Fraudes no INSS geram rombo de R$ 5 bilhões aos cofres públicos em 15 anos

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31/08/2017

As fraudes no INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) provocaram um prejuízo de R$ 5,01 bilhões aos cofres públicos nos últimos 15 anos. Esses desvios foram identificados e levaram à prisão de 2.729 pessoas envolvidas nas fraudes. Entre os suspeitos detidos estavam 416 servidores do próprio instituto. A tarefa de investigar as fraudes no INSS é da Coinp (Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária), órgão da Secretaria de Previdência Social que atua em conjunto com a Polícia Federal, o Ministério Público Federal, INSS, Tribunal de Contas da União e a Advocacia-Geral da União. Em média, a força-tarefa faz 5,5 operações de investigação de fraudes na concessão de benefícios do INSS por mês. Essas apurações resultam, em média, em quatro suspeitos presos todos os meses por participação em crimes contra o instituto. Em entrevista, o secretário de Previdência Social explicou que é possível identificar uma mudança no perfil das fraudes e uma ação efetiva do governo no combate às irregularidades.

— Não há mais aquela situação de fraudes bilionárias de difícil recuperação. Hoje as ocorrências são regionalizadas e focadas em grupos específicos de benefícios, que geralmente não dependem da comprovação de um período longo de vínculo contributivo. De positivo, temos que o combate está mais eficiente e consegue detectar a tipologia das fraudes, que evoluiu ao longo do tempo.

Desde janeiro, já foram feitas 44 operações e flagrantes de fraudes. Um levantamento da Secretaria de Previdência apontou que, se não fossem descobertas, as concessões fraudulentas de 2017 representariam uma despesa total de R$ 153,5 milhões. O estudo considera o valor acumulado mensalmente da fraude, considerando a expectativa média de vida do segurado.

— O cancelamento dos benefícios e a prisão dos suspeitos de fraude é um processo contínuo. Assim como existe o aprimoramento dos procedimentos de concessão, também há a evolução dos métodos dos fraudadores. Também são respeitados, amplamente, o direito de defesa dos suspeitos.

Outro foco de trabalho da secretaria é a recuperação dos valores desviados.

— Não é um procedimento fácil, [porque] existem várias etapas processuais e a outra parte pode recorrer. Queremos envolver ainda mais a Advocacia-Geral da União para que os cofres públicos sejam ressarcidos.

Golpes comuns

Nem sempre o alvo principal dos golpistas é a concessão de um benefício irregular. A Secretária de Previdência Social identificou um aumento nas reclamações de segurados dizendo que receberam ligações da Previdência, relata o secretário.

— O INSS não liga para ninguém. As informações e orientações são dadas pela central de atendimento 135. Lá o segurado encontra todas as informações oficiais. Além disso, todos os serviços do INSS são gratuitos.

A abordagem dos fraudadores costuma acontecer da seguinte forma: os criminosos entram em contato, por telefone, com segurados e se identificam como integrantes do CNP (Conselho Nacional de Previdência). Depois, oferecem algum tipo de benefício. Afirmam que o aposentado ou pensionista teria direito a receber valores atrasados, geralmente, grandes quantias de dinheiro. Na sequência, pedem que entrem em contato com eles por meio de um número de telefone. Quando o cidadão faz a ligação, os fraudadores pedem que informem dados pessoais e solicitam o depósito de determinada quantia em uma conta bancária, para liberar um pagamento que não existe. A subsecretária de Gestão da Previdência orienta para não cair no golpe.

— A principal dica é não se deixar levar pela conversa dos golpistas. Algumas vezes eles também dizem que são da auditoria do INSS e que há um valor alto para resgatar. Esse tipo de ligação nunca é do INSS. O atendimento é feito na rede de agências e pelo 135 apenas.

