Polícia Civil desarticula grupo que usava nomes de mortos para aplicar golpe e recupera 30 toneladas de mercadorias

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15/02/2018

Nesta quinta-feira (15), a Polícia Civil de Pirapozinho prendeu dois indivíduos pelo crime de estelionato. As investigações tiveram início após uma empresa da cidade ser vítima do golpe conhecido como “arara” e teve o desfecho com a operação policial realizada em Birigui (SP), onde haveria uma entrega de mercadorias. A ação ainda resultou na recuperação de 30 mil quilos de mercadorias. Conforme a corporação, os integrantes da associação criminosa utilizavam-se de falsa identidade, de empresas fictícias e nomes de pessoas falecidas para a prática do crime de estelionato conhecido como “arara”. A equipe composta por nove policiais civis, após monitoramento, prendeu em flagrante dois dos principais integrantes do grupo, que seriam receptadores, pela utilização de documentos falsos e associação criminosa. Um terceiro também foi detido. No decorrer das investigações, os policiais descobriram mais de dez empresas “laranjas” e apreenderam grande quantidade de documentação, além de dinheiro, celulares e carros. Durante a operação, a carga da empresa vítima de Pirapozinho, um total de 30 mil quilos, entre leite e ração bovina, foi totalmente recuperada e os policiais continuam em investigação na tentativa de localizar mercadorias de uma vítima do Estado de Minas Gerais.

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Fonte: G1

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Polícia desarticula quadrilha suspeita de golpe no Litoral Norte do RS

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30/01/2017

Um esquema de estelionato e falsificação durante uma operação em Capão da Canoa, na Região Central do Rio Grande do Sul, foi desarticulado pela Polícia Civil na manhã desta segunda-feira (30). Uma quadrilha é suspeita de simular uma empresa de distribuição para tomar empréstimos bancários e fazer compras de fornecedores, sem pagar aos credores. Conforme a polícia, a prática é conhecida como “golpe da arara”. Os criminosos montam uma falsa empresa, tomam empréstimos bancários e fazem compras de fornecedores. Depois, deixam de pagar e, como usam documentos falsos, não são localizados pelos credores. A operação foi realizada no galpão da falsa empresa, onde foram apreendidos bens que haviam sido adquiridos de fornecedores. Dois funcionários foram levados pela polícia para prestar depoimento. A empresa organizada pelo grupo criminoso tinha como proprietário, conforme os documentos falsificados, um morador de rua que está preso desde 2015 em Arroio dos Ratos. Até o início da tarde, a polícia ainda contabilizava a mercadoria que havia sido comprada pela falsa empresa. O delegado responsável pela operação estima que o valor chegue a R$ 500 mil. Parte dos produtos será devolvida aos fornecedores prejudicados pelo golpe. No entanto, as compras que tiverem sido pagas de forma integral seguirão com o grupo suspeito. A prática do golpe também pode ajudar a encobrir a procedência de mercadorias roubadas. “Essas empresas araras também são utilizadas para esquentar cargas roubadas, mediante a emissão de nota fiscal, dando uma roupagem de legalidade a esses produtos subtraídos, facilitando a sua recolocação no mercado”, relata o diretor da Divisão de Investigação Criminal.

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Fonte: G1

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Operação apreende material adquirido em esquema de estelionato

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25/07/2014

Na manhã desta sexta-feira (25) foram apreendidos 2,5 mil metros quadrados de piso intertravado de concreto. O material foi adquirido através de um esquema de estelionato que lesou empresários da região metropolitana e serra gaúcha. A mercadoria estava em uma empresa de Cachoeirinha. De acordo com o comissário da polícia de Nova Santa Rita, os pisos estavam avaliados em R$ 90 mil. Foram comprados de três empresas, de Bento Gonçalves, Gravataí e Porto Alegre, segundo o comissário. O material era adquirido através de uma empresa criada para fazer a compra das mercadorias, sem efetuar os pagamentos, golpe conhecido como “arara”. Em seguida, tudo era revendido para as empresas. Esta é a segunda etapa da operação, que no último sábado recolheu mais de 600 tubos de concreto, avaliados em R$ 600 mil, e pertenciam a empresas de Canoas, Nova Santa Rita, São Leopoldo, Portão e Garibaldi. Durante a próxima semana os donos da empresa investigada pelo golpe devem ser ouvidos na próxima semana na Delegacia de Nova Santa Rita, que investiga o caso.

