entre uma colocação e outra, o delegado afirma que uma pessoa que comete um crime de estelionato não fica muito tempo atrás das grades. “O crime de estelionato é maravilhoso para se cometer, porque a pena é tão pequena, que compensa para o criminoso.” Neste caso das bolinhas de gude, por exemplo, havia mais de vinte vítimas depondo. Mesmo assim, o criminoso permaneceu apenas dois dias preso. “A pena prevista é de 1 a 5 anos, mas geralmente não fica tudo isso.” O quinto caso citado é o Golpe do Pinguim ou da Tampinha. Um quarteto age em 3 ou 4 pessoas, faz um bolinho de gente, e esconde uma bolinha embaixo de tampinhas. Um dos golpistas é o primeiro a apostar e, todas as vezes que tenta, ele ganha. As vítimas, que observam a situação, acreditam que têm chance e tentam adivinhar. Obviamente que elas não contam com a mesma ‘sorte’ do golpista. “Você não vai ganhar. Você pode ganhar a primeira vez e eles vão tirar todo o seu dinheiro!” O golpe de número 4, relatado pelo delegado, é o do Cartão Preso. Neste caso a atenção é para caixas eletrônicos. “No momento em que você está no banco e seu cartão fica preso, chega alguém dizendo que pode te ajudar. Nunca aceite a ajuda! O golpista vai dizer que vai chamar o pessoal da agência, e passa um telefone para você ligar na hora. Na verdade vai dar direto a um golpista.” O delegado faz um alerta: “O banco nunca exige a sua senha. Nunca dê a sua senha, nem por telefone, nem por e-mail, nem por mensagem de texto, nem por escrito. Se você der a sua senha a alguém, já deixa de ser senha, de ser secreto.” Acaba que no final destes casos, o golpista pede a senha para cancelar seu cartão, mas você chega em casa e percebe que sua conta está zerada. O Golpe da Arara, é enumerado em terceiro lugar. Nele, pessoas que têm documentos furtados, devem fazer o Boletim de Ocorrências imediatamente. Estes estelionatários, de posse de um grande número de RGs e CPFs, conseguem criar empresas diversas. “Eles apenas trocam a fotografia do dono do documento pela deles e conseguem, facilmente, abrir contas em bancos.” O caso de número 2 é o famoso e conhecido Golpe do Bilhete Premiado. Segundo o delegado, ele é o mais conhecido. “Nós falamos quase todos os dias, alertamos sobre este golpe, que tem mais de 50 anos.” De acordo com ele, senhoras idosas são as mais suscetíveis a caírem. Sempre quem é o principal alvo são senhoras idosas acima dos 65 anos de idade ou mais. As mulheres viúvas são carentes e têm mais chances de acreditarem nos golpistas. Este golpe geralmente é executado utilizando concursos do tipo “Mega Sena”, em que é mostrado à vítima um comprovante dos números sorteados – que pode ser verdadeiro ou falso – e um falso bilhete com aposta nos mesmos números. É pedido à vítima, na sequência, o saque de uma quantia em dinheiro para que ela possa retirar o prêmio. O valor será entregue ao golpista em troca de um bilhete que, na realidade, não tem valor. O caso de número 1 relatado pelo delegado , é um muito comum nos dias de hoje. O problema do Golpe da Pirâmide tem feito milhares de vítimas em todo o Brasil. Ele está sendo chamado de Marketing Multinível, uma forma de mascarar a verdadeira procedência. “Não existe aplicação financeira no mercado que pague 400% ao ano.” Segundo o delegado, diversas empresas estão arrecadando milhões de reais através do investimento  - que é entre R$ 300 e R$ 3,5 mil – de pessoas que são iludidas e convencidas de que ganharão muito dinheiro. Além do montante, a elas é prometido um pacote de prêmios, que inclui carros e relógios importados. “Isto é uma bomba relógio que vai explodir. Só não sabemos como!” “Façamos este alerta à população: Marketing Multinível, em que você investe pouco dinheiro e tem a promessa de ganhar muito, não existe! Se fosse assim, estaria todo mundo ganhando rios de dinheiro. O Brasil estaria fazendo pirâmides e ninguém trabalharia mais”, conclui o delegado.