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Fonte: R7

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PF cumpre mandados em Campinas para combater esquema de fraudes na Previdência

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29/08/2017

A Polícia Federal cumpre, na manhã desta terça-feira (29) em Campinas (SP), mandados de busca, apreensão e condução coercitiva, para combater um esquema de fraudes na Previdência. A operação, em conjunto com o Ministério Público Federal e a Secretaria da Previdência, teve dois anos de investigação e tem o objetivo de desarticular um grupo que falsificava documentos sobre vínculos de trabalho para aplicar golpes. O objetivo do esquema era, através dessas informações e documentos falsos, conseguir fraudar a Previdência Social. Durante a apuração, a Polícia Federal verificou que o grupo obteve, desde 2012, benefícios de prestação continuada e também de seguro desemprego. A operação foi batizada de “Emprego Inseguro”, em referência ao vínculo falso de trabalho. Ao todo, foram cumpridos sete mandados de condução coercitiva e três de busca e apreensão, todos em Campinas. Até a publicação, não há informação de presos e nem do material que foi recolhido. Os investigados vão responder pelos crimes de estelionato, associação criminosa, falsificação de documento e uso de documento falso. Segundo a Polícia Federal, o esquema transmitia informações falsas de vínculos de empregos feitas por meio do Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência (GFIP). Os mandados foram cumpridos em dois escritórios de advocacia de Campinas. A suspeita é de que eles estejam envolvidos nas fraudes de documentos. Foram apreendidos documentos e computadores nesta terça-feira. Ainda de acordo com a investigação, existe ainda a suspeita de envolvimento de outras pessoas, entre eles peritos do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).

A origem

Segundo a Polícia Federal, a investigação começou em 2015, quando um empresário recebeu um aviso de que uma funcionária havia entrado com um pedido de aposentadoria por invalidez. No entanto, a mulher nunca havia trabalhado no estabelecimento. O homem então acionou a polícia, que começou a investigar. Depois disso, foi constatado que a quadrilha usava informações de laranjas para entrar com pedidos de aposentadoria, seguro saúde, seguro desemprego, entre outros, para conseguir o dinheiro da Previdência.

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Fonte: G1

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Saques efetuados em fraudes devem ser ressarcidos pelo banco

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14/08/2017

Apesar dos sistemas de segurança adotados pelas agências bancárias, como a implantação de leitores biométricos e agentes de segurança dentro dos estabelecimentos, os crimes contra os usuários ainda acontecem.  Dentre os principais estão as fraudes, roubos e até saques forçados, quando assaltantes obrigam o cidadão a sacar dinheiro no banco. Diante disso, um advogado diz que em algumas situações o banco é obrigado a indenizar ou ressarcir os prejuízos do cliente. “Em situações de fraude e roubo sem que o cliente tenha fornecido a senha a alguém, a devolução do dinheiro deve ser feita pelo banco. Outra situação que o banco é responsabilizado é no caso de roubo ou assaltos em estacionamentos mantidos pela instituição bancária”, explica. O advogado acrescenta que a relação entre bancos e usuários é de consumo de um serviço. Por isso, o direito dos usuários também é garantido pelo Código de Defesa do Consumidor. Desse modo, as instituições financeiras também estão submetidas às normas do Código, e devem reparar quaisquer danos causados no exercício de suas atividades. Segundo as normas do Código, as instituições financeiras possuem o dever legal de garantir a segurança e a integridade física de todos aqueles que utilizam de seus serviços, sejam eles correntistas ou não, em quaisquer das dependências de seu estabelecimento. Assim, em razão de sua atividade, e do risco inerente que dela decorre, os estabelecimentos bancários devem seguir as regras de segurança estabelecidas pelo Banco Central, e em caso de assalto, sua responsabilidade em indenizar o(s) cliente(s) envolvido(s) não pode ser afastada. A fim de atender as normas de segurança estabelecidas pelo Banco Central, as agências possuem guardas dentro dos estabelecimentos financeiros. Contudo, o Código de Defesa do Consumidor desta que a presença de seguranças não isenta os estabelecimentos da obrigação de indenização. A Lei Federal que rege a segurança nos bancos é nº 7.102/83. Nos termos dessa legislação, todos os estabelecimentos bancários (agências e postos de atendimento) são obrigados a submeter à Polícia Federal um plano de segurança para que possam funcionar. Esse plano de segurança é elaborado por equipes técnicas e profissionais que analisam todas as características de cada ponto de atendimento – tais como localização, fluxo de pessoas, layout da agência, etc. Aprovado o plano, são instalados todos os equipamentos de segurança e mobiliário da agência, como os caixas, os caixas eletrônicos, o posicionamento das câmeras de segurança, dos vigilantes, as portas de segurança, a depender do caso, etc. Observando-se o que é exigido pela lei, cada instituição determina os padrões de segurança de acordo com as características de sua rede de agências.

