Bolha do bitcoin estimula fraudes com moedas digitais

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27/11/2017

O mercado de bitcoins, a moeda digital mais famosa, cresceu quase 10 vezes em volume de negócios no espaço de um ano. Se em 2016 as agências que negociam a criptomoeda no mercado (as chamadas ‘exchanges’) negociaram cerca de R$ 360 milhões da moeda digital que mais circula no mundo, só este ano estima-se que o valor ultrapasse os R$ 3,6 bilhões, segundo dados do site Bitvalor.com. Tamanho volume, porém, não atrai somente pessoas com boas intenções. São cada vez mais comuns casos de agências encerrando operações e aplicando golpes em investidores ou erros graves envolvendo bitcoins ou moedas similares, que fazem com que os mais desavisados, de olho numa valorização 10 vezes em um ano possam perder bastante dinheiro. O assunto é tão sério que levou até o Banco Central a emitir, no último dia 16, um comunicado alertando para o fato de que as moedas digitais “não têm garantia de conversão para moedas soberanas” e de que o risco fica todo com os detentores. “Seu valor decorre exclusivamente da confiança conferida pelos indivíduos ao seu emissor”, diz o alerta.

Precauções

Mas isso não quer dizer que seja um mercado a ser evitado. Segundo especialistas, há uma série de precauções que podem e devem ser tomadas antes de investir nesse mercado que só tende a crescer. Para um sócio-advisor da Foxbit, um mercado com uma filosofia tão diferente deve ser encarado com uma mentalidade totalmente nova. “Ter conhecimento em bitcoins é o mais importante para entrar nesse nicho. Sem o conhecimento da segurança, dos backups e dos riscos envolvidos fica muito fácil perder dinheiro”, avisa, dizendo que os interessados podem estudar o assunto por conta própria mesmo, através de sites, livros e comunidades nas redes sociais. Há também vários cursos que podem ajudar. A primeira coisa que um iniciante deve procurar saber é o funcionamento básico da moeda e do seu armazenamento. Para ter um ideia, existem atualmente perto de mil moedas digitais.

Erros mais comuns

  • Não saber de quem está comprando é o principal

Os compradores de moedas digitais devem escolher exchanges (as corretoras) que estejam no topo do ranking de volume de transações. Ter muitos usuários minimiza os riscos. Outro aspecto é procurar ler notícias sobre a corretora, se já teve histórico de problemas ou se o mercado levanta alguma suspeita. Há também as lojas da moeda, que têm preços fixos, e ainda a compra direta de outro proprietário, a chamada P2P. Esse método, porém, exige bem mais cuidado e confiança no vendedor.

  • Não entender que as moedas digitais são voláteis

Um bom planejamento financeiro antes de investir em bitcoins ou outras moedas digitais é necessário, principalmente para o caso de desvalorização. Muitas pessoas, movidas pela expectativa de lucro fácil, investem o que não deveria estar em risco e ficam sem fôlego financeiro para esperar uma recuperação do mercado.

  • Não entender as tecnologias envolvidas

É preciso conhecer bem cada ferramenta de armazenamento ou, no caso de armazenar com terceiros, escolher uma empresa de confiança. Deixar as criptomoedas na empresa onde elas são compradas costuma ser um péssimo hábito. Há casos, inclusive no Japão e na Europa, em que invasões de hackers, golpes internos ou até mesmo sanções das autoridades causam prejuízos milionários aos clientes. Dependendo do nível de conhecimento do usuário, deixar as moedas em uma boa exchange pode ser mais seguro do que manter as moedas em seu computador, caso as medidas de segurança ideais não sejam tomadas.

  • Armazenar as criptomoedas de forma inadequada

Invasões de hackers, roubo do computador onde o código foi armazenado ou mesmo do papel com o código (a paper wallet) podem fazer o investidor perder todas suas criptomoedas. Nesses casos, o ideal é ter múltiplas soluções. Backup, senha forte da carteira e uma paper wallet bem guardada estão entre elas.

