Duas pessoas são presas por estelionato em Sergipe

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23/07/2019

Nesta terça-feira (23), a Secretaria de Segurança Pública (SSP) de Sergipe (SE) informou a prisão de duas pessoas suspeitas de estelionato. Os mandados foram cumpridos pela Delegacia de Defraudações e Crimes Cibernéticos (DDCC) entre a sexta-feira (19) e a segunda-feira (22).

A primeira a ser presa foi uma mulher, investigada desde 2018. Ela foi detida em cumprimento a um mandado de prisão definitiva decorrente de estelionato, uso de documentação falsa e associação criminosa. A outra prisão foi preventiva e contra um empresário e administrador de empresas. Ele estava sendo investigado pela prática de fraudes, como a abertura de empresas em nome de ‘laranjas’ para a obtenção de empréstimos superiores a R$ 250 mil. O suspeito também foi indiciado pela utilização de documentos falsos para a contratação de serviços, obtenção de crédito e alugueis de imóveis. Até o momento, foram identificadas dez vítimas, entre pessoas físicas e jurídicas.

Na residência do suspeito foram encontrados documentos falsos, em nome dele e de outras pessoas, além de carimbos em nome de médicos.

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Fonte: G1

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Proprietários fraudam B.O. de roubo de celular para receber seguro

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23/07/2019

A Polícia Civil divulgou nesta terça-feira (23) que pelo menos três pessoas vão responder por fraudes relativas ao seguro de aparelhos celulares em Alagoas (AL). Essas pessoas foram identificadas após registrarem Boletins de Ocorrência (B.O.) de roubo dos aparelhos com o intuito somente de receberem o seguro.

Segundo o delegado titular da Delegacia Especializada de Roubos da Capital (DERC), os extratos telefônicos dessas pessoas mostram que os celulares nunca deixaram de ser utilizados pelas supostas vítimas, nem foram casos em que o aparelho é roubado e recuperado imediatamente.

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Fonte: TNH1

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Tentativas de fraudes em vendas de imóveis em Petrolina estão sendo investigadas

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08/07/2019

Indícios de fraudes em vendas de imóveis em Petrolina (PE) estão sendo investigados pela Polícia Civil, prefeitura e o Cartório de Imóveis da cidade. Em nota enviada à imprensa, a prefeitura explicou que as fraudes consistem na apresentação de documentos falsos para lançamento do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). Segundo a prefeitura, para tentar coibir esse tipo de crime, a Secretaria Municipal da Fazenda firmou parceria com cartórios da cidade para adotar critérios mais rigorosos a fim de verificar a autenticidade dos documentos e proceder com o lançamento dos impostos com maior segurança.

Em virtude das tentativas de fraudes, os cartórios estão sem emitir certidões de propriedade para bairros como Dom Avelar, Antônio Cassimiro, Parque Cassimiro, Lagoa Seca e Thereza Cristina. A apresentação de documentos falsos implica em infração penal com pena de reclusão de 2 a 6 anos e multa.

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Fonte: G1

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Mais de 2,3 mil casos de estelionato foram registrados em MT entre janeiro e abril deste ano

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25/06/2019

O estado de Mato Grosso registrou 2.312 casos de estelionato no primeiro quadrimestre deste ano. O dado se manteve parecido com o mesmo período do ano passado, quando foram contabilizados 2.311 registros. Os dados são da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal (Ceac) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) e abrange todas as modalidades praticadas do crime, dentre elas, internet e telefone. O Código Penal Brasileiro define estelionato como crime contra o patrimônio com o objetivo de obter vantagem ilícita em prejuízo alheio. Em 2018 foram registrados em Mato Grosso 6.578 casos de estelionato. Já no mesmo período de 2017 foram 6.390 ocorrências. Uma prática que tem lesado algumas pessoas é a fraude mediante clonagem do aplicativo de mensagens WhatsApp. Neste modelo, o suspeito se utiliza da rede de contatos da vítima e pede que quantias em dinheiro sejam transferidas na conta de uma terceira pessoa. Por se tratar de um contato conhecido da vítima, a mesma repassa valor e só depois descobre que caiu em um golpe. Um analista de tecnologia explica que a clonagem não é uma prática nova, mas tem vitimado muitas pessoas por falta de adoção de medidas primárias.

Orientações

 O delegado chefe da Gerência de Crimes de Alta Tecnologia (Gecat), orienta que em caso de clonagem do celular, a vítima deve imediatamente registrar um boletim de ocorrência e na sequência avisar seus contatos e familiares sobre a fraude, e bloquear o chip junto à operadora de telefonia. Se o criminoso tiver conseguido habilitar a verificação em duas etapas, reinstale novamente o aplicativo e digite erroneamente códigos sucessivos até bloquear a conta. Outro passo importante, após ter a conta do aplicativo WhatsApp invadida por um criminoso, é encaminhar um e-mail para support@whatsapp.com, em português mesmo, solicitando o bloqueio da conta. No corpo da mensagem, o usuário deve colocar o código do país. A empresa vai desativar a conta do aplicativo, que somente poderá ser utilizada em sete dias.