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Fonte: Capital Teresina

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Fraudes no e-commerce impulsionam a procura por soluções com certificação de segurança

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10/08/2017

Se proteger de ataques de hackers e vazamentos de informações tornou-se um dos maiores desafios do varejo online. Nos últimos dias, uma lista com mais de 360 logins e senhas de usuários de grandes marcas de e-commerce do Brasil supostamente foi divulgada na internet por um site de armazenamento e compartilhamento de textos. Diante de situações como essa, cresce a procura por soluções inteligentes que defendam as lojas virtuais e seus consumidores de fraudes. De acordo com o chefe de uma empresa brasileira de cloud commerce, há alguns cuidados básicos que os usuários podem ter para se proteger. “Muitos consumidores acabam usando as mesmas senhas em todos os sites onde possuem contas. Essa prática não é recomendável, pois se uma dessas plataformas tiver um problema de segurança, o usuário fica vulnerável em todas as outras” explica. Uma dica importante para o varejista é conhecer o panorama de segurança do mercado online e se antecipar aos ataques, com soluções eficientes como softwares, programas e plataformas de outsourcing de tecnologia. Além disso, é recomendado criptografar os dados confidenciais dos clientes com TLS e o SSL, protocolos de segurança da comunicação que tornam impossível a leitura e podem ser desembaralhados dentro do servidor com posse da chave privada gerada pelo sistema. Uma das formas mais comuns de golpe no comércio virtual é o phishing. O nome faz referência à palavra em inglês para pescaria. Nessa modalidade de fraude, o hacker joga uma isca no formato de mensagem de correio eletrônico, com alguma promoção ou indicação de necessidade de recadastramento, levando a uma página que imita o site original e solicita login e senha. “Dessa maneira, o próprio usuário entrega seus dados voluntariamente e o hacker armazena essas informações. Depois dessa etapa, geralmente a página exibe uma mensagem de erro e redireciona o usuário à página original. Dessa forma, a vítima nem percebe o golpe”, diz o especialista.

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Fonte: E-commerce Brasil

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Falso sequestro, estelionato, falsa promoção e e-mails falsos: confira as dicas para não cair nestes golpes

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21/07/2017

Em Vilhena (RO), segundo a polícia, nos primeiros 15 dias de julho, foram registrados dez golpes de estelionato e fraude, a cerca de 700 quilômetros de Porto Velho. Um delegado da Polícia Civil conversou com a reportagem e fez recomendações para que a população evite cair em golpes. Os principais golpes aplicados são o do falso sequestro; parente em viagem que quebrou o carro e liga pedindo dinheiro; promoções que dão prêmios, se fizer um depósito antes; e-mails de bancos com ameaçadas de colocar o nome em protesto; e-mails de órgãos como a receita federal fazendo ameaças; e-mails dizendo que têm mensagens de mídias sociais arquivadas. Um dos casos registrados no município é o de uma mulher de 53 anos que perdeu cerca de R$ 22 mil após conhecer um casal, durante uma troca de um veículo. A vítima alega que fez transferência para a conta do casal, mas não recebeu o veículo. Além disso, no boletim, afirma ainda que furtaram um celular dela. Segundo o delegado, a questão financeira influencia muito na decisão. “Quando se trata de dinheiro, quase todo mundo acaba caindo nesses golpes. É uma questão cultural e a atual situação de crise que o país vive colabora para isso”, declara. É importante que, nos casos em que as pessoas recebem as ligações, evitem citar nomes e dar mais informações pessoais e familiares. “Mantenha a calma, respire e raciocine antes de repassar ou acatar qualquer orientação”, diz o delegado. Confira abaixo como acontece alguns dos casos mais comuns:

Falso Sequestro

Como funciona: O telefone toca e uma voz, que pode ser de homem ou de mulher, fingindo choro, que diz que foi sequestrado. O suposto sequestrador sempre pede uma quantia em dinheiro ou recargas para telefone celular.