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Fonte: Gazeta do Povo

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Dono de concessionária no DF é suspeito de usar dados de clientes para financiar carros

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14/11/2017

A Polícia Civil do Distrito Federal está em busca de um homem, de 41 anos, suspeito de financiar carros com o nome de outras pessoas. Ele é apontado como dono de uma concessionária de seminovos e teria dado o golpe em potenciais compradores – cerca de 20 vítimas registraram ocorrência. A polícia estima que, ao menos, R$ 1 milhão tenha sido movimentado com o esquema. “Ele não só agia como vendedor ou proprietário de loja de automóveis, mas há ocorrências dando conta de que ele agia de forma autônoma, oferecendo veículos e trabalhando no ramo de compra e venda, sempre lesando terceiros de boa fé”, disse o delegado-chefe da 19ª DP. A mãe de uma das vítimas disse que o nome do filho foi usado em 2011, quando fez uma proposta de compra de um carro usado. Na ocasião, ele não chegou a dar entrada, mesmo assim, os dados dele acabaram sendo usados. Seis anos depois, ele foi surpreendido com um débito de cerca de R$ 90 mil na conta e uma cobrança extrajudicial para apreensão de bens. “Meses depois, [meu filho] recebeu uma cobrança. Foi até o banco, chegou lá disse que tinha sido vítima de um golpe, mas ficou por isso mesmo. Porque o banco disse que já tinha tomado as providências. “Ele perdeu a oportunidade de ter um apartamento devido a esse débito”, disse a mãe.

Outras fraudes

Segundo a Polícia Civil, o suspeito também praticava outras fraudes, como a troca e locação de carros roubados, além da venda de veículos com documentos falsos. “Chegava a fazer trocas, oferecendo aos interessados veículos com restrições de roubo, furto e até oriundos de fraudes como veículos que eram locados em locadoras de automóveis até fora do DF”, explicou o delegado. “A documentação era adulterada e esses veículos eram trocados ou vendidos para terceiros.” Se for encontrado, o homem deve responder por estelionato. A polícia também investiga a participação de pessoas ligadas a cartórios, órgãos públicos e instituições financeiras no esquema. Caso seja confirmado o envolvimento, o suspeito também responderá por associação criminosa, cuja pena varia de 3 a 8 anos de prisão em regime fechado.

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Fonte: G1

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Nove são presos em operação contra fraudes na emissão de CNHs em SC

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24/10/2017

Foi deflagrada pela Polícia Civil, nesta terça-feira (24), uma operação contra fraudes na emissão de Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs) em Balneário Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina. Nove suspeitos foram presos temporariamente, entre elas os donos e funcionários de duas autoescolas de Tijucas e Itapema. Além dos mandados de prisão, 65 policiais cumpriram 21 mandados de condução coercitiva, quando uma pessoa é levada para depor, e 32 de busca e apreensão em 12 cidades de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Candidatos reprovadas em outros estados conseguiam aprovação em Balneário Camboriú por meio de fraude e corrupção, conforme a Polícia Civil, que investiga o caso há cerca de um ano. Servidores públicos do Detran estariam envolvidos. “A gente busca identificar onde seria essa facilitação. Não teria porque pessoas vir, se deslocarem de uma cidade do Rio Grande do Sul para fazer a carteira de habilitação aqui. Então, há indicativos de que haveria uma facilitação, podendo até envolver servidores públicos”, afirma o delegado responsável pelo caso. As medidas cautelares foram expedidas pela 1ª Vara Criminal de Balneário Camboriú. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados pela polícia para não atrapalhar nas investigações. Entre as pessoas conduzidas estão os beneficiados com a habilitação irregular. Eles podem responder por falsidade ideológica. Já os responsáveis pela falsificação podem responder por associação criminosa e uso de documento falso.

Investigação

De acordo a Polícia Civil, as investigações apontaram que um grupo criminoso envolvendo integrantes de centros de formação de condutores (CFCs) da região de Balneário Camboriú, entre 2012 e 2016, procurava residentes do Rio Grande do Sul e do Paraná para realizarem exames na cidade catarinense. “Os condutores captados para realização dos exames de habilitação do RS e PR apresentaram declarações de residências ideologicamente falsas, formalizadas por pessoas ligadas diretamente aos CFCs, a fim de realizarem os exames e, por sua vez, obterem a CNH. Há casos, inclusive, que foram constatadas a apresentação de faturas de empresas de telefonia falsificadas, exclusivamente com o fim de transferir o procedimento para SC”, informou a polícia.