Civil combate estelionatários em Ribeirão do Pinhal

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10/12/2013

Policiais Civis de Ribeirão do Pinhal deflagraram na manhã desta terça-feira, dia dez, a operação Corsários que investiga crime de estelionato conhecido como “Golpe da Arara”. Por meio dessa modalidade de fraude, pessoas se valem de “laranjas” para montar negócios, ludibriam fornecedores e, quando conseguem crédito, desaparecem com todos os produtos do estoque, os vendem e ficam com o lucro, deixando de pagar fornecedores. Segundo a polícia, uma denúncia noticiou que um morador de Ribeirão do Pinhal, teria envolvimento com golpes desse gênero ocorridos em Araucária/Paraná e Campinas/SP e que parte da mercadoria estaria estocada em sua casa. O delegado já contatou a Delegacia de Araucária que confirmou ocorrência deste tipo de golpe.

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Fonte: NP Diário

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Delegado relata os 10 golpes mais comuns e dá dicas de como fugir deles

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20/06/2013

Tendo sido vítima de uma tentativa de estelionato, nesta terça-feira (18), quando um grupo de criminosos aplicou, sem sucesso, o famoso golpe do falso sequestro, uma vítima verificou que a situação acontece repetidas vezes e que, na maioria delas, os falsos sequestradores – mas ainda assim criminosos – se dão bem. No caso, os homens ligaram para seu celular e fingiram estar com sua filha. A ‘menina’, por sua vez, gritava e pedia por socorro. Após fazer algumas perguntas e ouvir a exigência de R$ 10 mil em dinheiro, o homem lembrou que tinha um código com a filha e perguntou: “Filha, de quem você é?” Ao passo que, obviamente como não era sua filha, a ‘menina’ não soube responder. O homem, revelou que sabia da farsa e os estelionatários desligaram o telefone. Um delegado adjunto da Delegacia de Estelionato e Desvio de Cargas de Curitiba propôs enumerar o ranking dos 10 crimes de estelionato mais frequentes. A décima posição foi ocupada pelo crime que os golpistas tentaram aplicar no homem citado anteriormente, o do Falso Sequestro. O delegado afirmou que a ideia de combinar uma espécie de código é muito boa e que há, ainda, outras formas de descobrir se trata-se de um sequestro falso. Na nona posição foi citado o Golpe da mensagem premiada. Muitas pessoas recebem mensagem de texto no celular a respeito de concursos de televisão. No corpo do texto, há um código e um número de telefone para a vítima ligar. Na realidade são pessoas que estão dentro de presídios. Ainda segundo o delegado, a ganância é sempre o fator decisivo para que alguém caia em um golpe. “O estelionato pressupõe um prejuízo e a ganância. A maioria dos golpes está na ganância. Não existe barbada. Existe você trabalhar e ganhar o seu salário!” O número 8 da lista foi ocupado pelo Golpe da Lista Telefônica. Neste crime, pessoas ligam para empresas e oferecem serviços. A ligação geralmente não chega aos ouvidos dos proprietários, os funcionários realizam depósitos e somente depois percebem que tratava-se de um golpe. O Golpe do Mecânico em Viagem ocupa a sétima posição. Nele, o criminoso descobre que algum familiar está viajando, liga e avisa que a pessoa está em apuros na estrada. Ele pede, então, uma quantia em dinheiro para arrumar o carro, ou dar algum auxílio. Depois que a pessoa deposita, ela percebe que não era nada disso e que foi roubada. O lugar de número 6 é ocupado pelo Golpe do Mecânico. Segundo o delegado, o homem passava com o seu veículo e, com bolinhas de gude, escolhia sua vítima – geralmente uma pessoa idosa -, e jogava as bolinhas. Os objetos, ao bater no veículo, faziam um barulho que dava a impressão de que algo mais grave havia acontecido. O criminoso, neste momento, aparecia. “Por sorte, naquele momento, estava passando um mecânico”, e ele se oferecia para socorrer. Geralmente o estelionatário já tinha a nota pronta em seu veículo e falava que precisava da quantia em dinheiro para comprar