“Nestes casos a melhor opção, em primeiro lugar é se acalmar, analisar a situação. Depois desligar o telefone, entrar em contato com a pessoa que supostamente está refém. Sequestradores não pedem pouco dinheiro ou recarga de celulares”, conta o delegado.

Parente em viagem que quebrou o carro e liga pedindo dinheiro

Como funciona: O telefone toca e uma voz, que pode ser de homem ou de mulher, alega ser um parente, que está em viagem e o veículo quebrou, pedindo dinheiro.

“Nessa situação faça o máximo perguntas e o mais importante, não saia dizendo os nomes de parentes, desligue o telefone e tente conversar com outros parentes para saber mais detalhes”, explica.

Promoções que dão prêmios, se fizer um depósito antes

Como funciona: Através de chamadas telefônicas, mensagens em aplicativos de celular e SMS. O golpe consiste em afirmar que a vítima ganhou uma quantia em dinheiro, mas que para receber, deve depositar outra quantia em alguma conta.

“Pense que nenhum dinheiro vem fácil. No caso, se ganhou determinada quantia, por quê tem que depositar outra para receber? Isso já mostra que é golpe”, conta o delegado.

E-mails de bancos e órgãos federais

Como funciona: A mensagem vem na caixa de entrada, geralmente como o Título: ‘Intimação Para Comparecimento Em Audiência (19289)’ ou ‘Sua conta do banco será bloqueada’.

Pode-se observar que o e-mail é bem convincente e aparenta ser real. O que entrega o golpe é que quase todos órgãos federais possuem e-mails corporativos com o final @gov., diferente do mostrado no campo destacado em vermelho. Caso a pessoa tiver alguma pendência com tais órgãos, as intimações não serão entregues desta maneira. No site do MPF, por exemplo, no rodapé da página há a mensagem abaixo:

A lei citada no e-mail, Art. 6◦, da Lei 8.078/90, é sobre o código de defesa do consumidor, que no inciso IV diz que “a proteção contra a publicidade enganosa e abusiva, métodos comerciais coercitivos ou desleais, bem como contra práticas e cláusulas abusivas ou impostas no fornecimento de produtos e serviços” são direitos básicos do consumidor.

Em tempos que a tecnologia se torna cada vez mais presente no cotidiano, é bom recordar que há inúmeros tipos de golpe e a cada dia, novos golpes aparecem. “Caso ocorra essas atividades, o cidadão pode recorrer a Polícia Civil”, finaliza o delegado.

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Fonte: G1

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Jovem aplica golpe e gasta 9 mil reais em compras pela internet com cartão da vítima

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21/07/2017

Uma mulher teve um prejuízo de 9 mil reais em um golpe de estelionato cometido por um jovem de 17 anos há mais de seis meses. O menor se aproveitou da confiança que tinha da vítima de 44 anos de idade e realizou inúmeras compras pela internet com seu cartão de crédito. O rapaz foi apreendido e encaminhado à delegacia de João Pinheiro na tarde desta terça-feira (18). Conforme o relato da vítima para a Polícia Militar, em junho ela recebeu um telefonema para confirmar a aquisição de um Iphone 7. Ela estranhou e negou ao atendente que havia feito tal compra pela internet. A mulher decidiu, então, consultar a operadora do seu cartão de crédito e reparou que estavam ocorrendo em dois cartões de crédito de sua empresa várias compras em diversas lojas, como celulares, perfumes, além de recargas de celular, assinatura da Netflix e Itunes. As compras haviam começado em novembro do ano passado e os valores já tinham superado os 9 mil reais. Desconfiada do menor, a vítima investigou e chegou a conclusão de que ele seria suspeito das fraudes, por ele ter acesso à sua casa e ser de inteira confiança. Ao procurar o jovem na sua casa, ele confessou as fraudes diante de parentes e devolveu os produtos que havia comprado com o cartão da mulher. A vítima aguarda agora a possibilidade de devolver os produtos e ser ressarcida dos valores gastos e ainda teme por mais gastos do futuro, pois as faturas de junho e julho não tinham sido fechadas ainda. O menor foi apreendido e encaminhado à delegacia de polícia da cidade.