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Fonte: G1

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Servidora pública é afastada por suspeita de ficar com valores de taxas de emissão de RG em Lauro Müller

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20/06/2019

Uma servidora pública de Lauro Müller, no Sul catarinense, foi afastada da prefeitura por suspeita de ficar com o dinheiro da emissão de taxas de serviço de carteiras de identidade. A medida foi tomada após a Operação Minos, deflagrada pela Polícia Civil na quarta-feira (19). Segundo a Polícia Civil, a mulher tem 42 anos e estava cedida para a função de emissão de documentos, já que na cidade não há Instituto Geral de Perícias (IGP). Ela trabalhava no cargo desde março de 2019. Entre as fraudes suspeitas, moradores assinavam uma declaração de hipossuficiência para não pagar a emissão do documento de Registro Geral (RG), sem saber o teor do documento assinado. Com isso, ela cobrava as taxas de serviço e se apropriava do valor. Ela também é suspeita de usar boletins de ocorrência de perda de documento de maiores de 60 anos, para gerar a isenção de taxa no Sistema Integrado de Segurança Pública. Mesmo assim, cobrava das pessoas o valor do serviço. Conforme o delegado responsável, a servidora segue afastada nesta quinta-feira (20), proibida de frequentar a administração municipal e de entrar em contato com as pessoas que fizeram identidade com servidora. O nome dela não foi divulgado. A Polícia Civil enquadrou a mulher em peculato e inserção de dados falsos em sistema público. Foi cumprido mandado de busca e apreensão na casa dela.

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Fonte: G1

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Acre é o quinto estado com maior número de golpes em compras online, aponta estudo

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10/06/2019

As fraudes contra consumidores do Acre que utilizam a internet para fazer compras, cresceram. Segundo o Mapa da Fraude, realizado por uma empresa especializada em segurança de e-commerce, no ano de 2018, a cada R$ 100 gastos em compras online, R$ 5,68 foi por algum tipo de tentativa de fraude, o que coloca o estado como o quinto mais atacado por fraudadores. O levantamento aponta ainda que os segmentos que mais sofreram tentativas de fraudes no ano passado foram compras de celulares, games, bebidas, eletrônico e informática. Em comparação a 2017, os produtos são os mesmos, a diferença é que no ano anterior as tentativas de fraudes cresceram. No setor de celulares, 4,66 % e no setor de eletrônicos, 4,29 %.

Dados nacionais

A média do Brasil é de R$ 3,53 a cada R$ 100 em compras, o que representa um aumento de quase 9% em relação ao ano anterior. De acordo com o estudo, não só o Acre teve esse aumento, mas a região Norte foi a mais atacada, e a cada R$ 100 em compras no e-commerce, R$ 5,43 foram tentativas de fraude. O percentual é 54% maior que a média nacional. Confira a matéria completa no link abaixo.

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Fonte: G1

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Mulher é presa após adquirir R$ 220 mil em fraudes com o seguro DPVAT

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16/05/2019

Uma mulher de 41 anos está presa preventivamente por receber R$ 220 mil em fraudes no seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT). A suspeita entrou com pelo menos 16 pedidos de indenizações por invalidez permanente. Nesta quinta-feira (16), agentes da Delegacia de Luziânia também cumpriram quatro mandados de busca e apreensão. Segundo o delegado responsável, a acusada é investigada há 10 meses, quando uma seguradora, a responsável pelo repasse financeiro do DPVAT, realizou um boletim de ocorrência na unidade policial. “Notou-se que, nos últimos anos, houve um crescimento significativo nos pedidos por estas indenizações. A partir disso, apurou-se internamente os casos, o que levou até os pedidos dessa mulher”, explica. A suspeita, formada em direito, fraudava todos os documentos necessários para a entrada dos pedidos de indenização, como ficou comprovado na apuração do caso. Ela realizava assessoria jurídica para advogados em Luziânia e, assim, tinha acesso aos materiais necessários. A mulher falsificou diversos documentos públicos, como boletins de ocorrência das Polícia Civil de Goiás e Distrito Federal; laudos do Instituto Médico Legal (GO e DF);  ocorrência do Corpo de Bombeiros de Goiás; relatórios médicos do Hospital de Base e do Hospital Municipal de Luziânia. Ela também fraudou documentos particulares dos falsos acidentados, como comprovantes de residência. Desse modo, ela dava entrada no pedido de seguro no valor máximo de R$13,5 mil pela debilidade permanente.

Os únicos dados verdadeiros utilizados pela golpista eram das supostas vítimas dos acidentes, que não sabiam dos golpes. “A acusada tem uma empresa de eventos, localizada na cidade de Luziânia, por onde passa vários prestadores de serviços como garçons, cozinheiros e seguranças. Aproveitando o vínculo de trabalho, a investigada obtinha cópia dos documentos pessoais dessas pessoas, alegando que seria para registro de carteira de trabalho”, esclarece o delegado. Após a mulher ganhar a confiança destes trabalhadores, ela inventava uma história para ganhar acesso às contas das vítimas. “Como o seguro só é recebido na conta da própria vítima, ela tinha que conseguir estes dados. Ela afirmava que ia receber dinheiro de devedores, mas que estava com a conta bancária bloqueada. Assim, ela obtinha o cartão e senha dos funcionários”, acrescenta. Doze empregados tiveram os dados usados nos golpes e, quatro, foram informações de familiares da acusada, sendo dois filhos, um cunhado e um genro. Os alvos das buscas desta quinta-feira (16) foram a casa e empresa da mulher, além da residência de parentes. Policiais apreenderam diversos documentos, três notebooks, um computador e um celular. Os objetos serão encaminhados para a perícia da Polícia Civil.

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