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Fonte: Rádio B2

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Golpe da pirâmide ainda faz muitas vítimas

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03/06/2013

Ganhar dinheiro fácil pode ser o sonho da maioria das pessoas. A proposta é tentadora: depositar R$ 5 em seis contas diferentes – estes R$ 30 trariam um ganho de R$ 900 mil. É o que propõe um e-mail que circula na internet. O esquema é conhecido como golpe da pirâmide e traz benefícios a poucos, com contrapartida de prejuízo para a maioria dos que participam. Com depoimentos, comprovantes de depósito e números de celulares, os golpistas tentam convencer que é realmente um bom negócio. De acordo com o delegado da Delegacia de Estelionato de Desvio de Carga, a promessa é falsa. Dois nomes e telefones são informados no golpe. O golpe da pirâmide é antigo -  o mais antigo data de 1920, organizado por um imigrante italiano que morava nos Estados Unidos. O golpe da pirâmide se enquadra como estelionato, no qual o bandido induz ou mantém a pessoa em erro para se beneficiar. São inúmeros os golpes e os criminosos são talentosos na hora de preparar estratégias para enganar alguém. Segundo o delegado, por dia as delegacias de Curitiba e região metropolitana registram cerca de 50 casos de estelionato. Entre os golpes mais conhecidos, segundo o delegado, está o do bilhete premiado. “Um golpista se passa por uma pessoa sem conhecimento e pede instruções para a vítima, que tenta ajudá-lo a achar endereço por causa do bilhete. Nisso o golpista esperto propõe dividir o prêmio com a vítima, dando o golpe naquele que precisava de ajuda”, explica o delegado. Nisso, a vítima saca ou transfere o dinheiro no banco, sem que nenhum dos golpistas entre, por causa das câmeras. Outro golpe comum, conta o delegado é o do paco. Neste caso, um golpista derruba um pacote de dinheiro, em que só a nota da frente é verdadeira. A vítima devolve o pacote e outro golpista chega e diz que também viu a cena. O primeiro estelionatário oferece uma recompensa aos dois, mas pede uma garantia à vítima, então os dois somem. São diversos os golpes aplicados pelos estelionatários. “Tem o golpe do chupa-cabra, da lista telefônica, do cheque clonado, do seguro”, revela o delegado. “Os golpistas também são muito envolventes e mexem com o psicológico, dando atenção especial para as pessoas e se passando por amigos”, comenta. Para evitar cair na lábia de golpistas, o delegado sugere tomar cuidado ao informar dados pessoais; não passar senhas de banco para ninguém; fazer o boletim de ocorrência ao perder documentos; tomar cuidado ao fazer compras na internet, optando por sites confiáveis. A pena prevista por estelionato é de um a cinco anos de prisão.

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Fonte: Paraná Online

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‘Golpe da lista telefônica’ ainda faz vítimas em Nova Mutum

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24/05/2013

Desde 2011 a Associação Comercial e Empresarial de Nova Mutum e Câmara de Dirigentes Lojistas (Acenm/CDL) tem alertado os empresários para um golpe comum em todo o Brasil, que já fez muitas vítimas no município. Esta semana a entidade foi comunicada por empresários locais da ocorrência de novos casos do famoso “golpe da lista telefônica” em Nova Mutum. Diante disso, a Acenm/CDL reforça o alerta a todo o empresariado para que instruam seus funcionários e assim evitem cair na fraude. O golpe mais comum é aplicado da seguinte maneira: um funcionário da empresa atende o telefone e, do outro lado da linha, alguém solicita a confirmação de dados da empresa para “atualização da lista telefônica”. Mas qual lista? Muitas vezes não existe lista. Contudo, dias após a ligação a empresa recebe uma correspondência com uma notificação de cobrança em valores que podem chegar a R$ 1,5 mil. Esse é um famoso golpe de estelionato que tem prejudicado empresários de todo o país já há alguns anos. Pelo telefone, os golpistas dizem a funcionários que precisam apenas atualizar os dados da empresa, como CNPJ e Razão Social. O caso relatado acima tem sido o mais corriqueiro em Nova Mutum, mas o “golpe da lista telefônica” também é aplicado de diversas outras maneiras.

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Fonte: Clic Hoje

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Polícia prende cinco mulheres em Campinas acusadas do ‘golpe da lista’

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13/03/2013

Cinco mulheres foram presas durante uma ação da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), na tarde desta quarta-feira (13), suspeitas de aplicarem o “golpe da lista telefônica”, em Campinas (SP). Segundo a polícia, a quadrilha, que atuava em todo o país, fazia as ligações de um salão comercial no Parque Industrial. As investigações ocorrem há pelo menos três meses. As mulheres ligavam para comerciantes e fazia uma proposta publicitária. Em troca dos valores cobrados, por meio de um depósito em uma conta corrente, a pessoa teria anúncios em listas telefônicas. Segundo a DIG, outros alvos da quadrilha eram paróquias e igrejas. Nesses casos, a cobrança era referente a livros adquiridos. Na sala comercial, a polícia encontrou linhas telefônicas, além de agendas, telefones, computadores e contatos de empresas e pessoas que caíram no golpe. Duas das mulheres já foram presas pelo mesmo crime, há seis meses, mas foram soltas porque pagaram fiança. A quadrilha foi levada para a cadeia feminina de Paulínia (SP).

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Fonte: G1

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