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Fonte: Patos Agora

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Confira dicas para não ser enganado por boleto falso

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12/07/2017

As compras online são cada vez mais parte da vida do brasileiro. O setor não para de crescer. Após fechar 2016 com R$44,4 bilhões de faturamento, a previsão é que o varejo eletrônico cresça 12% em 2017, faturando quase R$50 bilhões. É preciso ficar atento para não cair em ciladas na hora de comprar pela internet, especialmente no caso dos boletos bancários, segundo meio de pagamento favorito do brasileiro, atrás apenas dos cartões de crédito, e um dos principais alvos dos criminosos. Segundo a Febraban, os golpes em boletos somaram mais de R$380 milhões em 2016. Neste ano, novas regras de registro dos boletos devem dificultar as fraudes, mas, como as mudanças serão graduais, abordando primeiro documentos de alto valor (acima de R$50 mil), algumas orientações foram reunidas para ajudar o consumidor a pagar suas contas de forma segura:

Fique atento aos números do boleto

Pagar boletos tornou-se algo corriqueiro, feito sempre com pressa. Entretanto, uma leitura atenta do documento pode prevenir muitas fraudes, já que a grande maioria contém diversos erros, inclusive nos dígitos verificadores, que ficam no topo do boleto. Uma das formas de identificar uma fraude por meio da sequência de números é ficar atento ao código da instituição bancária emissora, que aparece à direita do logo do banco e nos primeiros três dígitos da linha digitável. Caso os dois números não sejam iguais ou o código não seja o mesmo do banco emissor, o boleto foi falsificado. Outra informação presente nesse código é o valor a ser pago. Os dez últimos dígitos indicam sempre o valor do documento, sem descontos. Logo, se o valor da conta for R$350,00, os últimos dígitos serão 0000035000. Se algum desses dados não bater, não pague o boleto e procure orientação da empresa fornecedora do serviço a ser pago e do banco.

Tome cuidado com a internet

Muitos brasileiros têm seus computadores infectados por vírus sem saber; 5% de todos os PCs que acessam o Internet Banking são infectados. Isso significa que mais de 2,5 milhões de computadores fizeram download de arquivos maliciosos. Um dos principais vírus é da família Banker, que altera o código de barras dos boletos como uma forma de desviar os pagamentos. Como o golpe não altera a data e o valor do documento, costuma passar desapercebido. Para não cair nessa cilada, é crucial estar sempre com um antivírus instalado em sua máquina, além de ter navegadores e aplicativos, como o Java e Flash, atualizados. Além disso, evite gerar boletos em computadores e redes Wi-Fi públicas, uma vez que o risco de invasão e ataque de hackers nesse ambiente é sempre muito maior.

Seja sempre desconfiado

Nos últimos tempos, tem se tornado cada vez mais comum o envio de boletos falsos pelo correio. Golpes de contas de cartão crédito, e até de IPVA, já são conhecidos do brasileiro. Mas o perigo também existe com arquivos enviados por e-mail. Ao receber mensagens com anexos, links e outros dados suspeitos, faça questão de entrar em contato com o remetente da mensagem e checar se as informações recebidas são verdadeiras. Por último, sempre mantenha cópias dos boletos pagos, sejam eles impressos ou online. No caso de ser vítima de algum golpe, os documentos serão necessários para a abertura de boletim de ocorrência.

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Fonte: A Crítica

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