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Fonte: G1

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Policiais que davam cobertura a fraude contra idosos pegam penas de 10 a 53 anos de prisão

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11/10/2017

Três policiais civis que deveriam garantir a segurança do cidadão foram condenados por dar cobertura a um esquema de fraudes com saques bancários em que as vítimas eram principalmente idosos. Juntas as penas aplicadas pela juíza da 3ª Vara Criminal de Brasília, aos agentes somam 76 anos e 10 meses em regime fechado. Dois dos envolvidos no episódio já são conhecidos pela prática de crimes, perderam os cargos na Polícia Civil do DF e estão na prisão por sentenças como extorsão, roubo e furto. É o caso de A.C. e L.A.J., condenado agora a mais 53 anos e quatro meses, e de L.C.N.S., que leva mais 10 anos e seis meses. Na ativa, o agente M.S.D. recebeu uma pena de 13 anos de reclusão.

Mandados fakes, uso do rádio e roubos dos ladrões

Segundo denúncia, do Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial (NCAP) do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), confirmada pela Justiça, A.C., L.C.N.S. e M.S.D. davam proteção a criminosos que se passavam por funcionários do banco e se ofereciam para ajudar o cliente na hora de sacar dinheiro no caixa eletrônico. Os bandidos trocavam os cartões do banco e decoravam as senhas para levar o dinheiro logo depois das transações efetuadas pelas vítimas nas máquinas. A ação era facilitada pelo apoio dos policiais que cooptavam colaboradores durante as investigações sobre estelionatos e por meio de informantes. Além disso, eles tinham informações privilegiadas obtidas por meio de interceptações telefônicas que apontavam golpistas prontos para agir. Os agentes ainda forjavam mandados de busca e apreensão para roubar dos ladrões máquinas e cartões usados no esquema. Em seguida, davam suporte na hora do furto, com ajuda dos aparelhos de comunicação das viaturas, impedindo que policiais honestos barrassem a ação dos bandidos. Da sentença, cabe recurso.

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Fonte: Correio Braziliense

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Em quatro meses, ao menos 240 pessoas caíram em golpes em Bauru

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28/09/2017

Segundo levantamento da Polícia Civil, nos quatro últimos meses, pelo menos 240 pessoas foram alvos de estelionatários em Bauru. Os casos englobam sete modalidades diferentes para enganar a vítima. Contudo, os mais comuns continuam sendo os velhos “contos do vigário”. Venda de produtos em sites falsos e golpes como o do “falso funcionário do banco” e do “bilhete premiado” estão entre alguns exemplos de ações fraudulentas (veja, no quadro no final, como os golpistas agem para se prevenir). Do total de golpes, 200 foram esclarecidos ou estão bem próximos da identificação dos autores, detalha um delegado, coordenador do Setor de Investigações Gerais (SIG). Ele destaca que, na maioria das ocorrências, as vítimas são idosos. “Por isso, a população deve estar sempre atenta. Os cuidados básicos devem ser redobrados”, alerta, ressaltando que mais um acusado de estelionato foi identificado na última semana.

T.R.S., 30 anos, é apontado como autor do “golpe do banco”, que, somente em Bauru, fez 40 vítimas. “Destes, 26 foram esclarecidos. Ele está envolvido na maioria dos crimes, conforme reconhecimento de algumas vítimas”, frisa, detalhando que o suspeito é da cidade de Ferraz de Vasconcelos (SP) e segue foragido. As investigações dão conta de que o golpista se apresentava como funcionário da agência bancária cujos alvos eram clientes. Segundo o delegado, o homem dizia que havia identificado alguma movimentação suspeita na conta e ele próprio fazia uma visita na casa das vítimas para resgatar o cartão bancário, bem como os dados pessoais e senhas. “O criminoso fazia saques e realizava compras e empréstimos consignados”.