os equipamentos. Entre uma colocação e outra, o delegado afirma que uma pessoa que comete um crime de estelionato não fica muito tempo atrás das grades. “O crime de estelionato é maravilhoso para se cometer, porque a pena é tão pequena, que compensa para o criminoso.” Neste caso das bolinhas de gude, por exemplo, havia mais de vinte vítimas depondo. Mesmo assim, o criminoso permaneceu apenas dois dias preso. “A pena prevista é de 1 a 5 anos, mas geralmente não fica tudo isso.” O quinto caso citado é o Golpe do Pinguim ou da Tampinha. Um quarteto age em 3 ou 4 pessoas, faz um bolinho de gente, e esconde uma bolinha embaixo de tampinhas. Um dos golpistas é o primeiro a apostar e, todas as vezes que tenta, ele ganha. As vítimas, que observam a situação, acreditam que têm chance e tentam adivinhar. Obviamente que elas não contam com a mesma ‘sorte’ do golpista. “Você não vai ganhar. Você pode ganhar a primeira vez e eles vão tirar todo o seu dinheiro!” O golpe de número 4, relatado pelo delegado, é o do Cartão Preso. Neste caso a atenção é para caixas eletrônicos. “No momento em que você está no banco e seu cartão fica preso, chega alguém dizendo que pode te ajudar. Nunca aceite a ajuda! O golpista vai dizer que vai chamar o pessoal da agência, e passa um telefone para você ligar na hora. Na verdade vai dar direto a um golpista.” O delegado faz um alerta: “O banco nunca exige a sua senha. Nunca dê a sua senha, nem por telefone, nem por e-mail, nem por mensagem de texto, nem por escrito. Se você der a sua senha a alguém, já deixa de ser senha, de ser secreto.” Acaba que no final destes casos, o golpista pede a senha para cancelar seu cartão, mas você chega em casa e percebe que sua conta está zerada. O Golpe da Arara, é enumerado em terceiro lugar. Nele, pessoas que têm documentos furtados, devem fazer o Boletim de Ocorrências imediatamente. Estes estelionatários, de posse de um grande número de RGs e CPFs, conseguem criar empresas diversas. “Eles apenas trocam a fotografia do dono do documento pela deles e conseguem, facilmente, abrir contas em bancos.” O caso de número 2 é o famoso e conhecido Golpe do Bilhete Premiado. Segundo o delegado, ele é o mais conhecido. “Nós falamos quase todos os dias, alertamos sobre este golpe, que tem mais de 50 anos.” De acordo com ele, senhoras idosas são as mais suscetíveis a caírem. Sempre quem é o principal alvo são senhoras idosas acima dos 65 anos de idade ou mais. As mulheres viúvas são carentes e têm mais chances de acreditarem nos golpistas. Este golpe geralmente é executado utilizando concursos do tipo “Mega Sena”, em que é mostrado à vítima um comprovante dos números sorteados – que pode ser verdadeiro ou falso – e um falso bilhete com aposta nos mesmos números. É pedido à vítima, na sequência, o saque de uma quantia em dinheiro para que ela possa retirar o prêmio. O valor será entregue ao golpista em troca de um bilhete que, na realidade, não tem valor. O caso de número 1 relatado pelo delegado , é um muito comum nos dias de hoje. O problema do Golpe da Pirâmide tem feito milhares de vítimas em todo o Brasil. Ele está sendo chamado de Marketing Multinível, uma forma de mascarar a verdadeira procedência. “Não existe aplicação financeira no mercado que pague 400% ao ano.” Segundo o delegado, diversas empresas estão arrecadando milhões de reais através do investimento  - que é entre R$ 300 e R$ 3,5 mil – de pessoas que são iludidas e convencidas de que ganharão muito dinheiro. Além do montante, a elas é prometido um pacote de prêmios, que inclui carros e relógios importados. “Isto é uma bomba relógio que vai explodir. Só não sabemos como!” “Façamos este alerta à população: Marketing Multinível, em que você investe pouco dinheiro e tem a promessa de ganhar muito, não existe! Se fosse assim, estaria todo mundo ganhando rios de dinheiro. O Brasil estaria fazendo pirâmides e ninguém trabalharia mais”, conclui o delegado.

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Fonte: Rádio B2

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