Notebook Furtado

O crime de estelionato mais recente em Bauru já fez ao menos duas vítimas. Trata-se do “golpe do notebook furtado”: o golpista oferece serviços de conserto e depois diz que o equipamento foi furtado. “Depois de muito insistir, ele me deu um novo. Porém, foram aparecendo outras vítimas. Em um grupo de WhatsApp, mandei a foto do notebook [que o criminoso deu como compensação], que, na verdade, era de outra pessoa que também caiu no golpe”, relatou uma das vítimas, que não quis se identificar. O “golpe do precatório” também foi outro que quase fez vítimas no município. Nesta ação, criminosos mandam uma carta de um suposto cartório avisando que a pessoa tem dinheiro para receber do governo. Mas, para receber o valor, é necessário pagar um advogado. “Minha filha recebeu o documento. Percebi que se tratava de um golpe, pois o benefício era sobre uma ação que eu teria movido em 2004, mas nunca requeri nada do que dizia na carta”, detalha a aposentada, que também preferiu não se identificar. Ela diz que iria registrar o caso na Polícia Civil.

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Fonte: JCNET

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Estelionatários são presos no DF por vender imóveis que não eram deles

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27/09/2017

Após seis meses de investigações, a Polícia Civil do Distrito Federal prendeu, nesta terça-feira (26), dois homens acusados de estelionato, associação criminosa e apropriação indébita. Um dos principais golpes aplicados pela dupla era a venda de imóveis que não pertenciam a eles. As fraudes causaram prejuízo estimado em R$ 4 milhões. Com um contrato de cessão de direitos ou procuração, os criminosos vendiam os bens e, somente após a finalização das negociações, é que os compradores descobriam tratar-se de um golpe. “Dezenas de pessoas foram vítimas desses criminosos”, destaca o delegado-chefe da 16ª Delegacia de Polícia (Planaltina). As detenções ocorreram em cumprimento a mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão expedidos pela Justiça. Durante a operação, batizada de Gárano (nome dado ao ladrão dos bois de Hércules), os agentes apreenderam vários documentos, além de uma pistola, calibre .380. Os autores, que já respondem a 20 ações cíveis, estão presos à disposição da Justiça.

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Fonte: Metrópoles

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Empresários são presos na região de Jundiaí suspeitos de fraude em compras de armários

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14/09/2017

A operação “Arquivos Deslizantes”, comandada pelo Ministério Público, prendeu nesta quinta-feira (14), empresários de Jundiaí e Várzea Paulista. Conforme as investigações, empresas fraudavam licitações pra comprar armários para arquivos. Nas duas cidades quatro pessoas foram presas: dois homens e duas mulheres. Os presos foram levados até a sede do Ministério Público, em Campinas (SP). Também foram apreendidos, vários documentos e notebooks. Um dos carros da Polícia Militar ficou lotado de pastas e para descarregá-lo foi preciso a ajuda de um carrinho. Depois de prestarem depoimento, os quatro empresários foram levados para delegacia de investigações gerais de Jundiaí. Eles vão ficar presos no Centro de Triagem de Campo Limpo Paulista.

Investigação

Os 50 mandados ao todo, 28 de busca e apreensão, e 22 de prisão temporária, foram cumpridos em Belo Horizonte e em várias cidades do estado de São Paulo, entre elas Jundiaí e Várzea Paulista. As investigações, que começaram há 2 anos, foram feitas pelos Grupo de Operações Especiais de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público (Gaeco) de São Paulo e policiais militares do Batalhão Especial de Campinas (SP). Segundo os promotores, pelo menos 15 empresas estão envolvidas em um esquema que fraudava licitações municipais, na compra de móveis que eram usados pra arquivar documentos, por isso a operação foi nomeada de “Arquivos Deslizantes”. Conforme o Ministério Público, os sócios dessas empresas tinham comprovadamente ligações entre si e “fingiam” participar das licitações, já que anteriormente eles tinham decidido qual empresa seria a vencedora desse processo. A investigação apontou também a participação de agentes públicos, que sabiam desses acordos entre as empresas e agiam preparando os editais.

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Fonte: G1

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